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O crescimento do mercado de leite no Mercosul está ligado à ampliação do consumo. A avaliação foi apresentada pelo consultor da Federação Pan-Americana de Laticínios (FEPALE) e pesquisador do INTA da Argentina, Alejandro Galetto, durante o 21º Fórum do Leite. Segundo o especialista, o bloco não registra avanço significativo no mercado desde 2014, refletindo problemas estruturais de competitividade, enquanto países como o México têm registrado crescimento significativo. “Não é um dos países isoladamente, é um problema do Mercosul. Reconhecer e identificar a causa é o primeiro passo para mudar o cenário”, afirmou nesta quarta-feira, 11/03, em Não me Toque (RS). 

Além de investir no aumento da demanda por leite, Alejandro Galetto recomendou mudanças estruturais que permitam atrair e manter recursos no setor. “É necessária uma mudança. A competitividade é pensada como a melhora de uma empresa individualmente, mas ela também está na capacidade do setor de atrair e manter recursos para crescer”, assinalou, ao relatar problemas comuns do bloco como custos de produção, sucessão nas propriedades e evasão para outras atividades. 

Conforme o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, o fórum reforçou a importância da gestão, alinhada aos diversos fatores que influenciam na produção leiteira, que vão desde o clima até o valor do leite ao produtor. “Na propriedade existem muitos elementos que influenciam o resultado, como o gerenciamento, a compra de insumos, a regularidade das chuvas para garantir alimentação de qualidade ao rebanho, entre outros aspectos”, assinalou, evidenciando a presença cada vez mais extensiva de tecnologias no campo que permitem monitorar indicadores e atingir o melhor aproveitamento dos recursos e resíduos dentro das propriedades para ampliar a rentabilidade da atividade leiteira.

A programação do fórum também incluiu palestras sobre manejo sustentável de dejetos orgânicos de bovinos de leite, com o pesquisador da Embrapa Marcelo Henrique Otenio, e sobre gestão econômica das propriedades, com o médico-veterinário Matheus Balduino Moreira, da Rehagro Consultoria. “O fórum se destacou muito nessa questão do gerenciamento da propriedade, dos indicadores e do aproveitamento de cada resíduo da própria propriedade rural para que consiga rentabilizar a propriedade leiteira”, destaca Darlan.

Foto: CCGL - Matheus Durão

Expodireto Cotrijal, bovinocultura de leite apresenta inovações, diz Emater/RS | Governo zera PIS e Cofins do diesel para segurar preço por causa da guerra no Irã | Expodireto

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Nesta quinta-feira, 10/03, o Sindilat/RS esteve presente na Expodireto Cotrijal, representado pelo secretário-executivo Darlan Palharini, que participou de uma série de agendas voltadas ao setor produtivo. 

Pela manhã, Palharini participou do 36º Fórum Nacional da Soja, promovido conjuntamente pela FecoAgro/RS, Cotrijal e CCGL, com apoio do Sistema Ocergs/Sescoop-RS. O encontro debateu o cenário e a conjuntura do setor, reunindo lideranças e especialistas do agronegócio. O secretário-executivo também acompanhou o lançamento do programa Campo Inovador – Leite e Derivados. A iniciativa, desenvolvida pelo Sebrae RS e conduzida pela Regional Noroeste, é voltada à principal bacia leiteira do Estado e busca conectar desafios da cadeia produtiva a soluções desenvolvidas por jovens, universidades, escolas técnicas, produtores e startups. 

À tarde, o dirigente participou do 10º Fórum Estadual de Conservação do Solo e da Água. O encontro, realizado pela CCGL, Cotrijal, Rede Técnica Cooperativa (RTC) e Embrapa, reuniu especialistas, produtores e representantes do agronegócio para discutir práticas sustentáveis e a conservação dos recursos naturais no Rio Grande do Sul. Na sequência, esteve presente na reunião com o setor produtivo e no lançamento da Fase 3 do Programa Irriga + RS. Durante a tarde, também atendeu a demandas de agendas com a imprensa. A programação da Expodireto Cotrijal segue até a próxima sexta-feira, 13/03/2026. (As informações são do Sindilat/RS)

O Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul (Fundesa-RS) publicou nova tabela de indenizações para a pecuária leiteira, destinada a produtores que tenham animais sacrificados ou submetidos a abate sanitário em função de diagnóstico de brucelose ou tuberculose.

Os valores foram aprovados na Assembleia Geral Extraordinária do Conselho Deliberativo, realizada em 9 de março, após proposição do Conselho Técnico Operacional da Pecuária Leiteira (CTOPL). A medida foi homologada por meio da Resolução CD nº 001/2026, publicada no site www.fundesa.com.br/legislacao.

A nova tabela estabelece um reajuste de 8% em relação aos valores anteriores, que passam a valer em 2026 e variam de acordo com a categoria e a idade dos animais. Pela atualização, as indenizações vão de R$ 1.636,00 para animais sem registro de até 12 meses, até R$ 4.548,00 para animais com registro puro de origem entre 25 e 36 meses. Para bovinos machos com idade superior a 2 anos, o valor é de R$ 1.918,00.

As indenizações fazem parte do sistema de defesa sanitária da pecuária gaúcha e têm o objetivo de compensar produtores que eliminam animais positivos para doenças de controle obrigatório, contribuindo para a sanidade do rebanho e para a segurança da produção de leite no estado, em conformidade com o Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose (PNCEBT). No caso do setor leiteiro, a contribuição ao Fundesa é recolhida pela indústria e pelos produtores de leite.

 

Os associados do Sindilat terão 10% de desconto na inscrição para o Milk Pro Summit 2026, que será realizado nos dias 28 e 29 de maio, no Bourbon Resort Atibaia, em Atibaia (SP).

Organizado pela MilkPoint Ventures, o evento reúne produtores, técnicos e empresas do setor lácteo. A programação está dividida em seis painéis. No primeiro dia, os debates tratam de cenário econômico e comércio internacional, desafios regionais da produção, parcerias com varejo e food service, inovação tecnológica, gestão de risco, sucessão familiar e fundamentos técnicos e econômicos da atividade. À noite, ocorre a premiação dos 100 maiores produtores de leite.

No segundo dia, os painéis abordam gestão de pessoas e liderança, sustentabilidade aplicada à produção, uso de dejetos como fonte de receita, agricultura regenerativa, programas de incentivo e modelos de expansão da atividade no Brasil e no exterior.  

As inscrições podem ser feitas pela plataforma oficial do evento, no link: https://register.jalanlive.com/milkprosummit26?ticket=nRsa 

Programação

28 de maio

08h às 09h25 – Credenciamento e welcome coffee
09h25 às 09h30 – Abertura

Painel 1 – Tendências para o leite e a economia no Brasil e no mundo: produção e consumo
09h30 às 10h30 – Agricultura e meio ambiente no comércio internacional, com Roberto Rodrigues
10h30 às 11h – Desafios e oportunidades do setor lácteo nas diferentes regiões, com Andrés Padilla (Rabobank)
11h às 11h20 – Espaço patrocinador
11h20 às 11h50 – Parcerias com varejo e food service: o exemplo da Arla Foods, com Tatiani Bula Sundgaard
11h50 às 12h10 – Perguntas e debate
12h10 às 13h45 – Almoço, Expo e networking

Painel 2 – Novas fronteiras para a produção de leite: tecnologia e gestão de risco
13h45 às 14h15 – Inovação no Reino Unido, com Robert Morrison
14h15 às 14h45 – Fazenda do futuro: tecnologia e gestão de dados, com João Dórea
14h45 às 15h05 – Espaço patrocinador
15h05 às 15h35 – Gestão de risco na cadeia do leite, com Glauco Carvalho (Embrapa)
15h35 às 16h05 – Perguntas e debate
16h05 às 16h40 – Milk break, Expo e networking

Painel 3 – Farmer’s Forum
16h40 às 17h10 – Projeto de grande porte com princípios ESG, Agrothati (BA)
17h10 às 17h40 – Gestão e sucessão familiar, com Anna Pinto (Fazenda Bom Retiro – MG)
17h40 às 18h – Espaço patrocinador
18h às 18h30 – Fundamentos técnicos e econômicos da produção, com Marcelo Branquinho (Fazenda Cobiça – MG)
18h30 às 18h50 – Perguntas e debate
18h50 às 19h50 – Premiação dos Top 100
19h50 às 22h – Coquetel e networking

29 de maio

08h40 às 08h45 – Abertura

Painel 4 – Gestão de pessoas e liderança
08h45 às 09h15 – Mentalidade de produtores de sucesso, com Paulo Fernando Machado (Clínica do Leite)
09h15 às 09h45 – Estruturação de liderança em fazendas, com Greg Bethard (High Plains Ponderosa Dairy – EUA)
09h45 às 10h05 – Espaço patrocinador
10h05 às 10h25 – Perguntas e debate
10h25 às 11h – Milk break, Expo e networking

Painel 5 – Sustentabilidade aplicada à produção de leite
11h às 11h30 – Uso de dejetos como fonte de receita, com Daniel Ciolkosz (Penn State – EUA)
11h30 às 12h – Sistemas de produção resilientes e agricultura regenerativa, com Diego Alessio (Fazenda Banhado Verde – SC)
12h às 12h20 – Espaço patrocinador
12h20 às 12h50 – Tecnologias e programas de incentivo, com Tatiani Bula Sundgaard (Arla Foods)
12h50 às 13h10 – Perguntas e debate
13h10 às 14h30 – Almoço, Expo e networking

Painel 6 – Visões do leite como negócio
14h30 às 15h – Produção de leite na Argentina, com Jorge Olmedo (La Fayuca S.A.)
15h às 15h30 – Estruturação de grandes projetos, com Greg Bethard
15h30 às 15h50 – Espaço patrocinador
15h50 às 16h20 – Receitas adicionais ao leite, com João Costa (Universidade de Vermont)
16h20 às 16h50 – Perguntas e debate
16h50 às 17h – Encerramento

 

A profissionalização do setor leiteiro e o processo avançado de sucessão nas propriedades ganharam destaque na Agrotec Cotrisal 2026, em Sarandi (RS). Conforme o secretário executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, são iniciativas que já se traduzem em resultados positivos no trabalho de mais de 100 propriedades acompanhadas por meio do sistema SmartCoop. 

No 2º Benchmarking do Leite, os dados apresentados com o acompanhamento da plataforma, mostram o crescimento dos produtores leiteiros que têm gestão baseada em dados. “Desde o nascimento da bezerra até a produção de sólidos, passando por ganho médio diário, taxa de serviço e conversão alimentar, os números são acompanhados por equipe técnica especializada, com ranking de desempenho. É todo um conjunto de dados que garantem assertividade e melhoria produtiva”, destaca. 

Outro aspecto é a entrada dos jovens, assumindo a produção e garantindo a sucessão familiar. “Isso mostra que a atividade leiteira tem futuro, ainda mais se ancorada em gestão, tecnologia e acompanhamento técnico”, assinala. “Quando produtor, cooperativa e assistência técnica trabalham de forma integrada, a produção de leite passa a ser um negócio estruturado, competitivo e sustentável”, indica Darlan.

O gerente de produção animal da Cotrisal, Frederico Trindade, reforça que o leite tem papel estratégico no desenvolvimento regional por gerar renda mensal, movimentar o comércio local e manter famílias no meio rural. “O leite precisa ser tratado como um negócio estruturado, baseado em dados, planejamento e visão de longo prazo. O benchmarking tira todos da zona de conforto e estimula a evolução contínua dos indicadores”, salienta. Segundo ele, ao reunir mais de 100 produtores para analisar desempenho técnico, qualidade, reprodução e rentabilidade, o evento fortalece a profissionalização e a inovação como pilares do crescimento da atividade.

Foto: Divulgação Cotrisal

O setor leiteiro brasileiro precisa estar unido e mobilizado para fazer avançar no Senado e garantir a sanção presidencial do Projeto de Lei 10.556/2018, que regulamenta a utilização da palavra "leite" nas embalagens e rótulos de alimentos. Esta foi a posição defendida pelo presidente do Sindilat/RS, Guilherme Portella, na primeira reunião do ano da Aliança Láctea Sul Brasileira (ALSB). “Precisamos falar com uma só voz quando tratamos de questões estruturantes. Devemos permanecer alinhados na defesa do setor e da valorização do leite, do produtor à indústria, até o consumidor final”, assinalou. 

A matéria foi aprovada pelo Plenário da Câmara dos Deputados na madrugada desta terça-feira (03/03). “É uma excelente notícia a aprovação do projeto de autoria da ex-ministra de Agricultura, Tereza Cristina. Trata-se de uma pauta histórica”, acrescentou Ronei Volpi, coordenador geral da ALSB. 

Aprovado na forma de substitutivo, o projeto estabelece que, para o leite, apenas produtos de origem animal podem usar denominações como queijo, manteiga, leite condensado, requeijão, creme de leite, bebida láctea, doce de leite, iogurte, coalhada, entre outras. Produtos vegetais ainda deverão adotar embalagens com cores e imagens distintas, reforçando a diferenciação. “Este regramento fortalece a proteção do leite e assegura maior transparência ao consumidor. Foi necessária a mobilização do setor para defender a proibição do uso da palavra “leite” para itens não lácteos. Agora, o esforço se concentra na aprovação no Senado e na sanção presidencial”, reforçou Portella.

Outra missão para o setor levada ao encontro que reúne representantes das Secretarias de Estado e Federações da Agricultura, além dos Sindicatos das Indústrias de Laticínios dos estados produtores do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul é a defesa do Programa Mais Leite Saudável como política pública estratégica. Conforme Portella, trata-se de uma das principais iniciativas para elevar a produtividade e qualidade do leite. “É preciso transformá-lo em prioridade mediante uma forte articulação setorial para defender sua continuidade”, afirmou.

Conforme o presidente do Sindilat/RS, o programa é também um dos pilares que pode sustentar a abertura das portas para o leite brasiliero no mercado internacional. Isso porque, para conseguir espaço como produto de exportação, precisa ter garantia de  competitividade através do preço. “Para exportar é indispensável ter preço se quisermos competir com Argentina, Uruguai, Nova Zelândia ou outros players globais”, enfatizou Portella.

As informações são do SINDILAT/RS

Link do PL 10.556/2018: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2181415

Foto: Reprodução


Impactado por meses de baixa rentabilidade no campo e na indústria, o setor lácteo brasileiro teme os efeitos adversos do acordo que avança entre Mercosul e União Europeia. O texto prévio de tratado de incentivo comercial entre blocos econômicos foi aprovado esta semana na Câmara dos Deputados e segue para apreciação do Senado e foi tema da reunião de associados do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) na tarde desta quinta-feira (26/2), em Porto Alegre (RS).

 
Segundo o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, o risco é que o setor entre como moeda de troca internacional para a concessão de benefícios a outros segmentos. “Esse é um acordo que certamente aumentará a corrente de comércio entre os países, favorecendo a economia brasileira. No entanto, precisamos operar para resguardar setores sensíveis e estratégicos, como o do leite, como forma de garantir autonomia alimentar e a sobrevivência da produção leiteira”, completou.
Pelo acordo em tramitação, está prevista redução de tarifas de importação para diversos setores. A política em debate prevê desoneração entre países dos dois blocos econômicos por até 18 anos, prazo que variará de acordo com o produto. “O acordo é inevitável. Precisaremos que o governo crie salvaguardas como existem hoje na União Europeia, concedendo subsídios ao setor produtivo que favoreçam a competitividade local frente aos importados ao lado de ações já existentes como o Mais Leite Saudável”, sugeriu Palharini.
 
 
Foto: Carolina Jardine 

 

Como parte do compromisso social do Milk Summit Brazil 2025, a comissão organizadora entregou na manhã desta quarta-feira (04/02) 1.500 litros de leite para a prefeitura municipal de Ijuí (RS). O montante faz parte da contrapartida pelas inscrições  para o evento realizado em outubro, durante a ExpoFest, que contou com casa lotada ao reunir mais de 2,1 mil participantes. “Poder fazer mais este repasse, além do que já foi possível entregar em alimentos para a Apae, reforça os laços do evento com esta região”, destacou Darlan Palharini, secretário executivo do Sindilat/RS e coordenador do Milk Summit. 

O leite foi entregue a uma comitiva da cidade, integrada pelo prefeito da cidade, Andrei Cossetin Sczmanski, que esteve acompanhado pelo secretário da Agricultura, Emerson Pereira, no ato realizado na prefeitura. A Secretaria de Desenvolvimento Social fará a distribuição. “A administração vê com excelentes olhos essa parceria. Deu e está dando todo o suporte técnico, logístico, estrutural para manter esse evento aqui no município de Ijuí”, indica Emerson Pereira.

Berço do maior volume de leite produzido para a indústria, com 741,9 milhões de litros de leite por ano, a cidade já tem confirmada a segunda edição do Milk Summit. Também concomitante à ExpoFest, terá o desafio de ampliar o debate sobre o leite para os países do Mercosul, expandindo os debates do evento, que retomou um espaço de diálogo no setor leiteiro.

Foto: Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Ijuí

A CCGL, associada ao Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), celebra nesta quarta-feira, 21/01, 50 anos de história como referência do cooperativismo gaúcho e brasileiro. Fundada em 1976 e com sede em Cruz Alta, a cooperativa reúne atualmente 25 cooperativas associadas e mais de 170 mil produtores.
O presidente do Sindilat, Guilherme Portella, destaca que a história da CCGL se confunde com a própria evolução do setor lácteo no Rio Grande do Sul. “Seus 50 anos simbolizam a força do setor leiteiro gaúcho, como modelo capaz de unir produtores, gerar desenvolvimento econômico, promover inovação e garantir padrões elevados de qualidade na indústria de laticínios”, destaca. 
Na passagem do cinquentenário, Portella lembra que, ao longo destas cinco décadas, a CCGL impulsionou o desenvolvimento do setor, especialmente pelos investimentos em qualidade, tecnologia e profissionalização da cadeia produtiva, além do trabalho de assistência técnica junto aos produtores, que resultam em melhorias na produtividade do leite e no padrão sanitário das propriedades.

Imagem: Divulgação CCGL