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16/10/2020

 

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre, 16 de outubro de 2020                                                      Ano 14 - N° 3.327


Embrapa pesquisa consumo de leite na pandemia

A Embrapa Gado de Leite está mapeando o comportamento do consumidor brasileiro de leite e derivados durante a pandemia de Covid-19. A pesquisa pode ser respondida via questionário online em apenas cinco minutos, até dia 24/10. A instituição assegura o sigilo total das informações coletadas. Para participar, CLIQUE AQUI! (Assessoria de Imprensa Sindilat)


Em 2019 houve aumento do leite não fiscalizado

Com base nos dados divulgados hoje pelo IBGE sobre a produção de leite do Brasil em 2019, a informalidade vem crescendo. Nos últimos três anos, o leite captado pelas indústrias caiu de 72,7% do total da produção nacional em 2017, para 71,8% em 2019, revertendo a tendência de aumento que vinha apresentando desde 2001. (Terra Viva / Dados: IBGE)

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Demanda chinesa eleva preço do leite Fonterra

A Fonterra aumentou sua previsão da faixa de preço do leite Farmgate para NZ$ 6,80 (US$ 4,48) por quilo de sólidos do leite, o que equivale a NZ$ 0,56 (US$ 0,37) por quilo de leite, mantendo a faixa de +/- 50c por quilo de sólidos do leite.

O CEO da Fonterra, Miles Hurrell, disse que a previsão mais alta para o preço do leite em 2020/21 está sendo amplamente impulsionada pela melhora na demanda na China.

“Apesar do impacto inicial da Covid-19, vimos a demanda por lácteos na China se recuperar rapidamente. Em particular, a demanda por leite em pó integral, que é um grande impulsionador do preço do leite, tem sido mais forte do que o esperado”, disse Hurrell. “Embora ainda seja o início da temporada, os preços dos lácteos no GDT (Global Dairy Trade) melhoraram em relação aos da primeira onda de Covid-19 e a demanda por leite em pó se mostrou resiliente. Vimos essa demanda refletida nos leilões do GDT, com os preços tendendo a subir nos eventos recentes e isso está apoiando nossa decisão de elevar a faixa e o ponto médio de valores, recompensando os produtores.”

Hurrell disse que uma das prioridades da cooperativa é ter um preço competitivo do leite, já que isso não apenas apoia seus produtores, mas também as comunidades locais. Ele disse que com NZ$ 6,80 por quilo de sólidos, mais de NZ$ 10 bilhões (US $ 6,6 bilhões) iriam para a região da Nova Zelândia.

Hurrell disse que há vários fatores que a cooperativa está observando e é por isso que mantém uma ampla faixa de previsão de NZ$ 6,30 a NZ $ 7,30 (US $ 4,16-US $ 4,82) por quilo de sólidos do leite [NZ$ 0,52 - NZ$ 0,60 (US$ 0,34 - US$ 0,40) por quilo de leite].

“Ainda é relativamente cedo na temporada e muita coisa pode mudar. Por exemplo, poderíamos experimentar volatilidade com as taxas de câmbio, a oferta de leite da UE e dos EUA está aumentando e continua havendo incerteza sobre como novas ondas de Covid-19 e uma desaceleração econômica global poderiam impactar a demanda. Com o aumento da demanda e da oferta, vemos as perspectivas de lácteos mais equilibradas, mas considerando que ainda há uma série de riscos, ainda recomendamos aos nossos produtores que sejam cautelosos em suas tomadas de decisão.” (As informações são do Dairy Reporter, traduzidas pela Equipe MilkPoint)

Inflação de famílias pobres é três vezes maior do que dos mais ricos

A taxa de inflação de famílias com renda muito mais baixa chegou a 0,98% em setembro deste ano, três vezes superior à observada entre a classe com renda alta (0,29%). A constatação é do Indicador de Inflação por Faixa de Renda do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgado ontem (14). As famílias com renda muito baixa são aquelas com rendimento domiciliar mensal inferior a R$ 1.650,00. Já as famílias com renda alta são aquelas com rendimento superior a R$ 16.509,66 por mês.

A pesquisa do Ipea constatou que a inflação aumentou, de agosto para setembro, em todas as faixas de renda. Ela foi maior entre as pessoas com renda muito baixa, principalmente por causa da alta de preços dos alimentos, que responderam por 75% da taxa de inflação de setembro. Tiveram aumento de preços no mês, produtos como arroz (18%), óleo (28%) e leite (6%).

No acumulado do ano, a disparidade é ainda maior. Enquanto os mais pobres sentiram um aumento de preços de 2,5% na sua cesta de compras, os mais riscos tiveram alta de apenas 0,2%. Entre os alimentos que mais influenciaram essa alta de preços estão arroz (com alta de 41% no ano), feijão (34%), leite (30%) e óleo de soja (51%).

Outro grupo que influenciou essa alta de preços maior para os mais pobres foi habitação, com inflações em produtos como materiais de limpeza (1,4%) e gás de botijão (1,6%). Já entre os mais ricos, os alimentos e gasolina (com alta de 2%) também tiveram um impacto, mas a inflação foi aliviada por quedas de preços de itens como plano de saúde (-2,3%), mensalidades dos cursos de idioma (-1,5%) e de informática (-1,6%). No acumulado do ano, enquanto a inflação das famílias mais pobres aponta alta de 2,5%, a taxa de variação registrada pela classe de renda mais alta é apenas 0,2%. (Agência Brasil)


Jogo Rápido
SP: coronavírus – cadeia produtiva do leite foi
tema de live do "Caminhos do Agro SP"

A cadeia produtiva do leite e seus derivados desempenha um papel de extrema relevância econômica e social. Ao considerar a importância nutricional, o leite é um dos produtos mais relevantes da agropecuária brasileira. Para discutir esse cenário no estado, o Secretário de Agricultura e Abastecimento, Gustavo Junqueira recebeu na última quarta-feira (14), representantes de diversos elos da cadeia produtiva do leite na live que faz parte do projeto "Caminhos do Agro SP". Participaram do encontro online o pesquisador e diretor do Centro de Pesquisa de Bovinos de Leite do IZ, Luiz Carlos Roma Júnior; o Diretor Presidente da Agrindus e vice-presidente Abraleite e Leite Brasil, Roberto Jank; e a gerente da área de Criação de Valor Compartilhado da Nestlé, Taissara Martins, que falou sobre o projeto de leite orgânico da companhia em São Paulo. Para acessar ao conteúdo,
CLIQUE AQUI.
Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA/SP)


 

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