
Proteínas do leite contribuem para fortalecimento muscular em idosos

Sindilat

Porto Alegre, 16 de agosto de 2017 Ano 11- N° 2.564
Proteínas do leite contribuem para fortalecimento muscular em idosos
Manter uma alimentação saudável e rica em nutrientes, aliada a atividades físicas, é fundamental para o ser humano em todas as etapas da vida. Durante a terceira idade, no entanto, este cuidado deve ser redobrado, tendo em vista que o corpo pode começar a apresentar sinais de sarcopenia, que é a redução natural de massa e força da musculatura. Neste contexto, o leite vem sendo apontado por cientistas como um alimento fundamental para atrasar este processo.
As proteínas do soro e as caseínas, ambas encontradas no leite, têm sido estudadas por pesquisadores da Arizona State University, nos EUA. Estas duas categorias de proteínas são ricas no aminoácido leucina e apresentam relação com a síntese muscular. As proteínas do soro (whey) são rapidamente quebradas pelo organismo, exercendo efeito nos músculos em até três horas após a ingestão. As caseínas, digeridas mais lentamente, levam de seis a oito horas até chegarem nos músculos.
Pesquisas mostram também que o consumo de soro de leite (whey) pode contribuir para o desenvolvimento muscular nos idosos. O estudo analisou o balanço líquido de um aminoácido, a fenilalanina, nas pernas de pessoas da terceira idade. O experimento mostrou que o grupo que ingeriu o whey incorporou mais fenilalanina e demonstrou maior crescimento dos músculos da perna se comparados com aqueles que receberam aminoácidos sem o soro. (Sindilat com informações de Beba Mais Leite http://www.bebamaisleite.com.br/noticia/proteinas-do-leite-reduzem-a-perda-muscular-em-idosos)
Assembleia aprova a fiscalização privada
A Assembleia Legislativa aprovou ontem, por 34 votos a 15, o projeto de lei 125/2017, do Executivo, que autoriza a indústria alimentícia a contratar fiscais privados para a inspeção de produtos de origem animal no Rio Grande do Sul. A exigência é que os profissionais sejam habilitados pela Divisão de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi). A justificativa do governo do Estado para o projeto é a falta de condições de atender à demanda atual das indústrias com seu quadro de funcionários. "Hoje temos mais de 30 projetos de novas plantas e de ampliação de estabelecimentos represados porque não conseguimos analisar por falta de pessoal", destaca o secretário da Agricultura, Ernani Polo, que acredita no fortalecimento da fiscalização no Estado com a nova legislação. Polo prevê que o novo modelo entre em vigor no início de 2018. Até lá, explica, há várias etapas por vencer. Depois da publicação do decreto de regulamentação serão lançados os editais de credenciamento das empresas prestadoras de serviços, que serão contratadas pelas indústrias. "Para serem credenciadas, estas empresas terão que cumprir uma série de quesitos e não poderão ter conflito de interesse com as que serão inspecionadas", avisa o secretário. Estarão vinculados a estas empresas os veterinários que serão habilitados e treinados pelo poder público.
Também foi aprovada uma emenda do líder do governo, deputado Gabriel Souza, com apoio de vários parlamentares, que estabelece que a s agroindústrias de pequeno porte poderão optar por continuar sendo atendidas pelo serviço oficial ou pelo terceirizado. O resultado da votação foi criticado pela diretoria da Associação dos Fiscais Agropecuários do Estado (Afagro), que promete questionar na Justiça a legalidade da mudança na legislação, já que até agora a inspeção era prerrogativa de agentes públicos.
"O Rio Grande do Sul está copiando os projetos de insucesso de Santa Catarina e Paraná", disse o diretor da associação, Antônio Augusto Medeiros. "É um processo que tira do Estado a responsabilidade que é dele, de garantir a saúde e qualidade dos produtos de origem animal", analisa.
O deputado Pedro Ruas qualificou o projeto como "absurdo" e sustentou que "a retirada da fiscalização de caráter público deixa toda a população sob a égide do interesse do lucro". Já o deputado Sérgio Turra foi um dos defensores da proposta. "Este projeto não causará prejuízo para ninguém", comentou. O diretor-executivo do Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado (Sicadergs), Zilmar Moussalle, diz que as empresas não têm preferência por veterinários do setor público ou privado, desde que sempre haja profissionais à disposição para atendimento da demanda. A aprovação foi bem recebida pelos laticínios gaúchos. Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o projeto representa a modernização da inspeção, colocando o Rio Grande do Sul em uma nova rota de expansão para o setor industrial. (Correio do Povo)
Mapa publica IN sobre inovações tecnológicas na fabricação de produtos de origem animal
Para acompanhar a evolução dos processos de produção dos produtos de origem animal (incluindo ovos, leite e mel), o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), editou a Instrução Normativa nº 30.
A IN, que trata de inovações tecnológicas, publicada nesta terça-feira (15), no Diário Oficial da União, define critérios para análise de proposta, avaliação, validação e implementação de inovações empregadas em qualquer etapa de fabricação de produtos de origem animal. Os processos deverão obter um termo de Não Objeção do ministério, caso haja adequação às regras de segurança alimentar.
São consideradas inovações: a mudança de maquinários das empresas, novos procedimentos de fabricação, inclusão de substâncias novas (aditivos, conservantes e outros), métodos de mitigação de micro-organismos nocivos à saúde (patógenos) não utilizados atualmente ou que transformem significativamente o produto final.
Ao adotar novos métodos, as empresas devem submeter ao Mapa, o pedido de aceitação dos processos. Para conceder ou não o certificado, o ministério irá fiscalizar adequação aos requisitos de inocuidade, identidade e qualidade dos alimentos, podendo acompanhar o seu desenvolvimento e suspendê-lo, caso não atenda aos requisitos previstos.
Segundo o diretor do Dipoa, José Luis Vargas, "a indústria processadora de alimentos de origem animal passou por grande evolução tecnológica ao longo das últimas décadas. O salto evolutivo aliado à grande demanda por alimentos e à mudança dos hábitos alimentares, aumentaram a busca por maior produtividade, diversificação de produtos e competitividade nos mercados nacional e internacional". Para o diretor, o grande benefício da normatização é dar celeridade aos processos e complementar o novo Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA).
Em 2016, a Divisão de Avaliação de Inovações Tecnológicas (DITEC) foi criada, no ministério, para avaliar os requerimentos de utilização de inovações tecnológicas quanto à sua adequação aos requisitos de inocuidade, identidade e qualidade dos produtos de origem animal. "Da mesma forma que ocorre em outros países com grande produção de produtos de origem animal, o departamento busca, também, valorizar e estimular parcerias entre as indústrias de alimentos e as instituições de pesquisas e as universidades, para o desenvolvimento de tecnologias de produção inovadoras, seguras, e que ajudem a aumentar a oferta de alimentos e a competitividade das empresas brasileiras", explica o diretor. (As informações são do Mapa)
Nova Zelândia aplica multa aproximada de US$ 42.000, depois de ter que sacrificar 193 vacas
Bem-estar animal/NZ - Uma grande fazenda de leite da Ilha Sul, na Nova Zelândia foi multada em quase US$ 42.000 (NZ$ 60.000) depois de ter sido declarada culpada por inúmeras acusações de negligência que levaram ao sacrifício de 193 vacas. As propriedades da Castlerock Dairies Limited eram administradas por Jared Mattews, de 41 anos, que manejava 2.000 vacas em 700 hectares, e Dean McMillan, de 44 anos, também administrava ao lado, outra fazenda, com o mesmo tamanho, e o mesmo número de vacas de acordo com o Ministério das Indústrias de Base (MPI) da Nova Zelândia. A Castlerock Dairies Limited e os dois gerentes da empresa foram enquadrados em oito artigos da Lei de Bem-Estar Animal pelo Tribunal de Invercargil, no dia 15 de agosto. Ambos os gerentes foram condenados a pagar multas de US$ 7.235 (NZ$ 10.000) cada, e as custas judiciais. Ambos também foram sentenciados a prestar 275 horas de serviço comunitário. A Castlerock Dairies Limited foi condenada a pagar multa de US$ 27.131 (NZ$ 37.500) e arcar com as custas do processo no valor de US$ 8.320 (NZ$ 11.500). Em 2015 a indústria já tinha sido multada pelo MPI por maltratar animais.
Foram acusados de não fazerem a manutenção das vias de acesso utilizadas pelas vacas entre as pastagens e as salas de ordenha, em ambas as fazendas. Os caminhos teriam que ter manutenção preventiva, para evitar claudicação, no entanto, isto não ocorreu. Quando a fiscalização do MPI chegou às fazendas, lama e excrementos nas vias chegavam aos joelhos dos animais. De acordo com o investigador do MPI, Gary Orr, a claudicação das vacas era tão grave que não havia como tratar os animais. Por causa da distância e da lama, as vacas levavam três horas para sair dos pastos e chegarem às ordenhas. Quatorze veterinários passaram várias semanas nas propriedades para auxiliar o pessoal do MPI. No final da inspeção, 193 vacas foram sacrificadas, e outras 761 precisaram de tratamento. Os veterinários descreveram a cena como "perturbadora", e que ia muito "além da compreensão". "O pior caso de negligência já presenciado", disseram.
Orr estava preocupado com os reflexos que isso pode ter na indústria da Nova Zelândia. "Além de razões humanitárias, o fracasso em cumprir requisitos de bem-estar animal pode ter sérias consequências para o setor agrícola em geral", diz Orr. O MPI informa que o abuso, nesta escala, é incomum na Nova Zelândia. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), projeta que a Nova Zelândia irá produzir 21,9 milhões de toneladas de leite, em 2017, superando as marcas registradas em 2014. O país oceânico deverá exportar 15,2%$ de sua produção este ano. (Dairy Herd - Tradução Livre: Terra Viva)
Presidente da Emater, Clair Kuhn, se reuniu na tarde desta terça-feira (15/8) com o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, para propor a prestação de serviço extras de assistência técnica aos produtores ligados às indústrias e cooperativas associadas ao sindicato. A ideia inicial da Emater é intensificar as ações junto ao setor lácteo, mas, para isso, precisa de parceria que viabilize a expansão dos serviços. "Vejo a parceria como positivo, mas é um projeto que deve ser construído", afirmou Guerra após a apresentação da proposta.
Além disso, os presidentes discutiram questões conjunturais que prejudicam o cenário dos lácteos brasileiros. Entre elas, as importações de leite em pó, que vêm expandindo a oferta de leite no mercado nacional. A questão tem preocupado os produtores e as indústrias e foi alvo de reunião nesta tarde em Brasília, onde o Sindilat também se fez presente.

O Uruguai produziu 1,7 bilhão de litros de leite em 2016 e consumiu 700 milhões de litros. Segundo dados divulgados pelo próprio país, o saldo, se convertido em pó, renderia 120 mil toneladas. Só o Brasil recebeu 100 mil toneladas de leite em pó e 18 mil toneladas em queijos do país vizinho, o que representa praticamente todo o volume restante. Os números, segundo o secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini, indicam uma possível triangulação de produção de outros países para ingresso no Brasil com incentivo. “O Uruguai se diz o sétimo maior exportador de lácteos do mundo. Em casos como esse, o governo brasileiro tem que agir porque prejudica muito o mercado nacional, principalmente os estados do Sul do Brasil”, frisou durante sua manifestação na audiência pública realizada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados na tarde desta terça-feira (15/8), em Brasília.
Representando o Sindilat e também a Aliança Láctea Sul-Brasileira, Palharini ainda reforçou a importância de o governo adquirir emergencialmente 50 mil toneladas de leite em pó para enxugar o mercado e permitir reação de preços. Contudo, advertiu que o pagamento deve ficar na casa dos R$ 14,00 o quilo, acima dos R$ 11,80 previstos pela Conab que, na versão do setor, não remuneram adequadamente a produção. “Ações como essa serão uma injeção na economia que permite inclusão social”, reforçou. O líder gaúcho ainda pontuou a importância de se retomar a Subcomissão do Leite na Comissão de Agricultura da Câmara. A ideia é que o grupo de trabalho se debruce sobre assuntos relevantes para o setor. Uma dela é o estímulo às exportações de produtos lácteos para países como o México.

Porto Alegre, 15 de agosto de 2017 Ano 11- N° 2.563
Dados indicam triangulação de leite pelo Uruguai
O Uruguai produziu 1,7 bilhão de litros de leite em 2016 e consumiu 700 milhões de litros. Segundo dados divulgados pelo próprio país, o saldo, se convertido em pó, renderia 120 mil toneladas. Só o Brasil recebeu 100 mil toneladas de leite em pó e 18 mil toneladas em queijos do país vizinho, o que representa praticamente todo o volume restante. Os números, segundo o secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini, indicam uma possível triangulação de produção de outros países para ingresso no Brasil com incentivo. "O Uruguai se diz o sétimo maior exportador de lácteos do mundo. Em casos como esse, o governo brasileiro tem que agir porque prejudica muito o mercado nacional, principalmente os estados do Sul do Brasil", frisou durante sua manifestação na audiência pública realizada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados na tarde desta terça-feira (15/8), em Brasília.
Representando o Sindilat e também a Aliança Láctea Sul-Brasileira, Palharini ainda reforçou a importância de o governo adquirir emergencialmente 50 mil toneladas de leite em pó para enxugar o mercado e permitir reação de preços. Contudo, advertiu que o pagamento deve ficar na casa dos R$ 14,00 o quilo, acima dos R$ 11,80 previstos pela Conab que, na versão do setor, não remuneram adequadamente a produção. "Ações como essa serão uma injeção na economia que permite inclusão social", reforçou. O líder gaúcho ainda pontuou a importância de se retomar a Subcomissão do Leite na Comissão de Agricultura da Câmara. A ideia é que o grupo de trabalho se debruce sobre assuntos relevantes para o setor. Uma dela é o estímulo às exportações de produtos lácteos para países como o México. (Assessoria de Imprensa Sindilat)
Emater propõe assistência específica ao setor lácteo
Presidente da Emater, Clair Kuhn, se reuniu na tarde desta terça-feira (15) com o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, para propor a prestação de serviço extras de assistência técnica aos produtores ligados às indústrias e cooperativas associadas ao sindicato. A ideia inicial da Emater é intensificar as ações junto ao setor lácteo, mas, para isso, precisa de parceria que viabilize a expansão dos serviços, uma vez que a autarquia tem recursos escassos. "Vejo a parceria como positivo, mas é um projeto que deve ser construído", afirmou Guerra após a apresentação da proposta.
Além disso, os presidentes discutiram questões conjunturais que prejudicam o cenário dos lácteos brasileiros. Entre elas, as importações de leite em pó, que vêm expandindo a oferta de leite no mercado nacional. A questão tem preocupado os produtores e as indústrias e foi alvo de reunião nesta tarde em Brasília, onde o Sindilat também se fez presente. (Assessoria de Imprensa Sindilat)
Crédito: Letícia Szczesny
Cenários de mercado estável no leilão GDT
No leilão GDT desta terça-feira (15/08), os preços médios dos lácteos comercializados indicaram estabilidade, com pequena queda (de apenas 0,4%) em relação ao último leilão, fechando a US$3.339/tonelada. A manteiga recuou 1,3% e fechou com média de US$ 5.735/tonelada e, por outro lado, o queijo cheddarconseguiu leve recuperação em relação ao leilão anterior, fechando em média de US$4.005/tonelada (alta de 1,4%).
O leite em pó desnatado segue instável e com preços ainda baixos (e ainda fortemente descolados dos preços do leite em pó integral); neste leilão, conseguiu uma leve recuperação de 0,3% fechando a US$1.968/tonelada. Enquanto isso, depois de 3 leilões consecutivos de aumento nos preços, o leite em pó integralrecuou 0,6% e fechou a média a US$3.143/tonelada.
Foram comercializadas 32.260 toneladas de produtos lácteos neste leilão, quantidade 2% inferior ao volume no último leilão.
O cenário de preços futuros do leite em pó integral permanece praticamente estável em patamares próximos aos atuais até janeiro de 2018, com maiores preços nos meses de dezembro e janeiro. (Milkpoint/GDT)
Conseleite/PR
A diretoria do Conseleite-Paraná reunida no dia 15 de Agosto de 2017 na sede da FAEP na cidade de Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Capítulo II do Título II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima leite realizados em Agosto de 2017 e a projeção dos valores de referência para o mês de Setembro 2017, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paraná, a partir dos preços médios e do mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes.
Os valores de referência indicados nesta resolução para a matéria-prima leite denominada "Leite Padrão", se refere ao leite analisado que contém 3,50% de gordura, 3,10% de proteína, 400 mil células somáticas /ml e 300 mil ufc/ml de contagem bacteriana. Para o leite pasteurizado o valor projetado para o mês de Agosto de 2017 é de R$ 2,2976/litro. Visando apoiar políticas de pagamento da matéria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paraná disponibiliza um simulador para o cálculo de valores de referência para o leite analisado em função de seus teores de gordura, proteína, contagem de células somáticas e contagem bacteriana. O simulador está disponível no seguinte endereço eletrônico: www.conseleitepr.com.br . (Conseleite/PR)
A 20ª edição da Expofeira registrou o maior volume de produção de leite das feiras do Rio Grande do Sul neste ano. Foram 72,93 litros de leite por dia em três ordenhas. O Concurso de Leite contou com sete animais, sendo que o vencedor foi uma vaca de propriedade de Leopoldo Cavalheiro, de Boa Vista do Cadeado (RS). A Expofeira aconteceu de 10 a 13 de agosto, no Parque de Exposições do Sindicato Rural, em Santo Augusto (RS). O evento teve apoio do Sindilat, Farsul e Fundesa.
Para o coordenador da Expofeira, também coordenador da Comissão do Leite da Farsul, Jorge Rodrigues, o evento demonstrou capacidade de produção e alta qualidade dos animais. "Trouxe também para o setor os avanços da tecnologia e a evolução da atividade leiteira", explicou. "Reuniu informação e troca de experiências em assuntos de interesse da cadeia".
Além disso, a feira contou com a participação especial da vaca Mimosa em uma peça infantil que reuniu mais de 900 crianças em quatro sessões. O espetáculo, que aconteceu dias 10 e 11 de agosto, abordou de maneira lúdica os benefícios do leite, as boas práticas de produção e o cotidiano do produtor rural. A "Mimosa na Expofeira" foi promovida pelo Espaço da Arte em parceria com a Tribu di Arteiros.
Paralelamente, a Associação Comercial, Industrial e Pecuária de Santo Augusto (Acisa) promoveu a 8ª Feicisa, feira de comércio e indústria realizada em quatro dias. O destaque foi para oportunidades de negócios, exposição de produtos locais e atividades de entretenimento e cultura.
O secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini, representa o setor lácteo da região Sul do Brasil em audiência pública nesta terça-feira (15/8), em Brasília. O encontro, promovido pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, busca debater o impacto das importações de lácteos do Mercosul no mercado nacional.
O encontro foi solicitado pelo deputado Domingos Sávio (PSDB/MG), através do requerimento n.º 435/2017. Em documento, Sávio alega que a queda natural do preço do leite ao longo dos anos foi agravada pelas importações de leite subsidiado e que isso dificultou o ajuste da pecuária leiteira nacional. Com as importações crescendo de maneira expressiva, principalmente as de leite em pó, há excesso de oferta no mercado interno, mantendo os preços em patamares baixos.

Porto Alegre, 14 de agosto de 2017 Ano 11- N° 2.562
Sindilat participa de audiência pública sobre importações de lácteos em Brasília
O secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini, representa o setor lácteo da região Sul do Brasil em audiência pública nesta terça-feira (15/8), em Brasília. O encontro, promovido pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, busca debater o impacto das importações de lácteos do Mercosul no mercado nacional.
O encontro foi solicitado pelo deputado Domingos Sávio (PSDB/MG), através do requerimento n.º 435/2017. Em documento, Sávio alega que a queda natural do preço do leite ao longo dos anos foi agravada pelas importações de leite subsidiado e que isso dificultou o ajuste da pecuária leiteira nacional. Com as importações crescendo de maneira expressiva, principalmente as de leite em pó, há excesso de oferta no mercado interno, mantendo os preços em patamares baixos. (Assessoria de Imprensa Sindilat)
20ª Expofeira é realizada em Santo Augusto
A 20ª edição da Expofeira registrou o maior volume de produção de leite das feiras do Rio Grande do Sul neste ano. Foram 72,93 litros de leite por dia em três ordenhas. O Concurso de Leite contou com sete animais, sendo que o vencedor foi uma vaca de propriedade de Leopoldo Cavalheiro, de Boa Vista do Cadeado (RS). A Expofeira aconteceu de 10 a 13 de agosto, no Parque de Exposições do Sindicato Rural, em Santo Augusto (RS). O evento teve apoio do Sindilat, Farsul e Fundesa.
Para o coordenador da Expofeira, também coordenador da Comissão do Leite da Farsul, Jorge Rodrigues, o evento demonstrou capacidade de produção e alta qualidade dos animais. "Trouxe também para o setor os avanços da tecnologia e a evolução da atividade leiteira", explicou. "Reuniu informação e troca de experiências em assuntos de interesse da cadeia".
Além disso, a feira contou com a participação especial da vaca Mimosa em uma peça infantil que reuniu mais de 900 crianças em quatro sessões. O espetáculo, que aconteceu dias 10 e 11 de agosto, abordou de maneira lúdica os benefícios do leite, as boas práticas de produção e o cotidiano do produtor rural. A "Mimosa na Expofeira" foi promovida pelo Espaço da Arte em parceria com a Tribu di Arteiros.
Paralelamente, a Associação Comercial, Industrial e Pecuária de Santo Augusto (Acisa) promoveu a 8ª Feicisa, feira de comércio e indústria realizada em quatro dias. O destaque foi para oportunidades de negócios, exposição de produtos locais e atividades de entretenimento e cultura. (Assessoria de Imprensa Sindilat)
Crédito: Maria Paula Corrêa
Conseleite/MS
A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 11 de agosto de 2017, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima, referente ao leite entregue no mês de julho de 2017 e a projeção dos valores de referência para leite a ser entregue no mês de agosto de 2017. Os valores divulgados compreendem os preços de referência para o leite padrão levando em conta o volume médio mensal de leite entregue pelo produtor. (Famasul)
Proteínas do leite reduzem a perda muscular em idosos
Muitas mudanças que ocorrem com o envelhecimento são difíceis de explicar. Dentre elas, está a dificuldade de manter e ganhar massa muscular. Esta condição é conhecida como sarcopenia, e estima-se que seja responsável por grande parte de todos os gastos em cuidados com os idosos, em função da dificuldade de locomoção.
Ao longo do tempo, pesquisadores têm mostrado que uma combinação cuidadosa de treinos de resistência, associados a uma dieta contendo quantidades suficientes de alguns aminoácios, pode melhorar a condição física na terceira idade.
A digestão e a absorção de proteínas não sofrem reduções com o envelhecimento, mas os idosos necessitam de um maior aporte protéico dietético para suprir suas exigências de manutenção e ganho de massa muscular. Embora não se saiba exatamente porque isso ocorre, suspeita-se que possa haver uma relação com o fluxo sanguíneo para as células musculares, que diminui com o avançar da idade.
Pesquisadores da Arizona State University, nos EUA, vêm estudando duas categorias de proteínas, ricas no aminoácido leucina, e que apresentam alta relação com a síntese muscular: as proteínas do soro e as caseínas, ambas encontradas no leite.
A diferença mais importante entre as proteínas do soro (whey) e as caseínas é a taxa na qual elas são absorvidas pelo organismo. As proteínas do soro são rapidamente quebradas, e seus constituintes exercem seu efeito nos músculos em, aproximadamente, 3 horas após a ingestão. As caseínas, por sua vez, formam coágulos insolúveis no estômago, que são lentamente digeridos, gastando cerca de 6 a 8 horas para chegarem aos músculos.
Esportistas e treinadores podem tirar proveito dessa diferença, utilizando, por exemplo, um suplemento rico em caseína, antes de dormirem, e outro, à base de proteínas do soro, no meio do dia, já que ficarão um tempo menor sem se alimentar, em relação ao período da noite.
Pensando agora nos idosos, um estudo mostrou algo muito interessante. O trabalho mensurou o balanço líquido de um aminoácido - a fenilalanina - nas pernas dos idosos, e comparou o que ocorreu quando eles ingeriram soro de leite (whey) versus uma mistura de aminoácidos essenciais sem o soro. Curiosamente, o grupo que ingeriu o whey incorporou mais fenilalanina e apresentou maior crescimento dos músculos da perna do que aquele que recebeu os mesmos aminoácidos sem o soro. Assim, o whey parece auxiliar mais o desenvolvimento muscular que os seus aminoácidos isolados, pelo menos na população idosa.
[1. Soop M, Nehra V, Henderson GC, Boirie Y, Ford GC, Nair KS. (2012) Coingestion of whey protein and casein in a mixed meal: demonstration of a more sustained anabolic effect of casein. Am J Physiol Endocrinol Metab 303: E152-E162.
2. Katsanos C, Chinkes DL, Paddon-Jones D, Zhang XJ, Aarsland A, Wolfe RR. (2008) Whey protein ingestion in elderly persons results in greater muscle protein accrual than ingestion of its constituent essential amino acid content. Nutr Res 28:651-658.] (Fonte: www.bebamaisleite.com.br)
Porto Alegre, 11 de agosto de 2017 Ano 11- N° 2.561
Lançada a Expointer 2017
Foto: Jézica Bruno
Com o Theatro São Pedro lotado, a Expointer 2017 foi lançada oficialmente nesta quinta-feira (10/8), em Porto Alegre (RS). A feira, considerada a maior realizada a céu aberto da América Latina, ocorre de 26 de agosto a 3 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). A programação desta edição, que celebra os 40 anos de história do evento, conta com mais de 500 atrações, como exposição de 150 raças de animais, incluindo bovinos de leite, bovinos de corte, gado misto, entre outros.
De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), Alexandre Guerra, o evento é de extrema importância para movimentar recursos no Estado. "A Expointer acontece em um momento importante para a economia brasileira, em que o agronegócio, além de ser a base da economia, tem criado diferenciais, tanto para o mercado interno, quanto para o externo", explica. Para o coordenador do Setor de Leite da Languiru, Fernando Staggemeier, que participou do lançamento representando o Sindilat, a edição deste ano terá expressiva participação. "Apesar da crise de importação do leite, a expectativa é boa, vai ser uma bela Expointer. Tenho certeza que todos irão participar, seja o agricultor expondo o seu animais, ou as lideranças representando as suas cooperativas", comentou.
O governador do Estado, José Ivo Sartori, também ressaltou a importância do agronegócio para a economia gaúcha. Segundo ele, a Expointer é uma "clara demonstração da pujança, da superação e do potencial do setor primário no Estado". A expectativa dos organizadores para este ano é repetir os números de 2016, quando o volume de negócios chegou a R$ 1,92 bilhão. A cerimônia de lançamento contou com apresentação do Guri de Uruguaiana, da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro e do CTG Rancho da Saudade. Além disso, os cantores Elton Saldanha, Daniel Torres e Erlon Péricles interpretaram a música tema dessa edição, que trata da trajetória da feira. (Assessoria de Imprensa Sindilat)
USDA provoca fortes quedas em Chicago
Divulgadas ontem, as novas estimativas do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) para oferta e demanda de grãos no país e no mundo na safra 2017/18 provocaram a queda das cotações de soja, milho e trigo na bolsa de Chicago. No mercado de soja, a principal correção "baixista" realizada foi para a produção dos EUA, que passou a ser calculada em 119,2 milhões de toneladas, mais de 4 milhões acima da previsão de julho e volume, recorde, 1,7% maior que o de 2016/17. Sobretudo a partir desse ajuste, os estoques finais globais foram elevados para 97,8 milhões de toneladas, incremento de 0,8% na comparação.
Por causa dessa relação mais confortável entre produção e consumo, em Chicago os contratos da soja para setembro recuaram 32 centavos de dólar e fecharam a US$ 9,34 por bushel, menor valor para um contrato futuro de segunda posição de entrega desde o dia 29 de junho. No mercado de milho, a pressão sobre os preços veio dos cortes menores que o esperado para as colheitas americana e global na nova temporada - a primeira foi reduzida para 359,6 milhões de toneladas, 6,6% abaixo de 2016/17, e a segunda para 1,033 bilhão de toneladas, queda de 3,5%. Na bolsa, os papéis de segunda posição de entrega (dezembro) recuaram 15,25 centavos de dólar, para US$ 3,71 por bushel, piso desde 13 de julho. No caso do trigo, a elevação da projeção do USDA para a colheita global levou a uma queda de 18 cents dos contratos de segunda posição (dezembro) em Chicago, que fecharam a US$ 4,6875 por bushel. (Valor Econômico)
Uruguai - Exportações de lácteos geraram US$ 313 milhões
Exportações/Uruguai - As divisas geradas com as exportações do setor lácteo chegaram a US$ 313 milhões, entre janeiro e julho de 2017, revelou o Instituto Nacional do Leite (INALE). Os preços da manteiga aumentaram 27%, e dos queijos 13%. Mas, em decorrência das queda dos volumes embarcados, o faturamento com exportações caiu 2% em comparação com o mesmo período de 2016. "Em 2017 foi exportado apenas a produção do ano em curso", diz o Inale. Nos primeiros sete meses do ano os principais destinos para os produtos lácteos uruguaios foram: Brasil, em primeiro lugar, seguido pela Rússia, Argélia, México e Argentina, mostra o boletim elaborado pelo Inale. Nesse período o preço da manteiga aumentou 27% e do queijo 13%, mas caiu o preço do leite em pó integral e do leite em pó desnatado.
Ao comparar os preços médios recebidos pelos produtos exportados no acumulado até julho de 2017 em relação a igual período de 2016, observa-se que a manteiga aumentou 55%, o leite em pó integral 39%, o queijo 27%, e o leite em pó desnatado, 15%. Em relação a dezembro do ano passado os preços registraram os seguintes reajustes: manteiga 36%, leite em pó integral 11%, e o queijo 9%, enquanto o preço do leite em pó desnatado caiu 9%. "A pequena redução no total é consequência de que em 2016 foram exportados volumes maiores de leite em pó integral que estavam em estoque desde 2015. Em 2017 só foi embarcada a produção do ano em curso", diz o Inale. No acumulado até julho deste ano foram reduzidas as vendas de todos os produtos lácteos exportados. A maior queda foi do leite em pó integral, com 37%, a manteiga 18%, o leite em pó desnatado 15%, e os queijos 11%, diz a publicação. (Todo El Campo - Tradução Livre: Terra Viva)
Cotações oficiais do mercado holandês de lácteos (€/100 kg) - agosto de 2017
Mercado LTO - A oferta de leite permaneceu estável em maio, depois de leve crescimento em março e abril. O desempenho variou entre os países. Enquanto a Alemanha, França e também na Holanda houve declínio da produção, volumes, particularmente, elevados foram verificados na Irlanda, e na Polônia. Também ao nível mundial houve crescimento da oferta. Na Nova Zelândia, a oferta cresceu tanto em março como em abril, embora o volume tenha caído em maio. Na América do Sul, por um longo período houve declínio. Na Argentina e Uruguai a produção vem se recuperando nos últimos meses. A produção de leite nos Estados Unidos também cresceu em média de 2%. Assim como alguns meses atrás, o mercado de lácteos mostrou duas tendências diferentes. De um lado, os preços do leite em pó desnatado sob pressão, com a queda da demanda e aumento da concorrência no mercado mundial, especialmente dos Estados Unidos. Em junho, a Comissão Europeia também decidiu vender um pequeno volume dos estoques de intervenção. Por outro lado, as cotações da manteiga no mercado holandês chegaram a valores sem precedentes (acima de 600 euros por 100 kg), depois de elevações mensais contínuas. Mesmo assim o preço do leite em pó se manteve estável, sustentando, principalmente, pelos elevados preços da manteiga. (LTO Nederland - Tradução livre: Terra Viva)
De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), Alexandre Guerra, o evento é de extrema importância para movimentar recursos no Estado. “A Expointer acontece em um momento importante para a economia brasileira, em que o agronegócio, além de ser a base da economia, tem criado diferenciais, tanto para o mercado interno, quanto para o externo”, explica. Para o coordenador do Setor de Leite da Languiru, Fernando Staggemeier, que participou do lançamento representando o Sindilat, a edição deste ano terá expressiva participação. "Apesar da crise de importação do leite, a expectativa é boa, vai ser uma bela Expointer. Tenho certeza que todos irão participar, seja o agricultor expondo o seu animais, ou as lideranças representando as suas cooperativas”, comentou.
O governador do Estado, José Ivo Sartori, também ressaltou a importância do agronegócio para a economia gaúcha. Segundo ele, a Expointer é uma "clara demonstração da pujança, da superação e do potencial do setor primário no Estado". A expectativa dos organizadores para este ano é repetir os números de 2016, quando o volume de negócios chegou a R$ 1,92 bilhão. A cerimônia de lançamento contou com apresentação do Guri de Uruguaiana, da Orquestra de Câmara do Theatro São Pedro e do CTG Rancho da Saudade. Além disso, os cantores Elton Saldanha, Daniel Torres e Erlon Péricles interpretaram a música tema dessa edição, que trata da trajetória da feira.