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O Sindicato da Indústria dos Laticínios do RS (Sindilat), ao lado de diversas entidades representativas do setor lácteo, participa de uma campanha que visa promover a relevância da cadeia produtiva do leite na economia brasileira e debater os impactos da Reforma Tributária para os laticínios. Além disso, a ação, que também se dá através das redes sociais e é liderada pela Associação Brasileira das Pequenas e Médias Cooperativas e Empresas de Laticínios (G100), visa esclarecer a população sobre a importância nutricional do leite e seus derivados para a saúde.

Ainda em 2020, no dia 21 de dezembro, lideranças do setor foram recebidas em uma audiência pelo Relator da Reforma Tributária no Congresso Nacional, Dep. Agnaldo Ribeiro, e sua equipe técnica. Foi o segundo encontro desde o início dos trabalhos desta Comissão. Na ocasião, foi entregue um documento com todas as informações a respeito da importância do setor para a sociedade brasileira e sobretudo da crucial contribuição que o Congresso Nacional e o Executivo têm dado ao setor lácteo nacional. O documento reivindica que, na Reforma, se mantenha o setor sob a atual situação tributária de Pis e Cofins instituída pelo Congresso Nacional nos últimos 20 anos, em que um dos principais benefícios é o Programa Mais Leite Saudável. O sistema vigente é baseado no crédito presumido para compra de leite do produtor.

Além do Sindilat, a ação tem apoio dos sindicatos dos estados da Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Rondônia e Santa Catarina. A Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq), Associação Brasileira de Leite Longa Vida (ABLV), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Viva Lácteos e o Terra Viva complementam a iniciativa.

Com informações Assessoria G100

Operacionalizando um projeto que há anos vem sendo gestado, foi apresentado ao Conseleite o plano de criação de um indexador de custo de produção do leite no Rio Grande do Sul. Reunidos na manhã desta terça-feira (26/01), integrantes do colegiado validaram a sugestão de metodologia para o indexador desenvolvida pela Emater em parceria com o Departamento de Economia e Estatística (DEE) do governo do Estado, antiga FEE. O trabalho está sendo capitaneado pelo economista e pesquisador do DEE Rodrigo Feix e pelo gerente  técnico da Emater, Jaime Ries. A partir de agora, a proposição entra em fase de ajuste fino.

A ideia é ter um levantamento robusto com dados coletados em todo o Rio Grande do Sul. O indexador seguirá o sistema de outros indicadores de preço. A expectativa é que, em um primeiro momento, o levantamento seja avaliado internamente, e que a divulgação oficial ocorra ainda em 2021. “Esse é um projeto antigo dentro do Conseleite e será mais uma ferramenta, junto com o valor de referência, para que o setor possa avaliar e planejar as suas ações e auxiliar principalmente o produtor que tanto necessita de uma previsibilidade”, colocou o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini.

A notícia, informou o presidente do Conseleite, Rodrigo Rizzo, é um grande avanço na compreensão sobre a rentabilidade da atividade leiteira. “Tínhamos duas metas claras quando assumimos o Conseleite: abrir novos mercados no exterior e a revisão dos dados da Câmara Técnica. Acho que avançamos bastante”.

Valor de referência

Durante a reunião do Conseleite, também foi divulgado o valor de referência projetado para o leite no Rio Grande do Sul. De acordo com dados apurados pela UPF, o litro no mês de janeiro foi estimado em R$ 1,4391, 4,92% abaixo do consolidado em dezembro de 2020 (R$ 1,5135).  O professor da UPF Marco Antonio Montoya pontua que, apesar da redução, o indicador está acima dos patamares históricos para o mês de janeiro. “Nos últimos três meses, os valores estão praticamente estáveis”, constatou.

A tendência é que o mercado se mantenha com estabilidade. Com a manutenção da pandemia, o teletrabalho persiste com impacto direto no consumo. Outro fator que preocupa é o encerramento do auxílio emergencial às famílias em dificuldade em função da Covid-19. “O cenário está delicado. Estamos com valores mais elevados, mas, por outro lado, os custos também estão impactando o produtor e a indústria”, alertou o vice-presidente do Conseleite, Alexandre Guerra, confiante de que a volta às aulas virá com a retomada do consumo.

Foto: Reprodução

Produtores de leite do Noroeste gaúcho ganharão um reforço para qualificar a produção e equilibrar a dieta das vacas. É o projeto Suport D Leite, novo laboratório que atuará na análise de amostras a partir de fevereiro. A iniciativa, idealizada pela médica veterinária e professora da Unijuí, Denize Fraga, visa suprir a carência de análises que, apesar de não precisarem ser realizadas somente em laboratórios oficiais, podem ajudar no acompanhamento técnico das propriedades para a tomada de decisões gerenciais e, principalmente, apoiar na formulação de uma dieta alimentar mais equilibrada e muitas vezes econômica com a substituição do milho e do farelo de soja, que estão valorizados e comprometem o resultado da atividade. O projeto foi tema de reunião entre a pesquisadora e o secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, na segunda-feira (18/01).

O laboratório disponibilizará aos produtores análise de composição (gordura, proteína, sólidos totais, extrato seco desengordurado) e Contagem de Células Somáticas, além de Cultura On Farm. A máquina utilizada para o processamento das amostras é portátil e poderá ser levada até as propriedades leiteiras ou operada na sede para análise das amostras enviadas. Com capacidade para realizar a análise de até 2 mil amostras por dia, a iniciativa começará por Ijuí, mas pretende, em seguida, ser implementada em outros municípios gaúchos. Inicialmente, o projeto conta com 50 parceiros.

Segundo o executivo, ações como essa contribuem diretamente para o desenvolvimento da competitividade no setor lácteo do Rio Grande do Sul, porque mostram onde o produtor precisa corrigir a dieta. “Ele contribuirá no sentido de melhoria contínua da qualidade do leite. Permitirá que a propriedade se torne mais viável economicamente e bem mais competitiva”, destacou. O Sindicato irá apresentar na próxima reunião de associados, no dia 26 de janeiro, o escopo do projeto para uma futura videoconferência entre indústrias e a Denize.

Os serviços do novo laboratório poderão ser demandados através do telefone (55) 99215-7667. As amostras poderão ser enviadas para a sede da empresa (Rua Alagoas, nº 592 – Bairro Assis Brasil – Ijuí), por transportadora, ou serem entregues em postos de recebimento de amostras. “O lema do projeto é conhecer para crescer. É conhecer seus animais, sua realidade”, afirmou Denize.

Foto em destaque: Carolina Jardine

Estabelecido em R$21,1581, o valor da Unidade Padrão Fiscal (UPF) para 2021 registrou reajuste de 4,13% em relação ao ano anterior, quando era estipulado em R$ 20,2994. Com a revisão, publicada no Diário Oficial do Estado no dia 30 de dezembro de 2020, a taxa de contribuição do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa) para a bovinocultura de leite passa a ser de R$ 0,00131, sendo R$ 0,000656 por litro de leite para o produtor e para a indústria. A atualização passou a valer a partir do dia 1º de janeiro.

A estimativa do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), é que, com o reajuste, a receita projetada de 2021 em contribuições do Fundesa supere os R$ 5 milhões. O valor arrecadado é destinado principalmente a indenizações de produtores com animais com brucelose e tuberculose, além de ser utilizado para divulgação de ações preventivas contra as zoonoses. A nova taxa será paga sobre o leite vendido para a indústria a partir de janeiro deste ano.

Conforme o último levantamento realizado pelo Sindilat com base em dados apresentados pelo Fundesa, o saldo acumulado em 30/09/2020 da conta leite era de R$ 20.786.174,71 e nos três primeiros trimestres de 2020, R$ 5.335.110,57 foram destinados à indenização de 4.370 animais. Neste período, a taxa de contribuição por litro de leite paga pela indústria e pelo produtor foi de R$ 0,00063.

Crédito da foto: Carolina Jardine

O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, foi o convidado especial da live promovida nesta terça-feira (22) pela equipe de jornalismo da Agro2Business. No webinar, o secretário-executivo fez um balanço do setor lácteo em 2020 e traçou algumas perspectivas para 2021 considerando o cenário de pandemia que entrará no próximo ano e a conjuntura econômica nacional.

De acordo com Palharini, o ano de 2020 foi desafiador para todos os setores da economia, e para o segmento lácteo não foi diferente. “Não houve planejamento que pudesse prever o que viria”, disse, referindo-se à pandemia de Covid-19. Segundo ele, a crise sanitária veio acompanhada de gargalos não tão distantes da realidade do setor. A primeira citada por ele foi a elevação dos custos de produção, especialmente de insumos como milho e farelo de soja, primordiais para a dieta do rebanho leiteiro. "O custo de produção é sempre um fator importante que influencia diretamente na capacidade de competição do produto brasileiro”, pontuou o dirigente. Nos primeiros meses da pandemia, março e abril, o câmbio, que levou o dólar quase na barreira dos R $6,00, promoveu um certo alívio nas importações de leite em pó e queijos. No entanto, passada a primeira fase da crise, a entrada de lácteos foi retomada mesmo com o câmbio ainda não favorável. O câmbio, além de encarecer os insumos no mercado interno, estimulou as exportações dos grãos nacionais para outros países, mexendo com o abastecimento interno e as cotações.

Na avaliação do secretário-executivo do Sindilat, a frase que define o desafio para 2021 é ‘ganho de competitividade’, algo que depende de diversos fatores: ampliar a assistência técnica ao produtor no campo para garantir a entrega de um produto cada vez mais adequado às exigências do mercado e aumentar a produtividade (cuja média atual está em 100 mil litros/propriedade/ano, enquanto no Uruguai alcança 500 mil litros e, na Argentina, 1 milhão de litros/propriedade/ano).

Fazer frente a esses parceiros do Mercosul exige um trabalho que passa também por reduzir parte da dependência da atividade de insumos tão voláteis sob o ponto de vista de custo, que são o milho e o farelo de soja. “Na Argentina e no Uruguai, a alimentação é essencialmente a pasto”, frisa. O dirigente, no entanto, pontua a importância da suplementação animal, mas ressalta que grande parte da competitividade dos vizinhos já é conquistada na fase da alimentação. “Esta é uma alternativa que podemos avançar, visto que para 2021 não há nenhum indicador que mostre a baixa dos insumos essenciais para a alimentação do gado”, destacou, lembrando que o Rio Grande do Sul novamente se encontra sob os efeitos da estiagem.

Darlan Palharini afirmou que uma política de Estado permanente para o setor seria um grande avanço para colocar o segmento lácteo na rota da competitividade com seus concorrentes. Para isso, acredita que a pressão da iniciativa privada tem papel fundamental nesse processo para mostrar a importância de ferramentas de proteção ao produtor. Uma delas, cita o dirigente, é a disponibilização de derivativos financeiros para o setor, como a venda futura, algo tão familiar ao setor de grãos. “Além do Ministério da Agricultura, a venda futura depende do Ministério da Economia. Além disso, deveria ocorrer uma flexibilização na legislação do PEP, uma demanda antiga do setor, que só permite escoamento a partir do leite cru, algo impossível em função da vida útil do produto”.

A live exclusiva com o Sindilat teve mediação do jornalista Ronaldo Luiz e participação do fundador da Agro2Business, Thiago Mateus.

>> A entrevista pode ser assistida pelo Canal do YouTube da Agro2Business clicando aqui << 

“Não existe indústria sem produtor, nem produtor sem indústria”. Repetindo a frase que usou diversas vezes ao longo de seus seis anos à frente do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), o presidente Alexandre Guerra despediu-se em reunião de associados realizada na tarde desta quinta-feira (17/12). Em encontro virtual, Guerra agradeceu a associados, colaboradores e autoridades que estiveram ao seu lado no período. E fez uma reverência especial a sua família e à diretoria da Cooperativa Santa Clara que viabilizou e incentivou tal trajetória. “Tivemos desafios muito grandes nesses seis anos e trabalhamos para buscar credibilidade. Quando cheguei disse claramente: o sindicato vai crescer pelo resultado de seu trabalho”, salientou, dizendo-se muito realizado pelos feitos alcançados.

As duas gestões à frente Sindilat, continuou o executivo, foram regidas por respeito aos produtores e às indústrias e na defesa de princípios morais e éticos claros, seguindo o estatuto e os cronogramas da entidade. “A Intenção foi a melhor possível”, finalizou o executivo que presidiu concomitantemente ao Sindilat colegiados como o Conseleite e a Aliança Láctea Sul-Brasileira.

Entre suas conquistas, está a construção coletiva da Lei do Leite, a realização de Fóruns Itinerantes pelo Rio Grande do Sul e o PUB do Queijo. Guerra também trabalhou por projetos de erradicação de tuberculose e brucelose do rebanho leiteiro do Rio Grande do Sul e teve atuação destacada na área política e tributária em âmbito estadual e nacional.

Oficialmente, Alexandre Guerra segue no cargo até 31 de dezembro, quando assume a presidência do Sindilat o então vice-presidente e diretor da Lactalis do Brasil, Guilherme Portella. Guerra assumirá a vice-presidência. Em agradecimento, Portella reformou a dedicação e empenho de Alexandre Guerra pelo setor lácteo gaúcho. “É um marco de dedicação e de entendimento e que merece ser valorizado. Deixa um grande legado”, enalteceu Portella.

Foto em destaque: Carolina Jardine

As startups Milk Farm, UAICup e ProjetoQ foram as campeãs da competição Ideas for Milk 2020, premiadas nesta quarta-feira (16/12), em live no YouTube. O desafio das startups ocorre anualmente e visa buscar soluções para o setor lácteo brasileiro. A disputa é realizada pela Embrapa Gado de Leite em parceria com Agripoint, Bovcontrol, Ciatécnica e Texto Comunicação. Segundo o chefe geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins, existe um novo tipo de consumidor que deve ser levado em conta pelas indústrias e produtores. "Ele não quer mais consumir um produto só saudável, nutritivo e saboroso. Ele quer saber ponto a ponto da cadeia de valor desse produto", pontuou.

Em primeiro lugar, a Milk Farm conquistou o prêmio com o Eco Teste, que tem foco no controle de resíduos de antibióticos. A tecnologia desenvolvida detecta oito diferentes grupos de antibióticos com alta sensibilidade e é controlado por aplicativo, com resultados em até duas horas e meia. "É um teste microbiológico, com uma sensibilidade altíssima. O diferencial do nosso teste é a rastreabilidade. Os dados ficam salvos em nuvem", afirmou o representante da Milk Farm, Bruno Machado Saturnino.

Em segundo lugar, a UAICup, desenvolvida por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), se trata de uma caneca para análise da qualidade do leite. O dispositivo faz a contagem de células e ainda identifica a presença de resíduos de antibióticos. Segundo Gabriel Martins, da equipe da UAICup, a tecnologia da iniciativa já é bem conhecida no meio e é de fácil acesso. "Estamos aceitando possíveis investidores e opiniões de profissionais do campo, como o zootecnista, o agrônomo. Estamos buscando melhorar a experiência para eles. Projetamos a caneca para ser usada tanto pela indústria, quanto para o produtor", declarou.

Já o ProjetoQ propõe um aplicativo que funcione como ponte entre produtores de queijo e órgãos de regulamentação, chamado QApp, visando fomentar o espírito empreendedor da cadeia produtiva e facilitando as etapas do processo de certificação. "A gente tem um mercado muito grande de produtores. São 170 mil e a maioria deles têm acesso à internet", esclareceu Ana Luiza Paiva, do time do ProjetoQ.

O valor de referência projetado para o leite no Ri­­­o Grande do Sul em dezembro é de R$ 1,5658, alta de 2,74% em relação ao consolidado de novembro (R$ 1,5240). Dados divulgados nesta quinta-feira (17/12) pelo Conseleite indicam que a elevação real no ano (considerando a inflação) é de 19,67%. O período foi caracterizado por altos custos dos grãos e demais insumos. Para 2021, o professor da UPF e responsável pelo estudo Marco Antonio Montoya projeta um ano de estabilidade puxada pela estimativa de recuperação da economia. Além disso, a previsão de volta às aulas e de retomada ao trabalho presencial no primeiro semestre de 2021 pode trazer um gás extra ao mercado.

Segundo Montoya, o cenário em 2020 foi totalmente atípico e reflete as mudanças nos hábitos de consumo ocasionadas pela pandemia, que puxou a valorização dos produtos lácteos e incentivou o consumo do queijo, item que oferece proteína de qualidade de forma prática e mais acessível. “A série deste ano é diferente da de todos os outros. Tivemos preços em alta praticamente o ano todo”, completou Montoya.

Apesar disso, o setor alerta para a baixa rentabilidade da atividade. O presidente do Conseleite, Rodrigo Rizzo, informa que há produtores enxugando o rebanho leiteiro e partindo para outras atividades rurais. Alguns, completou o secretário do Conseleite, Tarcísio Minetto, estão inseminando vacas com sêmen de gado de corte para aproveitar os bons preços do boi. “Isso nos cria algumas dúvidas sobre o aumento de oferta de leite nos próximos meses”, ponderou Rizzo.

A indústria alertou que a estabilidade na produção de leite no campo depende da constância na oferta de grãos. Essencial neste momento é o setor se unir por políticas públicas de estímulo à irrigação que evitem as constantes perdas de safra, como ocorrido em 2020. “Um dos entraves é a obtenção de licenças para armazenamento de água que nos permitam avançar na irrigação das lavouras de grãos e áreas de pastagens”, completou Rizzo. 

Crédito: Carolina Jardine
 

 

Com painelistas do Uruguai, Argentina, Estados Unidos e Brasil, o 1º Painel Internacional de Extensão em Pecuária de Leite e Corte, promovido pela Universidade de Passo Fundo (UPF), debaterá as experiências dentro e fora do país com a atividade pecuária e fará uma reflexão sobre a situação atual e as perspectivas da pecuária de corte e leite para os próximos anos. O encontro ocorre de forma virtual, com transmissão pelo canal do YouTube da UPF Online, nos dias 10 e 17 de dezembro. A programação inicia-se às 17h30min e vai até às 21h em ambos os dias.

De acordo com o organizador do evento, professor João Ignácio do Canto, a ideia é apresentar e dialogar sobre os desafios, impactos sociais, ambientais e econômicos na vida e na rotina das pessoas envolvidas na produção e no processo de transição familiar. “O nosso objetivo é também dar visibilidade aos trabalhos e promover uma reflexão multidisciplinar sobre sua importância para a comunidade, universidade e acadêmicos”, destaca o coordenador.

Paralelamente ao evento, estarão expostos os projetos de extensão inscritos, produzidos pelos acadêmicos da disciplina de Extensão do curso de Medicina Veterinária.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas clicando aqui. (Assessoria de imprensa Sindilat/RS)

Para se inscrever, clique aqui.
 
Programação 10/12

17h30min às 17h50min - Abertura

17h50min às 18h – Visão da Embrapa Pecuária Sul para o futuro da pecuária nos campos sul brasileiros
Dr. Fernando Flores Cardoso, chefe geral da Embrapa Pecuária Sul, Bagé / Rio Grande do Sul (Brasil)

18h às 18h10min – Intercooperação na produção pecuária
Márcio de Andrade Madalena, diretor do Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do MAPA, Brasília

18h10min às 18h20min – Extensão Rural no RS – Ações da Emater
Geraldo Sandri, presidente da Emater do Rio Grande do Sul

18h20min às 18h30min – Perspectivas cenário lácteo EUA
Professora Dra. Fernanda Carolina Ferreira, pesquisa e extensão: Universidade da Califórnia / Davis / Califórnia (EUA)

18h30min às 18h40min – Estratégias da extensão na pecuária de corte na Flórida
Professor Dr. João Henrique Jabur Bittar, pesquisa e extensão: Universidade da Flórida / Gainesville / Flórida (EUA)

18h40min às 18h50min – Inovação e tecnologia na pecuária do Uruguai
PhD. Fábio Montossi, Investigador Principal Referente do INIA Tacuarembó (Uruguai)

18h50min às 19h – Extensão pecuária no estado de Washington 
Professor Anibal J. Pordomingo, pesquisador do INTA: Estação Anguil / La Pampa (Argentina)

19h às 19h20 – Gestão da produção leiteira no Estado de Santa Catarina
Carlos Mader, responsável pela gestão da cadeia leiteira (EPAGRI) no Estado de Santa Catarina

19h20min às 19h30min – Intervalo

19h30min às 20h50min - Painel multidisciplinar de debate com convidados.

20h50min às 21h – Encerramento 

Programação 17/12

17h30min às 18h30 – Abertura

18h30min às 19h30min - Apresentação dos acadêmicos

19h30min às 20h30min - Painel multidisciplinar sobre curricularização da extensão na Universidade de Passo Fundo

20h30min às 21h – Painel de encerramento

(Assessoria de imprensa Sindilat/RS com informações da UPF)

Jornalistas do Correio do Povo, Zero Hora e da Emater/RS levaram os primeiros lugares em suas categorias na 6ª edição do Prêmio Sindilat de Jornalismo. A revelação do pódio foi feita de maneira virtual na tarde desta terça-feira (8/12), com transmissão via Facebook. O jornal O Informativo do Vale, a Rádio Guaíba e a Rádio Press também destacaram-se nas categorias Impresso, On-line e Eletrônico, respectivamente (confira lista completa abaixo).  

Na categoria Impresso, o 1º lugar foi para o repórter Danton Júnior, do Correio do Povo, com o trabalho “Área em transformação”, que teve colaboração do jornalista Otto Tesche. Na categoria Eletrônico, a ganhadora foi Ellen Bonnow, da Emater/RS, com o trabalho “Programa de dieta para vacas em lactação está aumentando a produtividade de leite”. Na categoria On-line, o 1º lugar ficou Karen Viscardi, da Zero Hora, com o trabalho “Leite A2 é opção para intolerantes e alérgicos à proteína do produto”, que contou com a colaboração de Leticia Szczesny. Neste ano, a premiação recebeu inscrições de 32 trabalhos publicados entre 26/10/2019 e 23/11/2020, que foram avaliados pela Comissão Julgadora composta por representantes do Sindicato dos Jornalistas (Sindjor-RS), da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), da Farsul e da Fetag. 

Conforme destacou o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, neste ano, por conta da pandemia de Covid-19, a importância do trabalho da imprensa foi reforçada mesmo com os desafios impostos. "Chegamos a pensar no cancelamento desta edição justamente pela dificuldade de fazer matérias no interior, mas também achávamos que, nesse período, as notícias não pararam e os meios de comunicação foram e estão sendo fundamentais", avaliou. Parte da Comissão Julgadora, a presidente do Sindjor-RS, Vera Daisy Barcellos, afirmou que iniciativas como o prêmio, que valorizam a produção dos profissionais de comunicação, são altamente relevantes. "É um evento valioso para a categoria", pontuou.

Conheça os vencedores:
Impresso
- 1º lugar: Danton Júnior, do Correio do Povo, com o trabalho “Área em transformação” - colaboração do jornalista Otto Tesche
- 2º lugar: Nereida Vergara, do Correio do Povo, com o trabalho “Do balde ao Robô”
- 3º lugar: Mônica da Cruz, do O Informativo do Vale, com o trabalho: “Investimento no bem-estar para garantir a produção”

On-line
- 1º lugar: Karen Viscardi, da Zero Hora, com o trabalho “Leite A2 é opção para intolerantes e alérgicos à proteína do produto” - colaboração de Leticia Szczesny
- 2º lugar: Leonardo Vieceli, da Zero Hora, com o trabalho “Preço do leite sobe com mudança no consumo e dólar em alta”
- 3º lugar: Alessandra Bergmann, do Campo e Batom, com o trabalho “Pesquisadoras em silagem de colostro e mastite no gado leiteiro”

Eletrônico
- 1º lugar:  Ellen Bonnow, da Emater/RS, com o trabalho “Programa de dieta para vacas em lactação está aumentando a produtividade de leite”
- 2º lugar: Sandro Fávero, Rádio Guaíba, com o trabalho “Pedido de socorro de produtora de leite repercute todo o país”
- 3º lugar: Alessandra Bergmann, do Campo e Batom, com o trabalho “Pesquisadoras em silagem de colostro e mastite no gado leiteiro”