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O desafio de aumentar a produção e o consumo de queijos foi um dos temas abordados pelo presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq), Fábio Scarcelli, nesta sexta-feira (26/5), durante a Fenasul 2017. A convite do Conseleite, o dirigente palestrou na casa da Farsul, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A meta da entidade é, até 2020, chegar a um consumo de 7,5 quilos per capita. Para 2030, o objetivo é atingir a marca de 9,6 quilos de queijo por habitante/ano. Atualmente, a média brasileira é 5,4 quilos por pessoa. Na Argentina e Uruguai, o consumo é de 11 quilos per capita.

“A perspectiva é que o consumo vai continuar crescendo no médio prazo no País”, projeta Scarcelli, lembrando que, em 2009, cada brasileiro consumia, em média, 2,17 quilos. Um dos entraves a ser superado, explica o dirigente, é ampliar a oferta de queijos nacionais no mercado. Para estimular a produção de novos rótulos e fomentar o consumo, alerta, é preciso antes buscar maior produção de matéria-prima. “O caminho é tentar inovar e fazer parcerias mais fortes com os produtores”, indica Scarcelli. Atualmente, 35% da produção de leite do Brasil é destinada à fabricação de queijo. No Rio Grande do Sul, a fatia é de 25% da matéria-prima captada.

O caminho de estímulo à produção de queijos já vem sendo trilhado pelas indústrias gaúchas. Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, diversas empresas estão ampliando o mix de produtos e ofertando ao mercado queijos diferenciados. “Temos em produção no Rio Grande do Sul queijos de excelente qualidade, que não deixam em nada a desejar aos rótulos mais valorizados do mundo”.

 

Foto: Carolina Jardine

O clima ameno das últimas semanas vem contribuindo para manter o preço do leite nos patamares praticados até então. Segundo dados divulgados na manhã desta sexta-feira (26/5) pelo Conseleite, durante a Fenasul 2017, o valor de referência projetado para Rio Grande do Sul em maio está em R$ 1,0387, 1,18% abaixo do consolidado de abril, que ficou em R$ 1,0512. Segundo o presidente do Conseleite, Alexandre Guerra, o normal seria que, nesta época do ano, já se registrassem temperaturas mais baixas, principalmente na região Sudeste, o que sempre eleva o consumo de produtos lácteos. “Estamos com uma boa produção no campo, e o consumo segue nos mesmos patamares, o que nos coloca em situação de preços estáveis”, justificou.

Durante a reunião, o dirigente, que também é presidente do Sindilat, pontuou que “é preciso trabalhar o consumo” para compensar os períodos de retração no valor do leite UHT. Neste sentido, aproveitando o gancho do Pub do Queijo, que está atraindo a atenção do público durante a Fenasul 2017, o presidente da Comissão do Leite da Farsul, Jorge Rodrigues, avalia que é necessário explorar as possibilidades de mercado para mostrar aos consumidores a qualidade dos produtos nacionais. A sugestão é realizar mais eventos de degustação de queijos como este, porém, em shoppings da Capital gaúcha. “A perspectiva é de estabilidade e é por aí que temos que seguir, senão haverá muito produtor saindo da atividade”, avalia Rodrigues, lembrando que crescer não passa só por aumentar produção, mas por buscar novos mercados.

Foto: Carolina Jardine

Porto Alegre, 26 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.508

 

  Falta de frio segura preço do leite no RS

O clima ameno das últimas semanas vem contribuindo para manter o preço do leite nos patamares praticados até então. Segundo dados divulgados na manhã desta sexta-feira (26/5) pelo Conseleite, durante a Fenasul 2017, o valor de referência projetado para Rio Grande do Sul em maio está em R$ 1,0387, 1,18% abaixo do consolidado de abril, que ficou em R$ 1,0512. Segundo o presidente do Conseleite, Alexandre Guerra, o normal seria que, nesta época do ano, já se registrassem temperaturas mais baixas, principalmente na região Sudeste, o que sempre eleva o consumo de produtos lácteos. "Estamos com uma boa produção no campo, e o consumo segue nos mesmos patamares, o que nos coloca em situação de preços estáveis", justificou.

Durante a reunião, o dirigente, que também é presidente do Sindilat, pontuou que "é preciso trabalhar o consumo" para compensar os períodos de retração no valor do leite UHT. Neste sentido, aproveitando o gancho do Pub do Queijo, que está atraindo a atenção do público durante a Fenasul 2017, o presidente da Comissão do Leite da Farsul, Jorge Rodrigues, avalia que é necessário explorar as possibilidades de mercado para mostrar aos consumidores a qualidade dos produtos nacionais. A sugestão é realizar mais eventos de degustação de queijos como este, porém, em shoppings da Capital gaúcha. "A perspectiva é de estabilidade e é por aí que temos que seguir, senão haverá muito produtor saindo da atividade", avalia Rodrigues, lembrando que crescer não passa só por aumentar produção, mas por buscar novos mercados. (Assessoria de Imprensa Sindilat)


Darlan Palharini e Alexandre Guerra
Crédito: Carolina Jardine
 
 

 
Mercado de queijos tem potencial para quase dobrar a produção no Brasil

O desafio de aumentar a produção e o consumo de queijos foi um dos temas abordados pelo presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Queijo (Abiq), Fábio Scarcelli, nesta sexta-feira (26/5), durante a Fenasul 2017. A convite do Conseleite, o dirigente palestrou na casa da Farsul, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A meta da entidade é, até 2020, chegar a um consumo de 7,5 quilos per capita. Para 2030, o objetivo é atingir a marca de 9,6 quilos de queijo por habitante/ano. Atualmente, a média brasileira é 5,4 quilos por pessoa. Na Argentina e Uruguai, o consumo é de 11 quilos per capita.

"A perspectiva é que o consumo vai continuar crescendo no médio prazo no País", projeta Scarcelli, lembrando que, em 2009, cada brasileiro consumia, em média, 2,17 quilos. Um dos entraves a ser superado, explica o dirigente, é ampliar a oferta de queijos nacionais no mercado. Para estimular a produção de novos rótulos e fomentar o consumo, alerta, é preciso antes buscar maior produção de matéria-prima. "O caminho é tentar inovar e fazer parcerias mais fortes com os produtores", indica Scarcelli. Atualmente, 35% da produção de leite do Brasil é destinada à fabricação de queijo. No Rio Grande do Sul, a fatia é de 25% da matéria-prima captada. O caminho de estímulo à produção de queijos já vem sendo trilhado pelas indústrias gaúchas. Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, diversas empresas estão ampliando o mix de produtos e ofertando ao mercado queijos diferenciados. "Temos em produção no Rio Grande do Sul queijos de excelente qualidade, que não deixam em nada a desejar aos rótulos mais valorizados do mundo". (Assessoria de Imprensa Sindilat)
 
 
Foto: Carolina Jardine
 

 
Para o leite gaúcho seguir no páreo
Da mesma forma que uniu forças para organizar a 40ª Expoleite e a 13ª Fenasul, o setor produtivo de leite promete brigar para que o Estado não leve adiante o projeto de lei do Executivo (PL 214) que permite a redução em até 30% dos créditos presumidos das indústrias. O texto voltou a tramitar em regime de urgência. Esse tema permeia as discussões do segmento, que está na vitrine das feiras realizadas em Esteio - veja ao lado algumas das atrações do evento, que vai até domingo e foi oficialmente aberto ontem.

- Nosso principal desafio é buscar maior eficiência e competitividade. Nesse sentido, o que mais nos preocupa é o PL 214 - afirma Alexandre Guerra, presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat-RS).

Jorge Rodrigues, presidente da Comissão de Leite da Federação da Agricultura do Estado (Farsul), lembra que o que atinge a indústria, inevitavelmente, afeta o produtor:

- Isso pode nos colocar em dificuldade com outros Estados. O consumidor olha o produto pela qualidade, mas também pelo preço.

Se por um lado o secretário da Agricultura, Ernani Polo, garante haver clareza no governo de que não se pode fazer nada que impacte os negócios, por outro, o chefe da Casa Civil, Fábio Branco, explica que esse projeto é importante na recuperação do equilíbrio financeiro do Estado.

- Na configuração que está, não tem como o projeto ser votado. Tiraria a competitividade do Estado. Não adianta querer sacrificar um setor - entende Polo.

Branco alega, no entanto, que a lei autoriza um estudo mais aprofundado da situação das empresas. E não dá indícios de que o governo deva recuar, embora se diga aberto ao diálogo:

- Todos os setores terão a possibilidade de apresentar seus argumentos.

Uma das razões a serem citadas certamente será a de que o segmento passa por um momento de recuperação, depois de queda, por dois anos seguidos, na produção. A expectativa é crescer 3% em 2017. Outro ponto a ser considerado é o de que 104 mil famílias vivem da produção de leite, que está presente em 95% dos municípios do Rio Grande do Sul. (Zero Hora)

Discurso de otimismo marca abertura oficial

Após a edição deste ano da Expoleite/Fenasul ter sido quase adiada, devido à falta de recursos, o otimismo com a recuperação do setor marcou os discursos durante a abertura oficial do evento, realizada no final da tarde de ontem. A feira segue até domingo, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A nova configuração do evento, com mais atrações para o público urbano, foi destaque na fala das autoridades. Mas o foco, pontuou o secretário da Agricultura, Ernani Polo, continuará sendo o leite. "O leite é a única atividade que tem até safras por dia, que são as ordenhas. O produtor tem que estar muito comprometido com esta rotina", disse. 

O presidente da Gadolando, Jorge Fonseca da Silva, se disse satisfeito pela concretização do evento, apesar dos impactos da crise. "Temos a satisfação de conseguirmos expor número semelhante de animais da raça das outras edições, apesar de todas as limitações", disse. O governador José Ivo Sartori tentou minimizar a instabilidade econômica. "Temos dificuldades, mas temos momentos bons e o setor vai avançar cada vez mais", afirmou. A expectativa dos organizadores é de que o público da feira seja grande nos próximos dias, em especial no sábado e no domingo.

A programação segue hoje com a abertura dos estandes dos Pequenos Animais e da Expofeira de Ovinos Coloridos e Ovinos Carne. Também começa o julgamento de classificação do gado Holandês. 

Concurso Leiteiro
Os vencedores do concurso leiteiro da raça Holandês foram conhecidos ontem e receberam o tradicional banho de leite. A campeã na categoria adulta foi a vaca Festleite P. Ferraboli 266 Damasco, do expositor Paulo Ferraboli, de Anta Gorda. Ela somou 73,34 quilos de leite em três ordenhas. A mesma vaca havia vencido o concurso na Expointer do ano passado, na categoria jovem. Na categoria jovem, a vaca campeã foi Fini Braxton Jitske 4071, com a produção de 63,55 quilos em três ordenhas. O animal pertence a Carlos Jacob Wallauer, da Agropecuária Fortaleza, de Salvador do Sul. (Correio do Povo)

 
Melhor produtor será premiado

O Rio Grande do Sul terá um concurso para premiar os melhores produtores de leite. A iniciativa foi divulgada ontem pelo secretário da Agricultura, Ernani Polo, durante reunião da Câmara Setorial do Leite, na Expoleite/Fenasul. O coordenador da câmara, Danilo Cavalcanti, explica que o Sindilat e a Apil serão responsáveis por indicar as indústrias que farão a seleção de 36 famílias que trabalham na atividade. Posteriormente, os produtores passarão por uma etapa eliminatória, quando será levado em conta o atendimento às normas da Lei do Leite e outros itens.

Na última fase, será feita uma visita in loco às propriedades finalistas para definir os campeões. Eles terão que se sobressair em três eixos: qualidade do leite, sustentabilidade e rentabilidade. "A ideia é motivar os produtores a estarem adequados a todos os quesitos. Além de premiar e reconhecer o trabalho, o concurso servirá para incentivar a sucessão familiar", diz Cavalcanti. O secretário Polo acrescenta que o concurso é mais um mecanismo para valorizar o produtor. "Ele tem que se sentir estimulado", complementa. As regras do concurso ainda precisam ser definidas. Os vencedores devem ser conhecidos no final deste ano ou em 2018. (Correio do Povo)

 

 
Italac
R$ 120 milhões é o investimento a ser feito pela Italac nas unidades do Estado. O governo deve anunciar na segunda-feira a novidade, que permitirá alçar a planta de Passo Fundo à condição de segunda maior em produção de leite condensado. (Zero Hora)
 

 Combinações inusitadas marcaram a abertura do PUB do Queijo nessa quinta-feira (25/05), na XIII Fenasul/Expoleite, em Esteio. Além das mais de 50 variedades da iguaria, como queijo prato, gouda, montanhês e grana padano, o chef Joaquim Aita ofereceu pratos diferentes aos comensais que visitaram a exposição, como risoto de queijo gorgonzola com uvas, sorrentino caprese com molho de queijo e brusquetas. Para amenizar o frio e a chuva, um creme de queijo quente também foi servido para esquentar a tarde de todos. Quem visita o PUB do Queijo, promovido pelo Sindilat com apoio da Farsul e Fundesa, recebe uma taça de vinho ou um copo de chopp artesanal, num ambiente refinado, rústico e acolhedor.

Crédito: Carolina Jardine

 Mesmo aqueles que não têm relação com o campo visitaram o parque e o evento gastronômico, como o professor de inglês aposentado José Vitor Smigelskas, morador de Esteio. Ele conta que soube da ocasião pela imprensa. “Gosto muito de queijo. Já estive na FestQueijo, que é parecida”, afirma o professor, que estava acompanhado da amiga Cristiane da Silva, que concordou com a qualidade dos produtos no PUB. Autoridades do agronegócio também passaram pelo espaço, como o deputado Elton Weber (PSB) e o fiscal federal agropecuário Roberto Lucena, do Ministério da Agricultura (Mapa).

O PUB do Queijo começou hoje e vai até domingo (28/05), das 11h às 22h, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A entrada custa R$ 35,00 e dá direito a um copo de vinho ou chopp.

Foto: Carolina Jardine

 

Porto Alegre, 25 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.507

 

  PUB do Queijo estreia com pratos diferenciados

Combinações inusitadas marcaram a abertura do PUB do Queijo nessa quinta-feira (25/05), na XIII Fenasul/Expoleite, em Esteio. Além das mais de 50 variedades da iguaria, como queijo prato, gouda, montanhês e grana padano, o chef Joaquim Aita ofereceu pratos diferentes aos comensais que visitaram a exposição, como risoto de queijo gorgonzola com uvas, sorrentino caprese com molho de queijo e brusquetas. Para amenizar o frio e a chuva, um creme de queijo quente também foi servido para esquentar a tarde de todos. Quem visita o PUB do Queijo, promovido pelo Sindilat com apoio da Farsul e Fundesa, recebe uma taça de vinho ou um copo de chopp artesanal, num ambiente refinado, rústico e acolhedor. 

Mesmo aqueles que não têm relação com o campo visitaram o parque e o evento gastronômico, como o professor de inglês aposentado José Vitor Smigelskas, morador de Esteio. Ele conta que soube da ocasião pela imprensa. "Gosto muito de queijo. Já estive na FestQueijo, que é parecida", afirma o professor, que estava acompanhado da amiga Cristiane da Silva, que concordou com a qualidade dos produtos no PUB. Autoridades do agronegócio também passaram pelo espaço, como o deputado Elton Weber (PSB) e o fiscal federal agropecuário Roberto Lucena, do Ministério da Agricultura (Mapa).

O PUB do Queijo começou hoje e vai até domingo (28/05), das 11h às 22h, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A entrada custa R$ 35,00 e dá direito a um copo de vinho ou chopp. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 
 
 Crédito da Foto: Carolina Jardine

 
Crianças acompanham peças teatrais na Fenasul/Expoleite

A manhã chuvosa dessa quinta-feira (25/05) não afastou as crianças da XIII Fenasul/Expoleite, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Dezenas de escolas estiveram presentes no Pavilhão do Gado Leiteiro para prestigiar as apresentações teatrais infantis, promovidas pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), em parceria com o sistema Farsul e Fundesa. Em meio às risadas, as peças ressaltaram a importância do consumo de leite, e os pequenos puderam compreender como os laticínios devem fazer parte da rotina saudável de consumo.

Após as encenações, os alunos passearam pelo parque, visitaram os animais expostos e os projetos da Secretaria da Agricultura (Seapi). Levando três turmas à feira, entre quatro e 12 anos, a professora de educação infantil Sandra Chies, da Escola Municipal Maria Maques, de Esteio, afirma que os alunos estiveram presentes para buscar essas informações. "Acho muito importante que as crianças possam socializar esse momento, nessa feira tão significativa para o Rio Grande do Sul", diz.

No período da tarde, estão programadas mais duas apresentações (às 14h e às 16h). Sexta-feira (26/05), a Vaca Mimosa retorna ao parque. Depois do sucesso na última Expointer, ela encenará a peça "Mimosa na Fenasul", com quatro apresentações: 9h10min e 10h30, 15h e 16h. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 

 Crédito da Foto: Carolina Jardine
 
 
Menor valor em 13 meses

Motivo de preocupação para a indústria brasileira, a importação de produtos lácteos registrou em abril o menor valor em 13 meses, segundo levantamento feito pela Associação Brasileira de Laticínios - Viva Lácteos (veja arte). Um dos principais produtos comprados é o leite em pó, cujo volume em abril foi o menor em 14 meses. 

- A tendência de recuo nas aquisições permanece - observa Marcelo Martins, diretor- executivo da Viva Lácteos. 

Secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do RS, Darlan Palharini pondera, no entanto, que na comparação de janeiro e fevereiro com igual período de 2016, as importações mais do que dobraram de valor. (Zero Hora)

 
 
 
 
Santa Clara
A Fazendinha Santa Clara agora está ao alcance das mãos. Para aprender mais sobre a atividade leiteira e a importância dos cuidados com os animais e interagir com a mascote da Cooperativa Santa Clara, o aplicativo traz diversas opções de informação e diversão. Para jogar, basta baixar gratuitamente o aplicativo no celular ou tablet, disponível nas lojas App Store e Google Play. 

O aplicativo é voltado especialmente para crianças de 5 a 10 anos, mas é uma diversão para toda a família. O jogo começa com a Vaquinha bebê, onde o jogador pode escolher um nome para ela, alimentar e cuidar, além de bater recordes no jogo de embaixadinhas e personalizar o avatar com acessórios. Ainda, quando a mascote não recebe os cuidados adequados, é possível medicá-la para que reestabeleça seu bem-estar e continuar a brincadeira. Já na fase adulta é possível fazer a ordenha. Ao desenvolver as atividades na Fazendinha Santa Clara, o jogador ganha moedas, que podem ser trocadas por acessórios para personalizar a Vaquinha, deixando o jogo ainda mais divertido. Recém-lançado, o aplicativo já prevê atualizações e em breve mais jogos e acessórios estarão disponíveis para os jogadores.

Baixe o aplicativo para Android CLICANDO AQUI.
Baixe o aplicativo para iOS CLICANDO AQUI.
(Assessoria de imprensa Santa Clara)

 

 
Produção de leite na UE no primeiro trimestre caiu 2,3%
Durante os primeiros três meses de 2017, a produção de leite na União Europeia (UE) atingiu 37,78 milhões de toneladas, representando uma queda de 2,3% em relação ao mesmo período do ano passado, coincidindo com a tendência prevista pela Comissão Europeia em suas previsões de curto prazo apresentadas no início de março. Na Espanha, no primeiro trimestre, a produção caiu, mas menos do que a média (-1,2%). A grande maioria dos principais produtores de leite na UE tiveram queda na produção: Alemanha, de -4,4%; França, de -4,2%; Dinamarca, de -3,9%; Reino Unido, de -3,2%; e Holanda, de -0,5%. Vale destacar especialmente os aumentos na Polônia (+3,5%) e Itália (+1,1%). Com relação à produção nos últimos doze meses, em comparação com o mesmo período anterior, alguns países registaram aumentos fortes, como a Holanda (+3,1%), Polônia (+1%) e Irlanda (+0,4%) em comparação com outros com dados negativos, como França (-4%), Alemanha (-2,5%) e Espanha (-0,9%). (As informações são do Agrodigital, traduzidas pela Equipe MilkPoint)
 

A manhã chuvosa dessa quinta-feira (25/05) não afastou as crianças da XIII Fenasul/Expoleite, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Dezenas de escolas estiveram presentes no Pavilhão do Gado Leiteiro para prestigiar as apresentações teatrais infantis, promovidas pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), em parceria com o sistema Farsul e Fundesa. Em meio às risadas, as peças ressaltaram a importância do consumo de leite, e os pequenos puderam compreender como os laticínios devem fazer parte da rotina saudável de consumo.

Após as encenações, os alunos passearam pelo parque, visitaram os animais expostos e os projetos da Secretaria da Agricultura (Seapi). Levando três turmas à feira, entre quatro e 12 anos, a professora de educação infantil Sandra Chies, da Escola Municipal Maria Maques, de Esteio, afirma que os alunos estiveram presentes para buscar essas informações. “Acho muito importante que as crianças possam socializar esse momento, nessa feira tão significativa para o Rio Grande do Sul”, diz.

No período da tarde, estão programadas mais duas apresentações (às 14h e às 16h). Sexta-feira (26/05), a Vaca Mimosa retorna ao parque. Depois do sucesso na última Expointer, ela encenará a peça “Mimosa na Fensaul”, com quatro apresentações: 9h10min e 10h30, 15h e 16h.

Foto: Carolina Jardine

Porto Alegre, 24 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.506

 

  Fórum Itinerante do Leite esclarece mitos e verdades sobre lácteos

O Dia Mundial do Leite, celebrado em 1º de junho, será marcado por debates, palestras e oficinas técnicas entre lideranças, autoridades, estudantes e produtores do setor lácteo no município de Palmeira das Missões (RS). Essa é a proposta do 4º Fórum Itinerante do Leite, que visa discutir projetos para fomentar a produção da bacia leiteira do Estado e esclarecer dúvidas referentes ao consumo dos produtos derivados do leite, abordando os mitos e as verdades que envolvem o assunto. Promovido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), o evento acontecerá nas dependências da Escola Técnica Estadual Celeste Gobbato, das 8h às 16h, e contará com transmissão ao vivo pelo Canal Rural a partir das 9h. A expectativa é de reunir cerca de 1,5 mil pessoas.
 
Para o presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra, oportunizar esses encontros é a melhor forma de ampliar o debate sobre a competitividade. "Se queremos nos transformar em um Estado exportador, temos de melhorar a produção, tanto no que se refere aos animais nas propriedades, quanto nas demandas das indústrias", afirma, lembrando que o Rio Grande do Sul tem 95% dos seus municípios com famílias que produzem leite. "A partir do momento que unimos todas as categorias para discutir, obtemos resultados maiores", conclui. 

A programação do 4º Fórum Itinerante do Leite reúne, no turno da manhã, palestrantes e debatedores que falarão, em um primeiro painel, sobre mercado, consumo e inovação. Na sequência, devem abordar o tema da gestão, produção e renda na atividade. Durante a tarde, seis oficinas técnicas serão realizadas com a participação de diversos especialistas da área. Cada participante poderá escolher uma das atividades no momento da inscrição, a qual poderá ser feita no site do Sindilat (www.sindilat.com.br). A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia. Além disso, também está previsto um almoço com carreteiro de charque, sem custo aos participantes. 

O fórum é uma promoção do Sindilat/RS, em parceria com Canal Rural, Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Estado do Rio Grande do Sul (Fundesa), Federação da Agricultura do Estado do RS (Farsul), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do RS (Fetag-RS), Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi/RS), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e governo federal. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

  

 
EUA: campanha elucida produção láctea aos consumidores. Inclusive, atrás da porteira 
A indústria de lácteos dos Estados Unidos, liderada pelo Centro de Inovação de Lácteos dos Estados Unidos, está se unindo em uma campanha nacional pró-lácteos que durará vários anos. Ela se chama Undeniably Dairy e o objetivo é engajar mais os consumidores que perderam o contato com os lácteos.

"Sabemos que os consumidores estão cada vez mais avaliando a cadeia de valor dos lácteos para entender de onde vêm os alimentos e como são produzidos", disse a presidente do Dairy Management Inc. (DMI) e do Centro de Inovação para Lácteos dos Estados Unidos, Barbara O'Brien. "Nossa visão é garantir que as pessoas confiem nos lácteos como essenciais para suas vidas e essenciais como um grupo de alimentos e bebidas".

A campanha multimídia será revelada através de um vídeo on-line que mostra os lácteos como parte do dia a dia dos consumidores enquanto destaca as contribuições dos produtores rurais para a comunidade. A campanha terá um novo logotipo e uma campanha na mídia, incluindo marketing digital e na televisão com o canal Food Network and Cooking Channel em junho. O conteúdo original da campanha será compartilhado em mídias sociais, como Facebook, YouTube e outras plataformas sociais.

Confira o vídeo da campanha AQUI. 

Por trás da porteira 
A indústria de lácteos reconheceu a oportunidade de se engajar melhor com os consumidores através de uma mensagem transparente sobre seus produtos lácteos, já que ela sente que a imagem dos lácteos está sendo deturpada pelos produtos concorrentes. "Ao mesmo tempo que várias pessoas moram perto (160 km de distância) das fazendas, elas estão desconectadas da atividade rural", destacou Beth Engelman, diretora de comunicações e marketing da DMI. "Com essa campanha, vamos ter a oportunidade de mostrar para as pessoas de onde os alimentos vem. Elas querem saber sobre isso". 

 

A campanha também surge em um período em que o aumento das opções de alternativas aos lácteos de origem vegetal tem feito com que a indústria se sentisse ameaçada e quisesse reivindicar a "marca" lácteos. "Os consumidores estão recebendo informações conflitantes. Precisamos retomar o diálogo, porque esse tem sido deturpado". Visando mostrar aos consumidores como funciona a produção de leite "atrás da porteira", a Undeniably Dairy realizará eventos nacionais nas propriedades. A ideia é que os produtores convidem a comunidade para apreender sobre as modernas práticas de produção. 

Por que essa nova campanha difere da 'Got Milk?'
Já faz um bom tempo que as organizações de lácteos dos Estados Unidos lançaram uma campanha que abrangeu toda a indústria para dar suporte ao consumo de lácteos. Em 1993, o California Milk Processor Board lançou a campanha publicitária, 'Got Milk?' para estimular o consumo de leite e ela durou 20 anos. Os resultados da campanha mostraram que a mesma aumentou o consumo de leite na Califórnia, mas não no país inteiro. "A campanha 'Got Milk?' era uma categoria que focava no leite. Essa nova ação foca em todos os lácteos: queijos, iogurtes, sorvete, manteiga, soro de leite, entre outros", explica Engelman.  Confira o site da campanha: https://dairygood.org/undeniably-dairy. (As informações são do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)

Importações de lácteos recuaram em abril 

As importações brasileiras de lácteos caíram 14,7% em valor em abril passado, para US$ 46,956 milhões, conforme dados da Secex compilados pela Viva Lácteos, associação que reúne empresas do setor. O gasto com as importações foi o menor desde março de 2016, quando havia atingido US$ 42,89 milhões, destaca a entidade. Em volume, as importações de lácteos recuaram 36,2% em abril na comparação com igual período de 2016, para 13.659 toneladas. Segundo analistas, a queda nas compras do exterior já reflete em parte o aumento dos preços internacionais dos lácteos, em alta desde meados de março passado, conforme indicam os leilões da plataforma Global Dairy Trade (GDT), que é referência para o mercado. Como observou em recente entrevista ao Valor o analista Valter Galan, da MilkPoint, a valorização no mercado internacional, que tira a competitividade do produto importado, deve-¬se à redução na produção de leite na Europa, após um período de aumento na oferta no continente. 

Outra razão para a retração nos volumes importados é a menor oferta de leite -- em decorrência da entressafra nos principais fornecedores de lácteos para o Brasil: Argentina e Uruguai. "Esse cenário revela o registro de, praticamente, um semestre de reduções consecutivas com os dispêndios no exterior", diz Marcelo Martins, diretor-¬executivo da Viva Lácteos, em nota. Entre janeiro e abril deste ano, as importações de lácteos ainda registram alta expressiva de 49,8% em relação a igual intervalo de 2016, para US$ 211,265 milhões, segundo a Viva Lácteos.

Em volume, o aumento foi de 18,8% no período, para 64,947 mil toneladas. As exportações de lácteos do Brasil também recuaram em abril. Conforme a entidade, a razão foi sobretudo a queda na venda externa de leite condensado. Foram embarcadas 1.859 toneladas de lácteos no mês passado, com queda de 33,8%. A receita com as vendas externas recuou 5,3%, para US$ 5,297 milhões. No ano, conforme a Viva Lácteos, o saldo da balança do setor entre janeiro e abril é negativo em US$ 167,1 milhões. (Valor Econômico)

 
 

 
Febre aftosa/SC
 Em meio à campanha nacional de vacinação contra febre aftosa, Santa Catarina comemora a erradicação da doença no estado e os 10 anos do reconhecimento internacional como zona livre de febre aftosa sem vacinação. A entrega do certificado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) aconteceu em 25 de maio de 2007 e desde então o estado se consolidou como referência em sanidade e defesa agropecuária, conquistando os mercados mais competitivos do mundo. (Agronovas)
 

 

Porto Alegre, 23 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.505

 

  É chegada a hora

Os animais já estão chegando ao Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, para a 40ª Expoleite e 13ª Fenasul. A partir de amanhã, quando começa o evento, será a vez de o público comparecer. A estratégia deste ano foi justamente centrar forças em novas ações para atrair os urbanos, em uma espécie de mini-Expointer.

Depois de percorrer cerca de 400 quilômetros, o produtor Leopoldo Pierini Cavalheiro, de Boa Vista do Cadeado, foi o primeiro a chegar no parque, às 6h de ontem. Trazia a vaca Balili, da raça holandesa, para participar do concurso leiteiro.

- Essa é a primeira vez que participamos da feira - conta Cavalheiro, que tem plantel de 90 vacas, jersey e holandesa, 45 em lactação.

Ao todo, 115 exemplares da raça holandesa estão inscritos para a exposição. Outros 1,5 mil animais, de ovinos a cães de pastoreio, também participam da mostra.

Uma das grandes novidades é o Pub do Queijo, iniciativa liderada pelo Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados (Sindilat-RS). Os consumidores poderão degustar bebidas e queijos no espaço montado na varanda da Federação da Agricultura do Estado (Farsul) - o tíquete de acesso será vendido a R$ 35.

- Esperamos que tenha uma boa aceitação, que provoque no consumidor a demanda por queijos. Se der certo, a ideia é que a gente possa ter um espaço semelhante na Expointer - conta Darlan Palharini, secretário-executivo do Sindilat-RS. A programação segue até domingo, dia 28. (Zero Hora
  

 
Produção/AR

À delicada situação econômica que atravessa a atividade se somaram, no último ano, as inundações que reduziram sensivelmente a produção de leite. Entretanto, em abril mostrou recuperação.

 

Pela primeira vez em 12 meses, a produção nacional de leite cresceu na comparação anual, de acordo com dados divulgados pela Subsecretaria de Leite da Nação. No mês passado, o nível da atividade nas fazendas cresceu 5% em relação a abril de 2016, e 1% em relação a março de 2017. A última vez que a produção de leite havia crescido em relação a um ano atrás, foi em março de 2016, quando aumentou 1%.

Melhora no preço
Para encontrar um valor de crescimento superior ou igual a 5% em abril é preciso ver as estatísticas desde novembro de 2015, quando a melhora foi de 5%. A recuperação da produção vem atrelada à melhora no preço médio pago ao produtor: os 5,29 pesos por litro recebidos durante abril representa uma melhora mensal de 2%.

Córdoba, a pior
Das quatro províncias leiteiras (Buenos Aires, Córdoba, Santa Fe, e Entre Rios) onde a agroindústria elevou os preços em abril, Córdoba foi onde os produtores receberam o menor valor médio: 5,17 pesos. Em Entre Rios o valor foi de 5,37 pesos; em Buenos Aires 5,35; e em Santa Fe 5,26 pesos por litro.

 

Exportações em baixa
Além de ter menor quantidade de matéria prima para processar, a indústria de laticínios mostra no decorrer do ano uma queda no desempenho exportador. No primeiro trimestre, as vendas externas de lácteos caíram 25% em volume em relação ao mesmo período de 2016. O dado positivo é a recuperação do preço do leite em pó integral, que entre janeiro e março, ficou com a cotação média de US$ 3.220/tonelada, 34% a mais que um ano atrás. (Infortambo - Tradução livre: Terra Viva)

Qualidade

O preço é fator preponderante para a decisão de consumo, embora tenha perdido dois pontos percentuais em 2017 na comparação com o ano anterior, passando de 86% para 84%. Na hora da compra, o critério qualidade cresceu em importância e avançou 6 pontos percentuais no mesmo período de comparação. É o que revela pesquisa nacional da Fecomércio RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro), em parceria com o Instituto Ipsos, realizada entre os dias 5 a 18 de janeiro de 2017. 

Quando analisado de acordo com as classes sociais, há uma inversão nos critérios considerados prioritários para as compras. Na classe AB, o fator qualidade chega ao topo do ranking, com 80% das citações, ante 77% de menções ao preço. Já na classe C, 85% dos consumidores apontam o preço como preponderante e 76%, a qualidade. Entre os brasileiros da DE, o quesito preço atinge 91% das menções, ante 64% da qualidade. De uma forma geral, a pesquisa coloca o fator marca na terceira colocação, com 20% das menções, à frente do conforto, fator citado por 10% dos entrevistados.   

Em relação à prioridade de consumo no ano, reforma da casa (25%) segue no topo - já ocupava essa posição no ano passado -, acompanhada por aquisição de imóvel (14%) e compra de eletrodomésticos (12%). No ano anterior, essas também estavam entre as prioridades de consumo, porém em outra ordem: reforma da casa (21%), aquisição de carro (12%) e de imóvel (10%). Artigos de vestuário foram citados por 11% como prioridade de consumo em 2016, parcela que passou a 8% neste ano. A opção reforma da casa, em 2017, é a mais mencionada por todas as classes, porém com mais intensidade na DE (29%).
 
Internet como fonte 
A televisão segue como o meio de comunicação pelo qual o brasileiro mais percebe ofertas e promoções, segundo 42% dos consumidores, porém, com uma queda de 8 pontos percentuais na comparação com 2016. A segunda colocação ficou para carro de som, com 23% das menções. A pesquisa tem mostrado o crescimento do meio internet na publicidade: o percentual de consumidores que considera essa a melhor forma de se informar sobre promoções chegou a 9%. Em 2010, era mencionado por somente 1% dos entrevistados. A pesquisa foi realizada entre os dias 5 e 18 de janeiro, com amostra de 1.200 entrevistados no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Florianópolis, Salvador, Recife e em mais 64 cidades brasileiras. (Supermercado Moderno)

 

 
Missão/Oriente Médio 
Blairo Maggi encerra viagem ao Oriente Médio, que incluiu também Kuwait, Emirados Árabes e Arábia Saudita. Na Arábia Saudita, foi visitado um dos maiores empreendimentos para produção de leite e derivados lácteos do mundo. A Almarai, em seis diferentes localidades em pleno deserto saudita, mantém um rebanho de 185 mil animais. (Fonte: Mapa 
 

Porto Alegre, 22 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.504

 

  Prefeitura e Sindilat promovem Fenasul e Expoleite no Centro de Esteio
Com o objetivo de promover e atrair a população de Esteio para a 13ª Fenasul/40ª Expoleite e 3ºRodeio da Fenasul, que acontece de 24 a 28 de maio no Parque de Exposições Assis Brasil, a Prefeitura e o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do RS (Sindilat), realizaram uma ação diferente. Um pequeno curral com uma vaca holandesa, distribuição de achocolatados e chopp artesanal, deram o que falar na manhã de sábado (20). Crianças e adultos, encantados com a novidade, prestigiaram e aprovaram a iniciativa. Esta é a primeira vez que a Prefeitura participa de forma efetiva da feira, com exposição de artesanato e com a Praça de Alimentação.

A pequena Karina, de apenas cinco anos, chamou a atenção da mãe, a empresária Fernanda Castro, 32 anos, aos gritos, querendo se aproximar da vaquinha. "Adoramos a ideia! A Karina está encantada. Isso nunca aconteceu e é preciso valorizar a ideia da prefeitura em integrar a cidade com o Parque. Adorei", afirmou Fernanda.

O prefeito de Esteio, Leonardo Pascoal, que também participou da ação durante o sábado destacou a importância do envolvimento da Prefeitura de Esteio com a organização da feira. "Este ano, a Fenasul/Expoleite tem uma nova formatação, totalmente voltada para o público. Além disso, nosso objetivo é fazer com que a nossa cidade participe cada vez mais dos eventos realizados no Parque de Exposições. Essa é uma grande oportunidade para que a comunidade esteiense se faça presente em todos os dias da feira, Atrações não vão faltar tanto para adultos, quanto para as crianças", afirmou.

O evento contará neste ano com exposição de artesanato e praça de alimentação, além de uma extensa programação. Entre as novidades, o PUB do Queijo, promovido pelo Sindilat, um espaço de informação e degustação dos mais variados tipos de queijos produzidos no Estado. Com entrada e estacionamento gratuitos a Feira deve atrair público de Esteio e região.

Também estão previstas exposições de máquinas, animais e equipamentos, concurso de gado leiteiro, apresentações teatrais, shows, oficinas, palestras e remates são algumas das opções para quem for ao Parque Assis Brasil. Um dos destaques será o maior arroz de leite do Brasil, que será finalizado na manhã do dia 27 (sábado) e distribuído ao público.

Para quem gosta da cultura campeira tradicionalista, a dica são as atividades do Rodeio da Fenasul, considerado o maior do Brasil em número de laçadores. A expectativa dos organizadores é superar os números do ano passado, quando 730 duplas participaram da competição, além dos inscritos em outras modalidades individuais. O rodeio vai distribuir mais de R$ 100 mil em prêmios para os campeões.

A Fenasul/Expoleite/Rodeio da Fenasul é uma promoção do Governo do Estado, via Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação, em conjunto com a Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo; Subsecretaria do Parque de Exposições Assis Brasil; Prefeitura de Esteio; Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul); Federação dos Trabalhadores na Agricultura no RS (Fetag); Organização das Cooperativas do Estado do RS (Ocergs); Emater/Ascar-RS; Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat); Associação das Pequenas Indústrias de Laticínios do RS (Apil); Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no RS (Simers); Associação dos Criadores de Gado Holandês do RS (Gadolando); Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC); Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac); Federação Gaúcha de Laço; Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa) e Conselho Regional de Medicina Veterinária. (Assessoria de Imprensa Prefeitura de Esteio)


Crédito: Gabriel Valença
  

 
Estado vai apresentar programa de combate
Considerado o maior pesadelo dos criadores de gado, em especial de raças britânicas, o carrapato será alvo de um programa a ser apresentado nesta semana pelo governo do Estado. A iniciativa está baseada em dois eixos: a capacitação de produtores e veterinários e a modernização da premunição, que visa combater a tristeza parasitária bovina, doença provocada pelo artróprode. A técnica consiste na inoculação de sangue infectado com os agentes da doença em bovinos a serem imunizados. O programa, que ganhou o nome de Estratégia de Controle Estadual do Carrapato e da Tristeza Parasitária Bovina, será discutido com entidades do setor nesta quinta-feira, durante a Expoleite/Fenasul, em Esteio. 

O combate ao artrópode tem sido discutido desde 2012 pela Secretaria Estadual de Agricultura. A estimativa é de que cerca de 180 mil bovinos morrem por ano em razão da tristeza parasitária. "Se conseguirmos evitar pelo menos 20% destas mortes, o programa já se paga", afirma o coordenador do Serviço de Doenças Parasitárias da Seapi, Ivo Kohek Júnior. A parte educacional será a primeira a ser implementada. Hoje e amanhã, ocorre um treinamento de biocarrapaticidograma destinado a 20 parasitologistas. Outros sete cursos estão previstos ainda em 2017. Já a premunição consiste em coletar o sangue de um bovino doador que é livre de doenças, mas ao mesmo tempo tem cepas atenuadas dos agentes de tristeza parasitária. A ideia é que o material seja disponibilizado para veterinários treinados e habilitados, para que seja inoculado em animais receptores. "Com isso, o animal fica imune à tristeza parasitária", explica Kohek. A forma como o material irá chegar ao produtor ainda não está definida. Segundo o pesquisador José Reck, do Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor (IPVDF), esta prática durante muito tempo foi feita sem controle. 

O programa visa garantir a segurança ao criador de que a inoculação não trará o risco de disseminar outras doenças, já que o material será multiplicado dentro de um laboratório de referência, no próprio IPVDF. O órgão pertencia à Fepagro, que foi extinta pelo governo do Estado, mas permanece atuando vinculado à Seapi. Para que a iniciativa saia do papel, contudo, ainda é necessário a montagem da estrutura dentro do instituto. Ainda não há uma definição sobre o custo e a fonte dos recursos. O secretário da Agricultura, Ernani Polo, ressalta que a ausência de novos químicos dificulta o combate, já que os carrapatos tornaram-se resistentes aos produtos hoje disponíveis. (Correio do Povo)

Sanidade no programa

No momento em que a indústria projeta um período de aumento no volume de captação de leite -- depois de sucessivas quedas desde 2014 --, a sanidade do rebanho gaúcho é apontada como um fator fundamental para a abertura de mercados e o fortalecimento da cadeia. Para especialistas na área, trata-se de um aspecto da produção que ainda tem muito a melhorar. O tema da sanidade estará em foco durante a programação técnica da 40ª Exposição Estadual de Gado Leiteiro (Expoleite) e 13ª Feira Nacional de Agronegócios do Sul (Fenasul), que serão abertas nesta quarta-feira e seguem até domingo no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Embora a programação deste ano tenha se voltado principalmente para o público urbano (leia mais na página 2), eventos promovidos por entidades do setor, para produtores e veterinários, irão abordar a situação das principais doenças que acometem o gado leiteiro no Rio Grande do Sul. 

O cuidado para evitar o ingresso de doenças e contaminações microbianas começa com medidas simples, como a higienização das botas utilizadas por produtores e veterinários que circulam de uma propriedade a outra. Porém, o entendimento de autoridades do setor é de que ainda há muito a ser feito. "Na cadeia da carne, especialmente de suínos e aves, já existe uma preocupação muito acentuada com a questão da biosseguridade", afirma o presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV/RS), Rodrigo Lorenzoni. "No leite, é necessário que os produtores e profissionais envolvidos tenham mais atenção com essa situação", recomenda. Por este motivo, segundo Lorenzoni, a biosseguridade será o tema do 7º Simpósio do Leite, que ocorre no dia 25 de maio, às 8h30min. Além da brucelose e tuberculose, as duas doenças mais temidas entre os criadores de gado de leite, outro desafio é a redução dos índices de diarreia viral bovina (DVBV). No Rio Grande do Sul, a prevalência é de 24%, conforme estudo realizado por meio de cooperação técnica entre o Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), Ministério da Agricultura e Secretaria Estadual da Agricultura (Seapi). "Por ser uma doença viral, é de fácil transmissão", alerta o veterinário André Dalto, professor de Medicina de Grandes Ruminantes na Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs). 

Outro fator que dificulta o controle é a necessidade de diagnóstico individual em cada animal. "Muitas pessoas acabam não vendo a doença como um grande problema, porque ela não é uma zoonose (não pode ser transmitida ao homem). Mas na verdade ela causa bastante prejuízo", explica Dalto, um dos palestrantes do simpósio. A programação também prevê um treinamento para adequação dos profissionais da área à atualização do regulamento técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), ocorrida em outubro de 2016. O curso será promovido pelo Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS), em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi), no dia 25, às 9h. O PNCEBT foi instituído em 2001 e, desde então, tem se discutido a necessidade de atualizações. Uma das mudanças, relacionada à vacinação contra a brucelose, é a possibilidade de aplicação tanto da amostra B19 quanto da RB51. Até então, a RB51 só era permitida em casos excepcionais, enquanto a B19 era aplicada até os oito meses. "Agora, fica a cargo do veterinário ver qual a que melhor se adequa à propriedade, podendo aplicar tanto uma quanto a outra", ressalta a presidente do Simvet/RS, Angelica Zollin. (Correio do Povo)

Foco no consumidor

Tradicionalmente voltada à cadeia produtiva, a 40ª edição da Expoleite, que ocorre simultaneamente à 13ª Fenasul, terá como meta principal atrair o público urbano ao Parque de Exposições Assis Brasil. A nova roupagem do evento foi definida por um grupo de entidades, após a feira correr o risco de não ser realizada em 2017. A ideia é mostrar ao público a cadeia da produção e as vantagens do consumo do leite e seus derivados. Para isso, uma série de novidades foi incluída na programação. Uma destas atrações é o Pub do Queijo, iniciativa do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat), que irá funcionar de quinta-feira a domingo, das 11h às 22h, na varanda da Farsul. Ao comprar um ticket, no valor de R$ 35, o visitante terá direito a degustar livremente queijos, embutidos e pratos quentes. Com isso, o Sindilat visa apresentar ao consumidor as particularidades das diferentes marcas e tipos de queijo. "A ideia é justamente trabalhar com o consumidor para que ele possa identificar as diversas marcas de queijo e possamos mudar a política que se tem hoje, em que ele pega o queijo fatiado e não identifica a marca", afirma o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini. 

A identificação do produto fatiado pelos supermercados está prevista em uma portaria deste ano da Secretaria Estadual da Saúde. Mas, conforme o Sindilat, nem todos os estabelecimentos têm cumprido a regra. O presidente da Associação Gaúcha de Supermercados (Agas), Antonio Cesa Longo, acredita que a questão deva estar solucionada dentro de 60 dias. Outra atração voltada ao público urbano será uma sobremesa preparada com o ingrediente principal da feira. O Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga), por meio do programa de valorização do cereal, promete preparar o maior arroz de leite do mundo. A receita irá utilizar 200 quilos de arroz polido, 1,2 mil litros de leite integral, 1,2 mil unidades de leite condensado, 100 quilos de açúcar, dois quilos de canela em pau e um quilo de cravos da Índia. O doce será serviço gratuitamente no sábado, a partir das 9h30min. Como é a primeira vez que a Expoleite/ Fenasul será realizada neste formato, não há uma estimativa de público. O subsecretário do Parque de Exposições Assis Brasil, Sérgio "Bandoca" Foscarini da Silva, acredita que a feira possa se consolidar como uma "mini Expointer", evento que costuma atrair mais de 300 mil pessoas ao parque. No entanto, pondera que a falta de recursos para a divulgação possa restringir a participação. Apesar disso, Bandoca calcula que somente o rodeio promovido pela Federação Gaúcha de Laço, que inicia na quarta-feira, deva atrair cerca de 10 mil pessoas, entre participantes e espectadores.

UM ANO ESTÁVEL
A Expoleite/Fenasul deste ano ocorre num momento em que se projeta um crescimento de 2% a 3% na produção gaúcha de leite, segundo previsão do Sindilat, após dois anos de queda. Nos primeiros meses de 2017, o preço pago ao produtor também apresentou leve recuperação. "Ano passado, tivemos problemas de comercialização. Para este ano, a projeção é de mais estabilidade. Isso traz um novo ânimo para o produtor", observa o presidente da Comissão de Leite da Farsul, Jorge Rodrigues. O dirigente destaca, no entanto, a necessidade de que o crescimento da produção venha acompanhado de uma efetiva absorção deste produto pelo mercado. Para o secretário de Política Agrícola da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), Márcio Langer, o aumento no volume de produção até pode ocorrer, mas no segundo semestre, já que nos primeiros meses do ano ele afirma não ter visto sinais de melhora. Na avaliação do dirigente, o incremento ainda irá depender de alguns fatores como a redução do desemprego no país earetomada no consumo de produtos lácteos com valor agregado. Por outro lado, Langer afirma que empresas que contam com um mix maior de produtos derivados do leite têm condições de remunerar melhor o produtor. Hoje os preços oscilam entre R$ 1 e R$ 1,45 o litro. "O leite longa vida e o leite em pó não têm tido uma remuneração muito boa, nem para a indústria e nem para o produtor. Quando se tem outro portfólio, se consegue agregar mais valor", avalia. (Correio do Povo)

 

 
Atividades diversificadas
O tradicional concurso leiteiro do gado Holandês na Expoleite/Fenasul começa na quarta-feira, às 6h, com a primeira das cinco ordenhas dos animais. A última ocorre na quinta-feira, às 14h. Para a classificação final, são excluídos os dois maiores volumes e feita uma média de cada vaca. O vencedor será anunciado às 17h do dia 25, e terá direito ao banho de leite. O julgamento de classificação de machos e fêmeas, por sua vez, se inicia na sexta-feira, às 14h. Neste ano não haverá o concurso de sólidos. O superintendente técnico da Gadolando, José Luiz Rigon, destaca que os criadores estão otimistas com o novo formato da exposição. "O produtor está sendo parceiro, vindo à feira, mesmo com todas as dificuldades", observa. Segundo Rigon, a exposição contará com cerca de 30 produtores de diversas regiões, que levarão a Esteio 124 animais, incluindo aqueles que irão a julgamento e aqueles que participam do concurso leiteiro. Outro destaque, cita, é a participação das cooperativas. (Correio do Povo)
 

Com o objetivo de ampliar a participação da comunidade local na Fenasul, representantes do Sindicato das Indústrias de Laticínios (Sindilat) e da Prefeitura de Esteio irão se reunir na manhã deste sábado (20/5) na Rua Coberta, no Centro do município, para divulgar as atividades do evento. Na ocasião, o público poderá consumir achocolatados, além de interagir com uma vaca leiteira. O grupo estará reunido a partir das 10h.

O secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini, destaca que o diferencial da Fenasul deste ano é a realização de atividades para o consumidor. “A feira normalmente possui um viés agro, mas nós estamos querendo promover um contato mais direito com o público”, ressalta Palharini, acrescentando que o engajamento da Prefeitura de Esteio junto à Comissão Organizadora da Fenasul foi fundamental para esta iniciativa.

A 13ª Fenasul, que ocorre entre os dias 24 e 28 de maio, no Parque de Exposições Assis Brasil, dará destaque aos derivados do leite, como manteiga, queijo, iogurte, creme de leite. Na programação, destaque para o PUB do Queijo, espaço que ofertará mais de 50 variedades de queijos e preparos harmonizados com vinhos e chopps artesanais. Será de 25 a 28 de maio, na Varanda da Farsul. O ingresso custa R$ 35,00.