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O Rio Grande do Sul estuda dar início à produção de leite do tipo A2A2, destinado a consumidores que têm alergia ao alimento. O assunto, tratado durante o 4° Fórum Itinerante do Leite, realizado nesta quinta-feira (1/6), em Palmeira das Missões, será tema de reunião do Sindilat nesta sexta-feira (2/6). Segundo a médica veterinária e consultora da Ceres Qualidade, Roberta Züge, que participou do painel Mercado, Consumo e Inovação, produtores do Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo já estão fazendo testes genéticos para identificar e segregar os aninais que produzem leite sem a proteína que causa a reação alérgica. 
 
A novidade, que já é realidade em países como Austrália e Nova Zelândia, deve chegar ao país em um ano, estima Roberta. Na avaliação da técnica, esta é uma oportunidade para produtores e indústria. No Brasil, há pelo menos três laboratórios que já realizam o teste de genoma das vacas para verificar os animais capazes de produzir o leite A2A2. Com isso, explica Roberta, os produtores podem direcionar acasalamentos para obter rebanhos capazes de produzir esse leite em escala. Com público recorde de mais de 2,2 mil pessoas, o evento reuniu no Dia Mundial do Leite (1/6), produtores, representantes da indústria, comunidade acadêmica e público em geral. O 4º Fórum Itinerante do Leite foi realizado na Escola Técnica Estadual Celeste Gobbato por iniciativa do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) com apoio do Fundesa, Farsul, UFSM, Seapi e Canal Rural.
Foto: Bruna Karpinski
Roberta frisou que oferecer o leite A2A2 implica em ter alto controle sobre a segregação da produção uma vez que ele se destina a pessoas com limitações alimentares. A inovação também foi salientada pelo secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini. De acordo com ele, produzir lácteos diferenciados é o caminho para ampliar mercado e unir as pontas da cadeia pela expansão do setor. 
 
A valorização das marcas na gôndola do supermercado é vista pelo executivo como essencial para a expansão da produção e valorização dos produtos lácteos. “É importante passar aos produtores que há um foco na produção de leite. Precisamos mostrar a força que significa reunir aqui mais de 2,2 mil pessoas. As inovações de produtos são essenciais para nosso setor”, concluiu Palharini.
 
O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, abriu o evento destacando que o desafio do setor é fazer com que o Brasil deixe de ser um importador de lácteos para se transformar em exportador. Para isso, pontua ele, é preciso expandir o mix de produtos e lucratividade a toda a cadeia produtiva, que gera renda a mais de 100 mil famílias em 95% do território do Estado. “A expectativa desse fórum é gerar conhecimento prático para que seja utilizado nas propriedades pare atingir nossos objetivos”, frisou.  Segundo Guerra, as importações aumentaram 20% de janeiro a abril deste ano. Contudo, a redução dos custos do leite no campo abre espaço para retomada do aumento de produção, hoje na casa dos 12 milhões de litros por dia. 
 
O diretor da Farsul, Jorge Rodrigues, frisou a importância desse crescimento vir acompanhado de renda ao produtor e que se evite a redução de preços que sempre acompanha a elevação da captação.
 
O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, pontuou que crescer passa por olhar ao mercado internacional. “Nesse cenário, dois pilares são fundamentais: qualidade e competitividade”. Além disso, frisou ele, é essencial dar atenção à questão saúde animal, um aspecto que vem sendo trabalhado com força pelo Rio Grande do Sul, onde o setor agroindustrial vem dando foco à assistência aos produtores além do apoio do serviço veterinário oficial. 
 
Acompanhando a abertura do evento, o secretário da Agricultura, Ernani Polo, reformou a importância social do leite no Rio Grande do Sul. Segundo ele, os avanços obtidos com a Lei do Leite são essenciais para alinhar esse futuro do setor lácteo, principalmente na profissionalização do transporte do produto.

 
Foto: Bruna Karpinski

 
Aspectos Nutricionais 
 
Focado no debate sobre os mitos e verdades sobre o consumo do leite, o 4º Fórum Itinerante do Leite ainda destacou os benefícios do produto. “Precisamos nos alimentar. E nos alimentar bem passa pelo leite”, pontuou a professora de Tecnologia de Leite e Derivados da UFSM, Neila Richards. Segundo ela, que também é presidente da AGL, até os 20 anos é essencial consumir leite para garantir formação dos ossos e dos dentes. Conforme a engenheira de alimentos da Emater, Bruna Bresolin Roldan, no âmbito da agricultura familiar, o desafio é manter a tradição que caracteriza os produtos da agricultura familiar e, ao mesmo, inovar. 
 
OFICINAS – Depois de uma manhã de debates em Palmeira das Missões, à tarde a programação do 4º Fórum Itinerante do Leite contou com seis oficinas temáticas. Os visitantes se dividiram em grupos para aprofundar conhecimentos sobre temas específicos. A maior das oficinas debateu a “Produção de Leite e Gestão da Propriedade”, e reuniu cerca de 1.000 produtores. As demais oficinas trataram de “Nutrição e Reprodução de Vacas em Lactação”, “Compost Barn na Integração Lavoura-Pecuária”, “Ferramentas de informática aplicadas na gestão”, “Sucessão Familiar na Atividade Leiteira” e “Formas de Agregar Valor ao Leite”.
Foto: Bruna Karpinski

 

 

 

Porto Alegre, 01 de junho de 2017                                              Ano 11- N° 2.511

 

Produção de leite destinado a pessoas com alergia é tendência de mercado

O Rio Grande do Sul estuda dar início à produção de leite do tipo A2A2, destinado a consumidores que têm alergia ao alimento. O assunto, tratado durante o 4° Fórum Itinerante do Leite, realizado nesta quinta-feira (1/6), em Palmeira das Missões, será tema de reunião do Sindilat nesta sexta-feira (2/6). Segundo a médica veterinária e consultora da Ceres Qualidade, Roberta Züge, que participou do painel Mercado, Consumo e Inovação, produtores do Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo já estão fazendo testes genéticos para identificar e segregar os aninais que produzem leite sem a proteína que causa a reação alérgica. 

A novidade, que já é realidade em países como Austrália e Nova Zelândia, deve chegar ao país em um ano, estima Roberta. Na avaliação da técnica, esta é uma oportunidade para produtores e indústria. No Brasil, há pelo menos três laboratórios que já realizam o teste de genoma das vacas para verificar os animais capazes de produzir o leite A2A2. Com isso, explica Roberta, os produtores podem direcionar acasalamentos para obter rebanhos capazes de produzir esse leite em escala. Com público recorde de mais de 2,2 mil pessoas, o evento reuniu no Dia Mundial do Leite (1/6), produtores, representantes da indústria, comunidade acadêmica e público em geral. O 4º Fórum Itinerante do Leite foi realizado na Escola Técnica Estadual Celeste Gobbato por iniciativa do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) com apoio do Fundesa, Farsul, UFSM, Seapi e Canal Rural.


Foto: Bruna Karpinski

Roberta frisou que oferecer o leite A2A2 implica em ter alto controle sobre a segregação da produção uma vez que ele se destina a pessoas com limitações alimentares. A inovação também foi salientada pelo secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini. De acordo com ele, produzir lácteos diferenciados é o caminho para ampliar mercado e unir as pontas da cadeia pela expansão do setor. 

A valorização das marcas na gôndola do supermercado é vista pelo executivo como essencial para a expansão da produção e valorização dos produtos lácteos. "É importante passar aos produtores que há um foco na produção de leite. Precisamos mostrar a força que significa reunir aqui mais de 2,2 mil pessoas. As inovações de produtos são essenciais para nosso setor", concluiu Palharini.

O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, abriu o evento destacando que o desafio do setor é fazer com que o Brasil deixe de ser um importador de lácteos para se transformar em exportador. Para isso, pontua ele, é preciso expandir o mix de produtos e lucratividade a toda a cadeia produtiva, que gera renda a mais de 100 mil famílias em 95% do território do Estado. "A expectativa desse fórum é gerar conhecimento prático para que seja utilizado nas propriedades pare atingir nossos objetivos", frisou.  Segundo Guerra, as importações aumentaram 20% de janeiro a abril deste ano. Contudo, a redução dos custos do leite no campo abre espaço para retomada do aumento de produção, hoje na casa dos 12 milhões de litros por dia. 

O diretor da Farsul, Jorge Rodrigues, frisou a importância desse crescimento vir acompanhado de renda ao produtor e que se evite a redução de preços que sempre acompanha a elevação da captação.

O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, pontuou que crescer passa por olhar ao mercado internacional. "Nesse cenário, dois pilares são fundamentais: qualidade e competitividade". Além disso, frisou ele, é essencial dar atenção à questão saúde animal, um aspecto que vem sendo trabalhado com força pelo Rio Grande do Sul, onde o setor agroindustrial vem dando foco à assistência aos produtores além do apoio do serviço veterinário oficial. 

Acompanhando a abertura do evento, o secretário da Agricultura, Ernani Polo, reformou a importância social do leite no Rio Grande do Sul. Segundo ele, os avanços obtidos com a Lei do Leite são essenciais para alinhar esse futuro do setor lácteo, principalmente na profissionalização do transporte do produto.


Foto: Bruna Karpinski

Aspectos Nutricionais 
Focado no debate sobre os mitos e verdades sobre o consumo do leite, o 4º Fórum Itinerante do Leite ainda destacou os benefícios do produto. "Precisamos nos alimentar. E nos alimentar bem passa pelo leite", pontuou a professora de Tecnologia de Leite e Derivados da UFSM, Neila Richards. Segundo ela, que também é presidente da AGL, até os 20 anos é essencial consumir leite para garantir formação dos ossos e dos dentes. Conforme a engenheira de alimentos da Emater, Bruna Bresolin Roldan, no âmbito da agricultura familiar, o desafio é manter a tradição que caracteriza os produtos da agricultura familiar e, ao mesmo, inovar. 

OFICINAS - Depois de uma manhã de debates em Palmeira das Missões, à tarde a programação do 4º Fórum Itinerante do Leite contou com seis oficinas temáticas. Os visitantes se dividiram em grupos para aprofundar conhecimentos sobre temas específicos. A maior das oficinas debateu a "Produção de Leite e Gestão da Propriedade", e reuniu cerca de 1.000 produtores. As demais oficinas trataram de "Nutrição e Reprodução de Vacas em Lactação", "Compost Barn na Integração Lavoura-Pecuária", "Ferramentas de informática aplicadas na gestão", "Sucessão Familiar na Atividade Leiteira" e "Formas de Agregar Valor ao Leite". (Assessoria de Imprensa Sindilat) 

 
 
Foto: Bruna Karpinski
 

 

Países celebram hoje o Dia Mundial do Leite

Hoje é o dia em que todos os países do mundo celebram o leite e seus benefícios para a saúde. Após a instituição do Dia Mundial do Leite Escolar, comemorado na última quarta-feira do mês de setembro, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) criou o Dia Mundial do Leite, que passará a ser comemorado todo ano, no dia 1º de junho. 

No Brasil, a Tetra Pak comemora a data com uma promoção para as 100 primeiras pessoas que escrevessem uma frase de declaração de amor ao leite longa vida. Os contemplados vão receber da Tetra Pak o livro de receitas "Leite longa vida indispensável na cozinha saudável". A ficha da promoção está no site 
http://www.casadoleite.com.br/promocao/diadoleite/diadoleite.php. 

Na Alemanha, a agência de promoção CMA preparou um grande evento para o Dia Mundial do Leite. Em Berlim, será realizada a final de um jogo sobre leite através do site http://62.26.124.240/home/index.html (em alemão). Hoje, os finalistas deverão competir entre si. 

Na Suíça, a Associação dos Produtores de Leite também está promovendo um 'quiz' sobre o tema leite, através do seu site (http://www.swissmilk.ch/wettbewerb/index.asp), que pode ser visualizado tanto em alemão como em francês. 

Na Áustria, a agência nacional de promoção da agricultura (Agramarkt) propôs diversas atividades para promover o leite de forma criativa. Um canal de televisão voltado especificamente para crianças, através do Willy Milk Tooth and the Confetti Television Show, pediu que as crianças enviassem ao programa receitas de pratos que utilizassem leite como ingrediente. Hoje, vários prêmios seriam distribuídos aos responsáveis pelas melhores receitas. O primeiro lugar ganhará uma bibicleta, o segundo uma patinete e o terceiro, uma sacola esportiva. Além desses, vários outros prêmios serão distribuídos aos demais autores de boas receitas, como bonecos com a marca do programa, camisetas e notebooks. Por fim, todas as receitas serão compiladas e catalogadas em um livro de receitas, que será distribuído a todos os participantes do programa de leite escolar. 

Além disso, a Áustria ainda traz um programa de jogos para crianças e adolescentes, que estão participando do programa de leite escolar, que também dará prêmios aos vencedores. Por fim, foi realizada uma promoção para adolescentes pela internet: quem participasse do joguinho promovido pelo site www.whiteenergy.at (estilo "Pacman", chamado de "Milkman"), poderia ganhar um dia com o astro da televisão austríaca Max, além CDs (de um total de 500). 

Em Portugal, a celebração do Dia Mundial do Leite contará com um programa durante toda a semana, que trará atividades relacionados ao leite. O programa acontece no maior shopping center de toda a Península Ibérica, onde milhares de visitantes terão a oportunidade de participar das atividades. A campanha conta também com um cartaz comemorativo à Festa do Leite. 

Na China, a Associação das Indústrias de Leite celebrará a data em várias cidades do País, marcando o início da "Semana do Leite", que será comemorada de 1º a 10 de junho. 

No Uruguai, a Conaprole preparou para o Dia Mundial do Leite várias palestras sobre qualidade, infância, trabalho, e o papel da indústria de lácteos do Uruguai na economia e na sociedade. As celebrações iniciam hoje e permanecerão durante o final de semana. Hoje, a abertura do evento é feita por organizações governamentais e internacionais, e contará com convidados especiais. No sábado e no domingo, o evento será aberto ao público e haverá uma cerimônia de encerramento no domingo. O evento contará com shows, jogos associados ao leite, além de exposições de produtos, maquinários, grupos de discussão, vídeos etc. No domingo, haverá uma maratona entre os participantes, e no final da tarde, um concerto de música. 

No Chile, o Dia Mundial do Leite é comemorado com a doação de 200 quilos de leite em pó para cerca de 30 crianças carentes, feita pela Associação de Produtores de Leite da Província de Valdivia (Aproval - Leche A.G.), juntamente com a Cooperativa Agrícola e Leitera da União (Colun). Além disso, vários estudantes foram convidados a visitarem as instalações da empresa láctea Colun.  Dairy Outlook List (FAO), adaptado por Equipe MilkPoint)

 Maggi: Brasil é um lugar seguro para investimentos

O Brasil é um porto seguro para investidores, afirmou nesta terça-feira (31) o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), durante o Brasil Investment Forum 2017, em São Paulo. Organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em parceria com o Banco Interamericano de Investimentos (BID) e o governo federal, o evento reúne líderes políticos, empresários e acadêmicos para discutir novos negócios e oportunidades de investimentos no Brasil. O fórum foi aberto pelo presidente Michel Temer e vai até esta quarta-feira (31), quando Maggi participará de mesa redonda sobre o agronegócio.

De acordo com Maggi, o país tem necessidade de investimentos em diferentes setores. Entre eles, destacou o agronegócio e a área de infraestrutura. "Queremos atrair investimentos cada vez mais". Segundo o ministro, o Brasil tem vários projetos prontos que só dependem de investimento para sair do papel. Ele acredita que investidores nacionais e estrangeiros podem contribuir para impulsioná-los. (As informações são do Mapa)

                                                                          

Leite/NZ - Recuperação do leite é básico para crescimento da região
A recuperação dos preços dos produtos lácteos está interligado com o crescimento da região de Manawatu-Whanganui. Os dados regionais divulgados pelo banco ASB mostram que a região é a que apresentou a maior melhora dos 16 conselhos regionais da Nova Zelândia. Foi o crescimento mais significativo no primeiro trimestre do ano, saltando 9 pontos no ranking, saiu do 13º e chegou ao 4º. O economista chefe do ASB, Nick Tuffley disse que o aumento dos preços do produtos lácteos impulsionam o crescimento. "A recuperação da renda do setor lácteo emparelhou com outros produtos primários, e foi positivo para Manawatu-Whanganui", disse lei. No aspecto econômico Nelson continua na liderança, graças a setores em crescimento, como turismo, horticultura e viticultura, mas Auckland, no 13º lugar, está fora do normal, e representa restrições à capacidade industrial. A economia da Northland teve uma surpreendente recuperação na atividade depois de ficar dois trimestre em queda,ocupando o segundo lugar, e empurrando Waikato para o terceiro. Southland e Canterbury ficaram no final do ranking. A avaliação do ASB utiliza os dados dos últimos trimestre, e classifica o desempenho de 16 áreas. As regiões com crescimento mais acelerado ganham as avaliações maiores, e um bom desempenho na economia nacional eleva a classificação geral. Entre os itens avaliados estão o emprego, construção, varejo e preço de casas. (NZ Herald - Tradução livre: Terra Viva)
 
 

Antes do final da tarde desta quarta-feira (31/5), véspera da realização do 4º Fórum Itinerante do Leite, em Palmeira das Missões (RS), as inscrições para o evento já estavam esgotadas. O sucesso do encontro é comprovado pelo número de interessados em participar dos debates, palestras e oficinas: 1.800 pessoas inscritas, entre produtores rurais, representantes da indústria e técnicos ligados ao setor. Ao todo, o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do RS (Sindilat) espera receber 2 mil pessoas. O fórum ocorre das 8h às 16h na Escola Técnica Estadual Celeste Gobbato.

O 4º Fórum Itinerante do Leite ocorre no Dia Mundial do Leite, celebrado nesta quinta-feira (1/6). Aproveitando a data, a ideia é esclarecer dúvidas referentes ao consumo dos produtos derivados do leite, abordando mitos e verdades que envolvem o assunto. Para o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o encontro também será uma oportunidade para ampliar o debate sobre a competitividade, melhoria da produção e exportação. Entre as atividades práticas, estão previstas oficinas sobre produção de leite e gestão da propriedade, nutrição e reprodução, sucessão familiar e agregação de valor.

O evento contará com transmissão ao vivo pelo Canal Rural. Na ocasião, será oferecido carreteiro de charque sem custo aos participantes. A programação completa do 4º Fórum Itinerante do Leite e outras informações estão disponíveis no site do Sindilat (http://www.sindilat.com.br/).

 

Foto: Carolina Jardine

 

O leite Languiru tem novidade em suas embalagens. Por meio de parceria firmada com a SIG Combibloc, uma das líderes mundiais na fabricação de sistemas de envase e embalagens cartonadas, a cooperativa de Teutônia traz ao mercado uma linha de produtos lácteos em que o consumidor poderá acompanhar o processo de qualidade desde a captação da matéria-prima até a industrialização e comercialização do leite.

A solução digital desenvolvida pela SIG Brasil utiliza um QR Code exclusivo por embalagem e outro por caixa, além de um código de barra por pallet, todos impressos durante a fabricação dos produtos lácteos na Languiru. “A Cooperativa Languiru sempre primou pela qualidade de seus produtos. O leite Languiru conta com esse reconhecimento local e nacional. O segmento do leite representa cerca de 28% do faturamento bruto da cooperativa, e a utilização desta nova tecnologia nas embalagens UHT nos permite mostrar aos consumidores que o leite Languiru é diferenciado”, destacou o presidente da cooperativa, Dirceu Bayer. “A SIG entendeu nossa demanda e desenvolveu um projeto sob medida para a Languiru, exatamente para demonstrar essa qualidade e assim agregar valor a nossa marca”, completou o vice-presidente da cooperativa, Renato Kreimeier. O QR Code estará disponível para os leites Languiru em embalagem UHT integral, desnatado, semidesnatado, zero lactose e bebida láctea UHT com chocolate.

A Languiru também passa a ter um sistema de rastreabilidade totalmente automatizado. “De forma cirúrgica, a nossa solução possibilita um verdadeiro ‘raio x’ de toda a industrialização e distribuição. Com isso, a Languiru consegue localizar cada uma de suas embalagens em qualquer ponto da cadeia de valor”, comenta o diretor-presidente da SIG Combibloc Américas, Ricardo Rodriguez. O sistema permite ainda o monitoramento completo das linhas de produção para otimizar o gerenciamento da planta por meio de uma ferramenta específica de inteligência de informação.

Foto: Vania Delpoio

 

Porto Alegre, 31 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.510

 

Fórum Itinerante do Leite tem inscrições esgotadas

Antes do final da tarde desta quarta-feira (31/5), véspera da realização do 4º Fórum Itinerante do Leite, em Palmeira das Missões (RS), as inscrições para o evento já estavam esgotadas. O sucesso do encontro é comprovado pelo número de interessados em participar dos debates, palestras e oficinas: 1.800 pessoas inscritas, entre produtores rurais, representantes da indústria e técnicos ligados ao setor. Ao todo, o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do RS (Sindilat) espera receber 2 mil pessoas. O fórum ocorre das 8h às 16h na Escola Técnica Estadual Celeste Gobbato.

O 4º Fórum Itinerante do Leite ocorre no Dia Mundial do Leite, celebrado nesta quinta-feira (1/6). Aproveitando a data, a ideia é esclarecer dúvidas referentes ao consumo dos produtos derivados do leite, abordando mitos e verdades que envolvem o assunto. Para o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o encontro também será uma oportunidade para ampliar o debate sobre a competitividade, melhoria da produção e exportação. Entre as atividades práticas, estão previstas oficinas sobre produção de leite e gestão da propriedade, nutrição e reprodução, sucessão familiar e agregação de valor.

O evento contará com transmissão ao vivo pelo Canal Rural. Na ocasião, será oferecido carreteiro de charque sem custo aos participantes. A programação completa do 4º Fórum Itinerante do Leite e outras informações estão disponíveis no site do Sindilat (http://www.sindilat.com.br/). (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 

Languiru lança nova tecnologia para embalagem

O leite Languiru tem novidade em suas embalagens. Por meio de parceria firmada com a SIG Combibloc, uma das líderes mundiais na fabricação de sistemas de envase e embalagens cartonadas, a cooperativa de Teutônia traz ao mercado uma linha de produtos lácteos em que o consumidor poderá acompanhar o processo de qualidade desde a captação da matéria-prima até a industrialização e comercialização do leite. 

A solução digital desenvolvida pela SIG Brasil utiliza um QR Code exclusivo por embalagem e outro por caixa, além de um código de barra por pallet, todos impressos durante a fabricação dos produtos lácteos na Languiru. "A Cooperativa Languiru sempre primou pela qualidade de seus produtos. O leite Languiru conta com esse reconhecimento local e nacional. O segmento do leite representa cerca de 28% do faturamento bruto da cooperativa, e a utilização desta nova tecnologia nas embalagens UHT nos permite mostrar aos consumidores que o leite Languiru é diferenciado", destacou o presidente da cooperativa, Dirceu Bayer. "A SIG entendeu nossa demanda e desenvolveu um projeto sob medida para a Languiru, exatamente para demonstrar essa qualidade e assim agregar valor a nossa marca", completou o vice-presidente da cooperativa, Renato Kreimeier. 

O QR Code estará disponível para os leites Languiru em embalagem UHT integral, desnatado, semidesnatado, zero lactose e bebida láctea UHT com chocolate. A Languiru também passa a ter um sistema de rastreabilidade totalmente automatizado. "De forma cirúrgica, a nossa solução possibilita um verdadeiro 'raio x' de toda a industrialização e distribuição. Com isso, a Languiru consegue localizar cada uma de suas embalagens em qualquer ponto da cadeia de valor", comenta o diretor-presidente da SIG Combibloc Américas, Ricardo Rodriguez. O sistema permite ainda o monitoramento completo das linhas de produção para otimizar o gerenciamento da planta por meio de uma ferramenta específica de inteligência de informação. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 

USDEC mantém previsões de alta para produção de leite da União Europeia

A União Europeia (UE) reportou seu primeiro aumento na produção de leite em quase um ano. O Conselho de Exportações de Lácteos dos Estados Unidos (USDEC) espera que a tendência continue. O aumento foi de 3 mil toneladas e tecnicamente, essa quantia é menor que 1% em relação aos níveis de produção de leite de março. Porém, o USDEC prevê que o crescimento recente se perpetuará ao longo deste ano.

Os resultados variaram de acordo com o país, mas os membros da UE que estavam para trás apresentaram uma melhoria significativa nos primeiros três meses de 2017. De acordo com dados do USDEC, a recuperação da UE está sendo liderada pela Polônia e pela Irlanda, com a produção do primeiro trimestre aumentando 3,5% e 1,1%, respectivamente, com o maior aumento ocorrido entre fevereiro e março para o trimestre. O USDEC prevê que a Polônia e a Bélgica deverão alcançar um pico de produção no final de 2017. A Espanha e a Itália também registraram ganhos de produção em março e o Reino Unido vem se aproximando de um ponto de equilíbrio.

A Alemanha e a França (os maiores produtores de leite da UE) registaram declínios de 2% e 1% na produção de leite nos primeiros três meses do ano, uma tendência que provavelmente continuará devido ao clima úmido de inverno que afetou a região até meados de maio, segundo o USDEC. "Estamos, de fato, mais otimistas sobre a produção de leite na UE do que as atuais previsões da Comissão Europeia, de um aumento de 0,6% para o ano", disse o USDEC.

"Nós esperamos um crescimento superior a 2% no segundo semestre - um aumento anual de quase 300 mil toneladas de leite por mês - elevando o total de 2017 a um ganho de 1%".

EUA 
As exportações de produtos lácteos dos EUA experimentaram ganhos significativos de 14% em volume para o primeiro trimestre de 2017, os maiores resultados do primeiro trimestre desde 2014. O USDEC prevê que os EUA aumentarão suas exportações totais de 15% para 20% do total da oferta de leite dos Estados Unidos, em grande parte direcionada pela forte demanda por queijo na Ásia, México e Oriente Médio. (As informações são do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)
  

 
VACINAÇÃO DA AFTOSA É PRORROGADA
A campanha de vacinação de bovinos e bubalinos contra a febre aftosa no Rio Grande do Sul, que terminaria hoje, foi prorrogada até o dia 16 de junho - por conta do alto volume de chuva registrado em maio. O pedido, feito pela Secretaria Estadual da Agricultura ainda na semana passada, foi confirmado ontem pelo Ministério da Agricultura. - O deslocamento de pecuaristas para compra das vacinas foi prejudicado pelas condições do tempo, choveu quase 500 milímetros em algumas regiões - diz Grazziane Rigon, veterinária do programa de prevenção à febre aftosa da Secretaria Agricultura. (Zero Hora)
 
 
 
 

O Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do RS (Sindilat/RS) comunica, com grande pesar, o falecimento, aos 56 anos, do executivo da Italac Lenormand Eugênio da Silva, ocorrido nesta terça-feira, dia 30 de maio. 

O velório será realizado nesta quarta-feira (30/5) assim que o corpo chegar em Uberlândia (MG), com horário previsto para às 8h, na Paz Universal Serviços Póstumos (Rua Curitiba, nº 575, bairro Aparecida - Uberlândia). O sepultamento está marcado para às 17h, no cemitério Campo do Bom Pastor.

A diretoria do Sindilat lamenta o falecimento e presta sua solidariedade aos familiares e amigos do companheiro.

Nota de pesar
 
O Sindicato da Indústria de Laticínios e Derivados do RS (Sindilat) comunica, com grande pesar, o falecimento, aos 56 anos, do executivo da Italac Lenormand Eugênio da Silva nesta terça-feira, dia 30 de maio. 
 
O velório será realizado nesta quarta-feira (30/5) assim que o corpo chegar em Uberlândia (MG), com horário previsto para às 8h, na Paz Universal Serviços Póstumos. O sepultamento está marcado para às 17h, no cemitério Bom Pastor.
 
A diretoria do Sindilat lamenta o falecimento e presta sua solidariedade aos familiares e amigos do companheiro.

Porto Alegre, 30 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.510

 

Nota de pesar pelo falecimento de Lenormand da Silva

O Sindicato da Indústria de Laticínios e Derivados do RS (Sindilat) comunica, com grande pesar, o falecimento, aos 56 anos, do executivo da Italac Lenormand Eugênio da Silva nesta terça-feira, dia 30 de maio. O velório será realizado nesta quarta-feira (31/05) assim que o corpo chegar em Uberlândia (MG), com horário previsto para às 8h, na Paz Universal Serviços Póstumos. O sepultamento está marcado para às 17h, no cemitério Campo do Bom Pastor. A diretoria do Sindilat lamenta o falecimento e presta sua solidariedade aos familiares e amigos do companheiro. (Sindilat)

 
 

Italac oficializa investimento de R$ 117 milhões no Rio Grande do Sul

 A empresa Goiasminas, detentora da marca Italac, investirá R$ 117 milhões nas duas fábricas e nos dois postos de captação que operam no Rio Grande do Sul. Desde total, R$ 75 milhões serão destinados à ampliação da unidade de Passo Fundo, que passará a produzir leite condensado. O recurso será aplicado na construção de novos pavilhões e na aquisição de máquinas e equipamen¬tos para aumentar a produção. O anúncio foi feito pelo presidente da Italac, Cláudio Teixeira, em ato realizado na manhã de ontem na fábrica, que contou com a presença do governador José Ivo Sartori. 

"Os investimentos anunciados hoje (ontem) são resultado de um círculo virtuoso: decisão, pla-nejamento, ação, caminho para o desenvolvimento social e eco¬nômico da região e do Estado. É prova de confiança no Rio Grande do Sul. Mesmo num cenário com incertezas, o Estado segue atraindo investimentos que geram emprego, renda e impulsionam o crescimento no campo e na cidade. É disso que precisamos cada vez mais: de gente que constrói o Rio Grande que dá certo", saudou Sartori. 
O investimento servirá para modernizar todos os equipamentos da base para ampliar a produção. "Passo Fundo passará a produzir leite condensado, somando-se à produção de Tape¬jara. Com a ampliação, dobrará a capacidade produtiva no Rio Grande Sul", afirmou Teixeira. O presidente do grupo informou ainda que 30% da produção da Italac sai do Rio Grande do Sul. "Não vamos parar de investir no Estado. Hoje, a Italac também é uma empresa gaúcha. " 

Em março de 2016, o gover¬no do Estado concedeu crédito presumido (Decreto nº 52.955/16) para melhorar a competitividade do leite condensado produzido no Rio Grande do Sul, beneficiando empresas que fabricam o produto. Todas as unidades gaúchas da empresa receberam investimentos: os dois postos de capta¬ção de leite (Crissiumal e Giruá) e as unidades fabris de Passo Fundo e Tapejara. A conclusão da ampliação está prevista para se¬tembro deste ano e deve gerar 100 empregos diretos. (Jornal do Comércio)

Aumentou a entrega de leite - Uruguai

Uruguai - O Instituto Nacional do Leite (INALE) informou que em abril a captação de leite foi de 128,4 milhões de litros, o que implica em um crescimento de 8,8% em relação a abril de 2016. No ano, o aumento foi de 2,8%. De janeiro de abril de 2017 foram captados 523,7 milhões de litros de leite. 
O gráfico elaborado pelo INALE destaca o fato de que a recepção de leite continua nitidamente inferior à de 2015. (valorsoja - Tradução livre: Terra Viva)

 

 

 

Fonterra aumenta previsão de pagamento pelo leite

A Fonterra Co-operative Group aumentou sua previsão de pagamento pelo leite para 2016/17 em 15 centavos (10,52 centavos de dólar), para NZ$ 6,15 (US$ 4,31) por quilo de sólidos do leite - equivalente a NZ$ 0,51 (US$ 0,35) por quilo de leite.

O presidente, John Wilson, disse que o aumento reflete os fortes fundamentos que suportam os mercados mundiais de lácteos. "Os preços mundiais dos produtos lácteos aumentaram nos últimos meses e, à medida que chegamos ao final da estação, temos mais visibilidade e certeza, o que nos deixa confiantes em nossa posição". 

A Fonterra também confirmou sua previsão de lucro por ação de 45 a 55 centavos (31,58 a 38,60 centavos de dólar) para o ano fiscal de 2017, já que continua visando um dividendo anual de 40 centavos (28,07 centavos de dólar) por ação. "Alguns dos desafios que enfrentamos no terceiro trimestre poderiam continuar, mas o negócio está comprometido com um quarto trimestre forte, particularmente em vendas de ingredientes. Isso significa que fomos capazes de confirmar a faixa de lucros por ação".

"A maior previsão no preço do leite (Farmgate Milk Price), de NZ$ 6,15 (US$ 4,31) por quilo de sólidos do leite, e a meta de dividendo, de 40 centavos (28,07 centavos de dólar) por ação dá uma previsão de pagamento em dinheiro de NZ$ 6,55 (US$ 4,59) por quilo de sólidos do leite [equivalente a NZ$ 0,55 (US$ 0,38) por quilo de leite] para o produtor, o que é uma boa notícia para os nossos produtores e suas comunidades".

Em mais um sinal de confiança nas perspectivas de mercado para os produtos lácteos, a cooperativa prevê um preço melhor do leite ao produtor, de NZ$ 6,50 (US$ 4,56) por quilo de sólidos do leite [equivalente a NZ$ 0,54 (US$ 0,37) por quilo de leite] para a estação de 2018. A previsão de margem de lucro para o exercício de 2018 será anunciada no início de agosto. "O aumento na previsão do preço do leite para a atual estação e a melhor previsão para 2017/18 serão boas notícias para os nossos produtores, após duas estações desafiadoras".

"A produção mais forte em março e abril compensou parcialmente a menor produção de leite e as captações agora devem cair 3% para a estação, um resultado muito melhor para os nossos produtores do que o previsto no início do ano".

Desempenho no terceiro trimestre
A receita da Fonterra de NZ$13,9 bilhões (US$ 9,75 bilhões) nos primeiros nove meses de 2016/17 aumentou 8% com relação ao mesmo período do ano anterior, como resultado do aumento nos preços do leite.

"Nossa estratégia de volume e de valor continua impulsionando nosso desempenho nos negócios de Ingredientes, Consumo e Food Service", disse o CEO da Fonterra, Theo Spierings. "As margens na maioria dos nossos negócios são semelhantes às do ano passado, e transferimos mais 350 milhões litros equivalentes em leite fluido para produtos de maior valor no ano até o momento. Os volumes de Consumo e Food Service na Grande China em particular cresceram 40% no período.

"Estamos no caminho certo para superar nosso objetivo de mover 400 milhões de litros equivalentes em leite fluido adicionais para produtos de maior valor até o final do ano. As condições climáticas do outono melhores do que o esperado resultaram em mais leite no final da estação, o que combinado com preços mais elevados do leite é uma boa notícia para a cooperativa".

Os desafios sinalizados anteriormente, incluindo retornos dos fluxos de produtos e pressão sobre as margens, tiveram um impacto maior do que o esperado no terceiro trimestre. "A redução da diferença de preço relativo entre os produtos de referência e os não referência reduziu a rentabilidade geral em nosso negócio de ingredientes", disse Spierings.

"Continuamos administrando nossos custos firmemente, com despesas operacionais para os nove meses abaixo de 4%. Eficiências e melhorias no capital de giro estão em andamento, e as despesas de capital estão de acordo com as expectativas e, cair/reduzir em 2017/18". 

O presidente, John Wilson, disse que a cooperativa está bem colocada para entregar bons resultados durante o resto do ano para seus produtores. "Embora haja trabalho a ser feito no último trimestre, a perspectiva de ganhos continua alcançável, e estamos empenhados em oferecer o melhor resultado para nossos produtores". 

Em 25/05/17 - 1 Dólar Neozelandês = US$ 0,70185 
1,42446 Dólar Neozelandês = US$ 1 (Fonte: Oanda.com) (As informações são da Fonterra, traduzidas pela Equipe MilkPoint)

 
Prejuízo aos Argentinos
Prejuízos/AR - Fortes chuvas vêm devastando terras em Corrientes, na Argentina. A província vizinha ao Rio Grande do Sul estava, até o final da semana passada, com 2,5 milhões de hectares alagados ao norte, com 1 milhão completamente embaixo d'água, segundo notícia divulgada pelo portal La Nación.O governo provincial comunicou que mais de 50 mil cabeças de gados morreram apenas na última semana, mas informações da região dão conta de que a perda total é bem superior. A região vem enfrentando inundações cíclicas, o que provocou inclusive a diminuição do número de bovinos em Corrientes. (Agronovas)
 
 

Porto Alegre, 29 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.509

 

Queijos para aguçar todos os paladares

Indústrias gaúchas apostam na diversificação dos derivados do leite para conquistar os consumidores
Com 80% da produção ainda destinada para leite UHT e em pó, as indústrias gaúchas buscam aumentar o valor dos produtos investindo nos derivados -- menos suscetíveis à variação de preço. A principal aposta são os queijos, especialmente os finos (maturados) -- que conquistam os consumidores pelo sabor e pelo aroma mais apurados.

-- O custo maior de produção é compensado pelo preço superior do produto, que também sofre menos oscilações de mercado -- explica Alexandre Guerra, presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado (Sindilat).

Hoje, existem mais de 50 tipos de queijo no mercado -- de light, zero lactose a versões com ervas finas e temperados -- produzidos por diferentes marcas. Boa parte deles foram levados ao Pub do Queijo, espaço inédito criado na 40ª Expoleite e 13ª Fenasul, que vai até este domingo no parque Assis Brasil, em Esteio.

-- O queijo não é só para alimentação, mas também para atender às necessidades de diferentes tipos de consumidor -- diz Guerra.

Os nobres, normalmente maturados por meses, respondem ainda por apenas 10% das vendas gerais do produto -- concentradas nos tipos prato e muçarela, que representam mais de 70% do mercado. Com 13% da produção nacional de leite, 4,6 bilhões de litros por ano, o Rio Grande do Sul quer ser reconhecido como um grande produtor de queijo. Para isso, a qualidade do leite é fundamental.

-- Um leite ruim não faz um queijo bom. A quantidade de sólidos é muito importante -- destaca Letícia Cappiello, veterinária e consultora de qualidade.

indústrias tecnificadas

A especialista explica que o sabor, o aroma e a consistência dos queijos dependem também do tempo de maturação e das culturas lácteas (bactérias) adicionadas. Normalmente, os maturados têm menos umidade, mais gordura e proteína, explica Letícia:

-- As indústrias estão se tecnificando cada vez mais para aumentar a qualidade dos derivados.

E, ao contrário do senso comum, a maioria dos queijos não tem lactose. A alergia ao leite é provocada pela caseína, proteína do tipo fosfoproteína encontrada no leite fresco. (Zero Hora)

 

 
Qualidade reconhecida em concurso leiteiro

A alta qualidade do leite produzido pela família Ferraboli, de Anta Gorda, no Vale do Taquari, faz com que 100% da produção seja destinada para produção de queijo. Com 130 vacas, das quais 55 em lactação, o produtor Paulo Ferraboli, 52 anos, consegue manter rendimento parelho do rebanho com investimentos em genética e nutrição -- além do trabalho comprometido de toda a família.

-- O leite tem mais gordura. Com isso conseguimos preço melhor na indústria -- diz Ferraboli.

Na última quinta-feira, a qualidade do plantel foi reconhecida no concurso leiteiro da 40ª Expoleite e 13ª Fenasul, em Esteio. A vaca 266 Damasco, criada na propriedade dos Ferraboli, ganhou o primeiro lugar entre as competidoras adultas. A fêmea alcançou rendimento de 73,3 quilos de leite em três ordenhas. O mesmo animal foi vencedor do concurso realizado na Expointer em 2016, na categoria jovem.

-- Na Fenasul do ano passado perdermos por 10 gramas. Agora, o prêmio não escapou -- conta o filho Diogo Ferraboli, de 23 anos. (Zero Hora)

RECORDE NA PANELA

Do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, saiu um novo recorde brasileiro. Uma das atrações das reformuladas Expoleite e Fenasul, o maior arroz de leite do país foi para a panela no sábado. Na receita, foram 165 quilos de arroz, 1,26 mil litros de leite, 505 quilos de leite condensado, quatro quilos de canela em pau, um quilo de cravo e nove quilos de canela em pó. O rendimento foi de 6 mil porções.

O que também fez sucesso nesta edição foi o Pub do Queijo. Segundo o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados (Sindilat-RS), 400 pessoas passaram pelo local, consumindo cerca de cem quilos de queijos.

- Acertamos no formato e no foco. Acho que foi um ótimo começo. O que atrapalhou um pouco a vinda do público foi o tempo ruim - afirma Ernani Polo, secretário de Agricultura. (Zero Hora)

Feira deve repetir novo formatoem2018

Encerradas ontem, no Parque Assis Brasil, em Esteio, a 40ª Expoleite e 13ª Fenasul devem ser avaliadas, nos próximos dias, pelas entidades envolvidas na organização. O que já se sabe é que, na próxima edição, deve ser mantido o novo formato, que trouxe atrações para aproximar o público urbano, com foco nos derivados do leite. "A única dificuldade foi o clima, porque teve chuva do início ao fim", disse o secretário da Agricultura, Ernani Polo. O arroz de leite preparado no sábado, com 180 quilos de arroz e 1,3 mil litros de leite, e distribuído aos visitantes, foi um dos destaques. O doce foi certificado pela Rank Brasil como o maior já produzido no país. Outra atração foi o Pub do Queijo que, segundo o Sindilat, recebeu cerca de 280 pagantes. A ideia é repetir a experiência na Expointer. 

O presidente da Gadolando, Jorge Fonseca da Silva, avaliou como positivo o novo formato. "Talvez os expositores não tiveram os resultados desejados devido à crise, mas temos que manter estes moldes e aprimorar", considera. O desempenho da Feira de Terneiros, no sábado, foi comemorado. Foram vendidos todos os animais - 787 -, somando R$ 995,8 mil e superando as médias da temporada. "Os preços foram altamente positivos, tendo em vista o momento que vive a pecuária. Foi bom para quem comprou, pela qualidade dos animais, e para quem vendeu", disse o presidente da Comissão de Exposições e Feiras da Farsul, Francisco Schardong. A média dos terneiros foi de R$ 5,94 kg/vv. As terneiras ficaram em R$ 4,80, e as novilhas prenhas, R$ 5,36. (Correio do Povo)

 
 
Redução de juros do Plano Safra frustra expectativas

Em meio às turbulências que ameaçam sua própria sobrevivência política e em busca por boas notícias, o presidente Michel Temer decidiu que lançará pessoalmente o Plano Safra 2017/18 no dia 5 de junho. Pretende novamente acenar ao agronegócio, um dos setores mais fiéis ao seu governo e que ainda lhe garante algum apoio. Como antecipou o Valor, no novo pacote de crédito o governo decidiu garantir juros mais baixos, de até 6,5% ao ano, e um volume total de recursos a juros controlados da ordem de R$ 184 bilhões, mesmo patamar colocado à disposição dos agricultores e pecuaristas do país na atual temporada (R$ 183,9 bilhões), que terminará em 30 de junho. 

O aceno, entretanto, talvez não seja tão bem recebido como o governo espera. Representantes do setor até reconhecem o esforço da equipe econômica nas últimas semanas para entregar um Plano Safra com taxas de juros em média um ponto percentual menores para os financiamentos agrícolas. Mas queriam uma redução menor, tendo em vista as quedas da inflação e da taxa básica Selic nos últimos meses. Já está definido, por exemplo, que as taxas das operações de custeio recuarão para 8,5% ao ano, enquanto as de investimento serão de 7,5% ¬ exceto PCA (armazenagem) e Inovagro (inovação), que terão juros menores, de 6,5%. Nesse contexto, antes mesmo do anúncio oficial do novo Plano Safra desenhado para a agricultura empresarial, produtores rurais de todo país já reagem à redução dos juros, que consideraram pequena. Como também informou o Valor, o setor pressionava por reduções de pelo menos dois ou três pontos percentuais. "Na última conversa que tivemos com o Ministério da Agricultura e com o Tesouro Nacional, soubemos que a taxa do custeio iria recuar para 8,5% ao ano. Não é o que a gente queria, já que pedimos 6,5%", afirmou Bruno Lucchi, superintendente técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Para Lucchi, o argumento colocado sobre a mesa pelo Tesouro, de que a nova lei do teto de gastos vai limitar o pagamento de equalização das taxas de juros do crédito agrícola a partir de 2017, é coerente com o discurso de austeridade fiscal do governo. 

Mas, na sua visão, se o problema realmente é orçamento, o governo deveria cuidar melhor da eficiência do gasto público, inclusive impondo a bancos públicos um "spread" menor nas operações de crédito rural. O Valor apurou que o Ministério da Agricultura até fez uma proposta formal para que o spread dos bancos nessa área ¬ que está em 3,8%, em média¬ fosse reduzido, mais isso depende de resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN). O "spread" é a diferença entre o custo do dinheiro captado pelo banco e o valor que a instituição cobra do tomador final do empréstimo. "A lógica toda era reduzir em pelo menos 3 pontos as taxas do Plano Safra, para ter coerência. Mas sabemos que isso infelizmente é impossível", afirma o presidente da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB). Já Endrigo Dalcin, presidente da Aprosoja¬MT, insiste que a redução das taxas de juros deveria ser maior, para diminuir a pressão sobre os custos de produção dos sojicultores do Estado ¬ que estão elevados, como apontam estimativas do Instituto Mato¬grossense de Econoimia Aplicada (Imea). Para tornar viável a redução média de um ponto percentual, Agricultura e Fazenda concordaram em reduzir os prazos de pagamento dos financiamentos de custeio de 24 para 14 meses, e de 15 para 10 ou 12 anos no caso das linhas de investimento. E ainda costuram uma Medida Provisória para que cerealistas também possam tomar crédito para armazenagem. (Valor Econômico)

 

 
Alternativa à falta de recursos
De segmentada à diversificada para atrair o grande público. Essa foi a mudança que se propuseram os organizadores da 40ª Expoleite e 13ª Fenasul. Com o término do evento, neste domingo, será possível saber se a estratégia deste ano deu certo.
Uma das novidades foi o Pub do Queijo, capitaneado pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do Estado (Sindilat-RS). O presidente da entidade, Alexandre Guerra, diz que está "sendo plantada uma semente": - Queríamos que as pessoas tivessem mais uma opção no parque. Se cair no gosto dos visitantes, a ação deverá ser repetida durante a 40ª Expointer. O Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas (Simers) participou pela primeira vez, com 12 empresas (foto). O fato é que depois de anos contando moedas para fechar as contas - são cerca de R$ 200 mil para organizar as feiras simultâneas -, se buscou junto à iniciativa privada alternativas para driblar as dificuldades financeiras do Estado, um dos promotores. Se for para entregar ao público e aos produtores um evento melhor, em que o setor consiga se reconhecer, a transformação terá valido a pena. Ainda falta muito para que se torne uma mini-Expointer, como sonham alguns representantes, mas é preciso começar por algum lugar. (Zero Hora)
 

O Dia Mundial do Leite, celebrado em 1º de junho, será marcado por debates, palestras e oficinas técnicas entre lideranças, autoridades, estudantes e produtores do setor lácteo no município de Palmeira das Missões (RS). Essa é a proposta do 4º Fórum Itinerante do Leite, que visa discutir projetos para fomentar a produção da bacia leiteira do Estado e esclarecer dúvidas referentes ao consumo dos produtos derivados do leite, abordando os mitos e as verdades que envolvem o assunto. Promovido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS), o evento acontecerá nas dependências da Escola Técnica Estadual Celeste Gobbato, das 8h às 16h, e contará com transmissão ao vivo pelo Canal Rural a partir das 9h. A expectativa é de reunir cerca de 1,5 mil pessoas.

 

Para o presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra, oportunizar esses encontros é a melhor forma de ampliar o debate sobre a competitividade. "Se queremos nos transformar em um Estado exportador, temos de melhorar a produção, tanto no que se refere aos animais nas propriedades, quanto nas demandas das indústrias", afirma, lembrando que o Rio Grande do Sul tem 95% dos seus municípios com famílias que produzem leite. "A partir do momento que unimos todas as categorias para discutir, obtemos resultados maiores", conclui.

A programação do 4º Fórum Itinerante do Leite reúne, no turno da manhã, palestrantes e debatedores que falarão, em um primeiro painel, sobre mercado, consumo e inovação. Na sequência, devem abordar o tema da gestão, produção e renda na atividade. Durante a tarde, seis oficinas técnicas serão realizadas com a participação de diversos especialistas da área. Cada participante poderá escolher uma das atividades no momento da inscrição, a qual poderá ser feita no site do Sindilat (www.sindilat.com.br). A entrada é gratuita, mediante inscrição prévia. Além disso, também está previsto um almoço com carreteiro de charque, sem custo aos participantes.

O fórum é uma promoção do Sindilat/RS, em parceria com Canal Rural, Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Estado do Rio Grande do Sul (Fundesa), Federação da Agricultura do Estado do RS (Farsul), Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do RS (Fetag-RS), Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi/RS), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e governo federal.

PROGRAMAÇÃO DO 4º FÓRUM ITINERANTE DO LEITE – MITOS E VERDADES
Escola Estadual Técnica Celeste Gobbato
Palmeira das Missões, RS
1° de junho de 2017

8h – CREDENCIAMENTO E RECEPÇÃO COM PRODUTOS LÁCTEOS

8h30min – SAUDAÇÕES AOS PARTICIPANTES

9h – ABERTURA OFICIAL DO FÓRUM

Luiz Carlos Cosmam, diretor da Escola Estadual Técnica Celeste Gobbato
Alexandre Guerra, presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat-RS)
Jorge Rodrigues, coordenador das comissões de Grãos e de Leite da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul)
Pedrinho Signori, secretário-geral da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado (Fetag-RS)
Rogério Kerber, presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa)
Fábio Branco, secretário Chefe da Casa Civil – RS 

9h45min – PAINEL: MERCADO, CONSUMO E INOVAÇÃO

Roberta Züge, médica veterinária, consultora e sócia da Ceres Qualidade
Neila Richards, professora de Tecnologia de Leite e Derivados da Universidade Federal de Santa Maria
Bruna Bresolin Roldan, engenheira de Alimentos da Emater-RS
Darlan Palharini, gerente-executivo do Sindilat-RS

10h45min – PAINEL: GESTÃO, PRODUÇÃO E RENDA

Wagner Beskow, pesquisador, consultor e sócio-diretor da Transpondo
João Pedro Velho, coordenador-adjunto da Pós-graduação em Agronegócios da UFSM
Alexandre Guerra, presidente do Sindilat-RS
Jorge Rodrigues, coordenador das comissões de Grãos e de Leite da Farsul
Pedrinho Signori, secretário-geral da Fetag-RS

12h – Encerramento do fórum ao vivo

12h15min – ALMOÇO (carreteiro de charque) – Entrada franca mediante inscrição antecipada

12h20min – Programa Mercado&Cia – Transmissão ao vivo pelo Canal Rural

13h45min – OFICINAS TÉCNICAS*

1 – PRODUÇÃO DE LEITE E GESTÃO DA PROPRIEDADE
Local: Ginásio de Esportes – 700 vagas
Coordenador: Valdir Sangaletti (Emater-RS)
Painelistas:
Wagner Beskow (Transpondo) – Renda e qualidade de vida com leite à base de pasto e suplementação
Cassiano De Pellegrin (produtor rural em Frederico Westphalen, RS)
Jeferson Figueiredo (Emater-RS)
Karla Oliz (Seapi-RS) – Lei do Leite
Representante das empresas de laticínios

2 – NUTRIÇÃO E REPRODUÇÃO DE VACAS EM LACTAÇÃO
Local: ao lado da sala de ordenha – 250 vagas
Coordenador: Marcos André Piuco (Escola Estadual Técnica Celeste Gobbato)
Denize Fraga (Unijuí) – Alternativas energéticas para dieta de vacas em lactação (Glicerina bruta)
Lígia Margareth Cantarelli Pegoraro (Embrapa Clima Temperado) – Doenças reprodutivas: prevenção e controle
André Thaler Neto (UDESC) – Manejo no período de transição
Representante das empresas de laticínios (Nestlé)

3 – COMPOST BARN NA INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA
Local: refeitório – 200 vagas
Coordenadora: Ione Maria Pereira Haygert-Velho (UFSM)
Pedro De Bortoli (produtor rural em Fortaleza dos Valos, RS)
Ari Busanello e Marcos Busanello (produtores rurais em Boa Vista das Missões, RS)
Jorge Rodrigues (Farsul)
Paulo Sérgio Gois Almeida (UFSM)
Raquel Breitenbach (IFRS – Campus Sertão) – Desafios gerenciais e rentabilidade no Compost Barn
Representante das empresas de laticínios (Piracanjuba)

4 – FERRAMENTAS DE INFORMÁTICA APLICADAS NA GESTÃO
Local: sala de aula – 50 vagas
Coordenador: Gabriel Nunes de Oliveira (UFSM)
Painelistas:
Ênio Giotto (UFSM) – Tecnologias de informação para gestão de propriedades leiteiras
Representantes da Secretaria da Agropecuária e Meio Ambiente de Vista Gaúcha, RS
Maurício Stochero (Emater-RS) – Ferramentas de gestão usadas pela Emater no Rio Grande do Sul)
Representante do Senar-RS Marcelino Colla Ferramentas usadas pelo Senar
Representante das empresas de laticínios (Lactalis)

5 – SUCESSÃO FAMILIAR NA ATIVIDADE LEITEIRA
Local: sala de aula – 50 vagas
Coordenadora: Tanice Andreatta (UFSM)
Painelistas:
Adriano Lago (UFSM) – Cooperativismo, mercados e sucessão
Rosani Marisa Spanevello (UFSM) – Sucessão geracional e atividade leiteira
Dulcinéia Haas Wommer (Emater-RS) – A sucessão familiar e a atividade leiteira na extensão rural
Representantes da Fetag-RS, da Ocergs e da Cotrisal
Representante das empresas de laticínios (CCGL)

6 – FORMAS DE AGREGAR VALOR AO LEITE
Local: auditório – 250 vagas
Coordenador: João Pedro Velho (UFSM)
Painelistas:
Roberta Züge (Ceres Qualidade) – Consumo
Ana Claudia Groff (SEAPI-RS) - Programa de Tuberculose e Brucelose
Neila Silvia Pereira dos Santos Richards (UFSM) – Mitos e verdades sobre lácteos
Luane E. Fagundes (Senai) - Mitos e verdades sobre lácteos
Representante das empresas de laticínios (Relat)

* Programação sujeita à alteração

A adesão dos laticínios à Associação de Logística Reversa de Embalagens (Aslore) foi uma das pautas da reunião mensal dos associados ao Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Rio Grande do Sul (Sindilat). O encontro ocorreu nesta sexta-feira (26/5) durante a Fenasul, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, alertou aos presentes sobre a necessidade de investir em ações que compensem o uso de embalagens nos laticínios. A preocupação com este engajamento deve-se ao fato de que, no Paraná, o Ministério Público já está intimando as indústrias que ainda não fazem parte do processo de logística reversa.

Os eventos técnicos promovidos pelo Sindilat no interior do Estado também foram tema da reunião dos associados, entre eles o Fórum Itinerante do Leite, que será realizado no dia 1º de junho, em Palmeiras das Missões, e o Simpósio do Leite, que ocorre nos dias 7 e 8 de junho, em Erechim.