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Porto Alegre, 03 de novembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.138

 

Sindilat entrega doação à Fundação de Proteção Especial
O Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) formalizou na tarde desta terça-feira (3/11) a doação de leite aos abrigos da Fundação de Proteção Especial (FPE). O repasse da carga, que integra um total de 25 mil litros doados a instituições no Dia Estadual do Leite, foi feito à primeira-dama do Estado, Maria Helena Sartori, em cerimônia no Palácio Piratini. Ao lado de representantes da Defesa Civil e da Fundação, Maria Helena agradeceu a iniciativa e pontuou a relevância de ações como essa para dar exemplo à sociedade. "Esse é um gesto importante porque quanto mais gente ajuda mais gente faz. São ações que precisam ser seguidas e divulgadas", disse a primeira-dama, agradecendo ainda a doação adicional feita pelo Sindilat e pela Agas à Defesa Civil para repasse aos desabrigados das enchentes.  O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, disse que a proposta da indústria é estar ao lado do poder público e ajudar a "contaminar" a sociedade por essa corrente de solidariedade. Os 500 litros do produto devem ser entregues nos próximos dias no almoxarifado da FPE em Porto Alegre.
Também participaram da cerimônia a diretora administrativa da FPE, Maria do Carmo Furquim, o chefe de gabinete da FPE, Rodrigo Reis, e o coordenador da Defesa Civil, tenente coronel Alexandre Martins.(Assessoria de Imprensa Sindilat) 
 
(Créditos: Carolina Jardine)
 
 
 
Leilão GDT: Preços internacionais de lácteos recuam novamente

O resultado do leilão GDT desta terça-feira (03/11) apresentou queda de 7,4% sobre o leilão anterior, com preços médios de lácteos em US$2.569/tonelada. Foi a segunda queda desde o evento ocorrido em 18 de agosto, quando os preços de lácteos iniciaram um período de 2 meses de forte recuperação nas cotações.

O leite em pó integral apresentou queda de 8,0%, sendo comercializado a US$ 2.453/tonelada. O leite em pó desnatado também sofreu queda, indo a US$2.018/ton (-8,0%). O queijo cheddar também teve redução nos preços, chegando a US$2.987/tonelada (-4,6% sobre o último leilão).

Neste leilão foram vendidas 33.997 toneladas de produtos lácteos, valor cerca de 25% inferior ao mesmo período do ano passado. O que indica que os aumentos recentes de preço foram motivados por perspectivas de uma menor oferta, não por crescimentos na demanda.

Os contratos para entrega futura de leite em pó integral também tiveram quedas, com os preços futuros oscilando entre US$2.430 e US$2.540/ton. (Fonte: Global Dairy Trade, elaborado pelo MilkPoint Inteligência)

Cidade e União entregam novos equipamentos para a Aproleite

Recentemente, ocorreu a entrega de equipamentos agrícolas para a Associação dos Produtores de Leite de Três de Maio (Aproleite). O evento foi realizado no pavilhão do gado leiteiro do Parque de Exposições Germano Dockhorn. Os maquinários compreendem a três carretas agrícolas e uma colhedora de forragens e foram conquistados através da emenda parlamentar do deputado federal Osmar Terra, de R$ 146 mil, verba oriunda do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), e contrapartida do município de R$ 9 mil, em um total de mais de R$ 155 mil. 

Estiveram presentes na solenidade vereadores, presidentes de entidades, secretários, coordenadores e servidores, além de lideranças e associados da Aproleite. Em uso da palavra, o presidente da associação, Neri Schroer, destacou que a entrega do maquinário era muito esperada pelos entes da Aproleite. "Foram mais de três anos de espera e correria para cumprir todas as exigências e burocracia, para que fosse aprovado o projeto, mas, enfim, estão aí, cada um destes equipamentos vai auxiliar no desenvolvimento e crescimento da cadeia leiteira e com certeza facilitarão o trabalho e o manejo das propriedades, onde a falta de mão de obra é um dos grandes problemas" salienta. 

O presidente da câmara, Cleiton Felipe dos Santos, informou que, quando o Legislativo aprovou o projeto por unanimidade, os vereadores já sabiam que este equipamento estaria em boas mãos e que seria muito bem utilizado. Representando o deputado federal Osmar Terra, o vereador Ivo Novotny ressaltou que foi graças à união e luta da própria Aproleite que os agricultores estão recebendo estes equipamentos. O prefeito Olívio Casali enfatizou a importância do agricultor, que sustenta a economia da região e os projetos que o município realiza no segmento lácteo, com destaquer para o Programa Municipal do Leite Sustentável. "Precisamos dar condições, para que os produtores e as gerações futuras possuam uma melhor qualidade de vida, e que seus filhos continuem no campo", assevera. 

Casali também informou que a Coopernoroeste será contemplada com um projeto que está tramitando na CEF, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), e contrapartida do município. (Jornal do Comércio)

 
Leite/Oceania 

A média de preços dos produtos lácteos na Austrália continuam firmes, e os preços aos produtores são recordes. A conclusão do TPP [Tratado Transpacífico] foi concluído abrindo mercados antes proibidos. A expectativa é de que haja aumento na produção de leite em 2016 se as condições de tempo continuarem melhorando. A expectativa é de que o rebanho dê um salto em relação aos níveis atuais. Muitos exportadores querem firmar negócios com a China. De acordo com a Dairy Australia, em setembro de 2015 a produção chegou a 970,1 milhões de litros de leite, 0,8% acima no volume de 2014. No acumulado, a temporada atual já produziu 3,1% mais leite em relação à temporada anterior.

De acordo com a Dairy Australia, a produção de várias commodities lácteas em agosto de 2015 mostraram as seguintes variações: manteiga (+7,5%); butteroil (+31,1%); leite em pó desnatado (+22,8%); leite em pó integral (+22,5%); manteiga de leite em pó (+27,9%); queijo (+7,6%); e soro de leite em pó (+9,9%). Na Nova Zelândia a previsão é de que a produção de leite caia entre 5 e 10% em relação ao ano anterior. Os baixos preços afetam financeiramente os agricultores e o tamanho do rebanho. A previsão é de que a captação continue caindo até o final do ano, e que esta tendência se mantenha em 2016. (Usda - Tradução Livre: Terra Viva)

 

 
Leite/Europa  

A produção de leite continua caindo, mas está acima dos níveis de um ano atrás. A oferta de leite é suficiente para a demanda atual. Os preços do leite ao produtor estabilizam. A demanda por produtos em pó aumenta e a expectativa é de crescimento. Produção de manteiga e leite em pó desnatado são as primeiras escolhas para o leite disponível.

A procura do programa de intervenção para o Leite em pó desnatado diminuiu. O clima desfavorável prejudicou o crescimento e a qualidade das culturas. A produção de leite no Leste Europeu está subindo, mas, mesmo assim os volumes estão menores que um ano atrás. Os preços das commodities lácteas estão firmes. (Usda - Tradução Livre: Terra Viva)

 
 
Rebanho
O percentual do rebanho leiteiro gaúcho atingido por diarreia viral bovina, doença que provoca problemas reprodutivos nos animais, chega atualmente a 24%. A informação é uma das conclusões de estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, dentro de um acordo de cooperação técnica com Fundesa, Ministério da Agricultura e Secretaria da Agricultura. (Zero Hora)
 

Nesta quinta, dia 29, o Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul obteve uma importante vitória na construção do projeto de lei que trata da produção, comercialização e transporte de leite no estado. Na discussão, o sindicato garantiu que, havendo irregularidades, os estabelecimentos de processamento, os postos de refrigeração de leite e os transportadores vão responder solidariamente às infrações previstas na lei. O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, explica a importância dessa inclusão.

 

         
 

 


 

Porto Alegre, 30 de outubro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.137

 

 Lei do Leite: Sindilat garante responsabilidade de transportadores

 
Foto: Debate sobre o texto do projeto de lei do Leite ocorreu na Assembleia Legislativa
Crédito: Divulgação/Sindilat 

O Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat) obteve uma importante vitória, nesta quinta-feira (29/10), na construção do projeto de lei que trata da produção, comercialização e transporte de leite no Rio Grande do Sul. Na discussão, o Sindicato garantiu que havendo irregularidades, os estabelecimentos de processamento, os postos de refrigeração de leite e os transportadores responderão solidariamente às infrações previstas na lei. 
 
Segundo o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, essa inclusão é importante e fundamental para coibir infrações. Pelo texto anterior, os transportadores identificados em uma situação de irregular apenas seriam desclassificados pela empresa, e o governo do Estado excluiria o mesmo da habilitação para o transporte, não sendo responsabilizados monetariamente se cometessem alguma infração.
 
O debate ocorreu em reunião que definiu o texto do projeto e contou com representantes da Secretaria Estadual de Agricultura, IGL, Farsul, Fetag e Ministério Público Estadual. Segundo o coordenador do debate, deputado estadual Gabriel Souza, a nova redação será encaminhada na próxima terça-feira à Casa Civil. A expectativa é de que em 10 dias, o projeto final, que deverá se chamar Lei do Leite, seja apresentado à Assembleia Legislativa em regime de urgência, garantindo assim a votação no plenário ainda neste ano.
 
Durante a reunião, o secretário estadual de Agricultura, Ernani Polo, parabenizou o grupo pela busca do 'entendimento' em conjunto na elaboração do projeto. "Estamos construindo uma legislação que é necessária, mas, o mais importante, é que será possível aplicá-la", afirmou. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 
 
 
 
Tetra Pak prevê redução na produção de leite em 2,6%
 
Crédito: Divulgação/Sindilat 

Durante a reunião de associados do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), nesta sexta-feira (30/10), o diretor de Marketing da Tetra Pak, Fabio Tomazzeli, apresentou os principais indicadores do cenário atual do setor no Brasil. Segundo ele, a projeção nacional é que haja uma queda de 2,6% na produção de leite neste ano na comparação com 2014.

O diretor da Tetra Pak também destacou a importância de potencializar junto aos consumidores os benefícios nutricionais do leite, como uma maneira de fortalecer a imagem do setor lácteo. Para auxiliar nessa aproximação, a empresa irá distribuir uma cartilha com informações de uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN). O objetivo é atingir cerca de 300 nutricionistas e nutrólogos e, consequentemente, o público atendido por esses profissionais.

A queda de produção de leite em virtude das intensas chuvas ocorridas em setembro também foi discutida pelos associados. Na ocasião, foi anunciada ainda a realização de um evento que irá discutir as perspectivas do setor lácteo para 2016. O encontro deverá ocorrer no dia 10 de dezembro, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, segundo o anúncio feito pelo secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

Produção por município: MG tem mais municípios entre os maiores, RS lidera nas cidades com maior produtividade
 
A produção brasileira de leite, calculada pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - foi de 35,2 bilhões de litros em 2014. Apesar de estar presente em todo o território nacional, a produção de leite se destaca nas regiões Sul e Sudeste do país. Cada uma delas produziu mais de 12 bilhões de litros no ano passado.

Entre os 200 municípios de maior produção de leite (litros/ano), 83 (41,5%) são do Sul e 68 (34%) do Sudeste, logo após vem o Centro-oeste, com 32 cidades (16%) participantes, seguidos do Nordeste, com 10 (5%), e Norte, com 7 (3,5%). A primeira cidade colocada é Castro, no Paraná, que produziu 239 milhões de litros em 2014. Na sequência, as maiores produções foram registradas em Piracanjuba - GO; Patos de Minas - MG; Jataí - GO e Carambeí - PR.

No ranking dos 200 maiores volumes de produção, Minas Gerais foi o estado com maior quantidade de municípios, com 61 sendo do estado. Em seguida aparecem Paraná (38 cidades) e Goiás (30 cidades).

Gráfico 1 - Número de municípios por estado, considerando os 200 municípios com maior produção em volume de leite no Brasil em 2014
 

Embora o volume de produção entre as regiões tenha sido semelhante, quando avaliamos a produtividade, isto é, o quanto em litros de leite se produz por vaca ordenhada, o Sul toma a liderança. No Sudeste, os 12,17 bilhões de litros de leite no ano foram atingidos com pouco menos de 8 milhões de cabeças de gado, enquanto no Sul, 12,2 bilhões foram produzidos com praticamente metade do número de vacas ordenhadas (4,37 milhões). 

No ranking dos 200 municípios de maior produtividade de leite por animal em 2014, 187 são da Região Sul (93,5%), seguidos de 12 municípios do Sudeste (6%) e 1 do Nordeste (0,5%). O estado do Rio Grande do Sul contribuiu com o número de 121 cidades, e obteve a melhor produtividade do país no ano de 2014, com mais de 3 mil litros/vaca/ano. 

Gráfico 2 - Número de municípios por estado, considerando os 200 municípios com maior produtividade de leite no Brasil em 2014


 

Apesar disso, a cidade melhor ranqueada é da região Sudeste. Em Araras, no interior de São Paulo, a produtividade de leite alcançou pouco mais de 11 mil litros por vaca ordenhada no ano, se distanciando bastante da segunda colocada, Castro (Paraná), que atingiu 7,5 mil litros/vaca/ano (vide tabela abaixo). Esse dado se deve ao fato de Araras ser um município com pouca produção de leite e que concentra a Fazenda Colorado, maior produtora de leite no Brasil e que possui elevada produtividade. (Najara Nino Diniz/MilkPoint) 

Mapa prevê a imunização de 147 milhões de animais na segunda fase de vacinação contra a febre aftosa

Está prevista a vacinação de aproximadamente 147 milhões de bovinos e búfalos na segunda fase da vacinação contra febre aftosa. A segunda etapa de imunização iniciou em julho deste ano e já foi concluída em algumas regiões do Amazonas, do Pará e de Tocantins. Nos estados do Amapá, Rondônia e Roraima a etapa segue em execução. A maior parte dos estados que faltam devem vacinar seus bovinos e búfalos durante o mês de novembro.

"Grande parte das vacinas previstas para essa segunda etapa já foi enviada aos estados e a outra parte necessária já se encontra em estoque na Central de Selagem para atender às demandas das revendas de vacinas de todo país", explica a Coordenação de Febre Aftosa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A maioria dos estados vacina todas as faixas etárias dos bovinos e bubalinos, exceto os estados da Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, Tocantins e o Distrito Federal. Em Santa Catarina, a vacinação é proibida, pois o estado é reconhecido como livre de febre aftosa sem vacinação. No Pantanal todo rebanho é vacinado.

Na primeira etapa da campanha nacional de vacinação contra a doença, realizada no primeiro semestre deste ano, o índice de cobertura foi de 98,04%. Foram vacinados cerca de 164,7 milhões de bovinos e bubalinos, de um total previsto à época de 168 milhões de cabeças. "Os produtores devem adquirir as vacinas em revendas autorizadas, providenciar a adequada vacinação de seus animais e comunicar ao serviço veterinário oficial de seu estado nos prazos estabelecidos em cada estado", alertou a coordenação. (As informações são do Mapa)

 
 
 
RS: Projeto de Lei regulariza indústria do leite
Dia 29/10, o Sindilat obteve uma importante vitória na construção do projeto de lei que trata da produção, comercialização e transporte de leite no estado. Na discussão, o sindicato garantiu que, havendo irregularidades, os estabelecimentos de processamento, os postos de refrigeração de leite e os transportadores vão responder solidariamente às infrações previstas na lei. O secretário-executivo, Darlan Palharini, explica a importância dessa inclusão. Para assistir ao vídeo, CLIQUE AQUI. (Canal Rural)

Durante a reunião de associados do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), nesta sexta-feira (30/10), o gerente de Marketing da Tetra Pak, Fabio Thomazelli, apresentou os principais indicadores do cenário atual do setor no Brasil. Ele citou a projeção nacional da Milkpoint, que prevê queda de 2,6% na produção de leite neste ano na comparação com 2014.

O gerente da Tetra Pak também destacou a importância de potencializar junto aos consumidores os benefícios nutricionais do leite, como uma maneira de fortalecer a imagem do setor lácteo. Para auxiliar nessa aproximação, a empresa irá distribuir uma cartilha com informações de uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição (SBAN). O objetivo é atingir cerca de 300 nutricionistas e nutrólogos e, consequentemente, o público atendido por esses profissionais.

A queda de produção de leite em virtude das intensas chuvas ocorridas em setembro também foi discutida pelos associados. Na ocasião, foi anunciada ainda a realização de um evento que irá discutir as perspectivas do setor lácteo para 2016. O encontro deverá ocorrer no dia 10 de dezembro, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, segundo o anúncio feito pelo secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini. 

Crédito: Divulgação/Sindilat 

 

O Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat) obteve uma importante vitória, nesta quinta-feira (29/10), na construção do projeto de lei que trata da produção, comercialização e transporte de leite no Rio Grande do Sul. Na discussão, o Sindicato garantiu que havendo irregularidades, os estabelecimentos de processamento, os postos de refrigeração de leite e os transportadores responderão solidariamente às infrações previstas na lei. 

 

Segundo o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, essa inclusão é importante e fundamental para coibir infrações. Pelo texto anterior, os transportadores identificados em uma situação de irregular apenas seriam desclassificados pela empresa, e o governo do Estado excluiria o mesmo da habilitação para o transporte, não sendo responsabilizados monetariamente se cometessem alguma infração.

 

O debate ocorreu em reunião que definiu o texto do projeto e contou com representantes da Secretaria Estadual de Agricultura, IGL, Farsul, Fetag e Ministério Público Estadual. Segundo o coordenador do debate, deputado estadual Gabriel Souza, a nova redação será encaminhada na próxima terça-feira à Casa Civil. A expectativa é de que em 10 dias, o projeto final, que deverá se chamar Lei do Leite, seja apresentado à Assembleia Legislativa em regime de urgência, garantindo assim a votação no plenário ainda neste ano.

 

Durante a reunião, o secretário estadual de Agricultura, Ernani Polo, parabenizou o grupo pela busca do ‘entendimento’ em conjunto na elaboração do projeto. “Estamos construindo uma legislação que é necessária, mas, o mais importante, é que será possível aplicá-la”, afirmou.

 

Foto: Debate sobre o texto do projeto de lei do Leite ocorreu na Assembleia Legislativa

Crédito: Divulgação/Sindilat 

Representantes de diversas indústrias do setor lácteo se reuniram nesta quarta-feira (28/10), na capital paulista, para discutir o panorama nacional e os desafios do setor durante o Fórum de Líderes da Indústria Brasileira de Lácteo, promovido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados no Estado de São Paulo (Sindileite). 

O diretor-executivo da Viva Lácteos, Marcelo Costa Martins, fez a apresentação sobre o panorama atual da indústria de laticínios no país. Já o presidente da presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, abordou o crescimento da importância da proteína animal no mundo. Por último, coube ao economista Paulo Rabello de Castro fazer as projeções para a crise financeira a médio prazo.
O secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), Darlan Palharini, acompanhou a programação, que contou com palestras e debates na parte da manhã. À tarde, ele participou da reunião do Conselho Nacional da Industria de Laticínios (CONIL), também em São Paulo.

 

         

 


 

Porto Alegre, 29 de outubro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.136

 

  I Fórum de líderes discute o panorama do leite no Brasil
 
Representantes de diversas indústrias do setor lácteo se reuniram nesta quarta-feira (28/10), na capital paulista, para discutir o panorama nacional e os desafios do setor durante o Fórum de Líderes da Indústria Brasileira de Lácteo, promovido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados no Estado de São Paulo (Sindileite). 

O diretor-executivo da Viva Lácteos, Marcelo Costa Martins, fez a apresentação sobre o panorama atual da indústria de laticínios no país. Já o presidente da presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, abordou o crescimento da importância da proteína animal no mundo. Por último, coube ao economista Paulo Rabello de Castro fazer as projeções para a crise financeira a médio prazo. 

O secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), Darlan Palharini, acompanhou a programação, que contou com palestras e debates na parte da manhã. À tarde, ele participou da reunião do Conselho Nacional da Industria de Laticínios (CONIL), também em São Paulo. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 
 
Crédito: Darlan Palharini
 
 
Produção de leite da Nova Zelândia cai em setembro

A captação de leite na Nova Zelândia totalizou 2,6 bilhões de litros em setembro, menos que os volumes produzidos em setembro de 2013 e 2014, de acordo com dados da Associação de Companhias de Lácteos da Nova Zelândia (DCANZ). Em meio às baixas margens, baixo crescimento das pastagens de primavera e aumento dos abates, os déficits de produção de leite na Nova Zelândia deverão persistir. 

Gráfico 1 - Produção de leite da Nova Zelândia
 

No começo desse mês, o Banco da Nova Zelândia reduziu suas previsões, citando uma queda de 6% na produção prevista para toda a estação, ou seja, uma queda mais acentuada do que a prevista anteriormente, de 2%. Similarmente, a Fonterra espera captar 5% menos leite na estação de 2015/16 do que fazia em 2014-15.

O fato de as condições da pastagem estarem ruins é particularmente preocupante em um ano como esse, quando os efeitos do forte El Niño poderão trazer um clima seco atípico para a região leste da Nova Zelândia durante o verão e outono do Hemisfério Sul. O Instituto Nacional de Pesquisa com Água e Atmosférica (NIWA) já mostra déficits de umidade do solo na costa oeste da Ilha do Sul e na região de Waikato na Ilha do Norte, onde ocorre 30% da produção nacional de leite.

Os produtores de leite da Nova Zelândia podem compensar os danos do clima adverso no final do ano cortando seus pastos de primavera e armazenando alimentos, mas os pastos prejudicados em algumas áreas criaram menos oportunidades para os produtores planejarem o futuro. (As informações são do The Daily Dairy Report)
 

No radar

Hoje é o dia D para a definição acerca dos projetos de lei para o setor de leite. Reunião com representantes de entidades e da Secretaria da Agricultura está marcada e tenta costurar um acordo para que o projeto do Executivo seja apresentado em regime de urgência. (Zero Hora)

Senado aprova MP que cria a flexibilização da jornada

O Senado aprovou ontem a Medida Provisória (MP) nº 680/2015, que cria o Programa de Proteção ao Emprego (PPE). Em uma rápida votação simbólica em que não houve debates em plená- rio, os senadores mantiveram as modificações feitas pelos deputados há duas semanas. O texto seguirá para a sanção da presidente Dilma Rousseff. Único a falar sobre a proposta em plenário durante a votação, o senador Paulo Rocha (PT-PA), relator-revisor da MP na comissão mista, defendeu a aprovação da medida. Segundo ele, quanto mais efetivo for o PPE, maior será a economia para os cofres públicos com o não pagamento de seguro- -desemprego para cobrir eventuais demissões. Até o dia 20 de outubro, o PPE já tinha a adesão de 14 empresas. Juntas, elas reduziram os salários e a jornada de trabalho de 23.916 empregados, ao custo de R$ 80,9 milhões para o FAT. 

Os setores automobilístico e metalúrgico concentram o maior número de empresas que solicitaram a adesão. Em análise, estão os pedidos de outras 23 empresas. Se eles forem aprovados, quase 8 mil trabalhadores entrarão no programa, ao custo de mais R$ 12,5 milhões. Em vigor desde o último dia 7 de julho, quando a MP foi publicada, o PPE permite a empresas reduzir em até 30% a carga horária dos funcionários e os salários pagos. Para os trabalhadores, contudo, a redução será apenas de metade desse percentual. A outra parte será bancada pelo governo por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), no limite de R$ 900,84. 

A principal mudança feita pelos deputados foi a retirada do item que previa que a convenção ou acordo coletivo de trabalho que formalizasse a adesão ao PPE prevalecesse sobre a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), desde que não contrariasse a Constituição, convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT) ratificadas pelo Brasil e normas de higiene, saú- de e segurança do trabalho. (Jornal do Comércio)
 

Novidades Piá
Depois de quase 15 anos sem produzir manteiga, a Cooperativa Píá voltou ao segmento. Os primeiros potes chegarão ao mercado em novembro, quando também será lançada embalagem econômica do iogurte grego Yos, uma bandeja com seis copos. (Jornal do Comércio)

 
 

 

    

 

Lideranças do setor industrial gaúcho reuniram-se na manhã desta quarta-feira (28/10) em audiência pública na Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo da Assembleia Legislativa, para defender em coro a retirada, por parte do governo, do projeto de lei 214. O projeto que prevê a redução de 30% da apropriação dos créditos presumidos das empresas foi amplamente criticado durante o encontro por retirar a competitividade dos empreendimentos do Rio Grande do Sul em comparação a outros estados da federação.

 

 

Presente ao encontro, o diretor-secretário do Sindilat, Renato Kreimeier, destacou o impacto negativo que tal medida pode trazer aos investimentos no setor. Como exemplo, citou a ampliação da planta da CCGL para 1 mi litros/dia e também a construção de nova planta da Cooperativa Santa Clara para produção de 400 mil litros/dia. “É fato. Se o projeto for aprovado, inúmeras indústrias deixarão de investir no Estado”, disse. Para Kreimeier, o setor lácteo não tem espaço para a retirada dos créditos presumidos nesse momento. 

 

O presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Nestor Freiberger, ponderou que é preciso desconstruir a visão de que o crédito presumido é um benefício e sim um mecanismo de equalização tributária. “Ele (crédito presumido) foi criado como ferramenta do poder público para incentivar a produção local e fazer frente à guerra fiscal no Brasil”, disse. Freiberger ainda destacou que uma possível aprovação do PL 214 implicaria não só no aumento do custo do produto, mas principalmente na redução direta de 2,3 mil vagas de emprego no setor e de 75 milhões de quilos na produção de frango. 

 

Comandada pelo deputado Adilson Troca (PSDB), presidente da Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, a audiência foi solicitada pelo deputado Zé Nunes (PT). O encontro lotou a casa e contou com a presença de diversos parlamentares, entre eles o deputado Elton Weber (PSB) que voltou a afirmar sua intenção de, se o texto permanecer na Casa, apresentar emendas. O Secretario do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Fábio Branco, destacou a necessidade de transparência para que se possa, em conjunto, encontrar um equilíbrio entre a indústria e o governo. 

 

Crédito: Luiz Moren/Assembleia Legislativa 

         

 
 


 

Porto Alegre, 28 de outubro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.135

 

  Indústria gaúcha faz coro contra o PL 214

Lideranças do setor industrial gaúcho reuniram-se na manhã desta quarta-feira (28/10) em audiência pública na Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo da Assembleia Legislativa, para defender em coro a retirada, por parte do governo, do projeto de lei 2014. O projeto que prevê a redução de 30% da apropriação dos créditos presumidos das empresas foi amplamente criticado durante o encontro por retirar a competitividade dos empreendimentos do Rio Grande do Sul em comparação a outros estados da federação. Presente ao encontro, o diretor-secretário do Sindilat, Renato Kreimeier, destacou o impacto negativo que tal medida pode trazer aos investimentos no setor. Como exemplo, citou a ampliação da planta da CCGL para 1 mi litros/dia e também a construção de nova planta da Cooperativa Santa Clara para produção de 400 mil litros/dia. "É fato. Se o projeto for aprovado, inúmeras indústrias deixarão de investir no Estado", disse. Para Kreimeier, o setor lácteo não tem espaço para a retirada dos créditos presumidos nesse momento. 

O presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Nestor Freiberger, ponderou que é preciso desconstruir a visão de que o crédito presumido é um benefício e sim um mecanismo de equalização tributária. "Ele foi criado como ferramenta do poder público para incentivar a produção local e fazer frente à guerra fiscal no Brasil", disse. Freiberger ainda destacou que uma possível aprovação do PL 214 implicaria não só no aumento do custo do produto, mas principalmente na redução direta de 2,3 mil vagas de emprego no setor e de 75 milhões de quilos na produção de frango. 

Comandada pelo deputado Adilson Troca (PSDB), presidente da Comissão de Economia, Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, a audiência foi solicitada pelo deputado Zé Nunes (PT). O encontro lotou a casa e contou com a presença de diversos parlamentares, entre eles o deputado Elton Weber (PSB) que voltou a afirmar sua intenção de, se o texto permanecer na Casa, apresentar emendas. O Secretário do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Fábio Branco, destacou a necessidade de transparência para que se possa, em conjunto, encontrar um equilíbrio entre a indústria e o governo. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 
Crédito: Jardine Comunicação
 
 
Entidades tentarão evitar bloqueio de vias

O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, revelou ontem ter pedido aos ministros da Casa Civil, Justiça, Transportes e Agricultura para que atendam à pauta do Comando Nacional do Transporte, que está prometendo novas paralisações de rodovias a partir do próximo dia 9. A intenção é evitar o crescimento dos prejuízos já computados pelo setor neste ano. Segundo o executivo, as cheias eventuais em portos e as greves recentes dos fiscais agropecuários e dos próprios caminhoneiros já ocasionaram o cancelamento do envio de 40 mil toneladas de carne suína e de frango para o Exterior. "Para nós seria o desastre que faltava no ano", avalia Turra, referindo-se à paralisação. "Fiz este alerta e apelei para que atendam às reivindicações enquanto é tempo", completa, para acrescentar que o risco é muito pesado e que tem potencial para desestruturar o setor. A ABPA ainda aguarda uma posição do governo sobre o assunto. 

O diretor-executivo da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), José Eduardo dos Santos também está temeroso, além de contrariado com o modo escolhido por algumas categorias para obter conquistas coletivas. Ele disse que se os bloqueios de estradas se repetirem, só restará uma alternativa às indústrias do setor na atual conjuntura: fechar as portas e procurar outra coisa para fazer. "O milho aqui é complicado de conseguir, a tributação é elevada e o Estado ainda reduz os créditos", ressalta. "Uma segunda paralisação, agora, será a pá de cal." Santos defendeu que seja colocado em prática o lema da bandeira nacional, de ordem e progresso. Lembrou que o país vive uma crise política e econômica e lamentou que os caminhoneiros "ameacem prejudicar o único setor que ainda está dando resultado". Considerou, ainda, que "é uma falta de sensibilidade fazer greve num momento desses". A Asgav aguarda a concretização do ato para ingressar com ação judicial para impedir o bloqueio de rodovias. 

O presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), Alexandre Guerra disse que a entidade está atenta para, se necessário, buscar o desbloqueio das estradas na Justiça. "Trabalhamos com um produto perecível, que tem que chegar à indústria no dia", justificou. "Além disso, não temos margem sobrando e não podemos perder mais nada", acrescentou. (Correio do Povo)

Diferença que pesou

As exportações gaúchas cresceram em volume e recuaram em valor, como mostram dados divulgados pela Fundação de Economia e Estatística (FEE). No acumulado do ano, a receita caiu 8,1% e o preço, 15,5% enquanto o avanço em quantidade embarcada foi de 8,7%. Entre os itens que mais influenciaram para o recuo estão produtos do agronegócio, cujos preços no mercado internacional tiveram retração. (Zero Hora)

Produção/NZ 

O declínio da produção de leite na Nova Zelândia ganhou força no mês de setembro, de acordo com dados da Dairy Companies of New Zealand (DCANZ). A produção de leite, em sólidos totais, chegou a 209.484 toneladas em setembro, 7,2% menos se comparada com as 225.777 toneladas de setembro de 2014. Um fluxo no final do outono proporcionou alta produção nos meses iniciais, mas, a tendência mudou em agosto, quando a produção caiu ligeiramente em relação a agosto do ano passado. 

A Fonterra, divulgou no início do mês que a produção da Nova Zelândia, em agosto, caiu 1% na comparação anual, apesar da produção no acumulado da temporada continuar 1% maior que a do ano passado. As condições desfavoráveis para o crescimento das pastagens e a manutenção dos baixos preços continuaram atingindo a produção. 

O globalDairyTrade mostrou quatro bons resultados consecutivos, até cair 3,1% na semana passada, puxado pelo declínio nas cotações do leite em pó integral, desnatado e da manteiga. O preço do leite ao produtor da Fonterra está em NZ$ 4,60/kgMS, abaixo dos NZ$ 5,30/kgMS estimados como ponto de equilíbrio. A Fonterra prevê queda de 5% na captação de leite nesta temporada, e analistas projetam queda de 10% na produção total da Nova Zelândia, em relação à temporada passada. Outubro, é, normalmente, o pico da produção de leite na temporada. (NzHerald.co.nz - Tradução Livre: Terra Viva)

 
Greve de caminhoneiros prevista para novembro foi alertada por Moreira e Colatto
O anúncio de lideranças dos caminhoneiros para o começo de uma nova greve a partir de 9 de novembro foi alertado pelos deputados federais Alceu Moreira (PMDB/RS) e Valdir Colatto (PMDB/SC) há quase um mês. Para eles, a causa seria o descumprimento pelo governo federal do acordo selado com a categoria, que contemplava pontos como o parcelamento das dívidas com bancos, barateamento do diesel e a instituição de uma política de preço mínimo para o frete. Moreira e Colatto são também autores da emenda vetada pela presidente Dilma Rousseff que prevê a isenção de impostos para o combustível. (Assessoria Deputado Alceu Moreira)

 
 

O sistema de medição de vazão e coleta automática de leite da empresa Arsopi, em testes desde setembro na sede da Cosulati, teve os primeiros resultados discutidos em reunião realizada na Embrapa Clima Temperado na semana passada. Segundo a pesquisadora da instituição, Maíra Zanella, o parecer inicial é positivo, porém ainda serão necessários alguns ajustes de calibração do equipamento português. O equipamento, que é instalado diretamente nos caminhões, busca melhorar a segurança no transporte do leite até a indústria a fim de garantir a qualidade da matéria-prima.

A reunião, realizada no dia 21 de outubro, contou com a presença do diretor-geral da Arsopi, Thiago Pinho. Segundo ele, o encontro foi um momento de verificar quais as adequações são necessárias no equipamento para, posteriormente, atingir o mercado nacional e viabilizar a instalação em maior escala no Brasil. Durante a visita, Thiago também aproveitou para conhecer as instalações da Embrapa e o laboratório de análises do leite.