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Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  09 de setembro de 2021                                                  Ano 15 - N° 3.497


Indústria investe em leite com funcionalidades imunológicas e relaxantes

Alinhada com a preocupação mundial de fortalecer as defesas naturais do corpo humano para garantir saúde e qualidade de vida, a indústria de laticínios vem investindo em produtos focados em reforço do sistema imunológico e até da saúde mental das pessoas. A tendência foi referendada pelo executivo da Tetra Pak, Luis Eduardo Ramirez, durante encontro com representantes de associados do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) na manhã desta quinta-feira (9/9), na Casa da Indústria de Laticínios no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio.

Ramirez lembrou que, de modo geral, os lácteos já têm essa função porque são fontes de sais mineiras e muitos nutrientes, mas há uma clara intenção em âmbito internacional das empresas focarem sua ação desses nichos, que agregam preço e valor adicional às marcas. Citou como exemplo o lançamento de itens antioxidantes e a expansão do mercado de Whey Protein. “Há um aumento da preocupação das pessoas com a saúde mental e com a consciência de como a dieta pode agir contra a depressão e até ajudando as pessoas a relaxar”. Ramirez pontuou rótulos de produtos lançados na Tailândia e da Eslovênia que trazem traços de mel e camomila com princípios calmantes. “O leite integral vai sempre existir, mas esses produtos de nichos nos trazem maior valor agregado porque o consumidor entende que foram feitos especialmente para ele. O produto super-democrático vai ser sempre o item de volume, mas os de nicho têm valor melhor e trazem um adicional às marcas”, completou. Para ele, segmentos como esse podem ser uma ótima opção para pequenos laticínios que conhecem a fundo seus consumidores.

Mediando o debate, o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, lembrou que o Brasil não tem costume de consumir o leite saborizado, mas que esse é um mercado importante a ser explorado.

Durante sua apresentação, Ramirez ainda mencionou a força que a comunicação digital ganhou no setor lácteo, incluindo projeto bem sucedidos de e-commerce. “Não é o futuro, é o presente. E com a pandemia, esse processo só se acelerou”, completou. A Tetra Pak está pesquisando o mercado e trazendo inovações constantes nas embalagens, incluindo estratégias e códigos que permitam interação das marcas com o consumidor. “É uma tendência que vai ficar para depois da pandemia”. Acompanhando a reunião híbrida direto da Casa da Indústria de Laticínios, o coordenador de vendas do Escritório regional de Porto Alegre da Tetra Pak, Rodrigo Carvalho, ressaltou a importância do momento. “É uma oportunidade de estra próximo e escutar as demandas dos laticínios, mostrar-se parceiro de todo esse processo produtivo”.

Competitividade - A necessidade de profissionalização dos tambos brasileiros e de que esse processo ganhe velocidade também foi tema do encontro, que contou com a presença do deputado federal Alceu Moreira. “O leite é uma cadeia interligada. Os dentes da roda só funcionam se um dente tocar no outro”, pontuou. Nesse processo, citou ele, os avanços tecnológicos têm papel essencial. “A conectividade entrou no campo para nunca mais sair”. Entre as inovações projetadas pelo parlamentar no setor produtivo estão mudanças na logística de grandes volumes, uma vez que o e-commerce deve alterar a relação entre os diferentes elos da cadeia produtiva. Inovação que também deve ganhar corpo no processo produtivo, ampliando a gama de produtos derivados do leite. “Na França, há centenas de tipos de queijos. No Brasil, temos 20. É preciso ir para o mercado destacando cor, textura e sabor e fomentam novos nicho de mercado. Não tem espaço para quem não é competitivo”.

O diretor-tesoureiro do Sindilat, Angelo Sartor, corroborou a posição do deputado, reforçando que o mercado já mudou. “Não tem mais espaço para atuar em um modelo standard como antigamente. Não é uma questão de opção”, alegou, lembrando que o valor pago pelo leite no Brasil é o mesmo da Europa, onde o poder de compra da população é muito maior. “É uma conta que não fecha”, justificou. Por outro lado, Sartor frisou que as projeções para quem se profissionalizar são otimistas. “É um segmento que só vai crescer”. (Assessoria de Imprensa Sindilat/Fotos: Crédito: Carolina Jardine)

 

Uruguai: exportações de lácteos cresceram 26% em agosto

As exportações de lácteos do Uruguai registraram um aumento de 26% em termos anuais em agosto, para US $ 66 milhões, e cresceram 17% nos primeiros oito meses do ano, de acordo com o Uruguai XXI. Manteiga, leitelho e soro de leite foram os produtos com maior incidência positiva. Apenas os queijos e o requeijão tiveram um impacto negativo. Quanto aos principais mercados para esses produtos, destaca-se a participação da China e da Argélia (29%), ambas com US $ 19 milhões; Brasil (15%) com US $ 10 milhões e Rússia (9%) com US $ 5,6 milhões. Todos os destinos cresceram em relação ao ano anterior, exceto Brasil, de acordo com o Uruguai XXI. Em volume, o Uruguai exportou 19.294 toneladas de lácteos, com retração de 2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os maiores ganhos em moeda estrangeira foram devido aos melhores preços de venda no mercado externo. (As informações são do Tardaguila, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint)

Representantes do Brasil e do Uruguai debatem na Expointer acordo de vigilância sanitária nas fronteiras

Em reunião nesta tarde (08/09) no auditório da Farsul, na 44ª Expointer, para discutir a vigilância nas fronteiras e outras formas de cooperação entre o Brasil e o Uruguai, representantes dos dois países decidiram fortalecer estas trocas através de um memorando de entendimento. O documento está sendo elaborado e deverá ser assinado pela Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Brasil, Tereza Cristina, e pelo Ministro de Agricultura, Pesca y Ganaderia do Uruguai, Fernando Mattos. A data ainda não está confirmada. Participaram da reunião representantes do Serviço Veterinário Oficial da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Superintendência do Mapa no Rio Grande do Sul, dos Ministérios de Agricultura e do Interior do Uruguai, do Consulado da República Oriental do Uruguai e da Farsul. Na abertura, a secretária Silvana Covatti destacou a importância desta estratégia de aproximação entre os serviços veterinários oficiais dos dois países. “Esta agenda é muito importante para estabelecer esta colaboração técnica, a definição de treinamentos, o controle nas nossas fronteiras, agora que somos um estado zona livre de aftosa sem vacinação”, destaca.

Reunião na casa da Farsul, na Expointer, sobre acordo de cooperação entre Brasil e Uruguai - Foto: Evandro Oliveira/Divulgação SEAPDR

Já o ministro do Uruguai, Fernando Mattos, parabenizou a conquista gaúcha de zona livre de febre aftosa sem vacinação. “Nós já temos um intercâmbio histórico-cultural muito intenso com o Rio Grande do Sul e que deve se fazer também na vigilância das fronteiras. Nós estamos aí para colaborar, para acompanhar”, afirma. O diretor administrativo da Farsul, Francisco Schardong, declarou que com o novo status é muito importante esta parceria. “Os problemas do Rio Grande do Sul e do Uruguai são os mesmos, mesmo com o status diferente dos dois países, já que o Uruguai é livre de febre aftosa com vacinação. O que surgir aqui, desta reunião, vai impactar na pecuária do Rio Grande, afirma. O fiscal estadual agropecuário Francisco Lopes, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), apresentou o trabalho desenvolvido pelo Programa Sentinela nas fronteiras do Rio Grande do Sul com a Argentina e Uruguai. De acordo com Lopes, coordenador do Programa, “o principal problema que existia na fronteira com o Uruguai é o gado de corredor, os animais que ficam nas margens das estradas e das rodovias.

Depois de três a quatro meses de trabalho do Sentinela, com ações de educação sanitária, autuações e recolhimento dos animais este problema diminui muito”, destaca. Já na fronteira com a Argentina, o maior desafio é o contrabando de animais. Segundo ele, ainda faltam duas metas importantes a serem alcançadas pelo Programa. “As atividades binacionais de cooperação, trabalho de parceria com os países de fronteira com o Rio Grande do Sul, como o que estamos debatendo hoje com o Uruguai. E a rastreabilidade individual dos bovinos, que já existe no Uruguai, em partes da Argentina e no estado vizinho de Santa Catarina”, destaca. O memorando de entendimento, que está sendo elaborado entre os dois países, vai permitir a formalização de um intercâmbio técnico, de informações e capacitações. E já está em discussão o desenvolvimento de uma atividade piloto na fronteira entre os dois países em outubro e a partir de novembro um serviço efetivo de cooperação na região de fronteira, com equipes trabalhando de forma simultânea e integradas. Também estão previstos simulados entre os dois países, a exemplo do que já ocorreu em 2016.

O local ainda não está definido. “A vigilância nas fronteiras é extremamente importante nesse novo status de zona livre de febre aftosa sem vacinação, porque quando não há mais vacina, outras ferramentas precisam ser potencializadas. A vigilância sanitária é a principal delas’, destaca Rosane Collares, diretora do Departamento de Defesa Animal (DDA) da Secretaria da Agricultura. Mais informações sobre o Programa Sentinela clique aqui. (SEAPDR)


Jogo Rápido

Sindilat participa da rádio A Plateia na Expointer

O secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Darlan Palharini, deu entrevista nesta quarta-feira (8/9) para a Rádio A Plateia diretamente da Expointer. A conversa ocorreu na casa da rádio no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS). Na ocasião, o dirigente discorreu sobre os desafios da atividade leiteira no país. (Assessoria de Imprensa Sindilat)


 

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Porto Alegre,  08 de setembro de 2021                                                  Ano 15 - N° 3.496


Setor lácteo trabalha integração dos países do Mercosul para aumento da competitividade

Com vista no aprimoramento da produtividade e da competitividade dos produtos, os países que compõem o Mercosul precisam trabalhar de forma conjunta. Essa foi a tônica da fala do embaixador do Uruguai Guillermo Valles em live realizada nesta terça-feira (RS) pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) e pelo Jornal Correio do Povo com o apoio da Tetra Pak. “Os biomas que compartilhamos, sobretudo com o Sul do Brasil, Argentina e boa parte do Paraguai, indicam claramente que é essa a região geográfica, mas também outras no Centro-Oeste do Brasil, onde fica a reserva natural para alimentar uma população que no ano de 2050 deve ter um acréscimo de 2,5 bilhões de pessoas”, declarou.

Segundo ele, é necessário deixar brigas pequenas de lado e manter o olhar no horizonte. “Temos que conhecer bem quais são as condições de competitividade, quais os problemas de competitividade que temos”, afirmou. Ele ainda ressaltou que é necessário que os países do Mercosul busquem novos mercados como países do Golfo e da Ásia. “Temos que pensar em como podemos melhorar a inserção internacional”, acrescentou. Além disso, o embaixador destacou a importância que a tecnologia terá cada vez mais no campo daqui para frente.

Para o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, o setor produtivo do leite tem evoluído bastante, no entanto, ainda são necessárias ações estratégicas para o crescimento do segmento em termos de produtividade e competitividade. "Se compararmos com a cadeia de suínos e de aves, em tecnologia, eles estão um pouco à frente. Claro que não dá para fazermos uma comparação nua e crua, até porque são realidades diferentes. Mas dentro dessa estratégia de repensar um pouco o setor do leite é preciso termos ações efetivas, como a aproximação com a Embrapa Pecuária Sul, de Bagé (RS), e com os países do Mercosul, como o Uruguai”. Assim como o embaixador, Palharini ressaltou a importância de ultrapassar as situações adversas entre os países do bloco para a expansão do setor. "Cada país do Mercosul acaba olhando para a sua economia, quando na verdade somos um único bloco”.

Pesquisador e chefe-geral da Embrapa Pecuária Sul, Fernando Cardoso, afirmou que a entidade busca levar tecnologia aos criadores a fim de fazer diferença no campo. "Na década de 70, o Brasil era um país eminentemente importador. Importávamos feijão, carne e uma infinidade de alimentos. De lá para cá nós quadruplicamos a produção de alimentos, enquanto aumentamos uma porção de área muito menor, não chegamos a dobrar a área. Isso basicamente pelo uso da tecnologia". A live foi mediada por André Malinoski. >> Confira a live completa CLICANDO AQUI. (Assessoria de Imprensa Sindilat)


Número de produtores de leite no RS cai 52,28% nos últimos seis anos, mas produção se mantém

O número de produtores de leite em atividade no Rio Grande do Sul caiu 52,28% de 2015 para 2021. Em contrapartida, a queda de produção foi de apenas 3,15%. Os dados são do Relatório da Cadeia Produtiva de Leite de 2021, apresentado em coletiva na tarde desta quarta-feira (8/9) pela Emater/RS-ASCAR. O evento aconteceu na casa da entidade, no Parque de Exposições Assis Brasil em Esteio (RS). O secretário executivo do Sindicato da Indústria dos Laticínios do RS (Sindilat-RS), Darlan Palharini, afirmou que os dados confirmam um padrão de comportamento. “Há alguns anos, temos queda do número de produtores. A atividade leiteira exige fisicamente do produtor. Como consequência que com o avançar da idade, esses produtores são forçados a deixar a atividade, mesmo com um mercado aquecido. Essa é uma das principais causas para esse fenômeno", aponta.

O estudo foi apresentado pelo gerente técnico da Emater/RS, Jaime Ries, e traz outros dados como a queda cumulativa do número de animais, de 25,94%, mas o aumento cumulativo de concentração de animais por propriedade, de 55,32%. A maior parte dos produtores concentra sua estratificação entre 201 a 300 e 301 a 500 litros de leite por dia. "Vemos um número mais concentrado de animais por propriedade, mesmo que o número fixo dos mesmos tenha caído", explica Ries.

O gerente ainda analisa que o maior desafio do setor diz respeito à inovação e tecnologia para manter o interesse do produtor. "Algumas coisas simples, como o calçamento da área de ordenha, podem fazer diferença para o conforto do produtor e um aumento da quantidade e qualidade do leite”, finaliza. Os dados ainda apontam que boa parte dos resultados obtidos diz respeito à agricultura familiar. Palharini aproveitou para complementar a ideia, destacando a necessidade de fomento público. "O principal papel das entidades, neste momento, é pensar estrategicamente o setor. Se tivéssemos um forte investimento em ciência e tecnologia, manteríamos os produtores ainda mais tempo na atividade”, complementa. (Assessoria de Imprensa Sindilat/Foto: Taline Schneider)

GDT 07/09/2021

(Fonte: GDT)


Jogo Rápido

O segredo do crescimento

A RAR, de Vacaria (RS) registrou incremento de 43% na receita líquida em 2021 e comemora os bons resultados da Rasip, que cresceu 27%. Os queijos, charcutaria e vinhos são os produtos com maior representatividade nas vendas, que registram forte demanda desde o início da pandemia, em função do consumo mais indulgente. Motivo também para a expansão da rede Spaccio RAR onde a previsão para o segundo semestre é a abertura das lojas de Porto Alegre e Florianópolis. O segredo para seguir crescendo? Segundo o diretor-superintendente, Sergio Martins Barbosa, é a diversificação do portfólio e o investimento para aumentar a capacidade de produção, sem descuidar da qualidade, já reconhecida pelo público, mantendo o método artesanal de produção e seguindo a receita clássica italiana. (Jornal do Comércio)


 

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Porto Alegre,  06 de setembro de 2021                                                  Ano 15 - N° 3.495


Prêmio Referência Leiteira avalia competitividade e qualidade de vida nos tambos
 
Governo do Estado, Emater e Sindilat lançam projeto inovador na Expointer
 
A produção leiteira gaúcha ganhará, a partir de 2021, um novo parâmetro de produtividade e qualidade. É o Prêmio Referência Leiteira, projeto capitaneado pela Secretaria da Agricultura, Emater/RS e pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) e que visa destacar as propriedades em termos de eficiência produtiva e qualidade do leite, mas que também fazem um trabalho diferenciado em relação ao bem-estar animal e à saúde dos seus produtores e funcionários. O prêmio foi anunciado em coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (6/9). O evento ocorreu na Casa da Indústria de Laticínios, no Boulevard do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), e também de forma remota.
 
A proposta, explica o presidente do Sindilat, Guilherme Portella, começou a ser gestada no início deste ano e vem demonstrar que é possível obter resultados diferenciados independentemente do número de vacas em lactação de uma propriedade. “Precisamos entender qual o caminho mais curto para elevar a competitividade da produção láctea gaúcha e garantir que nossos produtores vivam bem e sintam-se realizados com sua atividade. E valorizar esses bons exemplos é uma forma de mostrar a todos que podemos crescer sempre”, completou Portella.
 
O presidente da Emater/RS, Edmilson Pedro Pelizari, ressalta a importância socioeconômica do setor e a sua capilaridade no Estado. Segundo ele, esse trabalho corrobora a ação de extensão rural e de assistência que a Instituição executa na totalidade dos municípios do Estado. “Esse prêmio busca dar visibilidade ao que de melhor existe na pecuária leiteira do RS”, pontuou Pelizari. Atuando na concepção do projeto, o extensionista da Emater/RS e engenheiro agrícola Diego Barden dos Santos, explicou que a Emater terá papel importante na verificação dos dados das propriedades. “Esse prêmio vai mostrar que temos propriedades com indicadores tão bons quanto aqueles obtidos por grandes produtores internacionais”, projeta, confiante de que o setor lácteo tem uma representatividade que transcende o aspecto econômico. “É o leite que alimenta a criança. Então é esse produtor que cuida da alimentação das futuras gerações”, salienta.
 
Como Participar
Neste primeiro ano, o Prêmio Referência Leiteira avaliará indicadores de tambos gaúchos no período de outubro de 2021 a junho de 2022 em três categorias: Produtividade da Terra, Qualidade do Leite e Grau de Competitividade. A primeira avalia a quantidade de litros produzidos por ano em relação à área utilizada (litros/hectare/ano). A segunda mensurará índices qualitativos do leite como a Contagem de Células Somáticas (CCS) e Contagem Bacteriana Total (CBT). Nesta categoria, a certificação de propriedades como livres de tuberculose e brucelose renderá pontos extras aos tambos inscritos.
 
Por fim, a terceira categoria desafia-se a correlacionar a quantidade de litros de leite produzido nas propriedades com o número de pessoas envolvidas, considerando seu grau de dedicação em termos de carga horária e capacidade laboral. Para participar, os produtores interessados precisam inscrever-se junto aos escritórios municipais da Emater/RS até 30 de setembro. Os extensionistas da Emater/RS farão o aferimento dos dados ao longo dos meses de forma a indicar os melhores resultados de acordo com a categoria. Serão premiados os três melhores produtores em cada categoria. A entrega dos prêmios deve ocorrer durante a Expointer 2022.
 
7º Prêmio Sindilat de Jornalismo
As inscrições para o 7º Prêmio Sindilat de Jornalismo serão abertas nesta segunda-feira (6/9) e se estendem até o dia 12/11/21. O mérito é concedido anualmente pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) em reconhecimento ao trabalho da imprensa que acompanha o setor. Neste ano, a premiação contemplará três categorias: Impresso, Eletrônico e On-line. Podem se inscrever ao 7º Prêmio Sindilat de Jornalismo profissionais que tenham trabalhos publicados entre 24/11/2020 e 12/11/2021 em veículos nacionais e que abordem a produção de lácteos e derivados na bacia leiteira do Rio Grande do Sul. Para participar, é preciso preencher a ficha de inscrição (http://www.sindilat.com.br/site/wp-content/uploads/2021/09/FICHA-DE-INSCRICAO_2021.pdf) e remeter documentação e cópia do trabalho para o e-mail imprensasindilat@gmail.com. Mais detalhes sobre o processo podem ser conferidos no regulamento (http://www.sindilat.com.br/site/wp-content/uploads/2021/09/REGULAMENTO-2021.pdf) publicado no site do Sindilat.
 
O presidente do Sindilat, Guilherme Portella, destaca que a premiação mais uma vez vai reconhecer talentos do jornalismo que no decorrer do ano se debruçaram sobre pautas que evidenciam a realidade do setor, sua importância econômica e dinamismo. “O agronegócio como um todo fez e está fazendo a sua parte na pandemia. E com o setor lácteo não é diferente. Temos produtores, entidades e também profissionais da imprensa que nos ajudam diariamente a repercutir o que é toda essa cadeia produtiva”, pontua Portella. Os primeiros colocados nas três categorias receberão um troféu e um iPhone. Os segundos e terceiros premiados receberão troféu.
 
Sindilat na Expointer
O Sindilat participa da Expointer com o espaço institucional A Casa da Indústria de Laticínios. O espaço estará aberto ao público visitante durante todos os dias da feira e contará com a parceria da Tetra Pak, marca internacional referência em embalagens para alimentos. A multinacional participará de palestra onde sobre as tendências de consumo no setor lácteo, em evento para associados no dia 9 de setembro às 10h. (Assessoria de Imprensa Sindilat/Fotos: Carolina Jardine)
 

Parcerias com empresas de insumos: como ter uma relação ganha-ganha-ganha?
 
Um bom negócio é aquele que todos os envolvidos saem ganhando, certo? Na atividade leiteira, o mesmo válido é válido. Você já se questionou como ter uma relação ganha-ganha com empresas de insumos? Em que deve ser pautada e como estabelecer essa parceria? Quais as vantagens? Quais são as visões dos consultores, produtores e das empresas de insumo? Qual o papel de cada um? Com certeza, os questionamentos são muitos! É exatamente por isso, que no MilkPoint Experts: Feras da Consultoria, no dia 12/11, vamos ter um painel exclusivamente com esta temática, imperdível, né?
 
  • A visão dos consultores: Cassio Camargos, Consultor em Gestão, Controle da Mastite e Qualidade do Leite, Leonardo Araújo, QConz
  • A visão das empresas de insumos: Rafael Amaral, "Dr. Silagem", Lallemand, Fabio Fogaça, Alta Genetics
  • A visão dos produtores: Jaqueline Paim Ceretta, Produtora de Leite em Ijuí RS, Léo Pereira, das Fazendas Reunidas ACP & Filhos

Ainda não se inscreveu? Faça agora sua inscrição. Entre no site, veja a programação completa e se inscreva já!

Os associados do Sindilat/RS podem garantir sua participação com 30% de desconto, clicando aqui. (Milkpoint)
 
Senar terá Centro de Formação no parque
 
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/RS) vai construir um Centro de Formação Profissional Rural no Parque de Exposições Assis Brasil. O projeto foi lançado no sábado, primeiro dia da Expointer 2021. O prédio, que terá dois pavimentos e cerca de 400 metros quadrados de área construída, contará com auditório para 120 pessoas, divisível em duas salas com capacidade para 70 e 50 ocupantes cada. O edifício será erguido no mesmo lote do parque onde hoje está instalado o Espaço Senar, vizinho ao Pavilhão Internacional. A obra deve ser finalizada em até sete meses.
 
Com isso, a expectativa é que fique pronta até a próxima edição da feira. Em contrapartida à cedência do terreno pelo Governo do Rio Grande do Sul, o Senar/RS construirá sanitários públicos no Parque de Exposições, em área de 280 metros quadrados, até a próxima Expointer. De acordo com o superintendente do Senar/RS, Eduardo Condorelli, o Centro de Formação será usado para a capacitações de prestadores de serviço que atuam junto aos produtores rurais nas atividades de Formação Profissional Rural, Promoção Social e Assistência Técnica e Gerencial (ATeG). “É um projeto distinto, diferenciado, uma casa que vai valorizar muito o parque, especialmente pelo lugar nobre onde está”, comenta Condorelli.
 
Nesta Expointer, o Senar/RS conta com três pontos de atendimento no parque para repassar informações sobre seus serviços aos produtores e visitantes. (Correio do Povo)

Jogo Rápido

Relatório Socioeconômico da Cadeia produtiva do Leite 2021

No dia 8, às 14h, na Casa da Emater, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante a Expointer, a Emater realizará a apresentação dos dados do Relatório Socioeconômico da Cadeia Produtiva do Leite 2021. A transmissão poderá ser acessada de forma on-line, através do link, CLICANDO AQUI. (Emater, adaptada pelo Sindilat)


 

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Porto Alegre,  03 de setembro de 2021                                                  Ano 15 - N° 3.494


Conseleites divergem nas indicações de preços

Em agosto, o preço do leite ao produtor registrou a quinta alta consecutiva. Para o pagamento de setembro, os Conseleites divergiram nas indicações. Em Santa Catarina e Rio Grande do Sul a referência é de alta nos preços, de 1,7% e 0,5%, respectivamente. Já no Paraná, a queda projetada é de 1,2% e em Minas Gerais, de 0,6%. (Fonte: CILeite/Embrapa)


FAO: preços globais dos alimentos voltam a subir; lácteos permanecem praticamente estáveis

Os preços globais dos alimentos voltaram a subir em agosto após dois meses de quedas. O índice de preços da FAO a agência da ONU para agricultura e alimentação alcançou 127,4 pontos, com avanços de 3,1% em relação a julho e de 32,9% ante agosto de 2020. A alta foi puxada por açúcar, trigo e óleos vegetais. O indicador do açúcar subiu 10,5 pontos (9,6%) em relação a julho, para 120,1 pontos, impulsionado por preocupações com os danos causados pelas geadas nas safras do Brasil, maior exportador do mundo. O aumento foi mitigado pelas boas perspectivas de produção na Índia e na União Europeia, bem como pela queda dos preços do petróleo bruto e pela desvalorização do real ante o dólar.

O índice dos óleos vegetais aumentou 10,3 pontos (6,7%), para 165,7 pontos em agosto, com os preços internacionais do óleo de palma chegado a máximas históricas devido a preocupações sobre a produção abaixo do potencial na Malásia. As cotações do óleo de canola e do óleo de girassol também aumentaram. O índice de preços dos cereais ficou em 129,8 pontos, 4,3 pontos (3,4%) mais que em julho. “Os preços mundiais do trigo aumentaram 8,8% devido à redução das expectativas de safra em vários dos principais países exportadores. Os preços do milho, por outro lado, caíram 0,9%, uma vez que as melhores perspectivas de produção na Argentina, na União Europeia e na Ucrânia moderaram as previsões de produção mais baixas no Brasil e nos EUA. Os preços internacionais do arroz mantiveram trajetória de queda”, diz a FAO, em relatório.

O indicador das carnes registrou leve alta em agosto, para 112,5 pontos, sustentado pelas fortes compras da China de carnes bovina e ovina e pela sólida demanda de importação do Leste Asiático e do Oriente Médio de carne de frango. Os preços da carne suína, por outro lado, caíram devido ao declínio nas compras pela China e pela Europa. Por fim, o índice de lácteos caiu marginalmente em relação a julho e ficou em 116 pontos, com as cotações internacionais de leite em pó diminuindo em meio a uma fraca demanda de importação global e o aumento sazonal de oferta pela Oceania mais do que compensando o aumento dos preços da manteiga e do queijo. (As informações são do Valor Econômico, adaptadas pela equipe MilkPoint)

Associados da Cooperativa Santa Clara participam da 44ª Expointer

Uma das mais importantes feiras, a 44ª Expointer, contará com a presença de quatro associados da Cooperativa Santa Clara. O evento que ocorre no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, será realizado de 04 a 12 de setembro.

Na Raça Holandesa, os associados: Itamar Tang, de Farroupilha, levará 13 animais e Mateus Bazzoti, de Ponte Preta, irá com 14 animais. Já as raças Gir Leiteiro e Girolando será representada pelo associado José Amaral, de Caxias do Sul. A programação do gado leiteiro contará com julgamento em ambas as raças e concurso leiteiro na raça Holandesa. A Santa Clara também marcará presença na Casa da Indústria de Laticínios, espaço do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados (Sindilat/RS).

A 44ª Expointer contará com a presença do público, limitado a 15 mil visitantes por dia, e com rigorosos protocolos de saúde para garantir a segurança de visitantes e trabalhadores. Além disso, o uso de máscara será obrigatório e os ingressos serão vendidos antecipadamente pela internet. Já os portões de acesso ao parque ficarão abertos das 8h às 19h30. (Assessoria de Imprensa Santa Clara)


Jogo Rápido

Previsão de chuva para os próximos dias no RS

Nos próximos sete dias são esperados valores expressivos de chuva no Rio Grande do Sul. Entre hoje (03/09) e amanhã (04/09), a propagação de duas áreas de baixa pressão manterá grande variação de nuvens e pancadas de chuva na maioria das regiões. Há risco de temporais isolados, associados a fortes rajadas de vento e eventual queda de granizo. No domingo (05/09), o tempo firme e quente vai predominar na maioria das regiões. Somente na faixa Leste a nebulosidade vai predominar e ainda ocorrerão chuvas isoladas. Entre a segunda (06/09) e a quarta-feira (08/09), o deslocamento de uma nova área de baixa pressão manterá a condição de chuva e a possibilidade de tempestades, com rajadas de vento e queda de granizo em setores isolados. Os totais esperados deverão variar entre 20 e 35 mm na maior parte do estado. Nas Missões, Vale do Uruguai e em parte do Planalto os valores oscilarão entre 35 e 50 mm. Na Campanha e Zona Sul,os totais previstos deverão variar entre 50 e 70mm e poderão alcançar 100mm no Extremo Sul. Veja agora a situação das culturas do trigo, canola, milho, olerícolas, frutas, erva-mate e pastagens: Boletim Integrado Agrometeorológico nº 35/2021. (SEAPDR)


 

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Porto Alegre,  02 de setembro de 2021                                                  Ano 15 - N° 3.493


Sindilat detalha novo projeto em coletiva com imprensa
 
O Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) realizará na próxima segunda-feira (06/09), às 14h, coletiva de imprensa para anunciar novo projeto de estímulo à produtividade, boa gestão e gerenciamento do setor lácteo gaúcho. O encontro contará com o presidente do Sindilat, Guilherme Portella, e o presidente da Emater, Edmilson Pedro Pelizari.
 
Na ocasião, também será dada a largada para o 7° Prêmio Sindilat de Jornalismo, distinção que reconhece trabalhos jornalísticos relevantes que abordam o setor lácteo.
 
Em função das restrições decorrentes da pandemia de Covid-19, o evento ocorrerá de forma híbrida: presencialmente na Casa da Indústria de Laticínios, no Boulevard do Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), e remotamente pelo link https://sindilat.webex.com/sindilat-pt/j.php?MTID=ma9ebfb9970f7f1b04140fc8948586bb5
 
O que: Coletiva Sindilat na Expointer 2021
Quando: 6/9 (segunda-feira) - 14h

Argentina: concentração avança no setor leiteiro

Há anos ocorre um processo de concentração da produção de leite na Argentina. As fazendas menores que não podem se expandir, adicionar tecnologia e melhorar a produtividade, estão sendo deixadas de fora da corrida. Em julho passado, pela primeira vez, as menores fazendas leiteiras, com até 2.000 litros por dia de produção, representaram menos de 50% do total.

As empresas com mais recursos apostam no aumento dos estoques de vacas e na obtenção de maiores níveis de produtividade para fugir dos custos crescentes, que estão sempre na esteira das contas dos produtores de leite. É por isso que há um crescimento produtivo da “fazenda leiteira média”.

Segundo dados divulgados pelo Observatório da Cadeia do Leite Argentina (OCLA), existem 460 fazendas leiteiras que produzem mais de 10 mil litros (em julho eram em média 17.521 litros por dia). Eles representam 4,6% de todos os estabelecimentos e contribuem com 25,9% da produção total.

Na outra ponta, as fazendas com menos de 3.000 litros somam cerca de 6.700 e representam 27% da produção. Além disso, de acordo com este relatório existem “5.000 fazendas leiteiras com menos de 2.000 litros por dia, o que é 49,7% do total das fazendas leiteiras, representando 15,1% da produção nacional”.

O processo de concentração que está ocorrendo está refletido nesta tabela abaixo.

Em 2010 não só havia mais pequenas fazendas leiteiras no país, mas também aquelas com menos de 2.000 litros respondiam por 27% do leite enviado às indústrias. Enquanto isso, em julho de 2021, eles mal representavam 15%. Um processo inverso viveu as grandes fazendas.

Longe de se assustarem com esses dados, na OCLA consideraram que “o processo de concentração da produção nas grandes fazendas leiteiras é contínuo, e sem falar que não é para naturalizá-lo, mas para mostrar uma tendência forte e generalizada nas fazendas leiteiras mundiais, que os números marcam (sem fazer um juízo de valor se é bom ou ruim)”.

“Essa concentração na Argentina é expressa, com taxas em torno de 2 a 3% ao ano. De acordo com as informações que publicamos na OCLA com base no relatório da Situação Mundial do Leite da Federação Internacional de Leite 2020 (FIL/IDF), eles mostram uma taxa para os principais países leiteiros do mundo um pouco acima de 4% de redução anual das fazendas leiteiras”, acrescentaram.

Além disso, os especialistas afirmam que apesar da queda no número de estabelecimentos, a maior produção por unidade permitiu o crescimento da oferta de leite: “O tamanho da fazenda leiteira média é de cerca de 3.086 litros de leite por dia para julho de 2021, 3,2% a mais que no ano anterior ”.

O raciocínio é que “se avaliarmos o seu comportamento ao longo do tempo, apesar da diminuição do número de unidades produtivas e do número de vacas, a fazenda leiteira média apresenta no período 2009-2021 uma taxa de crescimento anual acumulada de 3,13%, o que permite, apesar da redução das unidades de produção e do rebanho, a manutenção dos níveis de produção agregada ao nível do país.” (As informações são do Bichos de Campo, traduzidas e adaptadas pela equipe MilkPoint)

Estudo da Kantar relaciona avanço da vacinação com retomada do consumo de alimentos e bebidas fora do lar no final do segundo trimestre de 2021

A segunda edição deste ano do estudo Consumer Insights da Kantar, líder em dados, insights e consultoria, aponta que, com o avanço da vacinação, mais consumidores passaram a consumir fora de casa a partir de abril. A frequência, porém, ainda é menor, e por isso ainda não houve retomada dos volumes.

Os mais jovens retomam o consumo fora do lar associado ao retorno à vida social, enquanto os sêniores ainda se resguardam no isolamento.

Considerando o segundo trimestre deste ano em comparação ao mesmo período do ano passado, o consumo fora do lar foi opção majoritariamente dos jovens entre 18 e 29 anos, de classes AB e C, que priorizaram a vida social, principalmente aos finais de semana.

Essa faixa etária foi a única que contribuiu positivamente para o cenário fora do lar (+0,8%) e suas principais escolhas foram os bares, que representaram 4,2% deste crescimento, e fast food (2,7%). Enquanto isso, os maiores de 50 anos se resguardaram, com uma retração em valor de 26,3% no mesmo período.

O mesmo cenário positivo não foi visto nas classes mais baixas. Apesar da prorrogação do auxílio emergencial, a quantidade de famílias que receberam o benefício foi menor, assim como os valores, o que não trouxe um impacto positivo no consumo. E ainda que a taxa de desemprego esteja estável, 17% dos lares brasileiros contam com ao menos uma pessoa que perdeu o trabalho após o início da pandemia, segundo o estudo LinkQ Covid da Kantar. Dentro desse universo, 80% são lares da classe CDE.

“O consumo fora do lar vai voltar, porém vemos que os fatores renda e preço são as novas variáveis que afetam a velocidade e as escolhas na retomada desse consumo, além dos ciclos de lockdown. As estratégias devem considerar a retomada em etapas e será necessário entender o mercado para criar ocasiões de acordo com os diferentes perfis, necessidades, canais e dias de consumo” explica Renan Morais, Gerente de Soluções da Kantar.

(As informações são da Kantar, transmitidas através da AD Comunicação & Marketing, adaptadas pela equipe MilkPoint)


Jogo Rápido

Indústria do leite terá programação na Expointer 2021 O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, informou quais serão os principais eventos do sindicato na 44ª Expointer. Ele destacou o lançamento do Prêmio de Jornalismo da entidade. CLIQUE AQUI para ouvir a entrevista. (Agert)


 

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Porto Alegre,  01 de setembro de 2021                                                  Ano 15 - N° 3.492


Expointer: palestras e seminários abordam diversos aspectos do agronegócio
 
Muito além de mostrar o que há de melhor em genética animal, máquinas e implementos agrícolas e produção agropecuária gaúcha, a Expointer é um espaço que proporciona uma grande troca de conhecimentos e informações. Fóruns, seminários, palestras e ciclos de debates fazem parte da programação nos nove dias da feira, abordando temas diversos como produção e sanidade animal, agricultura, cooperativismo, tecnologias aplicadas à agropecuária, entre outros assuntos.
 
Nesta edição, em que o acesso à Expointer será limitado a 15 mil visitantes por dia (ingressos podem ser comprados aqui), a maioria destes eventos terá transmissão pela internet. Assim, mesmo quem esteja a muitos quilômetros de distância do Parque de Exposições Assis Brasil vai poder acompanhar a programação técnica. CLIQUE AQUI para conferir. (Expointer)
 

Próximo trimestre deverá ter redução no volume de chuvas no RS

O próximo trimestre deverá ter precipitações abaixo do esperado na maior parte do Rio Grande do Sul. A previsão dos modelos climáticos indica a probabilidade de ocorrência de um novo evento La Niña nos próximos meses. De acordo com Flávio Varone, meteorologista da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), “o La Niña é um fenômeno climático global, e a consequência para o estado é a diminuição das chuvas durante a primavera e o começo do verão”.

Para setembro, as precipitações deverão se manter próximas da média na maioria das regiões, com valores ligeiramente acima da normalidade no Noroeste do Estado. Nos meses de outubro e novembro, o prognóstico indica a redução da chuva em todas regiões. A previsão trimestral indica a gradativa elevação das temperaturas, mínimas e máximas, ao longo do trimestre, porém, em setembro ainda ocorrerão incursões de massas de ar frio, condição que poderá favorecer a ocorrência de geadas isoladas.

Chuva

Setembro: Valores próximos da normalidade na maior parte do Estado, com totais acima da média no setor noroeste.

Outubro: Seco na Região Central, Leste e Nordeste e ligeiramente abaixo da média nas demais regiões.

Novembro: Seco na faixa Norte e ligeiramente abaixo da média nas demais regiões

Temperatura Máxima

Setembro: Próximo da normal em todo Estado.

Outubro: Valores próximos do normal na Fronteira Oeste e Campanha e ligeiramente acima da média nas demais regiões.

Novembro: Ligeiramente acima do normal na maioria das regiões, com valores menores na faixa Leste.

Temperatura Mínima

Setembro: Ligeiramente abaixo do normal em todas regiões.

Outubro: Próximo da média em todo Estado.

Novembro: Acima da média no Noroeste e próximo da normal nas demais regiões.

CLIQUE AQUI e veja os gráficos da previsão meteorológica e a análise do trimestre que passou. (Fonte: SEAPDR)

Sociedade civil pode participar de consulta pública sobre plano para agricultura de baixo carbono

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) abriu consulta pública para receber contribuições para atualização do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária, com vistas ao Desenvolvimento Sustentável (ABC+). As sugestões podem ser enviadas pelos interessados até 30 de setembro, conforme as orientações publicadas no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (31).

O objetivo do ABC+ é de promover a adaptação da agropecuária brasileira à mudança do clima e o controle das emissões de gases de efeito estufa (GEE), com aumento da eficiência e resiliência dos sistemas produtivos, considerando uma gestão integrada da paisagem. O ABC+ é a atualização do Plano ABC, executado de 2010 a 2020, que se tornou referência mundial de política pública na promoção de tecnologias e práticas sustentáveis no setor agropecuário.

Neste próximo decênio (2020 a 2030), o ABC + continuará a promover a adoção de tecnologias e práticas sustentáveis, chamadas, nesta nova etapa, de Sistemas, Práticas, Produtos e Processos de produção Sustentáveis (SPSABC). Dentre eles estão: fixação biológica do nitrogênio; florestas plantadas; recuperação de pastagens degradadas; tratamento de dejetos animais; sistemas em integração nas modalidades integração lavoura, pecuária, floresta, sistemas agroflorestais e sistema plantio direto.

Contribuições

O ABC+ tem em sua composição um Plano Estratégico (PE), publicado em março de 2021, e um Plano Operacional (PO).

Os dois planos foram construídos com base nas lições aprendidas em dez anos de execução do Plano ABC, e em documentos publicados por diversas instituições que atuam em temáticas relacionadas à agropecuária e mudança do clima. Para a elaboração, foram consultados 28 atores nacionais, bem como os 27 grupos gestores estaduais (GGE). Além disso, mais de 200 autores, colaboradores e revisores, de 50 instituições parceiras, contribuíram.

Na consulta pública, os interessados poderão enviar as contribuições técnicas para os itens “Metas” e “Eixos Estratégicos de Atuação”, que integram o Plano Operacional do ABC+.

Os comentários e/ou sugestões são bem-vindos e fundamentais no aprimoramento desta importante política pública para o setor agropecuário. CLIQUE AQUI e participe da consulta pública. (Fonte: MAPA)


Jogo Rápido

Leite - Preço sobe, mas rentabilidade cai

O preço do leite captado em julho e pago ao produtor brasileiro em agosto teve alta de 2,1% em relação ao mês anterior, conforme pesquisa d o Cepea/Esalq/USP, atingindo R$ 2,3595 o litro. Segundo o levantamento, o valor de agosto da chamada “Média Brasil” é um recorde dentro da série histórica que começou a ser apurada em 2005, refletindo alta de 11,7% sobre o mesmo mês de 2020. O boletim destaca também que o aumento nos preços do leite no campo não significa garantia da rentabilidade para o produtor, uma vez que os custos apontaram intensa alta, especialmente neste momento em que o clima desfavorece a atividade. O Custo Operacional Efetivo cresceu quase 13% na “Média Brasil” de janeiro a julho, enquanto a receita subiu apenas 6% no mesmo período. (Correio do Povo)


 

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Porto Alegre,  31 de agosto de 2021                                                       Ano 15 - N° 3.491


Geração de empregos na produção de alimentos de janeiro a julho tem melhor resultado desde 2011
 
A produção de alimentos gerou de janeiro a julho de 2021 um saldo positivo de 176.674 postos de trabalho com carteira assinada, o melhor resultado para o setor desde 2011 em sete meses, e um crescimento de 107% em relação ao mesmo período do ano passado. É o que mostra o Comunicado Técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que analisou os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho.
 
O comunicado destaca que, no acumulado dos sete primeiros meses de 2020, o setor registrou criação líquida de 85.446 novos empregos. Em relação aos demais setores da economia, apenas a Construção teve saldo positivo, de 8.800 empregos, enquanto todos os outros perderam postos de trabalho no período: Serviços (-508.135), Comércio (-426.091) e Indústria (-184.003). “Dessa forma, ao contrário dos demais setores da economia, onde a criação de vagas de trabalho em 2021 tem representado, em grande medida, a recuperação da intensa perda de empregos no ano passado, o número de novas vagas abertas na Agropecuária entre janeiro e julho de 2021 se soma ao resultado positivo registrado em igual período de 2020”, explica a CNA. “Isso significa que contabilizados ambos períodos – saldos acumulados de jan-jul/2020 e de jan-jul/2021 –, a Agropecuária é o setor que apresenta maior contribuição para o emprego formal no País”, acrescenta o comunicado técnico da CNA.
 
Em julho, a produção de alimentos criou 25.422 novas vagas formais, com a região Sudeste responsável por 14.974 postos. Nordeste, Centro-Oeste, Norte e Sul registraram crescimento de 5.098, 3.970, 771 e 609 empregos, respectivamente. São Paulo foi o estado com maior geração de empregos em julho, com criação de 14.608 novas vagas. Outros estados com destaque no crescimento no número de postos de trabalho foram Mato Grosso (2.891), Pernambuco (1.455) e Rio Grande do Norte (1.189).
 
As atividades agropecuárias que mais contribuíram para o bom resultado de julho foram: Atividades de Apoio à Agricultura não Especificadas Anteriormente (4.332), Cultivo de Soja ( 4.201), Cultivo de Laranja (2.853), Criação de Bovinos para Corte (2.598) e Cultivo de Alho (1.906). CLIQUE AQUI para ver o comunicado Técnico do Caged. (Fonte: CNA)

Conab realiza rodada de debates sobre Perspectivas para a Agropecuária Safra 2021/22

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza, na próxima quinta-feira (02/09), o evento on-line Perspectivas para a Agropecuária em Debate, continuação do evento realizado na semana passada sobre as expectativas da estatal em relação à safra de grãos 2021/2022 para as culturas do algodão, arroz, feijão, milho e soja.

A discussão será transmitida ao vivo no canal da Conab no YouTube.

Os paineis serão organizados por produtos, com a participação de especialistas da Conab e de entidades parceiras como Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA-Esalq/USP), Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Para participar, não é necessário fazer inscrição. O debate pode ser acompanhado pelo canal da Conab no Youtube e haverá espaço para interação com o público. As perguntas deverão ser enviadas pelo chat durante o evento.

Sobre as Perspectivas – Nas Perspectivas para a Agropecuária, que chega ao seu oitavo ano, o leitor pode conferir estimativas detalhadas sobre área, produtividade, produção, consumo, exportações, importações, estoques, custos, preços e rentabilidade na Safra 2021/2022, além de um quadro de oferta e demanda, com as variáveis referentes às safras anteriores. O estudo também aborda questões como perspectivas econômicas, tendo como ponto de partida o desafiador cenário mundial.

Nesta publicação, foram adicionados modelos de séries temporais e modelos econométricos de rentabilidade e de preços reais para a previsão da área e produtividade agrícola para o próximo ciclo. Além disso, o documento conta também com cálculos da previsão do PIB Agropecuário em 2022, realizados pelo Instituto de Pesquisa de Economia Aplicada (Ipea) com base em dados da Conab.

As Perspectivas para a Agropecuária têm o objetivo de contribuir para a previsibilidade do setor, para a redução das assimetrias de informações e para o aumento da transparência das operações. A partir dos dados apresentados, diversos atores com participação no cenário agro poderão compreender o que esperar para o próximo ciclo e, por meio das análises, tomar decisões de maneira mais estratégica e com maior segurança.

Leia a publicação Perspectivas para a Agropecuária na íntegra. Serviço: Perspectivas para a Agropecuária em Debate Data: 02 de setembro de 2021 Horário: 9h Participe: https://www.youtube.com/watch?v=exK8AgyuZCI (Fonte: Conab)

Preço do litro de leite pago ao produtor rural teve aumento de 35% de janeiro a julho de 2021

Nos seis primeiros meses de 2021, o preço médio do litro de leite pago ao produtor rural aumentou 35,56% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados são do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) e levantados pelo Departamento Técnico do Sistema Famasul. Este é o assunto do #MercadoAgropecário desta segunda-feira (30).

Entre janeiro e julho deste ano o valor médio estava em R$1,81 por litro de leite pago ao produtor rural. Em 2020 no 1º semestre o preço era de R$ 1,33 por litro. Segundo a analista técnica Eliamar Oliveira, esta valorização está sustentada na menor produção. Em um ano, a captação de leite em Mato Grosso do Sul diminuiu mais de 24%.

A produção com inspeção federal no estado foi de 88 mil litros nos seis primeiros meses de 2021. No ano anterior esse volume chegou a 116,6 litros durante o mesmo período. “A queda significativa na produção de leite é resultado do cenário crítico do clima, em que houve chuvas abaixo da média, frio intenso e geadas, que intensificaram a deterioração das pastagens, combinado ao aumento significativo nos preços de suplementos minerais e concentrados, que inviabilizaram o fornecimento regular de ração em proporção capaz de manter o volume produzido”, explica.

A relação de troca entre o leite e os principais insumos que compõem a mistura que alimenta o rebanho reduziu em 2021. No mês de julho, o produtor rural precisou dispor de 48,51 litros de leite para adquirir o composto de 70% milho e 30% farelo de soja. Essa quantidade foi 28,84% maior que os 37,65 litros necessários em julho de 2020.

“Esse resultado negativo na relação de troca ocorreu porque a valorização no preço do leite pago ao produtor não ocorreu na mesma proporção que a valorização do farelo de soja e do milho”, destaca Eliamar.

A analista também destaca que a queda no poder de compra é um indicativo de que os custos estão elevados e podem comprometer as margens e a rentabilidade da atividade leiteira. "É importante que o produtor conte com apoio técnico que o ajude a planejar e desenvolver estratégias que minimizem os impactos dos custos e garantam desempenho positivo da atividade”, recomenda.

Mercado Agropecuário – O Sistema Famasul divulga todas as semanas uma matéria sobre o andamento das principais cadeias produtivas de Mato Grosso do Sul. Acompanhe! Conheça também: Educação no Campo e Transformando Vidas. (Famasul)


Jogo Rápido

Último Dia do Desconto do Primeiro Lote - Fórum MilkPoint Mercado

Sabemos que você quer participar, então, aproveite o desconto HOJE. Amanhã ficará mais caro. Confira os temas dos 4 blocos de apresentação e debate: - Como estará o mercado no final de 2021 e em 2022? - Inovações em Lácteos e Foodservices: os caminhos da recuperação - ESG e contratos: o futuro das relações indústria-produtor - Proteção de preços e funding: novas ferramentas para a cadeia láctea brasileira Se você planeja atuar na cadeia leiteira no Brasil nos próximos anos, tem que participar! Inscreva-se já: https://bit.ly/38q28dV. Os associados do Sindilat/RS podem garantir sua participação com 30% de desconto, clicando aqui. (Milkpoint)


 

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Porto Alegre,  30 de agosto de 2021                                                       Ano 15 - N° 3.490


Preço do leite, custo e margens no mundo - Agosto/2021
 
Nos primeiros sete meses de 2021, o preço bruto do leite fechou com média de US$ 0,444/kg. Esse valor é 18,6% superior à média de 2018 a 2020, de US$ 0,360/kg. Após o pico em abril, a queda observada nos três meses representa -9,0% no acumulado, ficando em US$ 0,427/kg em julho.
 
O custo da mistura concentrada (70+30) permaneceu relativamente estável nos sete primeiros meses de 2021. O valor médio do ano, até o momento, foi de US$ 0,320/kg, o que representa uma alta de 44,0% sobre à média de 2018-2020.
 
A margem do preço bruto sobre o custo da mistura, na relação de 1 kg de mistura concentrada para 3 kg de leite, vem recuando desde abril, ficando em US$ 0,320/kg em julho. Apesar da queda no preço do leite, a margem continua 11,8% superior à média de 2018-2020. (Fonte: CILeite/Embrapa)
 

Hora de receber as estrelas da Expointer

Para vencer longas distâncias e fazer a adaptação ao novo ambiente, os portões do parque Assis Brasil, em Esteio, se abrem hoje para receber os animais inscritos para a 44ª Expointer. Procedimento que é igual e, ao mesmo tempo, diferente ao de outros anos. A começar pelas exigências para quem chega. Em razão dos protocolos sanitários da pandemia, o primeiro passo é a triagem dos profissionais que acompanham o plantel, feita conforme as determinações da Secretaria da Saúde. Além do exame de covid-19, há medição da temperatura. Feita a checagem, uma pulseira autoriza a entrada na área.

Para os animais - são, no total, 4.057 inscrições, entre exemplares de argola e rústicos - a equipe da Secretaria da Agricultura recebe a documentação e faz a avaliação clínica. Neste ano, um documento a menos será exigido: o de imunização contra a febre aftosa, já que agora o Estado é livre da doença sem vacinação.

A nova condição irá trazer para a feira, depois de um hiato de 20 anos, bovinos, ovinos e caprinos de Santa Catarina. O Estado vizinho deixou de vacinar em 2000, recebendo o reconhecimento internacional em 2006, o que trazia série de restrições no trânsito animal. Um grupo de 93 profissionais da Agricultura trabalhará na exposição - há um alojamento instalado no parque. A entrada dos animais será de 8h às 20h.

- Será uma Expointer nova para todo mundo. Não importa o tempo de trabalho que se tenha - avalia Rosane Collares, diretora do Departamento de Defesa Agropecuária da Secretaria da Agricultura. (Zero Hora)

Aplicativo oferece informações mais precisas sobre meteorologia para produtores rurais

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apresentou nesta quinta-feira (26) o sistema Agromet, que irá fornecer informações precisas e atualizadas aos produtores rurais sobre previsão de tempo em sua localidade e diferenciadas por produção.

Por meio de um portal e um aplicativo, será possível acessar um mapa navegável de previsão de chuva, temperatura e umidade para os próximos sete dias.

O sistema foi apresentado pelo diretor do Inmet, Miguel Ivan Novato, durante o lançamento das Perspectivas para a Agropecuária Safra 2021/22 – Edição Grãos, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo o diretor, o objetivo do Agromet é apoiar o setor agrícola na tomada de decisões. “Isso vai ser uma revolução para a gestão do agronegócio. Estamos entregando uma ferramenta a custo zero para o produtor”, disse o diretor do Inmet, lembrando a integração das informações com a Conab.

O diferencial do Agromet será a opção de incluir áreas produtoras de culturas como algodão, arroz, café, cana-de-açúcar, culturas de inverno e culturas de verão (primeira e segunda safra) aos mapas de previsão. Além disso, ao clicar em qualquer ponto do mapa o usuário terá acesso à previsão do tempo para sete dias daquele ponto.

Também será possível acessar dados observados em tempo real nas Estações Meteorológicas do Inmet, imagens de satélite em tempo real, previsão de chuva, temperatura do ar e umidade relativa para sete dias e possibilidade de sobreposição de informações (diferentes camadas no mapa).

O Mapa está disponível no portal do Inmet (https://mapas.inmet.gov.br/) e no aplicativo de Previsão de Tempo: INMET, disponível para Android e IOS. (As informações são do Mapa, adaptadas pela equipe MilkPoint)


Jogo Rápido

População estimada do país chega a 213,3 milhões de habitantes em 2021

O número de habitantes no país chegou a 213,3 milhões em 2021, segundo as Estimativas da População divulgadas hoje (27) pelo IBGE. O estudo, com data de referência em 1º de julho, leva em conta todos os 5.570 municípios brasileiros, e é um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, além de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos. O município de São Paulo continua sendo o mais populoso do país, com 12,4 milhões de habitantes, seguido por Rio de Janeiro (6,8 milhões), Brasília (3,1 milhões), Salvador (2,9 milhões) e Fortaleza (2,7 milhões). Dos 17 municípios do país com população superior a um milhão de habitantes, 14 são capitais. Esse grupo concentra 21,9% da população ou 46,7 milhões de pessoas. Já o conjunto das 26 capitais mais o Distrito Federal supera os 50 milhões de habitantes, representando, em 2021, 23,87% da população do país. (Fonte: IBGE)


 

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Porto Alegre,  27 de agosto de 2021                                                       Ano 15 - N° 3.489


Estudo aponta mudanças no comportamento de consumo do brasileiro
 
A viagem dos sonhos, os planos de casamento, o happy hour com os amigos e tantos outros projetos que tiveram que ficar parados por conta da pandemia dão indícios de retorno. Consumo em bares, cinemas, parques, combustíveis, pedágios e até multas de trânsito voltaram a crescer, conforme aponta o terceiro relatório de Análise do Comportamento de Consumo do Itaú Unibanco, relativo ao segundo trimestre deste ano. Outros segmentos como o de viagens e hotelaria também estão em aquecimento, indicando que o brasileiro está retomando a rotina, em modo “novo normal”. Com os aprendizados de convívio neste contexto, a vacinação em curso e a flexibilização das medidas de isolamento social, o comércio se mostra em recuperação.
 
O turismo, que teve queda de 90% no faturamento no pior momento da pandemia, está entre os ramos que iniciam esse processo de retorno, com crescimento de 257,3% no segundo trimestre de 2021, na comparação com o mesmo período de 2020. As companhias aéreas e o setor hoteleiro, considerando hotéis, motéis e pousadas, foram os que mais se destacaram e registraram um aumento três vezes maior do que no ano anterior, com crescimento de 237,1% e 255,8% respectivamente. Apesar deste desempenho, é importante ressaltar que o consumo no setor ainda está abaixo dos patamares pré-pandemia. Também chama a atenção o setor de casamentos. Se em 2020 os planos dos noivos foram frustrados, em 2021 as pessoas estão saindo do isolamento para o altar. A celebração voltou a ser destaque no segundo trimestre de 2021, mesmo que de forma adaptada às novas condições sanitárias.
 
As agências matrimoniais e buffets tiveram crescimento de 97,4% no faturamento, na comparação com o mesmo intervalo de 2020. Mas, na comparação com 2019, houve queda de 51% – cenário que pode indicar represamento da demanda devido às restrições do isolamento social que, em certa medida, ainda vigoram. Com a volta das cerimônias, segmentos como aluguéis de roupa e joalherias foram impactados positivamente e tiveram crescimento de 214,9% e 129,9%, respectivamente.
 
Mais lazer e bem-estar
As pessoas se cuidaram e se divertiram mais no período visado pelo estudo. O consumo relacionado às atividades de bem-estar, como spas, centros estéticos, massagistas e manicure, tiveram aumento de 90,7% no segundo trimestre, ante igual intervalo de 2020. Os bares, tão prejudicados pela pandemia, voltaram a ver as suas mesas mais animadas e tiveram crescimento de 153,5%, sinalizando aceleração do setor. Destaque também para o segmento de lazer, considerando clubes, cinema, teatro, boliche, sinuca, além de parques e escolas de dança. Nesse setor, houve crescimento de 176,6% no faturamento, no segundo trimestre de 2021, na comparação com igual período de 2020. Outro segmento que indica retomada é o de locomoção e transporte (transporte de passageiros, postos de combustíveis, recarga de cartões como o Bilhete Único, multas de trânsito, estacionamentos e pedágios), que apresentou aumento de 98,4% no segundo trimestre deste ano, com relação ao ano anterior. Mais uma constatação está relacionada aos serviços de mudança, que tiveram salto de 67,1% – o que sugere que as pessoas estão buscando residências com mais espaço e/ou conforto, para um home office mais agradável.
 
Datas especiais
No feriado de Tiradentes, os dados indicam que as pessoas buscaram mais lazer. O grande destaque foi para o setor de hotéis, motéis e pousadas, com crescimento de 381,5% na comparação com a semana da data no ano anterior, e o aluguel de automóveis, que teve aumento de 142,1%. No Dia das Mães deste ano, a maioria dos filhos e maridos optou por presentear com itens de docerias e floriculturas.
 
Estes setores viram seu faturamento crescer 126,7% e 64,8%, respectivamente, nas compras realizadas no dia da celebração, em comparação à mesma data do ano anterior. Já no Dia dos Namorados, que este ano caiu em um sábado, restaurantes apontaram aumento de 142% e lojas de presentes e joalherias um crescimento de 45,6%.
 
Compras no ambiente físico voltam a crescer
Com o relaxamento das medidas de isolamento social, as compras realizadas fisicamente no segundo trimestre do ano voltaram a crescer e representaram 78,9% das transações, contra 21,1% no online. Na comparação com igual intervalo do ano anterior, houve um crescimento de 47,2% nas compras efetuadas no ambiente físico, e 43,2% no online – em faturamento. No ambiente físico, os segmentos que apresentaram maior crescimento no segundo trimestre de 2021 foram os atacadistas – com um aumento de 35,4% ante 2020 e lojas de materiais de construção – com elevação de 31,6% na comparação com 2020.
 
Vestuário e lojas de departamento apontaram recuperação neste período do estudo. Enquanto vestuário teve queda de 67,6% em 2020 ante 2019, na comparação de 2020 com 2021 apresentou crescimento de 162,1%. Por sua vez, as lojas de departamento, que tiveram decréscimo de 33,7% em 2020 com relação a 2019, apontaram aumento de 40,2% na comparação de 2021 ante 2020.
 
Itens de saúde, bem-estar e pet lideram na internet
Mesmo com a reabertura dos estabelecimentos físicos, as compras online entraram na rotina de muitos brasileiros e se mantêm em um patamar significativo: 21,1% das aquisições foram realizadas nesta modalidade. O valor transacionado no consumo online no segundo trimestre de 2021 teve um crescimento de 43,2%, na comparação com igual período de 2020. Dentre as compras online, no segundo trimestre de 2021 sobressaem os setores de saúde, bem-estar e veterinários: o crescimento foi de 97,3% na comparação com igual período de 2020.
 
Já em relação ao mesmo intervalo de 2020 ante 2019, o aumento foi de 55,6%. Além de alimentação, que apontou um salto: de 38,2% ante 2020 e de 516,7% na comparação do segundo trimestre de 2020 com mesmo intervalo de 2019. Ainda no online, outro destaque positivo da análise vai para os segmentos de turismo e transportes, que, apesar de não terem voltado aos patamares pré-pandemia, mostram recuperação.
 
O setor de turismo, que apresentou queda de 85,2% em 2020 ante 2019, apontou crescimento de 269,1% em 2021 com relação ao segundo trimestre de 2020. E o de locomoção e transportes, que teve diminuição de 58,9% em 2020 na comparação com igual período de 2019, mostrou aumento de 92% em 2021 ante 2020. O crescimento de jovens da geração Z (nascidos entre 2000 e 2010) que adotaram a modalidade online no segundo trimestre de 2021, na comparação com igual período de 2020, foi de 177,3% (54,1% homens; 45,9%, mulheres). Destaque também para a geração X, com aumento de 34% (52,1% mulheres; 47,9% homens). As mulheres foram as que mais se digitalizaram e transacionaram no online, considerando todas as gerações. O aumento mais significativo foi na geração Z: garotas nessa faixa etária aumentaram em 180% os seus gastos no online; e os garotos, 175%. (Fonte: Newtrade)
 

Parque Assis Brasil inicia venda de ingressos para 44ª Expointer

O Parque de Exposições Assis Brasil abriu, na noite desta quinta-feira (26), a comercialização on-line dos ingressos para a 44ª Expointer. A feira ocorre de 4 a 12 de setembro, em Esteio. O interessado deve acessar o site oficial da Expointer – expointer.rs.gov.br – e entrar na seção “Ingressos aqui”. A partir disso, basta clicar em “Compre aqui” para ser direcionado à plataforma de venda dos bilhetes de pedestre e de estacionamento. A comercialização ficará ativa até o último dia do evento. Será disponibilizado o limite de 15 mil ingressos de visitantes por dia.

Cada pessoa ou empresa poderá adquirir até 10 bilhetes por dia de feira. Todos os ingressos terão que estar vinculados a um CPF. Empreendimentos que desejarem adquirir um número maior de acessos deverão contatar a empresa contratada para a gestão da bilheteria – Impacto Vento Norte Produções Técnicas – por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), disponível na plataforma. Depois de comprar os ingressos com CNPJ, a empresa precisará solicitar que cada colaborador insira o CPF e demais dados na plataforma para gerar os acessos ao parque.

O pagamento pode ser feito com cartão, Pix ou boleto, com opção de parcelamento. Se escolher boleto, no dia útil seguinte à efetuação do pagamento, a pessoa deve voltar ao site para inserir seus dados e gerar o QR Code que será usado para a entrada na feira.

Este processo é concluído após o visitante preencher um questionário, respondendo nome, sexo, data de nascimento, município de residência, telefone e e-mail. Terá que informar ainda se já fez uma ou duas doses da vacina contra Covid-19, embora a vacinação não seja obrigatória para a participação no evento. Para confirmar a compra, terá que assinalar a declaração de que cumprirá todos os protocolos sanitários previstos e que não comparecerá à feira se tiver apresentado sintomas gripais ou tido contato com casos suspeitos em até 10 dias antes do evento.

O QR code gerado na compra on-line terá que ser apresentado nos portões de acesso a pedestre (2) e de estacionamento (15). Além do QR code, para entrar no evento a pessoa deverá usar máscara e terá sua temperatura verificada nas tendas de triagem. Os portões do parque ficarão abertos das 8h às 19h30.

Valores

Os bilhetes terão o valor de R$ 13 e R$ 6 (meia-entrada para idosos e estudantes). Estacionamento de visitante custará R$ 32 ao dia e camping para expositores de animais R$ 280 (valor referente a todo o período). O pagamento do estacionamento não dá direito ao ingresso do motorista. A vaga de estacionamento precisa ser gerada na plataforma on-line ou no posto de atendimento do local.

O cancelamento da compra do ingresso tem que ser feito 24 horas antes do dia de acesso ao parque para ressarcimento. (Expointer)

A próxima semana terá pouca umidade e temperaturas amenas na maior parte do RS

O Boletim Integrado Agrometeorológico nº 34/2021, publicado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Irga, prevê pouca chuva e temperaturas amenas para o Rio Grande do Sul.

Nesta sexta-feira (27), o predomínio de uma massa de ar seco e frio manterá as temperaturas baixas ao amanhecer, com sol e poucas nuvens em todas as regiões. No sábado (28) e domingo (29), o ingresso de ar quente favorecerá a elevação das temperaturas, e somente no setor Nordeste a circulação de umidade do mar para o continente deve provocar chuvas fracas e isoladas.

Entre a segunda (30/8) e a quarta-feira (01/9) o tempo firme vai predominar, com temperaturas próximas de 30 °C na maioria das regiões.

Os volumes previstos serão baixos e inferiores a 10 mm na maior parte do Rio Grande do Sul. Somente no Planalto, Região Metropolitana, Serra do Nordeste e no Litoral Norte os totais deverão oscilar entre 15 e 35 mm.

Veja aqui a situação das culturas de trigo, milho e fumo: Boletim Integrado Agrometeorológico nº 34/2021. (SEAPDR)


Jogo Rápido

Secretário-executivo do Sindilat fala sobre valor de referência do leite em entrevista ao Canal Rural

Em entrevista ao Canal Rural nesta semana, o secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, abordou o aumento no valor de referência do leite para agosto no Rio Grande do Sul, que atingiu R$ 1,7159. Confira a entrevista completa: https://www.canalrural.com.br/noticias/leite-chega-a-r-17-em-ano-de-safra-contida-no-rs/. (Canal Rural)


 

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre,  26 de agosto de 2021                                                       Ano 15 - N° 3.488


Sindilat marca presença na Expointer com a Casa da Indústria de Laticínios
 
Como em todos os anos, o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do RS (Sindilat) e suas empresas associadas estarão presentes na Expointer, que acontece de 4 a 12 de setembro no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Neste ano, o Sindilat promoverá uma intensa participação institucional no espaço ‘Casa da Indústria de Laticínios’.
 
O espaço institucional estará aberto ao público visitante durante todos os dias da feira e contará com a parceria da Tetra Pak, marca internacional que é referência em embalagens para alimentos. A multinacional é convidada do Sindilat para palestra online onde vai abordar as tendências de consumo no setor lácteo, em evento para associados programado para o dia 9 de setembro (quinta-feira), a partir das 10h.
 
Diversas outras atividades especiais estão sendo preparadas pelo Sindilat para a Expointer, como eventos destinados a convidados, lançamento de concurso e seminário. Um dos destaques da programação será a coletiva de imprensa no dia 6/9 (segunda-feira), às 14h, que dará a largada para o período de inscrições ao 7° Prêmio Sindilat de Jornalismo, distinção que reconhece trabalhos jornalísticos relevantes sobre o setor lácteo produzidos por jornalistas e que vai contemplar reportagens nas categorias Impresso/Eletrônico/Online.
 
Todos os eventos na Casa da Indústria de Laticínios serão realizados presencialmente, mas terão formato híbrido, podendo ser acessados remotamente (em link a ser disponibilizado) também por quem não estiver no Parque. O espaço do Sindilat atenderá o público diariamente das 8h30min às 17h30min e estará localizado na Rua Boulevard, Quadra 46 do Parque Assis Brasil. (Fonte: Assessoria de Imprensa Sindilat)
 

Conseleite/SC

A diretoria do Conseleite Santa Catarina reunida no dia 26 de Agosto de 2021 atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I, aprova e divulga os valores de referência da matéria-prima leite, realizados no mês de Julho de 2021 e a projeção dos valores de referência para o mês de Agosto de 2021. Os valores divulgados compreendem os preços de referência para o leite padrão, bem como o maior e menor valor de referência, de acordo com os parâmetros de ágio e deságio em relação ao Leite Padrão, calculados segundo metodologia definida pelo Conseleite-Santa Catarina.

Períodos de apuração

Mês de Julho/2021: De 05/07/2021 a 01/08/2021

Parcial Agosto/2021: De 02/08/2021 a 22/08/2021

O leite padrão é aquele que contém entre 3,50 e 3,59% de gordura, entre 3,11 e 3,15% de proteína, entre 450 e 499 mil células somáticas/ml e 251 a 300 mil ufc/ml de contagem bacteriana e volume individual entregue de até 50 litros/dia. O Conseleite Santa Catarina não precifica leites com qualidades inferiores ao leite abaixo do padrão. (Fonte: Conseleite/SC)

Lactalis ultrapassa Nestlé e assume liderança global em lácteos

A francesa Lactalis ultrapassou a suíça Nestlé e passou a ser a maior empresa de laticínios do mundo, segundo a nova edição do relatório anual "Global Dairy Top 20", que o Rabobank divulgou hoje.

A Lactalis, uma empresa de capital fechado, faturou US$ 23 bilhões (20,2 bilhões de euros) em 2020 e a Nestlé, US$ 20,8 bilhões (18,2 bilhões de euros). De acordo com os analistas Mary Ledman e Richard Scheper, a companhia francesa vem ganhando espaço ao longo de duas décadas, impulsionada por acordos de fusões e aquisições.

A estratégia contribuiu para um crescimento de 370% em receita desde o ano 2000, quando a companhia faturava US$ 4,8 bilhões. Com essa receita, hoje, ela não apareceria sequer entre as 20 maiores do ranking.

Desde 2010, a Lactalis adicionou ao menos 60 novos negócios ao seu portfólio e expandiu sua atuação no Oriente Médio, África e Américas. Há aquisições em andamento, entre elas o negócio de queijos Kraft Heinz e o Group Bel’s Royal. Somado, o faturamento de parte dos negócios pendentes chega a cerca de US$ 2,5 bilhões, o que "ampliará a liderança da empresa no ranking do próximo ano", dizem os analistas.

De acordo com o banco, a perda de liderança da Nestlé começou a se desenhar em 2019, quando o grupo suíço vendeu seu negócio de sorvetes nos Estados Unidos para a Froneri, o que reduziu a diferença entre empresa e a Lactalis para US$ 1,1 bilhão. Ainda assim, a receita da Nestlé em 2020 representou um aumento de 60% em comparação com o início dos anos 2000.

A cooperativa de laticínios norte-americana Dairy Farmers of America (DFA) apareceu em terceiro lugar no ranking, com receita de US$ 19 bilhões (16,6 bilhões de euros) no ano passado. A DFA passou a ocupar o terceiro lugar no ranking em 2019, quando ultrapassou a também francesa Danone após a compra da Dean Foods.

Danone e a chinesa Yili ficaram em quarto e quinto lugares, com vendas de US$ 17,3 bilhões (15,2 bilhões de euros) e US$ 13,8 bilhões (12,1 bilhões de euros) no ano passado, respectivamente.

As vendas totais das 20 maiores companhias do ranking ficaram relativamente estáveis no ano passado. O faturamento combinado recuou apenas 0,1% em dólares e 1,9% em euros.

Segundo os analistas, o ritmo das fusões e aquisições desacelerou-se no setor em 2020, quando foram anunciados cerca de 80 negócios; no ano anterior, houve 105 vnegócios. Em 2021, por ora, a atividade aumentou, com mais de 50 negócios anunciados até o meio do ano.

Com a pandemia, os laticínios enfrentaram uma lista de desafios, em 2020, que incluíram desde interrupções nos canais de varejo e serviços de alimentação, como custos voláteis de matéria-prima, a mudanças no comportamento de compra do consumidor e desafios logísticos.

“De modo geral, o setor de laticínios saiu-se melhor do que muitos temiam no início da pandemia, demonstrando a resiliência do setor”, escreveram Ledman e Sheper. Segundo o relatório, em 2020, o consumo de cereais matinais com leite cresceu, interrompendo o declínio nas vendas da bebida pela primeira vez em vários anos. Com as restrições para o funcionamento de bares e restaurantes durante a pandemia, as massas fizeram ainda mais sucesso nas cozinhas das residências, e o consumo de queijos e creme de leite subiu.

Sustentabilidade

A preocupação dos consumidores com os desafios ambientais relacionados à produção de alimentos aumentou ao longo do último ano, afirma o banco. Segundo uma pesquisa do Boston Consulting Group (BCG) feita em 2020 com mais de 3 mil pessoas em oito países, 70% dos entrevistados disseram estar mais cientes agora sobre os efeitos da atividade humana sobre o clima – e que a degradação do meio ambiente, por sua vez, ameaça as pessoas.

Atentas a isso, muitas empresas que fazem parte do "Global Dairy Top 20" assumiram compromissos de sustentabilidade para 2030 e de neutralidade de carbono para 2050, diz o Rabobank. (Fonte: Valor Econômico)


Jogo Rápido

Revista Languiru Agronegócios

Para acessar a edição digital nº 18 da Revista Languiru Agronegócios, disponível também na íntegra no site da Cooperativa Languiru, basta CLICAR AQUI. (Assessoria de Imprensa Languiru)