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21/07/2020

  

Porto Alegre, 21 de julho de 2020                                              Ano 14 - N° 3.267

  Empossada diretoria da Fiergs/Ciergs para gestão 2020/2023

Reeleito para gestão 2020/2023, Gilberto Porcello Petry foi empossado presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs/Ciergs) junto ao restante da diretoria nessa segunda-feira (20/7). Na cerimônia, o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat), Alexandre Guerra, também tomou posse como vice-presidente regional do Ciergs. Seguindo os protocolos de segurança em saúde, o evento contou somente com a presença do dirigente e dos vice-presidentes.

Petry enfatizou ser a indústria a defensora do equilíbrio entre o isolamento social e uma dinâmica estável das atividades econômicas durante a pandemia de Covid-19. Também lembrou que o setor já tinha a prática de utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e que, agora, vem agregando outras medidas de prevenção com o apoio do Serviço Social da Indústria (Sesi) e Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), além do Banco de Alimentos, na distribuição de mantimentos a instituições. "Caso o isolamento perdure por mais tempo, ao final da crise vamos apenas recolher os fragmentos de empresas e de empregos, em meio a um formidável colapso econômico com brutal redução da receita fiscal", afirmou.

Apesar do momento difícil vivido pelo país, Petry diz continuar otimista. "Acredito na capacidade do homem de fazer frente a grandes desafios. Acredito na força do empresário brasileiro que irá retirar desta adversidade novas experiências a serem aplicadas na sua vida e nos seus negócios", disse.

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade e o governador do Estado, Eduardo Leite, participaram da cerimônia por meio de vídeo. (Assessoria de imprensa Sindilat/RS com informações da Fiergs/Ciergs)

                 
GDT- Global Dairy Trade
 

CONSELEITE-PARANÁ RESOLUÇÃO Nº 07/2020 

A diretoria do Conseleite-Paraná reunida no dia 21 de Julho de 2020 atendendo os dispositivos disciplinados no Capítulo II do Título II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima leite realizados em Junho de 2020 e a projeção dos valores de referência para o mês de Julho de 2020, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paraná, a partir dos preços médios e do mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes.

Os valores de referência indicados nesta resolução para a matéria-prima leite denominada "Leite Padrão", se refere ao leite analisado que contém 3,50% de gordura, 3,10% de proteína, 500 mil células somáticas/ml e 300 mil ufc/ml de contagem bacteriana. Para o leite pasteurizado o valor projetado para o mês de Julho de 2020 é de R$ 2,6085/litro. Visando apoiar políticas de pagamento da matéria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paraná disponibiliza um simulador para o cálculo de valores de referência para o leite analisado em função de seus teores de gordura, proteína, contagem de células somáticas e contagem bacteriana. O simulador está disponível no seguinte endereço eletrônico: www.conseleitepr.com.br. (Conseleite/PR)

               
 
Pró-Milho RS promove novo seminário nesta quarta-feira para discutir o fomento à produção do cereal
Tornar o Rio Grande do Sul autossuficiente na produção de milho para desonerar produtores e alavancar a renda. Esse é o principal objetivo do Programa Estadual de Produção e Qualidade do Milho (Pró-Milho/RS), que promoverá seminário online gratuito nesta quarta-feira (22/7), a partir das 10h. O intuito é apresentar o programa e entender as suas ações que visam aumentar a produção e a qualidade do grão no Estado. Segundo o diretor da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), Ivan Bonetti, o Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) é um dos principais parceiros do Pró-Milho. Para ele, é importante fomentar a produção da cultivar no Estado, pois é um insumo caro, que sofre com os valores de frete. "O milho vem do Centro-Oeste, viaja uma longa distância", afirma. No Rio Grande do Sul, porém, ainda há outros desafios para desenvolver a produção, como o clima, a assistência técnica deficiente e os problemas na secagem e armazenagem. "Um dos objetivos do programa é superar essas questões", pontua Bonetti. O presidente da Emater-RS, Geraldo Sandri, reforça que o programa reúne todos os elos da cadeia produtiva por meio de suas entidades, para mobilizar produtores e mostrar a eles que, a partir da contribuição de cada agente - da extensão rural, passando pelo crédito até a armazenagem - está focado na campanha para permitir que o cultivo do cereal alcance níveis satisfatórios e, ao mesmo tempo, garanta renda ao produtor. Historicamente, o Estado é deficitário na produção de milho: são cerca de 2 milhões de toneladas a menos somente no Rio Grande do Sul. Isso leva a uma dependência permanente das importações do produto do Centro-Oeste, o que encarece as atividades que dependem diretamente do cereal, especialmente as cadeias de produção de leite e de carne. "São vários os fatores que levam à decisão de plantar ou não: preços, presença de crédito, apoio técnico, seguro agrícola, local para armazenagem. Se não mostrarmos ao produtor que estamos atuando para garantir esses aspectos, ele não vai se encorajar a produzir', destaca Sandri. O seminário contará com a participação do secretário da Agricultura do RS, Covatti Filho, do presidente da Emater/RS, Geraldo Sandri, do diretor da Emater/RS, Alencar Rugeri, do presidente da Fecoagro-RS, Paulo Pires e do professor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) Alencar Zanon. Também estarão presentes Apromilho, Sips e Acergs. Faça a sua inscrição aqui:  https://cutt.ly/CpMwxmj. Acesse pelo You Tube:  https://cutt.ly/8pMqKVn (Assessoria de Imprensa Sindilat/RS)
 
 

 

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