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A segunda edição do Milk Summit Mercosul será lançada no dia 14 de julho, no município de Ijuí (RS), com uma manhã de atividades voltadas ao setor do leite com debates sobre a competitividade da cadeia leiteira, ao mercado futuro e às políticas públicas para o setor. Celebrando o Dia Nacional do Produtor de Leite, comemorado em 12 de julho, o encontro tem início às 7h30min, com a apresentação da comissão organizadora, divulgação da programação oficial do evento e abertura das inscrições. “Será um spoiler do que estamos preparando para o evento de 14 e 15 de outubro, para o qual esperamos superar o público de 800 participantes por dia da primeira edição”, ressalta o coordenador do Milk Summit Mercosul, Darlan Palharini.

Entre os destaques da terça-feira está a palestra do pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho, sobre competitividade da produção brasileira frente aos sistemas produtivos da Argentina e do Uruguai, tema estratégico diante da crescente entrada de produtos do Mercosul. O evento também será palco do lançamento do StoneX Leite Futuro, ferramenta de gestão de risco e previsibilidade de preços. Já o Sicredi das Culturas RS/MG apresentará um painel sobre Derivativos financeiros para o agro, com Matheus Zimmermann. Outro tema relevante será o da competitividade associada às políticas públicas, apresentado pelo secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Márcio Madalena. Na programação, espaço ainda para mesa-redonda sobre o mercado futuro do leite e a entrega do prêmio Destaques dos Produtores de Leite de Ijuí (RS), pela Prefeitura.   

O Milk Summit Mercosul 2026 é uma realização da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), da Prefeitura de Ijuí, da Emater/RS-Ascar e do Impulsa Ijuí. A iniciativa conta com o apoio da Expofest, Setrem, Fecoagro/RS, Sebrae, Farsul, Senar, Fetag, Fiergs, Conseleite, Gadolando, Embrapa, Sicredi e Ministério da Agricultura.

Programação:

07h30min - 08h30min: Milk Break & Networking: café da manhã de recepção com espaço para conexões e trocas de experiências 

08h30min - 08h40min: Lançamento Milk Summit Mercosul 2026: Apresentação da Comissão Organizadora, lançamento da programação oficial e abertura das inscrições 

08h40min - 08h50min: Convite para participação da Expofest Ijuí 2026: Presidente Antônio Tambara e Soberanas da Expofest Ijuí 2026 

08h50min - 09h30min: Competitividade do leite frente à Argentina e Uruguai: Palestra com Glauco Carvalho (Embrapa Gado de Leite) 

09h30min - 09h55min: Lançamento StoneX Leite Futuro: Palestra com Marianne Tufanni (StoneX) 

09h55min - 10h20min: Derivativos financeiros para o agro: Matheus Zimmermann (Sicredi das Culturas RS/MG)

10h20min - 10h45min: Competitividade e Políticas Públicas: Palestra com Márcio Madalena - Secretário de Estado (Seapi) 

10h45min - 12h00min: Mesa-redonda: O mercado futuro do leite, com Sindilat/RS, Embrapa, StoneX, Sicredi, Seapi, FecoAgro, Mapa, Sebrae, Farsul, SDR, Senar, Fetag, Emater, Prefeitura de Ijuí.

12h00min - 12h20min: Prêmio: Destaques dos produtores de leite de Ijuí - Prefeitura e comissão 

12h20min - 12h35min: Fala das autoridades e encerramento 

 

Lançamento Milk Summit Mercosul 2026:

Data: 14/07/2026

Horário: A partir das 7h30min

Local: Auditório do Sicredi. Rua São Cristóvão, número 30. Ijuí/RS 

Inscrições: Até dia 07/07/2026, através do site ou pelo telefone (55) 99696-1665.

Foto: Jonatan Brivio

No dia 1º de julho, o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) celebra 57 anos de atuação em defesa da indústria láctea gaúcha. Fundada em 1969, a entidade consolidou-se como uma das principais representantes do agronegócio estadual, reunindo atualmente 23 empresas associadas responsáveis por mais de 90% do leite industrializado no Rio Grande do Sul. Ao longo de mais de cinco décadas, acompanhou as transformações do setor produtivo, participando de importantes conquistas e ampliando sua atuação em áreas estratégicas como tributação, sanidade, inovação, sustentabilidade, mercado e qualificação dos produtores.

A trajetória do Sindilat/RS começou em um momento desafiador para a indústria de laticínios com o objetivo de defender os interesses do setor diante do rígido tabelamento do leite existente na época. Desde então, tornou-se protagonista em discussões que ajudaram a moldar o desenvolvimento da cadeia láctea gaúcha. Hoje, a atividade leiteira está presente em 493 dos 497 municípios gaúchos, gera mais de 62 mil empregos e garante renda para cerca de 220 mil pessoas, demonstrando sua relevância econômica e social para o Estado.

Entre os marcos históricos estão a participação nas articulações que culminaram no fim do tabelamento do leite em 1997, a busca permanente por isonomia tributária, a criação e fortalecimento de instrumentos como o Fundoleite e o Conseleite, além da atuação junto aos governos estadual e federal para ampliar a competitividade das empresas gaúchas. A entidade também promoveu missões internacionais, aproximando a indústria local de referências mundiais em tecnologia, inovação e gestão, e contribuiu para a abertura de novos mercados para os produtos lácteos brasileiros.

Nos últimos anos, o Sindilat/RS ampliou sua atuação para além das pautas tradicionais da indústria. Projetos voltados à sustentabilidade, à educação alimentar e à valorização da produção leiteira passaram a integrar a agenda da entidade. Entre as iniciativas estão o Milk Summit, principal fórum de debates da cadeia láctea sul brasileira; o Prêmio Sindilat de Jornalismo; o projeto RS Carbon Free; o Prêmio Referência Leiteira; o programa educacional Na Fazenda Doce de Leite; e o concurso cultural Arte na Caixinha.

As ações reforçam o compromisso do sindicato em aproximar a sociedade da realidade da produção leiteira e construir soluções para os desafios futuros da atividade. Conforme o presidente do Sindilat/RS, Guilherme Portella, esta missão faz parte da história da entidade, resultado da união entre indústria, produtores, entidades parceiras e poder público. "Chegar aos 57 anos representando a maior parte da indústria láctea gaúcha é motivo de orgulho e também de responsabilidade. O Sindilat/RS foi construído por lideranças que compreenderam a importância da união do setor para superar desafios e criar oportunidades. Seguimos trabalhando para garantir competitividade, sustentabilidade e perspectivas de crescimento para toda a cadeia produtiva do leite", afirma.
Portella ressalta que o momento exige adaptação constante diante das mudanças de mercado, das exigências ambientais e das transformações no perfil do consumidor. "O leite continua sendo um dos alimentos mais completos e importantes para a população. Nosso desafio é fortalecer essa imagem, abrir novos mercados e criar condições para que a indústria e os produtores permaneçam gerando desenvolvimento e renda para o Rio Grande do Sul", salienta.

Para o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, a entidade mantém sua relevância justamente por conseguir preservar seu legado sem perder a capacidade de se reinventar. "Ao longo desses 57 anos, o Sindilat/RS participou diretamente de algumas das principais conquistas da cadeia láctea gaúcha. Mas tão importante quanto olhar para a história é manter o foco no futuro. Hoje trabalhamos temas como inovação, sustentabilidade, qualidade, consumo e competitividade, sempre buscando construir soluções coletivas para o setor", assinala.

Segundo Palharini, a força da entidade está na capacidade de reunir diferentes elos da cadeia em torno de objetivos comuns. "O Sindilat/RS nasceu para representar a indústria, mas sua atuação beneficia toda a cadeia produtiva. Cada avanço conquistado fortalece produtores, transportadores, empresas, trabalhadores e consumidores. Esse espírito de cooperação continuará sendo a base do nosso trabalho nos próximos anos", projeta.

 

Determinado a alinhar rumos para maior competitividade da categoria da produção, sindicatos do setor da proteína animal receberam, na manhã desta quarta-feira (24/06), os pré-candidatos Gabriel Souza (MDB) e Marcelo Maranata (PSDB) em torno do Painel o Futuro da Proteína Animal do RS, em Porto Alegre (RS).

Ao público formado por representantes e associados do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs), Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav/Sipargs) e Sindicato da Indústria de Produtos Suínos no Estado do Rio Grande do Sul (Sips), correligionários e imprensa, Guilherme Portella reforçou a importância do painel para um estado eminentemente agrícola. “Esta é nossa origem. E isso nos orgulha. É o vetor da nossa economia e quem está aqui valoriza isso e toda a riqueza que gera”, disse o presidente do Sindilat/RS. Somente o setor do leite, que está presente em praticamente todas as cidades gaúchas, gera renda para mais de 240 mil pessoas e mobiliza cerca de R$ 20 bilhões/ano, o que equivale a cerca de 2,8% do PIB. Apesar de terem sido convidados, Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL) não se fizeram presentes.  

Os desafios e projetos do setor lácteo foram entregues às candidaturas em documento repassado pelo Sindilat/RS. Nele constam itens como competitividade para fazer frente às importações e aos desafios de mercado; sanidade e qualidade, com fortalecimento da defesa sanitária, da assistência técnica e da qualidade da produção; e políticas públicas e de desenvolvimento, por meio do aperfeiçoamento de programas de apoio ao setor, incentivo à inovação, agregação de valor e desenvolvimento regional.

Temas estes que se alternaram em perguntas e respostas ao longo da manhã de debates conduzidos pelo jornalista Léo Saballa Jr. Dividido em quatro blocos, no evento que durou três horas, os postulantes ao comando do Piratini manifestaram interesse em dialogar e valorizar o setor primário. “Temos muitos desafios e estamos dispostos a enfrentar e ouvir”, afirmou Gabriel Souza, reforçando a composição de sua equipe alinhada com o agronegócio. Valorizando o papel do agro na economia gaúcha, Maranata reforçou a importância dos espaços de participação e o agro como dinamizador da economia. “Precisamos ter as pessoas certas nos lugares apropriados para garantir políticas públicas”, assinalou Maranata.  

As entidades representativas da cadeia da proteína animal do Rio Grande do Sul promovem nesta quarta-feira (24), às 10h, no Salão Nobre do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, o painel O Futuro da Proteína Animal com os Pré-Candidatos ao Governo do Estado. Foram convidados Gabriel Souza (MDB), Juliana Brizola (PDT), Luciano Zucco (PL) e Marcelo Maranata (PSDB). A condução será do jornalista Léo Saballa Júnior.
O evento terá início com manifestações das entidades organizadoras sobre os temas considerados prioritários para cada segmento. Em seguida, os pré-candidatos apresentarão suas propostas e participarão de duas rodadas de perguntas elaboradas pelas entidades promotoras, abordando temas relacionados às respectivas cadeias produtivas. Os questionamentos abordarão temas estratégicos para os setores de leite, carnes, aves e suínos, permitindo que os participantes apresentem suas posições e propostas para o fortalecimento da produção, da industrialização, da competitividade e do desenvovimento do Rio Grande do Sul.
A iniciativa é do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs), Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Sindicato da Indústria de Produtos Avícolas no Estado do Rio Grande do Sul (Sipargs) e Sindicato da Indústria de Produtos Suínos no Estado do Rio Grande do Sul (Sips).

O secretário executivo do Sindilat-RS, Darlan Palharini, participou da abertura da 2ª Feira Regional de Lácteos de Chapada (Ferlach), realizada no município de Chapada (RS). O evento reuniu produtores, técnicos, empresas, lideranças e representantes do setor para debater os desafios e as oportunidades da cadeia produtiva do leite. “Esse espaço de debate e capacitação é essencial para fortalecer a cadeia produtiva, estimular a profissionalização das propriedades e ampliar a competitividade da atividade leiteira”, destacou.

A programação da 2ª Ferlach incluiu palestras técnicas, debates sobre gestão, bem-estar animal, nutrição e sustentabilidade, além de exposições e atividades voltadas aos produtores de leite da região entre os dias 11 e 14 de junho. Na oportunidade, Palharini também convidou os participantes para o lançamento do Milk Summit Mercosul, que será realizado em 14 de julho, em Ijuí (RS).

Foto: Reprodução @ferlachfeira

Os associados do Sindilat/RS contam com 10% de desconto na inscrição para participar do Interleite Brasil 2026. Com o tema “Capacitando e fortalecendo a produção de leite no Brasil”, o evento será realizado nos dias 18, 19 e 20 de agosto, no Gaudium Hall, em Uberlândia (MG), reunindo produtores, técnicos, gestores, pesquisadores e lideranças do setor para discutir os desafios e as oportunidades da atividade leiteira.

A edição de 2026 traz como tema “O futuro do leite passa por quem decide evoluir” e a programação contará com duas salas simultâneas de palestras, permitindo que os participantes escolham entre conteúdos voltados à tecnologia aplicada ou à gestão. Entre os temas abordados estão manejo e nutrição de bezerras, saúde animal, qualidade do leite, automação e robótica na ordenha, formulação de dietas, produção de volumosos, gestão econômica, gestão de pessoas, bioseguridade e estratégias para aumentar a eficiência dos sistemas produtivos.

Além das palestras, o Interleite Brasil promoverá debates, apresentação de estudos de caso, espaço para exposição de empresas e oportunidades de networking entre os diferentes elos do setor. A programação completa está disponível em https://www.interleite.com.br/.

Link de desconto para associados do Sindilat/RS: https://register.jalanlive.com/interleitebrasil2026?ticket=1191

Ampliando a discussão para o Mercosul, a segunda edição do Milk Summit será lançada no dia 14 de julho, no município de Ijuí (RS). A agenda terá início às 7h30min e contará com palestras, debates sobre competitividade do setor leiteiro frente à Argentina e ao Uruguai e Mercado Futuro do leite e derivados.

Celebrando o Dia Nacional do Produtor de Leite, comemorado em 12 de julho, o encontro vai reunir representantes da indústria, de cooperativas, do agronegócio, do comércio e da imprensa, prestigiando a cidade que sediará o Milk Summit Mercosul 2026, e que concentra o maior volume da produção de leite vendida para a indústria, com 741,9 milhões de litros anuais, movimentando mais de R$ 2 bilhões. “O produtor de leite é protagonista de um setor que movimenta a economia e gera empregos, e celebrar essa data em Ijuí é reconhecer a importância estratégica da atividade”, ressalta o coordenador do Milk Summit, Darlan Palharini.

O ponto alto será a apresentação da programação oficial do Milk Summit Mercosul 2026 e a abertura do período de inscrições para o evento que pretende superar os 800 participantes da primeira edição sediada no Parque de Exposições Wanderley Burmann. “Este ano estamos nos preparando para um evento maior do que o primeiro, quando o setor leiteiro já deu uma demonstração de força e tamanho ao juntar seus diferentes elos para discutir  competitividade, consumo, sustentabilidade e inovação. Avançamos para uma proposta ainda mais abrangente que será apresentada oficialmente no dia 14 de julho”, assinala Palharini, secretário-executivo do Sindilat/RS. 

O Milk Summit Mercosul 2026 é uma realização da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), da Prefeitura de Ijuí, da Emater/RS-Ascar e do Impulsa Ijuí. A iniciativa conta com o apoio da Expofest Ijuí, Embrapa, FecoAgro/RS, Farsul, Fetag-RS, Fiergs, Gadolando, Sicredi, Sebrae e Conseleite RS.

Lançamento Milk Summit Mercosul 2026 

Foto: Jonatan Brivio

Para marcar o Dia Mundial do Leite, celebrado nesta segunda-feira (1º/6), o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) se uniu às mais de 600 pessoas, entre produtores, estudantes, técnicos e autoridades, na cidade de Três de Maio (RS). Em um dos principais polos da bacia leiteira do Noroeste gaúcho, o presidente do Sindilat/RS, Guilherme Portella, destacou a importância do leite no desenvolvimento do estado. “O leite é central na economia de centenas de municípios gaúchos. Precisamos construir um ambiente que permita ao setor ter competitividade para as indústrias, rentabilidade ao produtor, eficiência e perspectiva de futuro. O diálogo entre todos os elos da cadeia é fundamental para que o Rio Grande do Sul siga como referência nacional na produção leiteira”, destacou no painel “Visão do Sindilat/RS sobre o futuro do setor leiteiro do RS”.
Entre as atividades realizadas no Parque de Exposições Germano Dockhorn, o painel Perspectiva do Setor Leiteiro – Leite do Futuro foi mediado pelo secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini. “Precisamos de políticas públicas fortes para proteger o mercado nacional, principalmente na questão da elevação da entrada dos importados, eliminar gargalos produtivos e fortalecer programas como o Programa Mais Leite Saudável, que contribuem para a qualidade, a assistência técnica e a competitividade do setor”, defendeu no painel que contou com a participação do engenheiro agrônomo e diretor da Transpondo – Desafios da Cadeia do Leite, Wagner Beskow, falando sobre gestão, tecnologia e eficiência produtiva. A programação incluiu ainda recepção temática com produtos lácteos, lançamento do concurso Produtor de Leite Destaque Amufron, apresentação da Expo Terneira 2026 e almoço de confraternização.

Créditos: Jonatan Brivio

A RAR Agro & Indústria apresentou case de sustentabilidade e produção de biogás durante atividade do programa ABC+ RS – Plano Estadual de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono do Governo gaúcho. A empresa, associada ao Sindilat/RS, usa sistemas de tratamento fechado, com reaproveitamento total dos resíduos sólidos e líquidos na produção de biogás, geração de energia térmica renovável e fertirrigação das lavouras. 

Segundo Ângelo Serrano, Médico Veterinário e Gerente da Fazenda RAR Alimentos, o projeto demonstra como a integração entre produção leiteira, manejo ambiental e geração de energia pode trazer ganhos econômicos e ambientais. “O reaproveitamento dos resíduos permite transformar passivos em soluções sustentáveis. Hoje conseguimos utilizar a produção de biogás em substituição de diesel, mitigando emissões”, afirmou. Ao todo, a unidade produz cerca de 330 mil metros cúbicos de biogás por ano, substituindo aproximadamente 190 mil litros de diesel anuais, com redução estimada de 270 toneladas de CO2 equivalente. Na propriedade em Vacaria (RS) são criados cerca de 4 mil animais, sendo 1,7 mil em lactação, com produção superior a 50 mil litros de leite por dia.

A atividade foi acompanhada pela gerente de comunicação do Sindilat/RS, Jéssica Aguirres, que destacou a importância de ampliar a divulgação de iniciativas sustentáveis desenvolvidas pelas indústrias lácteas gaúchas. “O setor lácteo do Rio Grande do Sul possui bons exemplos de inovação, eficiência e responsabilidade ambiental. Mostrar essas práticas é importante para aproximar a sociedade da realidade das indústrias e evidenciar o compromisso do segmento com a sustentabilidade”, ressaltou.

Foto: Jéssica Aguirres

 

O Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) integra a programação especial do Dia Mundial do Leite, celebrado em 1º de junho, em Três de Maio (RS), no Parque de Exposições Germano Dockhorn. A atividade reunirá lideranças, técnicos, produtores e representantes da indústria para discutir os desafios e as perspectivas do setor lácteo gaúcho, com foco em competitividade, sanidade, sustentabilidade e desenvolvimento econômico da atividade no Estado.

Entre os mediadores, está o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, que vai participar do painel “Perspectiva do Setor Leiteiro: Leite do Futuro”. A atividade tem início às 9h20min e contará ainda com a participação do engenheiro agrônomo e diretor da Transpondo – Desafios da Cadeia do Leite, Wagner Beskow. Para Palharini, discutir o futuro da atividade passa por competitividade, eficiência e adaptação às novas exigências do mercado. “O setor leiteiro vive um momento de transformação, com desafios ligados à produtividade, qualidade, sanidade e sucessão no campo. Debater esses temas é fundamental para preparar a cadeia para os próximos anos”, destaca. S

egundo o dirigente, o Rio Grande do Sul reúne condições para ampliar ainda mais sua relevância no cenário nacional e internacional. “O leite gaúcho tem potencial para estar entre os grandes players do mercado, mas isso exige competitividade, produtividade, sanidade e integração entre produtores, indústria e poder público”, afirma.

Também participará do Dia Mundial do Leite o presidente do Sindilat/RS e diretor da Lactalis no Brasil, Guilherme Portella, que apresentará o bloco “Visão do Sindilat/RS sobre o futuro do setor leiteiro do RS”. Na ocasião, Portella receberá o título de Cidadão Honorário de Três de Maio, honraria concedida pela prefeitura do município. 

Interessados em participar precisam realizar  inscrição através do link https://forms.gle/ksugqrpPtzMGc8sy8. O Milk Break, momento de pausa e integração para o público presente, será oferecido pelo Sindilat/RS.

Foto: Gisele Ortolan