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28/06/2022

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre, 28 de junho de 2022                                                          Ano 16 - N° 3.691


La Niña enfraquece mas vai avançar até o verão de 2023

Período de enfraquecimento será observado entre julho e setembro, mas, posteriormente, o resfriamento do Pacífico se intensificará novamente

A anomalia negativa da temperatura do oceano Pacífico equatorial diminuiu de -1 °C em meados de maio para -0,5 °C atualmente, indicando que o fenômeno La Niña está em um breve período de enfraquecimento. De acordo com a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), esse período de enfraquecimento será observado entre julho e setembro, mas, posteriormente, o resfriamento do Pacífico se intensificará novamente, completando o terceiro ano seguido sob La Niña.

Do ponto de vista prático, mesmo sob La Niña, há registro de chuva forte na região Sul desde março. Isso aconteceu pela formação de bloqueios atmosféricos e gradientes de temperatura mais favoráveis no oceano Atlântico.

De acordo com a previsão probabilística da Universidade de Colúmbia, a chuva forte prosseguirá entre junho e agosto, porém mais ao sul, na Metade Sul do Rio Grande do Sul, além do Uruguai e leste da Argentina. Mais ao norte, a chuva fica abaixo da média em Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

No leste e norte do Nordeste, há previsão de chuva acima da média, inclusive com tempestades intensas, como as que aconteceram em maio em Pernambuco. A temperatura ficará acima da média no interior das regiões Sul e Sudeste e em boa
parte do Centro-Oeste.

Isso não quer dizer que não há previsão de frio, mas apenas indica que as ondas de frio devem vir de forma mais espaçada no inverno. (Canal Rural)


Leite/América do Sul

O clima de outono traz melhores expectativas em relação ao conforto das vacas, levando ao aumento da produção de leite no Cone Sul da América do Sul. 

Entretanto, existem indicadores de que, a despeito do aumento do preço ao produtor, o volume de leite, na melhor das hipóteses, cresce apenas ligeiramente. Crescem as expectativas em relação à segunda colheita de milho no Brasil, mas os custos logísticos estão aumentando junto com os rendimentos. As expectativas em relação à soja, também melhoraram na Argentina e no Brasil, mas os custos de combustível e fertilizantes continuam subindo.

As cotações do leite em pó desnatado subiram na região, e os estoques estão apertados e estão indo para atender contratos já firmados. Apesar da oferta apertada, a demanda é relatada como estável e os compradores hesitam em comprar mais do que as necessidades imediatas. O preço do leite em pó integral continua inalterado. Mudanças na produção de caseína causaram alguns atrasos nos embarques para os EUA, mas os mercados estão notavelmente firmes na região e globalmente, devido à demanda contínua versus suprimentos apertados. (Fonte: Usda – Tradução Livre: Terra Viva)


 

Piracanjuba divulga Relatório de Sustentabilidade 2021

Piracanjuba - De acordo com pesquisa de reconhecimento de marca, feita pela consultoria Kone Cesário+Gustavo Cesário, com dados coletados pela Netquest, a Piracanjuba obteve percentual de reconhecimento de 97,7% da população brasileira. 

O resultado, obtido em 2021, indica que os produtos são consumidos em milhares de lares, atendendo a demanda de diferentes públicos, com um portfólio variado e bem distribuído. O desenvolvimento das atividades, que vão além das práticas comerciais, envolve esforços em torno do Meio Ambiente, da Responsabilidade Social e da Governança Corporativa. A sustentabilidade é parte indispensável das ações e, para demonstrar isso, a empresa apresenta, pelo segundo ano consecutivo, o Relatório de Sustentabilidade.

O documento relata e presta contas à sociedade e aos públicos interessados sobre sua atuação. Além de importante iniciativa de comunicação e gestão, o documento serve como um modelo de gerenciamento de ações e para criar indicadores referenciais, comparando os resultados dos anos seguintes com os anteriores”, comenta a Gerente de Marketing, Lisiane Campos.

A publicação reúne dados e informações que permitem um maior conhecimento sobre o que a empresa tem angariado nos últimos 66 anos e, em especial, em 2021, um ano que exigiu muito da indústria, devido ao cenário econômico e às necessidades sociais decorrentes dos ciclos da pandemia.

No relatório, além da linha do tempo, portfólio de produtos e unidades de negócios, encontram-se as principais iniciativas de gestão de pessoas, os projetos sociais, as atividades de engajamento com as comunidades, e detalhes sobre os processos e inovações operacionais. Os números apresentados referem-se ao ano fiscal de 2021 e, nos resultados financeiros, os dados são comparados com os anos fiscais anteriores. A empresa também detalha os investimentos em sustentabilidade, que estão conectados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Clique aqui e acesse o relatório completo. (Piracanjuba)


 

Jogo Rápido 

METEOROLOGIA:  Simagro deve ter 100 torres
Até o final de 2023, a Secretaria da Agricultura (SEAPDR) pretende ter instaladas no Rio Grande do Sul 100 torres de coleta de dados meteorológicos que completarão o Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro). O sistema vem sendo implementado desde 2020 com a instalação de 20 estações, construídas com recursos oriundos do acordo de uma empresa de agrotóxicos responsabilizada no inquérito do Ministério Público sobre agrotóxicos, encerrado em 2019. O meteorologista da SEAPDR, Flávio Varone, adianta que, até o final de julho, mais dez estações serão instaladas no Estado. Outras 20, pertencentes à estrutura da antiga Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), serão recuperadas até o final de 2022, com investimento de R$ 900 mil da secretaria na obra. Além dos 50 pontos de coleta de dados que serão concluídos em 2022, a secretaria já tem R$ 13 milhões para a instalação de mais 50 torres até o final do ano que vem. A verba, destinada pelo Programa Avançar na Agropecuária, será investida em equipamentos e na manutenção destes por 36 meses. "As estações vão auxiliar o produtor com indicadores simples para decisões com base em informações do clima", diz Varone. Os indicadores poderão orientar questões como aplicação de defensivos, nortear projetos de irrigação e apontar pontos de infestação de doenças como a ferrugem asiática.  (Correio do Povo)
 

 
 
 
 
 

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