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19/11/2018

 

Porto Alegre, 19 de novembro de 2018                                              Ano 12 - N° 2.861

Divulgados os finalistas do Prêmio Sindilat de Jornalismo
 

Reunida na tarde desta segunda-feira (19/11), na sede do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), em Porto Alegre (RS), a Comissão Julgadora do 4º Prêmio Sindilat de Jornalismo compilou os resultados e anunciou os finalistas das quatro categorias para 2018 (Impresso, Eletrônico, Online e Foto). Neste ano, foram 56 trabalhos inscritos, recorde desde que o mérito foi criado em 2015. Segundo o presidente da comissão, o jornalista e diretor cultural da Associação Riograndense de Imprensa (ARI), Antônio Goulart, chamou atenção a qualidade dos trabalhos apresentados, principalmente nas categorias Impresso e Eletrônico. "Nos surpreendeu por obras importantes de veículos técnicos da área do leite. Levo uma impressão muito positiva desta minha estreia no Prêmio Sindilat de Jornalismo", pontuou o dirigente, que, pela primeira vez, é escalado pela associação para avaliar as reportagens. E completou: "Todos os trabalhos estão de parabéns". A Comissão Julgadora do 4º Prêmio Sindilat de Jornalismo foi composta pelos jornalistas Laura Glüer (Sindicato dos Jornalistas do RS), Antônio Goulart (ARI), Itamar Aguiar (Arfoc), Gerson Raugust (Farsul), Luiz Fernando Boaz (Fetag) e Carolina Jardine (Sindilat).

O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, pontuou a importância da premiação para reconhecer profissionais que têm um dia-a-dia atribulado e que, mesmo assim, buscam um olhar diferenciado em reportagens profundas e que ajudam o produtor e o próprio setor e enxergarem além. "Muitas matérias que lemos na imprensa especializada nos fazem pensar sobre nosso cotidiano, sem falar naquelas que ajudam o setor a difundir novas tecnologia de Sul a Norte do país", ressaltou o executivo. Os grandes vencedores serão anunciados em jantar de fim de ano do Sindilat, que será realizado no dia 12 de dezembro no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. Além dos troféus, o primeiro colocado de cada categoria receberá um IPhone.

FINALISTAS DO 4º PRÊMIO SINDILAT DE JORNALISMO

IMPRESSO
Carlos Guimarães Filho / Revista Boletim Informativo - Reportagem: Mercado Internacional na mira do leite sulista
Cristiano Vieira / Revista Press Agrobusiness - Reportagem: Renda baixa com o tarro cheio
Fernando Soares / Zero Hora - Reportagem: Soberanas da produtividade

ELETRÔNICO
Alessandra Bergmann / SBT - Reportagem: Pesquisa muda lei sobre colostro
Bruna Essig / Canal Rural - Reportagem: Censo Agropecuário - Há cada vez mais mulheres na produção rural
Juliano Zarembski e equipe / Band TV - Reportagem: Aumenta o consumo de leite de ovelha no Brasil

ONLINE
Danton Júnior / Correio do Povo - Reportagem: Novos Tempos do Leite
Fernando Soares /Pioneiro - Reportagem: O robô tira o leite
Giseli Furlani / Destaque Rural - Reportagem: Tecnologia avançada na produção leiteira

FOTO
Alina Souza / Correio do Povo
Leandro Augusto Hamester / Jornal Informativo Languiru
Lidiane Mallmann / O Informativo do Vale (Assessoria de Imprensa Sindilat)
 

Na foto: Comissão Julgadora Crédito: Carolina Jardine

Leite competitivo

Leite competitivo - Na última segunda-feira (12/11) a coordenação da Aliança Láctea Sul Brasileira, fórum que reúne produtores e indústrias do setor leiteiro nos três Estados da região Sul do país, passou para o secretário estadual de Agricultura e Pesca de Santa Catarina, Airton Spies. A transferência do comando acontece por meio de um rodízio onde se revezam dirigentes do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Em 2018 o coordenador foi o diretor executivo do Fundo de Desenvolvimento da Agropecuária do Estado do Paraná (Fundepec) e assessor da presidência da FAEP, Ronei Volpi.

Um dos principais objetivos da Aliança Láctea Sul Brasileira é promover a competitividade do setor de leite e derivados dos três Estados do Sul, harmonizando procedimentos técnicos e sanitários a fim de melhorar a qualidade dos produtos e ganhar mais mercados. Segundo Volpi, a região já responde por 38% da produção brasileira, se consolidando como principal bacia leiteira do país e devendo alcançar 50% nos próximos anos. "É fundamental também que os nossos produtos tenham acesso a novos mercados, uma vez que a produção cresce em ritmo mais acelerado que a demanda e o aumento da população", afirma, Volpi.

Neste sentido, a Aliança tem obtido apoio da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e de outras instituições voltadas à exportação para estruturar um projeto único de exportação do leite brasileiro e seus derivados. Esta iniciativa - ainda em formato piloto - teve como primeiras ações a participação de representantes do fórum em uma missão à China, na qual foram identificados potenciais mercados e hábitos de consumo do país asiático, que deverá ser um dos principais destinos dos lácteos brasileiros.

Outro ponto de destaque em 2018, foi a atuação decisiva da Aliança Láctea e da FAEP para que a voz do setor produtivo fosse ouvida na elaboração da legislação que rege a qualidade do leite nacional. Nesse episódio foram feitas - e acatadas - diversas contribuições às portarias nº 38 e 39 do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. A sanidade, outra preocupação da Aliança Láctea Sul Brasileira, esteve constantemente em pauta nas reuniões do fórum. No último encontro, dia 12 de novembro, foi decidido por unanimidade reivindicar a retomada da produção de antígenos para o diagnóstico de brucelose e tuberculose pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), interrompido em 2016. "O programa nacional de controle e erradicação de brucelose e tuberculose depende desses insumos para combater essas doenças, é fundamental que o instituto retome essa produção que atendia 95% da demanda nacional", disse Volpi. (Faep)

Projeto de automação da produção de leite impressiona comitiva catarinense na Alemanha

Ordenha automatizada - Desde a sexta-feira, 16, uma comitiva catarinense está na Alemanha para participar de um Encontro Econômico entre os dois países.  Na próxima segunda, o estado de Santa Catarina e o estado alemão da Turíngia assinam acordo de irmanamento e, já no primeiro dia de estadia no país europeu, a comitiva catarinense ficou impressionada com um projeto que torna a ordenha do gado leiteiro automatizada. O projeto é pioneiro no mundo e foi implantado numa pequena cooperativa agropecuária em Rema-Teichel, uma pequena comunidade alemã no estado da Turíngia. A comitiva catarinense foi a primeira missão oficial de um país latino-americano a ter acesso à tecnologia. "Vamos estudar as características deste projeto para avaliar formas de parcerias que possam levá-lo para Santa Catarina, onde as cooperativas agropecuárias de pequeno porte são bem comuns, especialmente neste momento em que nos aproximamos da Turingia", disse o secretário de Assuntos Internacionais, Carlos Adauto Virmond. 

O Projeto é inovador pelo fato de desenvolver um carrossel com espaço para 40 vacas serem ordenhadas ao mesmo tempo. O espaço foi projetado de forma que as próprias vacas se dirijam até os locais sem interferência humana, o que deixa o animal mais tranquilo e o processo mais eficiente e organizado que os processos atuais. Além disso, a máquina já faz a avaliação do corpo do animal para se ajustar e, assim, garantir uma ordenha ideal para cada animal do rebanho. Após extrair o leite, a própria máquina faz o teste e, não estando dentro das normas, o leite é descartado pelo equipamento. De acordo com a empresa que desenvolveu o equipamento, o custo de implantação do carrossel foi de 45 mil euros por cabeça de gado.

Como se já não tivesse inovações suficientes, a planta ainda aumenta a lucratividade da cooperativa com a geração de energia a partir dos dejetos dos animais. É que o equipamento foi projetado com uma usina de biogás com capacidade de geração de 500kW, o suficiente para o abastecimento de cinco mil residências. A usina abastece toda a propriedade e a energia excedente, que não é consumida ali é vendida para a distribuidora de eletricidade local, aumentando ainda mais os ganhos da cooperativa. Ao todo, o investimento consumiu 8 milhões de euros ao longo de dois anos para a conclusão do projeto. (CONews)

Produção de leite nas principais regiões exportadoras

Produção mundial - A produção de leite das cinco principais regiões exportadoras, UE-28, Argentina, Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos mostra a tendência para a oferta de leite. 

Essas cinco regiões são responsáveis por 65% da produção mundial de leite e representam 80% do mercado global exportador de produtos lácteos, influenciando, decisivamente, no rumo dos preços internacionais.  

- A captação média de 802 milhões de litros/dia em setembro, ultrapassou em 0,6% a média apurada no mesmo mês de 2017.

- O crescimento da oferta de leite diminuiu nos meses mais recentes, e ficou abaixo das expectativas dada a baixa quantidade de pastagens na União Europeia e Austrália como resultado do tempo quente e seco. As outras regiões continuam apresentando crescimento na comparação anual.

- A produção de leite da Nova Zelândia teve um forte crescimento no período de pico de produção e a captação em setembro de 2018 foi 6% acima da captação de 2017, atingindo o maior nível desde 2014.

- A captação de setembro de 2018 na União Europeia está estimada em 1% a menos em relação ao mesmo mês de 2017. A maior parte dos principais produtores europeus registraram produção menor em setembro, ainda que o Reino Unido tenha produzido quase 1% a mais em relação ao ano passado. (DairyCo - Tradução livre: www.terraviva.com.br)

Arla Foods introduz solução à base de proteína de soro de leite
Queijo labneh - A Arla Foods Ingredients apresenta Nutrilac como solução para aumentar significativamente o rendimento da produção de queijo labneh sem afetar a qualidade do produto. O queijo Labneh é um queijo cremoso com sabor de iogurte que é amplamente consumido no Oriente Médio. O gerente da Cheese Systems, Claus Bukbjerg Anderson disse: "O queijo Labneh feito com Nutrilac quebra a tradição de baixo rendimento e resolve três grandes desafios: ineficiência na utilização do leite, redução no descarte de soro ácido, e dispensa de equipamentos caros de ultrafiltração. "Tudo isso para contribuir para um processo de fabricação de alto rendimento que oferece um produto final com sabor e textura clássicos". A produção tradicional de queijo labneh é considerada muito ineficiente, pois, apenas 30% do leite usado chega ao produto final. O restante é descarte de soro ácido. A Arla Foods garante que a solução permite que os laticínios aumentem o rendimento para até 100% do leite utilizado. Os testes realizados no centro de pesquisas da Arla, o queijo labneh feito com Nutrilac ficou com a mesma textura suave do queijo labneh produzido da forma tradicional. (Foods Processing - Tradução livre: www.terraviva.com.br)

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