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17/05/2022

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre, 17 de maio de 2022                                                           Ano 16 - N° 3.662


Piracanjuba lança primeiro Leite A2 de caixinha do mercado
 
Quem passar pelo estande da Piracanjuba durante a 36ª edição da Feira Internacional de Negócios em Supermercados (APAS), que acontecerá entre os dias 16 e 19 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP), conhecerá o primeiro Leite A2 de caixinha do mercado, proveniente de vacas com genética diferenciada e de fácil digestibilidade.
 
 “Extraído de vacas com genótipo A2A2, o Piracanjuba A2 não causa desconforto abdominal em função da ausência do peptídeo BCM-7 (betacasomorfina-7) na proteína do leite. O lançamento possui a mesma composição nutricional do leite convencional, ou seja, ambos são fontes ricas em proteína e cálcio” esclarece Lisiane.
 
O Leite Piracanjuba A2 é semidesnatado, com 2,1% de gordura, e ultrapasteurizado (UHT) utilizando a tecnologia de envase da Tetra Pak®, com caixinhas de 1 litro que são 100% assépticas, e validade de 5 meses. “Com o processo de ultrapasteurização, recebemos o leite fresco do campo e o submetemos a uma temperatura entre 130°C e 150°C, por 2 a 4 segundos, para depois resfriá-lo imediatamente a uma temperatura inferior a 32°C. Dessa forma, a qualidade do produto é mantida por mais tempo”, comenta Lisiane.


 
O produto possui certificação da Integral Certificações, com auditorias de terceira parte feitas pela Genesis Group. Essa certificação comprova que o leite é oriundo apenas de vacas com genótipo A2A2, ou seja, possui documentos auditados que garantem a origem das vacas e a rastreabilidade do leite.
 
A distribuição do Leite Piracanjuba A2 de caixinha acontecerá em todo o Brasil. Em breve, os consumidores poderão encontrá-lo nos principais pontos de vendas e nas lojas e-commerces parceiras da marca. (As informações são da Assessoria de Comunicação dos Laticínios Bela Vista)

GDT - Global Dairy Trade  
 

 
 
Fonte: Global Dairy Trade adaptado Sindilat/RS
 
 


Perspectivas do USDA sobre o mercado lácteo da Europa - Relatório 19 

Leite/Europa – A produção de leite na Europa Ocidental continua com o crescimento sazonal, aproximando-se do pico anual. No entanto, a captação de leite nos três maiores países produtores da União Europeia (UE), Alemanha, França e Holanda continua abaixo dos níveis do ano passado.

 As entregas semanais de leite na Alemanha e França estão, respectivamente, 2,5% e 2,1% menores em relação ao mesmo período do ano passado. O número de vacas leiteiras na Europa está com tendência de baixa nos últimos anos, e embora a remessa desses animais para abate no primeiro trimestre de 2022 tenha sido menor, os elevados custos de reposição impediram muitas fazendas de recomporem o rebanho. Analistas avaliam que os altos preços de fertilizantes, ração e mão de obra irão reduzir o potencial crescimento da produção de leite no curto prazo, mesmo que com o preço do leite ao produtor em níveis elevados. Os agricultores esperam o desenvolvimento de uma boa temporada para aliviar um pouco a pressão dos preços de ração. Temperaturas mais altas e condições de seca foram ideais para o plantio de primavera, mas agora, é o tempo das tão esperadas chuvas para fazer crescer as plantações.

A demanda pela maioria dos produtos lácteos arrefeceu ligeiramente nas últimas semanas. Fontes da indústria sugerem que preços altos ao consumidor, incertezas nos mercados mundiais, paralisações nos principais portos da China e o conflito Rússia e Ucrânia estão pesando muito nas compras da população. Ainda assim, observadores estão notando que a demanda por lácteos retorna lentamente aos níveis anteriores à pandemia. Vendas de alimentos no varejo diminuíram, voltando a níveis de alguns anos atrás. Mas o consumo fora de casa aumentou à medida que as restrições estabelecidas para conter os surtos de Covid-19 foram sendo suspensas.



sazonalmente e mostra um ano positivo. A Polônia e os Países Bálticos apresentaram grandes aumentos percentuais nos últimos meses. Autoridades do setor agrícola avaliam que o plantio na Ucrânia foi entre 25% e 30% menor do que o realizado no ano passado. A ocupação russa ou conflitos locais teriam impedido o plantio no tempo adequado. Autoridades europeias estão apreensivas em relação aos impactos das interrupções das colheitas e bloqueio de portos sobre a segurança alimentar em toda a Europa e na Ucrânia. A Ucrânia é um grande exportador de milho e trigo. Estima-se que existam 25 milhões de toneladas de grãos em estoque no país, aguardando o embarque. O governo ucraniano está pedindo à comunidade internacional o fim dos bloqueios dos produtos pela Rússia para permitir o transporte de grãos.  

Fonte: USDA – Tradução Livre: Terra Viva

Jogo Rápido 

Fórum nesta quarta (18/5) comemora um ano do novo status de zona livre de aftosa no RS 
O Fórum Estadual de Febre Aftosa ocorre nesta quarta-feira (18) a partir das 14h, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, no primeiro dia da Fenasul/Expoleite. Além de palestras técnicas, o evento, em formato híbrido, vai celebrar um ano da conquista da certificação internacional do Rio Grande do Sul como estado zona livre de aftosa sem vacinação. O status foi conquistado no dia 27 de maio de 2021 e concedido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em assembleia em Paris, na França. Durante o evento, será assinada uma carta para reafirmar o compromisso das cadeias produtivas e setor público na continuidade das ações do planejamento estratégico para a manutenção da condição sanitária. “Apesar de estarmos comemorando um ano da certificação de zona livre sem vacinação, precisamos lembrar também que o Estado já está há dois anos sem imunizar o rebanho. Isso demonstra, de fato, a inexistência do vírus em nosso território e que as ações compartilhadas entre o governo e o setor privado tem dado certo. Mas nem por isso podemos sossegar, pois enquanto existir a febre aftosa no mundo, com toda a questão da globalização, a reintrodução é sempre uma ameaça. Portanto, manter a vigilância é muito importante, assim como, que os produtores sigam prevenindo seu rebanho em relação à doença”, afirma a médica veterinária Grazziane Rigon, da coordenação estadual do Plano Estratégico do Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA) da Seapdr. O Fórum tem como tema “a biosseguridade como chave do avanço”. É organizado pelo Fundesa, Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) e entidades do Grupo Gestor Estadual do PNEFA. Acesse a programação aqui. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas clicando aqui. A transmissão poderá ser acompanhada pela página do Youtube da Secretaria da Agricultura, clicando aqui. (SEAPDR)

 
 
 
 
 
 

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