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04/03/2022

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre, 04 de março de 2022                                                   Ano 16 - N° 3.609


PIB brasileiro cresce 4,6% em 2021

Apenas no quarto trimestre daquele ano, economia teve expansão de 0,5% em relação aos três meses antecedentes

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 4,6% em 2021, informou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No quarto trimestre a economia brasileira cresceu 0,5% frente aos três meses anteriores, feitos os ajustes sazonais.

A mediana das estimativas do Valor Data apontava para uma alta de 4,5% em 2021 — com intervalo de 4,3% a 4,8% — e uma variação positiva de 0,2% no quarto trimestre contra o terceiro, com intervalo de queda de 0,6% a aumento de 0,5%, conforme levantamento feito com 41 consultorias e instituições financeiras.

 

O resultado de 2021 veio acima do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, que mostrou alta de 4,5%. No quarto trimestre do ano passado, o IBC-Br apontava expansão de 0,01%, frente ao terceiro trimestre.

O IBGE também revisou o desempenho do PIB de 2020, que passou de queda de 4,1% para um recuo de 3,9%. Com isso, o avanço de 2021 recupera as perdas registradas um ano antes.



As informações são do Valor Econômico 

Emater/RS: nota de conjuntura - produção de leite 

Na regional da Emater/RS-Ascar de Bagé, continuam os relatos de ocorrência de leite instável não ácido (LINA). A produção na Campanha continua em queda, especialmente nas propriedades que esgotaram as reservas de silagem da safra passada.

Na regional de Caxias do Sul, com a estiagem, a alimentação dos rebanhos tem sido baseada em silagem de milho e ração concentrada. Já nas de Erechim e Frederico Westphalen, as chuvas aumentaram as condições de umidade do solo, melhorando a disponibilidade de forragens, permitindo a redução no uso de suplementos na dieta dos animais.
 
Na de Passo Fundo, começa a ocorrer uma recuperação na produção de leite, devido as melhores condições de pastoreio, entretanto os animais ainda apresentam baixo escore corporal e a produtividade segue mais baixa quando comparada com outros anos.
 
Na de Pelotas, apesar das perdas por consequência dos efeitos da estiagem, as temperaturas mais amenas têm favorecido o bom desempenho dos bovinos de leite.
 
Na regional de Soledade, no baixo Vale do Rio Pardo, onde as temperaturas médias são mais elevadas, muitos produtores realizaram a semeadura de milho fora do zoneamento agrícola, com a expectativa da demora maior para a ocorrência de dias mais frios.
 
As informações são do Emater-RS, adaptadas pela equipe MilkPoint. 




Leite/América do Sul

A produtividade das safras na América do Sul está em nível muito baixo, embora existam relatos de precipitações que podem beneficiar as plantações do Sul do Brasil e Argentina. 

Como mencionado em relatórios anteriores, as projeções para a colheita brasileira de feijão sofreram cortes acentuados pela CONAB, a agência governamental que acompanha o andamento de safras. As chuvas atuais mudam um pouco a paisagem do que eram, até bem recentemente, campos secos. Ainda assim, a produtividade de algumas colheitas de feijão já realizadas foi muito baixa devido à falta de umidade.

Os custos de produção e alimentação subiram em 2021, e os produtores de leite da América do Sul enfrentam desafios financeiros nesse início de 2022. E a percepção é de que esses obstáculos não serão superados tão cedo. Além do mais, embora o impacto da pandemia de COVID tenha diminuído na região, o efeito financeiro está longe de acabar ao nível do consumidor final.  

Assim como o resto do mundo, a América do Sul olha a situação ucraniana com algum desconforto. O mercado lácteo brasileiro vê com preocupação, mesmo porque sem saber a duração do conflito o futuro comercial continua incerto. Regionalmente, a oferta limitada pressiona os preços do leite em pó que continua mostrando ganhos claros. Agentes do setor dizem que apesar das incertezas locais e globais, a oferta de leite em pó está apertada e a demanda permanece suficientemente estável para manter a alta dos preços. (Fonte: Usda – Tradução Livre: Terra Viva)



Jogo Rápido 

Previsão de chuva significativa no Estado para os próximos sete dias
Os próximos sete dias terão chuva significativa na maior parte do Rio Grande do Sul, de acordo com o Boletim Integrado Agrometeorológico 09/2022, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), a Emater/RS-Ascar e o Irga. Na sexta-feira (04/03), a presença de uma massa de ar seco manterá o tempo firme, com grande amplitude térmica e nevoeiros ao amanhecer. No sábado (05) e domingo (06), a aproximação de uma área de baixa pressão vai aumentar a nebulosidade e deve provocar pancadas de chuva e trovoadas isoladas na maioria das regiões. Na segunda (07) e terça-feira (08), o deslocamento de uma nova frente fria provocará chuva em todo o Estado, com possibilidade de temporais isolados. Na quarta-feira (09), ainda ocorrerá grande variação de nuvens, com períodos de céu encoberto e chuvas isoladas, principalmente na Metade Norte. Os volumes previstos deverão oscilar entre 20 e 45 mm na maioria das regiões e somente no Extremo Sul e faixa Leste são esperados valores inferiores a 20 mm. Na Fronteira Oeste, parte do Planalto, Zona Sul e no Alto Uruguai, os totais oscilarão entre 50 e 65 mm, podendo superar 80 mm em algumas localidades. O Boletim Integrado Agrometeorológico também aborda a situação atual das culturas de soja, milho, milho e silagem. Acompanhe todas as edições em www.agricultura.rs.gov.br/agrometeorologia. (SEAPDR)

 

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