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Porto Alegre, 26 de agosto de 2026                                                        Ano 20 - N° 5.001


Pegou, pagou, levou: lácteos ganham geladeira de autosserviço na Expointer

A experiência de consumo de produtos lácteos ganha um novo formato na Expointer 2026. Pela primeira vez, uma geladeira de autosserviço exclusivamente com lácteos estará disponível no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), permitindo que os visitantes encontrem opções práticas, nutritivas e diversificadas para consumo durante a feira.

A iniciativa é do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) e reúne produtos de empresas associadas.

A geladeira terá queijos variados e bebidas proteicas prontas para o consumo. A proposta é aproximar os produtos da indústria láctea gaúcha do consumidor e, ao mesmo tempo, criar uma experiência diferente dentro de um dos principais eventos do agronegócio brasileiro.

Segundo o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, a iniciativa busca apresentar os lácteos de uma maneira mais direta e conectada aos novos hábitos de consumo. “A ideia é levar para a Expointer uma experiência simples, prática e inovadora. O visitante poderá escolher o produto, fazer o pagamento e levar na hora, encontrando diferentes opções de lácteos em um único espaço. É também uma forma de mostrar a diversidade dos produtos das nossas empresas associadas e aproximar a indústria do consumidor”, destaca.

Além da praticidade, a ação evidencia a versatilidade dos lácteos como alternativa de alimentação ao longo da programação da Expointer. A presença de diferentes categorias de produtos também permite ao público conhecer opções que vão além do consumo tradicional, incluindo bebidas proteicas e variedades de queijos. “O projeto representa uma nova forma de apresentar a força e a diversidade da indústria láctea gaúcha, colocando os produtos diretamente à disposição do público e transformando a geladeira em um ponto de contato entre indústria, produtos e consumidores. Levaremos para outros lugares também”, diz o executivo. (Sindilat/RS)


Conseleite Paraná

RESOLUÇÃO Nº 08/2026

A diretoria do Conseleite-Paraná reunida no dia 26 de agosto de 2026 na sede da FAEP na cidade de Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Capítulo II do Título II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima leite realizados em Julho de 2026 e a projeção dos valores de referência para o mês de Agosto de 2026, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paraná, a partir dos preços médios e do mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes. 

Os valores de referência indicados nesta resolução para a matéria-prima leite denominada “Leite Padrão”, se referem ao leite analisado que contém 3,50% de gordura, 3,10% de proteína, 500 mil células somáticas/ml; 300 mil ufc/ml de contagem de placas padrão e volume diário de até 300 litros/dia.

Os maiores valores de referência se referem ao leite analisado que contém acima de 4,25% de gordura, acima de 3,40% de proteína, abaixo de 200 mil células somáticas/ml, abaixo de 100 mil ufc/ml de contagem de placas padrão e volume diário superior a 3.000 litros/dia; Os menores valores de referência se referem ao leite analisado que contém 3% de gordura, 2,9% de proteína, acima de 600 mil células somáticas/ml, acima de 500 mil ufc/ml de contagem de placas padrão e volume diário de até 300 litros/dia.

Esses parâmetros são apresentados na primeira tabela dessa resolução. Para o leite pasteurizado o valor projetado para o mês de Agosto de 2026 é de R$ 4,4039/litro.

Visando apoiar políticas de pagamento da matéria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paraná disponibiliza um simulador para o cálculo de valores de referência para o leite analisado em função de seus teores de gordura, proteína, contagem de células somáticas e contagem bacteriana. O simulador está disponível no seguinte https://www.sistemafaep.org.br/conseleite-parana/ . 

Produção de leite dos EUA aumentou 2,2%, em julho, na comparação interanual 

A produção de leite dos Estados Unidos da América (EUA) registra mais um mês de crescimento sólidos, em julho, com a produção nacional alcançando 20,1 bilhões de libras – um resultado 2,2% superior ao de julho de 2025 – sinalizado que o setor mantém uma firme trajetória de expansão, apesar das incertezas do mercado.

O relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) de julho reforça o padrão que tem definido 2026: estabilidade no crescimento do rebanho, ganhos de produtividade e a oferta de leite atendendo a demanda doméstica e a expansão das oportunidades de exportação.

Talvez o indicador mais significativo de julho seja o tamanho do rebanho. O número total de cabeças chegou a 9,71 milhões, o que representa 199 mil cabeças a mais em relação a julho de 2025. Isso representa mais de 2% de aumento, uma expansão significativa, quando muitos analistas previam consolidação com queda no número de animais.

Nos 24 estados de maior produção, o rebanho contabilizado foi de 9,27 milhões de cabeças, aumento de 185 mil em relação ao ano passado. Na comparação mensal, entre junho e julho o acréscimo, nesses estados, foi de 2 mil cabeças, sugerindo que os produtores estão mantendo níveis elevados de rebanho, em vez de expandir significativamente, no curto prazo.

Embora a expansão do rebanho tenha representado a maior parte do aumento da produção de julho, a produtividade animal também contribuiu – ainda que de forma mais modesta.

A produtividade animal dos EUA atingiu a média de 2.075 libras em julho, apenas 3 libras a mais em relação a julho de 2025. Nos 24 principais estados produtores, a média foi de 2.093 libras, 5 a mais na comparação interanual.

O ganho percentual pode parecer pequeno, as eles refletem o contínuo melhoramento genético, os programas de aprimoramento de nutrição e práticas de manejo que seguem ampliando os limites orgânicos da capacidade de produção sustentável das vacas leiteiras.

É importante ressaltar que a produtividade animal no mês de julho ocorreu mesmo durante um mês típico de estresse térmico que impacta o rebanho em muitas regiões. Superar os números do ano anterior indicam que os sistemas de resfriamento foram aprimorados, melhores estratégias de mitigação do calor foram adotadas e um manejo cuidadoso do rebanho que geram resultados positivos.


Jogo Rápido

Inscreva sua startup para o Milk Summit Mercosul 2026

Startups e negócios inovadores já podem se inscrever para participar da Arena Láctea de Inovação Sebrae, que será realizada durante a Expofest, em Ijuí (RS). O espaço integrará a programação do Milk Summit Mercosul 2026, marcado para os dias 14 e 15 de outubro. Serão selecionadas 20 empresas com soluções aplicáveis ao agronegócio, especialmente à cadeia produtiva do leite e derivados. A exposição ocorrerá de 13 a 15 de outubro e permitirá que os participantes apresentem suas tecnologias, produtos e modelos de negócio a produtores, indústrias, cooperativas, lideranças e outros representantes do setor. A participação será gratuita, com espaço de 4 m², identificação da startup, duas cadeiras e tomada individual. Os demais custos serão de responsabilidade do expositor. A seleção considerará o grau de maturidade da startup, o nível de inovação da solução, o modelo de negócio e a conexão com a cadeia do leite. Participantes do Programa Campo Inovador receberão pontuação extra. As inscrições podem ser realizadas clicando aqui: Mais informações podem ser obtidas com Cássio Fridriczewski pelo WhatsApp (55) 99646-1613.


Porto Alegre, 06 de janeiro de 2026                                                        Ano 20 - N° 4.547


Secretaria da Fazenda RS prorroga prazo para uso do talão de produtor já impresso até abril de 2026

A Secretaria da Fazenda do Estado do Rio Grande do Sul (SEFAZ-RS) prorrogou até 30 de abril de 2026 o prazo para utilização do talão de produtor rural já impresso, modelo A4, para a emissão de Nota Fiscal nas operações internas. A decisão representa uma importante conquista da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (FETAG-RS), resultado do diálogo permanente da entidade com o governo estadual em defesa dos agricultores familiares.

A prorrogação é válida exclusivamente para os produtores rurais que, nas operações internas, tenham obtido receita bruta inferior a R$ 360 mil em pelo menos um dos anos de 2023 ou 2024. A medida garante mais tempo para que os agricultores se adaptem às exigências da obrigatoriedade da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), evitando prejuízos e dificuldades operacionais durante o período de transição.

Para a FETAG-RS, a decisão reconhece as diferentes realidades do campo e a necessidade de uma transição mais justa e gradual, especialmente para a agricultura familiar, que enfrenta desafios relacionados à conectividade, acesso à tecnologia e capacitação.

A Federação destaca ainda que aguarda a publicação do novo decreto estadual, que regulamentará oficialmente essa prorrogação, trazendo os detalhes operacionais e a segurança normativa necessária para a correta aplicação da medida tanto pelos produtores quanto pelos órgãos fiscalizadores.

A FETAG-RS orienta que os agricultores e agricultoras familiares procurem o Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de seus municípios, que está preparado para oferecer orientações, esclarecimentos e apoio técnico sobre a emissão da Nota Fiscal Eletrônica e demais procedimentos necessários. Os sindicatos desempenham papel fundamental na disseminação de informações e no acompanhamento dos produtores durante esse processo de adaptação. (Fetag)


GDT - 06/01/2026

(Fonte: GDT)

Leite Spot: confira valores da primeira quinzena de janeiro/26

Na primeira quinzena de janeiro, o preço médio nacional do leite spot foi de R$ 1,74 por litro, registrando uma estabilidade em relação à quinzena anterior, segundo dados do MilkPoint Mercado.

 
O mercado spot manteve um quadro de estabilidade na primeira quinzena de janeiro. De acordo com os relatos da pesquisa do MilkPoint Mercado, a maior parte dos agentes conseguiu preservar não apenas os preços, mas também os volumes negociados em relação à quinzena anterior. Em alguns estados, como Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, São Paulo e Minas Gerais, houve um sutil aumento na média dos valores negociados. (MilkPoint)


Jogo Rápido
Classe média menos endividada no RS
O endividamento das famílias gaúchas de classe média não é tão severo quanto o quadro nacional. Chamou atenção a análise da Confederação Nacional do Comércio (CNC) apontando que a fatia de consumidores com renda mensal acima de 10 salários mínimos (mais do que R$ 15.180) e com mais de 50% da renda comprometida com dívidas subiu a 12,8%. Este nível e sem condição de pagar configura o que se chama de superendividamento. Aqui no Rio Grande do Sul, porém, a pesquisa da Federação do Comércio de Bens e Serviços (Fecomércio-RS) aponta 0% das famílias de classe média com comprometimento da renda acima de 50%. Para 85,4% delas, as dívidas somam de 11% a 50% do orçamento. 'Mesmo entre as famílias com renda menor, o comprometimento se concentra nesta faixa. A realidade local é bem diferente da nacional" analisa a economista-chefe da Fecomércio-RS, Patrícia Palermo. (Zero Hora)


A Secretaria da Fazenda do Rio Grande do Sul (Sefaz/RS) promove, no próximo dia 10 de setembro, às 14h, mais uma edição da live Diálogos Setoriais, com foco nos indicadores econômicos do setor do leite no Estado. O encontro será transmitido ao vivo pelo canal da Sefaz no YouTube (assista aqui).

Os dados que embasam mais uma edição do debate estão disponíveis na 34ª edição da revista RS360, publicada em 2 de setembro, que traz a análise sobre a atividade industrial leiteira tendo como base o mês de julho de 2025. O estudo compara o desempenho do setor em relação ao período do ano anterior, considerando parâmetros como vendas, compras de insumos, aquisição de bens de capital, valor adicionado e fluxos interestaduais de mercadorias (páginas 73 a 81). A revista pode ser acessada neste link.

Esta será a terceira rodada de análise de dados promovida pelo Executivo gaúcho. Pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), estão confirmadas as participações do presidente Guilherme Portella, do diretor tesoureiro Ângelo Paulo Sartor e do secretário-executivo, Darlan Palharini. O levantamento e a live integram o Programa Desenvolve RS, iniciativa do Governo Estadual com estratégia para fomentar o crescimento econômico a partir de dados e análises setoriais.

As informações são do Sindilat/RS, com dados da Sefaz. 

Imagem: Reprodução Revista RS360

A quarta-feira (3) foi marcada por uma agenda diversificada para o Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) na Expointer.

Pela manhã, o sindicato esteve presente na reunião da Aliança Láctea e cadeias leiteiras dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. O encontro tratou de temas estratégicos como competitividade, sanidade e qualidade do leite, além de discutir formas de cooperação entre os estados.

À tarde, o destaque foi a apresentação da 6ª edição do Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leite no RS, elaborado pela Emater/RS-Ascar. O estudo, divulgado na Arena da Extensão, durante a 48ª Expointer, trouxe um panorama atualizado sobre a produção, os desafios e as oportunidades do setor lácteo gaúcho.

Encerrando o dia, o Sindilat participou da Confraria da Lactalis, onde a associada celebrou seus 10 anos de atuação no Brasil, reforçando a relevância da indústria para o fortalecimento da cadeia produtiva no país.

Representaram o Sindilat nas atividades o presidente Guilherme Portella, o 1º vice-presidente Alexandre Guerra, o secretário-executivo Darlan Palharini, a gerente de comunicação Jéssica Aguirres e a gerente administrativa Julia Bastiani.

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre, 25 de junho de 2025                                                          Ano 19 - N° 4.420


Inverno será típico no Rio Grande do Sul, com frentes frias

Quando marcar 23h42 desta sexta-feira (20/6), começará oficialmente o inverno no Hemisfério Sul do planeta. Até as 15h19 do dia 22 de setembro, a estação promete ser típica no Rio Grande do Sul, com passagem regular de frentes frias, com massa de ar frio avançando e provocando queda nas temperaturas. É o que afirma o meteorologista da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Flávio Varone, coordenador do Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro-RS).

Conforme Varone, a previsão para julho, agosto e setembro é que não ocorram fenômenos globais, como o El Niño e a La Niña.  “Então, a tendência é de um segundo semestre dentro da normalidade, um inverno típico do Rio Grande do Sul”, acredita. “A condição de frentes frias passando traz chuva regular durante dois, três dias, na maioria dos eventos. E o ingresso de ar frio traz a queda da temperatura, mas também provoca fenômenos bem típicos da estação, como geada, nevoeiros e, eventualmente, a ocorrência de queda de neve em alguns pontos do Estado”, alerta.

E como fica a previsão mensal? “O modelo do Simagro, que é regional, está indicando que nós deveremos ter, durante o mês de julho, chuva próxima da normalidade em todo o Estado. Isso favorece um pouco mais as culturas de inverno, como trigo, canola, aveia e cevada”, destaca Varone.

Para agosto, conforme o meteorologista, a tendência é de chuva um pouco acima da média em grande parte do Rio Grande do Sul. “Condição que vai favorecer os reservatórios, principalmente da Fronteira Oeste e da Campanha, que ficaram mais baixos devido à estiagem de verão. No inverno, eles devem recuperar seus níveis mais aceitáveis”, prevê Varone. “E, na faixa Norte, tem previsão de chuva um pouco abaixo da média, mas nada muito expressivo”, complementa.

Para setembro, o Simagro indica que a chuva deve diminuir em todo o Rio Grande do Sul. “A gente espera volumes abaixo da normalidade”, pontua Varone.

Temperaturas
A temperatura média para julho e agosto deve ficar mais baixa que o normal, especialmente na Fronteira Oeste e nas Missões. “Em parte da Campanha deve fazer mais frio. No Litoral gaúcho, tanto em julho quanto em agosto, a previsão aqui do nosso modelo indica valores mais próximos da normal, mas também algumas áreas acima da normalidade. Então, vai ser um pouquinho mais quente no Litoral gaúcho nesses dois meses”, esclarece Varone.

Para setembro, de acordo com o meteorologista, essa condição de valor inferior à média deve cobrir todo o Rio Grande Sul, principalmente metade Oeste e Campanha. “Deve trazer temperaturas com valores realmente um pouco abaixo da média, bem mais frios. Essa faixa mais leste (mais quente ao longo do ano), no decorrer do mês tende a ter valores ligeiramente abaixo da média, ou dentro da normalidade”, especificou Varone.

BOLETIM INTEGRADO AGROMETEOROLÓGICO Nº 25/2025 – SEAPI

Nos últimos seis dias, o Rio Grande do Sul registrou chuvas de alto volume em praticamente todo o território. Na quinta-feira (12/06) e na sexta-feira (13/06), o anticiclone migratório localizado sobre o Oceano Atlântico, próximo ao estado, manteve o tempo estável. Por conseguinte, não houve registro de precipitação significativa, e as temperaturas apresentaram elevação gradual.

Na bovinocultura de leite, a condição corporal dos rebanhos segue satisfatória mesmo com os efeitos do vazio forrageiro outonal. As baixas temperaturas contribuíram para o bem-estar animal e o controle sanitário. Apesar de, em algumas regiões, o excesso de umidade dificultar o manejo e o acesso às pastagens, a entrada das forrageiras de inverno e os ajustes nas dietas possibilitaram o equilíbrio entre produtividade e custos. A qualidade do leite permaneceu dentro dos padrões exigidos pelas indústrias. 

A previsão para os próximos dias indica a atuação de sistemas meteorológicos, resultando em chuvas em praticamente todo o estado do Rio Grande do Sul. Na terça-feira (18/06), um sistema frontal irá se formar no sul do Atlântico, dando origem a uma frente fria. Por conseguinte, há previsão de chuva fraca a moderada, ocasionalmente forte, no centro-sul do estado. Na quarta-feira (19/06), a continuidade da atuação desse sistema causará chuvas moderadas a fortes na região central e norte, e chuvas fracas a moderadas na porção sul. As temperaturas entrarão em declínio após a passagem desse sistema frontal. Na quinta-feira (20/06), uma perturbação causada por um sistema frontal no Pacífico Sul, ao passar pelos Andes, dará origem a um cavado em níveis médios que, somado ao suporte de umidade advectada da região norte, contribuirá para a formação de sistemas convectivos sobre o Rio Grande do Sul. Esperam-se pancadas de chuva isoladas na porção sudoeste e chuva fraca a moderada nas porções central e nordeste. Na sexta-feira (21/06), ainda sob influência do vórtice em níveis médios, ocorrerão chuvas isoladas na região litorânea do estado.  No sábado (22/06), haverá condição de estabilidade, sem previsão de chuvas e com temperaturas em declínio. No domingo (23/06), a formação de um sistema frontal no sul da Patagônia influenciará o tempo, causando acumulados de chuva de moderada a forte intensidade no centro-norte do Rio Grande do Sul e chuvas fracas na porção sul. Além disso, o sistema de alta pressão da retaguarda, localizado na Argentina, contribuirá, juntamente com esse sistema frontal, para a entrada de uma intensa massa de ar polar, com risco de geada nas porções sul e norte do estado. Na segunda-feira (24/06), a estabilidade se manterá, e as temperaturas continuarão baixas em todo o estado. Não há previsão de chuva significativa para este dia. Na terça-feira (25/06), a formação de um sistema frontal sobre o continente ocasionará chuvas fracas a moderadas na porção centro-norte do Rio Grande do Sul.

O prognóstico para os próximos oito dias indica a ocorrência de chuvas significativas em praticamente todo o estado do Rio Grande do Sul. Os acumulados previstos para essas regiões estarão principalmente associados à atuação de sistemas que irão afetar o território gaúcho nos próximos dias. Nas porções norte, nordeste, central e em parte da região Sul, os volumes esperados podem ultrapassar os 100 mm, com alguns pontos isolados chegando a 200 mm acumulados. Já as demais regiões, apresentam acumulados que irão variar entre 5 e 100 milímetros.  (SEAPI)


Quais são as principais prioridades dos líderes do setor lácteo?

Pesquisa com executivos mostra que o setor de laticínios busca crescer com inovação em produtos e processos, mas com foco máximo em custo e eficiência.

A pesquisa anual da McKinsey & Company revela o que está no topo das preocupações dos executivos da indústria de laticínios em 2025.

Pelo sétimo ano consecutivo, a McKinsey & Company, em parceria com a International Dairy Foods Association (IDFA), entrevistou mais de 100 executivos do setor de laticínios para descobrir quais são suas principais prioridades de negócios. A pesquisa foi realizada no quarto trimestre de 2024, com participantes de empresas sediadas na América do Norte, Europa e Oceania.

Em 2024, propósito corporativo, talento e custo eram as três maiores prioridades dos executivos do setor. Neste ano, o propósito caiu para a quarta posição, enquanto o custo disparou para o topo da lista. O talento permaneceu em segundo lugar, seguido pelo crescimento de volume em terceiro.

No outro extremo, a sustentabilidade caiu da quinta para a sétima posição, sendo ultrapassada por dados digitais e análises, que ocupam agora a sexta colocação.

Margens pressionadas

Não é surpresa que, para 69% dos executivos, o custo seja a principal preocupação, em comparação com 48% e 50% nos dois anos anteriores.

Isso reflete preocupações contínuas com logística, inflação e volatilidade dos custos de insumos, que continuam pressionando as margens, segundo análise da McKinsey.

O talento, prioridade para 67% dos entrevistados, também está em alta na agenda, evidenciando os desafios persistentes para preencher a lacuna de habilidades na agricultura, processamento e manufatura.

Inovação em produtos e processamento

Mais executivos do setor esperam crescimento nos próximos três anos, com 80% (contra 76% em 2024) acreditando que o volume crescerá mais de 3% no curto prazo.

A demanda por laticínios também deve impulsionar as linhas de inovação, com 65% dos entrevistados afirmando que planejam aumentar os investimentos em inovação de produtos nos próximos 3 a 5 anos; enquanto 79% pretendem intensificar a inovação na área de manufatura nesse mesmo período.

Adoção da IA

Em uma mudança em relação ao ano passado, há um foco maior em digitalização e análise de dados, com mais de 5 em cada 10 executivos (54%) afirmando que utilizam inteligência artificial (IA) em precificação, otimização da manufatura, gestão da cadeia de suprimentos e outras áreas.

É importante destacar que quase todos os 29 executivos entrevistados em profundidade como parte da pesquisa afirmaram que planejam usar IA no futuro – embora alguns tenham demonstrado preocupações quanto à eficácia da tecnologia atual.

Relevância da sustentabilidade enfraquece

Embora a sustentabilidade continue sendo uma prioridade central para os executivos do setor de laticínios, ela não está entre as principais preocupações dos líderes. Apenas 12% dos respondentes a classificaram entre suas três prioridades principais, uma queda significativa em relação aos 44% do ano anterior.

Mas, segundo a McKinsey, os consumidores provavelmente manterão a sustentabilidade relevante para as empresas de laticínios no longo prazo – produtos comercializados como “sustentáveis” apresentaram crescimento de vendas de 3,5% em comparação com produtos convencionais, segundo pesquisa citada pela empresa.

As principais prioridades dos líderes do setor leiteiro em 2025, segundo a última pesquisa McKinsey & Company / IDFA:
● Custo
● Talento
● Crescimento de volume
● Propósito corporativo
● Resiliência da cadeia de suprimentos
● Digital e análises de dados

● Sustentabilidade

As informações são do Dairy Reporter, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint

 
Leite em pó integral: maior preço de exportação do Uruguai, em 32 meses

O preço da tonelada de leite em pó exportada no mês de maio, pelo Uruguai, foi o mais alto em 32 meses: US$ 4.126. 

Desde o pico em meados de 2022 não se registravam valores superiores a US$ 4.000 por tonelada. A média de maio foi a mais alta desde setembro de 2022, US$ 4.180. 

No último ano a recuperação do preço foi de 15%. Em maio de 2025 as exportações de leite em pó integral somaram US$ 49,5 milhões e no acumulado de janeiro a maio totalizaram US$ 238,4 milhões do principal produto lácteo de exportação, equivalente a dois terços das divisas do setor. 

O volume exportado aumentou somente 2%, para 60.401 nos primeiros cinco meses do ano, enquanto que o crescimento do faturamento foi de 17%. 

Fonte: Blasina y Asociados – Tradução livre: www.terraviva.com.br

Jogo Rápido
Banrisul anuncia suspensão da negativação de produtores rurais por 90 dias
Em reunião extraordinária de diretoria realizada nesta quinta-feira (19/6), o Banrisul decidiu suspender a negativação de todos os produtores com crédito rural no banco. O prazo para essa interrupção é de 90 dias, válidos a partir da próxima terça-feira (24/6) em razão do tempo necessário para retirar os negativados dos registros de inadimplência. A informação foi confirmada pelo governador Eduardo Leite. "A decisão do banco do Estado é uma ótima notícia para os homens e mulheres do campo e reforça nosso compromisso de estar ao lado de quem produz. Esperamos que, neste prazo, novas medidas venham a ser anunciadas pela União em favor dos produtores rurais gaúchos, que tiveram perdas recorrentes nas sucessivas estiagens e enchentes dos últimos anos", afirmou Leite. "Nosso objetivo é auxiliar e preservar esse importante setor econômico do Rio Grande do Sul", destacou o presidente do Banrisul, Fernando Lemos. (SEAPI)


 
 
 

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Porto Alegre, 20 de junho de 2025                                                          Ano 19 - N° 4.417


Inverno será típico no Rio Grande do Sul, com frentes frias

Quando marcar 23h42 desta sexta-feira (20/6), começará oficialmente o inverno no Hemisfério Sul do planeta. Até as 15h19 do dia 22 de setembro, a estação promete ser típica no Rio Grande do Sul, com passagem regular de frentes frias, com massa de ar frio avançando e provocando queda nas temperaturas. É o que afirma o meteorologista da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Flávio Varone, coordenador do Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro-RS).

Conforme Varone, a previsão para julho, agosto e setembro é que não ocorram fenômenos globais, como o El Niño e a La Niña.  “Então, a tendência é de um segundo semestre dentro da normalidade, um inverno típico do Rio Grande do Sul”, acredita. “A condição de frentes frias passando traz chuva regular durante dois, três dias, na maioria dos eventos. E o ingresso de ar frio traz a queda da temperatura, mas também provoca fenômenos bem típicos da estação, como geada, nevoeiros e, eventualmente, a ocorrência de queda de neve em alguns pontos do Estado”, alerta.

E como fica a previsão mensal? “O modelo do Simagro, que é regional, está indicando que nós deveremos ter, durante o mês de julho, chuva próxima da normalidade em todo o Estado. Isso favorece um pouco mais as culturas de inverno, como trigo, canola, aveia e cevada”, destaca Varone.

Para agosto, conforme o meteorologista, a tendência é de chuva um pouco acima da média em grande parte do Rio Grande do Sul. “Condição que vai favorecer os reservatórios, principalmente da Fronteira Oeste e da Campanha, que ficaram mais baixos devido à estiagem de verão. No inverno, eles devem recuperar seus níveis mais aceitáveis”, prevê Varone. “E, na faixa Norte, tem previsão de chuva um pouco abaixo da média, mas nada muito expressivo”, complementa.

Para setembro, o Simagro indica que a chuva deve diminuir em todo o Rio Grande do Sul. “A gente espera volumes abaixo da normalidade”, pontua Varone.

Temperaturas
A temperatura média para julho e agosto deve ficar mais baixa que o normal, especialmente na Fronteira Oeste e nas Missões. “Em parte da Campanha deve fazer mais frio. No Litoral gaúcho, tanto em julho quanto em agosto, a previsão aqui do nosso modelo indica valores mais próximos da normal, mas também algumas áreas acima da normalidade. Então, vai ser um pouquinho mais quente no Litoral gaúcho nesses dois meses”, esclarece Varone.

Para setembro, de acordo com o meteorologista, essa condição de valor inferior à média deve cobrir todo o Rio Grande Sul, principalmente metade Oeste e Campanha. “Deve trazer temperaturas com valores realmente um pouco abaixo da média, bem mais frios. Essa faixa mais leste (mais quente ao longo do ano), no decorrer do mês tende a ter valores ligeiramente abaixo da média, ou dentro da normalidade”, especificou Varone.

BOLETIM INTEGRADO AGROMETEOROLÓGICO Nº 25/2025 – SEAPI

Nos últimos seis dias, o Rio Grande do Sul registrou chuvas de alto volume em praticamente todo o território. Na quinta-feira (12/06) e na sexta-feira (13/06), o anticiclone migratório localizado sobre o Oceano Atlântico, próximo ao estado, manteve o tempo estável. Por conseguinte, não houve registro de precipitação significativa, e as temperaturas apresentaram elevação gradual.

Na bovinocultura de leite, a condição corporal dos rebanhos segue satisfatória mesmo com os efeitos do vazio forrageiro outonal. As baixas temperaturas contribuíram para o bem-estar animal e o controle sanitário. Apesar de, em algumas regiões, o excesso de umidade dificultar o manejo e o acesso às pastagens, a entrada das forrageiras de inverno e os ajustes nas dietas possibilitaram o equilíbrio entre produtividade e custos. A qualidade do leite permaneceu dentro dos padrões exigidos pelas indústrias. 

A previsão para os próximos dias indica a atuação de sistemas meteorológicos, resultando em chuvas em praticamente todo o estado do Rio Grande do Sul. Na terça-feira (18/06), um sistema frontal irá se formar no sul do Atlântico, dando origem a uma frente fria. Por conseguinte, há previsão de chuva fraca a moderada, ocasionalmente forte, no centro-sul do estado. Na quarta-feira (19/06), a continuidade da atuação desse sistema causará chuvas moderadas a fortes na região central e norte, e chuvas fracas a moderadas na porção sul. As temperaturas entrarão em declínio após a passagem desse sistema frontal. Na quinta-feira (20/06), uma perturbação causada por um sistema frontal no Pacífico Sul, ao passar pelos Andes, dará origem a um cavado em níveis médios que, somado ao suporte de umidade advectada da região norte, contribuirá para a formação de sistemas convectivos sobre o Rio Grande do Sul. Esperam-se pancadas de chuva isoladas na porção sudoeste e chuva fraca a moderada nas porções central e nordeste. Na sexta-feira (21/06), ainda sob influência do vórtice em níveis médios, ocorrerão chuvas isoladas na região litorânea do estado.  No sábado (22/06), haverá condição de estabilidade, sem previsão de chuvas e com temperaturas em declínio. No domingo (23/06), a formação de um sistema frontal no sul da Patagônia influenciará o tempo, causando acumulados de chuva de moderada a forte intensidade no centro-norte do Rio Grande do Sul e chuvas fracas na porção sul. Além disso, o sistema de alta pressão da retaguarda, localizado na Argentina, contribuirá, juntamente com esse sistema frontal, para a entrada de uma intensa massa de ar polar, com risco de geada nas porções sul e norte do estado. Na segunda-feira (24/06), a estabilidade se manterá, e as temperaturas continuarão baixas em todo o estado. Não há previsão de chuva significativa para este dia. Na terça-feira (25/06), a formação de um sistema frontal sobre o continente ocasionará chuvas fracas a moderadas na porção centro-norte do Rio Grande do Sul.

O prognóstico para os próximos oito dias indica a ocorrência de chuvas significativas em praticamente todo o estado do Rio Grande do Sul. Os acumulados previstos para essas regiões estarão principalmente associados à atuação de sistemas que irão afetar o território gaúcho nos próximos dias. Nas porções norte, nordeste, central e em parte da região Sul, os volumes esperados podem ultrapassar os 100 mm, com alguns pontos isolados chegando a 200 mm acumulados. Já as demais regiões, apresentam acumulados que irão variar entre 5 e 100 milímetros.  (SEAPI)


Quais são as principais prioridades dos líderes do setor lácteo?

Pesquisa com executivos mostra que o setor de laticínios busca crescer com inovação em produtos e processos, mas com foco máximo em custo e eficiência.

A pesquisa anual da McKinsey & Company revela o que está no topo das preocupações dos executivos da indústria de laticínios em 2025.

Pelo sétimo ano consecutivo, a McKinsey & Company, em parceria com a International Dairy Foods Association (IDFA), entrevistou mais de 100 executivos do setor de laticínios para descobrir quais são suas principais prioridades de negócios. A pesquisa foi realizada no quarto trimestre de 2024, com participantes de empresas sediadas na América do Norte, Europa e Oceania.

Em 2024, propósito corporativo, talento e custo eram as três maiores prioridades dos executivos do setor. Neste ano, o propósito caiu para a quarta posição, enquanto o custo disparou para o topo da lista. O talento permaneceu em segundo lugar, seguido pelo crescimento de volume em terceiro.

No outro extremo, a sustentabilidade caiu da quinta para a sétima posição, sendo ultrapassada por dados digitais e análises, que ocupam agora a sexta colocação.

Margens pressionadas

Não é surpresa que, para 69% dos executivos, o custo seja a principal preocupação, em comparação com 48% e 50% nos dois anos anteriores.

Isso reflete preocupações contínuas com logística, inflação e volatilidade dos custos de insumos, que continuam pressionando as margens, segundo análise da McKinsey.

O talento, prioridade para 67% dos entrevistados, também está em alta na agenda, evidenciando os desafios persistentes para preencher a lacuna de habilidades na agricultura, processamento e manufatura.

Inovação em produtos e processamento

Mais executivos do setor esperam crescimento nos próximos três anos, com 80% (contra 76% em 2024) acreditando que o volume crescerá mais de 3% no curto prazo.

A demanda por laticínios também deve impulsionar as linhas de inovação, com 65% dos entrevistados afirmando que planejam aumentar os investimentos em inovação de produtos nos próximos 3 a 5 anos; enquanto 79% pretendem intensificar a inovação na área de manufatura nesse mesmo período.

Adoção da IA

Em uma mudança em relação ao ano passado, há um foco maior em digitalização e análise de dados, com mais de 5 em cada 10 executivos (54%) afirmando que utilizam inteligência artificial (IA) em precificação, otimização da manufatura, gestão da cadeia de suprimentos e outras áreas.

É importante destacar que quase todos os 29 executivos entrevistados em profundidade como parte da pesquisa afirmaram que planejam usar IA no futuro – embora alguns tenham demonstrado preocupações quanto à eficácia da tecnologia atual.

Relevância da sustentabilidade enfraquece

Embora a sustentabilidade continue sendo uma prioridade central para os executivos do setor de laticínios, ela não está entre as principais preocupações dos líderes. Apenas 12% dos respondentes a classificaram entre suas três prioridades principais, uma queda significativa em relação aos 44% do ano anterior.

Mas, segundo a McKinsey, os consumidores provavelmente manterão a sustentabilidade relevante para as empresas de laticínios no longo prazo – produtos comercializados como “sustentáveis” apresentaram crescimento de vendas de 3,5% em comparação com produtos convencionais, segundo pesquisa citada pela empresa.

As principais prioridades dos líderes do setor leiteiro em 2025, segundo a última pesquisa McKinsey & Company / IDFA:
● Custo
● Talento
● Crescimento de volume
● Propósito corporativo
● Resiliência da cadeia de suprimentos
● Digital e análises de dados

● Sustentabilidade

As informações são do Dairy Reporter, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint

 
Leite em pó integral: maior preço de exportação do Uruguai, em 32 meses

O preço da tonelada de leite em pó exportada no mês de maio, pelo Uruguai, foi o mais alto em 32 meses: US$ 4.126. 

Desde o pico em meados de 2022 não se registravam valores superiores a US$ 4.000 por tonelada. A média de maio foi a mais alta desde setembro de 2022, US$ 4.180. 

No último ano a recuperação do preço foi de 15%. Em maio de 2025 as exportações de leite em pó integral somaram US$ 49,5 milhões e no acumulado de janeiro a maio totalizaram US$ 238,4 milhões do principal produto lácteo de exportação, equivalente a dois terços das divisas do setor. 

O volume exportado aumentou somente 2%, para 60.401 nos primeiros cinco meses do ano, enquanto que o crescimento do faturamento foi de 17%. 

Fonte: Blasina y Asociados – Tradução livre: www.terraviva.com.br

Jogo Rápido
Banrisul anuncia suspensão da negativação de produtores rurais por 90 dias
Em reunião extraordinária de diretoria realizada nesta quinta-feira (19/6), o Banrisul decidiu suspender a negativação de todos os produtores com crédito rural no banco. O prazo para essa interrupção é de 90 dias, válidos a partir da próxima terça-feira (24/6) em razão do tempo necessário para retirar os negativados dos registros de inadimplência. A informação foi confirmada pelo governador Eduardo Leite. "A decisão do banco do Estado é uma ótima notícia para os homens e mulheres do campo e reforça nosso compromisso de estar ao lado de quem produz. Esperamos que, neste prazo, novas medidas venham a ser anunciadas pela União em favor dos produtores rurais gaúchos, que tiveram perdas recorrentes nas sucessivas estiagens e enchentes dos últimos anos", afirmou Leite. "Nosso objetivo é auxiliar e preservar esse importante setor econômico do Rio Grande do Sul", destacou o presidente do Banrisul, Fernando Lemos. (SEAPI)