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07/04/2026

Porto Alegre, 07 de abril de 2026                                                            Ano 20 - N° 4.605


Sindilat/RS fortalece debate sobre papel dos lácteos na alimentação

Reforçando sua atuação na promoção de uma alimentação equilibrada e baseada em evidências, o Sindilat/RS está entre os apoiadores do Curso de Capacitação Nutro-Endócrino 2026, que será realizado nos dias 10 e 11 de abril, no Instituto Caldeira, em Porto Alegre (RS). A iniciativa reunirá médicos e especialistas para uma imersão prática e atualizada no tratamento do sobrepeso, obesidade e síndrome metabólica.

Como parte do apoio institucional, o sindicato também realizará o envio de produtos lácteos para o evento, evidenciando, na prática, a relevância desses alimentos dentro de estratégias nutricionais voltadas à saúde metabólica. “Estamos inseridos no debate de temas extremamente atuais e relevantes. Os lácteos têm papel importante na alimentação com uma fonte rica e segura de proteínas de alto valor para as estratégias nutricionais”, destaca Darlan Palharini, secretário executivo.

A programação, dividida em dois módulos, propõe uma formação que abrange desde o diagnóstico até a aplicação prática com a culinária terapêutica, proporcionando aos participantes uma experiência que conecta teoria, qualidade nutricional e adesão alimentar. 

Idealizado pelo médico Paulo Henkin, o curso reúne especialistas de diferentes áreas e se consolida como uma oportunidade de atualização para profissionais da saúde. A programação completa pode ser acessada aqui. (Sindilat/RS)


GDT - Global Dairy Trade

Fonte: GDT editado pelo Sindilat/RS

China reformula compras de produtos lácteos: menos leite em pó, mais derivados

Em 2025, a produção de leite bovino na China atingiu 40,9 milhões de toneladas (+0,28% em relação ao ano anterior), confirmando o fortalecimento estrutural do setor no país asiático. A abundância de leite contribuiu para manter os preços internos sob pressão: em fevereiro de 2026, o leite cru foi cotado a 304 CNY (cerca de 40,50 US$/100 kg), reduzindo a competitividade do leite importado.

Nos primeiros dois meses de 2026, o quadro do comércio revela dinâmicas opostas: caem as importações de leite em pó, enquanto crescem os produtos processados. As importações de leite em pó desnatado somaram 31.566 toneladas (-37,5% na comparação anual) e as de leite em pó integral 76.927 toneladas (-26%), também em função da redução das compras da Nova Zelândia. Por outro lado, houve forte crescimento nas importações de queijos (38.651 toneladas, +30,8%) e de iogurte (+17,7%), com aumento dos fluxos provenientes da União Europeia e da Oceania.

A queda nas importações de leite em pó reflete o aumento estrutural da disponibilidade de leite cru para a produção doméstica: a China atingiu elevados níveis de autossuficiência (cerca de 85% em 2025), segundo o USDA, também graças às megafazendas, que representam mais de 68% da produção.

Nesse contexto, os fluxos da Nova Zelândia, principal fornecedora de leite em pó integral também estão mudando: além da desaceleração da demanda chinesa, as tensões no Oriente Médio estão tornando mais complexos e caros os fluxos comerciais para mercados-chave como os Emirados Árabes Unidos.

Surge, assim, um mercado em transformação: a China reduz sua dependência de commodities, enquanto os exportadores precisam se adaptar a uma demanda mais seletiva e a um cenário global mais incerto.

As informações são do CLAL News, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint.


Jogo Rápido

Anvisa lança canal oficial no WhatsApp
Nesta quarta-feira (1º/4), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) lança seu canal oficial no WhatsApp, mais um recurso da instituição para combater a desinformação que afeta o trabalho da regulação no Brasil. Produzidos em linguagem simples, conteúdos, enquetes, GIFs e figurinhas do canal vão abordar as novidades da Anvisa que impactam diretamente a população. E a rotulagem de conteúdos encaminhados - como originalmente publicados pela Agência - é uma funcionalidade que auxilia o combate às notícias falsas em conversas e grupos da plataforma. O canal oficial da Anvisa funciona como uma lista de transmissão, em que apenas a Agência envia os conteúdos, passíveis de compartilhamento, cliques (no caso das enquetes) e avaliações por meio das reações 👍❤️😂😯😢🙏. É público, ilimitado e protege a privacidade, os dados e a visibilidade de quem o segue. Saiba mais sobre o canal oficial da Anvisa no WhatsApp clicando aqui.  O canal também tem o objetivo de aproximar a Vigilância Sanitária da sociedade, por meio da publicação de notícias e alertas relevantes que se aproximam do dia a dia das pessoas, e vai divulgar conteúdos exclusivos. Siga agora e ative o sino para receber em primeira mãos os novos conteúdos. (Anvisa)