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Os associados do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) têm 10% de desconto garantido para compra de ingressos para o 16º Fórum MilkPoint Mercado, clicando aqui. O evento tem como tema "O que pode guiar a recuperação do mercado de lácteos em 2024". No site www.forummilkpointmercado.com.br, os ingressos estão disponíveis em três lotes.

O evento acontecerá em Campinas (SP) no dia 20 de março. A programação, que pode ser conferida abaixo, está dividida em quatro blocos temáticos: Os Cenários de Mercado; Competitividade da Produção de Leite: onde estamos?; O que há de novo nas relações entre indústrias e produtores de leite? e Novas ferramentas no Supply Chain de leite. Como conteúdo extra, disponível on-line exclusivamente para inscritos, debates sobre: Como começa a economia brasileira em 2024 e quais as perspectivas para o restante do ano? e Cenários para os mercados de soja e milho. 

Programação:

8h às 9h - Boas-vindas e credenciamento

Bloco 1 - Os cenários de mercado

9h às 9h20min - Tendências para o mercado Internacional de leite em 2024

Andres Padilla, Industry Specialist na Rabobank Brasil

9h20min às 9h30min - Espaço Patrocinador

9h30min às 9h50min - Como começa o consumo de lácteos em 2024?

Priscila Ariani, Diretora de Marketing na Scanntech Brasil

9h50min às 10h10min - Cenários para o mercado brasileiro de leite e derivados

Matheus Napolitano, Analista de Inteligência de Mercado na MilkPoint Ventures

10h10min às 10h40min - Perguntas e Debate

Andres Padilla, Industry Specialist na Rabobank Brasil

Priscila Ariani, Diretora de Marketing na Scanntech Brasil

Matheus Napolitano, Analista de Inteligência de Mercado na MilkPoint Ventures

10h40min às 11h10min - Milk break e networking

Bloco 2 – Competitividade da produção de leite: onde estamos?

11h10min às 11h30min - Resultados de custos de produção - o que estão fazendo os melhores produtores do mercado brasileiro?

Expedito Netto, Gestor do Educampo no Sebrae Minas Gerais

11h30min às 11h40min - Espaço Patrocinador

11h40min às 12h - Destrinchando a competitividade da Argentina

Gonzalo Berhongaray, CREA Argentina

12h às 12h30min - Perguntas e Debate

Expedito Netto, Gestor do Educampo no Sebrae Minas Gerais

Gonzalo Berhongaray, CREA Argentina

12h30min às 14h - Almoço

Bloco 3 – O que há de novo nas relações entre indústrias e produtores de leite?

14h às 14h20min - Nestlé e o programa Nature

Barbara Sollero, ESG Milk Sourcing Manager na Nestlé

14h20min às 14h40min - Danone e o programa Fazenda Tudo de Bem

Henrique Borges, Diretor de Compras na Danone

14h40min às 14h50min - Espaço Patrocinador

14h50min às 15h10min - Digitalização das relações entre produtores e indústrias – como as empresas têm usado as ferramentas digitais?

Edney Murillo Secco, Diretor Compra Lácteos Piracanjuba

15h10min às 15h40min - Perguntas e Debate

Barbara Sollero, ESG Milk Sourcing Manager na Nestlé

Henrique Borges, Diretor de Compras na Danone

Edney Murillo Secco, Diretor Compra Lácteos Piracanjuba

15h40min às 16h10min - Milk break

Bloco 4 – Novas ferramentas no Supply Chain de leite

16h10min às 16h30min - Porque o Banco Mundial está investindo na Alvoar?

Bruno Girão, CEO na Alvoar Lácteos

16h30min às 16h40min - Espaço Patrocinador

16h40min às 17h - A tese da Ultra Cheese 6 anos depois

Jorge Rocha, Operating Partner da Aqua Capital

17h às 17h20min - Projeções de mercado – quais as novas projeções e como estamos conseguindo evoluir no Mercado Plus?

Valter Galan, Diretor Técnico na MilkPoint Ventures

17h20min às 17h50min - Perguntas e Debate

Bruno Girão, CEO na Alvoar Lácteos

Jorge Rocha, Operating Partner da Aqua Capital

Valter Galan, Diretor Técnico na MilkPoint Ventures

17h50min às 18h - Encerramento

Conteúdo Extra - Disponível online exclusivamente para inscritos

18h - Como começa a economia brasileira em 2024 e quais as perspectivas para o restante do ano?

Roberto Padovani, Economista no Banco BV

18h05min - Cenários para os mercados de soja e milho

Ana Lenat, Líder de Estratégia e Inteligência de Mercado na Germinare

Conrado Zanon, Co Founder & CEO Germinare

 

Consolidado ao longo de 16 anos de aplicação, o conceito do Pastoreio Rotatínuo tem devolvido esperança através do aumento na produção e, consequentemente, na renda para produtores leiteiros gaúchos. É o que atesta o zootecnista e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Paulo César de Faccio Carvalho, responsável pelo desenvolvimento do conceito de manejo que consiste na diminuição do tempo gasto pelas vacas na obtenção de seus requerimentos nutricionais via pastejo. O sistema foi apresentado durante reunião do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS) aos associados. “O Rotatínuo permite uma equalização entre o tempo da vaca e o dos produtores. Com duas ordenhas e acesso ao pasto nas horas mais quentes, a chance de uma vaca conseguir, por exemplo, consumir os 19 kg de matéria seca de que precisa para produzir cerca de 30 litros/dia é pequena. Falta-lhe tempo. Desta forma, os produtores acabam tendo que suplementar em níveis elevados de silagem e concentrado, aumentando os custos. Costumo dizer que temos custo de primeiro mundo com produtividade de terceiro mundo pois, de forma geral, menos de 40% da dieta da vaca é constituída de pasto”, compara.

Segundo o professor, são feitas adaptações na forma de uso da pastagem com o objetivo de garantir que mais de 60% da dieta do animal venha do pasto. Para tanto, os animais precisam ter acesso ao pasto no início da manhã e no final da tarde e os horários de ordenha devem ser ajustados. Além disso, a estrutura do pasto tem que favorecer a máxima ingestão de nutrientes por minuto de pastejo, o que é conseguido pelo oferecimento do pasto em alturas especificamente designadas, economizando o tempo de alimentação das vacas. Esta é a essência do conceito do Pastoreio Rotatínuo: a exata estrutura do pasto para facilitar o consumo, minimizando o tempo necessário no processo de pastejo. “O ajuste da estrutura do pasto em cerca de um centímetro pode significar entre 90 kg a 150 kg de matéria seca (MS) por hectare. Esta diferença é crucial para animais de elevada demanda, como vacas lactantes. Pastos com estrutura ideal podem significar incrementos de ingestão de pasto superiores a 0,5 kg de MS/h de pastejo. E, este ritmo de ingestão, por sua vez, define se um animal pode se saciar do pasto ou se precisará ainda de muita silagem para complementar seus requerimentos”, detalha o professor.

Com relação às vacas, no Rotatínuo, ao permitir que se aumente o consumo de pasto por unidade de tempo em pastejo, consegue-se a inversão da dieta de 40:60 pasto:silagem para 60:40 pasto:silagem, fazendo cair os custos do leite produzido em  mais de 30%. “Vamos a um exemplo de como o manejo sob Rotatínuo é diferente do usual. O azevém é um pasto frequentemente usado em sistemas com descansos de 30 dias, quatro pastoreios nesses intervalos, cujo tempo de descanso acarreta alturas de entrada superiores a 25 cm. Cada vez que as vacas entram, é comum se ter por objetivo aproveitar bem o pasto e não o desperdiçar, o que faz com que as alturas na retirada dos animais sejam inferiores a 10 cm. Já o conceito do Rotatínuo muda radicalmente a forma de conduzir esse manejo. Nossos experimentos demonstram que as vacas maximizam sua ingestão em pastos com azevém a 20 cm de altura, e que não se pode baixar o pasto abaixo de 12 cm. Ao respeitar essas condições, o pasto rebrota bem mais rápido e o descanso cai para algo em torno de 10 dias, o que faz com que o número de pastoreios aumente, chegando a 12 ou mais. Outra consequência é que a necessidade de piquetes diminui bastante, pois o período de descanso é bem pequeno. É muito comum termos mais de 30 piquetes antes de mudar para o Rotatínuo, e usarmos menos de 10 piquetes depois da transição. Diminuem, portanto, os custos com cerca, os problemas na distribuição de aguadas e o tempo que o produtor dedica na divisão dos piquetes”, explica o professor. 

O manejo de pastagens sob o conceito do Pastoreio Rotatínuo faz parte das ações do programa Produção Integrada em Sistemas Agropecuários (PISA), oferecido como solução para os produtores através do Sebrae-RS em parceria com a Aliança SIPA. “O PISA é uma alternativa, uma terceira via àqueles que não querem, ou não podem, “fechar as vacas” em sistemas mais intensivos. Porém, ainda que a base de pasto, as adaptações sugeridas no PISA, com tecnologias de baixo custo e buscando a eficiência da produção, podem fazer mais que dobrar a produção de leite através do melhor aproveitamento dos recursos já instalados nas fazendas leiteiras, garantindo autonomia e mantendo os produtores na atividade”, destaca Carvalho.

O PISA já foi aplicado em cerca de três mil propriedades rurais nos estados de SC, PR e RS. Em 2023 eram mais de 700 propriedades ativas no programa. Com duração de quatro anos, o programa compreende ações individuais e coletivas de diagnóstico, treinamento, consultoria, planejamento integrado e monitoramento, dentre outros. O público atendido é composto majoritariamente por produtores que têm, em média, 18 vacas em lactação e rebanho médio de 32 animais, e que produzem menos de 400 litros/dia, perfil que corresponde a 84% das propriedades leiteiras gaúchas, conforme dados da Emater RS.

Foto: Fernando Kluwe Dias
Texto: Assessoria de Imprensa do Sindilat/RS

O valor da Unidade Padrão Fiscal (UPF-RS) em 2024 está fixado em R$ 25,9097. O indexador está em vigor desde o dia 1º de janeiro, seguindo determinação da publicação de Instrução Normativa da Receita Estadual (IN RE) 098/23 do Governo do Estado. Em relação ao praticado em 2023, que era de R$ 24,7419, representa um aumento de 4,72% .

Com isso, haverá alteração no recolhimento para o Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa) e Fundoleite pela cadeia produtiva da bovinocultura de leite. O total passa a ser de R$ 0,000803 por litro produzido com 50% descontado na nota de compra de leite pago aos produtores (R$ 0,0004015) e 50% pago pelas indústrias (R$ 0,0004015). Os valores têm como destino a indenização dos proprietários de animais com zoonoses, como tuberculose, assim como para a promoção de ações de prevenção contra doenças infectocontagiosas reconhecidas nos programas de sanidade animal.

Ao todo, dez entidades integram o Fundesa, entre elas, o Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS). Juntas, atuam na articulação de ações que promovam a melhoria da produtividade do leite gaúcho. “O fundo é relevante para o crescimento do setor lácteo pois trabalha no sistema preventivo e, além disso, com benefícios indenizatórios garantidos aos produtores de leite que ficam protegidos em casos de baixas nos rebanhos por tuberculose”, assinala Darlan Palharini, secretário-executivo do Sindilat/RS.

Assessoria de Imprensa Sindilat
Foto: Fernando Kluwe Dias

O valor de referência projetado para o litro do leite no mês de dezembro é de R$ 2,0619, 0,95% abaixo do consolidado de novembro (R$ 2,0817). Os dados foram apresentados pela Universidade de Passo Fundo (UPF), entidade licitada para tabular as informações do setor, durante a última reunião do Conseleite de 2023, realizada nesta quarta-feira (27/12) de forma virtual. A previsão apresentada leva em conta os primeiros 20 dias do mês.

Segundo o coordenador do Conseleite, Darlan Palharini, o recuo apontado é reflexo do cenário de fim de ano. “Estamos em um período de festas e férias, o que fez com que o valor projetado para o mês de dezembro fosse inferior ao consolidado de novembro. No entanto, as perspectivas são positivas para o próximo ano”, sinaliza.

Confiante de que é possível avançar com ganhos de produtividade em todos os elos da cadeia leiteira, Guilherme Portella foi reconduzido nesta quinta-feira (14/12) à presidência do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS). “A solução para nossos problemas não virá no curto prazo. É preciso transformar a realidade no campo para melhorar a produtividade média, aumentar a escala das indústrias e preencher a capacidade ociosa de muitas de nossas unidades fabris. Em 2024, precisamos continuar enxugando despesas, avançar na seleção de rebanhos mais produtivos, sempre atentos à sanidade e bem-estar animal, e também temos que trabalhar pela mensuração de nosso impacto ambiental”, destacou. 

Em especial sobre o cenário gaúcho e diante da presença do governador, Eduardo Leite, Portella destacou que o setor lácteo compreende a situação por que passa o RS e confia no governo para a melhor resolução. “Qualquer elevação de alíquota modal é um remédio amargo, mas mais amargo seria perder as iniciativas de equiparação de que dispomos. Cerca de 60% da nossa produção é comercializada para fora do Rio Grande do Sul e perder qualquer das medidas vigentes representaria um declínio irrecuperável”, assinalou o dirigente.

Na noite de celebração do leite gaúcho com a casa lotada de associados, parlamentares e representantes de diversos veículos de comunicação, Eduardo Leite reforçou que as medidas que busca implementar para ajustes na alíquota de ICMS são uma forma de garantir a sanidade financeira dos cofres estaduais frente às alterações provocadas por mudanças federais através da Lei Complementar 194, de 2022, e da Reforma Tributária, que estabelece a repartição do novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). “Como governador também me cabe tratar os temas sensíveis. Se a Reforma Tributária permanecer e a nossa receita não reagir no curto prazo, a gente pode selar o destino da nossa arrecadação por 50 anos num patamar baixo do que poderia ser. E aí, estaremos todos, daqui a 30 anos, pensando que se poderia ter mais receita, mas na hora em que a gente poderia ter tomado uma decisão, não quis um sacrifício menor no curto prazo e acabamos lançando um sacrifício muito maior por mais tempo”, assinalou. 

O chefe do Executivo gaúcho esteve entre as personalidades agraciadas como Destaques Sindilat 2023 que, através de suas atuações, se destacam na defesa do desenvolvimento do agronegócio, juntamente com Nadine Tagliari Farias Anflor, deputada estadual, e Ernani Polo, secretário estadual de Desenvolvimento Econômico. 

A nova diretoria que tomou posse juntamente com Guilherme Portella e que ficará à frente do sindicato no triênio 2024/2026 tem ainda Alexandre Guerra, da Cooperativa Santa Clara, como 1º vice-presidente; Alexandre dos Santos (Laticínios Deale), como 2º vice-presidente; Caio Vianna (CCGL), como diretor secretário; e Angelo Sartor (RAR Alimentos), como diretor tesoureiro. Todo o quadro diretivo pode ser conferido abaixo. 

Jornal do Comércio,  TV Cultura e Revista Negócio Rural vencem 9º Prêmio Sindilat de Jornalismo

Na atividade que aconteceu em Porto Alegre (RS) também foram conhecidos os vencedores do 9º Prêmio Sindilat de Jornalismo. Na categoria Impresso, o primeiro lugar ficou com Ana Esteves, do Jornal do Comércio; na Online, venceu Julio Huber da Revista Negócio Rural; e na Eletrônico, o ganhador foi Bruno Faustino, da TV Cultura. 

Neste ano, a premiação contou com número recorde de trabalhos inscritos, contabilizando 53 produções. Confira abaixo todos os trabalhos premiados. Os primeiros lugares receberam um troféu e um celular iPhone e os segundos e terceiros, troféus.   

 

Confira os vencedores do 9º Prêmio Sindilat de Jornalismo: 

Impresso: 

1º lugar:

Jornalista: Ana Esteves

Trabalho: Setor lácteo gaúcho luta para reverter prejuízos

Veículo: Jornal do Comércio

 

2º lugar:

Jornalista: Susana Leite

Trabalho: Pecuária de precisão eleva rendimento no setor leiteiro

Veículo: NH

 

3º lugar:

Jornalista: Itamar Pelizzaro

Trabalho: Fundos agropecuários públicos em xeque

Veículo: Correio do Povo

 

Eletrônico:

1º lugar:   

Jornalista: Bruno Faustino

Trabalho: A busca por um "LEITE VERDE"

Veículo: TV Cultura

 

2º lugar:

Jornalista: Eliza Maliszewski

Trabalho: Dez anos após "Operação Leite Compensado" proteína gaúcha é uma das mais seguras

Veículo: Canal Rural

 

3º lugar:

Jornalista: Cid Martins

Trabalho: 10 anos da primeira operação contra a fraude no leite: o crime não compensa

Veículo: Rádio Gaúcha 

 

Online:

1º lugar:  

Jornalista: Julio Huber

Trabalho: Produzir leite sem emitir carbono é a meta de pecuaristas brasileiros

Veículo: Revista Negócio Rural

 

2º lugar:

Jornalista: Tamires Ribeiro

Trabalho: RS desponta na produção de leite com carbono neutro

Veículo:  Folha de S.Paulo

 

3º lugar:

Jornalista: Marcelo Gonzatto

Trabalho: Preço baixo e dificuldade de produção ampliam debandada do setor leiteiro

Veículo: Zero Hora/GZH

 

Diretoria do Sindilat/RS para o triênio 2024/2026: 

 

Presidente: Guilherme Portella Dos Santos - Lactalis

1º Vice-Presidente: Alexandre Guerra - Santa Clara

2º Vice-Presidente: Alexandre Dos Santos - Deale

Diretor-Secretário: Caio Cézar Fernandez Vianna - Ccgl

Diretor-Tesoureiro: Angelo Paulo Sartor - Rar

Suplente Da Diretoria: Cláudio Hausen De Souza - Sooro

Suplente Da Diretoria: Manuel Gonçalves - Coopar

Suplente Da Diretoria: Rodrigo Puhl - Domilac

Conselheiro Fiscal Titular: Antônio Cláudio Saldanha - Italac

Conselheiro Fiscal Titular: Ronis Carlos Frizzo - Frizzo

Conselheiro Fiscal Titular: Jaime Rückert - Stefanello

Conselheiro Fiscal Suplente: Renan Frölich - Heja

Conselheiro Fiscal Suplente: Humberto Doering Brustolin - Kiformaggio

Conselheiro Fiscal Suplente: Ideno Paulo Pietrobelli - Unibom

Confira aqui as fotos do evento.

Créditos: Dudu Leal

 

Em evento festivo na noite desta quinta-feira, dia 14/12, tomará posse a diretoria do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS) para o triênio 2024/2026. Atual presidente da entidade, o diretor da Lactalis do Brasil Guilherme Portella será reconduzido à presidência, juntamente com Alexandre Guerra, da Cooperativa Santa Clara, como 1º vice-presidente; Alexandre dos Santos (Laticínios Deale), como 2º vice-presidente; Caio Vianna (CCGL), como diretor secretário; e Angelo Sartor (RAR Alimentos), como diretor tesoureiro.

Na atividade que acontecerá em Porto Alegre (RS) também serão conhecidos os vencedores do 9º Prêmio Sindilat de Jornalismo. Na categoria Impresso, os finalistas são Ana Esteves, do Jornal do Comércio; Itamar Pelizzaro, do Correio do Povo; e Susana Leite, do NH. Na categoria Online, Julio Huber, da Revista Negócio Rural; Marcelo Gonzatto, da Zero Hora/GZH; e Tamires Ribeiro, da Folha de S.Paulo. Em Eletrônico, Bruno Faustino, da TV Cultura; Cid Martins, da Rádio Gaúcha; e Eliza Maliszewski, do Canal Rural. Ao todo, 53 trabalhos foram inscritos, um recorde entre todas as edições. Os segundos e terceiros classificados receberão troféus.

O sindicato ainda irá entregar o prêmio Destaques Sindilat 2023 para oito personalidades que, através de suas atuações, se destacam na defesa do desenvolvimento do agronegócio gaúcho e brasileiro.

Legenda: Votação que reconduziu Guilherme Portella à presidência aconteceu no dia 28/11

Crédito: Carolina Jardine

Realizar uma imersão nos Sistemas Típicos de Produção de Leite (STPL) do Rio Grande do Sul é o objetivo do workshop que será promovido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados (Sindilat/RS),  Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Gado de Leite) e Emater/RS Ascar.

No decorrer do evento, pesquisadores, técnicos, consultores, extensionistas, especialistas do setor, representantes de cooperativas, associações e órgãos de assistência técnica irão receber informações sobre como identificar modelos, estimar e avaliar indicadores de eficiência técnica e econômica na produção de leite.

No dia 07, a partir das 8h30min, o encontro será realizado na Sala de  Reuniões 02 da Embrapa, na Rodovia BR-258, no km 294, em Passo Fundo (RS). Através de processos guiados por técnicos e especialistas, serão realizadas as dinâmicas práticas para identificação e caracterização dos sistemas e seus coeficientes técnicos nos tipos A, B, C e D. Ao final, o trabalho irá se consolidar com a validação e análise dos resultados.  

A coordenação técnica do evento é feita pela Embrapa Gado de Leite, por Lorildo Aldo Stock, Luiz Antonio Aguiar de Oliveira, José Luiz Bellini Leite, e pelo Sindilat/RS, por Darlan Palharini. O evento conta ainda com apoio da Embrapa Trigo e da Emater/RS.

Dia 07/12/2023 - Embrapa Trigo em Passo Fundo (RS)

08:30 – 09:00 - ABERTURA - Darlan Palharini, Sindilat/RS. Jorge Lemainski, Chefe–Geral da Embrapa Trigo. Dartanha Luiz Vecchi, Gerente Regional da Emater/RS.

09:00 – 10:00 - Identificação e caracterização dos sistemas típicos. Lorildo Aldo Stock, Embrapa Gado de Leite

10:00 – 10:30 - Intervalo

10:30 – 11:30 - Coeficientes técnicos do Sistema Típico A.  Lorildo Aldo Stock, Embrapa Gado de Leite

11:30 – 12:30 - Coeficientes técnicos do Sistema Típico B. Lorildo Aldo Stock,  Embrapa Gado de Leite

12:30 – 14:00 - Intervalo

14:00 – 15:00 - Coeficientes técnicos do Sistema Típico C. José Luiz Bellini Leite, Embrapa Gado de Leite

15:00 – 16:00 - Coeficientes técnicos do Sistema Típico D.  Luiz Antonio A. de Oliveira, Embrapa Gado de Leite

16:00 – 17:30 - Validação e análise dos resultados. Lorildo Aldo Stock,  Embrapa Gado de Leite

17:30 – 18:00 - Encerramento 
Darlan Palharini – Sindilat/RS. Jorge Lemainski, Chefe–Geral da Embrapa Trigo. Dartanha Luiz Vecchi, Gerente Regional da Emater/RS.

 

As associadas do Sindilat/RS, Cooperativa Santa Clara e Lactalis estão entre os grandes vencedores do tradicional troféu Carrinho AGAS de 2023. A Santa Clara foi reconhecida nas categorias de melhor fornecedor de queijos e de leite, enquanto a Lactalis venceu na de iogurtes nesta 40ª edição da premiação.

Promovida pela Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS), a cerimônia de premiação foi realizada no dia 27/11, em Porto Alegre (RS). Ao todo, foram 36 premiados, eleitos por representantes das 250 maiores companhias supermercadistas do Rio Grande do Sul. Na avaliação, foram considerados critérios como share de mercado, cumprimento de prazos de entrega, relacionamento com o varejo, capacidade de inovação e baixos índices de ruptura.

Crédito: Larry Silva
*Com informações de agas.com.br

Em votação na tarde desta terça-feira (28/11), o diretor da Lactalis do Brasil Guilherme Portella foi reconduzido à presidência do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS) para o triênio 2024/2026. Atual presidente da entidade, ele foi aclamado em chapa única, que tem Alexandre Guerra, da Cooperativa Santa Clara, como 1º vice-presidente. A nova diretoria ainda conta com Alexandre dos Santos (Deale) como 2º vice-presidente, com Caio Vianna (CCGL) como diretor secretário, e Angelo Sartor (RAR) como diretor tesoureiro. A eleição ocorreu durante a reunião mensal de associados transmitida em formato híbrido da sede do Sindilat, em Porto Alegre (RS).

Segundo Portella, uma das principais frentes de ação será a busca por maior competitividade para o setor lácteo gaúcho. “Nosso objetivo é manter uma defesa firme das indústrias e cooperativas de leite do Rio Grande do Sul em busca de melhores condições para o desenvolvimento da atividade. Precisamos trabalhar a cadeia de produção junto com as entidades de produtores rurais e Governo em ações que fomentem a produtividade, reduzam custos e aumentem o consumo interno. Dessa forma, em médio prazo, conseguiremos produzir um leite competitivo em escala mundial, aumentando nosso volume de vendas interestaduais e exportações, o que deverá ajudar no desenvolvimento de todo o Estado”, frisou, lembrando que a cadeia leiteira gera renda em 493 dos 497 municípios gaúchos.

Para o executivo, que acompanhou a eleição diretamente de Laval, na França, é essencial que se garanta condições de o setor produtivo manter-se produzindo em igualdade competitiva entre os estados da federação, mas que também ganhe força no mercado internacional, turbinando as exportações hoje ainda incipientes. “Só superaremos o impacto das importações se formos competitivos o suficiente para enfrentar os produtos que vem de fora”, indicou. E disse mais. Portella acredita que o setor lácteo brasileiro tem muito a amadurecer. “Precisamos unir esforços e ganhar competitividade, mas, para isso, precisamos de ações concretas que transformem o esforço produtivo da cadeia em rentabilidade para as indústrias e para o campo”.

Entre as ações práticas a serem implementadas na nova gestão está o aprofundamento de estudos científicos que comprovem que o leite é uma atividade de baixo impacto ambiental e capaz de fixar carbono no solo. “O leite gaúcho tem uma qualidade diferenciada e merece ser reconhecido tanto dentro do Rio Grande do Sul quanto no resto do Brasil e no mundo”, reforçou.

Foto: Carolina Jardine 

 

Reunida na tarde desta quinta-feira (23/11), a Comissão Julgadora do 9ª edição do Prêmio Sindilat de Jornalismo anunciou os finalistas das categorias Impresso, Online e Eletrônico. O grupo foi composto pelos jornalistas Antônio Goulart (Associação Riograndense de Imprensa - ARI), Viviane Finkielsztejn (Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS - SindJoRS), Gerson Raugust (Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul - Farsul), Eduardo Oliveira (Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul - Fetag-RS) e pelas representantes do Sindilat Julia Bastiani e Jéssica Aguirres. 

“Os trabalhos estão apresentando para o público o quanto é difícil produzir, o quanto é importante a cadeia leiteira para o Estado e o quanto os produtores estão precisando de um olhar governamental para manter a atividade leiteira. São necessárias políticas públicas para manter os produtores na atividade”, assinalou Eduardo Oliveira, coordenador da Comissão Julgadora.

Os vencedores serão conhecidos durante a tradicional cerimônia de premiação que será realizada em Porto Alegre (RS), no dia 14/12. Os primeiros lugares receberão como prêmio um troféu e um celular iPhone. Os segundos e terceiros classificados receberão troféus.  

O prêmio instituído pelo Sindicato da Indústria dos Laticínios do RS (Sindilat/RS) reconhece as reportagens que evidenciam o setor lácteo. No total, foram 53 trabalhos inscritos, distribuídos nas três categorias.  

O volume de inscrições é o maior já registrado na premiação que chegará em 2024 a sua 10ª edição. “Além da grande quantidade de produções na área e no setor do leite, observamos uma altíssima qualidade, com abordagens contundentes e diversificadas que fazem jus a esta cadeia tão presente os gaúchos, e ao leite, este produto tão nobre na alimentação”, destacou Darlan Palharini, secretário-executivo do Sindilat. 

Categoria Impresso 

Jornalista: Ana Esteves
Trabalho: Setor lácteo gaúcho luta para reverter prejuízos
Veículo: Jornal do Comércio

Jornalista: Itamar Pelizzaro
Trabalho: Fundos agropecuários públicos em xeque
Veículo: Correio do Povo

Jornalista: Susana Leite
Trabalho: Pecuária de precisão eleva rendimento no setor leiteiro
Veículo: NH

Categoria Online

Jornalista: Julio Huber
Trabalho: Produzir leite sem emitir carbono é a meta de pecuaristas brasileiros
Veículo: Revista Negócio Rural

Jornalista: Marcelo Gonzatto
Trabalho: Preço baixo e dificuldade de produção ampliam debandada do setor leiteiro
Veículo: Zero Hora/GZH

Jornalista: Tamires Ribeiro
Trabalho: RS desponta na produção de leite com carbono neutro
Veículo:  Folha de S.Paulo

Categoria Eletrônico

Jornalista: Bruno Faustino
Trabalho: A busca por um "LEITE VERDE"
Veículo: TV Cultura

Jornalista: Cid Martins
Trabalho: 10 anos da primeira operação contra a fraude no leite: o crime não compensa
Veículo: Rádio Gaúcha 

Jornalista: Eliza Maliszewski
Trabalho: Dez anos após "Operação Leite Compensado" proteína gaúcha é uma das mais seguras
Veículo: Canal Rural

Foto: Carolina Jardine