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30/07/2026

Porto Alegre, 30 de julho de 2026                                                           Ano 20 - N° 4.682


Conseleite/PR - RESOLUÇÃO Nº 07/2026 

A diretoria do Conseleite-Paraná reunida no dia 29 de julho de 2026 na sede da FAEP na cidade de Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Capítulo II do Título II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima leite realizados em Junho de 2026 e a projeção dos valores de referência para o mês de Julho de 2026, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paraná, a partir dos preços médios e do mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes.  

Os valores de referência indicados nesta resolução para a matéria-prima leite denominada “Leite Padrão”, se referem ao leite analisado que contém 3,50% de gordura, 3,10% de proteína, 500 mil células somáticas/ml; 300 mil ufc/ml de contagem de placas padrão e volume diário de até 300 litros/dia. Os maiores valores de referência se referem ao leite analisado que contém acima de 4,25% de gordura, acima de 3,40% de proteína, abaixo de 200 mil células somáticas/ml, abaixo de 100 mil ufc/ml de contagem de placas padrão e volume diário superior a 3.000 litros/dia; Os menores valores de referência se referem ao leite analisado que contém 3% de gordura, 2,9% de proteína, acima de 600 mil células somáticas/ml, acima de 500 mil ufc/ml de contagem de placas padrão e volume diário de até 300 litros/dia. Esses parâmetros são apresentados na primeira tabela dessa resolução. Para o leite pasteurizado o valor projetado para o mês de Julho de 2026 é de R$ 4,3553/litro. Visando apoiar políticas de pagamento da matéria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paraná disponibiliza um simulador para o cálculo de valores de referência para o leite analisado em função de seus teores de gordura, proteína, contagem de células somáticas e contagem bacteriana. O simulador está disponível no seguinte endereço eletrônico: https://www.sistemafaep.org.br/conseleite-parana/. (Conseleite/PR)


Agricultura de baixo carbono no RS

Em meio à passagem de mais uma onda de chuva forte, vento e temporais pelo Rio Grande do Sul, o papel da agricultura de baixo carbono na equação climática se reforça. Dados do país inteiro do Plano ABC+ estarão em debate de hoje até quinta-feira em Brasília, na 4ª edição da reunião nacional. E mostrarão a parte que os gaúchos vêm desempenhando na busca pela mitigação dos efeitos das mudanças climáticas. O RS é um dos 12 Estados que têm metas estabelecidas e proposta de ação vigente.

– Todas as tecnologias que o agro utiliza são parte da solução. A única atividade que consegue garantir a segurança alimentar e aumentar carbono no solo é o agro. Não há outro setor com essa capacidade que a agricultura tem – resume Jackson Brilhante, coordenador do Plano ABC+ no RS.

Dados do ABC+ mostram que o Brasil chegou a 69,79% da meta, com 50,72 milhões de hectares com tecnologias de adaptação à chamada agricultura de baixo carbono. O RS chegou a 2,1 milhões de hectares, o que representa 44,4%. Há algumas práticas da agricultura de baixo carbono em que o Estado superou a meta e outras em que tem um percentual acima da média nacional. É o caso do Sistema de Plantio Direto, com 115% atingido, e do Sistema de Plantio Direto de Hortaliças, com 140%, por exemplo.
Há necessidade de avanços maiores, em relação ao objetivo proposto, nos bioinsumos e nas florestas plantadas, que têm registrado áreas estáveis. Na irrigação, por exemplo, 53% do objetivo proposto foi alcançado, acima dos 30,86% do Brasil.

Destaques nas tecnologias do Plano ABC+

  • Alegrete: recuperação de pastagens degradadas e sistema de plantio direto de grãos.
  • São Gabriel: sistema de plantio direto de grãos e integração lavoura-pecuária-floresta.
  • Dom Pedrito: sistema de plantio direto de grãos e integração lavoura-pecuária-floresta.
  • Uruguaiana: recuperação de pastagens degradadas e integração lavoura-pecuária-floresta.
  • Santana do Livramento: recuperação de pastagens degradadas.
  • Santa Vitória do Palmar: integração lavoura-pecuária-floresta.
  • São Lourenço do Sul: integração lavoura-pecuária-floresta.
  • Tupanciretã: sistema de plantio direto de grãos.
  • Palmeira das Missões: sistema de plantio direto de grãos.

(Zero Hora)

Situação econômica do País é ruim ou péssima para 49% 

Pesquisa BTG/Nexus divulgada, ontem, mostra que 49% avaliam que a economia do País está ruim ou péssima, enquanto 18% consideram que ela está ótima ou boa. Os resultados apresentam variação positiva para o governo, porém, dentro na margem de erro de 2 p.p. em relação ao último levantamento, de 13 de julho, quando os que consideravam a economia ruim ou péssima eram 53% e ótima e boa, 15%. 

Sobre expectativas para os próximos seis meses, 34% dos entrevistados dizem que a economia do País vai melhorar “muito” ou “um pouco”, enquanto 32% afirmam que a situação deve piorar “um pouco” ou “muito”. Outros 27% avaliam que a economia deve ficar igual, e 7% não souberam ou não responderam. Sobre a situação financeira pessoal dos entrevistados para os próximos seis meses, 42% dizem que deve “melhorar muito ou um pouco”, enquanto 15% afirmam que deve “piorar um pouco ou muito”. Já 35% afirmam que a situação financeira pessoal deve continuar igual. 

Ao comparar o cenário econômico atual com o governo anterior, 40% dizem que a economia está melhor no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do que na gestão Jair Bolsonaro (PL), enquanto 42% avaliam que está pior. O levantamento também mostra que a segurança pública segue como o principal problema do País para 30% dos eleitores. 

Em seguida, aparecem saúde pública (26%), corrupção (22%), classe política (17%) e educação (16%). A Nexus ouviu 2.004 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 24 a 26 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01489/2026. (Jornal do Comércio)

 


Jogo Rápido

Inscrições gratuitas abertas para o Milk Summit Mercosul 2026
As inscrições para o Milk Summit Mercosul 2026 já estão abertas. A participação no evento é gratuita, mas é obrigatória a inscrição prévia para garantir o acesso à programação. Nos dias 14 e 15 de outubro, em Ijuí (RS), durante a ExpoFest Ijuí, o evento reunirá especialistas nacionais e internacionais, produtores, indústrias, cooperativas, pesquisadores, empresas e lideranças para debater os principais desafios e oportunidades da cadeia leiteira. Com uma programação voltada à inovação, competitividade, sustentabilidade, mercado, gestão e políticas públicas, o Milk Summit Mercosul consolida-se como um dos principais encontros do setor no Brasil e no Mercosul. A participação é gratuita, mas as vagas devem ser garantidas por meio de inscrição antecipada. Inscreva-se clicando aqui: https://milksummitbrazil.com/inscricao/. (Sindilat/RS)