Pular para o conteúdo

 


 

Porto Alegre, 16 de julho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.083

 

 Sindilat/RS vai a Santa Catarina conhecer experiência de terceirização da inspeção veterinária
Sindicato deve acompanhar comitiva liderada pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa, prevista para 20 de agosto
O Sindilat/RS irá em agosto a Santa Catarina para conhecer a experiência de terceirização da inspeção veterinária, quando acompanha comitiva liderada pela Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa. O tema foi tratado nesta quinta-feira, na reunião ordinária da comissão, conduzida pelo deputado Elton Weber e com a presença do secretário-executivo do sindicato, Darlan Palharini. A proposta da visita foi apresentada pelo deputado Gabriel Souza, que recentemente coordenou audiência pública sobre a valorização da defesa e inspeção de produtos de origem animal e vegetal no Estado.
A estimativa é que a viagem ocorra no dia 20 de agosto. Santa Catarina foi o primeiro Estado a terceirizar o trabalho de inspeção veterinária, hoje realizado nos níveis municipal, estadual e federal. Segundo Darlan Palharani, esse ainda é um assunto polêmico. "Precisamos ter uma melhor leitura desse processo. Existem pontos positivos e negativos. É necessário conhecer o sistema e avaliar se o mesmo pode ser aplicado no Estado", destacou Palharini. (.DOC Assessoria de Comunicação - Assessoria de Imprensa do SINDILAT/RS)
 
 
Brasil e Rússia vão intensificar comércio com prelisting de produtos de origem animal
Com o objetivo de intensificar ainda mais o comércio bilateral, Brasil e Rússia assinaram acordo deprelisting para produtos de origem animal. A negociação, concretizada durante viagem oficial da ministra Kátia Abreu a Moscou, marca uma nova fase na relação entre as duas nações devido ao aumento da confiança mútua no sistema de defesa agropecuária. 
 
O protocolo do prelisting, assinado pelo Serviço Federal Sanitário e Fitossanitário da Federação da Rússia - Rosselhoznadzor - foi recebido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) nessa terça-feira (14). 
 
As negociações bilaterais durante a visita da ministra, na semana passada, resultaram na assinatura do sistema de prelisting - listas pré-autorizadas de estabelecimentos exportadores - para produtos de origem animal. O Brasil poderá incluir carnes (bovinos, suínos e aves), tripas e lácteos. Já a Rússia, pescados.

No prelisting, a autoridade sanitária do país exportador verifica os estabelecimentos produtores que atendem aos requisitos da parte importadora e os indica como aptos à exportação. O país importador poderá, a qualquer tempo, realizar missões de auditoria para verificar a conformidade dos controles oficiais da parte exportadora.

O protocolo assinado por Brasil e Rússia será implementado em etapas até o mês de novembro, conforme cronograma acertado entre as duas partes.

Com base em reciprocidade, ambos os lados poderão exportar os produtos citados para a outra parte desde que atendam aos requisitos sanitários e os prazos estabelecidos em protocolo bilateral.

Além do prelisting, o Mapa obteve outra conquista durante a missão. O governo russo autorizou a importação de material genético, ração para animais domésticos e suínos vivos para reprodução provenientes do Brasil.

Espera-se, no futuro, ainda mais cooperação entre os dois lados e o consequente aumento do comércio bilateral. A Rússia já ocupa a sexta posição entre os maiores importadores de produtos agropecuários brasileiros no primeiro semestre deste ano. Em 2014, chegou a ocupar o quarto lugar.

De toda a carne suína importada pela Rússia no primeiro semestre deste ano, 82% foram provenientes do Brasil. De carne bovina, o percentual foi 58% e de aves, 34%. (Mapa)
 
 
 
Congresso Internacional do Leite 2015
Nos dias 28 a 30 de julho de 2015 no Centro de Convenções da FIERGS, Porto Alegre - Rio Grande do Sul.
 
 
Em sua 13ª edição, o Congresso Internacional do Leite, chega ao sétimo estado sede: o Rio Grande do Sul.
A importância da produção de leite na Região Sul do país motivou a Embrapa e o Instituto Gaúcho do Leite a organizarem em parceria este grande evento do leite que atrai representantes de diversos países das Américas, Europa e Oceania.
Novos conhecimentos, experiências e relacionamentos serão gerados e difundidos pelo Congresso, impulsionando a atividade leiteira e contribuindo para o crescimento sustentável da produção.
Este evento tem por objetivo discutir a sustentabilidade e competitividade da atividade leiteira no Brasil, visando o aumento da lucratividade no setor e a elaboração de uma agenda de políticas públicas para o fortalecimento da cadeia produtiva do leite no Brasil. (Congresso Internacional do Leite)
 
 
Brasil e México avançam em novo acordo
Menos de dois meses após a visita da presidente Dilma Rousseff ao México, onde foi anunciada a tentativa de ampliar o acordo comercial entre as duas maiores economias da América Latina, as negociações já deram passos significativos. Em reuniões na semana passada, em Brasília, autoridades brasileiras e mexicanas traçaram um roteiro detalhado para a discussão do acordo e fecharam os pontos que serão alvo das próximas rodadas de conversas. 
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior abrirá uma consulta pública para ouvir associações empresariais sobre as demandas e sensibilidades da iniciativa privada em torno do futuro acordo. A consulta, que terá início nas próximas semanas, segue os mesmos moldes daquela realizada em 2012 para balizar as negociações entre Mercosul e União Europeia. 
O objetivo é mapear com clareza os interesses "ofensivos" e "defensivos" do Brasil com o México, ou seja, quais setores pedem abertura comercial e quais veem a concorrência dos mexicanos como ameaça. Além disso, as associações deverão apontar em quanto tempo querem a derrubada de alíquotas de importação ou por quantos anos precisam de proteção tarifária. Não há nenhuma obrigação do governo de seguir essas indicações, mas elas servem para dar subsídios à estratégia de negociação. 
De acordo com o secretário de Comércio Exterior do ministério, Daniel Godinho, a consulta deverá ter 45 dias de duração e a ideia do governo é colher os resultados até outubro. Ficou marcada para este mês, na Cidade do México, a próxima reunião das equipes negociadoras. Godinho diz ter percebido "amplo apoio" do setor privado e afirma estar "empolgado" com as perspectivas. 
Dilma e o presidente do México, Enrique Peña Nieto, orientaram seus governos a buscar um novo acordo até maio de 2016. "É perfeitamente possível alcançarmos um resultado final em que todos estejam plenamente satisfeitos", avalia o secretário. "O prazo de um ano [fixado por Dilma e Peña Nieto] é bastante complexo, mas topamos o desafio. Com o apoio dos dois presidentes e o engajamento dos empresários, acredito que cumpriremos essa meta e teremos um acordo equilibrado e ambicioso." 
Na primeira rodada de negociações, os dois países definiram a abrangência do futuro tratado comercial, que contemplará não apenas a redução mútua de tarifas. Compromissos em matéria de serviços, propriedade intelectual, compras governamentais, convergência regulatória e solução de controvérsias também vão fazer parte do acordo. 
"Todos esses temas tiveram um tratamento robusto", enfatiza Godinho. Ele nota que em nenhuma das discussões de que participou anteriormente, com outros países, houve um progresso tão rápido na definição das regras básicas ¬ conhecidas como métodos e modalidades do acordo. "Percebemos claramente que ambas as partes querem avançar", afirma. (Valor Econômico) 
 
Na mira do MP
O radar de investigações do Ministério Público Estadual vai além do leite e de derivados.
- Recebemos a atribuição para atuar com foco no segmento alimentar como um todo - diz o promotor Mauro Rockenbach, sem especificar quais.
Novas operações poderão sair em breve. Rockenbach participou do lançamento do Congresso Internacional do Leite, no Palácio Piratini.
- Hoje, tenho tranquilidade em defender o leite gaúcho. O produto de má qualidade está sendo rejeitado pela indústria - completa. (Zero Hora)
 
 
 

A audiência pública para debater a balança comercial dos lácteos foi transferida para 18 de agosto, às 14h30, na Câmara. A alteração ocorreu devido à realização na mesma data do InterLeite Brasil, em Uberlândia (MG). O deputado federal Alceu Moreira (PMDB/RS) propôs o encontro baseado nas informações do déficit de cerca de US$ 17 milhões em junho. 

 
 

 

    

 

         

 


 

Porto Alegre, 15 de julho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.082

 

 Presidente do Sindilat/RS participa do lançamento do Congresso Internacional do Leite
Solenidade com o governador José Ivo Sartori ocorreu no Galpão Crioulo

O presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra, participou, nesta quarta-feira, do lançamento oficial do Congresso Internacional do Leite, em Porto Alegre. O café da manhã ocorrido no Galpão Crioulo do Palácio Piratini contou com as presenças do governador José Ivo Sartori, do secretário de Agricultura, Ernani Polo, além de lideranças ligadas ao setor lácteo.

O evento, que é promovido pela Embrapa, Instituto Gaúcho do Leite (IGL) e parceiros, acontece entre os dias 28 e 30 de julho, no Centro de Convenções da Fiergs, na Capital. Estão previstas as presenças de mais de 25 palestrantes e um público de mais de 1,5 mil visitantes vindo de diversas partes do mundo. “O Rio Grande do Sul vai se transformar na capital do leite. O congresso será uma oportunidade de demonstrar todo o desenvolvimento e a competitividade do setor lácteo gaúcho”, destacou Alexandre Guerra. Hoje, a cadeia láctea tem uma grande representatividade no PIB gaúcho.

Em sua 13ª edição, o evento tem por objetivo discutir a sustentabilidade e a competitividade da atividade leiteira no Brasil, visando o aumento da lucratividade no setor, bem como a elaboração de uma agenda de políticas públicas para o fortalecimento da cadeia produtiva do leite no Brasil.(.DOC Assessoria de Comunicação - Assessoria de Imprensa do SINDILAT/RS)

 
 
 
 
 
Leilão GDT: Leite em pó integral cai abaixo de US$2.000/ton pela primeira vez desde 2009
O resultado do leilão GDT desta quarta-feira (15/7) apresentou queda de -10,7% sobre o leilão anterior, com preços médios de lácteos em US$2.082/tonelada. É a nona queda seguida que ocorre no preço médio dos lácteos no leilão GDT. 

O leite em pó integral apresentou mais uma forte queda, de 13,1%, sendo comercializado a um preço de US$ 1.848/tonelada. Desde 2009, o preço do leite em pó integral não ficava abaixo de US$2.000/tonelada. Além disso, esse é o segundo menor valor de leite em pó integral da série de preços do GDT, que existe desde julho de 2008.

O leite em pó desnatado também apresentou queda em seus preços (-10,1%), sendo cotado a um preço menor ainda a US$ 1.702/tonelada. Pela quinta vez seguida, o leite em pó desnatado atingiu seu menor valor desde que passou a ser comercializado no leilão GDT, em 2010.

O queijo cheddar também apresentou queda, -13,9%, fechando o leilão a um preço médio de US$ 2.613/tonelada.

Gráfico 1. Histórico de preços do leilão GDT


Fonte: Global Dairy Trade, elaborado pelo MilkPoint Inteligência.

Os contratos para entrega futura de leite em pó integral acompanharam o movimento de queda do produto, com projeções abaixo dos US$1.900/ton até o final do ano. 

Tabela 1 – Preços de leite em pó integral para entregas futuras


Fonte: gDT, elaborado pelo MilkPoint Inteligência.

O movimento de queda no mercado internacional é reflexo da baixa demanda da China por leite em pó, o principal mercado importador de leite do mundo. Outros fatores, como o crescimento da oferta em alguns países da Europa após a extinção das cotas de produção, também tem causado efeitos de baixa no mercado.

A matéria é do MilkPoint, com informações do Global Dairy Trade. 

 
 
 
RS receberá R$ 4,5 milhões para defesa agropecuária
O governador José Ivo Sartori recebeu nesta terça-feira (14), em Brasília, durante audiência com a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, a confirmação de que o Rio Grande do Sul receberá R$ 4,5 milhões para ações em defesa agropecuária, via convênio. Os recursos são oriundos do Orçamento da União e devem ser disponibilizados no próximo mês. O secretário da Agricultura e Pecuária, Ernani Polo, participou da audiência. Atualmente, o rebanho do RS é de cerca de 14 milhões de cabeças.

Os recursos são importantes para o controle da sanidade animal e vegetal e para o melhoramento nas estruturas das ações de defesa para que o estado avance na melhoria do busca do status sanitário e, consequentemente, na busca de novos mercados. Conforme Polo, a ministra sinalizou com a criação de um Fundo Nacional de Defesa Agropecuária para que os estados mantenham ações permanentes para o setor.

“O mercado internacional exige, cada vez mais, a questão da sanidade, a qualidade da produção e a agregação tecnológica. São recursos importantes, dentro de uma construção que representa uma melhor competitividade para o Rio Grande do Sul”, destacou o governador.
Na oportunidade, governador e secretário também aproveitaram para convida a ministra para participar da Expointer, que acontece de 29 de agosto a 6 de setembro em Esteio. (SEAPA)
 

Lácteos 
 A Unijuí vai implantar um centro de pesquisa em lácteos. O anúncio aconteceu na última sexta-feira, 10, pelo reitor Martinho Kelm, durante audiência pública sobre o leite, iniciativa do Senado Federal. Segundo o reitor, o centro de pesquisa vai atuar na agregação de valor ao leite, com geração de conhecimento a fim de ampliar possibilidades de produtos com o alimento. A concretização deve ocorrer em breve. (Rádio Progresso de Ijuí)
 
 

 

    

         

 

 

Porto Alegre, 14 de julho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.081

 

 Uma onda de otimismo em meio à crise 
Mesmo com a retração da atividade econômica no país, empresas do agronegócio mantêm investimentos 
O cenário recessivo da economia brasileira, com inflação alta, juro pesado e câmbio em disparada, nem sempre é sinônimo de pé no freio. De olho no futuro, empresários do agronegócio identificam, em plena crise, brechas para crescer e se fortalecer no mercado. Nesta reportagem especial, sob o selo RS que dá Certo, Zero Hora retrata histórias de quatro empreendimentos que se destacam por avançar na contramão do pessimismo. Sem melindres, projetam a conclusão de obras importantes para 2015 e 2016 e têm pelo menos uma característica em comum: investir agora para colher os frutos mais adiante, quando a tempestade passar. A crise, na avaliação do economista da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Antônio da Luz, deve ser encarada como um momento de rever estratégias: ¬ O empresário tem de ir para as planilhas e refazer os cálculos. Se aquele projeto que estava no horizonte se mantiver viável, é hora de aproveitar e seguir em frente. É aí que surgem as melhores oportunidades. Entre crescer e reduzir a participação no Estado, a Nidera Sementes ¬ um dos casos retratados por ZH (leia na página 6) ¬ integra o grupo que apostou na primeira opção. A multinacional holandesa mantém projeto de construção de um terminal hidroviário em Canoas e de duas unidades de armazenamento de grãos no Interior. Ao todo, investirá R$ 110 milhões, levando uma lufada de otimismo aos municípios beneficiados. 
MELHORIA CONSTANTE DO PRODUTO 
O investimento, segundo o consultor em agronegócio Carlos Cogo, é reflexo do déficit em infraestrutura para estocagem e escoamento da produção. ¬ O Rio Grande do Sul continua atrás nessas áreas. Muitas empresas, e a Nidera é apenas uma delas, estão se dando conta disso. Investir em armazenagem é um negócio lucrativo ¬ analisa Cogo. As outras três histórias registradas nas páginas que seguem envolvem cooperativas de laticínios. Em 2014, o setor enfrentou um momento de turbulência por conta de um conjunto de fatores, como o desequilíbrio entre produção e consumo. Além disso, denúncias de fraude arranharam a imagem das indústrias, que agora apostam alto na qualificação de seus produtos. Juntas, Santa Clara, Languiru e Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL) contabilizam um aporte de mais de R$ 200 milhões em melhorias, a maior parte com financiamento do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Os planos incluem a construção de instalações e até a duplicação de uma unidade ¬ a da CCGL, em Cruz Alta (leia texto ao lado). ¬ Muitos investimentos levarão até dois anos para ficar prontos. Serão concluídos quando o Brasil estará vivendo uma fase bem melhor. Assim, poderemos atender à nova demanda interna, além do mercado externo, que é importante para o setor continuar crescendo ¬ diz Alexandre Guerra, presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat¬RS) e diretor da Santa Clara. (Zero Hora)
 
 
Preços Conseleite - Mato Grosso do Sul

A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 10 de julho de 2015 na cidade de Campo Grande, na Famasul, atendendo os dispositivos do seu Estatuto, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima, referente ao leite entregue no mês de junho de 2015 e a projeção dos valores de referência para leite a ser entregue no mês de julho de 2015. Os valores divulgados compreendem os preços de referência para o leite padrão levando em conta o volume médio mensal de leite entregue pelo produtor.

 

(*) Os valores de referência da tabela são para a matéria-prima leite “posto propriedade”, o que significa que o frete não deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de referência está incluso Funrural de 2,3% a ser descontado do produtor rural
(**) O valor de referência para o “Leite Padrão” corresponde ao valor da matéria-prima com 3,00 a 3,5% de gordura, 2,90% a 3,30% de proteína, 200 a 400 mil c/ml de células somáticas e 150.001 a 300 mil UFC/ml de contagem bacteriana. (Terra Viva)
 
 
 
 
UPF trabalha equipamento que trata efluente da industrialização do leite 
A industrialização do leite gera efluentes que, se não tratados adequadamente, comprometem os recursos hídricos, já prejudicados por outras formas de intervenção humana. As grandes indústrias, em geral, possuem sistemas de tratamento, mas as pequenas empresas nem sempre têm condições de realizar a destinação mais adequada. 
Estudar e propor tecnologias de tratamento de efluentes capazes de serem aplicadas por empresas dessa natureza é o objetivo do professor Dr. Marcelo Hemkemeier, do Programa de Mestrado Profissional em Projetos e Processos de Fabricação da Faculdade de Engenharia e Arquitetura da Universidade de Passo Fundo (Ppgppf/Fear/UPF), que, junto com outros professores e estudantes, estuda uma forma simples de tornar reutilizável a água proveniente de processos de industrialização de leite. 
O Projeto Reuso de Efluente Tratado por Eletroflotação Seguida de Processo de Separação por Membranas Aplicados ao Tratamento de Efluentes de Indústrias de Laticínios foi contemplado na faixa B da mais recente chamada pública do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (MCTI/CNPq) e está em andamento. “Optamos pelo tratamento eletrolítico por sua implantação fácil e barata com facilidade de operação, considerando que dispensa o manuseio de produtos químicos”, explica o professor. (Jornal do Comércio)
 
 
Real desvalorizado abre espaço para produtos brasileiros, diz ministro
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, disse hoje (12) que a desvalorização do real frente ao dólar abriu espaço para as exportações brasileiras. “Nós já estamos detectando, firmemente, não apenas no resultado da balança comercial, mas nós estamos medindo isso pela forma que a exportação voltou ao planejamento das empresas. Toda a empresa hoje voltou a colocar a exportação no seu radar”, disse, em entrevista, na abertura do Congresso Brasileiro do Aço.
 
 
 

         

 

Porto Alegre, 13 de julho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.080

 

 Italac doa leite UHT para a Fundação Pão dos Pobres
Foram mais de mil litros de leite distribuídos pela associada do Sindilat/RS e que irão beneficiar crianças atendidas pelos projetos da instituição
A Italac, através do Sindilat/RS, fez a doação de mais de mil litros de leite UHT para a Fundação Pão dos Pobres, localizada na capital gaúcha. A entidade atende um total de 1,7 mil crianças em projetos que envolvem atendimento em turno integral até o turno inverso ao da escola. Para a nutricionista da Fundação Pão dos Pobres, Denise Henz, iniciativas como essa são fundamentais para a manutenção da entidade. “Essa doação irão reforçar a alimentação de nossas crianças. O leite é uma importante fonte de proteína”, destaca a nutricionista.
Localizada no bairro Cidade Baixa, a Fundação Pão dos Pobres possui um total de 175 funcionários e voluntários trabalhando diariamente nos projetos da instituição. Atende 1,7 mil crianças em seis diferentes projetos, além de disponibilizar dez cursos profissionalizantes com mais de 500 alunos. (.DOC Assessoria de Comunicação - Assessoria de Imprensa do SINDILAT/RS)
 
 
 
Perspectivas do Mercado Lácteo - Europa
 
 
A produção de leite na Europa Ocidental apresentou leve declínio desde o pico sazonal. As condições de tempo são favoráveis e o conforto animal, de um modo geral, é bom. Os produtores suplementam a alimentação com grãos de forma a aproveitar os preços e as margens atuais, antes que cheguem as quedas esperadas. Os preços das commodities lácteas estão em declínio e não devem ter recuperação no curto prazo. A Rússia ampliou o embargo às importações de produtos lácteos de origem da União Europeia. Não se pode dizer que não era esperado, nem deverá haver grande influência sobre o mercado de produtos lácteos da União Europeia.
De acordo com a Eurostat a captação de leite na UE28, de janeiro a maio, ficou inalterada em relação ao mesmo período do ano passado. Em alguns Estados Membros as alterações foram: Alemanha (-1,3%); França (-1,5%); Reino Unido (+1.3%); Bélgica (-1,2%); Itália (-0,5%); e Irlanda (+6,5%).
No Leste Europeu a produção sofre o declínio típico sazonal. As condições meteorológicas variaram muito nos últimos dias, mas não interferiram na produção de leite de forma significativa.
As estimativas para a produção de leite de janeiro a maio na Polônia, apontam aumento de 1,8%, em relação ao mesmo período de 2014. (USDA)
 
 
 
Brasil e EUA reforçam compromisso com a alimentação mundial
Uma declaração conjunta elaborada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reforça o compromisso entre os dois países na parceria bilateral nas questões de alimentação mundial. O documento foi divulgado nesta sexta-¬feira (10).
De acordo com a declaração, a produção global de alimentos deve crescer cerca de 70% nos próximos 25 anos para alimentar uma população estimada em 9 bilhões de pessoas até 2050.
Parceiros na tarefa de garantir comida para o mundo por serem os maiores produtores mundiais de alimentos, Brasil e Estados Unidos se comprometeram a trabalhar juntos e buscar eficiência em novas tecnologias, a fim de atender à crescente demanda por alimento seguro e sustentável. Por isso, três áreas foram destacadas: novas tecnologias, mudanças climáticas e segurança alimentar.
Na declaração, Brasil e EUA consideram fundamental que os produtores agrícolas tenham acesso às mais novas e apropriadas tecnologias, além da melhoria da reprodução convencional, biotecnologia e outras tecnologias inovadoras.
“Encorajamos todos os países a avaliar novas tecnologias de maneira transparente, baseada na ciência e com aplicação de medidas comerciais menos restritivas. Não fazer isso levará a distorções de mercado e a perda de oportunidades para melhoria na produtividade, que afetarão negativamente o meio ambiente, a produção agrícola e a inocuidade dos alimentos”, diz a nota.
Sobre as mudanças climáticas, a declaração ressalta que o Brasil e EUA pediram a outros países que compartilhem informações e pesquisas, com o objetivo de identificar práticas e tecnologias para aumentar a produção, utilizar água de forma eficiente, reduzir a perda de alimentos, construir resiliência aos eventos climáticos e se adaptar às mudanças climáticas.
O documento ressalta ainda que “o aumento de oportunidades e medidas menos restritivas ao comércio são uma das mais efetivas maneiras de melhorar a segurança alimentar, especialmente para os países menos desenvolvidos”.
Ainda segundo a nota, Brasil e EUA reconhecem a importância de coletar e compartilhar dados sobre alimentação, produção agrícola e mercados, combatendo os efeitos das mudanças climáticas sobre a produtividade agrícola e alavancando tecnologias para melhorar a segurança alimentar em todo o mundo. (Mapa) 
 
 
A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) estimou nesta sexta‐feira ser possível eliminar a fome no mundo até 2030 com investimento de 239 bilhões de euros por ano. “A mensagem do relatório é clara: se mantivermos o estado atual, teremos em 2030 mais de 650 milhões de pessoas sofrendo com a fome”, declarou José Graziano da Silva, diretor‐geral da FAO, ao apresentar, em Roma, o relatório do Programa Alimentar Mundial e do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola. O relatório estima que a eliminação da fome crônica “vai precisar de investimento total de cerca de US$ 267 bilhões (cerca de 239 bilhões de euros) por ano, durante os próximos 15 anos, ou seja: US$ 160 (143 euros) por ano e por pessoa que vive em situação de pobreza”, acrescentou Graziano.(FAO)

         

 

Porto Alegre, 10 de julho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.079

 

 Setor lácteo gaúcho cresceu 103% nos últimos onze anos, afirma Sindilat/RS
Panorama do setor foi apresentado durante audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado
 
 

O Rio Grande do Sul produz mais de 4,8 bilhões de litros leite/ano, um crescimento de 103% nos últimos onze anos. O dado foi divulgado nesta sexta-feira (10 de julho) pelo secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS), Darlan Palharini, durante audiência pública promovida pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, em Ijuí. De acordo com o dirigente, o setor vem crescendo ano a ano e o excedente precisa ser exportado. "Só nesses primeiros seis meses, entraram 64 milhões de quilos de produtos lácteos vindos do exterior para concorrer com a produção nacional. Esse volume corresponde a 41 dias de produção do Rio Grande do Sul", alertou. Hoje, a cadeia láctea responde por 2,67% do PIB do Estado, representando R$ 8 bilhões, e movimenta mais de 105 mil produtores no Estado. 

Nesse sentido, Palharini comemora a decisão do governo russo de liberar a exportação de leite em pó por onze indústrias brasileiras. Esta é a primeira vez que o Brasil venderá esse produto aos russos. Até então, a exportação estava concentrada apenas no queijo e na manteiga, esse último produto com liberação apenas esse ano. O anúncio foi feito na última terça-feira, durante missão do governo brasileiro à Rússia, que conta com a presença do presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra. "Mas ainda precisamos conquistar novos mercados e, para isso, o setor lácteo deve estar presente em todas as comitivas que irão tratar deste tema no mercado internacional", enfatizou Darlan Palharini. Entre os mercados que poderão ser alvo do Brasil estão China, Colômbia e Panamá.  "Precisamos continuar crescendo", relatou.

Palharini também anunciou a vinda de uma comitiva do Ministério da Agricultura (MAPA) para habilitar o Estado no Sisbi Lácteos (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal). A medida, que vinha sendo pleiteada pelo sindicato, permitirá a comercialização segura de produtos lácteos dentro e fora do Estado.

A audiência da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária foi conduzida pela senadora Ana Amélia Lemos, presidente da comissão, a fim de discutir os mercados e as perspectivas para o futuro da produção leiteira no Brasil. A Região Noroeste foi escolhida para sediar o debate por ser o principal polo de produção de leite no Estado e o segundo maior produtor do país. (.DOC Assessoria de Comunicação - Assessoria de Imprensa do SINDILAT/RS)

 
 
 
 
Sindilat/RS acompanha apresentação de projeto do Centro de Pesquisa em Lácteos
Solenidade foi acompanhada pelo secretário-executivo, Darlan Palharini, na ACI de Ijuí

O secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, acompanhou, na manhã desta sexta-feira (10 de julho), a apresentação do projeto de implantação do Centro de Pesquisa em Lácteos, em Ijuí. Segundo Palharini, a implementação do projeto proporcionará mais competitividade ao setor primário, através da disponibilidade de tecnologia genética, bem como treinamento a produtores. "Além disso, teremos uma modernização do setor, através do incremento de novas linhas de produtos", destacou Palharini.

O projeto foi apresentado pelo reitor da Unijuí, Martinho Luís Kelm, com o intuito de se firmarem parcerias público-privadas (PPPs) para a sua efetivação. Já há interesse nessas parcerias por parte do Sindilat/RS e da Lactalis, representada por Guilherme Portella. A apresentação contou ainda com as presenças do secretário Estadual da Agricultura, Ernani Polo, do secretário do Ministério da Agricultura, Caio Rocha, da senadora Ana Amélia Lemos, que preside a Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, além de representantes do setor. (.DOC Assessoria de Comunicação - Assessoria de Imprensa do SINDILAT/RS)

MAPA estabelece os preços mínimos do leite para 2015/16

Foi publicada no Diário Oficial da União a Portaria nº 142, de 08 de julho de 2015 do Mapa, que estabelece os preços mínimos para o leite. A Conab divulgará em seu site os preços de referência para Empréstimo do Governo Federal (EGF).
Os preços mínimos estabelecidos para o leite foram os seguintes: para a s regiões Sul e Sudeste, R$0,76/litro; para o Centro-Oeste (exceto MT), R$0,74/litro; para o Norte e MT, R$0,68; para o Nordeste, R$0,78.

Abaixo, segue a portaria publicada no Diário Oficial da União:

GABINETE DA MINISTRA
PORTARIA N 142, DE 8 DE JULHO DE 2015

A MINISTRA DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, INTERINA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo em vista o disposto no § 1 do art. 5 do Decreto-Lei n 79, de 19 de dezembro de 1966, alterado pela Lei n 11.775, de 17 de setembro de 2008, e o que consta do Processo n 21000.003865/2015-92, resolve:

Art. 1 Publicar os preços mínimos para as culturas de verão das safras 2015/2016 e 2016, para os produtos extrativos e culturas regionais da safra 2015/2016, conforme anexos I a IV desta Portaria, fixados pelo Conselho Monetário Nacional, respectivamente por meio dos Votos CMN 36/2015, 37/2015 e 38/2015.

Art. 2 Os preços mínimos de que trata esta Portaria são estabelecidos em favor dos produtores.

Art. 3 Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

Abaixo a tabela do ANEXO IV.

 

 As informações são do DOU.
 
 

Brasileiro é reeleito vice-presidente do Codex Alimentarius
O brasileiro Guilherme Antonio da Costa Júnior foi reeleito ontem vice¬presidente do Codex Alimentarius, referência internacional para a solução de disputas sobre inocuidade alimentar e proteção da saúde do consumidor.
Guilherme da Costa, que é fiscal federal agropecuário e médico veterinário do Ministério da Agricultura do Brasil, recebeu 134 votos de um total de 169 países representados em reunião em Genebra.
Ele é atualmente diretor do Departamento de Assuntos Comerciais da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do ministério e foi adido agrícola na Organização Mundial do Comércio (OMC) durante quatro anos, em Genebra.
A Comissão do Codex Alimentarius foi estabelecida em 1963 pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O brasileiro terá papel importante em temas relacionados à rotulagem de alimentos, higiene alimentar, aditivos alimentares, resíduos de pesticidas e de medicamentos veterinários, códigos de práticas e recomendações internacionais sobre sistemas de inspeção e certificação oficiais na importação e exportação de alimentos. (Valor Econômico) 
 
 

         

 

 

Porto Alegre, 09 de julho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.078

 

 Balança comercial: déficit no comércio de lácteos até junho já é o dobro do apresentado em 2014
 
A balança comercial de produtos lácteos teve um déficit de cerca de 17 milhões de dólares em junho, uma redução de 32,7% do déficit apresentado em maio, que havia sido de 26 milhões de dólares.

As importações ficaram relativamente estáveis, com queda de 0,2% em valor (US$ 39,4 milhões), enquanto as exportações tiveram aumento expressivo (62,1%, totalizando US$21,9 milhões), impulsionadas pela volta das compras de lácteos brasileiros por parte da Venezuela.

Tabela 1: Balança Comercial de Lácteos - Junho de 2015


Fonte: MDIC - Elaboração: MilkPoint Inteligência

A evolução nas exportações em relação ao mês passado foi puxada pelo aumento do volume exportado de leite em pó integral, que subiu de cerca de 1.000 toneladas em maio (US$6,6 milhões) para cerca de 3.000 toneladas em junho (US$17,1 milhões, a um preço médio de US$5.748/ton), com praticamente todo o volume destinado ao mercado venezuelano.

Os principais produtos importados foram o leite em pó integral (US$19,6 milhões, alta de 56,9% sobre maio, a um preço médio de US$2.968/ton), queijos (US$ 9,1 milhões, -1,3%) e leite em pó desnatado (US$ 6,3 milhões, -45,5%, a um preço médio de US$2.932/ton).

As importações de leite em pó, tanto integral quanto desnatado, tiveram origem majoritariamente do Uruguai (80,7%), seguido por Argentina (18,2%); os outros 1,1% foram importados dos EUA. Interessante notar o crescimento da participação do Uruguai, ao mesmo tempo em que as importações da Argentina tem diminuído.

Gráfico 1 - Origem das importações de leite em pó brasileiras


 Fonte: MDIC; Elaboração MilkPoint Inteligência

Analisando as quantidades em equivalente-leite (a quantidade de leite utilizada para a fabricação de cada produto), a quantidade importada foi de 97 milhões de litros em junho, ligeira queda de 0,9% em relação a maio. Já as exportações em equivalente-leite tiveram alta de 42,4%, totalizando 34 milhões de litros.

De janeiro a junho deste ano, o déficit acumulado da balança comercial de lácteos em equivalente-leite é de cerca de 346 milhões de litros, é maior que o dobro do apresentado no total de 2014, que foi de 159 milhões de litros.

Os gráficos 2 e 3 a seguir apresentam este cenário, mostrando a comparação entre o déficit total de 2014 x o acumulado de janeiro a junho de 2015 (gráfico 2) e o histórico do saldo da balança de lácteos 2014 x 2015.

Gráfico 2: Déficit acumulado da balança comercial de lácteos em equivalente-leite (milhões de litros)*


 * 2014: Total; 2015: acumulado até maio
Fonte: MDIC - Elaboração: MilkPoint Inteligência

Gráfico 3: Saldo mensal da balança comercial de lácteos em equivalente leite (milhões de litros/mês)


 Fonte: MDIC - Elaboração: MilkPoint Inteligência
*Dados sujeitos a revisão, o Sistema AliceWeb do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, teve problemas técnicos e irá divulgar novamente os dados de junho
 
 
Embrapa apresenta importância da luz para produzir carne e leite
Na produção de carne e leite, a luz é essencial. O crescimento e desenvolvimento das pastagens, principal alimento do rebanho bovino brasileiro, depende da incidência luminosa. A radiação solar também tem relação direta com o bem-estar animal. Durante o evento, os visitantes poderão ver em maquete a influência da luz em um sistema de ILPF.

A diminuição da incidência de luminosidade afeta o crescimento dessas plantas. O que pode ocasionar menor produtividade na pecuária, refletindo na diminuição da oferta ou no aumento do preço de alimentos, como carne e leite.

"Na região tropical a incidência luminosa é alta, portanto, o potencial da produção vegetal é elevado para a maioria das plantas cultivadas. Sistemas de produção agropecuários que favorecem a produtividade vegetal são responsáveis pela sustentabilidade da produção de alimentos, fibras e energia nos países com vocação rural, como o Brasil", explica o pesquisador da Embrapa, Luiz Adriano Cordeiro.

O sistema de integração lavoura-pecuária-floresta contribui para bem-estar animal propiciado pelas árvores em integração com pastagens. "Sistemas de ILPF possuem um microclima melhor, pois as árvores geram sombra que pode diminuir a radiação solar direta que atinge os animais em até 30%, a depender da espécie florestal", enfatiza Cordeiro.

Para não prejudicar o desenvolvimento das pastagens por falta de luz, a integração deve seguir alguns princípios, como o plantio das linhas de árvores em nível e, quando possível, em alinhamento leste-oeste e utilização de espaçamentos entrelinhas de árvores suficientes para que não ocorra sombreamento excessivo. Esses conceitos poderão ser vistos na maquete exposta no evento. (Milkpoint)

 
 
Russos habilitam laticínios brasileiros
Quatro cooperativas gaúchas estão na expectativa para integrar a lista 
A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, anunciou ontem que a Rússia autorizou 11 laticínios brasileiros a exportarem leite em pó. O governo ainda não informou quais são as plantas habilitadas, mas a expectativa é que a liberação contemple unidades do Rio Grande do Sul. Segundo o Ministério da Agricultura (Mapa), até então o Brasil não havia embarcado leite em pó ao país. A Rússia não fez vistoria e, de acordo com Kátia Abreu, essa "autorização automática" do governo russo "significa que temos um sistema de defesa agropecuário confiável e sólido". Em contrapartida ao acordo, o Mapa deve liberar a importação de pescado e de trigo da Rússia. 
Segundo o presidente do Sindital, Alexandre Guerra, as 11 unidades habilitadas somam¬se a outras 12 plantas que já tinham liberação para exportar manteiga e queijo, entre elas a gaúcha BRF, de Teutônia. Agora, no total, 23 laticínios têm autorização para exportar lácteos à Rússia. "É o momento para as indústrias gaúchas aproveitarem", avalia Guerra, que participa da comitiva brasileira que foi a Moscou negociar. Ele refere¬se ao fato de que, recentemente, a Rússia prorrogou até junho de 2016 a sanção a produtos dos Estados Unidos, Canadá e União Europeia. O presidente do Instituto Gaúcho do Leite (IGL), Gilberto Piccinini, também presidente da Cosuel, um dos laticínios candidatos à habilitação para exportar leite em pó, comemorou o anúncio. "Representa a possibilidade de abrir novos mercados para um futuro próximo", avalia. Além da Cosuel, CCGL e Cosulati também figuram entre as possíveis empresas habilitadas. A Rússia importa 630 mil toneladas de leite em pó por ano. A Associação Brasileira de Laticínios espera atingir metade desse mercado. (Correio do Povo)
 
 
Autorizada 
Ampliação de capacidade de leite para empresa em três de maio A Fepam concedeu licença de operação para a empresa Elebat Alimentos, localizada em Três de Maio, ampliar sua capacidade produtiva. A Elebat tinha capacidade de recebimento de 18 milhões de litros de leite por mês para processamento. Com a ampliação, a capacidade de recebimento de leite aumentou para 36,8 milhões de litros a cada mês. (Terra Viva)
 
 
 

SINDILAT CONVIDA
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal realiza, no dia 10 de julho, a audiência pública "Mercados e perspectivas para o futuro da produção leiteira do Brasil". O evento acontece às 14h, no auditório da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), em Ijuí (RS). O debate objetiva avaliar a situação atual e, especialmente, planejar ações para fortalecer e estimular a produção, garantindo a ampliação de mercados, o desenvolvimento de tecnologias e mais geração de renda. O evento contará com a participação de lideranças do setor, representantes do governo, senadores, deputados, prefeitos, vereadores e especialistas na área, além de produtores de todo o Estado.  Participe!
 
 
 

         

 


 

Porto Alegre, 08 de julho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.077

 

 Sindilat/RS comemora abertura do mercado russo para exportação de leite em pó brasileiro
Presidente Alexandre Guerra está em Moscou, acompanhando missão liderada pela ministra Kátia Abreu
Em missão empresarial à Rússia, o presidente Alexandre Guerra comemorou, nesta terça-feira, a decisão do governo russo de liberar a exportação de leite em pó brasileiro. Onze indústrias foram autorizadas pelo Ministério da Agricultura da Rússia e a expectativa de Guerra é que duas gaúchas estejam entre as contempladas: CCGL, Dália e Cosulati. “Esta é a primeira vez que o Brasil venderá esse produto aos russos”, destacou o dirigente. Até então, a exportação estava concentrada apenas no queijo e na manteiga, esse último produto com liberação apenas esse ano. “Era um volume muito pequeno”, considerou Guerra, que acompanha a missão juntamente com os associados Raul Amaral (Cosulati) e Márcia Daltoé (Dália Alimentos). 
A Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos) espera atingir, a médio prazo, metade do mercado russo, que importa anualmente 630 mil toneladas de leite em pó - equivalente a US$ 1,2 bilhões. “Cabe agora aos empresários gaúchos iniciarem as negociações com os compradores russos para efetivarem suas exportações”, observou o dirigente. Para ele, a grande oportunidade será a Feira World Food, que acontece em setembro na Rússia. “Esse será o momento para as indústrias aproveitarem”, frisou.
Pela manhã, Alexandre Guerra participou do seminário Brasil/Rússia: Oportunidades de negócios no setor agrícola e cooperação em segurança alimentar, no qual a ministra Kátia Abreu fez o anúncio das liberações. Na apresentação, foi demonstrado o potencial brasileiro na qualidade e na produção de carnes e lácteos. O dirigente considerou fundamental o encontro entre ministros, entidades e empresas para fortalecer os laços de confiança entre Brasil e Rússia, a fim de construir uma relação comercial duradoura. “Os russos estão abertos a novas listas para mais habilitações em regime online, após a liberação das autoridades sanitárias brasileiras”, lembrou o presidente. A lista oficial com as empresas que poderão exportar ainda não foi divulgada. (Assessoria SINDILAT)
 
 
Cosulati integra missão da ministra da agricultura à Rússia 
A Cooperativa Sul ¬Rio ¬Grandense de Laticínios segue firme em seu processo de internacionalização. O Diretor ¬Executivo Raul Amaral embarca nesta segunda-feira para Moscou integrando a comitiva da Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu que estará em visita oficial àquele país. Raul Amaral também representará o G100, uma organização composta por 100 laticínios presentes em 20 estados da Federação, da qual é Vice¬ Presidente. A expectativa da comitiva, conforme adianta o Diretor Executivo, é de buscar que indústrias brasileiras entre elas a Cosulati, sejam habilitadas à exportação também para este país.
"O caminho para chegar a Rússia está sendo trilhado com muito esforço pelos integrantes do grupo", explica. Segundo ele, o trabalho de imersão em mercados potenciais ocorre alicerçado pelo Projeto de Melhoria da Competitividade do Setor Lácteo Brasileiro, desenvolvido pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento MAPA.
O projeto visa alinhar as políticas públicas do Ministério da Agricultura para o setor, a fim de qualificar ainda mais a produção nacional e por consequência, melhorar a competitividade do Leite Brasileiro em relação ao mercado internacional. Durante os três dias de agenda da comitiva brasileira em Moscou, Raul destaca pontos relevantes da programação para a Cosulati: como o encontro de trabalho com o chefe do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Rússia; o Encontro Empresarial da Cadeia de Proteínas com a presença da Associação dos Importadores da Rússia; as visitas às grandes redes de supermercados e a coletiva de imprensa, onde os integrantes da missão poderão apresentar seus produtos e dar maior visibilidade à indústria nacional.
Competência 
A Unidade de Beneficiamento de Leite da Cosulati, em Capão do Leão, obteve em maio deste ano, a habilitação para exportar produtos lácteos, como os leites UHT, o leite em pó e as farinhas lácteas. A habilitação é resultado de pelo menos cinco anos de rigoroso processo de auditorias, com verificações de programas e normas que envolveram tanto os processos industriais como os produtores da Cooperativa.
Atualmente, a Cosulati abrange cerca _de 3,6 mil produtores de 46 cidades do Rio Grande do Sul. A Importância do Acesso aos Mercados Internacionais para o produtor da Cosulati e da Região é a certificação de que o leite aqui produzido possui padrão de qualidade internacional. Para a Cooperativa é a abertura de um novo canal de comercialização que proporcionará uma melhor estabilização de seus negócios. (Diário Popular)
 
 
À mesa com os russos
Já instalado em Moscou, na Rússia, onde desembarcou ontem, o presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Derivados do Estado (Sindilat-RS), Alexandre Guerra, integra comitiva que sentará à mesa para negociar novos acordos com o país. – Queijo e manteiga seriam os produtos nos quais os russos estariam interessados – disse Guerra à coluna. Hoje, a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, tem reunião marcada com o colega russo Alexander Tkachev. Amanhã, será vez de se reunir com importadores. (Zero Hora)
 
 
Servidor assume chefia do Dipoa
O veterinário Marcelo Fortes assumiu a chefia da Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) da Secretaria da Agricultura. Formado pela Ufrgs, ele atua como servidor da secretaria desde 2001. Seu objetivo principal é modernizar a divisão, trazendo mais agilidade aos processos. “A ideia é reestruturar a Dipoa, trabalhando com descentralização de processos e finalizar a informatização da divisão”, explica. Outra meta é capacitar os servidores do interior do Estado. (Correio do Povo)
 
 
Sistema OCB discute incidência tributária na cadeia do setor lácteo

O Sistema OCB realizou na terça-feira (07/07) o Fórum Tributário da Cadeia de Lácteos, na Casa do Cooperativismo, em Brasília.
O objetivo foi discutir as principais questões referentes à incidência tributária do setor, especialmente em relação às inovações da Lei nº 13.137, de 19 de junho de 2015, que versa sobre o desconto de crédito na apuração do PIS/Cofins, permitindo às cooperativas o acúmulo dos créditos presumidos, como já ocorre com as sociedades empresárias.
O evento contou com uma palestra magna a ministrada pelo diretor de estratégia da Arko Advice, Thiago de Aragão, que falando sobre o cenário econômico e fiscal brasileiro. O público-alvo do fórum foram técnicos e dirigentes de cooperativas do setor lácteo.
Logo depois, ocorreram duas mesas redondas. A primeira com tema ICMS: Revisões fiscais e gestão dos débitos e créditos e a segunda, Tributação do PIS/COFINS e Gestão dos Créditos, da qual participaram especialistas dos estados do Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais da consultoria contratada pelo Sistema OCB. (Jornal Tribuna Hoje)

 
 
 
 

SINDILAT CONVIDA
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal realiza, no dia 10 de julho, a audiência pública "Mercados e perspectivas para o futuro da produção leiteira do Brasil". O evento acontece às 14h, no auditório da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), em Ijuí (RS). O debate objetiva avaliar a situação atual e, especialmente, planejar ações para fortalecer e estimular a produção, garantindo a ampliação de mercados, o desenvolvimento de tecnologias e mais geração de renda. O evento contará com a participação de lideranças do setor, representantes do governo, senadores, deputados, prefeitos, vereadores e especialistas na área, além de produtores de todo o Estado.  Participe!
 
 
 

 

    

 

         

 

 

Porto Alegre, 07 de julho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.076

 

 SINDILAT NEGOCIA EXPORTAÇÃO DE LÁCTEOS COM A RÚSSIA 

O presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Alexandre Guerra, viaja na tarde desta segunda, dia 6, a Moscou, na Rússia, para tentar habilitar indústrias do estado a exportar mais produtos lácteos ao país. Ele acompanha a missão empresarial liderada pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, que está em Tóquio e deve chegar na terça, dia 7, a Moscou.

De acordo com o Sindilat/RS, atualmente o estado embarca queijo e manteiga para a Rússia, em pequena quantidade. O setor quer trilhar o mesmo caminho seguido pelas indústrias brasileiras de carne, valendo-se do embargo russo à União Europeia e aos Estados Unidos para ganhar espaço.

- Apesar de a Rússia não estar em um momento econômico muito bom, temos que aproveitar esta oportunidade - disse o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini

Segundo ele, a busca por novos mercados se tornou ainda mais importante num momento em que o consumo doméstico é afetado pela crise econômica no Brasil.

- Todos os segmentos estão sentindo. As pessoas não deixam de consumir, mas dão preferência a produtos mais baratos, e isso tem um impacto - explicou. A delegação brasileira, que também inclui representantes do Senado e da Câmara dos Deputados, terá agenda na Rússia a partir desta quarta, dia 8. Estão previstas reuniões com autoridades, visitas técnicas a supermercados e um encontro empresarial da Cadeia de Proteínas. De acordo com Palharini, o Sindilat/RS espera que a viagem resulte em avanços concretos, como a inclusão de novos produtos lácteos na pauta de importação da Rússia com o Brasil e a habilitação de plantas gaúchas do segmento.
Hoje, ainda conforme o Sindilat/RS, apenas a unidade da Lactalis (comprada em 2014 da BRF) localizada em Teutônia está autorizada a embarcar produtos lácteos para a Rússia. A expectativa é de que outras duas plantas recebam esta permissão: a CCGL de Cruz Alta e a Dália Alimentos da cidade de Encantado.

- Já houve vistoria e a documentação já saiu do governo brasileiro, então depende dos russos agora. Estamos bastante otimistas. Queremos aproveitar o apoio da ministra para sair da etapa burocrática e ir para a etapa comercial - disse Palharini.

De acordo com o Sindilat/RS, o Rio Grande do Sul produz mais de 4,8 bilhões de litros leite por ano, um crescimento de 95% ao longo da última década. Além de aumentar o volume de exportação de queijo e manteiga, o estado pretende explorar a venda de leite condensado saborizado, que é bastante consumido na Rússia. O presidente do Sindilat/RS retorna ao Brasil no dia 11 de julho

O cronograma da delegação brasileira ainda inclui uma reunião com uma agência de marketing local, solicitado pela ministra Kátia Abreu. O objetivo, segundo Palharini, é que os profissionais locais mostrem ao Brasil qual seria a melhor estratégia para acessar o mercado russo. (Canal Rural)

 
 
 
"Notificar uma enfermidade é importante"

Luis barcos, Representante Regional da OIE para as Américas

Comunicar imediatamente à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) de alguma enfermidade em um país-membro será uma ação possível com o World Animal Health Information System (Wahis) - sistema mundial de informação sobre sanidade. O aplicativo, disponível pela internet, permitirá o acesso aos usuários autorizados, em tempo real, a dados sobre a condição dos países. Nesta entrevista, Luis Barcos, representante da OIE para as Américas, afirma que o acesso mais fácil à informação é essencial para o desenvolvimento da sanidade animal no mundo.

Internet e aplicativos estão chegando para ajudar na vigilância sanitária? 
Estas tecnologias são utilizadas pela maioria das pessoas. Inclusive trabalhadores de fazendas têm seus smart-phones. Creio que seja uma forma de facilitar o acesso à informação e ao conhecimento. Além disso, a ideia é que haja a possibilidade de receber informação e também de enviar. Receber já é uma prática mundial e, agora, acreditamos que seja possível também reportar enfermidades.
Que diferença pode fazer essa via de duas mãos dos dados?
Atualmente, um pequeno produtor rural que reside em uma zona distante, para notificar uma enfermidade, na melhor das hipóteses, demora um ou dois dias, até chegar ao escritório do serviço veterinário. Com o smartphone, pode avisar sobre algo fora do normal e prevenir as autoridades. Pode ser que não haja nada, mas é um aviso. Então, parece-me que há um avanço enorme e há que se utilizar essa tecnologia. Será uma boa ferramenta. A notificação de uma enfermidade é um tema importantíssimo. É como avisar que há um incêndio. Tem de chamar os bombeiros para que o fogo não se espalhe. Com a notificação de enfermidades, é igual. O objetivo é avisar muito rápido para que se possa parar o foco e para que não se difunda. Por isso, se insiste tanto em notificar.
A OIE passou 15 dias avaliando o serviço veterinário oficial no Brasil. O que foi recomendado a partir da visita?
A principal recomendação foi que o Brasil não deveria só concentrar seus esforços no combate à febre aftosa. Mas também aproveitar a estrutura para atuar em enfermidades que afetam animais e humanos como tuberculose, brucelose, raiva e influenza. Outra recomendação dada foi trabalhar de forma mais coordenada com serviços veterinários estaduais e municipais.
O Brasil está em condições de iniciar esse trabalho?
Creio que sim. Estivemos em Brasília quando a presidente (Dilma Rousseff) anunciou o Plano de Defesa Agropecuária e percebemos que levaram em conta está recomendação da OIE, pois ela anunciou um trabalho muito mais estreito com Estados e municípios e também com o setor privado. Como resultado da recomendação, se firmou um ato de compromisso entre o governo do Brasil e setores privados.
Como o senhor vê a iniciativa do Paraná de buscar a retirada da vacina e do Rio Grande do Sul de trilhar o mesmo caminho para facilitar a conquista de mercados?
Eu diria que quando um país elimina uma doença e se passam cinco, sete, 10 anos sem foco, o produtor de gado se pergunta "por que sigo vacinando?". Mas a decisão não se pode tomar de forma isolada. O veredito final é do governo federal. Sem dúvida, quando passam muitos anos sem foco, há inquietude em parar de vacinar. É válido querer parar. Mas querer não é a única coisa. Tem de prevenir. Porque há países que não tiveram vacina por muitos anos e depois tiveram focos como Japão, Coreia do Sul e mesmo a Europa.
O senhor já esteve no Rio Grande do Sul?
Sim. O Rio Grande do Sul tem uma boa situação sanitária, mas tem de discutir o fim da vacinação com autoridades do Ministério da Agricultura. Isso é uma decisão do Brasil. O status do Rio Grande do Sul é excelente. Para tomar uma decisão de deixar de usar a vacina, há que fazer muitas coisas de vigilância, de qualidade de serviço veterinário, de controle de fronteiras, de identificação e movimentação de gado.
Agora que o RS tem certificado de zona livre de peste suína clássica, fica mais fácil conseguir o da aftosa?
A peste suína clássica é uma doença diferente e o sistema de produção de suínos tem suas características. Portanto, não é a mesma coisa, mas um certificado da organização sempre é válido. (Zero Hora)
 
 
PAS Leite divulga resultados no dia 17 
Após sete meses de treinamento, 13 produtores receberão do Sebrae e Senai certificado do Programa Alimentos Seguros -- PAS Leite Campo. O grupo, ligado à cooperativa Santa Clara, participou de projeto-piloto de implantação da metodologia no Estado. O produtor João Marcos Grespan, que tem 30 vacas e produz mil litros/dia, afirma que o PAS Leite aprimorou ainda mais a gestão. "Hoje tenho tudo cadastrado", disse. Os resultados obtidos serão apresentados dia 17 de julho, em Carlos Barbosa. (Correio do Povo)
 
 
 

SINDILAT CONVIDA
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal realiza, no dia 10 de julho, a audiência pública "Mercados e perspectivas para o futuro da produção leiteira do Brasil". O evento acontece às 14h, no auditório da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), em Ijuí (RS). O debate objetiva avaliar a situação atual e, especialmente, planejar ações para fortalecer e estimular a produção, garantindo a ampliação de mercados, o desenvolvimento de tecnologias e mais geração de renda. O evento contará com a participação de lideranças do setor, representantes do governo, senadores, deputados, prefeitos, vereadores e especialistas na área, além de produtores de todo o Estado.  Participe!
 
 
 

 

    

 

         

 

 

Porto Alegre, 06 de julho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.075

 

  Sindilat negocia exportações
Integrante de missão empresarial que viaja à Rússia, o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, aposta no crescimento das exportações de produtos lácteos para o país. "Hoje, a exportação de lácteos brasileiros para a Rússia ainda é muito pequena. Precisamos abrir este mercado, considerado estratégico para o setor", observa o dirigente, que viaja na segunda-feira. 

A missão empresarial é liderada pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu. Hoje o Brasil exporta queijo e manteiga para o mercado russo. Um nicho considerado promissor é o de leite condensado saborizado, bastante consumido naquele país. A comitiva, que conta com parlamentares e representantes do governo federal, terá uma série de compromissos durante a semana, incluindo encontros empresariais, visitas técnicas a supermercados e reuniões com agências de publicidade. (Correio do Povo)

 
 
 
Conhecimento aplicado na prática

O produtor Sílvio Waier vê na filha mais velha, Denise, de 17 anos, a esperança de que a propriedade de 30 hectares da família será sucedida por uma quinta geração. Até o momento, ela tem correspondido. Aluna do curso técnico em Agropecuária na Escola Fronteira-Noroeste, a jovem já aplicou no local várias das técnicas aprendidas em aula. O período integral dedicado aos estudos dificulta a participação de Denise no dia a dia da propriedade, localizada em Lajeado Assombrado, interior de Santa Rosa. Mas aos finais de semana, a estudante ajuda a cuidar dos animais e já trouxe novidades na inseminação do rebanho leiteiro, como a sincronização de cio. 

A técnica faz com que os animais tenham o processo de gestação ao mesmo tempo, retomando o processo de lactação também no mesmo período. "Isso otimiza os processos na propriedade", conta. A família mantém um rebanho de 19 vacas, que produzem 480 litros de leite por dia. O ensino também permitiu inovações no pomar. Denise apresentou técnicas alternativas de combate a pragas da fruticultura. "Os pulgões sugam a seiva de todas as partes da planta. No segundo ano do curso técnico aprendemos como combate-los e ensinei minha família", conta. 

A técnica consiste na utilização de glicerina ou base de óleo mineral, aplicado na planta. Além do leite e das frutas, a família também cultiva soja, milho e trigo. 

A mãe, Janice, lembra que Denise queria colocar nos animais o número do brinco, e que, depois de grande, tomou a decisão de cursar o ensino técnico de forma madura. Para ingressar no curso, ela levou em conta não apenas a distância de poucos quilômetros até a escola. "Eu nasci e me criei aqui, e é onde quero continuar." (Correio do Povo)

 
 
 
 
Encontro avalia prioridades

Uma proposta com dez demandas prioritárias para a assistência técnica e extensão rural será elaborada hoje durante seminário na sede da Emater. Confirmaram presença o presidente da Anater, Paulo Guilherme Cabral, e o presidente da Asbraer, Argileu Martins. "Vamos ver o que precisa ser melhorado, falar de recursos, tecnologia e inovações", disse o presidente da Emater, Clair Kuhn.

O evento vai reunir gestores, profissionais, lideranças políticas, estudiosos e acadêmicos, com o objetivo de consolidar informações e propor diretrizes. Este é o primeiro de uma série de debates que a Frente Parlamentar de Assistência Técnica e Extensão Rural, da Câmara dos Deputados, vai realizar em todo o país. (Correio do Povo)

 
 

SINDILAT CONVIDA
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal realiza, no dia 10 de julho, a audiência pública "Mercados e perspectivas para o futuro da produção leiteira do Brasil". O evento acontece às 14h, no auditório da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), em Ijuí (RS). O debate objetiva avaliar a situação atual e, especialmente, planejar ações para fortalecer e estimular a produção, garantindo a ampliação de mercados, o desenvolvimento de tecnologias e mais geração de renda. O evento contará com a participação de lideranças do setor, representantes do governo, senadores, deputados, prefeitos, vereadores e especialistas na área, além de produtores de todo o Estado.  Participe!
 
 
 

 

    

 

 

         

 


 

Porto Alegre, 03 de junho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.074

 

  Sindilat/RS vai à Rússia negociar exportação de lácteos
Presidente Alexandre Guerra acompanha missão empresarial liderada pela ministra Kátia Abreu
O presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS), Alexandre Guerra, viaja nesta segunda-feira (6) a Moscou, na Rússia, a fim de abrir mercados para a exportação de produtos lácteos do Rio Grande do Sul. Guerra acompanha a missão empresarial liderada pela ministra da Agricultura, Kátia Abreu, que envolverá reuniões com lideranças do país, além de visitas técnicas. "Hoje a exportação de lácteos brasileiros para a Rússia ainda é muito pequena. Precisamos abrir este mercado, considerado estratégico para o setor", observa Guerra. Atualmente, o Brasil exporta para o mercado russo queijo e manteiga. Um nicho em potencial é o de leite condensado saborizado, bastante consumido naquele país.
De acordo com o presidente, o setor vem crescendo ano a ano e o excedente precisa ser exportado. Atualmente, o RS produz mais de 4,8 bilhões de litros leite/ano, um crescimento de 95% nos últimos dez anos.  Além disso, a cadeia láctea responde por 2,67% do PIB do Estado, representando R$ 8 bilhões, e movimenta mais de 105 mil produtores no Estado. "Só nesses primeiros cinco meses, entraram 52 milhões de quilos (ou 557 milhões/litros) de produtos lácteos vindos do exterior para concorrer com a produção nacional. Esse volume corresponde a 33 dias de produção do Rio Grande do Sul", alerta Alexandre Guerra.  
A comitiva, que contará com representantes do governo federal, Câmara dos Deputados e Senado, terá uma extensa agenda ao longo da próxima semana, envolvendo compromissos como encontro empresarial da Cadeia de Proteínas, visitas técnicas a supermercados e reuniões com agências de publicidade que trabalham com o setor alimentício. Pelo Sindilat/RS, acompanham os associados Raul Amaral (Cosulati) e Márcia Daltoé (Dália Alimentos). 
 
 
 
Leite é tema de reuniões na Farsul
Duas reuniões envolvendo a cadeia produtiva do leite aconteceram na quinta-feira (02/07), na sede da Farsul. Pela manhã, a Câmara Técnica do Conseleite-RS discutiu a elaboração de uma tabela de remuneração por qualidade ao produtor. À tarde, os participantes gaúchos da Aliança Láctea Sul Brasileira avaliaram os temas que foram abordados no último encontro que aconteceu em abril, também na sede da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul. 
Mesmo que a implantação de uma tabela que remunere o produtor conforme a qualidade do produto ainda dependa da análise das direções das indústrias e aprovação dos demais integrantes do Conseleite-RS. A atividade serviu para estabelecer parâmetros que iram definir o valor a ser pago ao produtor. 
Conforme a proposta, a variação de gordura, proteína, células somáticas e células bacterianas irão determinar, dentro da tabela, se o produto está acima ou abaixo de um padrão, o que irá determinar o valor a ser recebido. O presidente da Comissão do Leite da Farsul e do Conseleite-RS, Jorge Rodrigues, lembra que o preço permanecerá determinado pelo mercado, "o valor continua estabelecido pela indústria. De acordo com a qualidade ele vai ter bonificação ou penalização a partir do preço mínimo", explica. 
O tema da reunião da manhã também foi tratado no encontro da tarde. A tabela de remuneração por qualidade é uma das três ações que serão apresentados pelos integrantes do Rio Grande do Sul na próxima reunião da Aliança Láctea Sul Brasileira, que acontece em Florianópolis, no dia 17 deste mês. Outro item é o da sanidade. O programa de incentivo à certificação de propriedade livre de brucelose e tuberculose, com participação do Fundesa, Secretaria da Agricultura e Pecuária do Rio Grande do Sul e Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento será mostrado aos outros dois estados que formam a aliança, Paraná e Santa Catarina. 
A capacitação e assistência técnica também foram incluídas entre os projetos que serão levados à capital catarinense. Ambos já estão sendo trabalhados. Rodrigues comenta que existiam diversos grupos e programas atuando nessa linha, mas, de forma independente. "O Senar-RS tem um programa, a Emater tem outro. Nossa proposta é reuni-los e ver como podemos somá-los, mantendo a participação de todos, completando espaços e não os tirando", projeta. Também existe a proposta de fortalecer e ampliar a realização de cursos de formação para criar profissionais para os tambos de leite. (Farsul)
 
 
BRF conclui venda da divisão de lácteos para Lactalis por R$ 2,1 bilhões

A BRF concluiu a venda da sua divisão de lácteos para a Lactalis do Brasil. O valor da transação foi de aproximadamente R$ 2,1 bilhões. A operação inclui a venda de 100% das ações de emissão da Elebat Alimentos, sociedade na qual foram contribuídos os direitos e obrigações relativos à divisão de lácteos da BRF.

O negócio foi anunciado em setembro do ano passado, com a assinatura de um memorando de entendimentos, que previa que o valor da transação era de R$ 1,8 bilhão, sujeito a determinados ajustes.

Segundo a BRF, os efeitos no resultado financeiro relacionados à operação estão em fase de apuração pela companhia e serão registrados nas suas demonstrações financeiras do terceiro trimestre de 2015. (Estadão Conteúdo)

 
 
 

SINDILAT CONVIDA
A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal realiza, no dia 10 de julho, a audiência pública "Mercados e perspectivas para o futuro da produção leiteira do Brasil". O evento acontece às 14h, no auditório da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), em Ijuí (RS). O debate objetiva avaliar a situação atual e, especialmente, planejar ações para fortalecer e estimular a produção, garantindo a ampliação de mercados, o desenvolvimento de tecnologias e mais geração de renda. O evento contará com a participação de lideranças do setor, representantes do governo, senadores, deputados, prefeitos, vereadores e especialistas na área, além de produtores de todo o Estado.  Participe!
 
 
 


Compartilhe nas redes sociais

Descadastre-se caso não queira receber mais e-mails.