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Associados do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) têm 10% de desconto na inscrição para o Dairy Vision. Marcado para acontecer nos dias 27 e 28 de outubro, em Atibaia (SP), no Bourbon Resort, o evento reúne profissionais, especialistas e representantes de empresas do setor de lácteos para discutir tendências, desafios e oportunidades para o segmento. 

A programação da iniciativa aborda temas relacionados à inovação, gestão, mercado, tecnologia e às transformações da cadeia leiteira, promovendo um espaço para atualização e troca de conhecimentos entre os participantes.

Para garantir o desconto exclusivo, os associados devem realizar a inscrição a partir do link: https://eventos.milkpoint.com.br/ingresso/gf20msc3um/iniciar/

Dairy Vision

Criado em 2015 pela MilkPoint Ventures, é um dos principais fóruns de discussão, tendências e estratégia da cadeia láctea no Brasil e no mundo. Líderes de vários países se reúnem para antecipar movimentos, qualificar decisões e implementar estratégias para o setor. 

O Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) realizou durante a Expointer 2026, o Seminário Competitividade do Leite Gaúcho.

O encontro ocorreu na Casa da Rede Pampa e reuniu os associados -para discutir temas relacionados à produção, produtividade, mercado e competitividade da cadeia leiteira.

A programação contou com a participação do presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, e de Wagner Beskow, Ph.D. e sócio-diretor da Transpondo. 

 

Fotos: Carolina Negreiros 

 

 

O Brasil precisa avançar nas garantias de sanidade animal para permitir que os estados produtores ligados à Aliança Láctea Sul-Brasileira consigam chegar aos mercados internacionais, seguindo trajetórias já exitosas de outras proteínas animais, como ovos e carnes. “Precisamos avançar junto ao governo federal no setindo de agilizar liberação, mesmo que seja de forma regionalizada, para conseguir embarcar nossos produtos para fora, buscando nichos de mercado que estão se abrindo na Ásia, por exemplo, e que estão sedendos por comida e que agregram grandes poulações”, disse Darlan Palharini, secretario-executivo do Sindilat/RS. 

Na reunião da Aliança Láctea realizada na manhã desta terça-feira (01/09), durante a Expointer  o 1º vice-presidente da entidade, Alexandre Guerra, assinalou que avanço da cadeia depende da construção de soluções conjuntas e do fortalecimento de todos os seus elos. “São caminhos que a gente vai debatendo e temos visto que estamos avançando. Temos que trabalhar pensando no conjunto, desde os pequenos, médios e grandes, da indústria e do campo, porque sempre repetimos que precisamos estar todos fortes e unidos. Somos interdependentes e todos são importantes”, destacou. Guerra também chamou atenção para o crescimento de segmentos como o de queijos e para a necessidade de ampliar o estímulo ao consumo. Além disso, ressaltou a importância de garantir condições adequadas para a distribuição da produção brasileira, citando os impactos de novas tarifas que encarecem o transporte de produtos da Região Sul para o centro do Brasil.  

Neste cenário, Darlan assinalou a necessidade de construir mecanismos para ampliar a proteção e a sustentabilidade do setor diante de preocupações relacionadas às negociações comerciais, especialmente em relação ao acordo entre Mercosul e União Europeia. “Existe uma preocupação com a criação de salvaguardas para produtos brasileiros, e o setor lácteo está inserido nesse debate, assim como outros segmentos, como vinhos e azeite de oliva”, afirmou. Segundo ele, a busca por maior competitividade passa também pela construção de alternativas próprias para o setor. “Precisamos buscar mecanismos e instrumentos que contribuam para a proteção e a sustentabilidade da cadeia. A discussão sobre comercialização futura, por exemplo, é um dos temas que começam a ganhar espaço e que certamente estará presente nas nossas próximas reuniões”, destacou.

Aliança Láctea completa 12 anos

A reunião desta terça-feira celebrou os 12 anos da Aliança Láctea Sul-Brasileira (ALSB). A entidade foi fundada durante a Expointer, que serviu como palco para o encontro das lideranças do setor. A Aliança Láctea Sul-Brasileira é um fórum público-privado que reúne lideranças e entidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul.

Foto: Gisele Ortolan 

A experiência de consumo de produtos lácteos ganha um novo formato na Expointer 2026. Pela primeira vez, uma geladeira de autosserviço exclusivamente com lácteos estará disponível no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), permitindo que os visitantes encontrem opções práticas, nutritivas e diversificadas para consumo durante a feira. A iniciativa é do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) e reúne produtos de empresas associadas.

Instalada em frente à pista central de eventos, a geladeira terá queijos variados e bebidas proteicas prontas para o consumo. A proposta é aproximar os produtos da indústria láctea gaúcha do consumidor e, ao mesmo tempo, criar uma experiência diferente dentro de um dos principais eventos do agronegócio brasileiro.

Segundo o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, a iniciativa busca apresentar os lácteos de uma maneira mais direta e conectada aos novos hábitos de consumo. “A ideia é levar para a Expointer uma experiência simples, prática e inovadora. O visitante poderá escolher o produto, fazer o pagamento e levar na hora, encontrando diferentes opções de lácteos em um único espaço. É também uma forma de mostrar a diversidade dos produtos das nossas empresas associadas e aproximar a indústria do consumidor”, destaca.

Além da praticidade, a ação evidencia a versatilidade dos lácteos como alternativa de alimentação ao longo da programação da Expointer. A presença de diferentes categorias de produtos também permite ao público conhecer opções que vão além do consumo tradicional, incluindo bebidas proteicas e variedades de queijos. “O projeto representa uma nova forma de apresentar a força e a diversidade da indústria láctea gaúcha, colocando os produtos diretamente à disposição do público e transformando a geladeira em um ponto de contato entre indústria, produtos e consumidores. Levaremos para outros lugares também”, diz o executivo.

Crédito: Jéssica Aguirres



O Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) participou, nos dias 14 e 15 de julho, do 33º Seminário dos Secretários Municipais de Agricultura do Rio Grande do Sul. Promovido pela Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) o evento discutiu políticas públicas, desenvolvimento rural e os desafios do agronegócio gaúcho.

Entre os temas debatidos, o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, chamou a atenção para a necessidade de fortalecer a competitividade da cadeia láctea diante dos desafios impostos pelo mercado global. Em sua análise, no painel, destacou os impactos das importações, as dificuldades enfrentadas pelos produtores, a necessidade de agregar valor aos produtos lácteos e as oportunidades para ampliar a presença brasileira no mercado internacional, onde sanidade é critério primordial. “O fortalecimento da sanidade animal no Rio Grande do Sul é fundamental para o desenvolvimento da cadeia leiteira. Propriedades com programas de controle de tuberculose e brucelose alcançam melhores indicadores de produtividade, qualidade do leite e sustentabilidade”, afirmou.

A discussão em torno do tema "A cadeia produtiva do leite e o mercado global", contou ainda com Bernardo Todeschini e Leonardo Isolan, auditores fiscais federais agropecuários do Departamento de Negociações Sanitárias e de Sustentabilidade da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

O seminário em Porto Alegre (RS) reuniu secretários municipais, gestores públicos, representantes de entidades e especialistas para discutir soluções e oportunidades para o fortalecimento do setor agropecuário. Além da participação no painel, o Sindilat/RS contribuiu com produtos lácteos para o Milk Break, apresentando a qualidade dos alimentos produzidos pela indústria de laticínios do Estado.

Crédito: Ismael Horbach

O Milk Summit Mercosul 2026 teve sua programação oficial apresentada nesta terça-feira (14), em Ijuí (RS), marcando a abertura das inscrições para a segunda edição do encontro. Com uma agenda voltada aos desafios e oportunidades da cadeia leiteira, reunirá entre os dias 14 e 15 de outubro, especialistas nacionais e internacionais para discutir mercado lácteo, saúde animal, competitividade no Mercosul, sustentabilidade, exportação, inovação e tendências para o futuro do setor durante a ExpoFest Ijuí. 

Realizado em celebração ao Dia Nacional do Produtor de Leite, comemorado em 12 de julho, o lançamento reuniu cerca de 200 participantes e antecipou temas da agenda que pode ser conferida no site www.milksummit.com, onde também é possível realizar as inscrições. Ao abordar a competitividade do leite brasileiro frente à Argentina e ao Uruguai, o pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho, defendeu que é preciso atuar pelo fortalecimento da atividade por meio de três pilares: gestão das propriedades, maior coordenação entre os elos da cadeia produtiva e comunicação com a sociedade. “A gestão envolve desde aspectos zootécnicos até a gestão de risco e é decisiva para a competitividade”, destacou.

A busca por mais eficiência e previsibilidade também esteve presente nas demais atividades, incluindo a mesa redonda. Marianne Tufani, da StoneX, apresentou o StoneX Leite Futuro, ferramenta voltada à gestão de riscos para o setor lácteo. Na sequência, Matheus Zimmermann, do Sicredi das Culturas RS/MG, falou sobre o uso de derivativos financeiros no agronegócio, enquanto Lucas Oberherr, da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), abordou a importância das políticas públicas, da competitividade, da sanidade e da rastreabilidade. Durante a programação, também foram homenageados produtores de leite destaque de Ijuí, em reconhecimento à contribuição para o desenvolvimento da atividade na região que fornece o maior volume de leite para a indústria no RS. 

O encerramento foi marcado por um brinde com leite, em um gesto de valorização dos produtores e de toda a cadeia produtiva. Para o coordenador do Milk Summit Mercosul 2026, Darlan Palharini, o lançamento demonstrou a mobilização do setor para a construção de uma agenda voltada ao futuro. “Reunimos produtores, indústrias, cooperativas, entidades e poder público para discutir o presente e construir o futuro da atividade. Agora iniciamos a caminhada para o Milk Summit Mercosul 2026, que será ainda maior e se consolidará como um dos principais fóruns de debate do leite”, destacou o secretário-executivo do Sindilat/RS.

O evento é uma realização conjunta do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Estado do Rio Grande do Sul (Seapi), da Prefeitura Municipal de Ijuí, da Emater/RS-Ascar, Sebrae/RS, Suport D’ Leite e Impulsa Ijuí. Tem como patrocinadores: Tetra Pak, Piracanjuba, Lactalis, Italac, Cooperativa Santa Clara, Sicredi, Unianálises, Launer Química, Suifarma, Laticínios Frizzo e Unijuí. São parceiros institucionais: Expofest Ijuí, Setrem, FecoAgro/RS, Sescoop, Farsul, Senar-RS, Fetag-RS, Fiergs, Conseleite-RS, Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul – Gadolando, Hooks, Embrapa e Ministério da Agricultura e Pecuária. Contribuíram com o Milk Break: Languiru, Santa Clara, Piracanjuba, CCGL, Italac, Stefanello, Heja, Lactalis, Deale e Friolack.

Foto: Jonatan Brivio

 

A segunda edição do Milk Summit Mercosul será lançada no dia 14 de julho, no município de Ijuí (RS), com uma manhã de atividades voltadas ao setor do leite com debates sobre a competitividade da cadeia leiteira, ao mercado futuro e às políticas públicas para o setor. Celebrando o Dia Nacional do Produtor de Leite, comemorado em 12 de julho, o encontro tem início às 7h30min, com a apresentação da comissão organizadora, divulgação da programação oficial do evento e abertura das inscrições. “Será um spoiler do que estamos preparando para o evento de 14 e 15 de outubro, para o qual esperamos superar o público de 800 participantes por dia da primeira edição”, ressalta o coordenador do Milk Summit Mercosul, Darlan Palharini.

Entre os destaques da terça-feira está a palestra do pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Glauco Carvalho, sobre competitividade da produção brasileira frente aos sistemas produtivos da Argentina e do Uruguai, tema estratégico diante da crescente entrada de produtos do Mercosul. O evento também será palco do lançamento do StoneX Leite Futuro, ferramenta de gestão de risco e previsibilidade de preços. Já o Sicredi das Culturas RS/MG apresentará um painel sobre Derivativos financeiros para o agro, com Matheus Zimmermann. Outro tema relevante será o da competitividade associada às políticas públicas, apresentado pelo secretário da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Márcio Madalena. Na programação, espaço ainda para mesa-redonda sobre o mercado futuro do leite e a entrega do prêmio Destaques dos Produtores de Leite de Ijuí (RS), pela Prefeitura.   

O Milk Summit Mercosul 2026 é uma realização da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), da Prefeitura de Ijuí, da Emater/RS-Ascar e do Impulsa Ijuí. A iniciativa conta com o apoio da Expofest, Setrem, Fecoagro/RS, Sebrae, Farsul, Senar, Fetag, Fiergs, Conseleite, Gadolando, Embrapa, Sicredi e Ministério da Agricultura.

Programação:

07h30min - 08h30min: Milk Break & Networking: café da manhã de recepção com espaço para conexões e trocas de experiências 

08h30min - 08h40min: Lançamento Milk Summit Mercosul 2026: Apresentação da Comissão Organizadora, lançamento da programação oficial e abertura das inscrições 

08h40min - 08h50min: Convite para participação da Expofest Ijuí 2026: Presidente Antônio Tambara e Soberanas da Expofest Ijuí 2026 

08h50min - 09h30min: Competitividade do leite frente à Argentina e Uruguai: Palestra com Glauco Carvalho (Embrapa Gado de Leite) 

09h30min - 09h55min: Lançamento StoneX Leite Futuro: Palestra com Marianne Tufanni (StoneX) 

09h55min - 10h20min: Derivativos financeiros para o agro: Matheus Zimmermann (Sicredi das Culturas RS/MG)

10h20min - 10h45min: Competitividade e Políticas Públicas: Palestra com Márcio Madalena - Secretário de Estado (Seapi) 

10h45min - 12h00min: Mesa-redonda: O mercado futuro do leite, com Sindilat/RS, Embrapa, StoneX, Sicredi, Seapi, FecoAgro, Mapa, Sebrae, Farsul, SDR, Senar, Fetag, Emater, Prefeitura de Ijuí.

12h00min - 12h20min: Prêmio: Destaques dos produtores de leite de Ijuí - Prefeitura e comissão 

12h20min - 12h35min: Fala das autoridades e encerramento 

 

Lançamento Milk Summit Mercosul 2026:

Data: 14/07/2026

Horário: A partir das 7h30min

Local: Auditório do Sicredi. Rua São Cristóvão, número 30. Ijuí/RS 

Inscrições: Até dia 07/07/2026, através do site ou pelo telefone (55) 99696-1665.

Foto: Jonatan Brivio

No dia 1º de julho, o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) celebra 57 anos de atuação em defesa da indústria láctea gaúcha. Fundada em 1969, a entidade consolidou-se como uma das principais representantes do agronegócio estadual, reunindo atualmente 23 empresas associadas responsáveis por mais de 90% do leite industrializado no Rio Grande do Sul. Ao longo de mais de cinco décadas, acompanhou as transformações do setor produtivo, participando de importantes conquistas e ampliando sua atuação em áreas estratégicas como tributação, sanidade, inovação, sustentabilidade, mercado e qualificação dos produtores.

A trajetória do Sindilat/RS começou em um momento desafiador para a indústria de laticínios com o objetivo de defender os interesses do setor diante do rígido tabelamento do leite existente na época. Desde então, tornou-se protagonista em discussões que ajudaram a moldar o desenvolvimento da cadeia láctea gaúcha. Hoje, a atividade leiteira está presente em 493 dos 497 municípios gaúchos, gera mais de 62 mil empregos e garante renda para cerca de 220 mil pessoas, demonstrando sua relevância econômica e social para o Estado.

Entre os marcos históricos estão a participação nas articulações que culminaram no fim do tabelamento do leite em 1997, a busca permanente por isonomia tributária, a criação e fortalecimento de instrumentos como o Fundoleite e o Conseleite, além da atuação junto aos governos estadual e federal para ampliar a competitividade das empresas gaúchas. A entidade também promoveu missões internacionais, aproximando a indústria local de referências mundiais em tecnologia, inovação e gestão, e contribuiu para a abertura de novos mercados para os produtos lácteos brasileiros.

Nos últimos anos, o Sindilat/RS ampliou sua atuação para além das pautas tradicionais da indústria. Projetos voltados à sustentabilidade, à educação alimentar e à valorização da produção leiteira passaram a integrar a agenda da entidade. Entre as iniciativas estão o Milk Summit, principal fórum de debates da cadeia láctea sul brasileira; o Prêmio Sindilat de Jornalismo; o projeto RS Carbon Free; o Prêmio Referência Leiteira; o programa educacional Na Fazenda Doce de Leite; e o concurso cultural Arte na Caixinha.

As ações reforçam o compromisso do sindicato em aproximar a sociedade da realidade da produção leiteira e construir soluções para os desafios futuros da atividade. Conforme o presidente do Sindilat/RS, Guilherme Portella, esta missão faz parte da história da entidade, resultado da união entre indústria, produtores, entidades parceiras e poder público. "Chegar aos 57 anos representando a maior parte da indústria láctea gaúcha é motivo de orgulho e também de responsabilidade. O Sindilat/RS foi construído por lideranças que compreenderam a importância da união do setor para superar desafios e criar oportunidades. Seguimos trabalhando para garantir competitividade, sustentabilidade e perspectivas de crescimento para toda a cadeia produtiva do leite", afirma.
Portella ressalta que o momento exige adaptação constante diante das mudanças de mercado, das exigências ambientais e das transformações no perfil do consumidor. "O leite continua sendo um dos alimentos mais completos e importantes para a população. Nosso desafio é fortalecer essa imagem, abrir novos mercados e criar condições para que a indústria e os produtores permaneçam gerando desenvolvimento e renda para o Rio Grande do Sul", salienta.

Para o secretário-executivo do Sindilat/RS, Darlan Palharini, a entidade mantém sua relevância justamente por conseguir preservar seu legado sem perder a capacidade de se reinventar. "Ao longo desses 57 anos, o Sindilat/RS participou diretamente de algumas das principais conquistas da cadeia láctea gaúcha. Mas tão importante quanto olhar para a história é manter o foco no futuro. Hoje trabalhamos temas como inovação, sustentabilidade, qualidade, consumo e competitividade, sempre buscando construir soluções coletivas para o setor", assinala.

Segundo Palharini, a força da entidade está na capacidade de reunir diferentes elos da cadeia em torno de objetivos comuns. "O Sindilat/RS nasceu para representar a indústria, mas sua atuação beneficia toda a cadeia produtiva. Cada avanço conquistado fortalece produtores, transportadores, empresas, trabalhadores e consumidores. Esse espírito de cooperação continuará sendo a base do nosso trabalho nos próximos anos", projeta.

 

Determinado a alinhar rumos para maior competitividade da categoria da produção, sindicatos do setor da proteína animal receberam, na manhã desta quarta-feira (24/06), os pré-candidatos Gabriel Souza (MDB) e Marcelo Maranata (PSDB) em torno do Painel o Futuro da Proteína Animal do RS, em Porto Alegre (RS).

Ao público formado por representantes e associados do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs), Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav/Sipargs) e Sindicato da Indústria de Produtos Suínos no Estado do Rio Grande do Sul (Sips), correligionários e imprensa, Guilherme Portella reforçou a importância do painel para um estado eminentemente agrícola. “Esta é nossa origem. E isso nos orgulha. É o vetor da nossa economia e quem está aqui valoriza isso e toda a riqueza que gera”, disse o presidente do Sindilat/RS. Somente o setor do leite, que está presente em praticamente todas as cidades gaúchas, gera renda para mais de 240 mil pessoas e mobiliza cerca de R$ 20 bilhões/ano, o que equivale a cerca de 2,8% do PIB. Apesar de terem sido convidados, Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL) não se fizeram presentes.  

Os desafios e projetos do setor lácteo foram entregues às candidaturas em documento repassado pelo Sindilat/RS. Nele constam itens como competitividade para fazer frente às importações e aos desafios de mercado; sanidade e qualidade, com fortalecimento da defesa sanitária, da assistência técnica e da qualidade da produção; e políticas públicas e de desenvolvimento, por meio do aperfeiçoamento de programas de apoio ao setor, incentivo à inovação, agregação de valor e desenvolvimento regional.

Temas estes que se alternaram em perguntas e respostas ao longo da manhã de debates conduzidos pelo jornalista Léo Saballa Jr. Dividido em quatro blocos, no evento que durou três horas, os postulantes ao comando do Piratini manifestaram interesse em dialogar e valorizar o setor primário. “Temos muitos desafios e estamos dispostos a enfrentar e ouvir”, afirmou Gabriel Souza, reforçando a composição de sua equipe alinhada com o agronegócio. Valorizando o papel do agro na economia gaúcha, Maranata reforçou a importância dos espaços de participação e o agro como dinamizador da economia. “Precisamos ter as pessoas certas nos lugares apropriados para garantir políticas públicas”, assinalou Maranata.  

As entidades representativas da cadeia da proteína animal do Rio Grande do Sul promovem nesta quarta-feira (24), às 10h, no Salão Nobre do Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, o painel O Futuro da Proteína Animal com os Pré-Candidatos ao Governo do Estado. Foram convidados Gabriel Souza (MDB), Juliana Brizola (PDT), Luciano Zucco (PL) e Marcelo Maranata (PSDB). A condução será do jornalista Léo Saballa Júnior.
O evento terá início com manifestações das entidades organizadoras sobre os temas considerados prioritários para cada segmento. Em seguida, os pré-candidatos apresentarão suas propostas e participarão de duas rodadas de perguntas elaboradas pelas entidades promotoras, abordando temas relacionados às respectivas cadeias produtivas. Os questionamentos abordarão temas estratégicos para os setores de leite, carnes, aves e suínos, permitindo que os participantes apresentem suas posições e propostas para o fortalecimento da produção, da industrialização, da competitividade e do desenvovimento do Rio Grande do Sul.
A iniciativa é do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs), Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), Sindicato da Indústria de Produtos Avícolas no Estado do Rio Grande do Sul (Sipargs) e Sindicato da Indústria de Produtos Suínos no Estado do Rio Grande do Sul (Sips).