Pular para o conteúdo

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  24 de maio de 2021                                                         Ano 15 - N° 3.471


Sindilat e Sebrae iniciam aproximação estratégica
 
Unidos pelo desenvolvimento do setor lácteo do Rio Grande do Sul, Sindilat e Sebrae estão trabalhando em aproximação estratégica para disponibilizar informações que permitam melhor planejamento e avaliação da produção gaúcha. Reunidos na sexta-feira passada (21/05), dirigentes das entidades debateram formas que viabilizar uma ciência de dados sobre o setor, organizando indexadores que auxiliem na busca de competitividade para produtores e indústrias.
 
O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, reforçou que parcerias como esta são essenciais para fomentar novas possibilidades de negócios para os associados do Sindilat, entre elas as exportações. Em breve, Sindilat e Sebrae planejam novas reuniões para dar seguimento ao assunto.
 
Representando o Sebrae, Aline Balbinoto, Fábio Krieger e Fabiano Nichele detalharam as ações desenvolvidas pela instituição. Uma das metas relacionadas ao setor lácteo é realizar pesquisa de diagnóstico. Atualmente em fase de avaliação metodológica e levantamento de fornecedores, o estudo deve auxiliar a traçar novos projetos e intensificar a interação com a bacia leiteira. Atualmente, o Sebrae tem dados de cerca de mil produtores de leite indexados, banco que deve ser integrado em breve com o sistema Nexo. A proposta é preparar as empresas e produtores gaúchos para a inovação, fortalecendo vínculo com o agronegócio. Entre as perguntas a serem respondidas estão as questões de competitividade, que vem ao encontro de uma das bandeiras defendidas pelo Sindilat e que é um dos temas principais desse diagnóstico do Sebrae. (Assessoria de imprensa Sindilat/RS)
 

Não há ligação entre leite e aumento de colesterol de acordo com um novo estudo em 2 milhões de pessoas

O consumo regular de leite não foi associado com o aumento do nível de colesterol, de acordo com nova pesquisa. O estudo da University of Reading publicado no International Journal of Obesity analisou três grandes estudos populacionais e descobriu que as pessoas que bebiam grandes quantidades de leite regularmente tinham níveis mais baixos tanto do colesterol bom como do ruim, embora tivessem maiores Índices de Massa Corporal (IMC) do que os que não bebiam leite.

Uma análise de outros estudos também sugerem que aqueles que consomem regularmente leite possuem 14% menos riscos de doenças coronárias.

A equipe de pesquisadores fez uma abordagem genética do consumo de leite observando a variação no gene da lactase associado com a digestão do açúcar do leite, conhecido como lactose.

O estudo detectou que as pessoas com variação genética para digerir a lactose era um bom indicador para identificar aquelas que consumiam elevadas quantidades de leite.

“Constatamos que os participantes com a variação genética associada ao elevado consumo de leite, possuíam maiores IMC e gordura corporal, mas extraordinariamente tinham baixos níveis de colesterol, tanto o bom como o ruim.

Observamos também que essa variação genética tinha significativamente menor risco de doença coronária. Tudo isso, indica que a redução do consumo do leite não significa, necessariamente, prevenção para doenças cardiovasculares”, explicou o professor de Nutrigenética e Nutrigenômica da Universidade de Reading, Vimal Karani.

A nova pesquisa foi conduzida após vários estudos contraditórios feitos anteriormente que ligavam elevado consumo de lácteos a doenças cardiometabólicas como obesidade e diabetes. Para contabilizar inconsistências pelo tamanho da amostra, da etnia e de outros fatores, a equipe realizou a meta-análise dos dados de mais de 1,9 milhões de pessoas usando uma abordagem genética para evitar confusão.

Mesmo que o biobanco de dados do Reino Unido tenha mostrado que as pessoas com a variação genética da lactase possuíam 11% menos risco de diabetes tipo 2, o estudo não sugere que existe evidência forte de que o elevado consumo de leite esteja associado com diabetes ou sintomas relacionados como glicose e biomarcadores inflamatórios.

“O estudo certamente mostra que o consumo de leite não é um problema significativo para o risco de doenças cardiovasculares embora haja pequeno aumento de IMC e da gordura corporal entre os amantes do leite. O que não conseguimos descobrir com o estudo, e não ficou claro, é se o teor de gordura dos produtos lácteos é que contribui para os baixos níveis de colesterol ou é devido a outro desconhecido “fator leite””, disse o professor Karani. (Fonte: Medical Xpres)

 


Leite/América do Sul

As condições de tempo na América do Sul são favoráveis para a preparação da terra. Fazendeiros do Brasil e Argentina aproveitam para fazer colheitas. Os mercados de leite em pó integral (WMP) e leite em pó desnatado (SMP) encontram-se estáveis no curto prazo, mas com demanda fraca.

O preço do WMP aumentou um pouco nas poucas negociações realizadas. Houve declínio na demanda, mas também da oferta. A expectativa é de que permaneça assim no curto prazo. Os estoques nas indústrias estão baixos, e os compradores observam com cautela a movimentação dos preços.

A situação do SMP é idêntica à do WMP em termos de oferta e estoques. Os preços variam entre estáveis e quedas. A atividade comercial é lenta, com compras realizadas para atender necessidades imediatas.

Há registro de margens apertadas para os produtores de leite com o custo da ração muito elevado. (Fonte: Usda – Tradução Livre: Terra Viva)


Jogo Rápido  

No radar
O Rio Grande do Sul tem dia e hora para receber o certificado de zona livre de febre aftosa sem vacinação. Na quinta-feira, a partir das 7h, horário do Brasil, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) oficializará o novo status sanitário, dentro da sua assembleia geral. Haverá transmissão online desde Paris, onde fica a sede da entidade. Além do Estado, o Paraná também receberá a certificação. (Zero Hora)

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  21 de maio de 2021                                                         Ano 15 - N° 3.470


Projeto de Exportação de Lácteos selecionará profissional para atuar na região Sul
O Programa de Qualificação para Exportação (PEIEX), promovido pela Apex-Brasil, abrirá edital em 2021 para selecionar um profissional que atuará com as indústrias de laticínios do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná. A informação foi compartilhada pelo consultor da Apex-Brasil, Laudemir Muller, durante reunião virtual nesta quinta-feira (20/5). O programa tem o intuito de auxiliar e capacitar empresas, de forma gratuita e on-line, no processo de exportação de produtos lácteos brasileiros. O presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Guilherme Portella, e o secretário-executivo da entidade, Darlan Palharini, estiveram presentes. Segundo Muller, a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), de São Leopoldo (RS), será parceira no processo de treinamento do técnico que atuará com até 25 empresas que já demonstraram interesse em fazer parte do PEIEX. "Vamos montar um atendimento personalizado, com metodologia e conteúdos específicos. O técnico conhecerá os laticínios", afirmou. Na região Sul, o projeto está sendo formulado em parceria com a Viva Lácteos, Confederação Nacional de Agricultura (CNA) e conta com apoio do Sindilat, da Aliança Láctea Sul Brasileira, do Sindicato das Indústrias de Laticínios e Produtos Derivados de Santa Catarina (Sindileite-SC) e do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Paraná (Sindileite-PR). Entre os pré-requisitos para fazer parte do programa, ter o selo de Serviço de Inspeção Federal (SIF) é o pré-requisito. Conforme ressaltou Palharini, não só os produtos das empresas devem ter a certificação, bem como os insumos fornecidos para fabricá-los. "Alguns laticínios terão de fazer o dever de casa para começar a exportação. Além disso, é preciso pensar em qual mercado se está almejando. O mercado da exportação é outro mundo, fundamental para a nossa competitividade", destacou. Estiveram presentes na reunião Guilherme Souza Dias, assessor da CNA, Arturo Muttoni e Camila Sande, consultores da CNA, Valter Antônio Brandalise, presidente do Sindileite-SC, Wilson Thiesen, diretor executivo do Sindileite/PR, Ronei Volpi, presidente do Conseleite (PR), Rafael Macedo e Gustavo Beduschi, representantes da Viva Lácteos e Airton Spies, consultor da SpiesAgro. (Assessoria de imprensa Sindilat/RS)

Chuva, frio e formação de geada estão previstos para os próximos dias
Os próximos sete dias terão chuvas expressivas e muito frio no Rio Grande do Sul. É o que aponta o Boletim Integrado Agrometeorológico nº 20/2021, produzido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), em parceria com a Emater/RS e o Irga. Entre hoje (20) e domingo (23), a propagação de uma área de baixa pressão e o deslocamento de uma frente fria provocarão chuva em todo Estado, com possibilidade de chuva forte entre a Fronteira Oeste e a Campanha. Na segunda (24), terça (25) e quarta-feira (26), o ingresso de uma intensa massa de ar seco e frio provocará novo declínio das temperaturas, com valores negativos e formação de geadas na maioria das regiões. Os volumes previstos oscilarão entre 15 e 30 mm na maioria das áreas. Somente na Campanha e Faixa Central os valores variarão entre 35 e 50 mm, e poderão alcançar 65 mm na Fronteira Oeste. O boletim agrometerológico completo pode ser acessado clicando aqui. (SEAPDR)

 

Cooperativa Piá realiza Assembleia Geral Ordinária
A Piá realizará no dia 24 de junho sua Assembleia Geral Ordinária, às 9h. Pela primeira vez na história da Cooperativa, a reunião será online. O novo formato digital visa preservar a saúde e a vida de todos os participantes e da comunidade, evitando possíveis aglomerações e auxiliando no combate a Covid-19. Entre os vários assuntos que serão tratados durante a Assembleia está a prestação de contas de 2020, com apresentação de Relatório de Gestão, Balanço e Parecer da Auditoria Externa, Demonstrativo das Sobras Apuradas ou das Perdas e Parecer do Conselho Fiscal, além do Plano de atividades para 2021. Também será realizada a eleição e posse dos novos Conselho de Administração, Diretoria Gestão 2021/2025 e conselho fiscal. Para participar da reunião online, os associados podem realizar o cadastro no link: agopiacadastro.elejaonline.com, até o dia 21 de junho, às 23h59. Após essa data, deverá ser realizado presencialmente na sede da Cooperativa, localizada na Rua Frederico Michaelsen nº 129, em Nova Petrópolis, nos dias 22 e 23, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h, e no dia 24, das 7h30 às 8h30. A partir do dia 22 de junho, os inscritos receberão por SMS e por e-mail um login e uma senha para participarem da Assembleia Geral através do link: assembleiageralordinaria.elejaonline.com Mais informações podem ser obtidas nas filiais da Cooperativa. Já o edital pode ser conferido na íntegra no site oficial clicando aqui. (Cooperativa Piá)

Jogo Rápido  

E-book exclusivo com as 5 principais enfermidades do gado leiteiro e tratamentos eficientes

Diversas enfermidades podem acometer as vacas leiteiras, tais como a mastite, infecções uterinas, afecções podais entre outras que afetam diretamente a produtividade da fazenda e trazem prejuízos econômicos. Dessa forma, é importante compreender essas afecções a forma mais eficiente de tratamento. Quer saber mais? Baixe o e-book “Enfermidades do gado leiteiro” clicando aqui. (Milkpoint)

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  20 de maio de 2021                                                         Ano 15 - N° 3.469


Queijo parmesão gaúcho é eleito o melhor do Brasil
 
A avaliação ocorreu em um teste às cegas realizado pelo jornal O Estado de São Paulo
 
O Gran Formaggio, produzido pela empresa gaúcha RAR, foi eleito o melhor queijo parmesão do Brasil em um teste às cegas realizado pela coluna Paladar, do jornal O Estado de São Paulo. A avaliação ocorreu entre as 10 principais marcas de parmesão consumidas no país. A marca possui sede em Vacaria, na região dos Campos de Cima da Serra. Entre os quesitos ressaltados pelos jurados estão o tempo de maturação de 12 meses, a textura e a complexidade de sabores em boca, “do frutado e cítrico”, a baixa acidez e o leve dulçor. O júri contou com especialistas renomados como o chef romano Marco Renzetti, a chef italiana Nadia Pizzo, o especialista em queijos brasileiros e proprietário da loja A Queijaria, Fernando Oliveira, a mestre queijeira Rosana Rezende e a empresária Mônica Resende, da loja Mestre Queijeiro. A avaliação levou em conta o tempo de maturação do queijo, além do sabor e da textura alcançados pelo produto. A RAR foi a primeira empresa a produzir o queijo tipo Grana fora da Itália e o Gran Formaggio conta com uma linha já reconhecida no país, ofertando desde a forma inteira de aproximadamente 35kg até frações de 200g, no formato lascas e ralado, em embalagens de 50g e 100g, além do ralado fresco de 100g. O queijo premiado está disponível também na versão 18 meses de maturação. Para o diretor-superintendente da RAR, Sergio Martins Barbosa, o reconhecimento é fruto do rigoroso processo de produção, além do cuidado com a matéria-prima. – A produção do Gran Formaggio é realizada em uma planta que segue todas as características de um laticínio produtor do queijo Grana Padano, com volumes similares, tendo como matéria-prima leite de vacas da raça holandesa – afirma Barbosa. A RAR, de Raul Anselmo Randon, começou com o cultivo da maçã na década de 1970. Nos anos 1990, montou a primeira fábrica de queijo Tipo Grana fora da Itália lançando a marca Gran Formaggio. Hoje, tem seu portfólio linha de importados com queijos e acetos italianos, presuntos e salames italianos e espanhóis, e azeites de oliva chilenos. A linha de derivados é composta por creme de leite fresco, manteiga e queijo parmesão. A empresa, com sede em Vacaria, no Rio Grande do Sul, conta ainda com uma linha de vinhos, espumantes e azeite de oliva a partir de produção própria. (GZH)

Com o leite, bancamos a faculdade das nossas duas filhas
A Fazenda Mata da Lagoa se localiza no município de Arapuá-MG e produz atualmente 1500 litros de leite por dia, com uma média de 22 litros por animal. O sistema de produção é semi-intensivo e a raça do rebanho é a Holandesa. Segundo Marilda Morais, proprietária da fazenda, as atividades começaram em 1985 com poucas vacas e um total de 30 litros de leite por dia. “Permanecemos assim por alguns anos, porém, sempre buscamos melhorar e em 1997, iniciamos com a inseminação artificial. Em razão disso, conseguimos envergar nosso rebanho para uma genética especializada na produção leiteira. O leite foi aumentando aos poucos e - com muito trabalho e dedicação - atingimos 300 litros diários em 2003” Segundo Marilda, a tiragem de leite manual ficou insustentável e com isso, eles fizeram um investimento para colocar uma ordenha com o intuito de facilitar o trabalho. “Devido o amor pela profissão, sempre buscamos evoluir e aprimorar o nosso trabalho. Apesar de muitos avanços e objetivos conquistados, a produção de leite nunca foi fácil. Criamos duas filhas, trabalhamos exaustivamente todos os dias, enfrentamos muitos problemas, no entanto, nunca desistimos. E assim se passaram vários anos nessa profissão, na qual sempre buscamos nos aprimorar com conhecimentos e tecnologias que visem o conforto e bem-estar dos nossos animais”, completou. Além disso, ela comentou sobre o esforço para produzirem sempre um leite de qualidade, com baixos índices de CCS (Contagem de Células Somáticas) e CBT (Contagem Bacteriana Total), que são hoje respectivamente de 156 cel/ml e 1.000 UFC/ml. Também, evitam o uso de antibióticos nos animais. “Atualmente, o maior desafio é conseguir gerir todos os custos que o sistema de produção do leite gera, pagar a faculdade de medicina da minha segunda filha e ao mesmo tempo, entregar um alimento de qualidade. Temos muita gratidão à Deus por tudo que conquistamos e um orgulho imenso de sermos produtores de leite” (Coração do Leite/Milkpoint)

   

Conectividade pode adicionar R$ 100 bi ao agro
Às vésperas da introdução da tecnologia de internet 5G, o Brasil tem apenas 23% da área agrícola coberta com algum tipo de conexão e precisa investir pesado para ampliar a inclusão digital dos produtores rurais. Um dos caminhos, apontado em estudo da Esalq-USP, é instalar 15 mil conjuntos de torres e antenas para conseguir levar banda larga a 90% do território produtivo em quatro anos e elevar em mais de R$ 100 bilhões o faturamento anual do agronegócio brasileiro apenas com a chegada dessa infraestrutura. Encomendado pelo Ministério da Agricultura, o estudo traçou dois cenários para ampliar a conectividade no campo com modelo tecnológico de sinal 4G, 3G e 2G. O primeiro indica que a instalação de 4,4 mil pares de torres e antenas, com alcance médio de 3 km a 5 km de raio, geraria cobertura adicional de 25% da área, chegando a 48% do território agrícola nacional com internet. Para o segundo, a introdução de 15,1 mil pares seria capaz de cobrir 90% da demanda. O impacto da melhor “iluminação” de conectividade para a área rural é bilionário. De 4,5% do Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária no primeiro cenário, ou R$ 47,5 bilhões, e de 9,6% do índice no segundo modelo, com acréscimo de R$ 101,5 bilhões no faturamento anual do setor. As cifras podem aumentar se consideradas as inovações econômicas e de negócios potencialmente incorporadas ao processo produtivo graças à conectividade, segundo adiantou, com exclusividade ao Valor, o secretário-adjunto de Inovação do Ministério da Agricultura, Cleber Soares. Sem recursos, o governo se propõe a induzir o desenvolvimento do mercado de internet para o campo. “Não vamos prover sinal. Queremos estimular a dinâmica de provimento de conectividade”, disse. Apesar da maior demanda de agtechs por conectividade para acessos avançados, como internet das coisas e monitoramento de lavouras por sensores, há uma profunda disparidade em relação às necessidades dos produtores. “Públicos diferentes carecem de estratégias diferentes no que diz respeito a políticas públicas que demandem conectividade no meio rural”, afirma o estudo. O impacto da ampliação da conectividade seria maior nas regiões Nordeste e Norte, hoje as mais carentes de infraestrutura digital, segundo Soares. O Centro-Sul seria beneficiado por poder ampliar o uso do aparato tecnológico no campo. “A conectividade não é tudo, é apenas a primeira camada da estrada, falta o asfalto, a sinalização e as placas”, reconheceu. O estudo será apresentado hoje e servirá de base para as ações do ministério nesta área em quatro frentes de atuação. Uma delas é a estratégia apresentada no estudo. Existem ainda iniciativas para ampliar a internet via satélite - incluindo a instalação de antenas em 156 assentamentos da reforma agrária, já em curso em 51 deles -, a chegada da fibra óptica a regiões de cultivo próximas de cidades e até mesmo o uso da banda analógica, ociosa e mais barata com o desligamento do sinal analógico de TV, mesmo que com alcance limitado para dados. “Temos que ter todas as possibilidades. Nosso papel é prover tecnologia ao produtor. Ele decide o que vai usar”, diz Soares. Para indicar ações no meio rural a serem contempladas, o ministério aguarda a publicação do decreto que vai regulamentar a composição do comitê gestor do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), que prevê empréstimos e subvenções para aumentar a conectividade no país. “Já estamos com projetos prontos, só falta ter o dinheiro. Como é subvenção, a prioridade são os pequenos produtores no Nordeste e no Norte”, concluiu. (As informações são do Valor Econômico, adaptadas pela equipe MilkPoint)

Jogo Rápido  

No Radar

Uma das exigências para o avanço de status em relação à aftosa, a renovação da frota de veículos para a defesa agropecuária teve nova etapa. Foram entregues 31 veículos a inspetorias da Secretaria da Agricultura. Outros 62 já haviam sido adicionados no mês de março. (Zero Hora)

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  19 de maio de 2021                                                         Ano 15 - N° 3.468


Argentina vive nova crise entre governo e ruralistas 
 
Veto da Argentina às exportações de carne abriu nova crise entre o governo e o setor rural. Produtores anunciaram que deixarão de vender carne. Para analistas, a proibição tem eficácia questionável e motivações eleitorais
 
O veto da Argentina às exportações de carne por 30 dias deflagrou uma nova crise entre o governo e o setor rural. Na noite de segunda-feira, o presidente Alberto Fernández anunciou a suspensão da venda de carne bovina para o exterior com o objetivo de reduzir o preço no mercado interno. Produtores anunciaram que deixarão de vender carne. Segundo analistas, a proibição tem eficácia questionável e motivações eleitorais. “As relações entre o campo e o governo Fernández nunca foram boas, porque o setor rural vê o kirchnerismo com desconfiança”, diz Andrés Borenstein, da consultoria Econviews. “Mas esse é, sem dúvida, o pior momento da relação entre as partes.” Entre abril de 2020 e abril de 2021, o preço da carne subiu 100%, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca, enquanto a inflação ao consumidor foi de 46,3%. Mesmo assim, o veto às exportações é questionável como ferramenta para reduzir o preço no mercado interno, afirmam. “O veto não terá impacto significativo. Na lógica do governo, proibir as exportações aumentará a oferta no mercado local e fará os preços caírem. Mas os produtores vão paralisar as atividades”, diz Nicolás Alonzo, da consultoria Orlando J Ferreres & Asociados. Ontem representantes da Mesa de Enlace, grupo que reúne as principais entidades do agronegócio argentino, decidiram paralisar atividades por nove dias. A decisão de associações como Sociedade Rural Argentina (SRA) e Confederações Rurais Argentinas (CRA) deve reduzir a oferta e, consequentemente, pode elevar os preços. Esta não é a primeira vez que a Argentina proíbe exportações de carne. Em 2006, o governo da então presidente Cristina Kirchner vetou vendas ao exterior, o que levou à perda de mais de 10 milhões de cabeças de gado e elevou o preço no médio prazo. “Diante da medida, os produtores liquidaram estoques [as matrizes de reprodução] e passaram a se dedicar a outras produções, como soja e milho”, afirma Borenstein. Em comunicado, a Sociedade Rural de Rosário lembrou que à época houve não somente perda do estoque bovino, mas escassez de carne no mercado doméstico, o que fez o preço da carne subir novamente. Isso é explicado porque o processo de produção de carne leva cerca de dois anos. Representantes do setor agropecuário compararam a decisão do governo à resolução 125, de 2008, que estabelecia imposto às exportações de soja que variavam conforme o preço da commodity no mercado internacional. A medida resultou em quatro meses de enfrentamento entre Cristina Kirchner e o setor. “Não queremos chegar a esse ponto”, disse Jorge Chemes, presidente da CRA. O veto do governo às exportações de carne tem motivação eleitoral, afirma Gabriel Brasil, da consultoria Control Risks. “Com a inflação superando em muito a expectativa do governo, há risco de a aprovação de Fernández ser impactada, em um ano em que ele precisa de apoio nas eleições legislativas, em outubro”, argumenta. “Mas esse mecanismo não resolve a questão estrutural da inflação e terá custos políticos para o presidente junto aos governadores.” Ontem os governadores de Córdoba e de Santa Fé criticaram a medida - que seria como “tropeçar duas vezes na mesma pedra” - e afirmaram que mudar as regras do jogo prejudicam a produção no longo prazo. A proibição anunciada na segunda-feira mostra que sempre que a situação aperta, o governo se fecha, diz Borenstein. Indica ainda a preferência que Fernández tem dado a políticas heterodoxas, acrescenta Gabriel Brasil. “Essa abordagem econômica encabeçada pelo ministro de Produção, Matías Kulfas, tem se sobressaído em relação a alternativas mais moderadas, representadas pelo ministro da Economia, Martín Guzmán”, afirma. “Se olharmos os principais eventos de política econômica dos últimos dois anos, na maioria deles Fernández optou por medidas menos favoráveis aos negócios do que se acreditava que ele faria quando era candidato.” (Valor Econômico)

Tetra Pak Brasil tem novo diretor de vendas
A Tetra Pak anunciou Luis Kühl como novo diretor de Vendas no Brasil. O executivo ficará responsável pela estratégia de crescimento da companhia no país, junto com outros diretores que completam a equipe de vendas, e pelo posicionamento em novos mercados, sendo um dos nomes liderando a estratégia de diversificação da empresa. No Brasil, a estratégia de negócio da Tetra Pak está focada na diversificação de portfólio. Além das categorias tradicionalmente atendidas, como leites e sucos, a companhia tem focado esforços para ampliar a sua participação em novas categorias, oferecendo a todas elas soluções integradas e de ponta a ponta que que abrangem tecnologias de processamento, envase e serviços técnicos. Kühl possui mais de vinte anos de experiência no setor de alimentos e bebidas, tendo atuado na gestão de empresas, área comercial e desenvolvimento de novos negócios e há mais de dez anos trabalha com estratégias comerciais dentro da própria Tetra Pak. (Terra Viva)
 
 
Parceria piloto no crédito fundiário
Começa pelo Rio Grande do Sul ação considerada piloto para a execução do Programa Nacional de Crédito Fundiário - Terra Brasil. Será por meio da parceria firmada por Emater-RS, Agência Nacional de Extensão Rural e Ministério da Agricultura. O papel da Emater será o de auxiliar produtores na elaboração dos projetos. A estimativa é de que 400 famílias de agricultores familiares do Estado sejam beneficiadas nessa etapa. A parceria conta com aporte de R$ 1,49 milhão - R$ 1,18 milhão de Anater/Mapa e contrapartida de R$ 312,39 mil pela Emater-RS. (Zero Hora)
 
 
 
Custos sobem, mas preços mantêm cenário favorável
As perspectivas para a próxima safra de soja e de milho são positivas. Neste momento, trazem a melhor relação de troca (número de sacas necessárias para cobrir os custos) em uma década para o milho e em nove anos para a soja. É o que aponta o primeiro levantamento feito pela Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado (Fecoagro-RS). Reflexo da valorização dos grãos, que vai além do avanço das despesas. Feito nas cooperativas, que respondem por 50% da área plantada no Estado, o levantamento considera cotações e gastos no início de maio. E toma como base lavouras de soja com produtividade de 60 sacas por hectare e de milho com 160 sacas - na safra recém colhida, a média estadual foi de 55,43 na soja e 90,5 no milho. - É um cenário favorável porque os preços (dos grãos) aumentaram mais do que os custos. Mas temos de torcer para que os preços não caiam - pondera Paulo Pires, presidente da entidade.

Jogo Rápido  

Sindilat no Terraviva

Nesta quarta-feira (19/05), o Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) participou do programa Bem da Terra, do Canal Terraviva. Comandado pela jornalista Renata Maron, a entrevista com o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, abordou a busca pelo diálogo permanente entre os Conseleites e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Confira a entrevista completa clicando aqui. (Assessoria de Imprensa Sindilat/RS)

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  18 de maio de 2021                                                         Ano 15 - N° 3.467


Produção agroindustrial reage; alimentos têm alta de 2,6%
 
Após perder força em fevereiro, a alta interanual do Índice de Produção Agroindustrial Brasileira (PIMAgro) calculado pelo Centro de Estudos em Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV Agro) foi vigorosa em março, porém a baixa base de comparação — março de 2020, o primeiro mês da pandemia — deixa turvo o cenário sobre tendências.
 
 
Conforme o levantamento recém-concluído, o indicador subiu 11,6%, puxado pelo expressivo avanço observado no grupo de produtos não-alimentícios (21,7%). Contudo, no segmento de produtos alimentícios e bebidas, que ficou retraído nos meses anteriores, também houve crescimento de 2,6%. O PIMAgro é baseado em dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do IBGE e nas variações do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), da taxa de câmbio e do Índice de confiança do Empresário da Indústria de Transformação (ICI) da FGV. Com a disparada de março — a despeito da baixa base de comparação, como reforçou o FGV Agro —, no primeiro trimestre, o PIMAgro acumulou variação positiva de 4,2%, garantida pela área de produtos não-alimentícios, que teve incremento de 11,7%. Alimentos e bebidas, em contrapartida, caíram 2,4% em relação ao intervalo de janeiro a março do ano passado. No grupo de produtos não-alimentícios, o aumento trimestral foi puxado pelas indústrias de fumo (18,6%), insumos (18,3%), borracha (14,7%), têxteis (13,7%) e produtos florestais (6,7%). No ramo de biocombustíveis, houve queda de 10%, em consequência das restrições à circulação impostas pela pandemia da Covid-19. Já no grupo de produtos alimentícios, o recuo foi determinado por retrações da produção de alimentos de origem vegetal (7,9%), alimentos de origem animal (2,4%) e bebidas não-alcoólicas (0,6%) — houve alta de 4% no mercado de bebidas alcoólicas. O FGV Agro destacou, por fim, que, apesar de a alta interanual de março ter contado com a “ajuda” da base de comparação, o resultado em relação a fevereiro deste ano indicou estabilidade. “Tanto o segmento de produtos alimentícios e bebidas (0,1%) quanto o de não-alimentícios (0%) não tiveram sua produção reduzida, sinalizando uma aprendizagem dos setores econômicos em relação às medidas de isolamento adotadas”, concluiu. (As informações são do Valor Econômico, adaptadas pela Equipe MilkPoint)
 

GDT – Global Dairy Trade
 
 
 
 
 
A disseminação da tecnologia no campo terá avanços em breve
Se o 5G ainda é privilégio das pouquíssimas unidades-piloto espalhadas pelo país, e a universalização da tecnologia parece distante, o leilão da rede, previsto para o segundo semestre, pode levar um alento para o campo em prazo mais curto. As empresas operadoras que forem participar do certame deverão garantir a oferta de conexão 4G para as áreas rurais e para as principais rodovias brasileiras por onde as safras agrícolas são escoadas. Segundo o secretário-adjunto de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Ministério da Agricultura, Cléber Soares, essa é uma forma pensada pela Pasta para fomentar a conectividade em regiões produtoras com qualidade. “Ao entrar no leilão do 5G, as operadoras terão que, obrigatoriamente, fornecer 4G em comunidade com até 600 habitantes. São localidades essencialmente agrícolas e que terão sinal”, afirmou. As empresas também deverão prover conexão nas BRs. Soares disse que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve ser rigorosa na exigência de qualidade da rede 4G que será fornecida. A qualidade da rede 5G está em teste nos 20 pilotos que serão inaugurados pelo país com antenas e sinal, a exemplo da fazenda em Rondonópolis (MT). Outras áreas agrícolas foram escolhidas e serão divulgadas em breve. São localidades com grande demanda de tráfego de dados, alta densidade tecnológica (estruturas digitais, pivôs, computadores e sensores) e de pessoas. No evento do lançamento na semana passada, em Rondonópolis, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que o 5G vai revolucionar o campo e proporcionará aumento médio de 20% na previsão de crescimento do PIB. As principais diferenças entre as tecnologias de rede móvel estão na velocidade, até 100 vezes maior na 5G em comparação com a 4G, e na latência, o tempo de resposta entre o aparelho e as aplicações usadas - que é mais baixo no 5G, proporcionando conexão mais estável, com menos quedas de sinal e sem delay. Outra distinção é a possibilidade de conectar vários aparelhos ao mesmo tempo em uma mesma antena sem comprometer o sinal. É isso que credencia o 5G para viabilizar a “internet das coisas” no campo, como uso amplo de sensores, máquinas autônomas e drones. Desde 2020, o Ministério da Agricultura mantém parceria para financiar 14 pilotos para uso de tecnologias com abordagem de inteligência artificial. A disseminação tecnológica no campo é o principal objetivo com os pilotos do 5G na área rural. “A expectativa é conseguir despertar no produtor que a transformação digital vai agregar cada vez mais valor ao sistema de produção”, finalizou. (As informações são do Valor Econômico, adaptadas pela equipe MilkPoint)

Jogo Rápido  

RS: falta de pastagens e preço das rações afeta produção de leite

A produção de leite continua reduzida devido à falta de pastagens e também ao elevado custo das rações, fator impeditivo à suplementação em maiores quantidades. As chuvas ocorridas devem refletir na melhora das áreas cultivadas de aveia, permitindo também que os produtores retomem a aplicação de fertilizantes e façam o plantio nas áreas de pastagens cultivadas. A silagem de milho tem sido a principal fonte de alimento das propriedades, seguida de fenos e pré-secados como forma de garantir a manutenção da oferta adequada para os rebanhos até o pleno desenvolvimento das espécies forrageiras cultivadas de inverno, como aveia, azevém, trevos e cornichão. Em relação ao aspecto sanitário, seguem sendo realizadas as vacinas obrigatórias, principalmente contra brucelose bovina em terneiras de três a oito meses de idade. As temperaturas mais baixas favoreceram o conforto térmico dos animais, trazendo benefícios à ingestão de alimentos e à reprodução. Desta forma os animais conseguem permanecer mais tempo em pastejo e melhora o bem-estar animal nos confinamentos. Na regional da Emater/RS-Ascar de Erechim, alguns pecuaristas, em especial os pequenos, estão abandonando a atividade devido à queda no preço pago pelo litro do leite somada ao aumento do custo de produção. Uma das hipóteses é redução no consumo de leite, que proporcionaria excedente do produto no mercado. Na de Ijuí, a produção de leite começa a dar sinais de aumento no volume, devido ao maior número de parições e pelo início da utilização de pastagens de inverno. (As informações são da Emater/RS, adaptadas pela equipe MilkPoint)

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  17 de maio de 2021                                                         Ano 15 - N° 3.466


Iogurte: alimento indispensável para uma boa qualidade de vida

Indicado para ser consumido diariamente, o iogurte é um alimento funcional, que inserido em uma dieta balanceada, colabora na busca por qualidade de vida e saúde. Entre os benefícios deste alimento, estão a atuação na eliminação de gordura corporal, ganho de músculos, prevenção de algumas doenças, fortalecimento dos ossos e até desintoxicação do corpo após comilança exagerada em festas de fim de ano, por exemplo.

Aposte no consumo de um copo diário de iogurte. Uma porção de iogurte apresenta mais de 6 milhões de bactérias probióticas, o que faz deste alimento um poderoso aliado no equilíbrio da flora intestinal, capaz de auxiliar na absorção de nutrientes e prevenir infecções causadas por fungos.

O resultado é um intestino regulado e uma pele mais viçosa. Estes benefícios foram apontados no best seller A Dieta Perricone, livro do médico Nicholas Perricone , que ainda comenta os benefícios do iogurte na diminuição dos riscos de câncer e controle do colesterol. Além disso, pesquisadores japoneses publicaram no "Journal of Periodontology" um estudo apontando que quem consome 55 miligramas ou mais de iogurte por dia garante mais saúde para as gengivas, já que o alimento previne doenças periodontais.

O iogurte é recomendado para uma desintoxicação no corpo após excessos cometidos à mesa por ser leve e nutritivo, além de reforçar a flora intestinal. Adeptos de dietas e atletas já conhecem os benefícios oferecidos pelo iogurte. Uma garrafinha de 180 ml contém aproximadamente 400 mg de cálcio, quase metade da quantidade diária necessária para manter o gene da obesidade adormecido. Se o corpo não obtiver cálcio suficiente ele armazena gordura mais facilmente, diz estudo publicado no livro Power Eating.

O iogurte também possui de 8 a 10 gramas de proteína, oque de acordo com o livro ajuda a saciar o apetite e ativar o hormônio leptina, responsável pela queima de calorias. Em um estudo feito pela Universidade do Tennessee, pessoas que consumiram 180 ml de iogurte diariamente queimaram 81% amais de gordura abdominal do que outro grupo que consumiu uma variedade de produtos derivados do leite com menos cálcio.

Além de ser um aliado no emagrecimento, iogurte ajuda a ganhar massa muscular. Um estudo feito pela Miami Research Associates diz que a combinação de proteínas e carboidratos torna-o uma excelente opção para recuperação muscular após um treino intenso. É recomendada a versão light acompanhada de frutas ou cereais.

Os carboidratos desses alimentos aumentam os níveis de insulina no sangue e auxiliam na recuperação muscular. Aliado à proteína do leite, ajuda a impedir o catabolismo, ação que ocorre quando o corpo queima massa para recuperar-se após o exercício. Com isso, há um aumento de massa magra e eliminação de gordura. (A matéria é do Portal Fator Brasil, resumida e adaptada pela Equipe MilkPoint)


ICMS dos Estados resiste à 2º onda e sobe

Com um desempenho melhor que o esperado da economia beneficiou a receita dos Estados nos primeiros meses do ano, apesar do vácuo do auxílio emergencial de janeiro a março e da segunda onda da pandemia. A arrecadação do ICMS consolidada de 18 Estados somou R$ 152,2 bilhões de janeiro a abril, com avanço nominal de 19,6% em relação ao mesmo período do ano passado e de 21,4% ante o de 2019.

Os dados são do Conselho Nacional de Política Fazendária. Nos dois casos, a variação ficou acima da inflação acumulada do período, de 6,76% pelo IPCA nos 12 meses até abril deste ano e de 9,32% em 24 meses. O desempenho é atribuído à consolidação das compras on-line e a aumento de preços dos combustíveis e das tarifas de energia elétrica, além do uso da poupança do auxílio emergencial pago até dezembro.

Em relação a 2020, o efeito base também contribui, porque em abril as receitas estaduais já começavam a sentir os efeitos da pandemia. Apesar do crescimento considerado “surpreendente”, as Fazendas estaduais adotam um tom de cautela, em virtude de incertezas sobre o ritmo da recuperação econômica e da evolução da pandemia, já com o receio de uma terceira onda. (Valor Econômico)
 
 
 
 
Conseleite/RO – valor de referência para o leite a ser pago em maio

Preço/RO - A diretoria do Conseleite – Rondônia atendendo os dispositivos do seu Estatuto aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima leite entregue em abril/2021 a ser paga em maio/2021.
 
 
(*) Os valores de referência da tabela são para a matéria-prima leite “posto no tanque de resfriamento”, o que significa que o frete de segundo percurso não deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de referência está incluso Funrural de 1,5% a ser descontado do produtor rural. Observação: O Conseleite Rondônia alerta que outros parâmetros são considerados pelo mercado para estabelecer o valor final do leite a ser pago ao produtor, tais como: 1. Fidelidade do produtor ao laticínio; 2. Distância da propriedade até o laticínio; 3. Qualidade da estrada de acesso a propriedade rural; 4. Temperatura do leite na entrega; 5. Capacidade dos tanques de resfriamento de leite da propriedade; 6. Tipos de ordenha; 7. Adicionais de mercado devido a oferta e procura pelo leite na região; 8. Sazonalidade da produção; 9. Condições sanitárias do rebanho; 10. Outros benefícios concedidos pelas indústrias. (Conseleite/RO)

Jogo Rápido  

 Vendas de máquinas agrícolas devem crescer 20% em 2021

Produtores rurais brasileiros têm esperado, em média, 12 semanas entre a encomenda e a entrega de um maquinário para o campo em 2021. O prazo está mais extenso que no ano anterior. A estimativa é da Câmara de Máquinas Agrícolas da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (CSMIA). Com o mercado aquecido, a indústria projeta um crescimento de 20% das vendas em relação ao resultado de 2020. “No ano passado, nesta mesma época, esse prazo era de sete semanas”, afirmou o presidente da CSMIA, Pedro Estevão Bastos, ao jornal O Estado de S.Paulo. A fala do executivo revela que a falta de insumos também está interferindo nos prazos do setor. “Hoje, falta não apenas chapa de aço e tubo redondo, como também mola, eixo, amortecedor, engrenagem, roda, porca, tudo o que vai ferro”, disse. (Revista Oeste)

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  14 de maio de 2021                                                         Ano 15 - N° 3.465


Agropecuária brasileira ajuda a salvar o planeta, reconhece a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima

A ILPF(integração lavoura-pecuária-floresta), a agricultura de precisão e a tecnologia baseada em ciência já levaram o Brasil ao ser um dos maiores exportadores globais de commodities. Agora, o agronegócio brasileiro começa a ser reconhecido como uma peça importante no tabuleiro global dos impactos das mudanças climáticas e pode contribuir para salvar o planeta.

O desenvolvimento da atividade agrícola brasileira acaba de ser citado em um importante relatório do secretariado da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (United Nations Framework Convention on Climate Change – UNFCCC), relacionado aos trabalhos realizados no âmbito da reunião de Koronivia para a agricultura.  O UNFCCC é o tratado internacional resultante da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento. O Koronivia  uma instância importante nas negociações sobre agricultura, dentro da UNFCCC, que busca valorar a importância da agricultura e da segurança alimentar na agenda de mudanças climáticas.

“Trata-se de uma citação importante para o Brasil, porque representa o reconhecimento do valor da pesquisa agropecuária em benefício do desenvolvimento nacional, que dá visibilidade à ciência agrícola brasileira como referência mundial”, diz Gustavo Mozzer, pesquisador da Embrapa (Empresa de Pesquisa Agropecuária Brasileira), que integra a equipe do Polg (Núcleo de Políticas Globais) da gerência de relações estratégicas internacionais  da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas, responsável pela coordenação do trabalho, com o apoio do Portfólio de Mudança do Clima.

A ILPF, por exemplo, é citada como a responsável por contribuir com a segurança alimentar e o desenvolvimento socioeconômico. A agricultura de precisão e a tecnologia baseada em ciência são reconhecidas por elevarem a produtividade e reduzirem em 50% o preço dos alimentos. O conjunto da obra contribui para a segurança alimentar, o desenvolvimento sustentável e a renda dos agricultores.

O secretariado da UNFCCC destaca no texto que a produtividade brasileira aumentou 386% e a área agrícola apenas 83%. Isso significa a preservação de 120 milhões de hectares de floresta. “A chave para isso foi o investimento do Brasil em políticas públicas relevantes e tecnologia de base científica”, diz o texto, ressaltando a promoção da agricultura, baseada na intensificação sustentável, a inovação tecnológica, a adaptação às mudanças climáticas e a conservação dos recursos naturais. Ainda de acordo com o relatório, “o Brasil pretende continuar esses esforços e usar oportunidades de cooperação intercâmbio de conhecimento e apoio multilateral como estratégias-chave para alcançar o desenvolvimento sustentável e a segurança alimentar”.

De acordo com Mozzer, no ano passado foram encaminhadas duas submissões ao processo de negociação na UNFCCC. Uma delas sobre temas relacionados à pecuária e aspectos socioeconômicos dos sistemas de produção agrícola e a segunda com foco no diálogo sobre terra e oceanos, e do reforço de ações voltadas à mitigação e adaptação às mudanças do clima que ocorreu durante a COP (Conferência das Partes) virtual no final de 2020.

O resultado do trabalho, coordenado pela Polg, assegura que os componentes científicos estratégicos para agricultura nacional e para a Embrapa sejam incorporadas como elementos das negociações relacionadas à agricultura no contexto da negociação internacional sobre mudança do clima. “Em alinhamento aos interesses nacionais, isso tem dado visibilidade e o devido reconhecimento aos fundamentos científicos que caracterizam a tecnologia agrícola tropical desenvolvida pela Embrapa e outras instituições parceiras”, afirma Mozzer. “Em consequência, caminhamos para um reconhecimento do potencial de sustentabilidade do produto agrícola nacional.” (Forbes Agro)


Conseleite Mato Grosso

A diretoria do Conseleite – Mato Grosso atendendo os dispositivos do seu Estatuto, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima, referente ao leite entregue no mês de março a ser pago em abril de 2021 e para o leite entregue no mês de abril a ser pago em maio de 2021.

Os valores de divulgados compreendem os preços de referência para o leite padrão levando em conta o volume médio de leite entregue pelo produtor.





Temperaturas baixas e possibilidade de geadas nos próximos dias

A semana entre 13 e 19 de maio permanecerá com temperaturas baixas e possibilidade de geadas no Rio Grande do Sul, de acordo com o Boletim Integrado Agrometeorológico nº 19/2021, divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), em parceria com a Emater-RS e o Irga. 

Até o sábado (15), a presença do ar seco e frio manterá o tempo firme, com temperaturas próximas de 0°C e formação de geadas ao amanhecer em diversas regiões. Somente na sexta-feira (14) ocorrerá maior variação da nebulosidade ao longo do dia. No domingo (16), o predomínio do ar seco manterá a grande amplitude térmica diária, com ligeira elevação das temperaturas no período diurno. 

Na segunda (17) e terça-feira (18), o ar frio se intensificará novamente, com declínio das temperaturas e possibilidade de formação de geadas, especialmente na Campanha, Planalto e Serra do Nordeste. Na quarta-feira (19), a aproximação de uma área de baixa pressão vai provocar maior variação de nuvens, com possibilidade de pancadas isoladas de chuva na Fronteira Oeste e Campanha. 

Os volumes esperados são baixos e inferiores a 10 mm na Fronteira Oeste e na Campanha. No restante do Estado não há previsão de chuva significativa. O boletim completo pode ser consultado clicando aqui. (SEAPDR)

Jogo Rápido  

 
STF finaliza julgamento sobre a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS
Comunicado Técnico sobre o julgamento final do STF sobre a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/COFINS. Para acessar o documento na íntegra, clique aqui. (Fiergs)

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  13 de maio de 2021                                                         Ano 15 - N° 3.464


Relator mantém texto da reforma tributária

Deputado Aguinaldo Ribeiro sugere unificar cinco tributos que incidem sobre consumo para criar o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) apresentou nesta quarta-feira, 12, a versão final do seu relatório sobre reforma tributária. Ele optou por preservar o texto no formato lido na semana passada e afirmou que ajustes poderão ser feitos nas próximas etapas de tramitação da proposta.

Com a leitura do parecer final, a comissão mista da reforma tributária encerrou os trabalhos e, agora, Senado e Câmara vão definir como a proposta vai tramitar no Congresso. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), vem sugerindo que a proposta seja votada de forma fatiada. Ribeiro sugeriu unificar cinco tributos que incidem sobre consumo para criar o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A alíquota total do imposto seria composta da soma de um porcentual definido pela União, outro pelo Estado e um terceiro pelo município.

A ideia é que o IBS seja “complementado” pelo Imposto Seletivo, apelidado de “imposto do pecado” por taxar produtos como cigarros e bebidas alcoólicas. (Revista oeste)


Câmara aprova mérito de projeto que trata do Marco Legal do Licenciamento Ambiental no Brasil
 
Após quase duas décadas de discussão no Congresso Nacional, o Projeto de Lei do Marco Legal do Licenciamento Ambiental (PL 3729/2004) teve o mérito do texto aprovado na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (12), com a análise dos destaques a ser realizada nesta quinta-feira (13). O relatório apresentado pelo deputado Neri Geller (PP-MT) promove uma política nacional que objetiva a preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental e ao mesmo tempo propicia condições ao desenvolvimento social e econômico da população.
 
Neri foi taxativo ao declarar que “esse talvez seja um dos projetos mais importantes que tramitam no Congresso Nacional. A proposta irá trazer segurança para investidores e alavancar o país”. Desde que foi designado relator da proposta, em março de 2021, Neri Geller procurou ouvir diversos setores da sociedade, do Governo Federal aos representantes da sociedade civil, dando voz a todos no processo.  O substitutivo apresentado pelo relator cria um marco legal que unifica as diversas normas sobre o tema e estabelece uma plataforma comum a todos os entes da Federação (Estados e Municípios) para ordenar o processo, garantir segurança jurídica e evitar excessos e ineficiências.
 
“Atualmente, o processo não atende nenhuma das partes. É custoso, burocrático, e não preserva o meio ambiente.” O presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado Sérgio Souza (MDB-PR), entende que chegou a hora de tratar os temas que são importantes para o agro e para o Brasil, de maneira racional e responsável. “Precisamos desmistificar folclores que por décadas foram repetidos em discursos demagogos e oportunistas”, declarou o deputado.  “O agro não é inimigo do meio ambiente. É um setor que gera empregos, renda, que concilia na mesma área a floresta, a pecuária e a agricultura, e que tem um custo de produção altíssimo.”
 
Sérgio Souza ressaltou ainda que o licenciamento ambiental é importante para o campo, para a cidade e para a indústria. “É urgente avançar na logística e melhorar a competitividade, e isso não significa sacrificar ou desrespeitar o meio ambiente. O Agro precisa de segurança jurídica para o desenvolvimento do Brasil.” Detalhes do Novo Licenciamento Ambiental: Durante a defesa do relatório na sessão plenária, Neri Geller explicou que a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), prevista no texto, só poderá ser concedida para atividades consideradas de pequeno potencial poluidor, com região de implementação e impactos conhecidos e medidas socioambientais pré-estabelecidas. “A LAC é criticada, mas a maioria dos países utiliza esta fórmula. É uma forte modernização e vem no sentido de destravar as obras e punir quem comete crimes.”     
 
O projeto prevê a necessidade de análise de risco, que obriga à autoridade licenciadora a avaliação da exposição de pessoas e do meio ambiente aos cenários identificados, além de analisar a capacidade de resposta aos cenários delimitados no plano de gestão de risco. “O empreendedor fica obrigado a avisar o órgão ambiental caso identifique indício de impacto à saúde pública, à segurança da população ou ao meio ambiente.”  O texto é adequado à Lei Complementar vigente (LC 140/2011) e estabelece que os entes Federativos (Estados e Municípios) definirão as tipologias (lista do que é licenciável), os critérios (porte e potencial poluidor), e qual tipo de licença irá obedecer (mais simplificada ou mais complexa). Cria, também, definições claras e objetivas, padroniza os tipos de licenças possíveis em todo o território nacional e impõe prazos para a emissão e período de validade para as licenças ambientais, de forma unificada para todo país. Bem como, prazos para a participação e manifestação das autoridades envolvidas (Ex: Funai,  Iphan, Fundação Palmares, Unidades de Conservação) no processo de licenciamento.
 
O relatório aprovado na Câmara determina que o licenciamento ambiental será aberto à participação pública, como funcionará a participação e a tomada de subsídios para emissão de licenças e reforça que desmatamentos e pecuária intensiva continuam necessitando de licença ambiental. (FPA)
 
 
 
Produção Trimestral/IBGE 
 
Os primeiros resultados da produção animal no 1º trimestre de 2021 apontam que o abate de bovinos recuou 10,3%, o de suínos aumentou 4,9% e o de frangos teve alta de 2,4% na relação com o mesmo período de 2020. Na comparação com o 4º trimestre de 2020, o abate de bovinos caiu 10,5%, enquanto o de suínos cresceu 0,2% e o de frangos se manteve estável.
 
A aquisição de leite foi de 6,52 bilhões de litros, com alta de 1,3% em relação ao 1o trimestre de 2020 e queda de 3,3% contra o trimestre imediatamente anterior. Já a aquisição de peças de couro pelos curtumes caiu 6,6% frente ao 1º tri de 2020 e foi 8,0% menor que a do 4° tri de 2020, somando 7,07 milhões de peças inteiras de couro cru.
 
Foram produzidos 972,94 milhões de dúzias de ovos de galinha no 1º trimestre deste ano, quedas de 0,1% na comparação anual e de 1,8% em relação ao trimestre imediatamente anterior.
 
Abate de bovinos cai 10,3% na comparação anual e 10,5% frente ao trimestre anterior: No 1º trimestre de 2021, foram abatidos 6,54 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária. Essa quantidade representou variações negativas de 10,3% em comparação com o 1° trimestre de 2020 e de 10,5% em relação ao 4° trimestre de 2020. Foram produzidos 1,72 milhão de toneladas de carcaças bovinas no 1o trimestre de 2021, com retração de 6,8% em relação ao mesmo trimestre de 2020 e queda de 12,7% em relação ao 4o trimestre de 2020.
 
Abate de suínos cresce 4,9% na comparação anual e 0,2% ante o trimestre anterior: No 1º trimestre de 2021, foram abatidos 12,53 milhões de cabeças de suínos, representando aumentos de 4,9% ante o mesmo período de 2020 e de 0,2% frente ao 4° trimestre de 2020. O peso acumulado das carcaças chegou a 1,15 milhão de toneladas no 1° trimestre de 2021, com aumentos de 7,2% em relação ao 1° trimestre de 2020 e de 2,5% frente ao trimestre imediatamente anterior.
 
Abate de frangos cresce 2,4% na comparação anual e fica estável no trimestre: O abate de frangos no 1º trimestre de 2021 totalizou 1,55 bilhão de cabeças de frango. Esse resultado significou aumento de 2,4% em relação ao trimestre equivalente do ano anterior e estabilidade na comparação com o 4° trimestre de 2020. O peso acumulado das carcaças foi de 3,63 milhões de toneladas no 1° trimestre de 2021. Esse total significou acréscimo de 4,3% em relação ao 1° trimestre de 2020 e aumento de 1,6% frente ao trimestre imediatamente anterior.
 
Aquisição de leite cresce 1,3% na comparação anual e cai 3,3% no trimestre: No 1º trimestre de 2021, a aquisição de leite cru feita pelos estabelecimentos sob algum tipo de inspeção sanitária foi de foi de 6,52 bilhões de litros. Houve aumento de 1,3% em relação ao 1° trimestre de 2020 e retração de 3,3% frente ao trimestre imediatamente anterior.
 
Aquisição de couro fica 6,6% abaixo do 1° trimestre de 2020: No 1° trimestre de 2021, os curtumes investigados pela Pesquisa Trimestral do Couro – aqueles que efetuam curtimento de pelo menos cinco mil unidades inteiras de couro cru bovino por ano – declararam ter recebido 7,07 milhões de peças inteiras de couro cru. Essa quantidade representa retração de 6,6% em comparação à registrada no 1° trimestre de 2020 e redução de 8,0% em relação ao trimestre imediatamente anterior.
 
Produção de ovos de galinha cai 0,1% no comparativo anual e 1,8% frente ao trimestre anterior: No 1° trimestre de 2021, a produção de ovos de galinha foi de 972,94 milhões de dúzias. O resultado representou redução de 0,1% em relação ao mesmo trimestre de 2020 e queda de 1,8% em comparação à produção do 4° trimestre de 2020. (IBGE)

Jogo Rápido  

Processo seletivo mestrado acadêmico UFRGS - Faculdade de Veterinária
A coordenação do Programa de Pós-graduação em Ciências Veterinárias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGCV/UFRGS), comunica a abertura do Edital de processo seletivo para o MESTRADO ACADÊMICO. As inscrições estarão abertas entre os dias 17 de maio e 06 de junho e podem ser feitas através deste link. (UFRGS).

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  12 de maio de 2021                                                         Ano 15 - N° 3.463


Governo dispensa emissão de contranota em vendas para empresas do Simples Nacional

Laticínios gaúchos não precisarão mais exigir a contranota das empresas do Simples Nacional nas vendas beneficiadas com a alíquota reduzida de 12% (diferimento parcial). A medida passa a valer com a publicação do decreto nº 55.874 pelo governo do Rio Grande do Sul nesta quarta-feira (12/5). Na prática, as empresas compradoras não precisarão mais emitir contranota após o recebimento da mercadoria.

No entanto, a mudança exigirá que os vendedores, ou seja, os laticínios, arquivem a prova do efetivo destino dos produtos para apresentação à Receita Estadual, se necessário. A dispensa tem efeitos retroativos para 1º de abril de 2021. Apesar de dispensar a emissão de contranota para vendas a empresas do Simples Nacional, o decreto não resolve por completo os entraves da indústria, segundo Matheus Zomer, advogado e consultor tributário do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat).

Isso porque seguirá sendo obrigatória a expedição de contranota nas vendas para empresas do Regime Geral, o que denota a necessidade de continuar aperfeiçoando a legislação. Outro ponto no qual o Estado precisa avançar diz respeito à aplicação da alíquota de 12% para as operações com ICMS/ST. Atualmente, a medida beneficia somente laticínios que comercializam mercadorias que não estão sujeitas à substituição tributária, tais como queijo, leite UHT e leite pasteurizado. (Assessoria de imprensa Sindilat/RS)


Governo federal inaugura primeira antena de 5G em área rural no país
 
A primeira antena 5g em área rural foi inaugurada pelo governo. Instalada em Rondonópolis (MT), em uma fazenda modelo do Instituto Mato-grossense de Algodão (IMAmt), a aposta para a instalação é de que  a conexão com a nova geração de internet ajude os produtores a reduzir custos e aumentar a competitividade. 
 
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou que o governo trabalha para que a tecnologia 5G chegue a todos os brasileiros. “Esse leilão das frequências de operação da nova geração de internet móvel, vai bombar, para que essa tecnologia seja democratizada e chegue a todos.
 
Com certeza, isso vai trazer melhoria no social, ambiental e na produtividade do agro brasileiro. Isto é o início de uma estrada do que virá para o futuro do agro brasileiro”, disse durante a cerimônia, em Mato Grosso. Instalada pela fabricante Nokia e com operação de rede realizada pela TIM a partir de uma licença temporária, em caráter experimental, a antena garante sinal de internet em alta velocidade a partir de uma transmissão gerada pela própria estrutura.  É o chamado 5G “puro”, ou standalone.
 
O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que o 5G vai fazer o agronegócio crescer 20% a mais, em média. Segundo ele, até o fim deste ano serão 20 pilotos com a tecnologia em todo o país, sendo que a expectativa é que todas as capitais brasileiras tenham a nova geração da internet até julho do ano que vem e que todos os brasileiros tenham acesso a internet até 2028. A tecnologia deve ajudar a conectar as máquinas, cada vez mais modernas fabricadas para o setor, e aplicar métodos de monitoramento remoto na atividade.
 
“A informação tem que ser rápida, certa e confiável. Com a tomada de decisão mais rápida possível, podemos chegar ao problema e a solução muito antes que cause prejuízo no desenvolvimento das lavouras”, explicou o presidente da IMAmt, Paulo Sérgio Aguiar. (As informações são do Valor Econômico, adaptadas pela equipe MilkPoint)
 
 
 
Programa Aprendiz Cooperativo concilia teoria com prática nas propriedades rurais
 
Languiru, Sescoop/RS e Colégio Teutônia organizam nova turma com início das aulas no mês de agosto
 
“Aprendi muito sobre cooperativismo e que, juntos, lado a lado, as coisas dão certo. Ampliei minha visão de coletividade e sou muito grata pela oportunidade, um aprendizado que levo para a vida.” A fala é da jovem Paula Forneck Herbert (22), residente em Poço das Antas, que integrou a primeira turma do Programa Aprendiz Cooperativo do Campo, curso inovador e pioneiro no Brasil iniciado em Teutônia em fevereiro de 2016.
 
Hoje, ela é empregada da Languiru. Seus pais são agricultores e Paula revela grande afeição pela lida com os animais no campo. “Lembro da empolgação em participar do curso, da alegria pela experiência diferenciada, pudemos colocar em prática o que aprendemos na teoria da sala de aula, conhecendo mais sobre o dia a dia no campo”, lembra. Ela também integrou a diretoria da primeira cooperativa escolar de aprendizes do campo no Brasil, a COOPEAT (Cooperativa Escolar de Aprendizagem Teutônia). “Fabricávamos e comercializávamos rapaduras de chocolate e produtos cultivados de forma orgânica na horta, que cuidávamos no Colégio Teutônia”, acrescenta.
 
Nova turma: A Cooperativa Languiru (cotizadora), o Colégio Teutônia (entidade formadora) e o Sescoop/RS (entidade certificadora) estão organizando a 5ª turma do Programa Aprendiz Cooperativo do Campo. O início das aulas está previsto para o mês de agosto, com 1104 horas de atividades, divididas em 552 horas teóricas e 552 horas práticas. Serão quatro turnos por semana, totalizando 16 horas semanais ao longo de 18 meses. Esta é a primeira turma cujo aprendizado prático será desenvolvido na propriedade rural. Anteriormente essa etapa era realizada na Unidade Técnica e Pedagógica da Granja do Colégio Teutônia. Para o acompanhamento das práticas, os professores encaminham atividades e os estudantes retornam relatórios com os registros e resultados. Num primeiro momento, a prática inicia pelo diagnóstico de cada propriedade, seu histórico, o vínculo com a cooperativa, o processo de sucessão e a mão de obra disponível, o envolvimento familiar, com levantamento de dados e fotografias A matriz curricular contempla matemática, português, educação ambiental, além de disciplinas específicas de empreendedorismo, contabilidade, crédito, sistemas de produção (carnes, leite, grãos, horticultura e fruticultura) e gestão de pequenas e médias propriedades, características na área de atuação da Languiru. Em virtude da pandemia e considerando os decretos e a legislação vigente, a formação pode ocorrer no formato virtual ou presencial. “O curso será muito voltado aos desafios das propriedades rurais, instigando o comprometimento dos jovens e das famílias por resultados diferenciados. Temos um belo trabalho pela frente, fortalecendo o cooperativismo e a atividade no campo, com um novo perfil de estudantes e de empreendedores do meio rural, pensando na sustentabilidade e incentivando a sucessão”, avalia a professora Maria de Fátima Fuzer da Silva, coordenadora de projetos no Colégio Teutônia.
 
Sucessão, mercado de trabalho e formação de lideranças: A Languiru participa do Programa Aprendiz Cooperativo como cotizadora desde 2009, com cerca de mil estudantes qualificados em cursos voltados ao Processamento de Carnes, Eletrotécnica Básica, Auxiliar Administrativo e Serviços de Supermercado, além de turmas específicas para Pessoas com Deficiência (PcDs) e o Aprendiz Cooperativo do Campo. “O cooperativismo e a educação fazem a diferença, com a formação de novas lideranças. O agronegócio, especialmente em tempos de pandemia, mostra a sua força na geração de empregos e renda, levando qualidade de vida e sustento para inúmeras famílias. Apoiamos e acreditamos nessa iniciativa, aspirando o desenvolvimento do sistema cooperativo como um todo e fazendo o caminho inverso ao êxodo rural”, valoriza o presidente da Languiru, Dirceu Bayer, citando o Aprendiz Cooperativo do Campo como “iniciativa que estimula a sucessão nas propriedades familiares”.
 
Inscrições :As inscrições são gratuitas, com vagas limitadas a 25 participantes. Essa turma é dirigida especialmente para filhos de associados ou jovens integrantes do núcleo familiar do associado, entre 14 e 24 anos de idade, cursando ou já tendo concluído o Ensino Médio. É essencial possuir Carteira de Trabalho, considerando que há remuneração do aprendiz. Interessados devem se inscrever, munidos de currículo, na recepção ou setor de Recursos Humanos das unidades da Languiru. Mais informações podem ser obtidas pelo fone (51) 3762-5600, junto ao setor de Recursos Humanos da Languiru. (Cooperativa Languiru)

Jogo Rápido  

 Copom sinaliza mais 0,75 pontos

 Os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reforçaram ontem, por meio da ata de seu último encontro, a sinalização de que a taxa básica de juros Selic subirá mais 0,75 ponto porcentual em junho, para 4,25% ao ano. O aumento daria continuidade à resposta ao avanço das projeções de inflação, na esteira dos aumentos de preços de alimentos e energia no país. A intenção do Banco Central é frear a alta de preços. Por outro lado, a medida é criticada pelo setor produtivo, uma vez que, conforme avaliam, sinalizaria a investidores que a aplicação de recursos em papéis pode ser mais vantajosa que investimento direto em negócios. Na semana passada o Copom, formado pelo presidente do BC, Roberto Campos Neto, e pelos oito diretores da autarquia, elevou a Selic em 0,75 ponto porcentual, de 2,75% para 3,50% ao ano. (Correio do Povo)

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  11 de maio de 2021                                                         Ano 15 - N° 3.462


Produtores de leite de Serafina Corrêa obtêm maior lucratividade mesmo com alta dos insumos

Lucratividade/RS - Enquanto que a alta nos custos dos insumos desde o ano passado tem impactado as margens de lucro dos produtores de leite, em Serafina Corrêa um grupo de produtores conseguiu elevar a lucratividade aproveitando o aumento no preço recebido pelo leite e aumentando a produtividade ao explorar melhor os alimentos volumosos, como pastagens e silagens, que são de menor custo comparado aos concentrados.

É o que tem constatado a Emater/RS-Ascar a partir do acompanhamento dos resultados de algumas famílias de bovinocultores de leite do município.

Elas participam do Projeto de Gerenciamento Técnico da Bovinocultura de Leite, que iniciou como grupo de trabalho em bovinocultura leiteira (GTLeite). Nele, os participantes têm acesso à assistência técnica, orientações, eventos técnicos e capacitações, além de contar com um aplicativo de gerenciamento mensal de indicadores zootécnicos, econômicos e de qualidade do leite, que leva o nome GTLeite.

Hoje, cerca de 20 famílias participam do projeto em Serafina Corrêa. Destas, 12 já utilizam o aplicativo para envio dos dados de forma consistente desde o início de 2019, quando iniciou o projeto, e sete já com o envio de informações sobre as despesas mensais nesse período. São desses dados que se observam esses resultados, ao comparar os dados médios dos produtores em 2020 e 2019, a margem bruta foi aumentada por litro de leite em 63%.

A margem por vaca ordenhada e por hectare também se elevou em 53% e 55%, respectivamente. Essa elevação pode ser explicada pelo aumento da eficiência da produção de leite dos volumosos e melhor uso dos concentrados, potencializados pelo aumento dos preços recebidos pelo litro de leite, conforme explica o engenheiro agrônomo Leandro Ebert, extensionista rural da Emater/RS-Ascar. Ele conta que as despesas com ração realmente tiveram uma elevação, de R$ 0,39 para R$ 0,56 por litro no período, mas que a diminuição das demais despesas por litro em 25% e o aumento das receitas por vaca e por hectare em 32% permitiram esses resultados. Esse aumento das receitas se deve ao aumento da produtividade média ao ano das propriedades, que foi de 20,5 para 22 l/vaca/dia e de 17,3 mil para 19 mil litros por hectare, somado ainda ao aumento nos preços médios recebidos, que passou de R$ 1,28 em 2019 para R$ 1,72 em 2020.

“Durante esse período, trabalhamos com a lógica de buscar alta produção de leite a partir das fontes volumosas, sem menosprezar o uso inteligente e balanceado dos concentrados”, conta Ebert. Ele explica que todos os meses esses indicadores são monitorados nos relatórios que obtém pelo aplicativo e, a partir daí, os extensionistas fornecem feedback sobre os gargalos encontrados, com orientações para superá-los.

Todos esses produtores, mesmo os que não anotam e ainda não informam as despesas mensais no aplicativo, possuem, através dos dados enviados, dentre outros, o acompanhamento do indicador Receita Menos o Custo da Ração (RMCR), por onde eles avaliam o retorno do uso dos concentrados. “Em 2020, por exemplo, com a pandemia dificultando ações presenciais, foram feitas capacitações online para essas famílias sobre o manejo com dietas de alto volumoso, visando justamente trabalhar para melhorar esse quesito”, ressalta Ebert. E, mesmo com o aumento de 43% nas despesas com ração por litro de leite, o RMCR por litro passou de R$ 0,89 para R$ 1,16 com a elevação dos preços recebidos e, somando ainda os aumentos de produtividade, por vaca/dia passou de R$ 23 para R$28,4 e, por hectare, de R$1,36 mil para R$ 1,74 mil.

“Em 2019, a margem bruta mensal era de R$ 900 por hectare e, em média, essas famílias alcançaram em 2020 cerca de R$ 1,4 mil por hectare, com algumas chegando a R$ 2 mil, o que demonstra que a busca por sistemas de produção de alta eficiência e o uso de volumosos pode viabilizar mesmo pequenas propriedades de 5 a 10 hectares, como algumas que temos acompanhado no projeto”, frisa Ebert. (Emater/RS)


Conceito Gostamos de fazer bem o que te faz bem retorna ao novo comercial da Piracanjuba na voz de Ivete Sangalo
 
Novo comercial Piracanjuba - Com campanha inspirada na exaltação dos momentos com quem a gente gosta, a Piracanjuba reforça o mote “Gostamos de fazer bem o que te faz bem” para 2021. O clipe, marcado pela presença da Ivete Sangalo, potencializa o conceito de carinho e cuidado, com toque musical. Na voz da embaixadora, a declaração “Tudo o que eu quero, o que eu sempre quis... é te fazer bem, te fazer bem feliz...” reforça que, nos tempos como os atuais, nosso desejo é estar perto de quem amamos, abraçar pessoas queridas e nos sentir amados. Assim, as cenas da produção ressaltam os pequenos prazeres que a vida oferece, inclusive, quando dividimos uma comida gostosa com alguém especial.
 
“A Piracanjuba está presente no dia a dia de milhares de famílias, nutrindo e colocando mais sabores na mesa. Juntamos isso à boa energia da Ivete para apresentar um vídeo que valoriza o tempo que passamos ao lado de quem amamos. Afinal, vivemos uma época de muitas restrições e os momentos de ternura e cuidado devem ser preservados e valorizados, pois são eles que nos enchem de esperança”, comenta a Gerente de Marketing da Piracanjuba, Lisiane Campos. Ivete retrata valores dos quais a Piracanjuba também compartilha, como a valorização da família, a empatia e o gosto em compartilhar sabores.
 
O vídeo apresenta a variedade dos produtos Piracanjuba que, atualmente, soma um portfólio com mais de 180 itens, sempre se antecipando às necessidades e desejos dos consumidores. “Quando olhamos para 2020 e pensamos no ano que estamos vivendo, não poderíamos deixar de resgatar os bons sentimentos e a leveza das pausas felizes na nossa rotina. Por isso, optamos pela música e, na voz da nossa embaixadora, conseguimos transmitir a ternura e o carinho que a Piracanjuba quer repassar a todos os brasileiros na forma de qualidade e sabor”, explica Lisiane. O comercial, criado pela agência GoodBrands, está sendo veiculado em TV aberta nacional. A estreia aconteceu durante live especial da Ivete, em homenagem ao Dia das Mães, e nas principais emissoras: Globo, SBT, Record e Band. A campanha também conta com comunicação nos pontos de venda e conteúdo digital integrado. As redes sociais da marca, como Instagram e Facebook, dão suporte à ação, oferecendo interações, por meio de posts diversificados. Clique aqui e assista. (Assessoria de imprensa Piracanjuba)  
 
 
Atividade industrial exibe melhora no desempenho
 
Após recuar em fevereiro, o desempenho da atividade das fábricas brasileiras voltou a melhorar, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Todos os indicadores industriais tiveram alta em março. O faturamento cresceu 2,2% no terceiro mês do ano, já considerando-se os efeitos sazonais nessa comparação. Em fevereiro houve uma retração de 3,3%. Em relação a março do ano passado, primeiro mês impactado pela pandemia de Covid-19, a alta nas vendas do setor foi de 12,7%. O faturamento do primeiro trimestre deste ano superou em 7,5% o desempenho do mesmo período de 2020. “Os dados revertem parcialmente as perdas de fevereiro e mantêm a atividade industrial em patamar acima do pré-pandemia.
 
Ante março de 2020, quando a indústria enfrentava necessidade de paralisar por conta da pandemia, as altas na atividade são expressivas”, diz o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo. A Utilização da Capacidade Instalada na indústria chegou a 81,1% ante 80,7% em fevereiro e 76,2% em março de 2020. Da mesma forma, as horas trabalhadas cresceram 0,9% de um mês a outro se mantendo em nível superior ao pré-pandemia. Na comparação com o mesmo mês de 2020, o crescimento no tempo de trabalho é de 10,7%. No trimestre a alta é de 6,5% em relação aos três primeiros meses do ano passado. Com isso, as fábricas registraram avanço no emprego pelo oitavo mês consecutivo, com alta de 0,3% em março. O indicador superou em 2,1% o nível do mesmo mês do ano passado. (Correio do Povo)

Jogo Rápido  

Milho segunda safra pode registrar quebra de 8 milhões de toneladas, diz consultoria Com o clima prejudicando o desenvolvimento das lavouras, a segunda safra de milho do Brasil deve ter uma quebra de 8 milhões de toneladas, é o que projeta o analista de mercado Carlos Cogo. “A transição do Lã Niña para um clima neutro e todo o atraso que ocorreu no plantio e colheita da soja, acarretou em um atraso da plantação da segunda safra de milho e que foi prejudicado pela seca neste período”, explica Cogo. “Estamos com uma projeção de quebra ainda modesta frente a outras consultorias. Começamos o ano estimando 85 milhões de toneladas e agora a expectativa é de um volume a cerca de 76 milhões de toneladas. Mas esse número em breve deve sofrer um novo corte, estamos aguardando apenas o levantamentos das regiões”, explica o especialista. Assista o vídeo clicando aqui. (Canal Rural)