Pular para o conteúdo

15/02/2019

Porto Alegre, 15 de janeiro de 2020                                              Ano 14 - N° 3.16

 Investimentos setoriais do Fundesa superam R$ 9 mi em 2019

Em assembleia realizada nesta quarta-feira (15) em Porto Alegre, conselheiros do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul aprovaram a prestação de contas referente ao exercício de 2019. Os investimentos superaram R$ 9,15 milhões ao longo do ano, recorde em toda a história do fundo. Os aportes foram feitos principalmente para indenizações, obras em inspetorias e aquisição de insumos e produtos.

As indenizações em pecuária leiteira foram de R$ 5,9 milhões, com o pagamento referente a 3774 animais em 578 processos. Ainda no setor leiteiro, o Fundesa  aprovou o aumento do período de vigência do auxílio chamado “risco alimentar” aos estabelecimentos que realizarem vazio sanitário dos atuais três para seis meses, mantendo os mesmos valores.

Na prestação de contas, também foi abordada a reforma, promovida pelo fundo, em inspetorias veterinárias da Secretaria da Agricultura, totalizando mais de R$ 1 milhão. As reformas nas unidades de Santa Vitória do Palmar, Santana do Livramento e Pelotas ainda estão em execução. Outras três inspetorias também deverão receber recursos para revitalização nos próximos meses.

No ano de 2018 o Fundesa encerrou o exercício com um saldo de R$ 84,4 milhões, tendo investido nos setores mais de R$ 6,6 milhões. Em 2019 o saldo registrado foi de R$ 92 milhões, mesmo tendo sido aplicados quase 10% deste valor em investimentos. A prestação de contas é enviada para Assembleia Legislativa, secretarias da Agricultura e da Fazenda e para a Cage e fica disponível para consulta no site fundesa.com.br/prestacao-de-contas. (Fundesa)

Fonte: Fundesa/Crédito: Thaís D'Ávila

Carlos Joel é reeleito como presidente da Fetag-RS

Após o término de mais um processo eleitoral, onde mais de 600 delegados estavam aptos a votar, a nova diretoria da FETAG-RS foi eleita para a gestão 2020/2024, no dia de hoje(14).

A votação teve expressiva participação de agricultores e agricultoras familiares de todo o estado. Com 95% de aprovação, a nova diretoria da FETAG-RS têm como maior desafio fortalecer a agricultura familiar, potencializar a produção mantendo qualidade, e ao mesmo tempo, gerando renda. Para isso, afirma o presidente reeleito Carlos Joel da Silva, “precisamos continuar com o projeto de assistência técnica, buscar políticas públicas diferenciadas que façam a diferença na vida das pessoas do campo. Estamos aqui representando os mais de 700 mil agricultores e agricultoras familiares do nosso estado, a responsabilidade é imensa, pois nossas ações impactam diretamente a vida de quem está no meio rural”.

Juntamente com o presidente, foram eleitos vice-presidentes, secretários, tesoureiros, coordenadora estadual de mulheres, suplentes e conselho fiscal, num total de 26 vagas preenchidas. 

“Temos como obrigação de estarmos sempre vigilantes, atentos, mas principalmente atuantes para honrar o nome da nossa instituição” finaliza Carlos Joel.

A chapa eleita para a gestão 2020/2024 é composta pelos seguintes nomes: 
Presidente- Carlos Joel da Silva (Vale do Rio Pardo e Baixo Jacuí)
1º Vice-presidente - Eugênio Edevino Zanetti (Serra)
2º Vice-Presidente - Elisete Kronbauer Hintz (Ijuí)
Secretário Geral - Jaciara Maria Muller (Vale do Caí)
1º Secretário - Pedrinho Signori (Santa Rosa)
2º Secretário - Diana Hanh Justo (Litoral)
Tesoureiro - Agnaldo Barcelos da Silva (Missões II)
1º Tesoureiro - Sergio de Miranda (Passo Fundo)
2º Tesoureiro - Marlene Weber Klassmann (Alto Jacuí)
Coordenadora de Mulheres - Maribel Costa Moreira (Sul)

RS deve enviar ao governo reivindicações para minimizar prejuízos da seca
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, deve encaminhar a Brasília, nesta terça-feira, 14, uma lista elaborada por entidades rurais do Estado, com solicitações ao Ministério da Agricultura para minimizar prejuízos causados à agropecuária pela estiagem, informou em nota a Secretaria da Agricultura do Estado.

Dentre as demandas, estão a prorrogação de dívidas e de parcelas a serem pagas; a criação de linhas de crédito emergenciais para agricultores familiares, cooperativas e fornecedores, além da ampliação do zoneamento da soja, para 31 de janeiro, e do milho, para 29 de fevereiro. “Dessa forma, os agricultores poderão realizar o plantio tardio destas culturas sem perder a cobertura do seguro rural”, afirma o secretário em exercício da Agricultura, Luiz Fernando Rodriguez.

Na nota, o secretário também informou que tenta, junto à Secretaria da Fazenda, conseguir recursos extras, com a intenção de ampliar a oferta de sementes de forrageiras pelo programa Troca Troca de Sementes e de contratação de empresas que perfurem 20 poços pelo Estado. “Esses poços deverão ser abertos em áreas com extrema restrição hídrica. A avaliação técnica será feita pelo departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da secretaria”, explica.

Até sexta-feira, 10, pelo menos 31 municípios decretaram situação de emergência. As lavouras mais afetadas no momento são as de milho, fumo, soja e feijão. “O milho é a base da cadeia produtiva, e deve afetar também a produção de leite. É uma cultura sensível. O feijão não foi prejudicado em algumas regiões mas, em outras, as perdas variam entre 30% e 40%. O fumo foi bastante atingido pelo calor e falta de chuva, que enfraquece a folha. A soja também sofreu impactos severos nas regiões de Passo Fundo e de Não-Me-Toque”, detalhou Rodriguez. (Estadão)

Prazo da consulta pública sobre revisão do programa de erradicação da aftosa termina no dia 16
Termina no dia 16 de janeiro o prazo para envio de propostas à consulta pública de revisão do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA).

O objetivo da consulta é atualizar a legislação em relação às mudanças do Código de Animais Terrestres da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e adequá-la ao processo de retirada gradual da vacinação contra a doença no Brasil. A última revisão das normas sobre febre aftosa ocorreu em 2007.

Entre as normas que serão atualizadas estão o controle sobre os produtos de origem animal e as restrições à movimentação dos rebanhos entre as áreas livres com e sem vacinação. Também deverão ser inseridos novos conceitos presentes do código da OIE, como a zona de contenção, que permite ao país, caso ocorra um foco da doença, isolar a área afetada mantendo a condição sanitária, a comercialização e a movimentação dos rebanhos no restante do país. 

O chefe da Divisão de Febre Aftosa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Diego Viali dos Santos, alerta para “a importância da participação de todos os segmentos envolvidos no PNEFA, para que a retirada da vacinação contra a aftosa no Brasil possa avançar”.

As sugestões, tecnicamente fundamentadas, deverão ser encaminhadas via Sistema de Monitoramento de Atos Normativos (Sisman), da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), por meio do endereço: https://sistemasweb.agricultura.gov.br/sisman/ (MAPA)

RS: estiagem deve diminuir oferta do leite
A captação diária de leite no Rio Grande do Sul caiu 8 % em janeiro, o que representa 1 milhão de litros de leite a menos para as indústrias associadas ao Sindicato da Indústria de Laticínios do estado. O motivo é a estiagem, que está prejudicando os pastos, e também as altas temperaturas, que provocam estresse nos animais. Nesta terça-feira (14) subiu para 42 o número de municípios que decretaram situação de emergência, segundo a Defesa Civil. Confira clicando aqui a entrevista do Secretário Executivo do Sindilat, Darlan Palharini, ao Terra Viva sobre o assunto. (Terra Viva)

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *