Porto Alegre, 21 de outubro de 2026 Ano 20 - N° 5.039
Diesel pesa, e frete rodoviário fica 13% mais caro no 3º tri

Sob impacto do aumento do preço do diesel e da maior demanda com a safra de soja, o frete rodoviário subiu 13,1% no terceiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2025, de acordo com o Índice Frete.com de Preços, o IFP. Na comparação com o segundo trimestre deste ano, porém, o valor do frete desacelerou 5,2%.
Segundo Charles Monteux, diretor de receita da Frete.com, uma fiscalização mais intensa, que torna o piso mínimo efetivo e eleva o custo do frete nos períodos em que o preço de mercado estaria abaixo da tabela, também colaborou para o aumento.
No terceiro trimestre, houve um aumento de 15,1% no preço médio do diesel em relação ao mesmo período do ano passado Em relação ao segundo trimestre de 2026, o diesel apresentou estabilidade (-0,6%).
Sobre a queda de 5,2% em relação ao segundo trimestre, Monteux explica que, além dos custos com o diesel, a demanda por caminhões caiu com o fim do pico da soja, em agosto. “você tem muito mais caminhões para fazer o escoamento e isso joga o preço para baixo também.”
Todas as regiões do país registraram queda no volume de fretes em relação ao terceiro trimestre de 2025, lideradas pelo Sul, com recuo de 36%. Por outro lado, na comparação com o segundo trimestre deste ano, com exceção do Norte que recuou em 13%, as demais regiões tiveram um aumento no volume de frete, sobretudo as regiões Sul e Nordeste, que cresceram 28% cada.
Apesar da queda anual de 27,1%, o agronegócio liderou a publicação de anúncios de fretes no levantamento, com 47,3%. O dado deste terceiro trimestre representa uma recuperação após o fim da supersafra de soja, impulsionada pelo aumento de 165,3% dos fretes de milho e 108,2% de fertilizantes.
O agronegócio foi seguido pela indústria (20,8%) e pela construção (7,7%).
O gerente de inteligência de negócios da Frete.com, Roberto Junior Batista, afirma que novas estratégias estão sendo implementadas no transporte para diminuir custos. Ele explica que optar por carretas maiores é uma prática que ajuda a diluir o custo do frete por quilômetro.
"Era muito comum você levar uma carreta de sete eixos do Centro-Oeste para o porto de Santos para exportar fertilizante, mas agora é mais financeiramente vantajoso você usar um rodotrem de nove eixos, que é um caminhão muito maior”.
Monteux afirma que o resultado das eleições pode impactar o preço do frete nos próximos meses, pois não é possível prever como o subsídio do diesel vai se comportar após o período eleitoral. "Existe também um fator mais externo, que é a questão do El Niño. A gente entende que não é um impacto para esse último trimestre, mas já deve refletir no ano que vem", afirma.
Fonte: Jornal do Comércio
Resultado nos primeiros nove meses de 2025 e 2026 foi alavancado por programas de renegociação de passivos.
De janeiro a setembro de 2026, o governo do Rio Grande do Sul arrecadou R$ 40,98 bilhões em ICMS, o principal imposto dos estados brasileiros. O resultado é um pouco superior ao registrado nos primeiros nove meses do ano passado, quando o Executivo recolheu R$ 39,79 bilhões do tributo no período – crescimento nominal de 3%.
Em 2025, houve alta no recolhimento de ICMS puxada pelo programa estadual Refaz Reconstrução – cerca de R$ 2 bilhões a mais sobre o total –, de renegociação de débitos tributários, e que levou a um recorde de arrecadação em um único mês: em abril do ano passado, foram recolhidos R$ 5,54 bilhões – único registro mensal superior a R$ 5 bilhões na história do Estado.
Já neste ano, o governo apresentou outro programa de renegociação de dívidas de ICMS, o Acordo Gaúcho, em que foi negociado R$ 1,1 bilhão em juros e multas de débitos tributários.
Abril deste ano também foi o mês de maior arrecadação de ICMS até setembro, com R$ 4,92 bilhões, diminuição nominal de 11% em relação a 2025, em razão dos recursos do Refaz no ano passado. Nos demais meses, o recolhimento de 2026 foi superior aos registros mensais do ano anterior, à exceção de março, que teve pequeno recuo de R$ 4,14 bilhões arrecadados em 2025 para R$ 4,1 bilhões neste ano.
O resultado de R$ 40,98 bilhões indica que o governo gaúcho volta a arrecadar um montante superior a R$ 50 bilhões de ICMS ao final do ano, algo registrado em 2025 (R$ 53,82 bilhões) e em 2024 (R$ 50,75 bilhões).
Fonte: Jornal do Comércio
Piracanjuba Health & Nutrition mostra que entender de nutrição pode ser simples
Com Marcio Atalla e Sthefany Brito, campanha criada pela AlmapBBDO apresenta as linhas Excellence Care e Plura para diferentes fases da vida
Com fórmulas nutricionais pensadas para acompanhar diferentes fases da vida, Piracanjuba Health & Nutrition, marca do Grupo Piracanjuba voltada à nutrição especializada, apresenta sua nova campanha, criada pela AlmapBBDO.
Sob o conceito “Entender bem, para viver bem cada fase”, a iniciativa propõe uma abordagem mais simples e próxima para apresentar ao público a ciência e a tecnologia presentes no desenvolvimento do portfólio.
A campanha apresenta duas frentes da marca: a linha Excellence Care, voltada à nutrição adulta, com as fórmulas para o público adulto Total Care, Vital Care e Glico Care, e a fórmula infantil Plura, indicada para crianças de 1 a 3 anos.
A iniciativa busca facilitar a compreensão sobre o propósito de cada produto e a relação com as diferentes necessidades nutricionais ao longo da vida.
“Nosso desafio era tornar mais próximo um universo que muitas vezes parece complexo para o consumidor. Temos um portfólio desenvolvido com tecnologia, conhecimento científico e muito cuidado, mas acreditamos que falar sobre isso pode ser simples e acessível.
O conceito ‘Entender bem, para viver bem cada fase’ traduz justamente esse propósito: levar informação de forma clara para que as pessoas possam conhecer e compreender melhor as soluções que fazem parte do nosso portfólio”, afirma Lisiane Campos, diretora de Marketing do Grupo Piracanjuba.
Para dar vida a essa proposta, a marca convidou Marcio Atalla, referência em saúde e qualidade de vida, que conduz a comunicação da linha adulta Excellence Care, e a atriz, apresentadora e mãe de três filhos Sthefany Brito, à frente da linha infantil Plura. A escolha dos protagonistas reforça a estratégia de aproximar a nutrição especializada do consumidor, com pessoas que possuem credibilidade e conexão com cada universo.
Os comerciais serão veiculados nos principais canais de TV aberta e paga, OOH, redes sociais da marca, programática e streaming. A campanha também contará com quatro merchans em ambientes editoriais relacionados a bem-estar, saúde, qualidade de vida, alimentação, família e rotina.
Duas linhas, diferentes necessidades
No filme dedicado à nutrição adulta, Marcio Atalla apresenta as três soluções do portfólio Excellence Care: Total Care, desenvolvido para adultos que utilizam terapias baseadas em GLP-1 ou passaram por cirurgia bariátrica; Vital Care, voltado ao público 50+; e Glico Care, indicado para pessoas que precisam de uma alimentação com controle glicêmico.
Já no universo infantil, Sthefany Brito apresenta a fórmula Plura, desenvolvida para complementar a alimentação na primeira infância quando a amamentação exclusiva não é possível. Sua composição reúne prebióticos, ômegas 3 e 6, vitaminas e minerais.
A nova campanha reforça a evolução da Piracanjuba Health & Nutrition e sua estratégia de ampliar o acesso à nutrição especializada, apresentando um portfólio que combina inovação tecnológica, rigor científico e cuidado para diferentes necessidades e fases da vida.
Fonte: Grupo Piracanjuba (Adaptado pelo Sindilat/RS)
Jogo Rápido
SOJA/CEPEA: Perspectiva de maior oferta pressiona cotações
Cepea, 19/10/2026 – As expectativas de produção recorde de soja na safra 2026/27 seguem pressionando as cotações nacionais e internacionais, diante do avanço da colheita no Hemisfério Norte e do ritmo intenso da semeadura no Brasil. Segundo o Cepea, porém, as preocupações com os possíveis efeitos do fenômeno climático El Niño levaram parte dos produtores brasileiros a se retrair nas negociações no mercado spot, limitando as quedas. De acordo com o Centro de Pesquisas, as incertezas climáticas estão relacionadas ao excesso de chuvas no Sul do Brasil, o que tem alimentado especulações sobre uma possível migração de parte da área destinada à soja para o milho. Apesar das incertezas climáticas, as projeções reforçam a expectativa de produção global recorde, impulsionada sobretudo pelo Brasil, que responde por mais de 40% da oferta mundial, conforme apontamento do Cepea.
Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)
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