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Ampliando a discussão para o Mercosul, a segunda edição do Milk Summit será lançada no dia 14 de julho, no município de Ijuí (RS). A agenda terá início às 7h30min e contará com palestras, debates sobre competitividade do setor leiteiro frente à Argentina e ao Uruguai e Mercado Futuro do leite e derivados.

Celebrando o Dia Nacional do Produtor de Leite, comemorado em 12 de julho, o encontro vai reunir representantes da indústria, de cooperativas, do agronegócio, do comércio e da imprensa, prestigiando a cidade que sediará o Milk Summit Mercosul 2026, e que concentra o maior volume da produção de leite vendida para a indústria, com 741,9 milhões de litros anuais, movimentando mais de R$ 2 bilhões. “O produtor de leite é protagonista de um setor que movimenta a economia e gera empregos, e celebrar essa data em Ijuí é reconhecer a importância estratégica da atividade”, ressalta o coordenador do Milk Summit, Darlan Palharini.

O ponto alto será a apresentação da programação oficial do Milk Summit Mercosul 2026 e a abertura do período de inscrições para o evento que pretende superar os 800 participantes da primeira edição sediada no Parque de Exposições Wanderley Burmann. “Este ano estamos nos preparando para um evento maior do que o primeiro, quando o setor leiteiro já deu uma demonstração de força e tamanho ao juntar seus diferentes elos para discutir  competitividade, consumo, sustentabilidade e inovação. Avançamos para uma proposta ainda mais abrangente que será apresentada oficialmente no dia 14 de julho”, assinala Palharini, secretário-executivo do Sindilat/RS. 

O Milk Summit Mercosul 2026 é uma realização da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), da Prefeitura de Ijuí, da Emater/RS-Ascar e do Impulsa Ijuí. A iniciativa conta com o apoio da Expofest Ijuí, Embrapa, FecoAgro/RS, Farsul, Fetag-RS, Fiergs, Sicredi, Sebrae e Conseleite RS.

Lançamento Milk Summit Mercosul 2026 

Foto: Jonatan Brivio

Mesmo aprovado, antidumping sobre leite em pó importado é adiado | Queijo ralado se torna um dos mercados mais disputados da cadeia láctea | Exportações de lácteos do Uruguai cresceram 29% em maio com Brasil como principal destino

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Para marcar o Dia Mundial do Leite, celebrado nesta segunda-feira (1º/6), o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) se uniu às mais de 600 pessoas, entre produtores, estudantes, técnicos e autoridades, na cidade de Três de Maio (RS). Em um dos principais polos da bacia leiteira do Noroeste gaúcho, o presidente do Sindilat/RS, Guilherme Portella, destacou a importância do leite no desenvolvimento do estado. “O leite é central na economia de centenas de municípios gaúchos. Precisamos construir um ambiente que permita ao setor ter competitividade para as indústrias, rentabilidade ao produtor, eficiência e perspectiva de futuro. O diálogo entre todos os elos da cadeia é fundamental para que o Rio Grande do Sul siga como referência nacional na produção leiteira”, destacou no painel “Visão do Sindilat/RS sobre o futuro do setor leiteiro do RS”.
Entre as atividades realizadas no Parque de Exposições Germano Dockhorn, o painel Perspectiva do Setor Leiteiro – Leite do Futuro foi mediado pelo secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini. “Precisamos de políticas públicas fortes para proteger o mercado nacional, principalmente na questão da elevação da entrada dos importados, eliminar gargalos produtivos e fortalecer programas como o Programa Mais Leite Saudável, que contribuem para a qualidade, a assistência técnica e a competitividade do setor”, defendeu no painel que contou com a participação do engenheiro agrônomo e diretor da Transpondo – Desafios da Cadeia do Leite, Wagner Beskow, falando sobre gestão, tecnologia e eficiência produtiva. A programação incluiu ainda recepção temática com produtos lácteos, lançamento do concurso Produtor de Leite Destaque Amufron, apresentação da Expo Terneira 2026 e almoço de confraternização.

Créditos: Jonatan Brivio

A RAR Agro & Indústria apresentou case de sustentabilidade e produção de biogás durante atividade do programa ABC+ RS – Plano Estadual de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono do Governo gaúcho. A empresa, associada ao Sindilat/RS, usa sistemas de tratamento fechado, com reaproveitamento total dos resíduos sólidos e líquidos na produção de biogás, geração de energia térmica renovável e fertirrigação das lavouras. 

Segundo Ângelo Serrano, Médico Veterinário e Gerente da Fazenda RAR Alimentos, o projeto demonstra como a integração entre produção leiteira, manejo ambiental e geração de energia pode trazer ganhos econômicos e ambientais. “O reaproveitamento dos resíduos permite transformar passivos em soluções sustentáveis. Hoje conseguimos utilizar a produção de biogás em substituição de diesel, mitigando emissões”, afirmou. Ao todo, a unidade produz cerca de 330 mil metros cúbicos de biogás por ano, substituindo aproximadamente 190 mil litros de diesel anuais, com redução estimada de 270 toneladas de CO2 equivalente. Na propriedade em Vacaria (RS) são criados cerca de 4 mil animais, sendo 1,7 mil em lactação, com produção superior a 50 mil litros de leite por dia.

A atividade foi acompanhada pela gerente de comunicação do Sindilat/RS, Jéssica Aguirres, que destacou a importância de ampliar a divulgação de iniciativas sustentáveis desenvolvidas pelas indústrias lácteas gaúchas. “O setor lácteo do Rio Grande do Sul possui bons exemplos de inovação, eficiência e responsabilidade ambiental. Mostrar essas práticas é importante para aproximar a sociedade da realidade das indústrias e evidenciar o compromisso do segmento com a sustentabilidade”, ressaltou.

Foto: Jéssica Aguirres

 

O Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) integra a programação especial do Dia Mundial do Leite, celebrado em 1º de junho, em Três de Maio (RS), no Parque de Exposições Germano Dockhorn. A atividade reunirá lideranças, técnicos, produtores e representantes da indústria para discutir os desafios e as perspectivas do setor lácteo gaúcho, com foco em competitividade, sanidade, sustentabilidade e desenvolvimento econômico da atividade no Estado.

Entre os mediadores, está o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, que vai participar do painel “Perspectiva do Setor Leiteiro: Leite do Futuro”. A atividade tem início às 9h20min e contará ainda com a participação do engenheiro agrônomo e diretor da Transpondo – Desafios da Cadeia do Leite, Wagner Beskow. Para Palharini, discutir o futuro da atividade passa por competitividade, eficiência e adaptação às novas exigências do mercado. “O setor leiteiro vive um momento de transformação, com desafios ligados à produtividade, qualidade, sanidade e sucessão no campo. Debater esses temas é fundamental para preparar a cadeia para os próximos anos”, destaca. S

egundo o dirigente, o Rio Grande do Sul reúne condições para ampliar ainda mais sua relevância no cenário nacional e internacional. “O leite gaúcho tem potencial para estar entre os grandes players do mercado, mas isso exige competitividade, produtividade, sanidade e integração entre produtores, indústria e poder público”, afirma.

Também participará do Dia Mundial do Leite o presidente do Sindilat/RS e diretor da Lactalis no Brasil, Guilherme Portella, que apresentará o bloco “Visão do Sindilat/RS sobre o futuro do setor leiteiro do RS”. Na ocasião, Portella receberá o título de Cidadão Honorário de Três de Maio, honraria concedida pela prefeitura do município. 

Interessados em participar precisam realizar  inscrição através do link https://forms.gle/ksugqrpPtzMGc8sy8. O Milk Break, momento de pausa e integração para o público presente, será oferecido pelo Sindilat/RS.

Foto: Gisele Ortolan 

As empresas associadas ao Sindilat/RS: CCGL, Italac, Lactalis, Piracanjuba, RAR e Scala, estão na APAS Show 2026 com estandes próprios. Na maior feira supermercadista do Brasil, realizada em São Paulo (SP), as indústrias apresentam produtos, fortalecem marcas e ampliam conexões comerciais com o varejo nacional e internacional. Além das expositoras, outras empresas associadas ao Sindilat também estiveram presentes realizando visitas, reuniões e prospecção de negócios.
Para o presidente do Sindilat/RS, Guilherme Portella, a participação das associadas entre os dias 18 e 21 de maio evidencia a competitividade da indústria láctea e a capacidade do setor em atender às exigências do varejo nacional. “A APAS é um ambiente estratégico para geração de negócios, posicionamento de marcas e ampliação de mercado. A presença das indústrias permite fortalecer relacionamento com grandes redes, apresentar lançamentos e demonstrar a qualidade, a escala produtiva e a eficiência das empresas de laticínios no atendimento às demandas do consumo”, destaca.

Foto: Mônica Rossi

O SINDILAT/RS realizou a doação de 1.020 litros de leite UHT à Prefeitura Municipal de Esteio, que fará a distribuição do produto para famílias em situação de vulnerabilidade social no município.

A entrega ocorreu nesta quinta-feira (14), durante o tradicional Banho de Leite promovido pela Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul, no âmbito da Fenasul Expoleite, realizada no Parque de Exposições Assis Brasil.

A ação integra as atividades do Concurso Leiteiro da raça Holandesa, um dos momentos mais tradicionais da feira, e simboliza a conexão entre a excelência da produção leiteira e o compromisso social da indústria de laticínios gaúcha.

Segundo o presidente do SINDILAT/RS, Guilherme Portella, a iniciativa reforça o papel do setor na promoção do desenvolvimento e do bem-estar da população.

“Ao mesmo tempo em que premiamos aqueles que se destacam na produção, também temos a oportunidade de ajudar com a doação de leite.”

A doação foi realizada em parceria com a Gadolando e destaca a importância do leite como alimento essencial, além de evidenciar o engajamento do setor lácteo com ações de responsabilidade social.

Foto: Gisele Ortolan 

O avanço da produção mundial, a pressão das importações, a volatilidade do mercado internacional e os desafios relacionados à qualidade do leite foram alguns dos principais pontos abordados pelo secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Darlan Palharini, durante a palestra “Cenários Lácteos”, realizada nesta quinta-feira (14), no 2º Simpósio Elo da Pecuária, promovido na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), no Campus Capão do Leão (RS).
Ao longo da apresentação, Palharini trouxe uma análise sobre os movimentos que vêm transformando a cadeia leiteira global e os reflexos para produtores e indústrias brasileiras. “Hoje o setor leiteiro convive com um ambiente muito mais volátil e conectado ao mercado internacional. O crescimento da produção global, os custos logísticos, a oscilação do dólar e o avanço das importações impactam diretamente a formação de preços e a sustentabilidade da cadeia”, afirmou.
Entre os dados apresentados, o dirigente destacou que o Rio Grande do Sul ampliou em mais de 70% sua produção de leite entre 2004 e 2024, passando de 2,36 bilhões para 4,03 bilhões de litros anuais, consolidando-se como o terceiro maior produtor do país. Atualmente, a cadeia láctea representa 2,81% do PIB gaúcho, movimentando cerca de R$ 19,86 bilhões por ano.
Outro eixo da palestra foi a qualidade do leite e os impactos econômicos associados à matéria-prima. Palharini ressaltou que a melhoria contínua dos indicadores sanitários e produtivos é determinante para aumentar a competitividade da indústria e garantir maior rentabilidade ao produtor. “A qualidade do leite deixou de ser apenas um diferencial. Quem não investir em eficiência e qualidade terá cada vez mais dificuldade de permanecer competitivo”, destacou.
No cenário internacional, Palharini destacou perspectivas de oportunidades para o leite brasileiro em mercados como Oriente Médio, Norte da África e Sudeste Asiático, impulsionadas pelo aumento da demanda global. Por outro lado, alertou para a pressão no mercado interno do leite em pó vindo dos países vizinhos do Mercosul, especialmente Argentina e Uruguai. “Quando há aumento da oferta desses países com maior competitividade no mercado internacional, o Brasil sente diretamente os reflexos, principalmente no leite em pó, pressionando preços e desafiando ainda mais a indústria e o produtor nacional”, afirmou.
O 2º Simpósio Elo da Pecuária reuniu produtores, estudantes, pesquisadores, técnicos e profissionais ligados ao setor leiteiro para debater temas relacionados à produtividade, bem-estar animal, gestão e tendências de mercado ao longo de toda a programação realizada no auditório da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel (FAEM/UFPel).

Créditos: Daniela Machado

Competitividade e sanidade animal combinadas com políticas públicas serão decisivas para ampliar a presença do leite brasileiro no mercado internacional, defende o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Guilherme Portella. “Sanidade é condição para exportar, mas competitividade é o que define permanência no mercado”, disse no Seminário de Sanidade em Pecuária Leiteira - Caminhos para a Exportação, realizado nesta quinta-feira (14/05).
Na Fenasul/Expoleite, em Esteio (RS), o dirigente ressaltou que o Brasil possui potencial produtivo para estar entre os grandes players, mas precisa enfrentar gargalos estruturais. “Exportar exige competitividade sistêmica. O futuro do leite brasileiro depende da integração entre produtores, indústria, entidades e governos”, destacou. Portella lembrou que o Rio Grande do Sul é estratégico sendo a terceira maior bacia leiteira do Brasil, com crescimento produtivo anual. Entre 2004 e 2024, a produção gaúcha foi de 2,36 bilhões para 4,03 bilhões de litros por ano, o equivalente a 11,28% da produção nacional e 2,81% do PIB gaúcho, movimentando aproximadamente R$ 19,86 bilhões.
Representando o setor da indústria, Portella salientou que é preciso superar desafios como custo logístico, a complexidade tributária, a oscilação cambial, e a necessidade de avanços em escala, tecnologia e assistência técnica, com resposta urgente da União sobre o futuro do Programa Mais Leite Saudável. “Política pública eficiente não é custo, é investimento que se transforma em competitividade”, afirmou, ao chamar atenção ainda para a necessidade de medidas imediatas de proteção do mercado interno frente ao avanço das importações do Mercosul, especialmente de Argentina e Uruguai. Somente entre janeiro e abril de 2026, ingressaram aproximadamente 65 mil toneladas de leite em pó e 18,2 mil toneladas de queijo, volume equivalente a cerca de 709 milhões de litros de leite e a 60 dias da produção gaúcha.
O Seminário de Sanidade em Pecuária Leiteira foi realizado no auditório da Casa da Sanidade Animal do Fundesa, no Parque de Exposições Assis Brasil, reunindo representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), setor produtivo, indústria e entidades do segmento lácteo.

Foto: Gisele Ortolan

Com o tradicional brinde de leite e com o desafio de promover avanços para o setor, foi lançada na manhã desta quinta-feira (16/04) a Fenasul Expoleite 2026. No evento “Leite com Café”, realizado no Pavilhão do Gado Leiteiro, no Parque de Exposições Assis Brasil, o presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Guilherme Portella, destacou que o encontro permite ao setor revisitar suas escolhas e debater gargalos que ainda limitam o crescimento. “São questões que vão desde a manutenção e o fortalecimento do Programa Mais Leite Saudável (PMLS) até desafios ligados à melhoria e ao aumento da produção, através do melhoramento genético e da produtividade. Vemos com ótimos olhos esse espaço que a feira proporciona, impulsionando o debate e a construção de novos caminhos para o segmento”, afirma.

Para o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, a feira, ao concentrar em Esteio (RS) grande parte da produção leiteira gaúcha, também é uma oportunidade de atualização e compreensão do cenário da cadeia produtiva, especialmente diante das perspectivas de avanços na sanidade dos rebanhos em nível nacional, na erradicação de brucelose e tuberculose. “Será tema de uma mesa redonda durante a Expoleite, sendo que o Rio Grande do Sul já faz este controle de maneira bem avançada”, destaca.

Com expectativa de público superior a 200 mil pessoas, a Fenasul Expoleite tem entrada gratuita e será realizada de 13 a 17 de maio. Considerada a segunda maior feira do Parque de Exposições Assis Brasil, atrás apenas da Expointer, a programação inclui julgamentos, rodeios, shows culturais e exposições.

Foto: Caroline Quincozes