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O Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) sorteará cinco inscrições para o MilkPoint Experts - Feras da Consultoria entre os usuários que estão cadastrados para receberem diariamente a newsletter da entidade via WhatsApp. O evento, que ocorrerá semanalmente de 8 de outubro a 26 de novembro, tem o objetivo de capacitar profissionais nas áreas de consultoria e assistência técnica do setor leiteiro. Serão oito encontros on-line com diversos especialistas. Para participar do sorteio, é necessário já estar cadastrado na plataforma ou realizar a inscrição para receber o informativo até o dia 30 de setembro.

O sorteio será dividido em duas categorias: Cadastrados e Novos Cadastrados no WhatsApp. A primeira é destinada a usuários registrados até o dia 15 de setembro, que concorrem automaticamente ao prêmio. A segunda é voltada aos novos usuários, que têm até o final do mês para realizarem a inscrição e participarem do sorteio através do link https://forms.gle/rTDQMrUTE5xp6oi79. Os vencedores serão divulgados no dia 1º de outubro, às 13h, em live transmitida pelo Instagram do Sindilat (@sindilatrs).

O Sindilat também garantirá desconto de 30% na inscrição do evento aos seus associados pelo link https://bit.ly/3ErRZw7.

Newsletter do Sindilat

Tradicional há 15 anos, a Newsletter do Sindilat disponibiliza diariamente informações sobre mercado, legislações, tributos e outros assuntos de interesse do setor lácteo. Além disso, através do informativo é possível ficar por dentro de todas as novidades do segmento de forma fácil, ágil e gratuita pelo WhatsApp.

Confira o regulamento do sorteio: http://www.sindilat.com.br/site/2021/09/16/regulamento-sorteio-newsletter/

Saiba mais: https://www.milkpointexperts.com.br/

Programação

8 de outubro

8h50
Abertura: O papel do consultor hoje, mudanças, especialização x generalização
9h
O que mudou na consultoria em fazendas nos últimos 20 anos; desafios e oportunidades
João Ricardo Alves Pereira, Universidade Estadual de Ponta Grossa
9h30
Entender muito de uma coisa ou um pouco de tudo?
Marcelo Pereira de Carvalho, CEO da AgriPoint, Clovis Eduardo Sidnei Correa, Diretor na Rehagro
10h20
Espaço Patrocinador
10h40
Debate/Perguntas
Marcelo Pereira de Carvalho, CEO da AgriPoint, Diogo Vriesman, Diretor administrativo na Melkstad, André Luiz Novo, Embrapa Pecuária Sudeste, Malu Bustamante, Fazenda Açores São Judas Tadeu, Clovis Eduardo Sidnei Correa, Diretor na Rehagro

15 de outubro

8h50
Abertura: O que você contaria para o seu "eu" do início de carreira? O que você faria diferente?
9h
A visão de Régis Carvalho
Régis José de Carvalho, Consultor
9h20
A visão de Cristiane Azevedo, Qualy & Calf
Cristiane Azevedo, CEO da Qualy Calf
9h40
A visão de Carlos Alberto Ohara, Via Verde
Carlos Alberto Ohara, Via Verde
10h
Espaço Patrocinador
10h20
A visão de quem está começando - dificuldades e oportunidades
Leonardo Dias de Oliveira, Consultor
10h40
Marketing e vendas de serviços de consultoria
Miguel Cavalcanti, Agrotalento
11h
Debate/Perguntas
Cristiane Azevedo, CEO da Qualy Calf, Carlos Alberto Ohara, Via Verde, Beto Carvalho, Consultor, Leonardo Dias de Oliveira, Consultor

22 de outubro

8h50
Abertura: Criando uma empresa de consultoria
9h
Modelos de negócio e sociedade em consultorias
Ronaldo Carvalho Macedo, Cia do Leite, João Paulo V. Alves dos Santos, Cowtech, Marcelo Rezende, Cooperideal
10h
Espaço Patrocinador
10h20
O modelo das consultorias de negócio pode ser aplicado às consultorias do agro?
José Rezende, Consultor
10h40
Há espaço para consultores individuais? Uma outra abordagem
Wagner Beskow, Transpondo
11h
Debate/Perguntas
Ronaldo Carvalho Macedo, Cia do Leite, João Paulo V. Alves dos Santos, Cowtech, Wagner Beskow, Transpondo, Marcelo Rezende, Cooperideal, José Rezende, Consultor

29 de outubro

8h50
Abertura: Programas bem sucedidos de assistência em laticínios e cooperativas
9h
Como funcionam; aprendizados; ferramentas utilizadas e perspectivas futuras
Gustavo Rollo, Coordenador Fomento | Qualidade, Vigor, Leandro Sampaio, CCPR, Jair da Silva Mello, Gerente de Suprimento de Leite na CCGL, Rene Machado, Diretor de Compra de Leite na Nestlé
10h20
Espaço Patrocinador
10h40
Debate/Perguntas
Valter Galan, MilkPoint Mercado, Gustavo Rollo, Coordenador Fomento | Qualidade, Vigor, Leandro Sampaio, CCPR, Jair da Silva Mello, Gerente de Suprimento de Leite na CCGL, Rene Machado, Diretor de Compra de Leite na Nestlé

5 de outubro

8h50
Abertura: Sessão "mata a cobra e mostra o pau": como mudar a realidade dos produtores - exemplos e estratégias aplicadas
9h
"Mata a cobra e mostra o pau"
Gabriel Caixeta Ferreira, Grupo Apoiar
9h20
"Mata a cobra e mostra o pau"
Patrícia Braga, +LEITE soluções zootécnicas
9h40
"Mata a cobra e mostra o pau"
Leandro Ebert, Engenheiro Agrônomo na Emater/RS
10h
"Mata a cobra e mostra o pau" - Times de trabalho - Estratégias Aplicadas
Cassimiro Castro, Applic
10h20
Espaço Patrocinador
10h40
Debate/Perguntas
Patrícia Braga, +LEITE soluções zootécnicas, Gabriel Caixeta Ferreira, Grupo Apoiar, Cassimiro Castro, Applic, Leandro Ebert, Engenheiro Agrônomo na Emater/RS

12 de novembro

8h50
Abertura: Parcerias com empresas de insumos - como ter uma relação ganha-ganha-ganha?
9h
A visão dos consultores
Cassio Camargos, Consultor em Gestão, Controle da Mastite e Qualidade do Leite, Leonardo Araújo, QCONZ
9h30
A visão das empresas de insumos
Rafael Amaral, Gerente de Produtos na Lallemand Animal Nutrition, Fabio Fogaça, Alta Genetics
10h
A visão dos produtores
Jaqueline Paim Ceretta, Produtora de Leite em Ijuí RS, Léo Pereira, das Fazendas Reunidas ACP & Filhos
10h30
Espaço Patrocinador
10h50
Debate/Perguntas
Cassio Camargos, Consultor em Gestão, Controle da Mastite e Qualidade do Leite, Rafael Amaral, Gerente de Produtos na Lallemand Animal Nutrition, Jaqueline Paim Ceretta, Produtora de Leite em Ijuí RS, Léo Pereira, das Fazendas Reunidas ACP & Filhos, Leonardo Araújo, QCONZ, Fabio Fogaça, Alta Genetics

19 de novembro

8h50
Abertura: Princípios para um trabalho efetivo de consultoria
9h
Princípios para um trabalho efetivo de consultoria
Carlos Augusto Siguinolfi, Engenheiro Agrônomo na Educampo, Sebrae MG
9h20
Princípios para um trabalho efetivo de consultoria
Christiano Nascif, Senar/MG e Labor Rural
9h40
Princípios para um trabalho efetivo de consultoria
Eduardo Valias, Consultor
10h
Princípios para um trabalho efetivo de consultoria
Lomanto Moraes, Lac Soluções
10h20
Espaço Patrocinador
10h40
Debate/Perguntas
Christiano Nascif, Senar/MG e Labor Rural, Carlos Augusto Siguinolfi, Engenheiro Agrônomo na Educampo, Sebrae MG, Lomanto Moraes, Lac Soluções, José Geraldo de Andrade, Professor, Eduardo Valias, Consultor

26 de novembro

8h50
Abertura: O consultor e o mundo 4.0
9h
Tecnologias para escalar o trabalho: aplicativos e trabalho remoto podem funcionar? Oportunidades e desafios
Carlos Eduardo Carvalho, CooperIdeal
9h20
Agregando valor ao serviço de consultoria: como não depender do valor/hora?
Geraldo Filgueiras, Prodap
9h40
Como comunicar bem utilizando as redes sociais
Leonardo Guedes da Luz Martins, CowMed, Luís Fernando Moroz, Cowtraining, Maria Andreza Arving, Cowbaby
10h
Espaço Patrocinador
10h20
Gestão por indicadores e uso de benchmarking na pecuária leiteira
Heloíse Duarte, Ideagri
10h40
Debate/Perguntas
Leonardo Guedes da Luz Martins, CowMed, Geraldo Filgueiras, Prodap, Luís Fernando Moroz, Cowtraining, Paulo do Carmo Martins, Embrapa Gado de Leite, Maria Andreza Arving, Cowbaby, Carlos Eduardo Carvalho, CooperIdeal, Heloíse Duarte, Ideagri  

O Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) entregou, neste domingo (12/09), ofício à ministra da Agricultura, Tereza Cristina Costa Dias, em que pede providências acerca do uso dos termos leite, queijo e de derivados como requeijão e manteiga por produtos alimentícios de origem vegetal. O documento, assinado pelo presidente Guilherme Portella, foi apresentado durante visita de comitiva do Ministério da Agricultura à unidade da associada Rasip, em Vacaria (RS).

Segundo o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, a ministra mostrou-se aberta ao diálogo e disse que avaliará o que pode ser feito a respeito assim que retornar a Brasília. “É essencial que, enquanto o Brasil não tem uma regulamentação aprovada para itens fabricados de base vegetal, o governo imponha limites claros que restrinjam o uso de termos como leite, queijo e de outros derivados a produtos originários de mamíferos”, completou. A posição, defende o documento entregue à ministra, é uma forma de evitar confusão por parte dos consumidores e de resguardar um trabalho construído ao longo de décadas pelo setor lácteo. “As indústrias de laticínios por nós representadas não aceitam que o termo leite seja utilizado por bebidas de origem vegetal nem que se use denominações como queijo vegano, manteiga vegetal, requeijão vegano para produtos derivados de quaisquer outras matérias-primas que não seja o leite.”

Segundo o Sindilat, o uso indevido de um termo associado única e exclusivamente aos mamíferos, causa prejuízo financeiro e social à imagem e ao setor lácteo, que, somente no Rio Grande do Sul, gera renda a 100 mil produtores de leite em 457 municípios, incluindo os que vendem regularmente para as indústrias de laticínios e os produtores que fazem seus derivados de forma artesanal. “Diante de todos os desafios que o setor vem enfrentando em função da pandemia, da elevação de custos e redução de margens, solicitamos sua atenção ao assunto de forma a impedir o uso indevido dessa nomenclatura enquanto não se efetiva a regulamentação dos produtos de origem vegetal. Entendemos a relevância do segmento de proteína vegetal para o agronegócio brasileiro, mas não acreditamos ser apropriado que um novo segmento produtivo valha-se do trabalho de décadas de construção de imagem trilhado pelo setor de laticínios”, argumenta a nota.

Crédito da foto em destaque: Angelo Sartor/Sindilat

Alinhada com a preocupação mundial de fortalecer as defesas naturais do corpo humano para garantir saúde e qualidade de vida, a indústria de laticínios vem investindo em produtos focados em reforço do sistema imunológico e até da saúde mental das pessoas. A tendência foi referendada pelo executivo da Tetra Pak, Luis Eduardo Ramirez, durante encontro com representantes de associados do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) na manhã desta quinta-feira (9/9), na Casa da Indústria de Laticínios no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

Ramirez lembrou que, de modo geral, os lácteos já têm essa função porque são fontes de sais mineiras e muitos nutrientes, mas há uma clara intenção em âmbito internacional das empresas focarem sua ação nesses nichos, que agregam preço e valor adicional às marcas. Citou como exemplo o lançamento de itens antioxidantes e a expansão do mercado de Whey Protein. “Há um aumento da preocupação das pessoas com a saúde mental e com a consciência de como a dieta pode agir contra a depressão e até ajudando as pessoas a relaxar”. Ramirez pontuou rótulos de produtos lançados na Tailândia e da Eslovênia que trazem traços de mel e camomila com princípios calmantes. “O leite integral vai sempre existir, mas esses produtos de nichos nos trazem maior valor agregado porque o consumidor entende que foram feitos especialmente para ele. O produto super-democrático vai ser sempre o item de volume, mas os de nicho têm valor melhor e trazem um adicional às marcas”, completou. Para ele, segmentos como esse podem ser uma ótima opção para pequenos laticínios que conhecem a fundo seus consumidores.

Mediando o debate, o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, lembrou que o Brasil não tem costume de consumir o leite saborizado, mas que esse é um mercado importante a ser explorado.

Durante sua apresentação, Ramirez ainda mencionou a força que a comunicação digital ganhou no setor lácteo, incluindo projetos bem sucedidos de e-commerce. “Não é o futuro, é o presente. E com a pandemia, esse processo só se acelerou”, completou. A Tetra Pak está pesquisando o mercado e trazendo inovações constantes nas embalagens, incluindo estratégias e códigos que permitam interação das marcas com o consumidor. “É uma tendência que vai ficar para depois da pandemia”. Acompanhando a reunião híbrida direto da Casa da Indústria de Laticínios, o coordenador de vendas do Escritório regional de Porto Alegre da Tetra Pak, Rodrigo Carvalho, ressaltou a importância do momento. “É uma oportunidade de estar próximo e escutar as demandas dos laticínios, mostrar-se parceiro de todo esse processo produtivo”.

Competitividade - A necessidade de profissionalização dos tambos brasileiros e de que esse processo ganhe velocidade também foi tema do encontro, que contou com a presença do deputado federal Alceu Moreira. “O leite é uma cadeia interligada. Os dentes da roda só funcionam se um dente tocar no outro”, pontuou. Nesse processo, citou ele, os avanços tecnológicos têm papel essencial. “A conectividade entrou no campo para nunca mais sair”. Entre as inovações projetadas pelo parlamentar no setor produtivo estão mudanças na logística de grandes volumes, uma vez que o e-commerce deve alterar a relação entre os diferentes elos da cadeia produtiva. Inovação que também deve ganhar corpo no processo produtivo, ampliando a gama de produtos derivados do leite. “Na França, há centenas de tipos de queijos. No Brasil, temos 20. É preciso ir para o mercado destacando cor, textura e sabor e fomentar novos nichos de mercado. Não tem espaço para quem não é competitivo”.

O diretor-tesoureiro do Sindilat, Angelo Sartor, corroborou a posição do deputado, reforçando que o mercado já mudou. “Não tem mais espaço para atuar em um modelo standard como antigamente. Não é uma questão de opção”, alegou, lembrando que o valor pago pelo leite no Brasil é o mesmo da Europa, onde o poder de compra da população é muito maior. “É uma conta que não fecha”, justificou. Por outro lado, Sartor frisou que as projeções para quem se profissionalizar são otimistas. “É um segmento que só vai crescer”.

Sindilat na Expointer 2021

A participação do Sindilat na feira conta com a parceria da Tetra Pak, marca internacional que é referência em embalagens para alimentos.

Crédito da foto: Carolina Jardine 

Com vista no aprimoramento da produtividade e da competitividade dos produtos, os países que compõem o Mercosul precisam trabalhar de forma conjunta. Essa foi a tônica da fala do embaixador do Uruguai Guillermo Valles em live realizada nesta terça-feira (RS) pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) e pelo Jornal Correio do Povo com o apoio da Tetra Pak. “Os biomas que compartilhamos, sobretudo com o Sul do Brasil, Argentina e boa parte do Paraguai, indicam claramente que é essa a região geográfica, mas também outras no Centro-Oeste do Brasil, onde fica a reserva natural para alimentar uma população que no ano de 2050 deve ter um acréscimo de 2,5 bilhões de pessoas”, declarou.

Segundo ele, é necessário deixar brigas pequenas de lado e manter o olhar no horizonte. “Temos que conhecer bem quais são as condições de competitividade, quais os problemas de competitividade que temos”, afirmou. Ele ainda ressaltou que é necessário que os países do Mercosul busquem novos mercados como países do Golfo e da Ásia. “Temos que pensar em como podemos melhorar a inserção internacional”, acrescentou. Além disso, o embaixador destacou a importância que a tecnologia terá cada vez mais no campo daqui para frente.

Para o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, o setor produtivo do leite tem evoluído bastante, no entanto, ainda são necessárias ações estratégicas para o crescimento do segmento em termos de produtividade e competitividade. "Se compararmos com a cadeia de suínos e de aves, em tecnologia, eles estão um pouco à frente. Claro que não dá para fazermos uma comparação nua e crua, até porque são realidades diferentes. Mas dentro dessa estratégia de repensar um pouco o setor do leite é preciso termos ações efetivas, como a aproximação com a Embrapa Pecuária Sul, de Bagé (RS), e com os países do Mercosul, como o Uruguai”. Assim como o embaixador, Palharini ressaltou a importância de ultrapassar as situações adversas entre os países do bloco para a expansão do setor. "Cada país do Mercosul acaba olhando para a sua economia, quando na verdade somos um único bloco”.

Pesquisador e chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul, Fernando Cardoso, afirmou que a entidade busca levar tecnologia aos criadores a fim de fazer diferença no campo. "Na década de 70, o Brasil era um país eminentemente importador. Importávamos feijão, carne e uma infinidade de alimentos. De lá para cá nós quadruplicamos a produção de alimentos, enquanto aumentamos uma porção de área muito menor, não chegamos a dobrar a área. Isso basicamente pelo uso da tecnologia". A live foi mediada por André Malinoski.

>> Confira a live completa em https://www.youtube.com/watch?v=4wl0XL8CQMM&t=1844s

Foto: Reprodução/ Correio do Povo

A produção leiteira gaúcha ganhará, a partir de 2021, um novo parâmetro de produtividade e qualidade. É o Prêmio Referência Leiteira, projeto capitaneado pela Secretaria da Agricultura, Emater/RS e pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) e que visa destacar as propriedades em termos de eficiência produtiva e qualidade do leite, mas que também fazem um trabalho diferenciado em relação ao bem-estar animal e à saúde dos seus produtores e funcionários. O prêmio foi anunciado em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (6/9). O evento ocorreu na Casa da Indústria de Laticínios, no Boulevard do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), e também de forma remota.

A proposta, explica o presidente do Sindilat, Guilherme Portella, começou a ser gestada no início deste ano e vem demonstrar que é possível obter resultados diferenciados independentemente do número de vacas em lactação de uma propriedade. “Precisamos entender qual o caminho mais curto para elevar a competitividade da produção láctea gaúcha e garantir que nossos produtores vivam bem e sintam-se realizados com sua atividade. E valorizar esses bons exemplos é uma forma de mostrar a todos que podemos crescer sempre”, completou Portella. O presidente da Emater/RS, Edmilson Pedro Pelizari, ressalta a importância socioeconômica do setor e a sua capilaridade no Estado. Segundo ele, esse trabalho corrobora a ação de extensão rural e de assistência que a Instituição executa na totalidade dos municípios do Estado. “Esse prêmio busca dar visibilidade ao que de melhor existe na pecuária leiteira do RS”, pontuou Pelizari.

Atuando na concepção do projeto, o extensionista da Emater/RS e engenheiro agrícola Diego Barden dos Santos, explicou que a Emater terá papel importante na verificação dos dados das propriedades. “Esse prêmio vai mostrar que temos propriedades com indicadores tão bons quanto aqueles obtidos por grandes produtores internacionais”, projeta, confiante de que o setor lácteo tem uma representatividade que transcende o aspecto econômico. “É o leite que alimenta a criança. Então é esse produtor que cuida da alimentação das futuras gerações”, salientou.

De acordo com o secretário adjunto da Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul, Luiz Fernando Rodriguez, a iniciativa não traz o sentimento de competição aos participantes, mas de reconhecimento. "Premiar é importante, não porque introduz competição, mas porque que ela estabelece um status de reconhecimento daqueles que adotaram as regras maiores e que conseguiram inserir cada vez mais assistência técnica, mais acompanhamento e tenham qualidade e produtividade", disse Rodriguez durante a coletiva.

Como Participar
Neste primeiro ano, o Prêmio Referência Leiteira avaliará indicadores de tambos gaúchos no período de outubro de 2021 a junho de 2022 em três categorias: Produtividade da Terra, Qualidade do Leite e Grau de Competitividade. A primeira avalia a quantidade de litros produzidos por ano em relação à área utilizada (litros/hectare/ano). A segunda mensurará índices qualitativos do leite como a Contagem de Células Somáticas (CCS) e Contagem Bacteriana Total (CBT). Nesta categoria, a certificação de propriedades como livres de tuberculose e brucelose renderá pontos extras aos tambos inscritos. Por fim, a terceira categoria desafia-se a correlacionar a quantidade de litros de leite produzido nas propriedades com o número de pessoas envolvidas, considerando seu grau de dedicação em termos de carga horária e capacidade laboral.

Para participar, os produtores interessados precisam inscrever-se junto aos escritórios municipais da Emater/RS até 30 de setembro. Os extensionistas da Emater/RS farão o aferimento dos dados ao longo dos meses de forma a indicar os melhores resultados de acordo com a categoria. Serão premiados os três melhores produtores em cada categoria. A entrega dos prêmios deve ocorrer durante a Expointer 2022.

7º Prêmio Sindilat de Jornalismo
As inscrições para o 7º Prêmio Sindilat de Jornalismo serão abertas nesta segunda-feira (6/9) e se estendem até o dia 12/11/21. O mérito é concedido anualmente pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) em reconhecimento ao trabalho da imprensa que acompanha o setor. Neste ano, a premiação contemplará três categorias: Impresso, Eletrônico e On-line.

Podem se inscrever ao 7º Prêmio Sindilat de Jornalismo profissionais que tenham trabalhos publicados entre 24/11/2020 e 12/11/2021 em veículos nacionais e que abordem a produção de lácteos e derivados na bacia leiteira do Rio Grande do Sul. Para participar, é preciso preencher a ficha de inscrição (http://www.sindilat.com.br/site/wp-content/uploads/2021/09/FICHA-DE-INSCRICAO_2021.pdf) e remeter documentação e cópia do trabalho para o e-mail imprensasindilat@gmail.com. Mais detalhes sobre o processo podem ser conferidos no regulamento (http://www.sindilat.com.br/site/wp-content/uploads/2021/09/REGULAMENTO-2021.pdf) publicado no site do Sindilat.

O presidente do Sindilat, Guilherme Portella, destaca que a premiação mais uma vez vai reconhecer talentos do jornalismo que no decorrer do ano se debruçaram sobre pautas que evidenciam a realidade do setor, sua importância econômica e dinamismo. “O agronegócio como um todo fez e está fazendo a sua parte na pandemia. E com o setor lácteo não é diferente. Temos produtores, entidades e também profissionais da imprensa que nos ajudam diariamente a repercutir o que é toda essa cadeia produtiva”, pontua Portella. Os primeiros colocados nas três categorias receberão um troféu e um iPhone. Os segundos e terceiros premiados receberão troféu.

Sindilat na Expointer
O Sindilat participa da Expointer com o espaço institucional A Casa da Indústria de Laticínios. O espaço estará aberto ao público visitante durante todos os dias da feira e contará com a parceria da Tetra Pak, marca internacional referência em embalagens para alimentos. A multinacional participará de palestra onde sobre as tendências de consumo no setor lácteo, em evento para associados no dia 9 de setembro às 10h.

Crédito da foto: Carolina Jardine

O governo do Rio Grande do Sul lançou, nesta quarta-feira (18/8), a 44ª edição da Expointer em clima de superação e de reinvenção. Durante seu discurso no Palácio Piratini, em Porto Alegre (RS), a secretária da Agricultura, Silvana Covatti, afirmou estar otimista em relação à feira. Essa motivação é resultante do momento vivido pelo agronegócio do Estado, que recentemente recebeu o certificado internacional de zona livre da febre aftosa sem vacinação e que produziu uma safra recorde de grãos no verão. “Espero e tenho certeza que todos nós vamos vivenciar um grande evento”, ressaltou.

No lançamento, o Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) foi representado pelo seu secretário-executivo, Darlan Palharini, que acompanhou o evento de forma virtual através do canal no YouTube do Governo. Segundo ele, o Sindilat deve marcar presença na Expointer deste ano, no entanto, de forma institucional . “Nós estaremos com a nossa casa aberta no parque, mas sem a realização das tradicionais atividades dos anos anteriores. Entendemos que ainda são necessários cuidados em relação à pandemia”, afirmou. A exposição ocorrerá de 4 a 12 de setembro com público limitado de até 15 mil visitantes por dia.

De acordo com Silvana, serão rigorosos os cuidados na vigilância e na saúde das pessoas ao longo da feira. Presente no lançamento, que foi transmitido pelo canal no YouTube do Governo, a secretária da Saúde, Arita Bergmann, destacou que um plano operativo foi desenvolvido para que a exposição “aconteça com a maior segurança possível”. As duas pastas trabalham juntas na realização do evento.

Em sua fala, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, salientou que a exposição traduz dois traços do povo gaúcho: a superação e a reinvenção diante das dificuldades. “A Expointer, mesmo sendo feita de um jeito diferente, não perde a sua alma. Uma alma empreendedora, integradora e de demonstração da grande virtude do nosso Estado, da capacidade empreendedora da nossa gente”, destacou em relação ao evento de 2020 e de 2021.

Sindilat na Expointer 2021

A participação do Sindilat na feira conta com a parceria da Tetra Pak, marca internacional que é referência em embalagens para alimentos.

A Embrapa Gado de Leite lançou nesta sexta-feira (13/8) o livro “Na era do consumidor – uma visão do mercado lácteo brasileiro”. A obra reúne 23 artigos de 30 autores publicados em veículos de comunicação especializados na cadeia produtiva do leite. O lançamento oficial ocorreu em live no canal no Youtube da entidade, a qual pode ser acessada através do link: https://www.youtube.com/watch?v=axVO0V0eRs4.

Dividida em cinco seções, a publicação traz um panorama sobre o consumo de lácteos no Brasil e as mudanças causadas a partir da pandemia de Covid-19 no setor, além de apresentar reflexões do mercado consumidor em relação às redes sociais. "O livro é de extrema importância para o setor lácteo uma vez que reúne informações extremamente importantes para o seu desenvolvimento", afirmou Darlan Palharini, secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat). A obra conta com editoria técnica da pesquisadora da Embrapa Kennya Beatriz Siqueira.

Os artigos foram publicados originalmente no portal Milkpoint e nas revistas Indústria de Laticínios, Leite Integral e Balde Branco entre 2019 e 2021. Acesse o livro aqui: https://bit.ly/37DkvMn.

Com informações da Embrapa

Focado em intensificar o intercâmbio comercial com o Brasil, o embaixador do Uruguai Guillermo Valles propôs uma articulação entre os países para destravar projetos logísticos em curso há décadas. O plano de trabalho foi apresentado em reunião com lideranças do setor produtivo do Rio Grande do Sul na manhã desta sexta-feira (6/8) na Sede da Farsul, em Porto Alegre (RS). Interlocutor dos interesses do agronegócio e vendo as potencialidades desse intercâmbio no abastecimento de grãos para a produção de aves, suínos e leite, o senador Luis Carlos Heinze (PP) é defensor do tema, ressaltando a importância de trazer parte da safra de milho uruguaio ao Brasil. Segundo o embaixador, o Uruguai tem amplo potencial para produção de cereais, mas as lavouras não se ampliam exatamente pela falta de estruturas de armazenagem e de vias de escoamento mais competitivas ao mercado internacional. De acordo com Valles, enquanto uma carga de arroz uruguaio precisa percorrer 400 quilômetros por rodovias para ser exportada por Montevidéu, o mesmo produto poderia fazer 200 quilômetros por via fluvial para chegar a Rio Grande.

A chave para viabilizar a integração é o fortalecimento do modal hidroviário, estabelecendo um canal direto com o Porto de Rio Grande por meio de hidrovia pela Lagoa Mirim. Para isso, seria essencial aumentar o calado de rios e canais, o que depende de obras de dragagem no Brasil e no Uruguai. O embaixador ressaltou que o investimento nesses processos é ínfimo perto do ganho econômico e que pode ser rateado entre os dois países. O projeto, que está nos planos da Bacia do Prata há 60 anos, poderia ser viabilizado por uma parceria público-privada, o que o consolidaria como a primeira hidrovia público-privada da América Latina. No lado brasileiro, as dragagens precisariam ser efetuadas no Sangradouro, no Canal São Gonçalo e no acesso ao Porto de Santa Vitória do Palmar.

Heinze informou que há projetos tramitando em Brasília no sentido de fortalecer o intercâmbio logístico com o Uruguai por meio de investimentos em infraestrutura. Um deles é a construção de nova ponte em Jaguarão (RS).

Presente ao encontro, o secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, frisou a importância de o intercâmbio ser regido por um regramento mínimo que não comprometa nenhum setor produtivo uma vez que produtores uruguaios operam com custos inferiores aos praticados no Brasil. O embaixador concordou com a posição, lembrando que a ideia é agir em bloco, favorecendo os dois países e não impondo concorrência predatória. “É preciso tratar de regulamentações, olhar o espaço comum, juntar as autoridades e tratar da questão de território para que o fator de equilíbrio não seja o contrabando”.

O diretor administrativo da Farsul, Francisco Schardong, informou que o assunto deve ser alvo de uma nova reunião nas próximas semanas. A proposição é integrar o setor produtivo brasileiro e uruguaio para definir uma pauta a ser apresentada durante a Expointer, que ocorre de 4 a 12 de setembro. Também participaram da reunião lideranças da Fetag, Fecoagro, Asgav, Sips e Fundesa.

Segundo o embaixador é primordial que as cidades vejam as potencialidades do campo, uma vez que é dele que sairá a solução para suportar um aumento de 2,5 bilhões de pessoas na população mundial até 2050. “Precisamos produzir 50% mais fibras, 50% mais de alimentos e combustíveis. E de onde vai sair isso de forma sustentável?”, questionou. Consciente das potencialidades da América Latina em abastecer o planeta, ele reforçou que há condições de solo e oferta de água doce capaz de produzir de forma competitiva. Para isso, alertou, é importante que se trabalhe com abertura comercial entre vizinhos.

Brasil e Uruguai tem 1067 quilômetros de fronteira, com seis cidades gêmeas. Apesar da vigência do Mercosul, apenas a aduana de Rivera trabalha de forma integrada nos terminais de cargas. O principal ponto de entrada de cargas uruguaias no Brasil é o Chuí (30%), seguido por Jaguarão (21%) e por Santana do Livramento (9%).

Foto: Carolina Jardine 

Parceiro institucional da 11ª edição do Fórum MilkPoint Mercado, o Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) garante aos seus associados desconto de 30% na inscrição para o evento. O fórum, que ocorrerá nos dias 21 e 22 de setembro de forma virtual, terá como temática a ‘Precificação e proteção de preços de leite no mercado lácteo brasileiro’. Os associados podem garantir sua participação pelo site do evento https://bit.ly/3Cj3pS0.

A programação, que está prevista para iniciar às 13h50 do dia 21/9, contará com a participação de palestrantes como Isabela De Marchi, gerente de Sustentabilidade para América do Sul da SIG Combibloc, Mario Rezende, da Danone, Paulo Molinari, da Safras & Mercado, Ana Paula Gilsogamo, analista sênior de Alimentos e Bebidas – Mintel, entre outros. Entre os assuntos que serão explanados pelos profissionais estão os cenários para os mercados de milho e de soja em 2021 e em 2022, as novas tendências para o mercado lácteo e as experiências de contratos de precificação de leite.

No primeiro dia de fórum, a discussão será focada nos prováveis cenários futuros das mais importantes variáveis que afetam o segmento. Já no segundo dia de evento, os profissionais trarão para debate um tema de bastante relevância para o setor: a formação de preços e as ferramentas para diminuição da volatilidade do valor dos produtos lácteos. O fórum também contará com espaços para perguntas dos participantes.

Com informações do Fórum MilkPoint Mercado
 
Confira a programação completa:
21 de setembro
13h50 - Abertura Painel: Ambiente futuro de mercado
14h - Ambiente econômico e possíveis cenários para o final de 2021 e para 2022 – com Maurício Une, Economista Sênior no Rabobank
14h30 - Cenários para os mercados de milho e soja 2021 e 2022
15h - Espaço Patrocinador
15h10 - Cenários para o mercado lácteo no final 2021 e no início de 2022
15h40 - Debate
16h - Break
16h10 - Inovações e novos lançamentos de lácteos no Brasil e no mundo: o que vem aparecendo nas gôndolas dos supermercados? – com Ana Paula Gilsogamo, Analista Sênior de Alimentos e Bebidas - Mintel
16h40 - Espaço Patrocinador
16h50 - Mesa redonda: Foodservice – como está a recuperação em 2021 e quais as perspectivas para 2022?
17h20 - Debates, perguntas, conclusões do primeiro dia
22 de setembro
13h50 - Abertura Painel: Contratos, formação de preços e ferramentas de proteção de preços
14h - Novas tendências para o mercado lácteo – ESG da fazenda a mesa do consumidor – impactos para produtores e indústrias
14h30 - A contribuição da embalagem de produtos lácteos para fatores ESG – com Isabela De Marchi, Gerente de Sustentabilidade para América do Sul da SIG Combibloc
14h40 - Apresentação dos resultados da pesquisa sobre as novas exigências do consumidor em ESG e a formatação de novas exigências nos modelos de Supply dos laticínios brasileiros
15h - Contratos futuros na cadeia leiteira – oportunidades e possíveis limitantes
15h30 - Experiências de contratos de precificação de leite – com Mario Rezende, Danone
16h - Debate
16h30 - Break
16h40 - Seguro de preço para a cadeia leiteira – o modelo de resseguro de preço
17h10 - Ferramentas financeiras e de funding para o agronegócio – Fintechs e sua inserção futura no mercado lácteo
17h50 - Debates e perguntas
18h10 - Conclusões e encerramento
 
Foto: Carolina Jardine

O valor de referência projetado para o leite no mês de julho é de R$ 1,7086, 1,35% abaixo do consolidado de junho (R$ 1,7319). Os dados apresentados nesta terça-feira (27/07) pelo Conseleite levam em conta os primeiros dez dias do mês e refletem o início da safra aliado a um período de custos elevados no campo e na indústria, o que garantiu estabilidade de preços. Segundo o professor da UPF Marco Antônio Montoya, o cenário de insumos em alta deve segurar os preços em um patamar mais estável durante a safra, garantindo um cenário atípico com dois anos seguidos de valores mais altos (2020 e 2021). “Os gráficos mostram o impacto da pandemia, com valorização do preço do leite puxado pela elevação das commodities no mercado internacionais”, explicou.

Lideranças dos produtores indicam que grãos, silagens, medicamentos e arrendamento de terras tiveram reajustes, prejudicando a margem da atividade leiteira. Situação similar à vivenciada na indústria, com alta de embalagens, insumos, combustíveis e, principalmente, pela necessidade de repasse aos produtores. “Precisamos que os preços do leite ao mercado consumidor permaneçam nesses níveis. Depois de um primeiro semestre operando sem margens na indústria, o setor está no fio da navalha. Não há como voltar ao preço do leite de um ano atrás”, ressaltou o coordenador do Conseleite, Alexandre Guerra.

As dificuldades de receita fizeram com que muitos criadores deixassem a atividade nos últimos meses o que, de certa forma, deve evitar excedentes demasiados na safra. A opção foi substituir o leite por atividades mais lucrativas, como o cultivo de grãos e oleaginosas.

Enquanto isso, o setor segue o debate na tentativa de enxugar custos. Uma das opções debatidas durante a reunião do Conseleite foi a ampliação do uso de pastagens cultivadas, o que reduziria os desembolsos com grãos e silagem. Apesar da tentativa, os produtores alegam que o desenvolvimento está aquém do esperado em função de fatores climáticos.

Foto em destaque: Carolina Jardine