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Porto Alegre, 27 de outubro de 2026                                                     Ano 20 - N° 5.043


Sistema de Defesa Agropecuária conta com novo módulo de vacinação de brucelose

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) está com novo módulo para registro das vacinações contra brucelose, realizados em fêmeas bovinas e bubalinas, no Sistema de Defesa Agropecuária (SDA). A implementação ocorreu em 29 de setembro.

O módulo é destinado aos médicos veterinários cadastrados junto à Secretaria para realização da vacinação contra a brucelose, que acessam o SDA como usuários externos. O módulo possibilita que se faça o registro diretamente na propriedade, produtor e nos animais imunizados. A partir deste registro no SDA, o profissional deverá fazer a emissão do atestado via sistema, fornecendo ao produtor ou responsável uma via assinada, física ou digitalmente.

Com a inclusão dos profissionais no SDA, a informação já é incluída diretamente nas propriedades onde foram executadas as vacinações. “Antes da implementação deste módulo, o médico veterinário cadastrado fazia a emissão do atestado, que era entregue na inspetoria da jurisdição da propriedade onde fora executada a vacinação, e aí os profissionais da Seapi precisavam fazer o registro no SDA”, explica o fiscal estadual agropecuário da Seapi, médico veterinário Rodrigo Etges. Toda essa ação agora é feita diretamente pelo próprio responsável pela vacinação.

Etges afirma que, ainda em 2026, será publicada uma Instrução Normativa da Seapi tornado obrigatório o uso do SDA para registro das imunizações feitas a partir do dia 1º de janeiro de 2027 pelos médicos veterinários cadastrados.

A partir deste dia, não serão aceitos registros de imunizações executadas que não forem incluídas no SDA. O registro no SDA proporciona a emissão de um atestado padronizado, com QR Code para verificação da autenticidade.

“A inclusão dos profissionais no SDA também é um passo importante para a implementação do Plano Nacional de Identificação de Bovinos e Búfalos (PNIB) no Rio Grande do Sul, visto que estes profissionais serão importantes operadores das identificações nas propriedades”, destaca Etges.

O módulo foi desenvolvido em parceria com a Procergs. “A nova solução permite o registro integrado da vacinação por lote, de animais rastreados e do controle genealógico, ampliando a eficiência dos processos e o suporte às atividades de defesa sanitária animal”, destaca o analista de negócios da Procergs, Marcelo Bueno.

Fonte: SEAPI


Piracanjuba ProForce expande portfólio de suplementos e fortalece presença no mercado de nutrição e saúde

Marca amplia linha com pré-treino, whey protein concentrado, creatina e gel de carboidrato para atender diferentes momentos de consumo e suplementação

Piracanjuba ProForce, marca do Grupo Piracanjuba, dá mais um passo em sua estratégia de crescimento ao expandir sua atuação no mercado de nutrição e saúde com o lançamento de quatro novos suplementos: Pré-Treino sabor limão, Creatina Monohidratada Micronizada, Gel de Carboidrato e Whey Protein Concentrado em embalagem de 900 gramas.

As novidades reforçam o posicionamento da marca em oferecer soluções práticas e de qualidade para toda a jornada de suplementação, da preparação para a atividade física ao aporte de energia, recuperação muscular e complemento da ingestão diária de proteínas.

O movimento acompanha a evolução do mercado, impulsionado pela crescente busca por alimentos e suplementos que aliam qualidade nutricional, praticidade e funcionalidade. "Piracanjuba ProForce vive um momento importante de crescimento.

A suplementação deixou de atender apenas atletas e passou a fazer parte da rotina de consumidores com metas e estilos de vida distintos. Nosso desafio é acompanhar essa evolução com soluções que entreguem qualidade, praticidade e desempenho para cada momento de consumo", afirma Lisiane Campos, diretora de Marketing do Grupo Piracanjuba.

Entre as novidades está o Pré-Treino sabor limão, desenvolvido para oferecer mais energia, foco e disposição antes da prática de atividades físicas. A fórmula reúne cafeína, beta-alanina, taurina, arginina e vitamina C, combinação que prepara o organismo para exercícios de maior intensidade.

Enquanto a cafeína contribui para o aumento do estado de alerta e da concentração, a vitamina C exerce ação antioxidante, auxiliando na proteção das células contra os danos causados pelos radicais livres.

O portfólio também passa a contar com o Whey Protein Concentrado em embalagem de 900 gramas, disponível nos sabores chocolate, baunilha e cookies. Desenvolvido para complementar a ingestão diária de proteínas e apoiar a recuperação muscular, o produto oferece 24g de proteína por scoop. A formulação tem como principal ingrediente a proteína concentrada do soro do leite, é livre de maltodextrina e adoçada com sucralose, reunindo qualidade nutricional, praticidade e sabor para várias ocasiões de consumo.

Outra novidade é a Creatina Monohidratada Micronizada, em embalagem de 300g e sabor neutro. Produzida com creatina 100% pura, a fórmula apresenta excelente solubilidade e é livre de aditivos. O suplemento auxilia no aumento do desempenho físico durante exercícios repetidos de curta duração e alta intensidade, quando consumido diariamente conforme a recomendação de uso, oferecendo uma opção prática para quem busca mais força, desempenho e evolução consistente.

A linha passa a incluir ainda o Gel de Carboidrato, desenvolvido para fornecer energia rápida e prática durante exercícios de média e longa duração. Disponível nos sabores açaí com guaraná, caramelo salgado e água de coco, o produto atende às diferentes necessidades de consumo durante a atividade física. 

A versão açaí com guaraná oferece 26 g de carboidratos, 100 mg de cafeína e 500 mg de taurina, enquanto água de coco contém 26 g de carboidratos e caramelo salgado, 25 g de carboidratos, ambos formulados com maltodextrina e D-frutose.

Indicado especialmente para corredores, ciclistas, triatletas e praticantes de modalidades de endurance, combina carboidratos de rápida absorção, textura de fácil consumo e embalagem portátil, proporcionando praticidade e suporte energético durante a atividade física.

Os lançamentos reforçam a evolução de Piracanjuba ProForce e ampliam a capacidade da marca de atender consumidores com diferentes objetivos, oferecendo um portfólio cada vez mais completo.

Sobre Piracanjuba ProForce  

Piracanjuba ProForce é uma linha desenvolvida para acompanhar variados hábitos de consumo, níveis de atividade e estilos de vida. Reunindo bebidas lácteas proteicas prontas para beber e suplementos, a marca oferece soluções práticas para quem busca mais proteína, energia, desempenho e bem-estar, tanto no dia a dia quanto na prática de atividades físicas.

As formulações foram desenvolvidas para atender objetivos nutricionais diversos, reunindo proteínas de alta qualidade, aminoácidos, vitaminas, minerais, carboidratos e outros compostos funcionais que contribuem para energia, desempenho, recuperação muscular e qualidade de vida.

Entre os destaques estão as bebidas proteicas prontas para consumo. A versão com 15g de proteína é indicada para o consumo diário e conta com 3g de BCAAs, fonte de fibras e vitamina D. É zero lactose, sem adição de açúcares, baixo teor de gorduras, rica em cálcio e adoçada com sucralose, disponível nos sabores coco, chocolate, morango e café. 

Já a bebida láctea com 23g de proteína oferece maior aporte proteico, com mais proteína do que carboidrato, 4g de colágeno, 5g de BCAAs, fonte de fibras e vitamina D. Também é zero lactose, sem adição de açúcares, baixo teor de gorduras, rica em cálcio e adoçada com estévia, nos sabores pasta de amendoim, frutas vermelhas, cacau, cookies and cream e banoffee.

Na categoria de suplementos, a marca conta com o Whey Protein em embalagem de 450g, desenvolvido em parceria com a Milky Moo e disponível nos sabores Milk e Chocolate. A formulação oferece 21g de proteína por scoop, cerca de 5g de BCAAs por porção, é zero lactose, livre de maltodextrina e adoçada com sucralose. A linha inclui ainda o Whey Protein Concentrado em embalagem de 900g, nos sabores chocolate, baunilha e cookies, com 24g de proteína por scoop, livre de maltodextrina e adoçado com sucralose.

Completam o portfólio o Pré-Treino sabor limão, formulado com cafeína, beta-alanina, taurina, arginina e vitamina C para oferecer mais energia, foco e disposição antes da prática de atividades físicas; a Creatina Monohidratada Micronizada, produzida com creatina 100% pura, livre de aditivos e desenvolvida para auxiliar no aumento do desempenho físico durante exercícios repetidos de curta duração e alta intensidade; e o Gel de Carboidrato, disponível nos sabores açaí com guaraná, água de coco e caramelo salgado, desenvolvido para fornecer energia rápida e prática durante exercícios de média e longa duração. 

Com textura de fácil consumo e embalagem portátil, a linha oferece de 25 g a 26 g de carboidratos por embalagem e é indicada especialmente para corredores, ciclistas, triatletas e praticantes de modalidades de endurance.
 
Com um portfólio completo e em constante evolução, Piracanjuba ProForce reforça seu compromisso de oferecer soluções que unem qualidade nutricional, praticidade e inovação, acompanhando consumidores em objetivos, momentos de consumo e estilos de vida variados.

Fonte: Grupo Piracanjuba

 
 

Estudo aponta relação entre qualidade da água e eficiência na produção de leite

Tratamento da água reduziu em até 72% a contagem de células somáticas do leite

Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, apontou que o uso de água tratada no manejo de vacas leiteiras pode reduzir em até 72% a contagem de células somáticas do leite quando comparado a animais que não tiveram acesso a água tratada.

O indicador é usado para avaliar a qualidade do leite e, no Brasil, tem limite máximo de 500 mil células por milímetro definido pelo Ministério da Agricultura.

“Uma vaca leiteira de alta produção pode chegar a consumir 120-150 litros de água em um único dia. Desta forma a água pode ser considerada como o ingrediente de maior consumo na dieta e pode ser uma via de exposição a microrganismos”, explica, em nota, o gerente de serviços técnicos da Kemin, Leandro Greco. A empresa de biotecnologia foi parceira da universidade na condução do estudo.

O experimento envolveu 24 vacas da raça Holandesa em meio de lactação, divididas em três grupos. Um recebeu água limpa; outro, água contaminada artificialmente com fezes bovinas; e o terceiro recebeu a mesma água contaminada, mas tratada posteriormente com 10 mg/L de dióxido de cloro. Os resultados mostram que o tratamento da água foi capaz de reduzir em 27% a quantidade de bactérias aeróbias presentes na água contaminada.

“O que esse estudo ajuda a mostrar é que cuidar dessa qualidade pode fazer parte de uma estratégia mais ampla de manejo, com reflexos sobre a saúde dos animais e sobre a eficiência com que eles transformam alimento em leite”, reforça Greco.

Os pesquisadores também destacaram o fato de o consumo de água dos animais não ter se alterado diante da maior ou menor qualidade da água oferecida. Contudo, os animais que receberam água tratada apresentaram uma melhora na relação entre a quantidade de leite produzida e o alimento consumido.

“A pesquisa chama atenção para um aspecto que pode ser subestimado nas propriedades: ter água disponível não significa necessariamente ter água de boa qualidade. Além de garantir acesso suficiente ao recurso, o manejo também pode considerar sua qualidade microbiológica e as condições dos sistemas de abastecimento”, afirma a pesquisa. 

Fonte: Globo Rural 


Jogo Rápido

SOJA/CEPEA: Expectativa de safra volumosa pressiona cotações para 2027
Cepea, 26/10/2026 – As expectativas de uma safra volumosa de soja em 2026/27 têm pressionado os preços para embarque no próximo ano. Segundo o Cepea, a paridade de exportação para 2027 atingiu, na última semana, o menor patamar desde agosto, em meio às condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras do Brasil e dos Estados Unidos. De acordo com pesquisadores do Cepea, boa parte dos consumidores esteve resistente a fechar negócios envolvendo grandes volumes, tanto para entrega imediata quanto ao longo de 2027, o que reduziu a liquidez no mercado brasileiro. Ainda de acordo com o Centro de Pesquisas, em geral, esses agentes estão abastecidos para o curto e o médio prazos e têm feito aquisições pontuais. A estratégia é concentrar as compras na entrada da nova safra brasileira, quando são esperados preços menores – expectativa respaldada pela curva de preços para o próximo ano. Segundo representantes de indústrias brasileiras consultados pelo Cepea, a menor demanda pela matéria-prima também está atrelada à redução no volume de vendas de farelo e de óleo de soja nos últimos dias. No caso do farelo, parte dos consumidores intensificou as aquisições em setembro, formando estoques, o que reduziu expressivamente as negociações no spot nacional.
Fonte: Cepea 


 

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Porto Alegre, 26 de outubro de 2026                                                     Ano 20 - N° 5.042


Reta final: ‘Prêmio Sindilat de Jornalismo’ recebe inscrições até 23 de novembro

Reconhecimento conta com reportagens que abordam aspectos relacionados ao setor lácteo

O ‘12º Prêmio Sindilat de Jornalismo’ entra em seu último mês de inscrições com novidades para os profissionais da Comunicação. Promovida pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), a premiação chega à edição deste ano com novas categorias e experiências diferenciadas para os vencedores. Os trabalhos podem ser inscritos até 23 de novembro, com reportagens que abordem aspectos relacionados ao setor lácteo gaúcho.

Entre as novidades deste ano estão as categorias Mídia Corporativa e Editor do Ano, que buscam ampliar o reconhecimento aos profissionais envolvidos na produção e na edição de conteúdos jornalísticos. A iniciativa mantém as tradicionais modalidades Eletrônico, Impresso e On-line, como o objetivo de valorizar diferentes formatos de cobertura e o trabalho de quem contribui para dar visibilidade à cadeia produtiva do leite.

As premiações também foram renovadas. Os vencedores das cinco categorias receberão troféus e viagens para destinos como Paris, Nova Iorque, Santiago do Chile e Rio de Janeiro. Podem concorrer trabalhos publicados ou veiculados entre 2 de novembro de 2025 e 1º de novembro de 2026, desde que abordem temas relacionados ao setor lácteo do Rio Grande do Sul.

Para participar

Estão aptos a participar jornalistas com registro profissional regular e grupos de profissionais, desde que pelo menos um dos integrantes tenha registro regularizado. Não há limite para o número de trabalhos inscritos por candidato.

As inscrições devem ser feitas por meio de formulário específico, com uma inscrição para cada trabalho. Entre os documentos solicitados estão o material inscrito, documento de identidade, registro profissional e, quando necessário, comprovantes de autoria e da data de publicação ou veiculação. Os finalistas serão anunciados até 4 de dezembro, e os vencedores serão conhecidos durante a Festa de Final de Ano, em dezembro.

Fonte: Coletiva.net


Modernização do terminal da CCGL em Rio Grande deve ser concluída em janeiro; veja o que falta

Com investimento de R$ 700 milhões, obras no Termasa vão quadruplicar a capacidade de carregamento de grãos e permitir a operação com navios maiores

As obras de modernização do terminal graneleiro da Cooperativa Central Gaúcha (CCGL) no Porto de Rio Grande entraram na reta final. Com investimento estimado em R$ 700 milhões, o projeto do Termasa tem previsão de conclusão em janeiro de 2027, três meses depois do prazo inicialmente previsto, que era outubro de 2026.

A modernização busca ampliar a capacidade de movimentação de grãos, atualizar a estrutura logística e permitir o atendimento a navios de maior porte. Conforme o cronograma apresentado pela CCGL, estruturas como o armazém e o prédio administrativo estão entre 76% e 99% concluídas, com entrega prevista para dezembro. O píer também está nessa faixa de execução e deve chegar a 100% em janeiro.

As obras começaram após os danos provocados pela colisão de um navio contra o píer do terminal, em 6 de maio de 2024, durante o período mais crítico das enchentes no Rio Grande do Sul.

— Em 2024, o Termasa foi atingido pela colisão de um navio e, a partir daí, começamos o projeto para recolocá-lo em operação, mas aos moldes de 2026, aumentando sua capacidade de carregamento de navios, de recepção de caminhões e modernizando as instalações — afirma o vice-presidente da CCGL e dos terminais, Guillermo Dawson Júnior.

A colisão comprometeu a estrutura e levou à paralisação das operações do terminal, que movimentava, em média, dois milhões de toneladas por ano. Durante o período, os cerca de 300 trabalhadores foram mantidos, com transferência das atividades para o Tergrasa, outro terminal da cooperativa.

As etapas finais se concentram na conclusão das estruturas e dos sistemas logísticos. O projeto inclui ainda a instalação de cinco novos tombadores rodoviários, melhorias na logística ferroviária, uma nova subestação de energia e a modernização das instalações do terminal.

Capacidade de carregamento será quadruplicada
A principal mudança será na capacidade de expedição de grãos. Segundo os dados apresentados pela CCGL, o terminal passará de 30 mil para 120 mil toneladas por dia, com aumento da taxa de carregamento de 1,5 mil para seis mil toneladas por hora. Os indicadores consideram um dia operacional de 20 horas.

A ampliação também permitirá receber navios maiores. Antes da modernização, o Termasa atendia embarcações do tipo Panamax, com capacidade de até 60 mil toneladas. Após a conclusão do projeto, poderá operar com navios do tipo Capesize, de até 150 mil toneladas.

A capacidade de descarga rodoviária passará de 12,6 mil para 48 mil toneladas por dia. Na operação ferroviária, a previsão é ampliar a descarga de seis mil para 12 mil toneladas diárias.

Já a capacidade estática de armazenagem aumentará de 280 mil para 400 mil toneladas. A nova subestação de energia elevará a capacidade instalada de 13,6 mil para 69 mil quilowatts.

O conjunto de melhorias busca aumentar a eficiência operacional, reduzir gargalos logísticos e fortalecer a competitividade do agronegócio gaúcho no mercado internacional.

— O Termasa torna-se e repete o pioneirismo de quando foi o primeiro terminal graneleiro a ser construído no Brasil. Retorna hoje com capacidade máxima para atender às necessidades do Estado do Rio Grande do Sul e de todos os produtores — afirma Dawson Júnior.

Ampliação deve aumentar demanda por profissionais
Com o aumento da capacidade operacional, a expectativa da CCGL é fortalecer o Porto do Rio Grande como corredor de exportação de soja. A expansão também deve ampliar o número de trabalhadores envolvidos nas operações e a demanda por qualificação profissional.

— Essa operação do terminal também aumentará o número de pessoas que vão estar trabalhando aqui. Isso também traz a necessidade de qualificação dos profissionais que virão trabalhar nos terminais — projeta Dawson Júnior.

A unidade de logística da CCGL é responsável pela operação dos terminais graneleiros Termasa-Tergrasa no Porto do Rio Grande. A cooperativa central reúne 28 cooperativas associadas, que representam 171 mil produtores.

Fonte: Gaúcha Zero Hora

 
 
Preço do leite ao produtor fica estável em agosto, mas pressão de baixa aumenta

O preço do leite cru captado por laticínios e cooperativas apresentou pouca variação em agosto. Na “Média Brasil” líquida, a cotação atingiu R$ 2,8869/litro, com avanço de 0,7% em relação a julho. Frente a agosto de 2025, o valor foi 9,18% superior em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de agosto).

Apesar da estabilidade das cotações, a produção leiteira mostrou sinais mais claros de recuperação. O ICAP-L (Índice de Captação de Leite) aumentou 3,86% de julho para agosto na “Média Brasil”, com destaque para o Sul do País. A demanda relativamente firme e o desempenho de parte dos derivados contribuíram para sustentar os valores pagos ao produtor, mesmo com o aumento da disponibilidade de leite.

Em setembro, o Custo Operacional Efetivo (COE) subiu 0,46% na “Média Brasil”, pressionado pelo encarecimento dos insumos para alimentação do rebanho. O grupo de concentrados avançou 0,84%, refletindo as altas do milho, da soja e do farelo de soja. Esse movimento pode continuar pressionando os custos da atividade em outubro.

No mercado internacional, as importações brasileiras de lácteos cresceram 8,38% de agosto para setembro, somando 249,6 milhões de litros em equivalente-leite (EqL), enquanto as exportações avançaram 6,05%, para 5,57 milhões de litros em EqL, segundo dados da Secex.

Com o avanço mais expressivo das importações, o déficit da balança comercial aumentou 8,4% frente a agosto. A entrada de produtos importados, sobretudo leite em pó e queijos, amplia a disponibilidade interna e intensifica a concorrência com a produção nacional.

O mercado de derivados lácteos enfraqueceu, com queda nos preços do leite UHT, da muçarela e do leite em pó fracionado. A maior disponibilidade de matéria-prima, impulsionada pela recuperação sazonal da produção, e o avanço das importações contribuíram para esse movimento. Em outubro, as cotações de UHT e muçarela seguem em queda no Sudeste, e a expectativa é de manutenção dessa tendência diante da oferta crescente de leite cru e da demanda estável.

Para os próximos meses, a tendência é de continuidade da queda dos preços ao produtor. A recuperação sazonal da produção, somada à menor sustentação do mercado de derivados, deve manter o mercado pressionado, especialmente diante da maior disponibilidade de matéria-prima. Mais adiante, porém, possíveis efeitos do El Niño sobre as condições climáticas poderão limitar a expansão da oferta e amenizar o ritmo de recuo dos preços.

As informações são do Boletim do Leite Cepea. 

 

Jogo Rápido

MILHO/CEPEA: Oferta elevada e queda nos preços externos pressionam cotações

Cepea, 26/10/2026 – Os preços do milho seguem em queda no mercado brasileiro, pressionados pela elevada disponibilidade do cereal. Segundo o Cepea, a retração das cotações internacionais, somada à desvalorização do dólar, também tem reduzido a paridade de exportação e contribuído para as baixas no mercado interno. De acordo com pesquisadores do Cepea, compradores seguem cautelosos nas novas negociações, observando o ritmo da semeadura, que, apesar do elevado volume de chuvas, vem ocorrendo de forma satisfatória, mantendo as boas previsões de oferta nos próximos meses. Do lado vendedor, produtores têm se mostrado mais flexíveis na comercialização, com receio de novas desvalorizações e/ou para formar caixa. Assim como no mercado interno, os preços nos portos recuaram, mas de forma mais intensa, pressionados pelas quedas das cotações futuras e do dólar na última semana, conforme apontamento do Cepea. Fonte: Cepea 
 

 

Porto Alegre, 23 de outubro de 2026                                                     Ano 20 - N° 5.041


RS terá safra cheia, avisa economista da Farsul à indústria: "Nem lembramos como é"

Isso reduzirá a alavancagem do produtor rural, prevê Antonio da Luz

A indústria foi avisada de que o Rio Grande do Sul terá safra cheia pelo economista-chefe da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Antonio da Luz. A fala durante a Mercopar, em Caxias do Sul, foi acompanhada de uma brincadeira:

— Não sabemos o que vamos fazer com ela, já que nem lembramos como é ter uma safra inteira. Os silos chegam a estar enferrujados no topo porque o grão não chegava mais lá.

Isso porque a última foi em 2021. A safra de verão, a mais importante no Estado, tem sido reduzida por estiagens e outros problemas climáticos. O El Niño, registrado agora, não costuma afetar tanto o agronegócio gaúcho.  

Outra boa projeção do economista é de que os preços também estarão bons para os grãos, especialmente soja. 

— Isso reduzirá a alavancagem (endividamento) do produtor rural pelos próximos dois ou três anos.

As informações são da Gaúcha Zero Hora.


Informativo Conjuntural 1942 de 22 de outubro de 2026

BOVINOCULTURA DE LEITE

Os principais desafios da atividade leiteira estão relacionados à transição entre as pastagens de inverno e verão, às condições meteorológicas e aos custos de produção. Em algumas regiões, a redução das chuvas e a melhora das condições do solo facilitaram o uso das pastagens e o manejo da ordenha. A suplementação alimentar com silagem e concentrados segue como estratégia para complementar a oferta de forragem. 

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as condições de umidade do solo melhoraram, o que minimizou os problemas relacionados ao excesso de barro nos corredores e ao acesso às salas de ordenha e alimentação, além de possibilitar o uso das pastagens. 

Na de Caxias do Sul, os animais de sistemas à base de pasto fizeram os últimos pastoreios nas áreas de aveia e de azevém. O tempo mais seco facilitou o manejo da ordenha.  

Na de Ijuí, a produção tem reduzido gradualmente, em especial nos sistemas de produção a pasto. Nesses sistemas, a menor disponibilidade de forragem, associada à suplementação insuficiente, também contribuiu para a diminuição do escore de condição corporal. 

Na de Pelotas, a produção leiteira apresenta desempenho variável entre os municípios, com volumes estáveis ou em elevação em algumas localidades. Os produtores seguem utilizando silagem e concentrados para complementar a alimentação dos rebanhos. 

O fornecimento de energia elétrica foi normalizado após os vendavais, embora alguns produtores tenham enfrentado custos elevados com geradores e reparos nas estruturas produtivas.  

Na de Santa Maria, apesar da redução no volume de chuvas, a predominância de dias nublados e a baixa incidência de radiação solar continuaram limitando a melhoria das condições das áreas de pastejo. A elevada umidade do solo mantém pontos de encharcamento e favorece a formação de lama, dificultando a movimentação dos animais e o acesso às forrageiras. 

Na de Santa Rosa, a atividade foi influenciada pelas chuvas e pela elevada umidade, e houve formação de barro nas áreas de circulação, nos acessos às instalações e nos locais de alimentação. As temperaturas amenas favoreceram o conforto térmico dos animais, mas a umidade excessiva exigiu maior atenção à higiene das instalações, à saúde dos cascos e à prevenção de mastites. Houve registros pontuais de incidência de mosca-dos-chifres e de berne, demandando a adoção de medidas de controle de ectoparasitas para evitar perdas produtivas e desconforto aos animais. 

As informações são da Emater/RS.

 
 
Boletim Agrometeorológico aponta chuva para o final de semana no RS

 

No final de semana, o tempo deverá voltar a ficar instável em grande parte do território gaúcho. É o que prevê o Boletim Integrado Agrometeorológico 43/2026, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). 

No sábado (24/10) e no domingo (25/10): a aproximação e a posterior passagem de um sistema de baixa pressão deverão provocar novas áreas de instabilidade e favorecer o aumento da nebulosidade. Por conseguinte, há previsão de chuva na maioria das regiões, podendo vir acompanhada de rajadas de vento pontuais.

Segunda-feira (26/10): o sistema de baixa pressão começará a se afastar, diminuindo sua influência sobre o estado. Por conseguinte, há previsão de chuva apenas na porção nordeste. Nas demais regiões, o tempo deverá permanecer estável, sem previsão de chuva significativa.

Entre terça-feira (27/10) e quarta-feira (28/10): o tempo deverá permanecer estável em praticamente todo o estado. Por conseguinte, não há previsão de chuva significativa na maioria das regiões. Neste período, as temperaturas deverão apresentar leve declínio.

O boletim agrometeorológico atualiza semanalmente a situação de diversas culturas e criações de animais no RS. Acompanhe todas as publicações agrometeorológicas da Secretaria em www.agricultura.rs.gov.br/agrometeorologia.

 

Jogo Rápido

ÚLTIMA CHANCE: Associados do Sindilat RS têm 10% de desconto no Dairy Vision
Associados do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) têm 10% de desconto na inscrição para o Dairy Vision. Marcado para acontecer nos dias 27 e 28 de outubro, em Atibaia (SP), no Bourbon Resort, o evento reúne profissionais, especialistas e representantes de empresas do setor de lácteos para discutir tendências, desafios e oportunidades para o segmento.  A programação da iniciativa aborda temas relacionados à inovação, gestão, mercado, tecnologia e às transformações da cadeia leiteira, promovendo um espaço para atualização e troca de conhecimentos entre os participantes. Para garantir o desconto exclusivo, os associados devem realizar a inscrição clicando aqui. Criado em 2015 pela MilkPoint Ventures, é um dos principais fóruns de discussão, tendências e estratégia da cadeia láctea no Brasil e no mundo. Líderes de vários países se reúnem para antecipar movimentos, qualificar decisões e implementar estratégias para o setor. Fonte: Jardine Comunicação


 

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Porto Alegre, 22 de outubro de 2026                                                     Ano 20 - N° 5.040


CONSELEITE – SANTA  CATARINA CONSELHO PARITÁRIO PRODUTORES/INDÚSTRIAS DE LEITE DO ESTADO DE SANTA CATARINA.

RESOLUÇÃO Nº 10/2026 

A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida em Pinhalzinho no dia 22 de Outubro de 2026 atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os valores de referência da matéria-prima leite, realizados no mês de Setembro de 2026 e a projeção dos valores de referência para o mês de Outubro de 2026. 

VALORES DE REFERÊNCIA DA MATÉRIA-PRIMA (LEITE) 

Períodos de apuração
Mês de Setembro/2026: De 31/08/2026 a 27/09/2026 
Parcial Outubro/2026: De 28/09/2026 a 18/10/2026

O leite padrão é aquele que contém entre 3,50 e 3,59% de gordura, entre 3,11 e 3,15% de proteína, entre 450 e 499 mil células somáticas/ml e 251 a 300 mil ufc/ml de contagem bacteriana e volume individual entregue de até 50 litros/dia. O Conseleite Santa Catarina não precifica leites com qualidades inferiores ao leite abaixo do padrão. 

Fonte: Conseleite/SC


Quais são as principais tendências que estão transformando o mercado global lácteo até 2027?

Dados da Euromonitor apontam vendas de US$ 762,1 bilhões em 2026, impulsionadas pela cultura do café em casa, produtos funcionais e impacto dos remédios GLP-1.

O valor global das vendas no varejo de produtos lácteos deverá alcançar US$ 762,1 bilhões em 2026, refletindo um forte crescimento de 5,7%, segundo dados divulgados pela empresa de inteligência de mercado Euromonitor.

Os dados revelaram que os preços deverão desempenhar um papel mais importante do que em 2025, uma vez que o crescimento das vendas em valor está se fortalecendo (em comparação com os 5,4% registrados em 2025), enquanto o crescimento em volume deverá desacelerar de 0,7% em 2025 para 0,5% em 2026. Quais são as principais tendências que estão moldando o mercado de produtos lácteos e suas alternativas à medida que o setor se aproxima de 2027?

Consumo de café em casa impulsiona a inovação

A categoria de produtos para adicionar ao café, como cremes e branqueadores, deverá liderar o crescimento durante o período projetado, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 4,1%, alcançando US$ 12,2 bilhões em vendas no varejo até 2031, impulsionada principalmente pela demanda nos Estados Unidos.

A busca por experiências de café mais sofisticadas em casa está aumentando a demanda por cremes inovadores, semelhantes aos utilizados em cafeterias, e produtos de espuma fria (cold foam). Isso representa a continuidade do ritmo de crescimento observado no período histórico, quando a categoria registrou uma taxa de crescimento anual composta de 3,9% entre 2021 e 2026. Segundo a Euromonitor, esse desempenho reflete a atividade constante de lançamento de novos produtos voltados à geração de valor e a resiliência do consumo.

Queda no volume de fórmulas infantis e alternativas vegetais aos lácteos

As fórmulas lácteas infantis e os produtos vegetais alternativos aos lácteos deverão ser as únicas duas categorias a apresentar queda no volume de vendas em 2026, com retrações de 0,2% e 0,6%, respectivamente.

As empresas de ambas as categorias estão redirecionando suas estratégias para novas oportunidades e ocasiões de consumo de maior valor agregado, por meio de produtos funcionais e fortificados, além do lançamento de formatos mais convenientes, adequados a uma variedade maior de estilos de vida.

Novas ocasiões de consumo

O setor continua se reorganizando em torno de propostas de maior valor agregado para competir com outras indústrias de alimentos industrializados e produtos voltados à saúde, posicionando-se como uma fonte de bem-estar e nutrição. Fazira afirmou: “Criar novas ocasiões de consumo, segmentar os consumidores e desenvolver novas formas de utilização dos produtos lácteos também são prioridades para gerar novas fontes de receita em um mercado cada vez mais competitivo.” Segundo a Euromonitor, as pressões sobre os custos e a oferta também dividiram o mercado em dois segmentos, levando as marcas voltadas ao grande público a desenvolver novas estratégias para manter o crescimento tanto em volume quanto em valor.

Produtos premium versus econômicos

Os hábitos de consumo cada vez mais polarizados aprofundaram a divisão entre os segmentos premium e econômico. A principal mudança para as marcas de grande consumo é a busca por produtos de maior valor agregado ou opções premium acessíveis. Esse movimento está fazendo com que o preço médio unitário dos produtos lácteos cresça 5,2% em 2026, acima da alta de 4,7% registrada entre 2024 e 2025.

Ao mesmo tempo, os fabricantes continuam oferecendo uma variedade de produtos básicos e econômicos para o consumo cotidiano, buscando preservar a confiança dos consumidores e manter uma demanda estável em volume.

Inovação em produtos refrigerados

As inovações deverão avançar ainda mais nos formatos refrigerados, aproveitando a expansão dos espaços de exposição refrigerada no varejo e a maior demanda dos consumidores por lanches frescos, saudáveis, prontos para consumir e fáceis de transportar.

Como resultado, os snacks refrigerados, com crescimento de 8,2%, e os queijos, com 6,6%, estarão entre as categorias de crescimento mais rápido, à medida que as marcas lançam snacks e sobremesas à base de lácteos em formatos práticos para consumo fora de casa nos estabelecimentos varejistas.

Saúde e bem-estar

A atual proposta de saúde e bem-estar dos produtos lácteos está sendo redefinida pelos medicamentos da classe GLP-1. As marcas estão intensificando seus investimentos em atributos funcionais, como teor de fibras, concentração de proteínas e benefícios relacionados à digestão.

Ao mesmo tempo, observa-se uma tendência em direção oposta, na qual os consumidores buscam características de bem-estar mais abrangentes. Em vez de se concentrarem exclusivamente na redução de nutrientes específicos, as marcas estão controlando o tamanho das porções e oferecendo soluções lácteas mais equilibradas, beneficiando categorias como fromage frais (queijo fresco) e quark (queijo fresco de consistência cremosa), para as quais se projeta uma taxa de crescimento anual composta de 3,8% entre 2026 e 2031.

O conceito de bem-estar também está avançando para áreas como relaxamento e concentração, beleza de dentro para fora e benefícios relacionados à hidratação. A previsão é que essas tendências levem mais tempo para formar mercados de tamanho significativo e que sejam incorporadas inicialmente às categorias já consolidadas.

Esse movimento deverá impulsionar o crescimento das bebidas lácteas, com taxa de crescimento anual composta de 4,2%, e dos iogurtes e produtos lácteos fermentados, com 4,5%, durante o período de 2026 a 2031, considerando as vendas em valor, a preços constantes e com taxas de câmbio fixas.

Cultura das cafeterias

A cultura das cafeterias está criando oportunidades de sofisticação e indulgência para as empresas do setor lácteo. As marcas estão aproveitando tendências observadas em lojas especializadas em chás, cafés e cafeterias para aprimorar seus portfólios destinados ao mercado profissional e aos estabelecimentos de alimentação, além de ampliar a oferta de produtos voltados ao preparo de bebidas no estilo barista nos canais de varejo.

Ingredientes utilizados em bebidas e sobremesas, como leite condensado e leite evaporado, que registraram crescimento de 7,9%, e creme de leite, com alta de 7%, lideraram a expansão em 2026. A expectativa é que essas categorias mantenham uma trajetória estável de crescimento até 2031, com taxas de crescimento anual compostas de 4,1% e 3,6%, respectivamente.

As informações são do Dairy Reporter via Milkpoint

 
 

Batavo leva conscientização sobre câncer de mama às embalagens de Pense Zero

A Batavo escolheu as embalagens de sua linha Pense Zero como um dos meios para incentivar a conscientização sobre o câncer de mama. Em parceria com a ONG Américas Amigas, a marca desenvolveu uma campanha que reúne conteúdos educativos, criadores de conteúdo e experiências presenciais para chamar a atenção para a importância do diagnóstico precoce e dos cuidados com a saúde.

Criada pela Talent, em parceria com a Score, agência de Brand & Shopper Experience do ecossistema Biosphera.ntwk, a iniciativa terá desdobramentos entre outubro e dezembro, período em que uma edição especial dos produtos Pense Zero estará disponível nos pontos de venda.

A ação também marca a adoção do conceito “Se parar pra pensar, Pense Zero”, que passa a orientar a comunicação da linha. Para a parceria com a Américas Amigas, a mensagem ganhou uma adaptação: “Se parar pra pensar, pense em se cuidar”.

Embalagens conectam consumidores a conteúdos sobre saúde
Um dos recursos da campanha é a inclusão de um QR Code nas embalagens especiais de Pense Zero. Ao acessar o código, os consumidores serão direcionados ao site da Batavo, onde poderão conhecer a parceria e compartilhar uma mensagem da personagem Holandesa pelo WhatsApp ou Instagram, incentivando outras pessoas a refletirem sobre a importância dos cuidados com a saúde.

Nas redes sociais, a mobilização contará com as embaixadoras Gabi Sahadê, Drika Morais e Lourdes, além de outros 20 criadores de conteúdo, que abordarão temas relacionados à prevenção, aos exames de rotina e ao autocuidado.

A campanha também prevê ativações presenciais em outubro, incluindo um espaço de acolhimento na Ciclovia Rio Pinheiros, em São Paulo, voltado a momentos de pausa, bem-estar e conscientização.

Talent e Score conectam comunicação de marca à conscientização
A iniciativa faz parte de uma nova etapa da comunicação de Pense Zero, que passa a explorar temas relacionados ao cuidado pessoal e à qualidade de vida.

“Com essa campanha, queremos ampliar a conversa que Pense Zero vem construindo ao longo dos anos, se conectando a temas como qualidade de vida e o cuidado consigo mesmo. A parceria com a Américas Amigas nos permitiu dar esse passo de maneira genuína, usando a força da comunicação para incentivar um olhar mais atento para a própria saúde e transformar essa mensagem em uma mobilização contínua”, explica Natália Fava, diretora-executiva de Conteúdo da Talent.

Para Patricia Valeije, diretora de Negócios da Score Group, a campanha também amplia as possibilidades de diálogo da marca com o consumidor. “Ao levar essa ideia para uma conversa sobre prevenção do câncer de mama, a marca amplia seu território e transforma o conceito em uma oportunidade de mobilizar as pessoas em torno de uma causa. Nesse contexto, pensar em cuidado também é olhar para o outro e contribuir para que essa mensagem chegue mais longe”, pontua.

A estratégia utiliza diferentes pontos de contato, dos pontos de venda às redes sociais, para inserir a mensagem de conscientização na rotina dos consumidores.

“Batavo sempre esteve associada ao bem-estar e à qualidade de vida. Com essa iniciativa, damos mais um passo na evolução desse posicionamento ao conectar a marca a uma causa que gera impacto real”, afirma Raphael Cumplido, diretor de Marketing da Batavo.

Américas Amigas já viabilizou mais de 1,5 milhão de mamografias
A parceria também dá visibilidade ao trabalho da Américas Amigas, organização que atua há mais de 15 anos para ampliar o acesso ao diagnóstico precoce do câncer de mama, especialmente entre mulheres em situação de vulnerabilidade social.

Segundo a ONG, mais de 1,5 milhão de mamografias já foram viabilizadas em mais de 700 municípios brasileiros.

“Nosso trabalho é fazer com que o diagnóstico chegue também às mulheres que enfrentam mais barreiras para acessar os serviços de saúde. Uma parceria como esta nos ajuda a levar a mensagem sobre a importância do diagnóstico precoce a ainda mais pessoas e reforçar que o cuidado com a saúde precisa estar ao alcance de todas”, afirma Andrea Pereira, presidente da Américas Amigas.

Fonte: Marcaspelomundo.com.br

 

Jogo Rápido

Milk Summit Mercosul 2026 disponibiliza pesquisa de satisfação para participantes
Após reunir mais de 750 inscritos e registrar recorde de público em sua segunda edição, realizada nos dias 14 e 15 de outubro, em Ijuí (RS), o Milk Summit Mercosul 2026 convida os participantes a avaliarem sua experiência por meio de uma pesquisa de satisfação. O formulário está disponível on-line e busca reunir opiniões e sugestões que contribuam para o planejamento e o aprimoramento das próximas edições. A avaliação é necessária para emissão do certificado de participação e acesso aos materiais apresentados durante o evento.  
A pesquisa de satisfação pode ser acessada clicando aqui!  As informações são do Sindilat/RS


 

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Porto Alegre, 21 de outubro de 2026                                                     Ano 20 - N° 5.039


Diesel pesa, e frete rodoviário fica 13% mais caro no 3º tri

Sob impacto do aumento do preço do diesel e da maior demanda com a safra de soja, o frete rodoviário subiu 13,1% no terceiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2025, de acordo com o Índice Frete.com de Preços, o IFP. Na comparação com o segundo trimestre deste ano, porém, o valor do frete desacelerou 5,2%.

Segundo Charles Monteux, diretor de receita da Frete.com, uma fiscalização mais intensa, que torna o piso mínimo efetivo e eleva o custo do frete nos períodos em que o preço de mercado estaria abaixo da tabela, também colaborou para o aumento.

No terceiro trimestre, houve um aumento de 15,1% no preço médio do diesel em relação ao mesmo período do ano passado Em relação ao segundo trimestre de 2026, o diesel apresentou estabilidade (-0,6%).

Sobre a queda de 5,2% em relação ao segundo trimestre, Monteux explica que, além dos custos com o diesel, a demanda por caminhões caiu com o fim do pico da soja, em agosto. “você tem muito mais caminhões para fazer o escoamento e isso joga o preço para baixo também.”

Todas as regiões do país registraram queda no volume de fretes em relação ao terceiro trimestre de 2025, lideradas pelo Sul, com recuo de 36%. Por outro lado, na comparação com o segundo trimestre deste ano, com exceção do Norte que recuou em 13%, as demais regiões tiveram um aumento no volume de frete, sobretudo as regiões Sul e Nordeste, que cresceram 28% cada.

Apesar da queda anual de 27,1%, o agronegócio liderou a publicação de anúncios de fretes no levantamento, com 47,3%. O dado deste terceiro trimestre representa uma recuperação após o fim da supersafra de soja, impulsionada pelo aumento de 165,3% dos fretes de milho e 108,2% de fertilizantes.

O agronegócio foi seguido pela indústria (20,8%) e pela construção (7,7%).

O gerente de inteligência de negócios da Frete.com, Roberto Junior Batista, afirma que novas estratégias estão sendo implementadas no transporte para diminuir custos. Ele explica que optar por carretas maiores é uma prática que ajuda a diluir o custo do frete por quilômetro.

"Era muito comum você levar uma carreta de sete eixos do Centro-Oeste para o porto de Santos para exportar fertilizante, mas agora é mais financeiramente vantajoso você usar um rodotrem de nove eixos, que é um caminhão muito maior”.

Monteux afirma que o resultado das eleições pode impactar o preço do frete nos próximos meses, pois não é possível prever como o subsídio do diesel vai se comportar após o período eleitoral. "Existe também um fator mais externo, que é a questão do El Niño. A gente entende que não é um impacto para esse último trimestre, mas já deve refletir no ano que vem", afirma.

Fonte: Jornal do Comércio


RS arrecada R$ 40 bilhões em ICMS até setembro

Resultado nos primeiros nove meses de 2025 e 2026 foi alavancado por programas de renegociação de passivos.

De janeiro a setembro de 2026, o governo do Rio Grande do Sul arrecadou R$ 40,98 bilhões em ICMS, o principal imposto dos estados brasileiros. O resultado é um pouco superior ao registrado nos primeiros nove meses do ano passado, quando o Executivo recolheu R$ 39,79 bilhões do tributo no período – crescimento nominal de 3%.

Em 2025, houve alta no recolhimento de ICMS puxada pelo programa estadual Refaz Reconstrução – cerca de R$ 2 bilhões a mais sobre o total –, de renegociação de débitos tributários, e que levou a um recorde de arrecadação em um único mês: em abril do ano passado, foram recolhidos R$ 5,54 bilhões – único registro mensal superior a R$ 5 bilhões na história do Estado.

Já neste ano, o governo apresentou outro programa de renegociação de dívidas de ICMS, o Acordo Gaúcho, em que foi negociado R$ 1,1 bilhão em juros e multas de débitos tributários.

Abril deste ano também foi o mês de maior arrecadação de ICMS até setembro, com R$ 4,92 bilhões, diminuição nominal de 11% em relação a 2025, em razão dos recursos do Refaz no ano passado. Nos demais meses, o recolhimento de 2026 foi superior aos registros mensais do ano anterior, à exceção de março, que teve pequeno recuo de R$ 4,14 bilhões arrecadados em 2025 para R$ 4,1 bilhões neste ano.

O resultado de R$ 40,98 bilhões indica que o governo gaúcho volta a arrecadar um montante superior a R$ 50 bilhões de ICMS ao final do ano, algo registrado em 2025 (R$ 53,82 bilhões) e em 2024 (R$ 50,75 bilhões).

Fonte: Jornal do Comércio

 
 

 

Piracanjuba Health & Nutrition mostra que entender de nutrição pode ser simples

Com Marcio Atalla e Sthefany Brito, campanha criada pela AlmapBBDO apresenta as linhas Excellence Care e Plura para diferentes fases da vida

Com fórmulas nutricionais pensadas para acompanhar diferentes fases da vida, Piracanjuba Health & Nutrition, marca do Grupo Piracanjuba voltada à nutrição especializada, apresenta sua nova campanha, criada pela AlmapBBDO.

Sob o conceito “Entender bem, para viver bem cada fase”, a iniciativa propõe uma abordagem mais simples e próxima para apresentar ao público a ciência e a tecnologia presentes no desenvolvimento do portfólio.

A campanha apresenta duas frentes da marca: a linha Excellence Care, voltada à nutrição adulta, com as fórmulas para o público adulto Total Care, Vital Care e Glico Care, e a fórmula infantil Plura, indicada para crianças de 1 a 3 anos.

A iniciativa busca facilitar a compreensão sobre o propósito de cada produto e a relação com as diferentes necessidades nutricionais ao longo da vida.

“Nosso desafio era tornar mais próximo um universo que muitas vezes parece complexo para o consumidor. Temos um portfólio desenvolvido com tecnologia, conhecimento científico e muito cuidado, mas acreditamos que falar sobre isso pode ser simples e acessível.

O conceito ‘Entender bem, para viver bem cada fase’ traduz justamente esse propósito: levar informação de forma clara para que as pessoas possam conhecer e compreender melhor as soluções que fazem parte do nosso portfólio”, afirma Lisiane Campos, diretora de Marketing do Grupo Piracanjuba.

Para dar vida a essa proposta, a marca convidou Marcio Atalla, referência em saúde e qualidade de vida, que conduz a comunicação da linha adulta Excellence Care, e a atriz, apresentadora e mãe de três filhos Sthefany Brito, à frente da linha infantil Plura. A escolha dos protagonistas reforça a estratégia de aproximar a nutrição especializada do consumidor, com pessoas que possuem credibilidade e conexão com cada universo.

Os comerciais serão veiculados nos principais canais de TV aberta e paga, OOH, redes sociais da marca, programática e streaming. A campanha também contará com quatro merchans em ambientes editoriais relacionados a bem-estar, saúde, qualidade de vida, alimentação, família e rotina.

Duas linhas, diferentes necessidades
No filme dedicado à nutrição adulta, Marcio Atalla apresenta as três soluções do portfólio Excellence Care: Total Care, desenvolvido para adultos que utilizam terapias baseadas em GLP-1 ou passaram por cirurgia bariátrica; Vital Care, voltado ao público 50+; e Glico Care, indicado para pessoas que precisam de uma alimentação com controle glicêmico.

Já no universo infantil, Sthefany Brito apresenta a fórmula Plura, desenvolvida para complementar a alimentação na primeira infância quando a amamentação exclusiva não é possível. Sua composição reúne prebióticos, ômegas 3 e 6, vitaminas e minerais.

A nova campanha reforça a evolução da Piracanjuba Health & Nutrition e sua estratégia de ampliar o acesso à nutrição especializada, apresentando um portfólio que combina inovação tecnológica, rigor científico e cuidado para diferentes necessidades e fases da vida.

Fonte: Grupo Piracanjuba (Adaptado pelo Sindilat/RS)


Jogo Rápido

SOJA/CEPEA: Perspectiva de maior oferta pressiona cotações
Cepea, 19/10/2026 – As expectativas de produção recorde de soja na safra 2026/27 seguem pressionando as cotações nacionais e internacionais, diante do avanço da colheita no Hemisfério Norte e do ritmo intenso da semeadura no Brasil. Segundo o Cepea, porém, as preocupações com os possíveis efeitos do fenômeno climático El Niño levaram parte dos produtores brasileiros a se retrair nas negociações no mercado spot, limitando as quedas. De acordo com o Centro de Pesquisas, as incertezas climáticas estão relacionadas ao excesso de chuvas no Sul do Brasil, o que tem alimentado especulações sobre uma possível migração de parte da área destinada à soja para o milho. Apesar das incertezas climáticas, as projeções reforçam a expectativa de produção global recorde, impulsionada sobretudo pelo Brasil, que responde por mais de 40% da oferta mundial, conforme apontamento do Cepea.
Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)


 

Porto Alegre, 20 de outubro de 2026                                                     Ano 20 - N° 5.038


MILHO/CEPEA: Quedas nos preços se intensificam

Cepea, 19/10/2026 – As cotações do milho seguem pressionadas na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, diante da oferta nacional superior à demanda. Segundo o Centro de Pesquisas, as novas estimativas da Conab de aumento da produção brasileira para a temporada 2026/27 também reforçam esse cenário, apesar das preocupações com os possíveis impactos do El Niño nos próximos meses.

De acordo com o Cepea, apesar do volume elevado de chuvas em partes das regiões produtoras brasileiras, a semeadura da safra verão avança de forma satisfatória, o que pode levar as atividades da segunda safra a serem realizadas na janela considerada ideal.

Pesquisadores do Cepea destacam que, nos próximos meses, as condições climáticas devem seguir no radar de agentes, pois o volume elevado das chuvas e/ou as altas temperaturas típicas do final do ano podem atrapalhar o desenvolvimento das lavouras, reduzindo as estimativas que até então apontam produção recorde.

Neste contexto, segundo o Cepea, compradores domésticos mantêm a postura retraída, demonstrando baixo interesse nas negociações no spot ou reduzindo os valores ofertados quando existe a necessidade de efetivações. 

Do lado vendedor, uma boa parcela desses agentes se mostra flexível nas negociações, pois há preocupação com as recentes baixas e com o espaço nos armazéns, que podem ficar cheios para a entrada da safra verão, no início de 2027 – o estoque de passagem de milho é elevado, e as expectativas de produção da soja também são otimistas.

Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)


GDT - Global Dairy Trade

Fonte: GlobalDairyTrade

 

Preço do petróleo cai, mas beira os U$ 110

Nova York – O petróleo fechou em queda ontem após operar volátil ao longo da tarde. Investidores citaram o alívio de algumas sanções e tarifas impostas à Rússia por ordem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em Londres, o Brent para dezembro fechou em baixa de 0,28%, a 109,55 dólares o barril. Já em Nova York, o WTI para o mesmo mês caiu 0,48%, a 98,54 dólares.

O presidente americano, além de defender a decisão de abrandamento de sanções à Rússia, acusou o líder ucraniano Volodymyr Zelensky de prejudicar o abastecimento mundial de diesel com ataques a refinarias russas.

Apesar das ameaças recentes, o The New Arab informou que Washington e Teerã poderão anunciar ainda nesta semana um avanço significativo nas negociações mediadas por Catar e Paquistão para evitar a retomada da guerra, segundo fontes.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, relembrou ainda que a proposta para a reabertura do Estreito de Ormuz apresentada aos Estados Unidos como parte de um plano de sete dias continua sobre a mesa.

As hostilidades no Oriente Médio provavelmente conterão uma queda do petróleo, diz Christopher Tahir, estrategista sênior de mercado da Exness. De acordo com ele, as tensões entre a Arábia Saudita e os houthis permanecem elevadas, enquanto o tráfego pelo Estreito de Ormuz continua a enfrentar restrições em meio a incidentes de segurança.

Fonte: Correio do povo

 

Jogo Rápido

Associados do Sindilat RS têm 10% de desconto no Dairy Vision
Associados do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) têm 10% de desconto na inscrição para o Dairy Vision. Marcado para acontecer nos dias 27 e 28 de outubro, em Atibaia (SP), no Bourbon Resort, o evento reúne profissionais, especialistas e representantes de empresas do setor de lácteos para discutir tendências, desafios e oportunidades para o segmento. A programação da iniciativa aborda temas relacionados à inovação, gestão, mercado, tecnologia e às transformações da cadeia leiteira, promovendo um espaço para atualização e troca de conhecimentos entre os participantes. Para garantir o desconto exclusivo, os associados devem realizar a inscrição clicando aqui. Criado em 2015 pela MilkPoint Ventures, é um dos principais fóruns de discussão, tendências e estratégia da cadeia láctea no Brasil e no mundo. Líderes de vários países se reúnem para antecipar movimentos, qualificar decisões e implementar estratégias para o setor. Fonte: Jardine Comunicação


 

Porto Alegre, 19 de outubro de 2026                                                     Ano 20 - N° 5.037


Milk Summit Mercosul reúne participantes de mais de 170 municípios e registra recorde de público

O Milk Summit Mercosul 2026 reuniu mais de 750 inscritos por dia, nos dias 14 e 15 de outubro, durante a Expofest, em Ijuí. Pelo segundo ano consecutivo, o evento teve todas as inscrições preenchidas, com participantes de mais de 170 municípios do Rio Grande do Sul.

Entre o público, mais de 505 participantes acompanharam o encontro pela primeira vez, enquanto mais de 220 retornaram ao evento. A edição contou com 18 patrocinadores, 27 expositores e 11 startups, reunindo conhecimento, soluções e oportunidades para o setor lácteo. Também foram registradas mais de 215 visitas a parceiros.

A repercussão se estendeu aos canais digitais. As transmissões ao vivo somaram 594 visualizações, e os conteúdos nas redes sociais ultrapassaram 305 mil visualizações, resultado alcançado de forma totalmente orgânica.

Para receber o certificado de participação e ter acesso aos materiais das palestras, os participantes devem responder ao formulário de satisfação do evento. As respostas também contribuirão para o planejamento das próximas edições. Fonte: Sindilat/RS


STF declara cobrança do Funrural anterior a 2018 inconstitucional

Abrafrigo, que apresentou a ação, comemorou o resultado; Corte deixou restituição de valores em aberto

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (15), pela inconstitucionalidade da cobrança da contribuição previdenciária de empregadores rurais pessoas físicas sobre a receita bruta da comercialização da produção.

A decisão é válida para o período anterior a 1º de janeiro de 2018. Já para as operações realizadas a partir dessa data, a exigência foi considerada válida.

A decisão envolve o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) e encerra uma etapa de uma disputa judicial que se arrasta há anos.

A ação foi apresentada pela Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), que questionava a cobrança da contribuição sobre a receita bruta dos produtores rurais pessoas físicas com empregados. A entidade defendia que o recolhimento deveria ocorrer com base na folha de salários.

Em 2022, o STF chegou a formar maioria de seis votos a cinco pela constitucionalidade da contribuição, mas a proclamação do resultado permaneceu pendente. Assim, o entendimento mudou nesta quinta-feira, após o ministro Dias Toffoli reajustar seu voto e considerar a cobrança referente ao período anterior a 2018.

Com isso, o Supremo também afastou a responsabilidade dos compradores da produção rural, incluindo frigoríficos, pelo recolhimento da contribuição devida pelos produtores no período anterior a janeiro de 2018.

Apesar do julgamento, o plenário do STF ainda não estabeleceu como a decisão será aplicada aos casos concretos. Toffoli chegou a propor a modulação dos efeitos, mecanismo que permite limitar o alcance temporal de uma decisão judicial para preservar determinadas situações.

A proposta considerava, entre outros pontos, os possíveis impactos de pedidos de restituição de valores recolhidos anteriormente. No entanto, a maioria dos ministros decidiu deixar a discussão sobre a modulação para um eventual recurso apresentado ao tribunal.

Abrafrigo comemora
Responsável pela ação, a Abrafrigo comemorou o resultado do julgamento e avaliou que o entendimento do STF poderá beneficiar não apenas as empresas do setor, mas também outros contribuintes envolvidos na controvérsia.

Na avaliação do advogado da entidade, Fabriccio Petreli Tarosso, do escritório
Tarosso Advogados, que patrocinou a causa, o STF restaurou a justiça ao agronegócio do país, garantindo ao setor agropecuário, em especial às indústrias frigoríficas, a segurança jurídica aguardada.

Em nota, a Abrafrigo ainda dfisse que a decisão representa um avanço na segurança jurídica após mais de 16 anos de discussão sobre a cobrança. A associação também destacou que o resultado ocorre em um momento de dificuldades financeiras enfrentadas por empresas frigoríficas, podendo contribuir para a manutenção das atividades e dos empregos.
Fonte: Canal Rural

Informativo Conjuntural 1941 de 15 de outubro de 2026

BOVINOCULTURA DE LEITE

O manejo dos bovinos leiteiros foi dificultado pelas chuvas frequentes e pela elevada umidade, que aumentam a formação de barro nas áreas de circulação e de alimentação e afetam a manutenção das camas secas nos sistemas confinados, exigindo cuidados adicionais com a sanidade dos animais. 

Em algumas propriedades, a falta de energia elétrica comprometeu a ordenha e a conservação do leite, elevando os custos operacionais. Os vendavais do período geraram demandas por crédito para a reconstrução de estruturas danificadas. Apesar das dificuldades, as temperaturas mais amenas favoreceram o bem-estar animal, e as parições seguiram nos rebanhos leiteiros. 

Na de Caxias do Sul, nos sistemas confinados à base de pasto, a alimentação continuou muito dependente da silagem de milho como base e complemento alimentar. Foram registrados casos de mastite, que demandaram tratamento com antibióticos. As temperaturas mais amenas favoreceram o bem-estar dos animais. 

Nas de Bagé, Ijuí e Santa Maria, a alta umidade tem afetado o manejo dos animais. Nos sistemas a pasto, o acúmulo de barro nos locais de deslocamento dos animais e de alimentação tem requerido maior atenção dos produtores em relação à prevenção de doenças de casco e de queda dos animais. Nos sistemas confinados, tem sido cada vez mais complexo reduzir a umidade nas camas dos animais em razão das chuvas, o que exige reposição mais frequente de materiais secos. 

Na de Pelotas, a falta de energia elétrica em algumas propriedades comprometeu as atividades essenciais, como a ordenha e a conservação do leite, e foi necessário o uso prolongado de geradores, elevando os custos operacionais.

Contudo, o restabelecimento do fornecimento em diversas localidades reduziu essas despesas. Foram identificadas demandas por crédito para a reconstrução de estruturas físicas danificadas por vendavais no período. Houve relatos pontuais de infestação por carrapatos e de casos de tristeza parasitária bovina em decorrência da baixa incidência de radiação solar e do excesso de chuvas. Ocorreram parições nos rebanhos leiteiros. 

Na de Santa Rosa, foram necessários ajustes nas dietas, pois as pastagens disponíveis apresentam elevados teores de proteína, exigindo adequado balanceamento energético para melhorar a eficiência alimentar. Os principais desafios estão relacionados ao manejo dos sistemas de produção durante o período chuvoso e à manutenção do equilíbrio nutricional das dietas. 
Fonte: Emater/RS

 

Jogo Rápido

PREVISÃO METEOROLÓGICA DE 19 A 21/10/2026
Na próxima semana, o tempo deverá ficar estável em parte do território gaúcho, mas com manutenção da nebulosidade elevada principalmente no Norte do Estado.  Entre 19/10 (segunda) e 20/10 (terça-feira), o tempo deverá ficar predominantemente estável em todo o Rio Grande do Sul, sem previsão de chuva significativa. Em 21/10 (quarta-feira), as condições de instabilidade deverão retornar ao Noroeste do Estado, onde há previsão de chuva fraca a moderada. Nas demais áreas, não há previsão de chuva significativa. Fonte: Emater/RS


 

Porto Alegre, 16 de outubro de 2026                                                     Ano 20 - N° 5.036


Produtor precisa expandir potencial produtivo das propriedades

Apesar da concentração da atividade em tambos de maior produção, a grande maioria das propriedades leiteiras no Rio Grande do Sul opera longe do teto produtivo. A afirmação sinaliza para um expressivo potencial produtivo a ser explorado e foi feita pelo consultor e diretor da Transpondo, Wagner Beskow, durante palestra no Milk Summit Mercosul, em Ijuí (RS).

Segundo ele, o potencial na Metade Norte do RS, por exemplo, é de 33 mil litros/hectare/ano em sistemas convencionais e 50 mil litros/ hectare/ano em áreas irrigadas, mais que o dobro do obtido em média na região.
 
O contexto sinaliza possibilidade de avanço produtivo mesmo entre as propriedades gaúchas que se mantiveram na atividade depois de uma década marcada pelo abandono de 55,2 mil produtores da atividade, segundo a Emater. “Hoje, temos menos produtores, mas mais volume. É um cenário que mudou e ainda deve resultar em um futuro de grandes e mega produtores. Precisamos entender o que significa essa mudança”, frisou.

Na nova realidade da produção gaúcha, indica ele, a atividade deve se manter com viabilidade apenas em propriedades com produção acima de 500 litros/dia, volume que facilita a captação logística pelos laticínios.

“As mudanças estão ocorrendo de forma mais rápida”, alerta. Recomendou aos produtores que operem com propriedade com estruturas simples e enxutas em que as decisões sejam tomadas pensando no todo e em conjunto. “Os animais e as rotinas das pessoas têm que fluir naturalmente”.

Posição compartilhada pelo assistente técnico estadual da Emater/RS, Jaime Ries. Segundo ele, a permanência na atividade leiteira depende de fatores que vão além da produtividade e da estrutura das propriedades. Levantamento da Emater identificou que 66,4% das famílias citaram a penosidade da atividade, 61,3% a falta de mão de obra familiar e 37,8% o desinteresse dos filhos como fatores relacionados.

“Os resultados indicam que a saída da produção comercial de leite deve ser compreendida como um processo multifatorial de transformação das estratégias familiares, no qual se combinam condições econômicas da cadeia, organização do trabalho, disponibilidade de mão de obra familiar, dinâmica geracional, características produtivas e possibilidades alternativas de geração de renda”, assinala.
 
Mas a competitividade do leite brasileiro não depende apenas do volume produzido, mas principalmente da capacidade de controlar custos, melhorar a gestão e aproveitar o potencial produtivo das propriedades. Um desafio é elevar qualidade e rentabilidade por meio do valor de sólidos totais, característica que resulta em bonificações ao produtor. Enquanto o Rio Grande do Sul registra teor de gordura mais proteínas entre 6% e 7,5%, a média da Nova Zelândia chega a 9,17%.

Isso se reflete no custo de produção por quilo, estimado em US$ 5,82 no estado, ante US$ 3,33 a Nova Zelândia. Wagner Beskow entende que o Rio Grande do Sul tem potencial para avançar, com aproveitamento de vantagens como melhor eficiência por hectare nas forragens frente a outros players mundiais.

Frente à concorrência com Argentina e Uruguai, o pesquisador da Embrapa Gado de Leite Glauco Carvalho vê a disponibilidade de forragens e o forte envolvimento das famílias na atividade como diferenciais do leite gaúcho, características que ajudam a enfrentar um dos principais gargalos do setor: a escassez e o encarecimento da mão de obra.

“Temos observado um movimento de consolidação e crescimento das propriedades, inclusive para melhorar a logística e a qualidade do leite evitando paradas em várias pequenas propriedades”. Por outro lado, a estrutura fundiária, predominante média e pequena, pode limitar a expansão prevista.

Confirmada a edição 2027

Ao final dos dois dias de atividade do Milk Summit Mercosul, que reuniu entre os dias 14 e 15 de outubro mais de 750 pessoas em torno do futuro do setor, consolidando um espaço de diálogo sobre os desafios e perspectivas de crescimento, foi confirmada a realização do evento no próximo ano.

“Seguiremos rumo à terceira edição, comemorando os resultados positivos deste espaço de diálogo e construção”, confirmou Darlan Palharini, coordenador do evento e secretário-executivo do Sindilat. A programação deste ano reuniu 27 palestrantes e painelistas, quatro mesas de debates e 11 startups na Arena Láctea de Inovação.

O Milk Summit Mercosul 2026 é uma realização conjunta do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Estado do Rio Grande do Sul (Seapi), da Prefeitura Municipal de Ijuí, da Emater/RS-Ascar, Sebrae/RS, Suport D’ Leite e Impulsa Ijuí.

O evento conta com o patrocínio Diamante de Fecoagro/RS, Italac, Lactalis, Piracanjuba e Tetra Pak; Ouro: Sicredi das Culturas RS/MG e Sistema FIERGS; Prata: Unianálises/Univates; Bronze: Launer Química, Santa Clara, Senar e Suifarma. Apoio Plus: Racon Consórcios, Laticínios Frizzo e Apoio: Integra, Unijuí, SulPasto, VS Lunardi Genética Bovina e Cogent Brasil.

Fonte: Jardine Comunicações / Foto por Carolina Jardine


 

Milk Summit: Manejo genético melhora ganhos no leite e fixa produtores no campo

O melhoramento genético do rebanho leiteiro como estratégia para ampliar a produtividade, aumentar a renda e estimular a permanência das famílias no campo foi tema da primeira apresentação técnica da manhã desta quinta-feira (15/10), no Milk Summit Mercosul, em Ijuí (RS).

Os secretários municipais da Agricultura das cidades gaúchas de Panambi, Hugo Hartemink, e de Novo Xingu, Sérgio Celso Tasso, apresentaram experiências dos dois municípios aos mais de 750 participantes do evento.

“São iniciativas que podem ser replicadas pelas administrações municipais como estratégia para fortalecer quem está na atividade leiteira, garantindo ampliação da renda e desenvolvimento para as comunidades beneficiadas”, assinalou Darlan Palharini, coordenador do Milk Summit Mercosul 2026 e secretário executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS).

Em Panambi, o programa de melhoramento genético começou em 2022 e busca elevar a qualidade do rebanho e ampliar a renda dos 70 produtores que integram a inciativa. Até o momento, 211 fêmeas foram inseminadas. O trabalho começa com o mapeamento genético dos animais, a partir da coleta de amostras encaminhadas para análise nos Estados Unidos.

Os resultados permitem identificar características genéticas e selecionar o sêmen mais adequado para cada animal. “Com o melhoramento genético, é possível produzir um volume maior de leite por animal, aumentando a produção”, destacou Hugo Hartemink. Segundo o secretário, outra vantagem é a otimização do trabalho, reduzindo a mão de obra.

A tecnologia também é vista como um caminho para aproximar os jovens da produção rural. “Hoje, os jovens buscam trabalhar com tecnologia e não querem depender exclusivamente de atividades que exigem esforço físico intenso. O programa de melhoramento genético oferece justamente essa possibilidade de incorporar inovação à produção rural”, afirmou. O município pretende ampliar o trabalho para o gado de corte, com o objetivo de melhorar o potencial produtivo dos animais.

Já em Novo Xingu, o programa municipal de melhoramento genético funciona desde 2002 e integra uma política ampla de apoio à atividade rural. O município oferece inseminação artificial gratuita, realizada por quatro técnicos da prefeitura, além de custear o transporte, o armazenamento do sêmen e os materiais utilizados no procedimento.

A proposta é ampliar o acesso às tecnologias de reprodução e seleção genética, especialmente para pequenos produtores. “Se nós investimos em melhoramento genético, precisamos também dar suporte ao nosso produtor e à nossa produtora”, ressaltou Sérgio Celso Tasso ao acrescentar que o incentivo à genética precisa estar acompanhado de assistência técnica.

O Milk Summit Mercosul 2026 está sendo realizado no Parque de Exposições Wanderley Burmann. É uma realização conjunta do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Estado do Rio Grande do Sul (Seapi), da Prefeitura Municipal de Ijuí, da Emater/RS-Ascar, Sebrae/RS, Suport D’ Leite e Impulsa Ijuí.

O evento conta com o patrocínio Diamante de Fecoagro/RS, Italac, Lactalis, Piracanjuba e Tetra Pak; Ouro: Sicredi das Culturas RS/MG e Sistema FIERGS; Prata: Unianálises/Univates; Bronze: Launer Química, Santa Clara, Senar e Suifarma. Apoio Plus: Racon Consórcios, Laticínios Frizzo e Apoio: Integra, Unijuí, SulPasto, VS Lunardi Genética Bovina e Cogent Brasil.

Na foto: à direita do mediador, o secretário municipal da Agricultura de Panambi, Hugo Hartemink; à esquerda, o secretário municipal da Agricultura de Novo Xingu, Sérgio Celso Tasso.

Fonte: Jardine Comunicação / Foto: Carolina Jardine 
 

Milk Summit Mercosul 2026 disponibiliza pesquisa de satisfação para participantes

Avaliação é necessária para emissão do certificado de participação e acesso aos materiais apresentados durante o evento

Após reunir mais de 750 inscritos e registrar recorde de público em sua segunda edição, realizada nos dias 14 e 15 de outubro, em Ijuí (RS), o Milk Summit Mercosul 2026 convida os participantes a avaliarem sua experiência por meio de uma pesquisa de satisfação. O formulário está disponível on-line e busca reunir opiniões e sugestões que contribuam para o planejamento e o aprimoramento das próximas edições.

A pesquisa contempla diferentes aspectos do evento, como a programação de palestras e debates, a estrutura disponibilizada, a organização e as atividades desenvolvidas ao longo dos dois dias. A proposta é identificar os pontos positivos e as oportunidades de melhoria, considerando a percepção de quem participou do encontro.

O preenchimento da pesquisa é obrigatório para que os participantes tenham acesso ao certificado de participação e aos materiais apresentados pelos palestrantes durante o Milk Summit Mercosul 2026. O formulário pode ser respondido em poucos minutos, por meio do link disponibilizado nos canais oficiais do evento.

A comissão organizadora destaca que a participação do público é fundamental para orientar as decisões relacionadas às próximas edições. As contribuições recebidas servirão de subsídio para aperfeiçoar a experiência dos participantes e fortalecer o Milk Summit Mercosul como espaço de troca de conhecimento, inovação e discussão sobre os desafios e as oportunidades do setor lácteo.

Realizado pelo segundo ano consecutivo com todas as inscrições preenchidas, o Milk Summit Mercosul consolida sua relevância ao reunir produtores, representantes da indústria, pesquisadores, especialistas e lideranças para debater temas estratégicos para o desenvolvimento e a competitividade do setor.

A pesquisa de satisfação pode ser acessada clicando aqui!


Jogo Rápido

Perdeu o Milk Summit Mercosul? Confira os principais momentos no YouTube!
Quem não conseguiu acompanhar presencialmente a segunda edição do Milk Summit Mercosul, realizada nos dias 14 e 15 de outubro, em Ijuí (RS), pode conferir os conteúdos do evento pelo YouTube. O encontro reuniu especialistas, lideranças, produtores e representantes da indústria para debater os desafios, as tendências e as oportunidades do setor lácteo, com palestras, painéis técnicos e mesas de debates. As apresentações dos dois dias estão disponíveis no YouTube, permitindo que o público acompanhe as discussões e tenha acesso aos conhecimentos compartilhados durante o evento. Acesse o canal do Milk Summit Mercosul no YouTube e confira os conteúdos da edição de 2026!


 

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Porto Alegre, 15 de outubro de 2026                                                     Ano 20 - N° 5.035


Milk Summit Mercosul: Novo consumidor impulsiona transformação no setor de leite

O Brasil vive uma guinada no perfil do consumidor de lácteos. Na era das canetinhas e da busca por um estilo de vida saudável, os compostos ricos em proteína do leite têm um mercado crescente pela frente. O impacto dessa mudança de comportamento é foco das palestras  durante o Milk Summit Mercosul em Ijuí (RS), que termina nesta quinta-feira (15/10).
 
A transformação do setor, segundo o pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Paulo Martins, é impulsionada pela chegada da geração Z ao mercado consumidor. O movimento ajuda a explicar o crescimento da demanda por whey protein e por alimentos enriquecidos com proteínas do soro do leite. “Na década de 1990, o whey era um problema para os laticínios, que não sabiam como aproveitar esse subproduto. Hoje, se tornou um ingrediente valorizado para uma ampla variedade de produtos. Foi uma evolução muito rápida. Aquilo que imaginávamos que levaria muito tempo para acontecer já aconteceu”, destaca.

Para Martins, o consumidor passou a exercer influência decisiva sobre as estratégias da indústria e as decisões dos produtores. “O consumidor está mais exigente, e quem não compreender que ele busca características específicas nos produtos terá dificuldades para continuar vendendo”, afirmou.

A tendência, segundo o pesquisador, é de continuidade do crescimento desse mercado, impulsionado pelo interesse em alimentos com maior teor proteico e por novas pesquisas sobre os componentes do leite, incluindo os possíveis efeitos benéficos da gordura láctea para a saúde.

Surfar na onda desse novo mercado exige investimentos em inovação e desenvolvimento de produtos por parte da indústria, fenômeno que já ganha força no Brasil. De acordo com Valter Galan, sócio da MilkPoint Ventures, isso é uma forma de reduzir a dependência do setor lácteo do mercado de commodities, galgando acesso à um nicho de maior valor agregado e rentabilidade. “Foi um movimento que começou lá com o pessoal da academia, mas hoje é muito mais do que isso”, afirmou.

O Milk Summit Mercosul 2026 está sendo realizado no Parque de Exposições Wanderley Burmann. É uma realização conjunta do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Estado do Rio Grande do Sul (Seapi), da Prefeitura Municipal de Ijuí, da Emater/RS-Ascar, Sebrae/RS, Suport D’ Leite e Impulsa Ijuí.

O evento conta com o patrocínio Diamante de Fecoagro/RS, Italac, Lactalis, Piracanjuba e Tetra Pak; Ouro: Sicredi das Culturas RS/MG e Sistema FIERGS; Prata: Unianálises/Univates; Bronze: Launer Química, Santa Clara, Senar e Suifarma. Apoio Plus: Racon Consórcios, Laticínios Frizzo e Apoio: Integra, Unijuí, SulPasto, VS Lunardi Genética Bovina e Cogent Brasil.

Fonte: Jardine Comunicação / Foto: Carolina Jardine 


Milk Summit: Startups levam inovação às propriedades leiteiras
 

Novidade nesta edição do Milk Summit, a Arena Láctea de Inovação reúne 11 projetos que prometem simplificar processos e trazer novidade às propriedades leiteiras. Iniciativa realizada em parceria com o Sebrae, o espaço contou com empreendedores em busca de aproximação com os produtores.

Empresas como a Waterpin, de São Paulo (SP). Eles trouxeram ao Milk Summit uma plataforma de inteligência que reúne dados sobre a disponibilidade de água subterrânea, auxiliando o produtor no planejamento de perfurações que permitam a expansão da atividade. O sistema faz a análise por satélite da presença de água subterrânea sem a necessidade de perfurações frustradas e custos elevados.

“Quando o produtor pretende expandir sua operação, precisa saber se tem aporte hídrico suficiente, se o poço vai suportar a demanda e por quanto tempo essa água estará disponível. Todas essas informações entregamos em uma única plataforma, proporcionando mais segurança e previsibilidade para a tomada de decisões”, afirma João Renner Vieira Leão, diretor de Branding e Marketing da Waterpin.

Outro produto em prol da produção leiteira foi trazido pelo empresário Carlos Souza, de Arapongas (PR). Aos 81 anos, ele apresentou uma linha de tecnologia para qualidade da água e bem-estar animal.

A Fortmag trabalha com bastões que restabelecem as condições da água em sua origem, melhorando a saúde geral dos animais e, inclusive, a contagem de CCS e CBT da produção. “A barra carrega três ativos, placas metálicas e turmalina negra que faz a calibração iônica da água”, frisou ele, reforçando que o produto não faz a limpeza da água.  

Visitantes da Arena também puderam conhecer o projeto da startup Scienco Biotech, de Lages (SC), que expôs o primeiro teste rápido para diagnóstico de leite A2A2. Similar a um exame de Covid, o produto permite ao produtor simplificar a seleção dos rebanhos, identificando animais que produzem o leite, indicado para pessoas intolerantes à proteína do leite.

A inovação, conta o diretor técnico Anderson Varela de Andrade, surgiu quando a fundadora, a gaúcha Maria de Lourdes Magalhães, viu-se em busca de uma solução para a intolerância da filha à proteína A1. A empresa já comercializou 36 mil testes para seis países. “Nossa meta é duplicar a comercialização em 2027”, salientou, confiante no network realizado durante o Milk Summit.

Fonte: Jardine Comunicação / Foto: Carolina Jardine 
 

Sentindo fome toda hora? O copo de leite no café da manhã ajuda a prolongar a saciedade

O copo de leite no café da manhã | Quem nunca sentiu aquela fominha incômoda pouco tempo depois de terminar uma refeição?

Esse tipo de situação acontece porque a velocidade de digestão varia enormemente dependendo do que colocamos no prato ou no copo. Nesse contexto, a composição nutricional de cada escolha dita como o nosso organismo responde ao longo do dia.

O leite de vaca se destaca como um grande aliado para quem busca manter a fome sob controle por mais tempo. Contudo, essa capacidade de saciar não é mera coincidência, mas sim o resultado direto da forma como seus componentes interagem com o corpo.

“A saciedade não depende apenas do volume consumido, mas principalmente da composição nutricional do alimento ou da bebida. As proteínas lácteas, como a caseína e as proteínas do soro do leite, participam de mecanismos relacionados à regulação do apetite.

Nas versões integrais, a presença de gorduras também pode contribuir para retardar o esvaziamento gástrico, ou seja, o alimento fica mais tempo no estômago. Essa combinação ajuda a explicar por que o leite pode favorecer uma sensação de saciedade mais prolongada”, explica a nutricionista Rosana Raele.

Praticidade e versatilidade na rotina alimentar

Por causa dessas qualidades, o leite se transforma em uma alternativa inteligente para diversos momentos do dia, especialmente no café da manhã, nos lanches da tarde e até na ceia. Da mesma forma, quando combinado com frutas, aveia, castanhas ou em um sanduíche de pão integral, ele compõe refeições completas, saborosas e bastante funcionais.

“Cabe lembrar que, além dos nutrientes que podem contribuir para a saciedade, o leite também fornece micronutrientes importantes, como cálcio e vitaminas do complexo B. Por ter cerca de 87% de água em sua composição, também pode contribuir para a ingestão de líquidos ao longo do dia”, afirma a especialista.

Além disso, a fome nem sempre surge por necessidade energética imediata. “Existe também a chamada fome hedônica, que está ligada ao prazer, às emoções e às memórias associadas aos alimentos.

O leite, por exemplo, pode estar presente em preparações e momentos que remetem à familiaridade e ao aconchego, como uma bebida quente no fim do dia ou uma receita afetiva. Por isso, quando falamos de fome e alimentação, também é importante considerar essa relação que vai além da composição nutricional”, complementa Rosana.

Em suma, a nutricionista ressalta que nenhum ingrediente resolve sozinho o equilíbrio da dieta. “Além de fazer boas escolhas alimentares e garantir refeições completas, realizá-las em um ambiente tranquilo e comer com atenção também são fatores que podem contribuir para a saciedade.”

Por que o leite ajuda a segurar a fome?
Entenda como os principais componentes do leite atuam na sua alimentação:

Proteínas de alta qualidade: a caseína e o soro ativam mecanismos biológicos que ajudam a regular o apetite natural.

Gorduras na medida certa: mais presentes na versão integral, desaceleram o esvaziamento do estômago. Por outro lado, o leite desnatado desponta como boa opção para quem busca reduzir calorias sem perder nutrientes vitais como cálcio e proteínas.

Combinação perfeita com fibras: combina muito bem com frutas, cereais integrais e sementes, potencializando o tempo de digestão confortável.
Nutrição e hidratação: fornece vitaminas do complexo B, minerais essenciais e reforça a ingestão diária de líquidos.
 

Vale destacar que os diferentes tipos de leite apresentam bases nutricionais muito parecidas, variando essencialmente na quantidade de gordura ou em eventuais fortificações.

No cotidiano das famílias brasileiras, o tradicional leite de caixinha (UHT) segue soberano. Seu processo térmico e embalagem especial garantem longa durabilidade e segurança sem necessitar de conservantes ou refrigeração antes de aberto, tornando o hábito de se alimentar bem muito mais simples e prático.

Fonte: EdairyNews
 

Jogo Rápido

SOJA/CEPEA: Câmbio pressiona cotações internas; exportações recordes limitam quedas
Cepea, 13/10/2026 – Os preços da soja recuaram no Brasil, pressionados pela valorização do Real frente ao dólar. Segundo o Cepea, esse movimento tende a reduzir a competitividade da soja brasileira em relação à norte-americana. Pesquisadores do Cepea destacam que as baixas, no entanto, foram limitadas pelo elevado volume de soja e derivados exportado de janeiro a setembro. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o País embarcou 7,36 milhões de toneladas de soja em grão em setembro. Embora esse volume seja 25% inferior ao de agosto, recuo comum para o período, trata-se de um recorde para o mês de setembro As exportações de farelo de soja também registraram recorde para o mês, com aumentos de 10% frente a agosto e de 18,5% em relação a setembro de 2025, de acordo com dados da Secex. Fonte: Cepea


 

Porto Alegre, 14 de outubro de 2026                                                     Ano 20 - N° 5.034


Demandas do setor do leite serão encaminhadas aos governos eleitos

Os governos eleitos em todas as esferas receberão minuta com as demandas do setor leiteiro. A pauta única está em construção no Milk Summit Mercosul 2026, evento iniciado nesta manhã (14/10), em Ijuí (RS), que reúne produtores, indústrias, cooperativas, entidades e lideranças de todo o país. O propósito é impulsionar um dos principais setores da economia gaúcha, com foco em políticas públicas que fortaleçam a atividade e ampliem a competitividade.

A redação do documento segue nesta quinta-feira (15/10) acompanhando o segundo dia do evento. “Chegamos nesta segunda edição com o desafio de provocar os governos para que olhem mais a fundo para o setor leiteiro, esse que é um dos pilares da economia gaúcha e tem demandas urgentes para seguir vivo e crescendo”, assinalou o coordenador do evento, Darlan Palharini.  

Para uma plateia de mais de 700 pessoas que acompanhou a abertura do evento, Palharini lembrou que os governos federal e estadual têm responsabilidades fundamentais na formulação e na execução de políticas públicas para o setor. “É evidente que precisamos de políticas estruturantes, que garantam competitividade, segurança e perspectivas de longo prazo para a produção leiteira”. Um trabalho que pode ser feito, garante ele, em conjunto com os municípios. “Conhecem a realidade dos seus produtores, suas dificuldades e suas potencialidades. E, a partir desse conhecimento, podem desenvolver programas, estabelecer parcerias, oferecer assistência e criar iniciativas que façam a diferença”, afirmou o secretário executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS).

Compromisso compartilhado com o prefeito de Ijuí, Andrei Cossetin, que participou da abertura do evento. “O agro é um dos pilares da nossa economia. Que daqui saiam diretrizes e documentos para cobrar dos municípios, do Estado e da União”, defendeu direto do Palco das Etnias da Expofest, Parque de Exposições Wanderley Burmann.  

Na avaliação do vice-presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra, no aspecto da competitividade a pauta deve trazer a necessidade de investimentos em tecnologia, eficiência produtiva, infraestrutura, inovação e sanidade animal de olho no mercado internacional. “O Rio Grande do Sul tem condições de ampliar sua participação no mercado nacional e externo de lácteos, e precisamos trabalhar para que esse potencial se transforme em resultados”, afirmou o também representante da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).  

Citando recentes levantamentos da Emater/RS que indicam a saída de produtores da atividade leiteira e o que avalia suas motivações, Claudinei Baldissera, enfatizou a necessidade de que as políticas públicas sejam integradas e vislumbrem a fixação na produção.

Em termos de políticas do governo RS, citou iniciativas relacionadas à irrigação e à recuperação dos solos, além da importância da extensão rural e da sucessão familiar. “A atuação conjunta entre municípios, governos estadual e federal, pesquisa e assistência técnica é essencial para enfrentar os desafios e criar condições para que os jovens encontrem oportunidades na atividade leiteira”, destacou.  

Representando o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Milton Bernardes informou que há disposição para dialogar sobre o futuro do Programa Mais Leite Saudável, descontinuado pelas mudanças da Reforma Tributária, com efeito nos aportes no campo. Ele destacou que a União iniciou articulações para construir uma nova política nacional voltada ao setor leiteiro, reunindo entidades representativas, confederações, Embrapa Gado de Leite e representantes dos estados. “Que a gente consiga construir políticas para estancar essa redução de produtores no campo além de recuperar os patamares superiores de produção no RS”, afirmou.

Já o secretário-adjunto de Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul, Alexandre Scheifler, defendeu investimentos e o fortalecimento de programas como o Pronaf e o Bônus Mais Leite. Segundo o representante do Executivo gaúcho, essas iniciativas criam condições para investir nas propriedades e melhorar a eficiência produtiva. O secretário estadual da Agricultura, Márcio Madalena, por sua vez, chamou a atenção para os desafios comerciais, incluindo impactos para o leite devido ao Acordo do Mercosul. Ele defendeu políticas de proteção ao produtor e o fortalecimento da presença dos lácteos gaúchos nos mercados.

“Um dos grandes desafios é transformar o leite em um ativo de exportação”, afirmou Madalena. Para ele, ampliar a participação comercial exige investimentos em tecnologia, atenção à sanidade e condições para manter as famílias na atividade.

Arena da Inovação

A inovação também integra a programação desta edição, com a Arena Láctea de Inovação, realizada em parceria com o Sebrae. O espaço aproxima startups, empresas, cooperativas e produtores, apresentando soluções tecnológicas voltadas aos desafios da cadeia leiteira. Milton Pereira, da Regional Noroeste do Sebrae/RS, destacou que a iniciativa busca conectar negócios inovadores às necessidades reais da produção. “A proposta é ampliar o acesso a tecnologias que possam ser aplicadas no campo e na indústria, contribuindo para a eficiência e a competitividade do setor”.

O Milk Summit Mercosul 2026 é uma realização conjunta do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Estado do Rio Grande do Sul (Seapi), da Prefeitura Municipal de Ijuí, da Emater/RS-Ascar, Sebrae/RS, Suport D’ Leite e Impulsa Ijuí.

O evento conta com o patrocínio Diamante de Fecoagro/RS, Italac, Lactalis, Piracanjuba e Tetra Pak; Ouro: Sicredi das Culturas RS/MG e Sistema FIERGS; Prata: Unianálises/Univates; Bronze: Launer Química, Santa Clara, Senar e Suifarma. Apoio Plus: Racon Consórcios, Laticínios Frizzo e Apoio: Integra, Unijuí, SulPasto, VS Lunardi Genética Bovina e Cogent Brasil.

Fonte: Jardine Comunicação / Foto: Ike Fabrin


 
Pecuária familiar preserva o Bioma Pampa e gera renda a milhares de famílias no Estado, diz Emater/RS

Nesta quarta-feira (14) é o Dia Nacional da Pecuária. No Rio Grande do Sul a pecuária familiar desempenha um papel estratégico ao combinar geração de renda, preservação ambiental e permanência das famílias no campo. Presente em diferentes atividades, como bovinocultura de corte e leite, ovinocultura, avicultura e suinocultura, o segmento é uma das principais bases econômicas de diversas regiões rurais do Estado.

"A pecuária, quando associada ao manejo sustentável dos campos nativos, é uma importante aliada da conservação do Bioma Pampa. O pastejo adequado contribui para a manutenção da vegetação campestre, da biodiversidade e dos processos ecológicos desses ambientes. Valorizar a pecuária familiar é também reconhecer o papel fundamental dos produtores rurais na conservação dos campos nativos, conciliando produção de alimentos, geração de renda e conservação ambiental", destaca Thais Michel, médica-veterinária e coordenadora de Projetos Ambientais da Emater/RS-Ascar.

Nas regiões da Campanha, Zona Sul, Campos de Cima da Serra, Depressão Central e Fronteira Oeste, a atividade se destaca pelo manejo extensivo dos animais e pela utilização sustentável dos campos nativos. Esse modelo produtivo contribui diretamente para a conservação do Bioma Pampa, um dos ecossistemas mais característicos do território gaúcho.

Reconhecendo a relevância social, econômica e ecológica do setor, a Emater/RS-Ascar tem a pecuária familiar como um de seus focos de atuação. Em parceria com universidades e instituições do setor, a Entidade promove ações voltadas à qualificação dos sistemas produtivos, ao manejo sustentável dos rebanhos e à melhoria da infraestrutura das propriedades. Entre as iniciativas estão orientações sobre reprodução animal, manejo de campo nativo, valorização da produção leiteira e fortalecimento da ovinocultura.

Além da assistência técnica, a Instituição participa da organização de eventos, feiras e exposições agropecuárias e auxilia produtores na elaboração de projetos de crédito rural por meio de programas de apoio aos pequenos estabelecimentos rurais.

Entre as demandas mais frequentes dos produtores estão o acesso a tecnologias adequadas à realidade das pequenas propriedades, o controle de doenças parasitárias e a busca por novas alternativas de alimentação para os rebanhos. Questões relacionadas à saúde, transporte e fornecimento de energia elétrica também impactam a qualidade de vida das famílias rurais.

Para especialistas e produtores, o fortalecimento da pecuária familiar representa mais do que uma atividade econômica. Trata-se de um modelo que une conservação ambiental, produção de alimentos, geração de renda e desenvolvimento sustentável para o meio rural gaúcho.

Fonte: Emater/RS-Ascar

 
 
Tetra Pak apresenta três formas de impulsionar a produção de requeijão

Em um mercado de lácteos cada vez mais diversificado e competitivo, a indústria tem investido em tecnologia para aumentar a eficiência sem abrir mão da qualidade. No caso do requeijão, presente no dia a dia dos brasileiros, o desafio dos fabricantes é encontrar uma forma de acelerar o ritmo da produção sem aumentar os custos operacionais ou perder o padrão de qualidade esperado para o produto.

Para apoiar o setor, a Tetra Pak oferece soluções que contribuem para dar mais agilidade e flexibilidade às fábricas. Diante de demandas de consumo tão variadas, a multinacional destaca três pilares fundamentais para otimizar essa operação: eficiência, flexibilidade e qualidade do produto.

“Além de aumentar a capacidade produtiva, os fabricantes precisam avaliar onde estão as oportunidades de ganho durante o processo. Nosso papel é combinar equipamentos de ponta com processos que podem fazer diferença tanto no aproveitamento de ingredientes quanto no tempo de processamento e na qualidade do produto”, comenta Ana Paula Forti, Diretora da área de Processamento da Tetra Pak Brasil.

1. Produza mais em menos tempo com eficiência.

Para acompanhar as demandas do mercado, a indústria precisa encontrar maneiras de aumentar a produtividade sem elevar os custos da operação. A simplificação do fluxo de ingredientes, a redução de etapas e o melhor aproveitamento de recursos são alguns dos caminhos para tornar a produção mais rápida e econômica.

Entre as tecnologias que podem contribuir para esse objetivo está o Tetra Pak® High Shear Mixer. Esse equipamento centraliza todo o processo, e trituração, fusão, homogeneização e desaeração são realizados em uma única etapa. 

Ao concentrar a operação, o fabricante pode trabalhar com capacidades de bateladas maiores em um menor tempo, simplificando o fluxo de produção e aumentando a capacidade da linha. “O alto desempenho mecânico desse equipamento permite atingir a textura desejada utilizando até 20% menos ingredientes modificadores de textura, como gomas”, relata a Diretora de Processamento da Tetra Pak Brasil.

2. Mais flexibilidade para atender diferentes demandas

A capacidade de adaptar a produção é outro fator importante para a indústria de requeijão. Linhas de produção flexíveis permitem trabalhar com diferentes tipos de produtos, ajudando os fabricantes a desenvolverem novos produtos e liderarem a inovação em um mercado tão competitivo, reduzindo a necessidade de novos investimentos em tecnologias complementares.

Nesse contexto, a Tetra Pak oferece soluções que permitem ajustar diferentes parâmetros do processo de acordo com a formulação e as características desejadas para o produto. A tecnologia embarcada no Tetra Pak® High Shear Mixer apresenta um programa de receitas automáticas que possibilita ajustes finos de processo para atender as características de cada tipo de produto. Esse recurso permite a produção de requeijão tradicional, requeijão culinário, queijos cremosos e processados com a mesma tecnologia, além de garantir as características de textura, cremosidade, consistência e melhoria em rendimento.

3. Padrão e consistência em cada batelada

Para manter a qualidade do requeijão batelada após batelada, o controle rigoroso sobre as diferentes etapas do processo é essencial. Fatores como umidade, pH e tipo de coagulação da massa podem influenciar diretamente na textura, no sabor e na aparência. A redução do número de bateladas gera menor variabilidade no produto, garantindo uma melhor padronização ao longo de todo o processo até o consumidor final.

O Tetra Pak® High Shear Mixer apresenta uma unidade turbo que pode operar com baixo ou alto cisalhamento, uma tecnologia patenteada que traz flexibilidade e versatilidade para o desenvolvimento de produtos.

A malha cisalhadora para cima permite uma maior intensidade e turbulência da mistura para melhor dispersão dos ingredientes; por sua vez, a malha cisalhadora para baixo permite uma homogeneização mais fina, lisa e uniforme. Esse controle contribui para um produto mais estável e para um requeijão padronizado.

“Mais do que aumentar a capacidade produtiva, é importante olhar para o processo como um todo e entender onde a tecnologia pode gerar ganhos. 

Quando eficiência, flexibilidade e controle de qualidade são considerados em conjunto, o fabricante consegue aproveitar melhor a estrutura disponível e responder às demandas do mercado com mais consistência, além de ter uma gestão otimizada da mão de obra, uma vez que a rotatividade de pessoas é cada vez maior dentro das indústrias”, conclui Ana Paula Forti.

As informações são da Assessoria de Imprensa da Tetra Pak.

 

Jogo Rápido

MILHO/CEPEA: Baixa do dólar e retração compradora mantêm preços em queda
Cepea, 13/10/2026 – As cotações domésticas do milho continuam em baixa, diante da forte desvalorização do dólar frente ao Real e da retração de compradores. Segundo o Cepea, a queda nos preços internacionais (o que reduz a paridade de exportação), a produção 2025/26 recorde no Brasil e as exportações em ritmo abaixo do observado na temporada passada também influenciam as baixas. Pesquisadores do Cepea indicam que, com as vendas externas enfraquecidas e o bom andamento da semeadura da safra de verão (soja e milho), compradores estão na expectativa de baixas ainda mais expressivas no curto prazo. O Centro de Pesquisas destaca que parte desses agentes já tem buscado realizar compras para entrega nos próximos meses, com a finalidade de manter estoques confortáveis. Do lado da venda, apesar da prioridade às atividades de campo, produtores têm se mostrado mais flexíveis nas negociações, seja em valores, prazos de pagamento ou de entrega. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)