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Porto Alegre, 19 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.503

 

 Sindilat faz ação neste sábado, em Esteio, para convidar público para a Fenasul

Com o objetivo de ampliar a participação da comunidade local na Fenasul, representantes do Sindicato das Indústrias de Laticínios (Sindilat) e da Prefeitura de Esteio irão se reunir na manhã deste sábado (20/5) na Rua Coberta, no Centro do município, para divulgar as atividades do evento. Na ocasião, o público poderá consumir achocolatados, além de interagir com uma vaca leiteira. O grupo estará reunido a partir das 10h.

O secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini, destaca que o diferencial da Fenasul deste ano é a realização de atividades para o consumidor. "A feira normalmente possui um viés agro, mas nós estamos querendo promover um contato mais direito com o público", ressalta Palharini, acrescentando que o engajamento da Prefeitura de Esteio junto à Comissão Organizadora da Fenasul foi fundamental para esta iniciativa.
A 13ª Fenasul, que ocorre entre os dias 24 e 28 de maio, no Parque de Exposições Assis Brasil, dará destaque aos derivados do leite, como manteiga, queijo, iogurte, creme de leite. Na programação, destaque para o PUB do Queijo, espaço que ofertará mais de 50 variedades de queijos e preparos harmonizados com vinhos e chopps artesanais. Será de 25 a 28 de maio, na Varanda da Farsul. O ingresso custa R$ 35,00. (Assessoria de Imprensa Sindilat)
  

 
Conseleite-SC divulga preços de referência do mês de maio

A diretoria do Conseleite-SC esteve reunida no dia 18 de maio em Joaçaba, para mais uma reunião entre produtores e indústrias. Os resultados apresentados pela Universidade Federal do Paraná apontaram queda de preço do leite UHT em maio, o que preocupa por ser o principal produto do mix. Mesmo com a queda de leite UHT os preços de referência apresentaram aparente estabilidade no leite padrão fechando em R$ 1,1743, ou seja, 0,42% acima de abril.

Outro assunto preocupante abordado novamente na reunião do Conseleite-SC  foi às importações. A balança comercial dos lácteos no mês de maio fechou com uma leve queda, abaixo de 50 milhões de dólares, porém ainda valores muito altos quando comparado há anos anteriores. 

Essas importações vêm principalmente do Uruguai. Para o Presidente do Sindileite-SC, Valter Antônio Brandalise, muito embora a indústria entenda a importância e a necessidade de adequação do setor à competitividade a nível mundial, é importante ficarmos atentos ao princípio da igualdade, para que indústrias e produtores possam ter condições de sobrevivência em um setor no qual os centavos fazem a diferença. A próxima reunião do Conseleite-SC será realizada em Joaçaba no dia 22 de junho de 2017. (As informações são da assessoria de Imprensa Sindileite-SC)

 

Quatro estados concentram quase 70% da produção de grãos do país

A concentração de produção agrícola no Mato Grosso, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás, que de acordo com levantamento da Conab representa 67% da safra nacional de grãos, se deve, segundo Sávio Pereira, secretário substituto de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, à alta tecnologia e a disponibilidade de terras nesses estados.

O último levantamento de safra, divulgado no último dia 11, indicou produção recorde de 232 milhões de toneladas. Em primeiro lugar, vem Mato Grosso, com 58 milhões de toneladas, em segundo, Paraná com 41,5 milhões, em terceiro, Rio Grande do Sul, com 35,3 milhões e, em quarto lugar, Goiás, com 22 milhões de toneladas. No caso do Mato Grosso, há variáveis relevantes, como a extensão de suas áreas de plantio pouco exploradas até poucos anos. E, ainda, propriedades com tamanho acima da média nacional e uso de tecnologia avançada.

No Paraná, há que se considerar a tradição agrícola, o alto nível de escolaridade e técnico dos produtores, que ajudam a alavancar a produtividade, disse Sávio Pereira. Já em Goiás, a localização próxima ao mercado consumidor é uma vantagem.

O secretário substituto da SPA destacou que o país tem hoje novo patamar de produção. "O plantio e a colheita de soja já nasceram sofisticados e mecanizados no Brasil. O cultivo começou nos anos 70 e se tornou muito lucrativo, forçando a melhoria de competitividade de outras culturas para não cederem áreas para a produção exclusiva de soja. Assim, a soja foi o principal vetor de modernização da agricultura no país", observou.

Uma das culturas mais afetadas pela introdução do cultivo de soja foi a do algodão. O algodão tradicional do Nordeste, arbóreo (dado em árvores) desapareceu, e os pequenos produtores de algodão do Paraná, também. "Todos os produtores de algodão no Brasil também produzem soja, mas nem todos produtores de soja são produtores de algodão", afirmou Sávio Pereira. Ele ainda observa, que essa produção é uma das mais sofisticadas e veio de um apêndice da soja. Produção essa que necessita de muita tecnologia e capital. E mais ainda: nos últimos anos, a produção de algodão está se concentrando na segunda safra, com produtividades que são 60% a 70% superior à dos Estados Unidos.

O secretário ainda destacou feijão, produto de alto consumo popular no Brasil. "A produção de feijão foi sofisticada de forma muito acelerada, com a terceira safra sendo totalmente irrigada, feita através de pivô central. Em meados da década de 1980, a produtividade do feijão atingia cerca de 450 quilos por hectare. Hoje, a produtividade média no país é de 1.076 quilos por hectare, sendo que no Centro-Oeste atinge 1.773 quilos por hectare", explicou.

Mesmo sendo promissor na produção agrícola, São Paulo não está na lista dos maiores produtores de grãos porque concentra o cultivo de produtos como café, cana de açúcar e laranja.

Nas últimas sete safras, a área plantada no país cresceu 13 milhões de hectares. Isso significou a incorporação média de 1,8 milhão ao ano nesse período. "O Brasil tem produtores sofisticados, que sabem usar as ferramentas para crescer e para ampliar sua produção", completou. (As informações são do Mapa)

 

 
Produção/UE 
Nos três primeiros meses de 2017, a captação de leite na União Europeia (UE) chegou a 27,78 milhões de toneladas, o que representa queda de 2,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, coincidindo com a previsão da Comissão Europeia em seu boletim sobre as tendências de curto prazo, apresentado no início de março. Na Espanha, neste primeiro trimestre, a captação caiu menos que a média da UE, (-1,2%). A grande maioria dos grandes produtores de leite da UE reduziram suas entregas: Alemanha (-4,4%); França (-4,2%), Dinamarca (-3,9%), Reino Unido (-3,2%), e Holanda (-0,5%). Cabe destacar, no entanto, aumentos na Polônia (+3,5%), e Itália (+1,1%). Se for analisada a captação dos últimos doze meses, em relação ao período anterior, alguns países registraram fortes aumentos, como a Holanda (+3,1%), Polônia (+1%), e Irlanda (+0,4%), diante de outras cifras negativas na França (-4%), Alemanha (-2,5%), e Espanha (-0,9%).   (Agrodigital - Tradução livre: Terra Viva)
 

Com o objetivo de aproximar as crianças da realidade do campo e mostrar a importância dos produtos lácteos para a saúde, será realizado um circuito de peças teatrais durante a Fenasul 2017, uma das maiores feiras do setor lácteo nacional no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A programação é uma realização do Sindicato das Indústrias de Laticínios do RS (Sindilat) em parceria com o Sistema Farsul e Fundesa.

A agenda inclui dois dias de apresentações. Na quinta-feira (25/5), o grupo teatral encenará a peça “Importância dos Lácteos em Contos”. Na sexta-feira (26/5) será a vez da famosa vaca Mimosa voltar a Esteio. Depois do sucesso na Expointer 2016, ela volta para encenar “Mimosa na Fenasul”. Nessas datas haverá quatro apresentações diárias, sendo duas pela manhã (9h10min e 10h30min) e duas à tarde (14h e 16h). A entrada é franca e são aguardadas excursões e escolas.

Segundo o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, é importante estimular a reflexão entre as crianças de forma lúdica sobre uma alimentação balanceada e nutritiva. “É quando somos pequenos que adquirimos hábitos alimentares saudáveis. A indústria e o setor lácteo têm a responsabilidade de mostrar os benefícios do leite às novas gerações”, pontuou.

PUB do Queijo
O Sindilat também participa da Fenasul 2017 com o PUB do Queijo, um projeto inovador de experimentação gastronômica. De 25 a 28 de maio, na Varanda da Farsul, no Parque de Exposições Assis Brasil, o espaço ofertará mais de 50 tipos de queijos e preparos harmonizados com vinhos, chopps artesanais e sucos naturais. O ingresso custa R$ 35,00 e dá direito a saborear os queijos e quitutes e a uma taça de vinho ou suco.

 

Decreto Nº 53538 DE 17/05/2017
Publicado no DOE em 18 mai 2017

Modifica o Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (RICMS).

O Governador do Estado do Rio Grande do Sul, no uso da atribuição que lhe confere o art. 82, V, da Constituição do Estado,

Decreta:

Art. 1º Com fundamento no disposto no Convênio ICMS 49/2017, ratificado nos termos da Lei Complementar Federal nº 24, de 07.01.1975, conforme Ato Declaratório CONFAZ nº 7, publicado no Diário Oficial da União de 27.04.2017, ficam introduzidas as seguintes alterações no Livro I do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto nº 37.699, de 26.08.1997:

ALTERAÇÃO Nº 4853 - No art. 9º:

a) o " caput " dos incisos VIII, IX, LII, LXXXIII, LXXXIX, CXIV e CXLVI passam a vigorar com a seguinte redação, mantida a redação de suas respectivas notas:

"VIII - saídas internas, no período de 6 de novembro de 1997 a 31 de outubro de 2017, das seguintes mercadorias:"

"IX - saídas internas, no período de 6 de novembro de 1997 a 31 de outubro de 2017, das seguintes mercadorias:"

...continuar lendo "Decreto Nº 53538 DE 17/05/2017"

As atualizações do Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa), que foram avaliadas e discutidas em reunião no dia 3 de maio, no auditório da Superintendência do Ministério da Agricultura (Mapa), em Porto Alegre (RS), estão disponíveis no site do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat/RS). O documento foi elaborado pelo Mapa e contém alterações determinadas pelo regulamento às indústrias lácteas.

São cerca de 120 novas regras que esclarecem, por exemplo, questões referentes aos produtos regidos pelo Sistema de Inspeção Federal (SIF). O decreto está dividido em 12 títulos e aborda desde disposições preliminares, no âmbito da aplicação, até as execuções finais e transitórias. As condições gerais dos estabelecimentos de leite e derivados são abordadas no título II, capítulo IV, em que há especificação sobre as normas de infraestrutura, dimensionamento, disposição, higienização e operacionalização de boas práticas de fabricação de produtos. O texto ainda aborda as regras de inspeção, registro de produtos, análises laboratoriais, além de especificar as multas e seus valores, entre outros pontos. 
 
 
 
Foto: Wavebreakmedia/iStock

Porto Alegre, 18 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.502

 

Sindilat disponibiliza alterações do Riispoa

As atualizações do Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa), que foram avaliadas e discutidas em reunião no dia 3 de maio, no auditório da Superintendência do Ministério da Agricultura (Mapa), em Porto Alegre (RS), estão disponíveis no site do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat/RS). O documento foi elaborado pelo Mapa e contém alterações determinadas pelo regulamento às indústrias lácteas.

São cerca de 120 novas regras que esclarecem, por exemplo, questões referentes aos produtos regidos pelo Sistema de Inspeção Federal (SIF). O decreto está dividido em 12 títulos e aborda desde disposições preliminares, no âmbito da aplicação, até as execuções finais e transitórias. As condições gerais dos estabelecimentos de leite e derivados são abordadas no título II, capítulo IV, em que há especificação sobre as normas de infraestrutura, dimensionamento, disposição, higienização e operacionalização de boas práticas de fabricação de produtos. O texto ainda aborda as regras de inspeção, registro de produtos, análises laboratoriais, além de especificar as multas e seus valores, entre outros pontos. 

CLIQUE AQUI para acessar o documento do Riispoa. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

  

 
Teatro infantil movimenta a Fenasul

Com o objetivo de aproximar as crianças da realidade do campo e mostrar a importância dos produtos lácteos para a saúde, será realizado um circuito de peças teatrais durante a Fenasul 2017, uma das maiores feiras do setor lácteo nacional no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. A programação é uma realização do Sindicato das Indústrias de Laticínios do RS (Sindilat) em parceria com o Sistema Farsul e Fundesa. 

A agenda inclui dois dias de apresentações. Na quinta-feira (25/5), o grupo teatral encenará a peça "Importância dos Lácteos em Contos".  Na sexta-feira (26/5) será a vez da famosa vaca Mimosa voltar a Esteio. Depois do sucesso na Expointer 2016, ela volta para encenar "Mimosa na  Fenasul".  Nessas datas haverá quatro apresentações diárias, sendo duas pela manhã (9h10min e 10h30min) e duas à tarde (14h e 16h). A entrada é franca e são aguardadas excursões e escolas.

Segundo o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, é importante estimular a reflexão entre as crianças de forma lúdica sobre uma alimentação balanceada e nutritiva. "É quando somos pequenos que adquirimos hábitos alimentares saudáveis. A indústria e o setor lácteo têm a responsabilidade de mostrar os benefícios do leite às novas gerações", pontuou.

PUB do Queijo
O Sindilat também participa da Fenasul 2017 com o PUB do Queijo, um projeto inovador de experimentação gastronômica. De 25 a 28 de maio, na Varanda da Farsul, no Parque de Exposições Assis Brasil, o espaço ofertará mais de 50 tipos de queijos e preparos harmonizados com vinhos, chopps artesanais e sucos naturais. O ingresso custa R$ 35,00 e dá direito a saborear os queijos e quitutes e a uma taça de vinho ou suco. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 
 
Entra em vigência o 'Programa Argentino de Qualidade do Leite'

Acaba de entrar em vigência o 'Programa Argentino de Qualidade do Leite', iniciativa público-privada que busca melhorar a competitividade da cadeia e capacitar os produtores de leite e profissionais envolvidos.

O programa contará com um fundo total de 6 milhões de pesos (US$ 385.839) para o desenvolvimento das ações realizadas e se instrumentará através de diferentes convênios que serão fechados com entidades do setor e acadêmicas.

Trata-se de uma iniciativa público-privada, impulsionada pelo Ministério de Agroindústria como parte de uma política do Estado que busca a melhora contínua da qualidade do leite.

As ações que serão realizadas são: 

- credenciamento de profissionais veterinários na implementação de planos de qualidade do leite; 
- estabelecimento de bem-estar animal e rotina de ordenha; 
- evitar perdas econômicas por problemas de qualidade; 
- realização de protocolos de tratamento com antibióticos; 
- planos de prevenção e controle de mastite. 

Além disso, serão realizadas capacitações aos produtores de leite sobre boas práticas de manejo, perdas econômicas por qualidade, manejo da informação e bem-estar animal. Também será criada uma Comissão Técnica, que será encarregada de propor e supervisionar as atividades que se derivem da aplicação do plano atual e da comunicação institucional.

"O Programa Argentino de Qualidade do Leite é a visão de um governo sobre uma Argentina que tem que se projetar ao mundo e oferecer produtos de alta qualidade. É um exemplo mancomunado entre os produtores, a indústria e toda a cadeia", disse o vice-secretário do setor leiteiro, Alejandro Sammartino.

Em 17/05/17 - 1 Peso Argentino = US$ 0,06431
15,5410 Peso Argentino = US$ 1 (Fonte: Oanda.com) (As informações são do Ministério da Agroindústria da Argentina, traduzidas pela Equipe MilkPoint)

Laticínio chinês de olho em mercados estrangeiros

Yili - A maior indústria de laticínios da China, Inner Mongolia Yili Industrial Group Co Ltd, disse que seus planos para o futuro vai em direção a mercados estrangeiros nos próximos três ou quatro anos. No último ano, a Yili alcançou vendas de 60,6 bilhões de Yuans (US$ 8,78 bilhões), e lucro líquido de 5,67 bilhões de yuan, aumento de 21,8% em relação ao ano passado. No primeiro trimestre de 2017 o lucro líquido já atingiu 1,74 bilhões de yuan. O vice-presidente da Yili, Xu Ke disse que o grupo agora é oitavo no ranking mundial. "Nosso objetivo é ficar entre os cinco maiores do mundo em futuro próximo e atingir vendas anuais de mais de 100 bilhões de yuan", disse Xu, acrescentando que a China ainda tem um singnificativo potencial de crescimento de consumo de leite. 

De acordo com a Associação das Indústrias de Laticínios da China, o atual consumo de leite no país é apenas a metade da média mundial, e um terço dos volumes médios da Ásia. Enquanto isso, a Yili está focando no exterior para consolidade sua liderança. O grupo anunciou recentemente que estava pretendo obter o controle total da principal marca de iogurte orgânico dos Estados Unidos, a Stonyfield, que também produz leite e creme, eé atualmente concorrente da francesa Danone. Nos últimos anos, a Yili vem expandindo seus investimentos e países e regiões que estejam relacionados com a iniciativa do "Cinturão e Rota". Em 2014, estabeleceu o maior centro de produção de leite na Nova Zelândia, chamado Yili Group Oceania Dairy Ltd, com um investimento de 3 bilhões de yuan, que produz, atualmente, 47 mil toneladas de fórmulas infantis por ano. 

Em março, a gigante da indústria de laticínios apresentou o projeto de expansão da segunda fase em seu centro na Nova Zelândia. Nesta segunda fase a Yili introduzirá a produção de leite UHT, leite em pó e outros produtos. A fábrica está localizada na pequena cidade de Waimate, onde a Yili tem 100 postos de trabalho, tornando-se um dos maiores empregadores da região. Além disso a empresa criou um programa de bolsa de estudos para financiar graduandos da universidade local, particularmente aqueles que estejam dispostos a seguir a carreita na pesquisa de laticínios, bem como os que estiverem dispostos a promoverem a comunicação entre a China e a Nova Zelândia. O presidente da Yili, Pan Gang, disse que a iniciativa "Cinturão e Rota" é um projeto visionários que já superou as expectativas iniciais. "Nossa base também é um exemplo do que pode ser alcançado com a visão, recursos e capital, chineses, a inovação da Nova Zelândia e a liderança mundial na agro-ciência e abundância natural de recursos", disse Pan. Ele disse que ao fazer parceria com os melhores agricultores, pesquisadores, acadêmicos e cientistas da Nova Zelândia, a Yili conseguiria avanços significativos em tecnologia de lácteos e alimentos. "Nós nos comprometemos com a Nova Zelândia no longo prazo, e, mesmo que os benefícios levem anos para se concretizarem, terá valido a pena esperar", acrescentou. (The Dairy Site - Tradução livre: Terra Viva)

 

Parque pronto para feiras
O Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, está pronto para receber a 13ª Fenasul e a 40ª Expoleite, no período de 24 a 28 de maio. O subsecretário do Parque, Sérgio Foscarini da Silva, explica que, mesmo que não tenham sido feitas obras desde a última Expointer, a estrutura está em perfeitas condições para receber os expositores. A entrada de animais começa na próxima segunda-feira. Neste ano, a programação conta com mostras de bovinos, caprinos, equinos, feira de agricultura familiar, festival de queijos, feira de terneiros e vaquilhonas e venda de máquinas. A Associação de Criadores de Gado Jersey do Rio Grande do Sul não vai participar do evento. Segundo a assessoria da entidade, não foi atingido o número mínimo de 50 animais para que o evento pontue para a raça. Entre os bovinos, neste ano, participam 115 animais da raça Holandês. Do dia 26 ao dia 28, também ocorre dentro do parque a Expofeira de Ovinos Coloridos e Ovinos de Carne. O número de inscritos ainda não foi divulgado.(Correio do Povo)
 

Porto Alegre, 17 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.501

 

  Alta de lácteos reduz competitividade da importação

Pela quinta vez seguida, o índice de preços dos lácteos negociados na plataforma Global Dairy Trade (GDT) registrou alta ontem. A cotação média dos lácteos no leilão ¬ que acontece quinzenalmente e é referência para os preços no mercado internacional ¬ subiu mais 3,2% na comparação com o pregão anterior, para US$ 3.313 por tonelada. A principal razão para a valorização recente é a redução na produção de matéria¬prima na Europa, após um período de aumento na oferta, segundo analistas. O preço do leite em pó integral registrou alta de 1,3%, para US$ 3.312 por tonelada no leilão de ontem. Com isso, a cotação voltou aos patamares históricos de US$ 3.300 no mercado internacional. As cotações do leite em pó desnatado, por sua vez, subiram 1%, para US$ 1.998 por tonelada, segundo dados da plataforma. Outro produto que registrou alta no pregão foi a manteiga, reflexo da escassez de oferta de gorduras lácteas no mercado mundial e da demanda crescente. 

A valorização foi de 11,2%, e a tonelada alcançou US$ 5.479. No caso da gordura láctea anidra, a alta foi de 8,2%, para US$ 6.631 por tonelada. Valter Galan, analista da MilkPoint, afirma que a Europa tem reduzido a produção de leite após uma elevação da oferta, que derrubou os preços. Esse fator tem dado sustentação às cotações, apesar dos estoques elevados de leite em pó desnatado no continente europeu, da demanda chinesa ainda hesitante e da produção crescente de leite nos Estados Unidos. Segundo ele, nesse ambiente de preços internacionais mais altos, as importações de lácteos perdem competitividade. E isso já se refletiu nas quantidades adquiridas no exterior pelo Brasil em abril passado. "Os volumes estão caindo porque está menos competitivo e há pouca oferta de leite no Mercosul", diz. O Brasil importa lácteos sobretudo de Argentina e Uruguai. Em abril, as importações brasileiras caíram 41% na comparação com o mesmo mês de 2016, para 100 milhões de litros equivalente¬leite, conforme dados da Secex, elaborados pela MilkPoint. Em março, já haviam sido 15% menores. Entre janeiro e abril, ainda há alta, de 17%, sobre o mesmo intervalo de 2016, para 503 milhões de litros equivalente¬leite. Diante do atual cenário global, não é possível dizer que o preço internacional dos lácteos "tenha fôlego para subir muito mais", observa Galan, acrescentando que as safras da Nova Zelândia e da Argentina começam em junho. (Valor Econômico)
 

 
Lácteos/NZ

A renda dos produtores de leite da Nova Zelândia aumentou no primeiro trimestre, puxada pelos produtos lácteos industrializados de um lado, e de outro, a queda no preço de insumos como petróleo e carvão. O índice dos produtores de leite subiu 1,4% no primeiro semestre, e atingiram crescimento anual de 4,1%, diz o Statistics New Zealand. O preço pago ao produtor, o PPI, subiu 0,8% no trimestre e 4,2% no ano. O Índice GDT dos preços subiu cerca de 112% desde a acentuada baixa de agosto de 2015, e está agora em seu mais alto nível desde junho de 2014, incluindo o leilão da noite passada.

A previsão da Fonterra para pagamento ao produtor nesta temporada é de NZ$ 6/kgMS, e a diretoria da cooperativa tem uma reunião marcada neste mês, quando deve anunciar as projeções dos pagamentos para a temporada de 2017/18. Em março de 2017 o preço do leite ao produtor, e os produtos lácteos industrializados aumentaram 49% e 22%, respectivamente. As indústrias pagaram 43% a mais, em um ano, pelo combustível, principalmente pela elevação nas cotações do óleo cru, disse Sarah Williams, gerente do departamento de preços e negócios. Isso mostra uma recuperação a partir de 2016, quando as indústrias pagavam o menor valor, em 13 anos, pelo combustível. (NZ Herald - Tradução livre: Terra Viva)

Seapi e Embrapa integram pesquisas

A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi) decidiu ontem que criará um Sistema Integrado de Pesquisa em parceria com as unidades da Embrapa. A ideia é readequar a pesquisa gaúcha, já que no final de 2016 foi extinta a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro). A proposta surgiu durante uma reunião, em Porto Alegre, com as chefias da Embrapa do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. "Vamos unificar forças, integrar áreas que atuam nos mesmos focos, misturar nossos pesquisadores com o pessoal da Embrapa. 

A nossa ideia converge com os objetivos da Embrapa", explica o secretário Ernani Polo. "O importante é entregar o melhor produto para quem está no campo", complementa. Ficou definido que, em 30 dias, a Seapi irá compartilhar com a Embrapa todas as informações sobre a estrutura de pesquisa que o Estado possui. A partir deste mapeamento e da consolidação da integração, Polo diz que será possível decidir qual parte da estrutura pertencente à antiga Fepagro o Estado vai querer manter ativa. "Hoje, temos cerca de 15 centros com trabalhos de pesquisa. Vamos deixar aqueles que são necessários e que vão produzir trabalhos importantes para o desenvolvimento agropecuário", promete. (Correio do Povo) 

Comitê cuidará de ações prévias à declaração do Brasil como livre de aftosa com vacinação

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) criou um comitê para preparar as ações destinadas a marcar a declaração do Brasil como país livre da febre aftosa com vacinação. A previsão é que o anúncio seja feito durante a reunião anual da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), marcada para maio de 2018, em Paris.

A certificação oficial pela OIE de que todo o território nacional é livre da doença, com vacinação, deve contribuir para ampliar e abrir novos mercados internacionais às carnes brasileiras. A primeira reunião do comitê do Mapa deverá ser realizada nas próximas semanas. Entre as suas atividades, está a elaboração de logomarca da Certificação do Brasil pela OIE. O comitê organizador foi criado por meio de portaria assinada pelo ministro Blairo Maggi e publicada na edição da última sexta-feira (12) do Diário Oficial da União.

Na reunião deste ano da OIE, que vai ocorrer entre 21 e 26 deste mês, em Paris, será tratada a ação global para reduzir a ameaça da resistência aos agentes antimicrobianos, além das expectativas de adesão do setor privado aos programas internacionais de saúde animal e desenvolvimento da pecuária. (As informações são do Mapa)

Intenção de consumo das famílias cresce na comparação anual

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 77,7 pontos em maio de 2017, em uma escala de 0 a 200. O aumento de 11,1% em relação ao mesmo período do ano passado é a terceira variação positiva consecutiva, fato que não ocorria desde 2012. Na comparação com abril, o indicador apresentou leve queda de 0,2%. "A confiança das famílias segue em trajetória positiva apesar da pequena queda mensal nos meses de abril e maio. A melhora nas expectativas das famílias se dá, principalmente, pelas notícias favoráveis à retomada da economia, como a desaceleração da inflação, a queda dos juros e a liberação de recursos de contas inativas do FGTS", aponta Juliana Serapio, assessora econômica da CNC, em nota.

EMPREGO
Ainda que acima da zona de indiferença (100 pontos), com 108,5 pontos, o componente Emprego Atual teve pequena queda de 0,1% em relação a abril. Na comparação anual, no entanto, teve elevação de 8,4%. O percentual de famílias que se sentem mais seguras em relação ao emprego atual é de 31,8%, ante 31,6% em abril. A preocupação das famílias em relação ao mercado de trabalho aparece no componente Perspectiva Profissional. Com 98,8 pontos, o subitem apresentou queda de 1,6% na comparação mensal. Em relação a maio do ano passado, teve aumento de 6,3%.

CONSUMO
O componente Nível de Consumo Atual teve variação anual positiva de 16,6% e aumento de 1,9% ante abril. Mesmo assim, a maior parte das famílias declarou estar com o nível de consumo menor do que o do ano passado (60,2%, ante 60,87% em abril). O item Perspectiva de Consumo registrou aumento de 0,5% em relação a abril e de 28,2% ante o mesmo período de 2016, a nona variação anual positiva desde agosto de 2014.

CRÉDITO RESTRITO
De acordo com a CNC, o crédito, ainda restrito e caro para os consumidores, impactou os resultados dos componentes ligados às compras a prazo. Apesar de o item Acesso ao Crédito, com 70 pontos, ter apresentado queda de 0,1% na comparação mensal, teve aumento de 5,3% em relação a maio de 2016. Para o ano de 2017, a CNC manteve a sua previsão anterior de crescimento das vendas no varejo ampliado (1,5% em relação a 2016). Para que setor retome um ritmo de crescimento mais intenso nos próximos meses, ainda são necessárias perspectivas mais favoráveis no que diz respeito à velocidade de queda dos juros, o que provocaria impactos positivos no mercado de trabalho, destacou a CNC. (Diário do Comércio)

 

 
Agronegócio ajuda a recuperar o emprego, diz Novacki
O ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Eumar Novacki, que visitou nesta segunda-feira (15), a Expoagro Dourados, em Mato Grosso do Sul, disse que fomentar o agronegócio ajudará o país a recuperar mais rapidamente o emprego, já que o setor é responsável por uma a cada três vagas do mercado de trabalho. A importância do setor, lembrou, se revela também na fatia que tem no Produto Interno Bruto (PIB) do país, chegando a quase 23%. Novacki lembrou o desafio a que se propôs o Mapa de aumentar a participação do agronegócio brasileiro no mundo dos atuais 6,9% para 10% em cinco anos. "É uma meta ousada, mas possível", afirmou, durante reunião com produtores rurais da região. O ministro interino viajou acompanhado do secretário de Mobilidade Social, José Dória. (As informações são do Mapa)
 

Empresas de laticínios que integram o Programa Mais Leite Saudável devem passar a enviar relatórios periódicos dos seus projetos para a Superintendência Federal de Agricultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA/Mapa). A medida, que visa melhorar a supervisão da entidade sobre as iniciativas em curso no programa, é uma das alterações impostas pela Instrução Normativa (IN) nº 8, publicada na última segunda-feira (15/05) no Diário Oficial da União. A IN estabelece os procedimentos para habilitação, aprovação e fiscalização de projetos.

A norma antiga estabelecia apenas um relatório de atividades anual. A partir de agora, os documentos deverão ser intermediários, correspondendo ao primeiro e ao segundo terço da duração total do projeto, e de conclusão, ao final das atividades. Após os períodos, há 30 dias para o envio. As empresas que não submeterem os relatórios serão identificadas e terão prazo de mais 10 dias. A IN nº 8 também orienta sobre a elaboração desses relatórios, para a concretização dos resultados quantitativos, qualitativos e diferenças de execução, etc.

Segundo o fiscal federal agropecuário do Mapa Roberto Lucena, os registros criam uma relação mais próxima entre empresa e órgão regulador. "Essas regras foram desenvolvidas para melhorar a visualização dos recursos utilizados em um determinado período de tempo", afirma. Para ele, a nova IN dá velocidade aos processos do programa. "No início houve um momento de ajuste. Agora, entendemos que precisamos de agilidade nessa fase da iniciativa", pontua, lembrando que, antes da nova regra, alguns processos demoravam de dois a três meses para serem concluídos.

Se for constatada alguma outra irregularidade nos requisitos dos projetos em si, a SFA notificará a empresa para realizar adequações também no prazo máximo de 30 dias. Caso as correções não sejam feitas, o projeto poderá ser reprovado. Além disso, as indústrias deverão comunicar qualquer alteração dos seus projetos, sem comprometer os objetivos gerais da proposta. Se for identificada inconformidade, haverá prazo de 15 dias para apresentação das correções com seu respectivo cronograma. A nova medida revoga a IN 45 e as Portarias SMC (Secretaria da Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo) nº 29, SMC nº 174, e a SMC nº 30, que estavam em vigor.

CLIQUE AQUI para acessar a IN nº 8. 

 

Porto Alegre, 16 de maio de 2017.                                               Ano 11- N° 2.500

 

  IN estabelece novas regras para empresas do Programa Mais Leite Saudável 

Empresas de laticínios que integram o Programa Mais Leite Saudável devem passar a enviar relatórios periódicos dos seus projetos para a Superintendência Federal de Agricultura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA/Mapa). A medida, que visa melhorar a supervisão da entidade sobre as iniciativas em curso no programa, é uma das alterações impostas pela Instrução Normativa (IN) nº 8, publicada na última segunda-feira (15/05) no Diário Oficial da União. A IN estabelece os procedimentos para habilitação, aprovação e fiscalização de projetos. 

A norma antiga estabelecia apenas um relatório de atividades anual. A partir de agora, os documentos deverão ser intermediários, correspondendo ao primeiro e ao segundo terço da duração total do projeto, e de conclusão, ao final das atividades. Após os períodos, há 30 dias para o envio. As empresas que não submeterem os relatórios serão identificadas e terão prazo de mais 10 dias. A IN nº 8 também orienta sobre a elaboração desses relatórios, para a concretização dos resultados quantitativos, qualitativos e diferenças de execução, etc. 

Segundo o fiscal federal agropecuário do Mapa Roberto Lucena, os registros criam uma relação mais próxima entre empresa e órgão regulador. "Essas regras foram desenvolvidas para melhorar a visualização dos recursos utilizados em um determinado período de tempo", afirma. Para ele, a nova IN dá velocidade aos processos do programa. "No início houve um momento de ajuste. Agora, entendemos que precisamos de agilidade nessa fase da iniciativa", pontua, lembrando que, antes da nova regra, alguns processos demoravam de dois a três meses para serem concluídos.

Se for constatada alguma outra irregularidade nos requisitos dos projetos em si, a SFA notificará a empresa para realizar adequações também no prazo máximo de 30 dias. Caso as correções não sejam feitas, o projeto poderá ser reprovado. Além disso, as indústrias deverão comunicar qualquer alteração dos seus projetos, sem comprometer os objetivos gerais da proposta. Se for identificada inconformidade, haverá prazo de 15 dias para apresentação das correções com seu respectivo cronograma. A nova medida revoga a IN 45 e as Portarias SMC (Secretaria da Mobilidade Social, do Produtor Rural e do Cooperativismo) nº 29, SMC nº 174, e a SMC nº 30, que estavam em vigor. CIQUE AQUI para acessar a IN 8. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 
 

 
Conseleite/PR

A diretoria do Conseleite-Paraná reunida no dia 16 de Maio de 2017 na sede da FAEP na cidade de Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Capítulo II do Título II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima leite realizados em Abril de 2017 e a projeção dos valores de referência para o mês de Maio 2017, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paraná, a partir dos preços médios e do mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes.

Os valores de referência indicados nesta resolução para a matéria-prima leite denominada "Leite Padrão", se refere ao leite analisado que contém 3,50% de gordura, 3,10% de proteína, 400 mil células somáticas /ml e 300 mil ufc/ml de contagem bacteriana. Para o leite pasteurizado o valor projetado para o mês de Maio de 2017 é de R$ 2,3692/litro. Visando apoiar políticas de pagamento da matéria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paraná disponibiliza um simulador para o cálculo de valores de referência para o leite analisado em função de seus teores de gordura, proteína, contagem de células somáticas e contagem bacteriana. O simulador está disponível no seguinte endereço eletrônico: www.conseleitepr.com.br. (Conseleite/PR)
 

GDT

O GlobalDairyTrade nº 188 fechou com o índice em US$ 3.313/tonelada, subindo 3,2% em relação ao evento anterior. O valor é 4% menor que o índice obtido na primeira venda do ano, em 04 de janeiro.  Apesar disso, é 45% superior ao índice de um ano atrás, em maio de 2016, quando a média geral do evento ficou em US$ 2.283/tonelada.

O desempenho dos três principais produtos da plataforma foi positivo. A maior recuperação verificada em relação ao mesmo período de 2016 foi na manteiga de leite anidra, 98,5%, que também teve cotação superior à verificada no início do ano.

O leite em pó integral (WMP) também está apresentando recuperação consistente em relação ao ano anterior, 47%, e 0,5% em relação a janeiro de 2017. O leite em pó, teve o pior desempenho, ainda bastante pressionado pelos elevados estoques. Em relação a maio de 2016 seu preço subiu 20,5%. Entretanto, em relação a 4 de janeiro de 2017, está perdendo 24,8% de sua cotação. (globaldairytrade/Terra Viva)
 
Exportações de leite em pó da Argentina se recuperaram

Nos três primeiros meses deste ano, as exportações argentinas de leite em pó caíram devido à disponibilidade limitada de leite presente no mercado local. Mas essa tendência se reverteu a partir de abril, graças à recuperação dos preços internacionais e do imposto de 3% implementado este ano pelo governo nacional.

As exportações argentinas de leite em pó integral a granel em abril totalizaram 13.037 toneladas, com um valor médio ponderado de US$ 3.417 por tonelada, contra 14.001 toneladas por US$ 2.670 por tonelada no mesmo mês do ano passado (US$ 2.131/tonelada, sem considerar os embarques para a Venezuela).

A grande diferença é que, enquanto no mês passado não foi enviada nem uma única tonelada para a Venezuela, em abril de 2016, a SanCor exportou 4.536 toneladas para esse destino, por um valor FOB médio de US$ 3.797 por tonelada (que ainda não foram totalmente pagos). Os maiores preços em abril foram em cargas enviadas ao Brasil e os menores preços do mês passado foram registrados pela SanCor para a Rússia. 

O Brasil, apesar de ser uma nação que importa grandes volumes de leite em pó integral, é um mercado limitado para a indústria de lácteos da Argentina, já que existe uma cota de exportação de 51.600 toneladas para o ciclo de 2016/17 (média 4.300 toneladas por mês).

No primeiro trimestre de 2017, as exportações de leite em pó integral totalizaram 20.892 toneladas por um valor FOB de US $ 68,2 milhões, contra 51,626 toneladas por US$ 136,1 milhões no mesmo período de 2016 (39.026 toneladas por US$ 87 milhões se não forem consideradas as vendas da SanCor à Venezuela). (As informações são do Valor Soja, traduzidas pela Equipe MilkPoint)

 

 
Mudança nas coordenações
As câmaras setoriais da Secretaria Estadual da Agricultura estão em processo de mudança. A coordenação desses fóruns, que estava a cargo de servidores da pasta, passou a ser oferecida a entidades do setor. Segundo o coordenador das câmaras, Rodrigo Rizzo, a nova orientação busca um alinhamento com as câmaras nacionais, que são presididas por representantes de cada segmento. Porém, nas duas câmaras onde o assunto já foi discutido -- Trigo e Arroz --, optou-se pela continuidade dos atuais coordenadores. As próximas câmaras a debaterem a mudança serão a de Meliponicultura (dia 24) e Leite (dia 25). Atualmente, a Seapi conta com 25 câmaras setoriais. (Correio do Povo)