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A diretoria colegiada da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) concedeu novo prazo para que o setor produtivo adapte-se às novas exigências de emissão do Código Identificador de Operação de Transporte (CIOT), determinação que impõe obrigações e diversos custos adicionais a empresas que utilizam serviço de transporte de cargas. Publicada nesta quarta-feira (11/03) no Diário Oficial da União, a resolução 5.873/2020 altera a 5862/2019 e determina que a exigência de emissão do documento, inicialmente limitada a transportadores autônomos, será obrigatória também para o setor industrial, comercial e produtores rurais a partir de 9 de junho de 2020. A medida inicialmente prevista para entrar em vigor em 1º de fevereiro, acabou postergada para 16 de março e, agora, teve novo adiamento.

A decisão atende a pedido do setor produtivo, inclusive a pleito realizado pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat). Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, a prorrogação dá mais prazo para governo e empresários negociarem a questão, que classifica como medida burocrática e que tira competitividade do setor produtivo. “Na prática, a medida obriga as empresas e produtores a custearem um setor inteiro apenas para emitir guias e controlar as cargas, e isso não pode nem mesmo ser delegado a fornecedores porque a responsabilidade é do contratante. É um contrassenso com a política apregoada até aqui. Precisamos combater essa posição”, reformou. Segundo cálculo do Sindilat, para atender à medida do governo uma empresa que industrializa 100 mil litros/dia de leite terá um custo adicional com novas contratações de, no mínimo, R$ 10.000,00 por mês.

O Sindilat defende que a obrigatoriedade de emissão do CIOT e que suas responsabilidades sejam atribuídas aos transportadores contratados. A preocupação do setor é que a medida corroa ainda mais a competitividade da produção láctea brasileira que, há anos, vem amargando a concorrência dos lácteos dos países do Mercosul. “É mais um peso sobre um setor que já enfrenta dificuldades. Como trabalhamos diariamente com transporte do produtor à indústria e da indústria ao varejo, essa exigência sobre as cargas torna-se um ônus gigantesco”, completou o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini. As indústrias também pedem a inconstitucionalidade da Tabela de Frete uma vez que defendem a livre negociação sobre o custo do serviço de transporte. “Precisamos ter preservado nosso direito ao livre mercado”, ressalta Guerra.

O CIOT é uma obrigação no Brasil desde 2011. Contudo, até agora, vinha sendo exigido apenas de transportadores autônomos, com fiscalização e multas brandas. A nova legislação exige emissão para todas as cargas transportadas que não sejam feitas em veículo próprio da empresa.

A pesquisa Marcas de Quem Decide 2020, promovida pelo Jornal do Comércio e realizada pela Qualidata, divulgou nesta terça-feira (10/3) as marcas mais lembradas e preferidas dos consumidores gaúchos na categoria Produtos Lácteos. Empresas associadas do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) receberam destaque entre as cinco primeiras colocações tanto nas marcas mais lembradas como nas marcas preferidas. Nas mais lembradas, a Cooperativa Santa Clara, Piá, Elegê, Languiru e Tirol, respectivamente, foram as que melhor ranquearam neste ano. Já nas preferidas, o ranking manteve-se quase o mesmo, apenas substituindo a quinta colocação pela Nestlé. O resultado da pesquisa foi acompanhado por autoridades estaduais e representantes do setor empresarial gaúcho no Centro de Eventos da Fiergs, em Porto Alegre.

A Cooperativa Santa Clara liderou o segmento de produtos lácteos pelo terceiro ano consecutivo, obtendo 36,4% na marca preferida e 34,9% na mais lembrada. Entre as preferidas, também foram destaque as empresas Piá (22,8%), Elegê (10,5%), Languiru (3,1%) e Nestlé (2,5%). No ranking das mais lembradas, a Piá assumiu a segunda colocação com 22,2% dos votos, seguida da Elegê (11,1%), Languiru (4,3%) e Tirol (2,2%).

A Piá (4,0%) e a Santa Clara (3,7%) também conquistaram o segundo e terceiro lugar nas marcas preferidas da categoria Agrícola, uma das novidades desta edição da pesquisa. A primeira colocação ficou para a Cotrijal, com 6,2%. Nas cooperativas mais lembradas, a Piá permaneceu em segundo lugar e a Santa Clara conquistou a quarta colocação. A Cooperativa de Carlos Barbosa também se destacou entre as dez primeiras colocações da categoria especial Grande Marca Gaúcha do Ano – empatando com a Lojas Renner – com 3,1%. O ranking completo foi composto pelas empresas Tramontina, Gerdau, Cia Zaffari, Radon, Panvel, Grupo RBS, Fruki e Marcopolo, respectivamente.

Para o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, ter no ranking de produtos lácteos empresas associadas ao sindicato mostra a evolução do trabalho que vem sendo realizado em conjunto entre os laticínios e a entidade. “Cada empresa tem a sua estratégia, desenvolvem seus produtos e o público que quer atingir, mas o que norteia todas é a qualidade que produzem e inovam, proporcionando o destaque das indústrias lácteas gaúchas em todo o território nacional", afirmou. Segundo ele, a pesquisa deste ano foi a comprovação de um trabalho que só tende a crescer. "O Sindilat tem atuado na defesa dos interesses de nossos associados para contribuir no crescimento contínuo do setor lácteo gaúcho, que teve, por mais um ano, um grande reconhecimento na pesquisa Marcas de Quem Decide."

Crédito: Letícia Breda

O Despertar Empreendedor, evento promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) mais uma vez mostrou a que veio. Em sua oitava edição, o evento que desde segunda-feira (02) reúne 52 participantes chega ao final nesta quinta-feira (05) com o cumprimento de um cronograma que oportunou uma imersão no mundo de gestão e de negócios.

Aberta à comunidade e com o patrocínio do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), o programa iniciado em 2013 em parceria com o Sebrae proporcionou experiências e vivências no mundo do empreendedorismo, com uma participação heterogênea de empresários e futuros empresários. “Todos os anos aprimoramos as ações dentro do programa. Inicialmente buscávamos participantes sem nenhum conhecimento em empreendedorismo. Hoje esse perfil mudou bastante, pois temos pessoas já com negócios estabelecimentos e bastante diversidade de gênero, idade e raça”, afirma Ana Beatriz Michels, coordenadora do Programa de Empreendedorismo da universidade.

Durante quatro dias, os participantes foram convidados a explorar características empreendedoras individuais e a se posicionar em uma equipe na busca de um negócio de impacto que solucione problemas da sociedade. O Despertar foi desenvolvido em quatro etapas, abrangendo aspectos da figura do empreendedor, das questões a serem resolvidas e a busca pelas soluções. Para o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, é importante fomentar o empreendedorismo, cada vez mais, nos ambientes acadêmicos. "Sabemos que o futuro é empreendedor. Precisamos de líderes que vejam necessidades de mercado e consigam supri-las agregando responsabilidade e inovação", afirma. O Sindilat marcou presença no evento dispondo produtos para o milkbreak.

Crédito: Carina Pasqualotto

Mais de 650 produtores de 160 municípios gaúchos estiveram presentes na VIII Tarde de Campo acompanhando a programação do tradicional encontro promovido todos os anos pela Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL), em Cruz Alta, nesta quinta-feira (20). O evento com volume recorde de presença proporcionou aos produtores de 20 cooperativas associadas à CCGL muito conhecimento sobre as novas tecnologias que facilitam o trabalho nas propriedades e reduzem a mão de obra. Nas estações técnicas, foram abordados assuntos de grande interesse e recorrentes no dia a dia dos produtores de leite.
O evento com o apoio do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) levou para o campo a troca de conhecimento sobre quatro temas técnicos referentes à produção leiteira. Dois assuntos que dominaram as estações eram ligados à tecnologia. O primeiro tratou da ordenha robotizada em sistema base-pasto que começa a ser pensada na CCGL. “Tivemos muitos questionamentos sobre essa inovação, e explicamos os motivos do projeto que está sendo implementado e todo o passo a passo da sua implantação”, explica Letícia Signor, coordenadora de Difusão e Tecnologia da CCGL. Segundo ela, outro tema ligado à tecnologia que contou com bastante interação dos associados da CCGL foi a sincronização de partos, processo no qual todo o rebanho fica programado para parir na mesma época. “Desta forma, a época de descanso dos animais também é a mesma e, assim, o produtor consegue até mesmo sair em férias, pois não há necessidade de ordenha”, afirmou Letícia.

A estiagem que afetou grande parte do Norte do rio Grande do Sul e ainda provoca efeitos sobre lavouras e pastos dominou a outra metade dos debates na Tarde de Campo. “Falamos sobre a importância de se promover uma segunda safrinha de pasto no verão, destacando quando e como deve ser feito esse plantio. Por fim, abordamos a necessidade de utilizar silagem de boa qualidade para fazer frente aos efeitos da estiagem. “Muitas propriedades fizeram silagem de baixa qualidade e de volume, o que impactou diretamente na qualidade e quantidade da oferta nutricional aos animais no período de entressafra do pasto”, sintetizou a coordenadora da CCGL.

O evento contou com apoio da Biscayart Forrajeras, Genex, Kersia e Speedrite

Foto: Banco de Imagens CCGL 

 

 

O presidente reeleito da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetag-RS), Carlos Joel da Silva, foi empossado nesta sexta-feira (21/02) para assumir a entidade na gestão 2020/2024. A cerimônia foi realizada na sede da federação, em Porto Alegre, e contou com a presença de autoridades políticas, como o governador Eduardo Leite, o secretário da Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), Fernando Schwanke, o secretário da Agricultura do Estado, Covatti Filho, o senador Luis Carlos Heinze, o deputado federal Heitor Schuch, o deputado federal Jerônimo Goergen, o deputado estadual Elton Weber, o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan, entre outras. O Sindilat esteve representado pelo diretor tesoureiro, Jeferson Smaniotto e o pelo secretário-executivo, Darlan Palharini. Além disso, ainda estiveram presentes representantes das Cooperativa Piá e Languiru, agricultores gaúchos e jornalistas.

Durante seu discurso de posse, Silva destacou que os agricultores estão vivendo a década das Nações Unidas para a agricultura familiar, o que representa a importância e visibilidade que a categoria vem conquistando no mundo. “O Brasil e o mundo estão voltando sua atenção para o espaço dos agricultores familiares na sociedade”, afirmou.

Para o presidente, o agricultor está produzindo cada vez mais, mas ainda existem problemas. “Precisamos de um olhar para o futuro”, reforçou.
Para o Sindilat, a Fetag e o sindicato cultivam um importante relacionamento em prol da produção de leite, parceria que foi utilizada em diversos momentos da última gestão. “Acreditamos no trabalho do presidente reeleito Carlos Joel da Silva e estaremos ao lado da Fetag para seguir trilhando um caminho de crescimento em prol do agronegócio gaúcho”, destacou Smaniotto.

Foto: Letícia Breda

A Cooperativa Central Gaúcha Ltda (CCGL) realiza nesta quinta-feira (20/02), às 14h, em Cruz Alta, a VIII Tarde de Campo, tradicional evento que reúne produtores de leite do Estado. Voltado exclusivamente aos produtores e técnicos das cooperativas associadas do grupo, o encontro busca apresentar as novas tecnologias e informações referentes à produção de leite. A programação deste ano está organizada em cinco estações com temas relacionados ao setor lácteo: ordenha robótica, silagem impactada pela seca, projeto de sincronização de partos e safrinha de pastagens de verão, sendo resultado da alta  tecnologia  e parceria da patrocinadora Syngenta.

Segundo a coordenadora de Difusão e Tecnologia da CCGL, Letícia Signor, a expectativa é receber produtores de leite das mais diversas regiões do Estado, além de técnicos e gestores das áreas de leite das cooperativas singulares. “A tarde de campo proporcionará aos presentes informações sobre novas tecnologias que facilitam o trabalho e reduzem a mão de obra, garantindo mais comodidade e satisfação aos seus produtores”, destaca.

O evento conta com apoio da Biscayart Forrajeras, Genex, Kersia e Speedrite.

Com informações da CCGL

Reunido com lideranças do setor lácteo na tarde desta terça-feira (18/2), na sede do Sindilat, o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Ruy Irigaray, informou que o governo do Estado está à disposição para negociar novos investimentos no Rio Grande do Sul. Disposto a atrair projetos no setor, ele garantiu que sua diretriz de valorizar os empresários locais e manter investimentos dentro do Estado, persistirá com seu sucessor, uma vez que deixa a pasta na sexta-feira para voltar à Assembléia Legislativa para atuar na articulação para as Eleições de 2020. “Nós temos que facilitar a vida de quem está empreendendo, de setores que geram emprego e valor agregado”, pontuou, ressaltando a proximidade da secretaria com as lideranças do setor lácteo e com o próprio Sindilat. O governo do Estado ainda não anunciou quem assumirá a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo. 

Segundo Irigaray, é de suma importância manter a aproximação do governo com o setor produtivo. “As indústrias podem nos procurar porque podem contar comigo. Vou estar na linha de frente. Minha política quando assumi a secretaria sempre foi essa: valorizar quem está aqui. Temos DNA empreendedor, coisa que muito estado não tem. Vamos fechar a torneira e deixar de exportar empresa para outros estados”. Ao lado do superintendente comercial do Badesul, Juliano Balestrin, Irigaray apresentou novas linhas de crédito para oportunizar novos projetos e aquisição de máquinas importadas.

Durante a reunião, que se estendeu pela tarde, os representantes do setor industrial ainda debateram a obrigatoriedade do CIOT, a pauta da reunião da Aliança Láctea a ser realizada no próximo dia 13 de março e detalhes sobre a consulta pública para RTIQ do soro do leite.

Foto: Carolina Jardine

O setor lácteo gaúcho espera que o reaquecimento de consumo e a reestabilização do mercado venham após o Carnaval e com a retomada do calendário escolar. A expectativa foi pontuada durante a manhã desta terça-feira (18/2) em reunião do Conseleite, realizada na sede da Fecoagro, em Porto Alegre, e coordenada pelo presidente Rodrigo Rizzo. O valor do leite projetado para o Rio Grande do Sul em fevereiro é de R$ 1,1464, 0,34% abaixo do consolidado de janeiro, que fechou em R$ 1,1503. Segundo o professor da UPF Marco Antônio Montoya a projeção para o ano é de dólar alto e isso deve favorecer a produção de leite em pó. “Esse produto deve agir como variável de estabilização de preços do mercado lácteo em 2020”, indicou.  Segundo o vice-presidente do Conseleite e presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o Rio Grande do Sul está entrando no tradicional período de entressafra, quando a captação tem redução. “Como acontece normalmente nos meses de verão, o consumo também se retrai. Mas esperamos que, nas próximas semanas, tenhamos um reequilíbrio com a volta às aulas”.  Ele ainda indicou que 2020 também tem mudança com relação ao mercado externo, com a redução de 20,7% nas importações em janeiro em relação ao mesmo mês de 2019. 

Um alerta realizado durante a reunião do Conseleite foi sobre a qualidade da silagem produzida nesse verão, uma vez que as lavouras de milho plantadas com esse fim foram atingidas pela estiagem. “Isso pode trazer impacto na produção mais lá na frente”, alertou Guerra. Um agravante citado por Guerra que impacta diretamente nesse mercado é o fato de o leite ser um produto utilizado como atrativo para o consumidor por meio de promoções.  

Durante a reunião, o presidente do Conseleite conclamou que os pequenos laticínios também participem do levantamento que embasa a produção das estatísticas do Conseleite. O pedido foi feito diretamente ao novo presidente da Apil, Delcio Roque Giacomini, que ficou de levar o pleito a seus associados.   

Tabela 1: Valores Finais da Matéria-Prima (Leite) de Referência1, em R$ – Janeiro de 2020.

Matéria-prima Valores Projetados Janeiro /20 Valores Finais

Janeiro /20

Diferença

(Final – projetado)

I – Maior valor de referência 1,2957 1,3229 0,0272
II – Valor de referência IN 76/771 1,1267 1,1503 0,0236
III – Menor valor de referência 1,0140 1,0353 0,0212

(1)   Valor para o leite “posto na propriedade” o que significa que o frete não deve ser descontado do produtor rural. Nos valores de referência IN 76/77 está incluso Funrural de 1,5% a ser descontado do produtor rural

Tabela 2: Valores Projetados da Matéria-Prima (Leite) de Referência IN 76/77, em R$ – Fevereiro de 2020.

Matéria-prima Fevereiro*/19
I – Maior valor de referência 1,3183
II – Valor de referência IN 76/77 1,1464
III – Menor valor de referência 1,0317

* Previsão

Crédito: Carolina Jardine

Representantes dos setores lácteo, avícola e suinícola reuniram-se para debater estratégias de expansão do consumo de proteína animal durante Simpósio do Agronegócio, na 5º edição da ExpoCasca. A exposição, realizada neste final de semana, contou com a presença do presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra, que discursou sobre o cenário do leite no Rio Grande do Sul. Segundo ele, a meta é transformar o Brasil em um exportador de laticínios ao invés de importador. “O Sul do Brasil tem a condição e está se focando pra este fim, mas temos que ter todas as nossas ações focadas para melhorar a competitividade, assim podemos aproveitar os mercados que se abrem. Até lá necessitamos das reformas tributárias para minimizar os efeitos da guerra fiscal entre estados no Brasil, já que ainda somos dependentes do consumo interno e o RS é um dos Estados que necessita vender a outros estados da federação, pois consome só 40% do que produz.” concluiu durante sua palestra no sábado (15/2).

Estiveram presentes também representantes da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Associação de Criadores de Suínos do RS (Acsurs), Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e a Emater.

A ExpoCasca iniciou-se na sexta-feira (14/2) e seguiu até domingo (16/02) em solenidade no de Parque Municipal Arcido Perin. Entre as atrações do evento também tiveram destaque o 2º Fórum de Desenvolvimento Regional, rodada de negócios, shows e atrações infantis. Com o slogan “Unindo o Campo e a Cidade” o evento foi promovido pela Associação Comercial, Industrial, Serviços, Agropecuária e Cultural de Casca (ACIC) com apoio da Prefeitura Municipal e Câmara de Vereadores.

Foto: Flauri Migliavacca

As inovações que estão no mercado para fortalecer e dar competitividade à cadeia produtiva do leite será o tema central do 16º Fórum Estadual do Leite, que todos os anos reúne especialistas na Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque (RS). O encontro organizado pela Cotrijal e Sistema CCGL acontece no dia 04/3, no auditório central da Expodireto, com a previsão de reunir 350 participantes, entre produtores de leite, técnicos, pesquisadores, empresas, lideranças e laticínios gaúchos.

De acordo com Jair da Silva Mello, gerente de Suprimento de Leite da CCGL, neste ano o fórum vai levar para discussão o uso da inovação no controle e melhoria de processos no rebanho leiteiro, além de traçar o futuro da cadeia leiteira no Estado para os próximos cinco anos. O Fórum Estadual do Leite, que conta com o apoio do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), tem o propósito de ser um espaço permanente de debate e encaminhamento de questões técnicas e políticas da atividade leiteira.

A programação do Fórum inicia às 9h com a palestra ‘Inovações no controle de animais e processos na pecuária de leite, sob o comando do professor da Universidade de Kentucky (EUA), João H.C.Costa. Na sequência, às 10h, o chefe-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins, ministrará palestra sobre ‘Como será a produção de leite no Brasil em 2030?’ A partir das 11h20, o tema será ‘Como o modelo de gestão Agro + Lean poderá auxiliar o produtor de leite?’, ministrado pelo médico veterinário Sandro Viechinieski, do Instituto Clínica do Leite/SP. Após as palestras, o evento abre para debates entre palestrantes e participantes.

A Expodireto Cotrijal 2020, exposição de tecnologia agropecuária consolidada como uma das mais importantes do país, teve seu lançamento realizado na manhã desta terça-feira (4), no Plaza São Rafael, em Porto Alegre. A feira que reúne as mais recentes tecnologias para o setor produtivo acontece de 2 a 6 de março, tem a previsão de atrair mais de 260 mil visitantes de todos os continentes e superar os R$ 2,4 bilhões em comercialização alcançados em 2019. De acordo com o presidente da Cotrijal Cooperativa Agropecuária e Industrial, Nei César Manica, a feira é um mundo de informações, tecnologias e oportunidades que tem feito a diferença no campo e alavanca negócios das empresas.

A 21ª edição da mostra traz uma novidade para os visitantes, a Arena Agrodigital, espaço de 1,6 mil metros quadrados que vai reunir em torno de 20 empresas e startups do agro mundial, visando aproximar o setor produtivo das tecnologias disponíveis que geram redução de custos e aumento da produtividade no campo. “O Rio Grande do Sul é referência nacional no agronegócio, e isso dita os rumos do nosso governo. A Arena Agrodigital é uma das iniciativas que vão ajudar a desenvolver ainda mais a produção agrícola gaúcha com o suporte da tecnologia ao oportunizar a interação dos produtores com a inovação”, destacou o governador do Estado, Eduardo Leite, que junto com outras lideranças prestigiou o lançamento oficial da Expodireto Cotrijal 2020.

16º Fórum Estadual do Leite – 4 de março – Auditório da Expodireto

• 08h30min - 08h55min: Abertura do evento.

• 09h - 09h50min: Inovações no controle de animais e processos na pecuária de leite.Dr. João H. C. Costa – Prof. Universidade de Kentucky/EUA.

• 10h00min – 11h10min: Como será a produção de leite no Brasil em 2030? Dr. Paulo do Carmo Martins - Chefe Geral da EMBRAPA Gado de Leite, Juiz de Fora/MG.

• 11h20min - 12h10min: Como o modelo de gestão Agro + Lean poderá auxiliar o produtor de leite? Méd. Veterinário Sandro Viechinieski – Instituto Clínica do Leite/SP.

• 12h10min - 12h30min: - Debate entre os palestrantes e os participantes. 

Foto: Luciana Radicione