Pular para o conteúdo

26/10/2020

Newsletter Sindilat_RS

Porto Alegre, 26 de outubro de 2020                                                      Ano 14 - N° 3.333


Com parceria do Sindilat, evento global Dairy Vision reúne nomes internacionais para discutir o futuro do setor lácteo

Mais de 30 palestrantes das mais diversas nacionalidades estarão unidos em torno de um único objetivo: expor o cenário para o setor lácteo em âmbito global, tendo como pano de fundo as experiências e desafios impostos pela pandemia da Covid-19 sobre o setor produtivo e com impactos no mercado consumidor. Esta é a proposta do Dairy Vision, evento organizado pelo Agripoint desde 2015 e que neste ano ganha o formato digital, numa programação intensa que acontece de 01 a 04 de dezembro. O Sindicato da indústria de Laticínios e Produtos Derivados do RS (Sindilat) é uma das entidades parceiras desta iniciativa.

Temas atuais, de um futuro próximo e outras pautas que vão além da rotina do setor nos dias de hoje vão fazer parte da programação, entre eles, a disrupção nos negócios, blockchain e inovação aberta serão abordados por especialistas e por empresas que, na prática, estão mudando seus negócios a partir dessas tecnologias. Desafios diários com essas novas tecnologia que chegam rapidamente se juntam a temas recorrentes que precisam sempre da atenção de especialistas da área: novos canais de venda, sustentabilidade e demandas do consumidor estarão na pauta de debates do Dairy Vision, considerado um dos principais fóruns globais de tendência para o mercado de lácteos. Desde a sua primeira edição, o evento busca levar entendimento sobre o cenário de negócios para auxiliar gestores e empresas na tomada de decisões.

As palestras em inglês serão legendadas para português; as palestras em português e espanhol serão legendadas para inglês. Além disso, as sessões de perguntas e respostas receberão legendas automáticas em tempo real. Os participantes poderão acompanhar discussões ao vivo ou assistir as palestras e seus conteúdos em um outro momento. Mais informações e inscrições no site do evento clicando aqui. (Assessoria de imprensa Sindilat/RS)


Parlamento Europeu proíbe uso de termos lácteos para alimentos à base de plantas

O Parlamento Europeu decidiu hoje que restaurantes e lojas da União Europeia (UE) poderão continuar comercializando produtos com termos como “hambúrgueres vegetarianos” ou “linguiças veganas”, segundo informações da agência Reuters.

As regras de rotulagem fazem parte de um pacote maior de políticas agrícolas da União Europeia. O Parlamento ainda precisa definir sua posição sobre o pacote completo em uma votação.

Os produtores que haviam pedido a mudança na rotulagem disseram que as medidas eram necessárias para proteger os consumidores.

O Parlamento pediu, porém, o banimento de termos como produtos "semelhantes ao leite" ou "com estilo de queijo" para alimentos à base de plantas que não contenham ingredientes lácteos. Há três anos, o Tribunal de Justiça Europeu proibiu a comercialização de produtos com a denominação “leite de soja” e “queijo vegan”.

Legisladores e ativistas, incluindo a sueca Greta Thunberg, pediram ao Parlamento que rejeitasse todo o pacote de políticas agrícolas. Segundo eles, as mudanças não são suficientes para conter as emissões do setor ou proteger a natureza.

No Brasil, semelhantemente a este apelo do setor lácteo europeu, em 2018, foi assinado um projeto de lei pela atual Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, na época presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). O projeto – que segue em tramitação na câmara e foi idealizado pela Abraleite – tem também como objetivo proibir a utilização da palavra leite e de palavras que determinam derivados do leite em produtos de origem vegetal. Saiba mais aqui. (As informações são do Valor Econômico e da Abraleite)

 

Diagnóstico traz panorama da brucelose e tuberculose animal no Brasil

A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou, na sexta-feira (23), o diagnóstico situacional do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e da Tuberculose Animal (PNCEBT) e a classificação das unidades da Federação quanto ao risco das duas doenças.

“O documento traz um panorama da doença no Brasil com intuito de verificar o desenvolvimento do programa e a sua situação atual em cada unidade da Federação, possibilitando estabelecer ações diferenciadas e estratégias eficientes nas diferentes realidades do país”, explica a gestora nacional do PNCEBT, Janice Barddal.

Instituído em 2001, o PNCEBT visa o controle e a erradicação da brucelose e tuberculose bovina e bubalina, causadas por bactérias das espécies Brucella abortus e Mycobacterium bovis, respectivamente.

Recentemente o programa foi revisto pela Instrução Normativa nº 10/2017, que estabeleceu como estratégia de atuação a classificação das unidades da Federação quanto ao grau de risco para a brucelose e a tuberculose e a definição de medidas de defesa sanitária animal a serem adotadas, a partir de plano de ação elaborado pelo Serviço Veterinário Estadual e aprovado pelo Departamento de Saúde Animal, possibilitando o avanço nas ações para o controle e a erradicação das doenças.

A classificação para a brucelose e a tuberculose é definida por meio da combinação de classes e níveis. As classes (A a E) são determinadas pelas prevalências das doenças nos estados e os níveis (0 a 3) são definidos levando-se em consideração a execução das ações de defesa sanitária animal, propostas em plano de ação. Neste primeiro momento, as unidades federativas serão classificadas apenas quanto à classe, uma vez que a definição dos níveis depende da prévia apresentação e aprovação dos planos de ação.

“A classificação das unidades da Federação de acordo com a prevalência, juntamente com o Diagnóstico Situacional, tornam possível a elaboração de planos de ação para o combate a brucelose e a tuberculose, com conhecimento e sustentação técnica e científica, utilizando de forma racional e eficiente os recursos públicos e privados, evitando o desperdício de tempo e os prejuízos econômicos e de saúde pública”, destaca Barddal. (As informações são do Mapa)


Jogo Rápido
Seapdr terceiriza contratações

A Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) assina hoje o contrato com a empresa terceirizada que irá fornecer a mão de obra para atuar nas inspetorias veterinárias. O contrato envolve o preenchimento de 150 postos de trabalho e é uma das medidas exigidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o Rio Grande do Sul suspender a vacinação contra a febre aftosa. Segundo o secretário Covatti Filho, optou-se pela terceirização em razão da dificuldade financeira enfrentada pelo Estado. (Correio do povo)


 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *