Pular para o conteúdo

O 6º Fórum Itinerante do Leite, que será realizado na terça-feira (26/6), reunirá especialistas, produtores, autoridades e líderes de entidades do setor para debater a importância da mão de obra e os desafios da cadeia leiteira. Através de painéis, os palestrantes convidados mostrarão que uma produção em boas mãos pode gerar ótimos resultados. O evento, que também contará com oficinas, terá transmissão ao vivo pelo Canal Rural, das 9h às 12h, diretamente do Ginásio do Instituto Federal Farroupilha (IFFar) – Campus de Santa Rosa. O Fórum será apresentado pela jornalista Kellen Severo, do Canal Rural.

De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat/RS), Alexandre Guerra, é preciso união para qualificar a mão de obra disponível no campo e elevar o treinamento das equipes aos novos padrões de qualidade exigidos do produtor e da indústria, como o uso de tecnologia. "O fórum é uma oportunidade de integrar representantes da indústria, do setor de produção e da área acadêmica para trabalharem em busca de novas oportunidades para o setor", afirma. Guerra ressalta que, neste momento, é importante que as pessoas mantenham a atividade produtiva, porque o agronegócio é o futuro da economia brasileira.

Na ocasião, serão realizados dois painéis técnicos. O primeiro enfocará a sucessão familiar, cooperação e terceirização de mão de obra. Já o segundo painel analisará gerenciamento, inovação e automação da ordenha. Os debates terão a participação do secretário-geral da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Pedrinho Signori; do coordenador da Comissão de Leite da Federação da Agricultura do RS (Farsul), Jorge Rodrigues, e do presidente do Sindilat. À tarde, ocorrerão oficinas técnicas sobre gestão da atividade leiteira, produção orgânica e bem-estar das vacas. Também está agendada uma reunião técnica sobre tuberculose e brucelose. Cada participante poderá optar por uma das quatro oficinas.

O Fórum é uma realização do Sindilat/RS, do Canal Rural, do Fundesa, do Sistema Farsul e da Fetag-RS. O evento tem apoio técnico do Instituto Federal Farroupilha – Campus de Santa Rosa, da Emater-RS e da Embrapa. O apoio institucional reúne AGL, AMGSR, APL, Apil, Gadolando, Jersey-RS, Coopermil, Cotrimaio, Fahor, Famurs, Fecoagro, Fema, Instituto Senai, Ministério da Agricultura, Ocergs- Sescoop, Prefeitura de Santa Rosa, Secretarias Estaduais da Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi) e Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Setrem, Sicredi e Unijuí.

As inscrições podem ser realizadas gratuitamente no site do Canal Rural. Durante o Fórum, os palestrantes irão responder ao público presente no evento e aos que o assistem, através do WhatsApp (11) 98524-0073 e/ou do Facebook do Canal Rural.

Crédito ValentynVolkov / istock 

 

 

O 6º Fórum Itinerante do Leite, que será realizado nos dias 25 e 26 de junho, em Santa Rosa (RS), no Instituto Federal Farroupilha, reunirá representantes da cadeia leiteira para debater os desafios da mão de obra no setor. Na noite de segunda-feira (25/6), lideranças da região vão apresentar as políticas municipais para a produção de leite. A abertura oficial do evento, promovido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), ocorrerá às 8h30min no dia 26 de junho, quando estão previstos painéis e oficinas para discutir as dificuldades das equipes que atuam nos tambos.

De acordo com o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, o Fórum Itinerante do Leite é uma oportunidade de compartilhar informações para construir o futuro da cadeira leiteira gaúcha. "Diante do atual cenário, é essencial discutir os pontos que nos preocupam no setor. A escassez da mão de obra para a atividade é uma das dificuldades enfrentadas pelos produtores", pontou.

A manhã do dia 26 de junho será marcada por painéis técnicos. A tarde serão realizadas quatro oficinas: A atividade leiteira sob o olhar das mulheres; Produção orgânica de leite e laticínios; O clima e o bem-estar das vacas leiteiras; Técnica sobre tuberculose e brucelose.

O 6º Fórum Itinerante do Leite conta com o apoio do Ministério da Agricultura (Mapa), Emater, Secretaria da Agricultura (Seapi), Prefeitura de Santa Rosa, Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), Setrem e Sistema Farsul. Também apoiam a iniciativa Senai, Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul (Fetag), APL Leite da Fronteira Noroeste e Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs). O evento será transmitido ao vivo pelo Canal Rural.

Foto: Carolina Jardine

Em caráter de urgência, entidades gaúchas da cadeia produtiva de proteína animal formalizaram documento com solicitações referentes à recuperação financeira do setor após a paralisação nacional dos caminhoneiros. Os pedidos serão entregues pelo secretário da Agricultura do Rio Grande do Sul, Odacir Klein, ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e ao governador do Estado, José Ivo Sartori, em reunião prevista para esta sexta-feira (08/6). Os pedidos precisam do respaldo do governo estadual, da União e do sistema financeiro nacional.

De acordo com o secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, no âmbito do Estado a proposta é que os vencimentos de ICMS referente aos meses de maio, junho e julho sejam prorrogados por 30 dias ou, em outro caso, que o governo apresente um plano de parcelamento do tributo. Palharini destaca a importância do pleito para o setor, uma vez que atrasos no pagamento do ICMS resultam na perda de crédito presumidos. Já em âmbito federal, está sendo encaminhado pedido para uma autorização momentânea de compensação do PIS/Cofins no INSS. Por último, o setor representado por indústrias e produtores pede a prorrogação dos financiamentos vincendos nos próximos 180 dias ou a apresentação de uma proposta de negociação. Além desses pleitos, as indústrias solicitam a liberação de linhas de crédito para capital de giro.

A decisão de formular o documento foi debatida na manhã desta quinta-feira (07/6), em Porto Alegre (RS), em reunião do Grupo de Proteína Animal, com a presença das entidades ligadas ao setor produtivo, lideranças do governo e representantes de instituições bancárias. O Sindilat foi representado no encontro por Palharini e pelo presidente do sindicato, Alexandre Guerra.

Como estratégia de minimizar os impactos da paralisação dos caminhoneiros, Guerra reforçou a importância da compensação do INSS com PIS e Cofins, pauta que teve negativa recente do governo federal. “O setor vem trabalhando no vermelho há muito tempo, onde nesses cinco primeiros meses do ano comercializamos produtos com valores menores em relação ao mesmo período do ano passado", afirmou .

Para mediar a conversa entre lideranças federais e estaduais, o secretário Odacir Klein se colocou como o “advogado” da cadeia produtiva, e elogiou a união do setor durante o “tsunami”, como se referiu aos dias de paralisação dos caminhoneiros. “A organização do setor foi fundamental. Trabalhamos com responsabilidade como Secretaria da Agricultura, mas o setor foi muito ágil”, disse.

O documento é composto por pedidos do setor representados por Sindilat, o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs), a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), o Sindicato das Indústrias de Produtores de Suínos (Sips), a Federação da Agricultura do Estado (Farsul) e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag).

Crédito: Eduardo Oliveira/Seapi 

Apesar das Medidas Provisórias (MPs) publicadas ainda na noite de domingo (27/5) pelo presidente Michel Temer com concessões aos caminhoneiros, diversas cargas seguem retidas nas estradas do Rio Grande do Sul, entre elas caminhões tanque de leite cru e insumos para as indústrias. Diante da grave situação, o Conselho Paritário de Produtores e Indústrias (Conseleite/RS) e seus associados manifestam sua consternação com a continuidade dos bloqueios de cargas.

Apesar do acordo que prevê retomada do transporte de produtos, pouco se viu de efetivo na manhã desta segunda-feira (28/5), o que torna crítica a situação financeira de 65 mil famílias que vivem do leite no Rio Grande do Sul. A cada dia, perde-se cerca de 8 milhões de litros de leite, o que é fonte de sustento para 300 mil pessoas sem contar o efeito cascata da falta desses recursos nas economias municipais.

O Conseleite alerta que a demora na retomada da produção industrial e da coleta de leite no campo pode levar ao colapso financeiro centenas de tambos gaúchos que já enfrentavam, desde antes da greve, a pior rentabilidade da atividade em anos. Consciente de seu papel pelo desenvolvimento do setor lácteo e de todo o Rio Grande do Sul, o Conseleite conclama os líderes do movimento grevista e os próprios caminhoneiros a se solidarizem com o setor, viabilizando a chegada, o mais rápido possível, de insumos aos laticínios para que, tão logo as plantas fabris estejam reabastecidas, a captação de leite possa ser retomada a pleno.

Pedrinho Signori, presidente do Conseleite e secretário-geral da Fetag

Alexandre Guerra, presidente do Sindilat

Jorge Rodrigues, coordenador da Comissão de Leite da Farsul

Sergio Luiz Feltraco, diretor executivo da Fecoagro

Foto: Leonardo Benassatto/Reuters

 

O Sindicato da Indústria de Laticínios do Estado do RS (Sindilat) vem a público relatar situação de calamidade vivenciada neste final de semana nas principais bacias leiteiras do Rio Grande do Sul motivada pela intransigência das lideranças do movimento grevista. Apesar de entender as motivações que levaram à paralisação, a indústria critica recentes declarações de lideranças do movimento grevista que atribuem a responsabilidade pelos prejuízos aos laticínios. No entroncamento entre Ijuí e Cruz Alta, os grevistas estão liberando os caminhões, mas a flexibilização ocorre apenas na região Noroeste, onde está 20% da produção do RS.

O Sindilat informa que 32 milhões de litros de leite cru foram perdidos entre quinta-feira e este domingo, um prejuízo de R$ 40 milhões nas economias municipais. Desabastecidas de insumos e embalagens, as indústrias precisam de auxílio para poder retomar a produção o mais breve possível e, só depois disso, voltar a captar leite na íntegra no campo. É inadmissível que o movimento grevista não se sensibilize com a realidade dos produtores de leite nem com o impacto ambiental que o descarte indevido dessa produção pode trazer.

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

O Sindicato da Indústria de Laticínios do Estado do RS (Sindilat) informa aos produtores gaúchos que, apesar da liberação pontual de cargas de leite cru em algumas rodovias do Rio Grande do Sul (Posto 44 no entroncamento entre Ijuí e Carazinho e da região de Santa Rosa), as indústrias enfrentam severas dificuldades para receber e processar a produção, parte dela já estragada dentro dos caminhões que ficaram retidos por dias nas barreiras. O trânsito de caminhões-tanque segue interrompido em toda a região de Carazinho, Victor Graeff, Passo Fundo, Soledade, entre outros. Alguns associados ainda registram falta de embalagens e insumos industriais para viabilizar o processamento. O avanço da greve e seus reflexos no abastecimento comprometem, inclusive, a oferta de combustível aos próprios caminhões. Na região Noroeste do RS, onde situa-se importante bacia leiteira gaúcha, os estoques de diesel devem durar apenas até este domingo (27/5).

A expectativa é que, assim que for anunciado o fim da greve dos caminhoneiros, o processo possa ser restabelecido entre dois e cinco dias, de acordo com a situação de desabastecimento enfrentada por cada parque fabril. Outra questão a ser levada em conta é que as áreas de expedição, câmaras frigoríficas e estoques dos laticínios estão abarrotados de produtos, o que torna qualquer processo produtivo adicional inviável antes de liberação dessas cargas.

Desta forma, o Sindilat e seus associados vêm a público alertar sobre a necessidade de uma posição urgente por parte do governo para alinhar acordo com as lideranças de movimento grevista pela liberação não só dos caminhões de leite cru, como também de insumos industriais e cargas de produtos acabados.

Porto Alegre, 26 de maio de 2018

Alexandre Guerra, presidente do Sindilat

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil 

O Sindicato da Indústria de Laticínios do Estado do RS (Sindilat) lamenta a falta de coerência em fazer cumprir as decisões liminares obtidas na Justiça para a liberação das cargas de leite cru retidas em manifestação de caminhoneiros. Apesar dos esforços das empresas associadas para que seus caminhões chegassem aos 65 mil produtores gaúchos para coletar a produção diária e, mesmo de posse das liminares, poucos avanços foram obtidos. A falta de sensibilidade do comando de greve penaliza milhares de famílias que tiram sustento de tambos onde é impossível desligar as máquinas.

O Sindilat estima prejuízo de R$ 10 milhões por dia com a perda da produção estocadas nas propriedades. O valor não representa impacto apenas aos produtores e à indústria. A soma deixa de se reverter em poder de compra no varejo do Interior do Estado e em impostos para mais de 90% dos municípios gaúchos.

O sindicato e seus associados entendem as causas que motivam a greve. No entanto, o Sindilat e as indústrias por ele representadas exigem uma rápida solução do governo para o caso sob pena de levar o setor, que enfrenta uma das piores crises de sua história, ao colapso financeiro e ameaçar os 300 mil empregos por ele gerados.

Alexandre Guerra, presidente do Sindilat

Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil 

O Sindicato da Indústrias de Laticínios do RS(Sindilat) informa que mais de 80% da captação de leite do Rio Grande do Sul está comprometida nesta quinta-feira (24/5). Segundo levantamento realizado com associados nesta manhã, várias empresas suspenderam integralmente a ação de caminhões nas diferentes rotas e aqueles que ainda estão operando o fazem com dificuldades e sob ameaça. Todos os dias, em condições normais, são captados 12,6 milhões de litros de cru de 65 mil propriedades rurais do Rio Grande do Sul.

Compreendendo as complicações e o prejuízo que a interrupção desse serviço traz aos produtores e à indústria, o Sindilat ingressou com ações na Justiça Estadual para desbloqueio das rodovias interditadas em movimento de caminhoneiros desde a segunda-feira (21/5). Ontem (23/5), a Justiça determinou a liberação de cargas de empresas associadas ao Sindilat em Cruz Alta e Ijuí. Soma-se ao movimento, liminar obtida nesta quinta-feira (24/5) pela Advocacia Geral da União (AGU) que permite a livre circulação nos estados do RS, SC e PR. Até este momento, o cumprimento das decisões judiciais para liberação dos caminhões ocorre de forma lenta e insuficiente para repor o fluxo de coleta no campo. O Sindilat recomenda a seus associados que, de posse das decisões acima citadas, solicitem a liberação das cargas retidas em diferentes rodovias.

As empresas associadas ao Sindilat ainda informam que estão com seus setores de expedição lotados de produtos e já há registro de falta de insumos para atender ao processo industrial, o que indica que, se a manifestação prosseguir, as linhas de produção também serão desativas integralmente.

O Sindilat e as indústrias associadas informam que, tão logo o transporte seja normalizado, a coleta no campo e o abastecimento dos centros urbanos serão retomados.

Foto: Adriano Machado/Reuters

O Sindicato da Indústrias de Laticínios do RS (Sindilat) vem a público solicitar uma rápida resposta do governo ao pleito dos caminhoneiros que realizam manifestação nas estradas gaúchas e de todo o Brasil pela redução do preço do óleo diesel. O ato está represando cargas de produtos perecíveis da cadeia produtiva nas vias gaúchas e já compromete a atividade fabril nesta terça-feira (22/5).

Sem a liberação dos veículos, os laticínios gaúchos ficam impossibilitados de realizar a captação de 12,6 milhões de litros de cru em 65 mil propriedades rurais do Rio Grande do Sul. O leite é um produto vivo e sujeito a rígidas normas de captação. Se os veículos não chegarem às propriedades dentro do prazo, os produtores terão sua produção descartada, um prejuízo gigantesco para um setor que vive momento de dificuldade ímpar em sua história.

O Sindilat compreende a legitimidade da manifestação e se solidarizam com o movimento dos caminhoneiros, mas, em caráter emergencial, solicita que o governo e as autoridades competentes negociem com os manifestantes a flexibilização para o livre trânsito de caminhões de leite carregados ou não, até porque estes estão devidamente identificados para essa finalidade conforme prevê a Lei do Leite.

Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil 

O Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) e seus associados lamentam o falecimento de Izaias Smaniotto, pai do diretor-tesoureiro do Sindilat e diretor-presidente da Cooperativa Piá, Jeferson Adonias Smaniotto. O velório está acontecendo no Centro Comunitário Evangélico de Tiradentes do Sul. O sepultamento será hoje (22/05) no Cemitério Evangélico, no mesmo município, às 16h.