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Porto Alegre, 24 de maio de 2019                                              Ano 13 - N° 2.986

   RS se destaca pela capilaridade da produção e indústria atrai novos consumidores

O Rio Grande do Sul ocupa hoje a segunda colocação na produção de leite nacional, com 4,55 bilhões de litros de leite por ano, 13,6% do total do País. O trabalho envolve 232 indústrias e mais de 65 mil produtores em solo gaúcho. O diferencial dessa produção está em sua capilaridade. Atualmente, o leite é fonte de renda em 491 dos 497 municípios gaúchos, explica o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS), Alexandre Guerra.

O dirigente relata que 2019 iniciou com otimismo para o setor lácteo e o primeiro trimestre fechou com valores superiores aos do ano passado. "Contudo, entendemos que, para que a projeção de crescimento e expansão econômica se confirmem, é essencial que as reformas da Previdência e tributária sejam aprovadas no Congresso Nacional, pois entendemos que isso dará gás à economia brasileira e se constituirá em uma corrente que puxará todos os setores produtivos. Esperamos um ano de melhores preços e incremento de vendas no mercado interno, puxado exatamente por esse ajuste de contas e pelo estímulo ao consumo interno", disse.

Ele destaca avanços na legislação brasileira para a produção no campo e na indústria. "Nossa força também está em rígidos padrões de qualidade que se aperfeiçoam ano a ano. No próximo mês de junho entrarão em vigor as Instruções Normativas 76 e 77 que trazem novos parâmetros para a produção rural e da indústria. Adaptar o setor a esse novo regramento virá de um trabalho integrado entre indústrias e produtores que, juntos, já estão implementando programas de melhorias. Um trabalho que integra as áreas de nutrição, saúde animal e manejo, passando também pelo setor de transporte. Tudo isso, para levar produtos de excelência à mesa do consumidor brasileiro."

Para assegurar maior competitividade ao setor produtivo nacional, o Sindicato defende a reforma tributária. "Defendemos com veemência a reforma tributária, que simplifique a legislação nacional, incentivando o investimento e o empreendedorismo". Guerra ressalta que o leite gaúcho é consumido em diferentes regiões brasileiras e, por isso, precisa ganhar competitividade para enfrentar a desigualdade com a produção de outros estados brasileiros e, também, de outros países.

Em paralelo, avalia que é preciso retomar a valorização do homem do campo. "Acreditamos que o governo está disposto a fomentar o agronegócio porque reconhece nele a força da economia nacional. Mas nosso desenvolvimento com eficácia depende de novas políticas públicas que nos permitam competir em igualdade de condições, tanto em nível internacional quanto nacional. Importante que se diga, atualmente a expansão do setor está atrelada diretamente ao crescimento e rendimento do mercado interno, até porque somos um país importador de lácteos em nossa balança comercial", reforça. (As informações são do Jornal do Comércio)
 
                 
 
Preço ao produtor
Em abril, o preço do leite ao produtor manteve a trajetória de valorização, mas com diminuição no ritmo de crescimento. Na comparação anual, as cotações de abril ficaram 26% superiores aos valores pagos no mesmo mês de 2018.

No quadrimestre a alta foi de 30% em relação ao ano passado, em termos nominais. Confira a análise completa no Boletim Indicadores: Leite e Derivados. CLIQUE AQUI para acessar a publicação. (Embrapa)

Fonterra 

A Fonterra anunciou que a previsão do preço do leite na abertura da próxima estação será na faixa de NZ$ 6,25 a NZ$ 7,25/kgMS. A cooperativa disse que a faixa de preços será reduzida à medida que a temporada progredir. O valor do adiantamento na estação 2019/20 foi definido em NZ$ 6,75/kgMS.

O presidente da cooperativa, John Monaghan disse que esta é uma previsão realista. “Precisamos fazer previsão para um futuro de mais de um ano, o que é difícil, mas, as informações disponíveis apontam para uma demanda forte entre os parceiros chaves, e isso reflete nas cotações do GDT.

“Estamos oferecendo aos agricultores uma ampla faixa na expectativa do preço do leite no início da temporada. Com o passar da estação, iremos ajustando”. O clima desempenha um papel significativo na determinação dos volumes globais de leite, e, portanto, do preço.

A Fonterra está prevendo captar 1.520 milhões de kgMS na próxima temporada, um pouco acima da produção atual.

No entanto, Monaghan disse que “existe muita água para passar debaixo da ponte, antes de termos uma visão clara da estação que ainda vai começar, sobre o quanto volume de leite iremos receber de nosso agricultores, e qual será a oferta mundial de leite”.

Para 2018/2019 a Fonterra reduz 20 centavos no preço, passando para NZ$ 6,30-NZ$ 6,40/kgMS. Isso foi reflexo do movimento cambial, que reduziu um pouco a expectativa em relação às cotações do leite em pó integral e leite em pó desnatado. (Rural News – Tradução livre: Terra Viva)

Dez tendências para o varejo alimentar até 2025

Embora ainda pouco observado por aqui, o processo de transformação do autosserviço alimentar está em movimento acelerado nos EUA, o que possibilita um bom olhar sobre as oportunidades para o varejo brasileiro. Thom Blischok, CEO do The Dialogic Group LLC – empresa americana de consultoria em estratégia global e tendências –, afirma que as mudanças no comportamento do consumidor vêm redesenhando a forma de abastecer os lares.

Nos EUA, Blischok estima que 30% das redes desaparecerão do mercado até 2025 e aposta que as sobreviventes estarão operando com novas estratégias. Muitas iniciativas despontam em todos os lugares, incluindo as que se apropriam de várias tendências ao mesmo tempo.

Acompanhe as principais apostas
01 - Aumento na demanda de alimentos para viagem. As lojas “groceraunts” (mercearia + restaurante) deverão explodir. O conceito é o de oferecer alimentos preparados para a refeição completa da família: da entrada à sobremesa.

02 - O “menu por assinatura” se desenvolverá com intensidade. Por esse serviço, o shopper paga uma mensalidade e recebe em casa todos os ingredientes para o preparo de um prato. Tudo separado e porcionado, conforme a receita.

03 - A oferta dos produtos saudáveis, dos premium e super premium continuará avançando. A rede Costco, por exemplo, já atua na criação de frangos livres (criados fora de gaiolas), alimentados com ração sem antibióticos.

04 - Emergência dos chamados “mall marts”, ou seja, pontos de venda desocupados ou abandonados, que serão transformados em pop-ups (lojas temporárias para testar modelos de negócio, marcas, produtos).

05 - Lojas de formato pequeno terão rápido crescimento.

06 - A marca própria desempenhará um novo papel em função da especialização das lojas, do e-commerce e da imagem que as redes terão de reconstruir para competir no mercado.

07 - Aumentará a batalha entre os serviços “clique e colete” e entrega em domicílio.

08 - O cliente do e-commerce demandará novos benefícios, como prazo de entregas mais curto, devolução de produtos e pagamento sem taxa de entrega.

09 - A robótica e a inteligência artificial se tornarão ferramentas essenciais na operação das lojas e na redução de custos operacionais.

10 - As grandes redes ficarão ainda maiores e as redes menores se tornarão mais especializadas – foco apenas em hortifrútis, por exemplo. (As informações são do SA Varejo)

 
Instruções Normativas 76 e 77 serão debatidas em cinco cidades do interior em junho
O secretário-executivo do Sindiat, Darlan Palharini, informou que mais cinco encontros serão realizados no interior do Estado para explicar aos produtores de leite as instruções normativas 76 e 77. CLIQUE AQUI para ouvir a entrevista. (Agert)

A cidade de Pelotas (RS) sediará, no dia (05/6), a reunião sobre as Instruções Normativas (INs) 76 e 77 que entram em vigor a partir do próximo dia 30 de maio e alteram a forma de produção, coleta e armazenagem do leite cru. O evento ocorre às 13h, no auditório Ailton Raseira da Embrapa Clima Temperado (BR 392 - km 78). As inscrições são gratuitas, limitadas a 220 vagas e podem ser realizadas pelo link https://bit.ly/2YAU4jM.

O encontro é promovido pela Superintendência Federal do Ministério da Agricultura no Estado (Mapa/RS), pela Secretaria da Agricultura, pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Apil, Famurs, Sistema farsul, Fetag, Sistema Ocergs, Emater, Embrapa, Conseleite, Gadolando, Associação dos Criadores de Jersey, Fecoagro, Simvet e CRMV/RS.

A iniciativa visa esclarecer dúvidas sobre a adequação às normas. Segundo o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, a ideia é que as pessoas percebam que não é impossível se adaptar à lei. "Essas mudanças buscam uma melhora na qualidade do leite, assim ganha o produtor, indústria e, principalmente, o consumidor", reflete.

A programação inclui palestras sobre a Lei do Leite, aspectos de inspeção do leite que modificam a partir das INs 76 e 77 e sobre o Plano de Qualificação de Fornecedores. O encontro contará ainda com depoimentos de produtores e integrantes da indústria sobre o Programa Mais Leite Saudável e com uma mesa redonda com especialistas da área, na qual os ouvintes poderão fazer perguntas ao vivo e via WhatsApp pelo número (51) 9 89091934. O evento terá transmissão simultânea por meio do facebook do Sindilat (facebook.com/sindilatrs).

O valor de referência projetado para o litro do leite no Rio Grande do Sul para o mês de maio é de R$ 1,1783, alta de 2,04% em relação ao consolidado do mês de abril (R$ 1,1547). O índice, segundo o professor da UPF Eduardo Finamore, reflete o aumento do leite UHT (7,52%), um dos carros chefe da produção gaúcha. Os dados fazem parte do levantamento mensal divulgado pelo Conseleite nesta terça-feira (21/5), na sede do Sindilat, em Porto Alegre (RS). “Confrontando a média de maio de 2019 com maio de 2018, o UHT está com valor 6,80% maior do que o do ano passado”, frisou. O leite em pó também está com elevação de 7,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo Finamore, o Conseleite indica os maiores preços pagos ao produtor da série histórica.

Segundo o presidente do Conseleite, Alexandre Guerra, o primeiro semestre, apesar das dificuldades enfrentadas, deve fechar com estabilidade. “A expectativa da indústria é pelo aquecimento do mercado com o tradicional aumento de consumo que sempre vem com os meses mais frios do ano”, pontuou. Contudo, alertou Guerra, o consumo nacional está abaixo da expectativa inicial do setor para o ano de 2019, principalmente em função da demora na aprovação de medidas essenciais para a economia nacional, como a Reforma da Previdência. “As indústrias estão apreensivas com o patamar de preços praticado e trabalhando intensamente pela adaptação às instruções normativas (IN) 76 e 77, que trazem novos parâmetros à produção”.

Foto: Carolina Jardine

 

Foi em tom de cobrança de apoio ao setor leiteiro, que a Fenasul 2019 abriu sua programação nesta quarta-feira (15/05), no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Reunidos na Pista do Gado Leiteiro, lideranças do Poder Executivo, Legislativo e representantes dos produtores e indústrias manifestaram seus pleitos. “O Mercosul tem judiado principalmente da cadeia do leite. É impossível que cada vez que buscamos uma solução para o leite, o arroz e o trigo o governo federal sempre venha dizer que o superávit da balança comercial é favorável aos ônibus, aos automóveis e à linha branca”, reclamou o diretor da Farsul, Francisco Schardong. Em tom de alerta, sinalizou que o pequeno produtor de leite não existe mais. “Leiteiro não nasce mais. O governo que trate de conservar os que tem”. O pronunciamento ganhou eco na fala do secretário da Agricultura, Covatti Filho, que defendeu eventos nos moldes da Fenasul como palco para as demandas do setor produtivo. “Estamos fazendo pedido para que o Banrisul e o governador Eduardo Leite olhem mais para o agronegócio do nosso Estado. O Banrisul precisa de uma diretoria focada em investimentos e para parcerias com o produtor gaúcho. Já que a sociedade está pedindo o fortalecimento desse banco, temos que olhar para a agricultura”.

 

Para enfrentar as adversidades que tanto caracterizam o “ser produtor rural”, as autoridades conclamaram por união entre entidades e lideranças para promover uma grande exposição e o desenvolvimento do setor. Presente ao ato, o secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticinínios (Sindilat), Darlan Palharini, lembrou que as indústrias estão representadas no parque por seus produtores e pelo projeto PUB do Queijo, espaço para degustação de queijos localizado junto à exposição de artesanato e cervejas no Pavilhão Internacional. Lá, o visitante poderá degustar espetinhos de queijo coalho ao valor de R$ 7,00 e mix de queijos (Colonial, Brie, Gouda e Parmesão) a R$ 20,00 a porção de 250 gramas, além de comprar diversos tipos e marcas de queijo produzidos pelas indústrias associadas ao Sindilat. “Esse projeto é mais do que um ponto de consumo, é uma ação de divulgação da diversidade de nossa produção e das potencialidades de mercado que o setor lácteo tem para expandir sua presença na mesa do brasileiro”, frisou Palharini.

O presidente da Gadolando, Marcos Tang, enalteceu a ação dos criadores de todas as raças que acreditaram na Fenasul e das entidades que se uniram à Gadolando para fazer da Fenasul uma realidade. “A feira é para os produtores e para mostrarmos a agropecuária do estado. Temos que ter orgulho dessa nação”. Lembrou do esforço dos criadores em participar da exposição, principalmente pela dificuldade de mão de obra para manter o tambo e deslocar equipe para atender à demanda da feira. O presidente da Febrac, Leonardo Lamachia, pontuou a união para organização da mostra. Representando o Legislativo, o deputado Ernani Polo, lembrou dos avanços qualitativos obtidos pelo setor leiteiro nos últimos anos e melhorias conquistadas para o bem-estar animal no Parque de Exposições Assis Brasil.

A reunião entre integrantes da cadeia produtiva do leite realizada nesta quarta-feira (08/5), no auditório do Hospital Veterinário da Universidade de Passo Fundo (UPF), para discutir as Instruções Normativas 76 e 77 do Ministério da Agricultura (Mapa), inaugurou uma nova etapa na produção e na industrialização de leite na região Norte do Estado. O evento reuniu cerca de 200 pessoas, que ouviram as explicações dos técnicos e especialistas sobre o tema e puderam sanar suas dúvidas sobre a operacionalização das obrigações que passam a vigorar a partir do próximo dia 30 de maio. Os debates sobre as INs 76 e 77 seguem nesta quinta-feira (09/5), na Univates, em Lajeado. Inscrições são gratuitas e limitadas. E podem ser feitas pelo link https://www.sympla.com.br/reuniao-lajeado-normativas-do-leite---ins-76-e-77__520926

De acordo com o secretário-executivo do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, as novas regras, que visam a qualificação do leite ao consumidor, tornarão o produto gaúcho mais competitivo e dividirão as responsabilidades do processo produtivo e industrial não só entre o campo e a plataforma, mas, também entre as entidades representativas do setor e o Poder Público. “Essas INs têm toda a inteligência de mudar o foco da discussão e fortalecer a cadeia produtiva, além de exigir que cada um faça sua parte na busca por um novo padrão de produto ao mercado.”, enfatizou. Afinal, citou, há carências também na estrutura dos municípios e do Estado, como energia elétrica e estradas.

A médica veterinária do Ministério da Agricultura Milene Cé explicou que as mudanças mais significativas ocorrerão com relação à contagem de bactérias totais do leite, o que impactará no uso de equipamentos para refrigeração do leite cru tanto na propriedade, quanto na indústria. Entretanto, lembrou que o processo de adequação será gradativo. “Existe uma flexibilidade para que todos cheguem à temperatura de acondicionamento de 7 graus. As indústrias irão ajustando as rotas e incluindo novas etapas, e o Ministério da Agricultura trabalhará com elas para que este processo aconteça”, informou.

O médico veterinário do Mapa Roberto Lucena ressaltou que um grande ganho trazido pelo novas normas será a proximidade entre o campo e as indústrias, que assumirão o protagonismo no controle da qualidade do produto por meio da assistência técnica, da mesma forma que já ocorre no Programa Mais Leite Saudável. Para a indústria, Lucena disse que o programa busca a qualidade do leite, o aumento da quantidade e a fidelização do produtor. Para o produtor, a rentabilidade e a sustentabilidade. “E, para o Brasil, um produto mais competitivo, mais seguro e a sustentabilidade da cadeia de leite”. Assim como Milene, Lucena salientou que os técnicos do ministério fiscalizarão todo o processo de mudança, seja por meio de auditorias presenciais e documentais.

O encontro contou também com depoimentos do diretor do Laticínio Domilac, Rodrigo Puhl, e da produtora Marinês Trevisan, que revelou a realidade das dificuldades enfrentadas no dia a dia do campo. “Produzir leite não é para qualquer um, não importa o tamanho”, frisou ela. A agenda em Passo Fundo terminou com uma grande mesa de debates entre os participantes e os produtores, que puderam também contribuir via WhatsApp e pelo Facebook do Sindilat. A programação ainda contou com o professor da UPF e coordenador do Serviço de Análise de Rebanhos Leiteiros (SARLE), Carlos Bondan, e com a médica veterinária da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul (SEAPDR), Karla Pivato.

A reunião é uma promoção da Superintendência Federal do Ministério da Agricultura no Rio Grande do Sul (Mapa/RS), da SEAPDR, do Sindilat e das seguintes entidades: Apil, Famurs, Sistema Farsul, Fetag, Sistema Ocergs, Emater, Embrapa, Conseleite, Gadolando, Associação dos Criadores de Jersey, Fecoagro, Simvet e CRMV/RS.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, assegurou, nesta terça-feira (26), à comitiva formada por representantes da cadeia produtiva do leite do Rio Grande do Sul, que o governo estuda a adoção de uma medida compensatória para que as importações de leite em pó da Europa e da Nova Zelândia não prejudiquem o setor lácteo brasileiro. A informação é do presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Alexandre Guerra, que participou do encontro realizado em Brasília. “Saímos convictos de que esta medida compensatória deva ser anunciada em até 30 dias, pois ela garantiu que a mesma está sendo desenhada pelo governo”, revela. 
 
A ministra Tereza Cristina também se comprometeu a repassar os pleitos da cadeia produtiva do leite gaúcho quanto às instruções normativas 76 e 77 à Câmara Setorial do Leite e afirmou que recebeu pedidos semelhantes de outros estados. De acordo com Guerra, produtores e indústria solicitaram que a aplicação da nova legislação não exclua ninguém do processo produtivo.  “Demonstramos que somos favoráveis às melhorias contínuas, mas que há pontos que precisam ser trabalhados e implementados de forma gradativa”, relata.
 
A Câmara Setorial do Leite será acionada em breve segundo garantiu a ministra, já que as INs estão previstas para vigorar a partir de 30 de maio. “Ela entendeu que a implementação dos novos índices precisa ser gradual, mas precisa consultar o corpo técnico do ministério para avaliar como isso pode ser ajustado”, diz Guerra. Os pleitos foram entregues oficialmente em documento, idealizado por Sindilat, Fetag, Apil, Emater, IGL, Fecoagro, Farsul, SEAPDR, Fundesa, Famurs, Asamvat e Avat. Sobre as compras governamentais de leite em pó com objetivo de retirar excedente do mercado, assunto que não estava na pauta da reunião, a ministra garantiu que o tema está em discussão. 
 
Também participou do encontro o presidente da cooperativa Languiru, Dirceu Bayer, associado ao Sindilat, que manifestou da importância das mudanças nas INs para que produtores não sejam excluídos da atividade leiteira. “Só nós, teremos mais de 50% dos produtores afetados”, declara. A reunião foi marcada pelo deputado federal Heitor Schuch e contou com a presença de outros parlamentares, como Afonso Hamm, Dionilso Marcon e o presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária da Câmara dos Deputados, Alceu Moreira.
 
Crédito foto: Noaldo Santos/Ministério da Agricultura

A cadeia produtiva do leite do Rio Grande do Sul pedirá ao Ministério da Agricultura mais tempo para a adequação a pontos das instruções normativas (INs) 76 e 77, que trazem novas regras para a produção e a industrialização de leite no Brasil. Com a previsão de valer a partir de 30 de maio, o temor do setor é que as exigências possam afastar da atividade muitos produtores gaúchos de leite.
De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Alexandre Guerra, as indústrias defendem a flexibilização, principalmente, do prazo de cumprimento dos indicadores de temperatura, de contagem bacteriana e de células somáticas do leite. “Entendemos a necessidade da melhoria contínua da qualidade do leite, mas precisamos que isso seja feito de forma gradativa para termos êxito na aplicação de atualização da INs sem excluir ninguém da atividade", afirma.
O assunto será levado à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, no próximo dia 27 de fevereiro (27/2), às 11h, em Brasília, pelo grupo de trabalho formado nesta segunda-feira (18/2), em Porto Alegre, após reunião de diversas entidades que compõem a cadeia produtiva leiteira do Estado, na sede da Federação dos Trabalhadores da Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag).  Segundo o diretor do Sindilat, Jeferson Smaniotto, que participou do encontro, a sugestão do Sindilat é que haja um trabalho conjunto entre o governo e a extensão rural, já que os produtores precisam tanto de crédito para adquirir novos equipamentos, como da ampliação da estrutura de energia elétrica para que os mesmos funcionem. 
Diretor do Sindilat, Jeferson Smaniott, participou da reunião em Porto Alegre
As sugestões serão discutidas nesta terça-feira (19/02), às 14h, na sede da Fetag, pela equipe composta pela própria federação mais Fecoagro, Famurs, Codevati, Emater, IGL, Fundesa, Seapi, Cosuel, Corede Vale do Rio Pardo e Associação de Vereadores do Vale.
 
Aliança Láctea Sul também discute INs
 
O tema foi pauta do primeiro encontro da Aliança Láctea Sul Brasileira, realizado em Curitiba (PR), também nesta segunda-feira (18/2), e que contou com a presença do presidente do Sindilat, Alexandre Guerra. “Os três estados do Sul irão enviar um documento ao Ministério da Agricultura, elencando alguns pontos que irão levar mais tempo para serem cumpridos nas novas instruções normativas”, revela. A transformação de RS, PR e SC em referência para, futuramente, abrirem as portas para exportação também foi debatida. “Nosso objetivo é unificar os estados para trabalharmos, juntos, focados em diferenciais competitivos para o desenvolvimento contínuo do setor", explica Guerra. 
 
Foto: Alexandre Branco 

Ao completar 15 edições, o Fórum Estadual do Leite, tradicional evento realizado na Expodireto Cotrijal, destacará o uso de soluções tecnológicas na produção de leite, a ampliação do consumo de produtos lácteos no Brasil e lições para que torná-lo mais competitivo. O ciclo de palestras será realizado no dia 13 de março, no turno da manhã, no Auditório Central da Feira, localizado em Não Me Toque (RS).

Para o secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, os temas escolhidos para a composição das palestras são excelentes. “Por serem tão distintos, permitem o engajamento de diversos elos da cadeia produtiva”, avaliou. Palharini destacou também a importância de discutir os mecanismos para tornar o leite brasileiro competitivo, tendo em vista que, estarão presentes produtores de leite que enfrentam dificuldade por conta da crise no setor.

Além disso, considera fundamental o espaço para pensar ações que ampliem o consumo de lácteos no mercado interno. Segundo ele, é indispensável engajar os consumidores por meio de campanhas e, para isso, é indispensável a participação do setor público.

O Fórum contará com a palestra da médica veterinária Flávia Fontes, coordenadora do programa “Beba mais Leite”; do chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, de Juiz de Fora (MG), Paulo do Carmo Martins, e do economista da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho.

A expectativa é que cerca de 280 pessoas, entre pesquisadores, técnicos e produtores, participem do evento. O Fórum Estadual do Leite é uma promoção da Cotrijal e da CCGL, com apoio do Sindilat, da Sementes Adriana e do Senar/RS.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

8h30: Abertura

9h: Palestra - Consumo de Lácteos no Brasil: como avançar, com a médica veterinária Flávia Fontes – coordenadora do Programa Bebamaisleite

10h: Palestra - Agro 4.0 e sua contribuição para o futuro do leite, com o doutor Paulo do Carmo Martins – chefe-geral da Embrapa Gado, de Leite de Juiz de Fora (MG)

11h20: Palestra - Quais lições deveremos aplicar para obter competitividade no leite brasileiro?, com o doutor Glauco Carvalho – economista da Embrapa Gado de Leite, de Juiz de Fora (MG)

12h10: Debate

12h30: Encerramento

Foto: RusN/Istock

O Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul lamenta o falecimento do presidente da Associação Gaúcha de Laticinistas e Laticínios(AGL), José Luis Ipar Pravia. Idealizador do Festiqueijo, tradicional evento da cidade de Carlos Barbosa (RS), Pravia morreu aos 66 anos nesta terça-feira (05/02). O velório teve início no fim da manhã de hoje e o sepultamento ocorrerá às 18h15 no Cemitério Público Municipal de Carlos Barbosa.  

 

 

Porto Alegre, 22 de novembro de 2018                                              Ano 12 - N° 2.864

7º Fórum Itinerante do Leite: controle do estresse térmico aumenta rentabilidade das propriedades

Evitar o estresse térmico dos animais durante essa época do ano é essencial para manter a rentabilidade e evitar prejuízos nas propriedades. Informar os produtores sobre as condições adequadas nas quais as vacas devem ser mantidas para que não venham a sofrer com esse desconforto, foi um dos objetivos do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat) nesta quinta-feira (22/11) durante o 7º Fórum Itinerante do Leite, realizado no Ginásio da Sociedade Esportiva e Recreativa (SER) Gaúcho, em Teutônia (RS). O evento, que reuniu cerca de 600 pessoas, ocorreu paralelamente à 12° edição do Fórum Tecnológico do Leite, organizado pelo Colégio Teutônia, em Teutônia.

O estresse térmico impacta a produção e a reprodução das vacas leiteiras devido à redução na ingestão de matéria seca. De acordo com a médica veterinária e pesquisadora da Embrapa, Lígia Pegoraro, que palestrou sobre impactos do estresse térmico na reprodução dos animais, é de extrema importância que o produtor busque se precaver quanto ao desconforto e insira em sua propriedade ações que viabilizem o bem-estar do rebanho. "Nossa preocupação é fazer com que as vacas tenham as melhores condições possíveis para manifestar todo seu potencial fisiológico tanto na reprodução quando na produção de leite", afirma. De acordo com ela, o trabalhador rural deve minimizar os efeitos do calor com sombra natural - no caso de animais a pasto - e com ventilação - no caso de exemplares em confinamento.

De acordo com o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, é de extrema importância que os produtores busquem, cada dia mais, a eficiência de suas propriedades afim de incentivar a competitividade e ampliar as exportações de leite. "É essencial que os produtores trabalhem o conforto térmico dentro de suas propriedades, além de inserir outras medidas efetivas que garantam a melhor qualidade de seu leite e retorno econômico mais efetivo", diz. Neste sentido, de acordo com Guerra, é essencial que debates - como os realizados no Fórum Itinerante do Leite, que informam sobre ações para o melhoramento da rentabilidade e eficiência-, sejam realizados. Guerra ainda ressaltou que os produtores devem fazer a gestão de sua produção de forma profissional controlando suas despesas e aplicando as técnicas repassadas no evento com relação à qualidade do leite.

Na ocasião, ainda foram apresentadas aos produtores os principais fatores que impactam na qualidade da produção leiteira, a metodologia utilizada para calcular o preço referente do leite, além de formas de gerenciamento das propriedades. Para o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, o evento cumpre a missão de levar aos trabalhadores rurais informações de ponta para que possam aplicar em suas atividades diárias. "Os debates que realizamos durante o Fórum visam levar aos produtores qualificação para profissionalizar seus sistemas de produção e conseqüentemente aumentar sua renda", diz. O evento também reuniu produtores durante a tarde em quatro oficinas técnicas: Eficiência Energética e Energia Alternativa Aplicada na Propriedade; Balanceamento de Dietas para Vacas Leiteiras em Lactação; Reprodução e Controle de Doenças Reprodutivas e Panorama da Tuberculose e Brucelose no Vale do Taquari. O 7ª Fórum Itinerante do Leite foi realizado pelo Sindilat, Secretaria da Agricultura, Ministério da Agricultura, Emater, Fundesa, Fetag, Farsul e Colégio Teutônia com patrocínio do BRDE.

Tecnologia no campo
Buscando efetivar o trabalho de gestão das propriedades, um pequeno grupo de trabalhadores rurais do município de Fagundes Varela (RS) inseriu a tecnologia em seu dia a dia através de um aplicativo desenvolvido junto a Emater. O GT Leite, que foi apresentado durante o Fórum Itinerante do Leite, surgiu ha cerca de um ano a partir da assistência técnica dada por Leandro Ebert, extensionista rural da Emater, às famílias da região. Percebendo que as visitas diárias nas fazendas não eram suficientes para manter os produtores informados, Ebert criou o aplicativo onde, ao fim do mês, os produtores inserem as informações de suas notas fiscais e, posteriormente, recebem um relatório de suas atividades com apontamentos indicando onde devem mudar. "Vimos que os produtores tem dificuldade de criar o hábito da anotação de gastos e da elaboração de planilhas e isso afetava na lucratividade dentro das propriedades", diz Ebert.

A produtora Ivania Binda, de Fagundes Varela, aprendeu a utilizar o notebook e o celular para inserir o aplicativo de gestão nas suas atividades. "Viver o agora e não o passado", comenta ela. Desde que o mesmo foi implantado, as perdas dentro da propriedade diminuíram e houve ganhos na qualidade de leite e na produtividade. "A primeira vez que ele fez as contas nós nos apavoramos com o que gastamos", afirma. Para Ivania é necessário que os trabalhadores rurais estejam em constante evolução uma vez que o desenvolvimento da tecnologia não para. "Vale à pena investir", ressalta.(Assessoria de Imprensa Sindilat) 

Texto e fotos: Leticia Szczesny

FecoAgro-RS reúne-se com governador eleito 

O governador eleito do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB) esteve ontem na Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado do Rio Grande do Sul (FecoAgro-RS). Ele participou, juntamente com o vice-governador eleito, Ranolfo Vieira Júnior (PTB), e o deputado estadual Erna¬ni Polo (Progressistas) da reunião do Conselho de Administração da entidade, onde conversou com os dirigentes das cooperativas. Na ocasião, o presidente da FecoAgro-RS, Paulo Pires, apresentou a estrutura da rede de cooperativas agropecuárias gaúchas ligadas à entidade, que representaram faturamento de R$ 20,8 bilhões em 2017 e que são responsáveis pelo recebimento de 52% da safra de soja do Rio Grande do Sul, além de 67% do trigo e 45% do leite produzido no Estado. 

Entre os temas discutidos na reunião com Leite, estiveram em pauta a desburocratização do Estado para investimentos do setor. "A questão principal é vencer a desconfiança do empreendedor. As cooperativas gaúchas hoje estão em outro patamar e somos parceiros para construir uma nova agenda de desenvolvimento", destacou o presidente da FecoAgro-RS. 
O governador eleito afirmou que as estruturas do Estado devem atender à institucionalização das boas práticas de gestão, independentemente de nomes. Leite ressaltou ainda que o governo deve dar celeridade aos empreendimentos. "A grande agenda que me moveu foi a da competitividade. Precisamos agilidade e redução de custos para quem produz. Precisamos dar espaço para quem quer empreender", observou. Pires reafirmou que três culturas estratégicas são necessárias com o apoio de políticas públicas para alavancar os resultados dos produtores: trigo, milho e arroz. "A agricultura precisa ter sua força nesta caminhada e estas culturas necessitam de políticas públicas fortes", salientou Pires. Sobre a manutenção da estrutura da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Leite disse que ainda está avaliando as posições e considerações. (Jornal do Comércio) 

Importação dispara e deixa o setor em alerta

A importação de lácteos disparou em outubro. No país, ingressou um volume de 154 milhões de litros, referente principalmente a leite em pó e queijo. O crescimento foi de 114,2% em relação ao mesmo período do ano passado e de 64,8% ante setembro. Ainda que no acumulado do ano o índice esteja em queda de 14,4%, a alta acende o alerta na cadeia leiteira do Rio Grande do Sul. Com maior oferta de produtos no país, a tendência é aumentar a pressão sobre os preços e sobrecarregar o mercado, já que o consumo de lácteos, que vem enfraquecido em função da crise, tradicionalmente desaquece ainda mais no verão. A principal explicação para o aumento da importação é a baixa competitividade das cotações internas. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/ Esalq/USP), o preço médio do leite em pó importado em outubro da Argentina, que liderou as vendas ao Brasil, foi de 2,82 dólares por quilo, enquanto que, no Brasil, o valor médio ficou em 4,67 dólares. Praticando preços mais altos, o Brasil exportou 27,8% menos lácteos em outubro na comparação com igual período de 2017. 

O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, diz que, nos últimos meses, o valor pago aos produtores pelo litro de leite ficou acima dos preços internacionais, tendo que ser repassado ao consumidor. Segundo o Conseleite, o preço de referência está 14,39% maior no acumulado do ano em relação ao mesmo período de 2017. Em julho, chegou ao pico de R$ 1,29 por litro, no ano. Depois disso, a cotação começou a recuar. Para novembro, estima-se o preço de referência em R$ 1,0920. Para Guerra, a reacomodação da cotação indica que os lácteos gaúchos poderão voltar a um patamar de competitividade e travar o interesse pelos produtos do Mercosul. Além dos produtos estrangeiros, o Rio Grande do Sul enfrenta neste momento concorrência da produção leiteira de Minas Gerais e Goiás que amplia a participação no abastecimento da Região Sudeste. "É preocupante, porque 60% da produção gaúcha tem que ser vendida para outros Estados", diz Guerra. Nos queijos, a importação também ampliou 18% na comparação entre outubro deste ano e de 2017. Mas o presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antônio Cesa Longo, diz que o varejo gaúcho não aumentou suas compras do Mercosul, que, segundo ele, são irrisórias. (Correio do Povo) 

 

Reino Unido: pesquisa revela que 7% do leite é desperdiçado devido a TºC das geladeiras

Uma nova pesquisa apontou que 7% da quantidade total de leite produzido no Reino Unido é perdida a cada ano, em parte devido a temperatura das geladeiras dos consumidores ser muito alta. O Waste & Resources Action Program (WRAP) disse que 330.000 toneladas de leite são perdidas no Reino Unido a cada ano, o que corresponde a mais de £ 150 milhões (US$ 193,9 milhões). O desperdício de leite em casa é, de longe, o maior contribuinte, sendo responsável por quase 90% das perdas de leite do estado. A pesquisa do WRAP aponta que, mais do que qualquer outra coisa, manter o leite na temperatura certa é essencial para evitar que estrague cedo, e o típico refrigerador do Reino Unido em casa está operando a 2°C mais quente do que a recomendação da Food Standards Agency, entre 0°C e 5°C.

A instituição de caridade estima que a redução da temperatura das geladeiras do Reino Unido para menos de 5°C pode evitar mais de 50.000 toneladas de desperdícios de leite a cada ano, economizando 25 milhões de libras (US$ 32,31 milhões) para os compradores. Através de um novo guia interativo, a instituição tem como objetivo abordar a confusão que os consumidores têm com a variedade de configurações de geladeira. O recurso ajuda a verificar se a configuração de temperatura está correta para 24 das geladeiras mais populares do país. Outra maneira sugerida para lidar com a confusão em torno das temperaturas da geladeira foi o uso de rótulos sensíveis à temperatura no leite, o que poderia exibir mensagens indicando se a geladeira está muito quente, disse a organização. A instituição também disse que está colaborando com a indústria de laticínios para abordar como o aumento do frio poderia ajudar a reduzir o desperdício de leite em casa.

Em um comunicado, a instituição de caridade disse que apenas um quarto da população (26%) congela leite comparado com metade que congela carne (51%), com o número que congela peixe e frutos do mar (37%) e pão (35%). "O WRAP estima que o aumento dos níveis de congelamento do leite para corresponder aos do peixe e do pão pode reduzir mais de 10 mil toneladas de desperdícios, economizando £ 5 milhões (US$ 6,46 milhões)", explicou.

"No entanto, há uma série de problemas de qualidade e manuseio associados ao congelamento que também foram relatados, como o potencial de quebra ou vazamento de garrafas. O setor de laticíniosestá trabalhando para garantir que fique claro quais produtos lácteos podem ser congelados e que mais embalagens possam resistir ao congelamento." O WRAP salientou que a indústria de laticínios continua tomando medidas positivas para aumentar a vida útil do leite, incluindo o processamento de inovações, as melhores práticas de higiene no local e a redução do tempo na cadeia de abastecimento. (As informações são do portal FoodBev, traduzidas e adaptadas pela Equipe MilkPoint) 
 
 
Vídeos mostram o impacto dos lácteos no emprego, renda e PIB de 10 estados norte-americanos
Got Jobs/EUA - A indústria de laticínios dos Estados Unidos (EUA) responde por cerca de 3 milhões de empregos e tem um impacto econômico de mais de US$ 628 bilhões. O projeto GotDairyJobs divulgou vídeos mostrando o impacto do setor em 10 estados norte-americanos. Se for levado em consideração o "efeito cascata" da indústria de laticínios em atividades associadas como varejo, e outros segmentos industriais, os números são reveladores. Com o slogan: "Lácteos criam empregos, as exportações criam mais", o setor lácteo é incentivado a abrir fronteiras. Ajuda a alimentar o mundo com queijos, manteiga, leite em pó, e proteína de soro de leite. Assista os vídeos (Usdec - Tradução livre: www.terraviva.com.br)