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06/11/2020

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre, 06 de novembro de 2020                                                  Ano 14 - N° 3.341


 

Mussarela-Exportação

Os principais destinos da mussarela argentina exportada são China e Brasil, acumulando 84,3% do total.

*China? = No relatório INDEC existe um destino "CONFIDENCIAL" que corresponde na maior parte ao gigante asiático

As informações são da Dairylando com tradução livre do Sindilat/RS

 

Congresso derruba veto do governo à desoneração

Benefício que alivia carga tributária sobre a folha de pagamento será estendido até 2021. Projetos de interesse do governo foram aprovados

O Congresso derrubou ontem o veto do presidente Jair Bolsonaro à desoneração da folha de pagamentos de empresas de 17 setores da economia. O veto foi rejeitado por 430 votos a 33 na Câmara dos Deputados, com uma abstenção, e por 64 votos a dois no Senado, onde não houve abstenção. Na prática, a decisão garante a prorrogação do benefício, que acabaria em 2020, até o fim do próximo ano. Bolsonaro vetou em julho o dispositivo introduzido pelo Congresso em uma medida provisória que prorrogava até o final de 2021 a desoneração da folha de empresas de setores da economia como call center, comunicação, tecnologia da informação, transporte, construção civil e têxtil. As empresas desses setores empregam mais de 6 milhões de pessoas.
Apesar de o trecho sobre a desoneração ter sido vetado pelo presidente, a palavra final cabia aos parlamentares. Deputados e senadores podem derrubar vetos presidenciais e restabelecer os textos anteriormente enviados à sanção. A votação era apontada como essencial para os setores beneficiados concluírem a programação financeira para o próximo ano e manter postos de trabalho.

A desoneração permite que empresas optem por contribuir para a Previdência Social com um percentual que varia de 1% a 4,5% sobre a receita bruta em vez de recolher 20% sobre a folha de pagamento. Companhias avaliam que, sem a prorrogação do benefício para o próximo ano, haveria demissões. O Ministério da Economia se manifestou contra a desoneração, calculando um impacto de R$ 4,9 bilhões nos cofres públicos em 2021, por não haver uma fonte de recursos para compensar a perda na arrecadação. O ministro Paulo Guedes defendeu uma proposta mais ampla, beneficiando todos os setores da economia, por meio da reforma tributária, mas para isso haveria a criação de novo imposto, nos moldes da extinta CPMF. A ideia enfrenta resistências do Congresso.

O governo só concordou em pautar o veto da desoneração após o Congresso colocar em discussão projetos de interesses do presidente Jair Bolsonaro. As propostas remanejam recursos do Orçamento deste ano e garantem dinheiro para obras planejadas em redutos eleitorais de aliados. Um dos projetos, criticado pela oposição, libera R$ 6,1 bilhões para propostas definidas pelo Executivo, cancelando repasses do Ministério da Educação e colocando no Ministério do Desenvolvimento Regional. (Correio do Povo)


Jogo Rápido
Pode chover de maneira expressiva no Norte do RS nos próximos dias
O Boletim Integrado Agrometeorológico nº 18/2020 divulgado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), em parceria com a Emater/RS-Ascar e Irga, aponta que nos próximos sete dias há possibilidade de chuva expressiva no Norte do Rio Grande do Sul. Entre a quinta-feira (5) e o domingo (8), o tempo permanecerá seco, com grande amplitude térmica na maioria das regiões. Somente na Zona Sul, Região Metropolitana, Litoral e Serra do Nordeste ocorrerá maior variação de nuvens e há possibilidade de chuvas fracas e isoladas. Na segunda (9), terça (10) e quarta-feira (11), a presença de um cavado (área de baixa pressão alongada) favorecerá a formação de nebulosidade e provocará chuva, principalmente na Metade Norte, com possibilidade de temporais isolados no Planalto e na Serra do Nordeste. Os totais previstos são baixos e deverão oscilar entre 5 e 10 mm na maioria dos regiões. No Alto Uruguai, Planalto, Serra do Nordeste e Litoral Norte, os valores oscilarão entre 20 e 35 mm e poderão superar 45 mm nos Campos de Cima da Serra. O boletim também avalia as condições atuais das culturas de trigo, soja, milho, olerícolas, morango, pêssego e arroz. O documento completo pode ser consultado em Boletim Integrado Agrometeorológico 18/2020. (SEAPDR)


 

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