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17/09/2019

Porto Alegre, 17 de setembro de 2019                                              Ano 13 - N° 3.068

  GDT


 (Fonte: GDT, adaptado pelo Sindilat)

Produtores e indústrias se preparam para vender leite em pó e queijos para a China

A China autorizou no fim de julho a venda de produtos leite em pó e queijo produzidos no Brasil, e a abertura para um dos principais mercados consumidores animou laticínios e produtores rurais.

Na Cooperativa Central Gaúcha (CCGL), de Cruz Alta, o leite em pó é o carro chefe. Atualmente a indústria produz 1,6 milhão de litros do alimento e tem capacidade para aumentar para 2,2 milhões de litros.

A unidade que conseguiu aval dos chineses tem que seguir processos rigorosos de qualidade desde a higiene da fábrica até o processo de desidratação do leite.

Com os requisitos atendidos e a autorização da China, o objetivo da CCGL agora é começar a vender leite em pó para o país.

“Nós já começamos a prospectar negócios. Se o mercado responder em valores e em preços, eu te diria que daqui há poucos meses já poderemos estar fazendo carregamento”, projeta Caio Viana, presidente da cooperativa.

E não foi só à indústria que o otimismo chegou. No campo, os produtores esperam que a abertura de mercado possa garantir preços melhores pelo litro do leite.

“Como vai ter mais saída de leite, (as indústrias) vão precisar de mais leite também para exportar. Estamos confiantes que vai melhorar a coisa”, afirma o produtor Claudinei Wisniewski. CLIQUE AQUI para assistir a reportagem. (Globo Rural)

Preços/AR

Em julho, o preço médio do leite ao produtor na Argentina ficou em AR$ 15,38 o litro, [R$ 1,19/litro], ou seja, o equivalente a US$ 0,29. Na comparação interanual a elevação foi de 107,6%. O Observatório da Cadeia Láctea (OCLA) destacou em seu último boletim que o preço do leite ao produtor aumentou 0,5% em agosto, em relação a julho. (InfoCampo – Tradução livre: Terra Viva)
 

Aumenta procura no Brasil Central por genética gaúcha da raça Holandesa

A genética gaúcha da raça Holandesa vem tomando conta do Brasil. O interesse por exemplares criados no Rio Grande do Sul vem aumentando nos últimos tempos. Em grupos de criadores, muitos são os pedidos por animais que possam ir à venda para o Brasil Central. Destinos como Paraná, Minas Gerais, Goiás e até os Estados do Nordeste do país vêm demandando o gado dos gaúchos.

De acordo com o presidente da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Marcos Tang, historicamente pode-se dizer que muito da raça holandesa no Brasil saiu do Rio Grande do Sul. “Nos anos 70 e 80 muitos criadores do Paraná compraram no Estado e continuaram fazendo o melhoramento dos plantéis cuja  base era de gado gaúcho”, recorda.

Segundo o dirigente, esta procura pela genética gaúcha foi reativada nos últimos tempos e tem acontecido de forma constante com a venda de novilhas e terneiras, comprovando que o Rio Grande do Sul é um dos grandes bancos genéticos da raça Holandesa. “Temos criadores tradicionais que trabalham com o que há de melhor na genética mundial e estas matrizes estão aqui. Muitos perceberam isto e por isso nosso gado tem esta colocação, principalmente agora que o produtor tem essa consciência da qualidade e sanidade e com isso se abriram as fronteiras para o nosso gado”, destaca.

Um dos exemplos é a Fazenda AZBS, de São Jorge (RS), que montou um centro de recria de Terneiras e Novilhas da Raça Holandesa, priorizando a qualidade e a genética do gado. A média de vendas anual tem sido de 600 exemplares e conta no portfólio com vendas para Estados do Centro-Oeste e Sudeste do país. (As informações são da Gadolando)    

Webinar Anvisa
Nesta quinta-feira (19/9), a Coordenação de Inspeção e Fiscalização Sanitária de Alimentos (Coali) da Anvisa apresentará um Webinar sobre o Guia de Boas Práticas para Bancos de Alimentos, com o objetivo de divulgar a publicação. O seminário virtual terá início às 15h. A atividade apresentará a motivação para a elaboração do Guia e a importância de se combater o desperdício de alimentos que ainda apresentam qualidade sanitária e segurança. O seminário virtual é uma ação da Anvisa, em conjunto com o Ministério da Cidadania, para orientar sobre as normas sanitárias vigentes.  O guia ficará aberto a contribuições durante um ano. Para participar, basta preencher o formulário: https://pesquisa.anvisa.gov.br/index.php/98789?newtest=Y&lang=pt-BR. O Webinar Anvisa é o formato adotado para discutir os temas técnicos da Agência com seus usuários. A transmissão é via web e há a possibilidade de interação dos usuários por um chat disponível durante a transmissão. Para participar, basta acessar este link. (Anvisa)

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