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Lugar de criança e de adolescente é na escola e em lugares que desenvolvam as suas aptidões. Esta é a mensagem que a segunda edição da Ação Social no Combate ao Trabalho Infantil transmitiu na manhã desta terça-feira (29/8), na Expointer. A iniciativa contou com o apoio do Sindilat, que doou achocolatados, queijo e requeijão para os kits de alimentos arrecadados pelo governo do Rio Grande do Sul, por meio do Gabinete da Primeira Dama.

Para a primeira dama do Estado, Maria Helena Sartori, debater a erradicação do trabalho infantil em um evento como a Expointer é fundamental, devido ao grande número de pessoas que visitam a feira diariamente. "É importante trazer estes jovens e mostrar para a sociedade que temos espaço para eles também". Maria Helena ainda ressaltou a importância das parcerias para a realização da ação. “A gente tem que agradecer, porque para eles é muito importante que estas parcerias ajudem. O Sindilat sempre foi um dos grandes apoiadores dos nossos eventos e logicamente foi um dos primeiros a serem acionados", ressalta.

Organizado pela Superintendência do Ministério do Trabalho, em parceria com o Fórum Estadual de Erradicação e combate do Trabalho Infantil (Fepeti) e do Fórum Gaúcho de aprendizagem profissional, o evento busca conscientizar a sociedade sobre a importância da permanência das crianças e dos jovens na escola. Além disso, para a diretora administrativa da superintendência, Denise Gonzáles, é fundamental que a juventude participe de atividades que desenvolvam suas vocações no turno contrário ao colégio.

 Sindilat doou achocolatados, queijo e requeijão para os kits de alimentos arrecadados pelo governo do Rio Grande do Sul. Foto: Laura Berrutti

O Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) defende o aumento da produção e do consumo de leite e derivados para tornar o setor mais competitivo. Foi o que afirmou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, nesta terça-feira (29/8), em Esteio, durante coletiva de imprensa no Pub do Queijo na Expointer. O projeto conta com uma seleção especial de derivados lácteos e se tornou uma das principais atrações gastronômicas do Parque de Exposições Assis Brasil. Na ocasião, também foi lançado o 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo, que abre suas inscrições a partir de 1º de setembro através do e-mail imprensasindilat@gmail.com. O regulamento na íntegra já está no site do Sindilat.

Guerra destacou que, nos últimos seis meses, o mercado brasileiro tem recebido leite de fora, com preço mais competitivo, vindo principalmente do Uruguai. Esse fator, somado à queda de consumo local devido à crise, tem favorecido para concorrência desleal. “O produto que vem do Uruguai concorre diretamente com o nosso. Não estamos dizendo que o Rio Grande do Sul é contra as importações, mas precisamos estabelecer uma cota”, afirmou, destacando que a ideia é atuar para controlar a importação e aumentar a produtividade por animal e por propriedade para melhorar o cenário.

A ideia também é defendida pelo secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini. Ele observou que a média brasileira de produção de cada propriedade rural é de 15 mil litros por ano, enquanto a do Uruguai é de 500 mil litros por ano. “Temos um descompasso e apenas cinco estados brasileiros que são superavitários na produção de leite”, disse.

Durante a coletiva, Guerra destacou que 70% do queijo consumido no Rio Grande do Sul é concentrado nos tipos prato e mussarela. Considerando este cenário, o dirigente acrescentou ainda que a ideia do Sindilat é ampliar o consumo do produto, proporcionando experiências para ao conhecimento de outros tipos como grana e queijos frescais. Este é um dos propósitos do Pub do Queijo, que oferece mais de 50 tipos da iguaria para degustação diariamente durante a Expointer das 11h30min às 24h. Além de diversidade, o PUB ainda oferece aos visitantes porções de pratos a base de queijo, como risotos e massas com molhos especiais.

Crédito: Carolina Jardine

Confira o regulamento do 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo.

CRONOGRAMA

O 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo é uma realização do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS que busca valorizar o trabalho da imprensa que cobre o setor lácteo gaúcho e que tanto contribuiu para o desenvolvimento do Brasil.
Período de Inscrições: 01/09/2017 a 01/11/2017
Divulgação dos Finalistas: até 27 de novembro
Divulgação dos Vencedores: 7 de dezembro

PARTICIPAÇÃO
1) Serão recebidos trabalhos publicados em língua portuguesa em veículos com sede no Brasil.
2) Tema: Os trabalhos inscritos devem abordar os aspectos relacionados ao setor lácteo, seu desenvolvimento tecnológico, avanços produtivos e desafios.
3) Os trabalhos a serem inscritos no 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo devem ter sido publicados/veiculados entre 02/11/2016 a 01/11/2017.
4) Podem participar jornalistas devidamente registrados ou grupo de profissionais, sendo ao menos um jornalista.
5) Não há limite de número de trabalhos a serem inscritos por candidato.

CATEGORIAS
O 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo divide-se em quatro categorias:
1) Impresso: reúne trabalhos de veículos impressos a serem enviados em formato PDF;
2) Eletrônico: reúne trabalhos divulgados em veículos eletrônicos (rádio e televisão) a serem enviados mediante link;
3) Online: Trabalhos veiculados no período recomendado desde que apresentem indicação expressa da data de veiculação e fornecimento do link ativo;
4) Fotografia: Imagens alusivas à atividade leiteira veiculadas na imprensa, independente da plataforma. Enviar a imagem original (em JPG) e PDF da publicação;

PREMIAÇÃO
Os vencedores (1º lugar) de cada categoria receberão troféu e um Iphone. Os segundos e terceiros classificados receberão um troféu de colocação.
É reservado ao Sindilat o direito, sem aprovação prévia ou comunicação, de substituir os prêmios em caso de falta de disponibilidade dos mesmos, por outro de sua escolha.
SOBRE A INSCRIÇÃO
1) O candidato deve preencher a ficha de inscrição (uma para cada trabalho inscrito).
2) Os trabalhos devem ser enviados por email para imprensasindilat@gmail.com respeitando as particularidades de cada categoria. Em caso de envio de mais de um trabalho, deve-se produzir um email para cada reportagem inscrita.
3) Documentação a ser anexada no email:
- Reportagem;
- Ficha de Inscrição preenchida e assinada;
- Documento de Identidade;
- Cópia do Registro Profissional;
- Atestado de autoria (Se necessário);
4) O material deve ser enviado por email (imprensasindilat@gmail.com) ou entregue em mãos na sede do Sindilat (Av Mauá, 2011/505 – Porto Alegre das 9:00h até as 18:00h) até 1º de novembro de 2017.
5) A efetivação/finalização da inscrição será confirmada por email;
6) A Comissão Julgadora é responsável pela análise das inscrições e eventuais exclusões de trabalhos que não estejam em conformidade com as disposições deste regulamento.
7) A Comissão Julgadora será composta por profissionais de comunicação social, representantes do Sindilat e de instituições ligadas ao agronegócio.

COMPOSIÇÃO DE JURADOS:
O SINDILAT se reserva o direito de substituir qualquer nome referido, por razões de força maior, comprometendo-se a divulgar todos os participantes inscritos.
O corpo de jurados estará composto por profissionais da área de comunicação social e por executivos representantes das instituições ligadas ao setor lácteo.
Os jurados elegerão entre seus componentes, por consenso ou por votação, o presidente do júri. O mesmo será responsável pelo voto de desempate nos casos em que for necessário.
As decisões dos jurados são soberanas, respeitando as disposições do presente regulamento, sem qualquer espécie de recurso a este tipo de decisão.

DISPOSIÇÕES GERAIS
1) O autor ou autores dos trabalhos autorizam previamente sua reprodução para fins de divulgação do 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo;
2) A decisão da Comissão Julgadora pela exclusão de um determinado trabalho será irrevogável;
3) O participante será desclassificado em caso de fraude comprovada;
4) Funcionários do Sindilat/RS, diretores e assessores não estão habilitados a participar desse concurso;
5) As reproduções, cópias ou qualquer outro elemento referente aos trabalhos enviados, não serão devolvidos;
6) A comissão técnica estará integrada por membros designados pelos organizadores, a seu critério exclusivo;
7) O autor dos trabalhos inscritos autoriza previamente que suas obras sejam objeto de reprodução, na totalidade, ou em parte, nas iniciativas de responsabilidade dos organizadores do Prêmio SINDILAT de Jornalismo, tais como livros, revistas, folhetos, páginas na web, catálogos e exposições, em que predomine o caráter informativo/cultural, independente de qualquer licença ou remuneração além do prêmio previsto no presente regulamento;
8) Está previsto no presente regulamento, sendo responsabilidade do júri, a decisão sobre casos omissos, por consenso ou por maioria de votos dos jurados, sendo irrevogável esta decisão;
9) Os participantes inscritos se declaram conscientes de todos os termos e estão automaticamente de acordo com todas as normas previstas no presente regulamento;
10) O Sindilat se reserva o direito, se necessário, em qualquer momento, sem aviso prévio, de modificar algumas das disposições do presente regulamento, em conformidade com seus objetivos;
11) A participação neste concurso é voluntária e gratuita.
12) São consideradas como válidas as participações que cumpram todas as condições e prazos previstos neste regulamento;
13) As questões previstas no presente regulamento serão resolvidas por liberdade do Sindilat e suas decisões serão soberanas e inapeláveis;
14) Os participantes do presente concurso cultural, incluindo o ganhador, assumem a responsabilidade total e exclusiva da propriedade intelectual dos trabalhos inscritos, bem como, de toda e qualquer reclamação por parte de terceiros que se sintam prejudicados por sua participação no concurso e pela transferência de seus direitos. O Sindilat não será responsável por qualquer infração de direitos autorais;
15) O participante se compromete a liberar todos os documentos e permissões necessários para o uso, por parte do Sindilat, dos trabalhos premiados;

 

Porto Alegre, 29 de agosto de 2017                                              Ano 11- N° 2.573

 

Sindilat defende aumento da produção e consumo para ganhar competitividade

O Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) defende o aumento da produção e do consumo de leite e derivados para tornar o setor mais competitivo. Foi o que afirmou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, nesta terça-feira (29/8), em Esteio, durante coletiva de imprensa no Pub do Queijo na Expointer. O projeto conta com uma seleção especial de derivados lácteos e se tornou uma das principais atrações gastronômicas do Parque de Exposições Assis Brasil. Na ocasião, também foi lançado o 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo, que abre suas inscrições a partir de 1º de setembro através do e-mail imprensasindilat@gmail.com. O regulamento na íntegra já está no site do Sindilat.

Guerra destacou que, nos últimos seis meses, o mercado brasileiro tem recebido leite de fora, com preço mais competitivo, vindo principalmente do Uruguai. Esse fator, somado à queda de consumo local devido à crise, tem favorecido para concorrência desleal. "O produto que vem do Uruguai concorre diretamente com o nosso. Não estamos dizendo que o Rio Grande do Sul é contra as importações, mas precisamos estabelecer uma cota", afirmou, destacando que a ideia é atuar para controlar a importação e aumentar a produtividade por animal e por propriedade para melhorar o cenário.

A ideia também é defendida pelo secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini. Ele observou que a média brasileira de produção de cada propriedade rural é de 15 mil litros por ano, enquanto a do Uruguai é de 500 mil litros por ano. "Temos um descompasso e apenas cinco estados brasileiros que são superavitários na produção de leite", disse.

Durante a coletiva, Guerra destacou que 70% do queijo consumido no Rio Grande do Sul é concentrado nos tipos prato e mussarela. Considerando este cenário, o dirigente acrescentou ainda que a ideia do Sindilat é ampliar o consumo do produto, proporcionando experiências para ao conhecimento de outros tipos como grana e queijos frescais. Este é um dos propósitos do Pub do Queijo, que oferece mais de 50 tipos da iguaria para degustação diariamente durante a Expointer das 11h30min às 24h. Além de diversidade, o PUB ainda oferece aos visitantes porções de pratos a base de queijo, como risotos e massas com molhos especiais. (Assessoria de Imprensa Sindilat)


Crédito: Carolina Jardine

 

REGULAMENTO 3º PRÊMIO SINDILAT DE JORNALISMO

Confira o regulamento do 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo.

CRONOGRAMA

O 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo é uma realização do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS que busca valorizar o trabalho da imprensa que cobre o setor lácteo gaúcho e que tanto contribuiu para o desenvolvimento do Brasil.
Período de Inscrições: 01/09/2017 a 01/11/2017 
Divulgação dos Finalistas: até 27 de novembro
Divulgação dos Vencedores: 7 de dezembro

PARTICIPAÇÃO
1) Serão recebidos trabalhos publicados em língua portuguesa em veículos com sede no Brasil.
2) Tema: Os trabalhos inscritos devem abordar os aspectos relacionados ao setor lácteo, seu desenvolvimento tecnológico, avanços produtivos e desafios.
3) Os trabalhos a serem inscritos no 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo devem ter sido publicados/veiculados entre 02/11/2016 a 01/11/2017.
4) Podem participar jornalistas devidamente registrados ou grupo de profissionais, sendo ao menos um jornalista.
5) Não há limite de número de trabalhos a serem inscritos por candidato.

CATEGORIAS
O 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo divide-se em quatro categorias:
1) Impresso: reúne trabalhos de veículos impressos a serem enviados em formato PDF;
2) Eletrônico: reúne trabalhos divulgados em veículos eletrônicos (rádio e televisão) a serem enviados mediante link;
3) Online: Trabalhos veiculados no período recomendado desde que apresentem indicação expressa da data de veiculação e fornecimento do link ativo;
4) Fotografia: Imagens alusivas à atividade leiteira veiculadas na imprensa, independente da plataforma. Enviar a imagem original (em JPG) e PDF da publicação;

PREMIAÇÃO
Os vencedores (1º lugar) de cada categoria receberão troféu e um Iphone. Os segundos e terceiros classificados receberão um troféu de colocação.
É reservado ao Sindilat o direito, sem aprovação prévia ou comunicação, de substituir os prêmios em caso de falta de disponibilidade dos mesmos, por outro de sua escolha.
SOBRE A INSCRIÇÃO
1) O candidato deve preencher a ficha de inscrição (uma para cada trabalho inscrito).
2) Os trabalhos devem ser enviados por email para imprensasindilat@gmail.com respeitando as particularidades de cada categoria. Em caso de envio de mais de um trabalho, deve-se produzir um email para cada reportagem inscrita.
3) Documentação a ser anexada no email:
- Reportagem;
- Ficha de Inscrição preenchida e assinada;
- Documento de Identidade;
- Cópia do Registro Profissional;
- Atestado de autoria (Se necessário);
4) O material deve ser enviado por email (imprensasindilat@gmail.com) ou entregue em mãos na sede do Sindilat (Av Mauá, 2011/505 - Porto Alegre das 9:00h até as 18:00h) até 1º de novembro de 2017.
5) A efetivação/finalização da inscrição será confirmada por email;
6) A Comissão Julgadora é responsável pela análise das inscrições e eventuais exclusões de trabalhos que não estejam em conformidade com as disposições deste regulamento.
7) A Comissão Julgadora será composta por profissionais de comunicação social, representantes do Sindilat e de instituições ligadas ao agronegócio.

COMPOSIÇÃO DE JURADOS:
O SINDILAT se reserva o direito de substituir qualquer nome referido, por razões de força maior, comprometendo-se a divulgar todos os participantes inscritos.
O corpo de jurados estará composto por profissionais da área de comunicação social e por executivos representantes das instituições ligadas ao setor lácteo.
Os jurados elegerão entre seus componentes, por consenso ou por votação, o presidente do júri. O mesmo será responsável pelo voto de desempate nos casos em que for necessário.
As decisões dos jurados são soberanas, respeitando as disposições do presente regulamento, sem qualquer espécie de recurso a este tipo de decisão.

DISPOSIÇÕES GERAIS
1) O autor ou autores dos trabalhos autorizam previamente sua reprodução para fins de divulgação do 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo;
2) A decisão da Comissão Julgadora pela exclusão de um determinado trabalho será irrevogável;
3) O participante será desclassificado em caso de fraude comprovada;
4) Funcionários do Sindilat/RS, diretores e assessores não estão habilitados a participar desse concurso;
5) As reproduções, cópias ou qualquer outro elemento referente aos trabalhos enviados, não serão devolvidos;
6) A comissão técnica estará integrada por membros designados pelos organizadores, a seu critério exclusivo;
7) O autor dos trabalhos inscritos autoriza previamente que suas obras sejam objeto de reprodução, na totalidade, ou em parte, nas iniciativas de responsabilidade dos organizadores do Prêmio SINDILAT de Jornalismo, tais como livros, revistas, folhetos, páginas na web, catálogos e exposições, em que predomine o caráter informativo/cultural, independente de qualquer licença ou remuneração além do prêmio previsto no presente regulamento;
8) Está previsto no presente regulamento, sendo responsabilidade do júri, a decisão sobre casos omissos, por consenso ou por maioria de votos dos jurados, sendo irrevogável esta decisão;
9) Os participantes inscritos se declaram conscientes de todos os termos e estão automaticamente de acordo com todas as normas previstas no presente regulamento;
10) O Sindilat se reserva o direito, se necessário, em qualquer momento, sem aviso prévio, de modificar algumas das disposições do presente regulamento, em conformidade com seus objetivos;
11) A participação neste concurso é voluntária e gratuita.
12) São consideradas como válidas as participações que cumpram todas as condições e prazos previstos neste regulamento;
13) As questões previstas no presente regulamento serão resolvidas por liberdade do Sindilat e suas decisões serão soberanas e inapeláveis;
14) Os participantes do presente concurso cultural, incluindo o ganhador, assumem a responsabilidade total e exclusiva da propriedade intelectual dos trabalhos inscritos, bem como, de toda e qualquer reclamação por parte de terceiros que se sintam prejudicados por sua participação no concurso e pela transferência de seus direitos. O Sindilat não será responsável por qualquer infração de direitos autorais;
15) O participante se compromete a liberar todos os documentos e permissões necessários para o uso, por parte do Sindilat, dos trabalhos premiados. (Assessoria de Imprensa Sindilat) 

 
Sindilat doa lácteos para ação na Expointer



Lugar de criança e de adolescente é na escola e em lugares que desenvolvam as suas aptidões. Esta é a mensagem que a segunda edição da Ação Social no Combate ao Trabalho Infantil transmitiu na manhã desta terça-feira (29/8), na Expointer. A iniciativa contou com o apoio do Sindilat, que doou achocolatados, queijo e requeijão para os kits de alimentos arrecadados pelo governo do Rio Grande do Sul, por meio do Gabinete da Primeira Dama.

Para a primeira dama do Estado, Maria Helena Sartori, debater a erradicação do trabalho infantil em um evento como a Expointer é fundamental, devido ao grande número de pessoas que visitam a feira diariamente. "É importante trazer estes jovens e mostrar para a sociedade que temos espaço para eles também". Maria Helena ainda ressaltou a importância das parcerias para a realização da ação. "A gente tem que agradecer, porque para eles é muito importante que estas parcerias ajudem. O Sindilat sempre foi um dos grandes apoiadores dos nossos eventos e logicamente foi um dos primeiros a serem acionados", ressalta.

Organizado pela Superintendência do Ministério do Trabalho, em parceria com o Fórum Estadual de Erradicação e combate do Trabalho Infantil (Fepeti) e do Fórum Gaúcho de aprendizagem profissional, o evento busca conscientizar a sociedade sobre a importância da permanência das crianças e dos jovens na escola. Além disso, para a diretora administrativa da superintendência, Denise Gonzáles, é fundamental que a juventude participe de atividades que desenvolvam suas vocações no turno contrário ao colégio. (Assessoria de Imprensa Sindilat)
 

O aumento do preço da manteiga pode "provocar mudanças fundamentais"
O aumento dos preços da manteiga de leite, que levaram a manteiga a valores recordes em alguns mercados, pode desencadear "mudanças fundamentais no mercado" para os processadores, disse a cooperativa Arla Foods, prevendo uma contínua recuperação do mercado de lácteos. O executivo chefe da Arla, Peder Tuborgh, denominou o rally dos valores da manteiga de leite como o "principal motor para o desenvolvimento positivo do mercado mundial de lácteos", levando as cotações do GlobalDairyTrade recuperarem 70% em relação ao ano passado. "Pela primeira vez, a gordura de leite está mais cara do que a proteína", com os valores da manteiga anidra superando os preços de produtos protéicos, como a caseína. O Índice geral do GlobalDairyTrade esconde as diferenças nos desempenhos dos valores da manteiga, 52% acima das cotações de 2016, e as de caseína, que caíram 6,9%. Início de mudança fundamental":A mudança está sendo impulsionada pelos baixos ou inexistentes estoques de manteiga, a tendência de aumento do consumo, e demanda de produtos lácteos mais ricos", disse Tuborgh. Muitos consumidores, enquanto demonizam o açúcar como potenciais riscos à saúde, retornaram às gorduras, no momento em que os estoques de manteiga estavam baixos, diante das preocupações com os preços do leite em pó desnatado, que é resultado do processo de produção de manteiga. Os preços do leite em pó desnatado caíram 11,5% no GlobalDairyTrade em relação ao ano passado, e na Europa estão muito elevados os estoques de intervenção. Se a gordura continuar subindo, "provocará mudança fundamental no mercado de laticínios, com alteração na produção e gestão de produtos", disse Tuborgh. A Arla mesmo nos últimos anos tem focado em produtos que incluem o soro de leite, uma proteína láctea, que provou ser lucrativa, e usada em fórmulas infantis. (Agrimoney - Tradução Livre: Terra Viva)
 

 

Porto Alegre, 28 de agosto de 2017                                              Ano 11- N° 2.572

 

PUB DO QUEIJO RECEBE AUTORIDADES DURANTE A EXPOINTER


              Foto: Carolina Jardine

O Secretário da Agricultura, Ernani Polo, visitou o Pub do Queijo na manhã desta segunda-feira (28/8) durante e Expointer 2017, em Esteio (RS), e foi recebido pelo secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), Darlan Palharini. Segundo Polo, o Pub é de grande importância para a divulgação dos lácteos e derivados do Estado durante a feira. "Este local ficou maravilhoso. 

 
Não tenho dúvida de que vai se consolidar como um dos grandes locais de visitação de pessoas", afirmou.  Junto ao sub-secretário do Parque de Exposições Assis Brasil, Sérgio Foscarini, Polo degustou queijo brie gratinado com geleia e polenta com creme de queijo. Também visitaram o Pub do Queijo durante a manhã os deputados Alceu Moreira e Edson Brum. (Assessoria de Imprensa Sindilat) 
 

SINDILAT PROPÕE INCENTIVO A PRODUTOR QUE TIVER FIDELIZAÇÃO COM A INDÚSTRIA


Foto: Carolina Jardine

Reunido na manhã deste domingo (27/08) com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi e representantes do setor, o vice-presidente do Sindilat, Guilherme Portella, reivindicou medidas que ajudem a equilibrar o mercado brasileiro frente aos altos e baixos de oferta. Portella pediu que o governo conceda incentivo, não às indústrias, mas aos produtores que tiverem vínculo formal com os laticínios para os quais entregam seu leite. "O governo poderia dar isenção de Funrural e ITR a esses produtores", sugeriu.

Durante o encontro, o Sindilat entregou ao ministro documento com dados que indicam possível triangulação de leite pelo Uruguai. Sobre os limites a serem impostos às importações, Portella reforçou que trata-se de um paliativo. "Queremos AGF, EGF, PEP e ferramentas que nos permitam equilibrar a oferta e evitar altos e baixos. Com isso, poderemos barrar os importados pela competitividade do nosso próprio setor produtivo". 

Segundo o secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini, os dados entregues ao ministro serão analisados pelo governo a fim de adotar uma posição. Sobre tirar o leite do acordo de livre comércio do Mercosul, Maggi pontuou que, para abrir um processo anti-dumping contra o Uruguai é preciso aprovação do setor industrial, onde não há unanimidade.  (Assessoria de Imprensa Sindilat) 

 
MAPA AVALIA RETIRADA DO LEITE DO ACORDO DE LIVRE COMÉRCIO DO MERCOSUL


Foto: Carolina Jardine

O Ministério da Agricultura (Mapa) está fazendo um estudo para ver a possibilidade de retirada do leite do acordo de livre comércio do Mercosul. A medida foi informada pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em coletiva de imprensa realizada neste sábado (26/8), na Expointer. O titular da pasta esteve no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, para a cerimônia de abertura oficial da feira.

"O Uruguai tem nos incomodado muito, é verdade. Acaba inundando o mercado brasileiro", disse Maggi, referindo-se à importação de leite. O ministro reconheceu que a aquisição de leite uruguaio derruba os preços no Brasil e afirmou que está trabalhando para dar mais previsibilidade ao setor lácteo.

Uma das possibilidades, comentou, é a adoção de cotas a exemplo do que já ocorre com a Argentina. Maggi informou ainda que o Ministério da Agricultura fará missões ao Uruguai para entender como funciona o setor lácteo no pais vizinho e também para verificar se esta ocorrendo triangulação do produto. O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, disse que o ministro tem se mostrado preocupado com as importações de lácteos. "A preocupação não é a quantidade, mas a época do ano em que entram estes produtos", comentou.

Segundo dados levantados pelo Sindilat, a produção total do Uruguai em 2016 foi de 1,77 bilhão de litros de leite. No mesmo período, o consumo interno foi de 791,2 milhões de litros e o volume total exportado para o Brasil foi 1,03 bilhão de litros. Logo, o saldo negativo é de 52,78 milhões de litros. "Esse leite, se não for do Uruguai, sofreria uma tributação da TEC de 28%", comenta Palharini, lembrando que o Mercosul prevê livre comércio apenas para produção dos países que integram o bloco.  (Assessoria de Imprensa Sindilat) 
 

Desenvolvimento da indústria de laticínios em Córdoba
Meio ambiente/AR - Com o objetivo de adequar as pequenas e médias indústrias de laticínios (PyMES) no que se refere aos problemas ambientais, foi estabelecido do Programa de Reconversão Industrial (PRI). O Ministério do Meio Ambiente e Agroindústria, junto com o Governo da província de Córdoba estão impulsionando o PRI do setor lácteo. O objetivo será alcançado mediante a implantação de um instrumento de gestão para melhorar o desempenho ambiental, e que contribuirá para enfrentar de forma global e com visão de longo prazo, o crescente impacto das mudanças climáticas sobre a evolução da cadeia láctea, fortalecimento da reputação empresarial e simultaneamente um incremento na preferência dos consumidores. Em uma primeira etapa o PRI abrangerá empresas PyMES da bacia leiteira de Villa Maria. Estão sendo realizados levantamentos da situação inicial das vinte empresas que aderiram ao programa, o que servirá de ponto de partida para elaborar o plano de ação em cada indústria de laticínios cadastrada. Também será estabelecido um acompanhamento à distância (TAD) para a operacionalização do PRI, tornando-o mais eficiente. (Infortambo - Tradução Livre: Terra Viva)
 

O Secretário da Agricultura, Ernani Polo, visitou o Pub do Queijo na manhã desta segunda-feira (28/8) durante e Expointer 2017, em Esteio (RS), e foi recebido pelo secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), Darlan Palharini. Segundo Polo, o Pub é de grande importância para a divulgação dos lácteos e derivados do Estado durante a feira. "Este local ficou maravilhoso. Não tenho dúvida de que vai se consolidar como um dos grandes locais de visitação de pessoas", afirmou. 

Junto ao sub-secretário do Parque de Exposições Assis Brasil, Sérgio Foscarini, Polo degustou queijo brie gratinado com geleia e polenta com creme de queijo. Também visitaram o Pub do Queijo durante a manhã os deputados Alceu Moreira e Edson Brum. 
Foto: Carolina Jardine

Reunido na manhã deste domingo (27/08) com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi e representantes do setor, o vice-presidente do Sindilat, Guilherme Portella, reivindicou medidas que ajudem a equilibrar o mercado brasileiro frente aos altos e baixos de oferta. Portella pediu que o governo conceda incentivo, não às indústrias, mas aos produtores que tiverem vínculo formal com os laticínios para os quais entregam seu leite. "O governo poderia dar isenção de Funrural e ITR a esses produtores", sugeriu.
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Durante o encontro, o Sindilat entregou ao ministro documento com dados que indicam possível triangulação de leite pelo Uruguai. Sobre os limites a serem impostos às importações, Portella reforçou que trata-se de um paliativo. "Queremos AGF, EGF, PEP e ferramentas que nos permitam equilibrar a oferta e evitar altos e baixos. Com isso, poderemos barrar os importados pela competitividade do nosso próprio setor produtivo". 
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Segundo o secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini, os dados entregues ao ministro serão analisados pelo governo a fim de adotar uma posição. Sobre tirar o leite do acordo de livre comércio do Mercosul, Maggi pontuou que, para abrir um processo anti-dumping contra o Uruguai é preciso aprovação do setor industrial, onde não há unanimidade.
Foto: Carolina Jardine

O Ministério da Agricultura (Mapa) está fazendo um estudo para ver a possibilidade de retirada do leite do acordo de livre comércio do Mercosul. A medida foi informada pelo ministro da Agricultura, Blairo Maggi, em coletiva de imprensa realizada neste sábado (26/8), na Expointer. O titular da pasta esteve no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, para a cerimônia de abertura oficial da feira.

"O Uruguai tem nos incomodado muito, é verdade. Acaba inundando o mercado brasileiro", disse Maggi, referindo-se à importação de leite. O ministro reconheceu que a aquisição de leite uruguaio derruba os preços no Brasil e afirmou que está trabalhando para dar mais previsibilidade ao setor lácteo.

Uma das possibilidades, comentou, é a adoção de cotas a exemplo do que já ocorre com a Argentina. Maggi informou ainda que o Ministério da Agricultura fará missões ao Uruguai para entender como funciona o setor lácteo no pais vizinho e também para verificar se esta ocorrendo triangulação do produto. O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, disse que o ministro tem se mostrado preocupado com as importações de lácteos. "A preocupação não é a quantidade, mas a época do ano em que entram estes produtos", comentou.

Segundo dados levantados pelo Sindilat, a produção total do Uruguai em 2016 foi de 1,77 bilhão de litros de leite. No mesmo período, o consumo interno foi de 791,2 milhões de litros e o volume total exportado para o Brasil foi 1,03 bilhão de litros. Logo, o saldo negativo é de 52,78 milhões de litros. "Esse leite, se não for do Uruguai, sofreria uma tributação da TEC de 28%", comenta Palharini, lembrando que o Mercosul prevê livre comércio apenas para produção dos países que integram o bloco.

Foto: Carolina Jardine

 

Porto Alegre, 25 de agosto de 2017                                              Ano 11- N° 2.571

 

Chile - Importações crescem 61,8% no primeiro semestre

As importações de produtos lácteos no primeiro semestre de 2017 em comparação com igual período de 2016 cresceram em volume (litros equivalentes) 61,8%, e em valor (dólares) aumento de 75,1%, totalizando US$ 174,1 milhões. No total, foram internalizados no país 414,2 milhões de litros equivalentes leite, o correspondente a 43,8% da captação nacional de leite no primeiro semestre de 2017, que totalizou 940,8 milhões de litros. As exportações, por sua vez, caíram 4,5%, chegando a 180,2 milhões de litros. Em valor subiram 20,1%, totalizando US$ 110,1 milhões.
Para a Federação dos Produtores de Leite do Chile (Fedeleche) os dados de importação de produtos lácteos são preocupantes por seu efeito na atividade leiteira local, considerando que há um significativo recuo da demanda por matéria prima, cuja dinâmica produtiva encontra-se estagnado, criando um cenário onde as importações ganham terreno sobre as exportações. O presidente da Fedeleche, Rodrigo Lavín, lembra que o setor primário da cadeia láctea vem saindo de anos adversos diante de uma seca severa, queda dos preços. O aumento das importações de lácteos pode impactar, negativamente, nas condições dos produtores de leite. "Um terceiro ano com anúncio de baixa seria o fim para muitos pequenos e médios produtores", assegura o presidente da agremiação, que também vê "pressão" sobre a disponibilidade leite no mercado interno como consequência dessa situação. "A disponibilidade de leite este ano no mercado interno foi consistentemente superior em relação ao ano anterior", alerta.

Comportamento do mercado
Em termos de valor, dentros dos principais produtos importados sobressai o queijo gouda, produto que responde por 29,1% do valor das importações, enquanto que o volume em relação ao ano passado é de 198,7%, variação que preocupa os produtores. Outros produtos também tiveram incrementos nos valores das importações, o leite em pó integral (10,5%), e o leite em pó desnatado (10,2%). Essas categorias tiveram incrementos em volumes de 152,6%, e 40,5%, respectivamente, em relação a 2016. Também em valor, os principais países de origem das importações foram a Nova Zelândia, participando com 27,3%, Estados Unidos com 20,9%, e Argentina com 12,9%. O volume importado desses países, em relação ao ano anterior cresceram 163,7%, 40,7%, e 9,9%, respectivamente. As empresas que mais importaram no período foram a Prolesur e Nestlé, com 26,6% e 11,9% de participação no valor pago. Em matéria de exportações, os principais destinos foram: Estados Unidos, México, e Peru, com os seguintes valores: 25,8%, 11,9%, e 10,6%. As empresas que mais exportaram foram a Nestlé, Colún, e Prolesur, responsáveis por 60,6%, 18,3%, e 12,7%, dos valores faturados, respectivamente. Os produtos lácteos mais exportados no primeiro semestre foram, Preparados infantis, Leite condensado, e Queijo Gouda, mercadorias com participações em termos de valor de 29,4%, 23,5%, e 10,6%, respectivamente.
 
Balança comercial
A balança comercial de lácteos no primeiro semestre de 2017 mostra importações de 232,4 milhões de litros em equivalentes leite a mais que o que foi exportado, consolidando a tendência negativa observada no déficit comercial negativo que já atinge 28 meses consecutivos, transformando o Chile em um importador líquido de leite. (Exporlac - Tradução livre: Terra Viva)

  

 

EUA: fazenda virtual usa inteligência artificial para melhorar manejo da fazenda

A Universidade de Wisconsin-Madison (UW) iniciou um projeto de de dois anos que usará inteligência artificial (IA) para analisar dados em tempo real ajudando os produtores de leite a melhorar suas decisões de gestão. "Chamamos este projeto de 'cérebro de fazenda leiteira virtual', porque estamos tentando imitar o pensamento de um ótimo gerente de fazenda leiteira", disse o líder da equipe, Victor Cabrera, professor de ciência dos lácteos da UW-Madison.

A equipe multidisciplinar da UW inclui cientistas de lácteos, economistas agrícolas e cientistas de computação que começaram a agregar dados de 4.000 vacas leiteiras para o servidor do campus. "As fazendas leiteiras adotaram muitas tecnologias que geram grandes quantidades de dados", afirmou Cabrera. "O problema é que os produtores não conseguiram integrar essas informações para melhorar a tomada de decisões de toda a fazenda".

O principal desafio será filtrar os dados úteis coletados das operações diárias leiteiras, de acordo com Cabrera. O tipo de dados coletados varia de libras de leite produzido e libras de alimentos animais consumidos por vacas leiteiras, quantos passos uma vaca dá, resultados de testes genômicos, bem como dados gerais da fazenda, como padrões climáticos e o preço do leite. 

A equipe da UW usará inteligência artificial para prever melhor o resultado de várias práticas de manejo. Cientistas do Centro de Computação de Alto Rendimento da Universidade estão desenvolvendo algoritmos que analisam a atividade das fazendas de lácteos, que serão usados para prever melhores práticas de manejo.

O passo final será aplicar o que foi aprendido com os dados relevantes para criar ferramentas intuitivas de suporte baseadas na nuvem. A ideia, é que os produtores usem dados em tempo real de suas fazendas para tomar decisões de manejo 'mais inteligentes'. "Nós pensamos que a metodologia deve ser aplicada a qualquer fazenda. Poderia ser ajustada para atender qualquer informação disponível. A abordagem básica seria muito semelhante em uma fazenda de 100 vacas ou em uma operação de 8 mil vacas".

Cabrera adicionou que, uma vez que o projeto de dois anos estiver completo, ele espera iniciar um estudo maior envolvendo de 100 a 200 fazendas leiteiras que representam uma variedade de tamanhos e práticas de manejo. (As informações são do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)

Leite condensado volta a liderar exportações e mostra oportunidades ao setor

A menor demanda venezuelana por leite em pó trouxe de volta ao protagonismo das exportações brasileiras de lácteos o leite condensado. De janeiro a julho de 2017, as vendas externas do produto totalizaram 12,2 mil toneladas, volume 25% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado. No primeiro semestre, as negociações do leite condensado representaram 51% da quantidade total comercializada. Quanto à receita, o montante foi de US$ 27,1 milhões nos primeiros sete meses do ano, 57% maior frente ao mesmo período de 2016, representando 37% do total obtida pelo Brasil com a venda internacional de lácteos. A volta do leite condensado à liderança da pauta de exportações veio também acompanhada da redução de 7,8% no volume total de lácteos embarcado e da queda de 4% da receita obtida com as exportações de janeiro a julho deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. 

Por outro lado, a maior abertura do mercado consumidor deste produto e o maior valor agregado evidenciam oportunidades ao setor. O leite condensado brasileiro foi enviado para 25 países, sendo Arábia Saudita (25% do total do volume), Estados Unidos (18%), Trinidad e Tobago (11%) e Emirados Árabes (9%) os principais compradores. O preço médio do leite condensado exportado foi de US$ 2.214/t no período, valor 43% superior à média de janeiro a julho de 2016. A produção de leite condensado segue crescendo no Brasil. Com o processamento relativamente simples, sua fabricação é viável por meio de adaptações em indústrias de pequeno e médio porte. O lácteo é obtido a partir da desidratação do leite fluido, seguida da refrigeração ou tratamento térmico (de acordo com o fim a que se destina), sendo conservado mediante a adição de açúcar. Ainda que tenha o termo condensado no nome, não passa pelo processo de condensação (passagem do estado de vapor ao estado líquido mediante da liberação de calor). 

Utiliza-se, na realidade, o processo de vaporização, que consiste na conversão de um líquido em vapor por meio de aquecimento ou evaporação. Além disso, o desenvolvimento de novas tecnologias, como as embalagens cartonadas, também favoreceu a expansão da produção e o aumento de marcas no mercado nos últimos anos. Isso porque os os custos de produção diminuíram, deixando o derivado mais acessível ao consumidor. O consumo, aliás, é um ponto importante. De acordo com pesquisa realizada pela Kantar Worldpanel em 2015, o consumo de leite condensado no Brasil se mostrou relativamente estável frente à crise econômica, uma vez que o derivado é ingrediente central no preparo culinário de doces e sobremesas populares no Brasil (como o brigadeiro e o pudim). Apostar em qualidade dentro da porteira pode ser determinante para o setor. A fabricação do leite condensado é muito sensível ao teor de sais minerais (cálcio, magnésio, fosfatos e citratos), proteínas e acidez. 

O desequilíbrio entre esses elementos prejudica a formação dos colóides, afetando a estabilidade do produto e sua qualidade final. Assim, um dos critérios importantes é a baixa contagem de células somáticas (CCS) da matéria-prima. Em um mercado cada vez mais competitivo, a qualidade é o fator chave: para a indústria, pode significar a expansão de seu market share, tanto no mercado doméstico quanto no internacional; para o produtor, maior receita por meio de bonificações; e para o consumidor, a certeza de adquirir um produto com maior qualidade. (Cepea)

Anvisa planeja mudar rótulo de alimentos no Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estuda uma nova mudança nos rótulos dos produtos alimentícios para advertir sobre a presença de ingredientes em excesso que podem fazer mal à saúde. A agência planeja utilizar o sistema de semáforo e octógonos para destacar a presença desses componentes e atrair a atenção do consumidor. A ideia foi debatida por um grupo de trabalho criado em 2014 para apresentar propostas para solucionar a questão da informação nutricional no país. Segundo a Anvisa, estudos científicos apontam que a tabela nutricional presente nos produtos "é de difícil compreensão e pouco utilizada pelos consumidores". (As informações são do O Estado de S. Paulo)

 

Porto Alegre, 24 de agosto de 2017                                              Ano 11- N° 2.570

 

  Pub e Boutique do Queijo chegam à Expointer 2017

Após o sucesso da Fenasul de 2017, o PUB do Queijo chega à Expointer. A programação começa na sexta-feira (25/8) e segue até o domingo (3/9), oferecendo uma nova atração gastronômica ao público que for ao Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). O PUB do Queijo ficará aberto diariamente das 11h30min às 24h em frente ao Boulevard. O cardápio será assinado pelo chef Joaquim Aita. As degustações serão orientadas pelo chef Alexandre Reolon, que explicará aos visitantes as peculiaridades de cada variedade. Além disso, essa edição também terá espaço para iogurtes e outros derivados lácteos.

A iniciativa é realizada pelo Sindicado da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) com apoio de Fetag, Farsul, Seapi, Apil, Ocergs, AGL e Fundesa e demais entidades do setor lácteo. O PUB é uma alternativa diferente em meio às opções de churrasco que serão oferecidas no parque. O espaço oferece mais de 50 tipos de queijos e pratos quentes, como brusquetas, caldos, risotos variados, massas com molhos de queijos e embutidos. O valor do ticket para o ingresso no PUB do Queijo custa R$ 40,00, e dá direito à degustação. Para completar o menu, o serviço ainda inclui trufas e frutas ao chocolate. Crianças de até 10 anos pagam meia entrada.

Quem provar os queijos e quiser levar um pouco do sabor para casa ainda terá a opção de visitar a Boutique do Queijo, que será montada junto ao PUB. A loja oferecerá cunhas de queijos especiais dos fabricantes do Rio Grande do Sul. Para o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o projeto é uma forma de valorizar os produtos lácteos e demonstrar ao público a diversidade da produção dos laticínios gaúchos. "A iniciativa é muito importante porque valoriza a produção local. A indústria gaúcha tem leite e queijos de alta qualidade que não deixam a desejar em nada aos rótulos mais renomados da Europa", afirmou Guerra. O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, reitera que é dever da entidade promover os produtos gaúchos. Esse espaço é da Industria gaúcha que a condição básica é de estar presente é ser contribuinte do Fundesa. É a oportunidade de mostrar o controle sanitário que o setor possui. (Assessoria de Imprensa Sindilat)
 
Fotos: Carolina Jardine

Produção/EU

A produção de leite na União Europeia (UE), em junho, subiu 2,7% em comparação com um ano antes, o segundo mês consecutivo de crescimento na comparação anual.
 
 

A demanda atual de leite está elevada. Para aqueles que esperam produzir mais e aproveitar os preços altos, volumes acima do que os verificados no ano passado serão bem-vindos. Entretanto, a produção de leite está apenas se recuperando das calamidades ocorridas em 2016 e início de 2017.

A questão é saber qual o volume está no plano dos compradores. Se houver uma recuperação contínua, combinada com preços elevados para a maioria dos produtos, os compradores tentarão manter seus estoques baixos, esperando quedas de preços mais na frente. Os dados divulgados da produção da UE estão com dois meses de defasagem, e qualquer impacto relativo à elevação da produção já deveria estar se refletindo nos mercados. Até o momento, parece não ter sido suficiente para diminuir os preços. Nesse caso, se os compradores pretendem manter os estoques baixos, esperando quedas futuras das cotações, o efeito pode ser contrário. Quando voltarem às compras para refazer os estoques, os preços podem estar mais altos. AHDB - Tradução Livre: Terra Viva)

Rebanho leiteiro dos EUA mantém expansão lenta e estável
 
O rebanho de vacas leiteiras dos Estados Unidos expandiu-se em 50 mil cabeças de dezembro passado até junho. Cada mês registrou um pequeno ganho, sendo o maior em março com um aumento de 18.000 cabeças. O último mês reportado, junho, teve o menor aumento, de apenas 4.000 vacas.

A produção de leite durante o trimestre de abril a junho cresceu 1,8% com relação ao ano anterior, impulsionada por uma melhora de 1,0% na produtividade das vacas leiteiras. O Texas representou a metade do aumento do número de vacas. A expansão do rebanho de Novo México, Arizona, Colorado e Utah adicionou mais de 21 mil cabeças. Fora desta região, apenas Nova York (mais 4.000 vacas) apresentou um aumento de mais de 2.000 cabeças. A Califórnia reduziu sua população de vacas leiteiras em 6.000 de dezembro a junho, com um declínio de 3.000 cabeças em junho.

O aumento do rebanho de vacas leiteiras é apoiado por 4,754 milhões de novilhas leiteiras no início do ano que se destinavam a substituir ou expandir o rebanho leiteiro existente. Embora este número tenha baixado em 60 mil cabeças desde o início de 2016, ainda era o segundo maior rebanho de novilhas leiteiras desde meados da década de 1980. 

Os preços do leite em relação aos custos dos alimentos animais declinaram até agora neste ano, ainda que o nível absoluto de preços do leite em relação aos custos dos alimentos animais esteja maior do que na maioria dos anos desde 2011. A tendência decrescente da razão entre o preço do leite e dos alimentos animais parece estabelecer um padrão para a taxa em que o rebanho leiteiro vem se expandindo este ano. Isso levanta algumas questões sobre quanto mais expansão será observada no rebanho de vacas leiteiras durante o segundo semestre do ano.

A combinação de mais produção de leite este ano (um aumento de 1,4% em relação ao ano anterior durante o primeiro semestre do ano) e o consumo que tem sido variável em relação ao ano anterior levou à tendência de queda do preço do leite.

Os volumes de vendas de produtos de leite fluido caíram 2% em relação ao ano anterior durante o primeiro trimestre do ano e os dados preliminares para o trimestre de primavera mostram um declínio similar. Isso resulta em mais leite disponível para os mercados de queijos, manteiga e leite em pó, com preços mais baixos sendo uma alavanca necessária para melhorar o uso desses produtos.

Os preços mais baixos têm sido mais eficazes em incentivar as exportações do que o uso doméstico. Durante o primeiro semestre de 2017, o uso doméstico de manteiga manteve-se inalterado com relação aos primeiros seis meses do ano anterior.

O uso de queijos cresceu 0,7% em relação ao ano anterior de janeiro a junho. Estes dados implicam um leve declínio no uso per capita quando ajustado para os ganhos populacionais. Enquanto isso, as exportações de queijo no primeiro semestre deste ano aumentaram 24% em relação ao ano anterior e as exportações de manteiga aumentaram 83%.

As exportações de queijo para pizza estão se tornando uma característica da indústria de lácteos dos EUA, com as exportações representando cerca de 7% da produção dos EUA no ano anterior. (As informações são do Dairy Herd Management, traduzidas pela Equipe MilkPoint)

Produção/NZ 

Embora os primeiros sinais da primavera sejam evidentes, com a floração e emergência das flores dos narcisos, a umidade continua, e os níveis de água no solo permanecem elevados. A temporada de parições na Ilha Sul já está na metade, e, apesar da maioria ter cobertura suficiente, a utilização das pastagens é desafiadora. Fazendeiros de Waikato e Taranaki também estão sofrendo com o excesso de umidade e o crescimento dos pastos estão atrasados, uma vez que a aplicação de fertilizantes tem sido postergada. Muitos agricultores estão utilizando alimentação suplementar e fardos de feno, com suplementação de magnésio, e frequentes tratamentos de mastites. O próximo desafio nesses partos precoces é a elevada taxa de bezerros nesta temporada e a contagem regressiva para melhoria do escore corporal das vacas, diante da proximidade do período de monta. O último leilão da Fonterra deu outro mergulho, mas, os analistas estão tranquilos diante do quadro atual. 

Os preços da manteiga de leite reduziram um pouco, o que não é surpresa, já que aumentaram muito rapidamente em 2017. A demanda permanece e os estoques estão apertados, não visualizando nenhum problema em relação a manter os preços. As cotações quinzenais na Oceania estão semelhantes às negociações globais dos produtos lácteos, tendo a manteiga como líder. A cotação de algumas vendas chegaram a US$ 6.650/tonelada. Os economista do ASB acreditam que o clima futuro terá maior influência nos preços dos produtos lácteos, já que as chuvas é que determinarão o fluxo de leite nesta primavera. Os exames para detectar o surto de mycoplasma bovis continuam lentamente, e o Ministério da Produção anunciou nesta semana mais animais de novas fazendas infectados. A Synlait está planejando triplicar o fornecimento de suas fórmulas infantis com a New Hope Nutritionals nos próximos 5 anos, aproveitando o investimento que foi feito, comprando 25% da empresa chinesa. (interest.co.nz - Tradução Livre: Terra Viva)

Conta que não fecha
Ao fazer a matemática da importação de leite do Uruguai, o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados (Sindilat-RS) encontrou uma conta que não fecha e que sugere que os vizinhos possam estar fazendo triangulação do produto de outros países. Secretário-executivo da entidade, Darlan Palharini explica: a produção de leite uruguaia somou 1,7 bilhão de litros, conforme dados do Instituto Nacional de Leite do Uruguai. O consumo per capita, 230 litros. Multiplicando pela população, chega-se a 791 milhões de litros. Para o Brasil, foi exportado 1,04 bilhão. Há diferença de 52,78 milhões de litros. De onde está saindo o volume extra, que chega ao Brasil sem a Tarifa Externa Comum? (Zero Hora)