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O prazo para inscrição de trabalhos no 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo termina nesta segunda-feira (30/11). A iniciativa irá reconhecer as melhores reportagens veiculadas entre 01/01/2015 e 29/11/2015 em quatro categorias: mídia impressa, mídia eletrônica, online e fotografia. O objetivo é destacar o trabalho produzido pela mídia especializada no agronegócio e setor lácteo.

O material será analisado por uma comissão julgadora que irá destacar os três primeiros colocados. O primeiro lugar em cada categoria receberá, além do troféu, um Iphone 6. A cerimônia de entrega será realizada no dia 10 de dezembro durante a festa de fim de ano do Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do RS, no Hotel Plaza São Raphael, em Porto Alegre.

Para efetuar a inscrição basta enviar a reportagem e a documentação necessária para o e-mail imprensasindilat@gmail.com. Além da produção (PDF para texto e foto, e link para vídeo/áudio e web), também devem ser anexados: ficha de inscrição, cópias do documento de identidade e do registro profissional. Os trabalhos que não tiverem assinatura deverão remeter um atestado de autenticidade.

Não há limite de número de trabalhos a serem inscritos por candidato. Os finalistas serão divulgados até o dia 5 de dezembro. Mais informações no regulamento do prêmio. Para acessa-lo clique aqui.

Diante das boas expectativas para negócios com o mercado chinês, o Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat) disponibilizará a partir de segunda-feira (30/11) os formulários para que as empresas façam o registro de suas plantas. Essa etapa é fundamental para que elas estejam aptas a exportar produtos para a China. As informações estarão no site do Sindicato, informou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, nesta sexta-feira, durante a reunião dos associados. “É um passo muito importante para o setor lácteo gaúcho e vamos buscar dar o máximo de apoio às empresas para encaminharem os formulários”, pontuou Guerra.
Na ocasião, a representante do Sindilat e da CCGL, Michele Muccillo Selbach, e o diretor da Lactalis, Guilherme Portella, detalharam os encontros durante a missão à China organizada pelo Ministério da Agricultura. Ambos ressaltaram que o mercado é importante pelo alto consumo, mas também por ser um parceiro comercial importante. Eles também destacaram ser importante o preenchimento dos formulários e o envio dos mesmos até o dia 10 de dezembro. “Já existe o acordo sanitário entre Brasil e China, mas falta agora apenas que as empresas preencham o formulário e enviem as informações”, destacou Michele. A princípio, após a aprovação das plantas é possível dar início às negociações.

Zildo de Marchi prestigia reunião
A reunião de associados contou com a presença especial do empresário Zildo de Marchi, que presidiu o Sindicato durante mais de duas décadas (1972 e 1994). Aos presentes, ele falou sobre a sua experiência no setor lácteo e destacou a importância de as empresas estarem sempre atentas às inovações. Ao completar 90 anos, recentemente, ele lançou o livro “Barriga no balcão, olhos no mundo!”, no qual relata a sua trajetória profissional. A obra foi escrita pelos jornalistas Danilo Ucha e Paula Sória.

Foto: Divulgação Sindilat

         

Porto Alegre, 27 de novembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.156

 

 China: Sindilat disponibilizará formulários para aprovação de plantas

Diante das boas expectativas para negócios com o mercado chinês, o Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat) disponibilizará a partir de segunda-feira (30/11) os formulários para que as empresas façam o registro de suas plantas. Essa etapa é fundamental para que elas estejam aptas a exportar produtos para a China. As informações estarão no site do Sindicato, informou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, nesta sexta-feira, durante a reunião dos associados. "É um passo muito importante para o setor lácteo gaúcho e vamos buscar dar o máximo de apoio às empresas para encaminharem os formulários", pontuou Guerra.

Na ocasião, a representante do Sindilat e da CCGL, Michele Muccillo Selbach, e o diretor da Lactalis, Guilherme Portella, detalharam os encontros durante a missão à China organizada pelo Ministério da Agricultura. Ambos ressaltaram que o mercado é importante pelo alto consumo, mas também por ser um parceiro comercial importante. Eles também destacaram ser importante o preenchimento dos formulários e o envio dos mesmos até 10 de dezembro. "Já existe o acordo sanitário entre Brasil e China, mas falta agora apenas que as empresas preencham o formulário e enviem as informações", destacou Michele. A princípio, após a aprovação das plantas é possível dar início às negociações. (Assessoria de Imprensa Sindilat)      
 

Foto: Reunião dos Associados 
Crédito: Divulgação Sindilat

 
 
Zildo de Marchi prestigia reunião

A reunião de associados contou com a presença especial do empresário Zildo de Marchi, que presidiu o Sindicato durante mais de duas décadas (1972 e 1994). Aos presentes, ele falou sobre a sua experiência no setor lácteo e destacou a importância de as empresas estarem sempre atentas às inovações. Ao completar 90 anos, recentemente, ele lançou o livro "Barriga no balcão, olhos no mundo!", no qual relata a sua trajetória profissional. A obra foi escrita pelos jornalistas Danilo Ucha e Paula Sória. (Assessoria de Imprensa Sindilat)    

   

Foto: Alexandre Guerra e Zildo de Marchi 
Crédito: Divulgação Sindilat

Pioneira na adesão do PAS Leite Campo, Piá assina termo de compromisso com programa

Nesta sexta-feira, dia 27, a Cooperativa Piá assinou um termo de compromisso com o Programa Alimento Seguro - PAS Leite Campo, promovido pelo Ministério da Agricultura e aplicado no Rio Grande do Sul pelo SENAI.
 
O PAS-Leite tem o objetivo de aumentar a segurança e a qualidade na cadeia de leite e derivados, evitando contaminações, aumentando a competitividade no mercado e adequando a produção brasileira às exigências do mercado interno e internacional. Além de reduzir custos, otimizar processos e aumentar os ganhos dos participantes.
 
Através da assinatura do termo, a Piá se compromete a utilizar seus profissionais qualificados da área do leite para melhorar a matéria-prima, aumentado a segurança alimentar de toda a cadeia produtiva. "Para nós, essa parceria vem de encontro com as diversas ações que já estamos realizando com foco na qualidade do nosso produto e na excelência do sistema de produção que utilizamos", destaca o presidente da Cooperativa, Gilberto Kny.
 
Cooperativa pioneira na adesão do PAS Leite Campo, a empresa foi também uma das primeiras indústrias no Estado a inovar em processos de qualidade de matéria-prima, com a utilização de tarro de coleta individual e refrigerados, já na década de setenta. "Todas as ações que estamos realizando visam desenvolver a agricultura familiar, promovendo a sucessão familiar e também uma melhor qualidade de vida para os agricultores. Na ocasião da assinatura, também foi realizado um almoço de comemoração pelo encerramento do curso "Capacitação de Instrutores PAS Leite Campo", que qualificou 18 profissionais da assistência técnica da Piá. Durante sete meses, eles serão os multiplicadores das informações sobre as boas práticas de produção para se obter um alimento seguro nas propriedades rurais dos associados. Serão realizadas visitas e aulas teóricas e práticas. Após, o Senai realizará uma auditoria nas propriedades rurais.
 
A Cooperativa já realizou a etapa de capacitação com todos os seus transportadores, do Programa Alimento Seguro - PAS Leite. (Assessoria de Imprensa Piá)

Maior oferta faz preço do leite recuar mais uma vez

Os preços do leite ao produtor voltaram a recuar neste mês no país, reflexo do aumento da oferta no período de safra. A matéria-¬prima entregue em outubro ¬ e paga em novembro ¬ registrou preço médio de R$ 0,959 por litro, queda de 0,4% sobre o pagamento anterior, segundo a Scot Consultoria. A demanda desaquecida por leite também ajuda a pressionar o mercado, afirma Rafael Ribeiro, analista da Scot. Ele avalia que o recuo só não foi mais forte em decorrência do atraso das chuvas em importantes regiões produtoras de leite, como Minas Gerais e Goiás. "Agora o clima está mais regular. O clima vinha segurando a queda", afirma, em referência ao período sem chuvas em outubro. A falta de precipitação afeta o desenvolvimento das pastagens usadas na alimentação do rebanho leiteiro, o que influencia a produção de leite.

 

Além disso, o aumento dos custos da ração por causa da alta do milho e da soja também vinha desestimulando o investimento em suplementação da alimentação, segundo Ribeiro, o que segurou um incremento mais forte da oferta. Mas a disponibilidade voltou a crescer. "A produção deve aumentar de forma mais significativa a partir de dezembro", estima o analista. Com isso, a expectativa é de novas quedas nos preços pagos ao produtor nacional. Pesquisa da Scot com mais de 100 laticínios e cooperativas do país indica que 55% dos ouvidos esperam manutenção dos valores ao produtor no pagamento de dezembro, 35% acreditam em queda e 10% em alta. Embora a demanda esteja enfraquecida, o levantamento da Scot mostra que, na média do mês, houve pouca variação nos preços do leite longa vida. A cotação no atacado paulista ficou em R$ 2,10 em novembro ante R$ 2,12 em outubro. No varejo, ficou em R$ 2,86 em novembro. Havia sido de R$ 2,85 no mês anterior. (Valor Econômico)

 
El Niño
Lideranças do agronegócio reunidas em simpósio em São Paulo nesta quinta-feira, dia 26, veem com apreensão o mercado de grãos em 2016, em função da infraestrutura precária do país e da ocorrência do El Niño, que pode provocar chuva na época da colheita. Um eventual excesso de precipitação em fevereiro provocado pelo fenômeno climático em fevereiro, por exemplo, traria complicações na logística e atrasaria o programa de escoamento da safra, na opinião do presidente e CEO da Bunge Brasil, Raul Padilla. (Canal Rural)
 

 

         

Porto Alegre, 26 de novembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.155

 

 Força Nacional do Suasa terá grupo de elite de fiscais agropecuários, diz ministra 

A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) lançou nesta terça-feira (24) a Força Nacional do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (FN-Suasa), que contará com um "grupo de elite" de fiscais agropecuários equipados e treinados para atender a emergências sanitárias e fitossanitárias.

A Força Nacional do Suasa foi lançada juntamente com o Programa de Vigilância em Defesa Agropecuária na Faixa de Fronteira e com o processo eletrônico de exportação Canal Azul. As três iniciativas fazem parte do Plano de Defesa Agropecuária 2015-2020, apresentado pelo Mapa em maio deste ano.

A FN-Suasa será convocada sempre que for declarada emergência sanitária ou fitossanitária ou em outros casos de comprovada necessidade técnica. O grupo conta com 628 fiscais agropecuários federais, estaduais e municipais (entre médicos veterinários e engenheiros agrônomos) e servirá, de acordo com a ministra, para "prevenir e apagar incêndio".

"Trata-se de um grupo de elite dos fiscais federais, estaduais e municipais. Será o Bope do Ministério da Agricultura", disse Kátia Abreu. "Onde houver risco alto de alguma praga ou doença, vamos usar essas pessoas. Queremos conviver de forma tranquila com um possível risco, sem desespero, mas com preparo. Temos que manter a calma e tomar atitudes", completou.

Todos os 628 fiscais da Força - destes, 270 são do quadro do Ministério da Agricultura - receberão equipamento, coletes e uniformes diferenciados. "A ideia é que esse grupo de elite tenha acesso a qualquer lugar do país sem que pareça uma intervenção no estado", explicou Kátia Abreu.

O secretário de Defesa Agropecuária, Décio Coutinho, usou a gripe aviária para exemplificar um possível foco de ação da Força. "Essa enfermidade está espalhada por todo o mundo, trazendo risco não só para a produção da avicultura, mas também para a saúde humana. Não sabemos o dia e hora em que ela vai chegar ao Brasil, mas temos que estar preparados e aptos a combatê-la", explicou.

A ministra ainda destacou a importância de os fiscais federais, estaduais e municipais se integrarem e afirmou que não existe defesa agropecuária isolada em estados ou em municípios.

Defesa agropecuária
Durante o lançamento dos programas, Kátia Abreu fez um rápido balanço sobre as ações de defesa agropecuária desenvolvidas pelo Mapa este ano e projeções para 2016, dando efetividade ao Plano de Defesa Agropecuária.

O ministério tem ajudado e trabalhado em parceria para que os únicos três estados que ainda têm casos de febre aftosa - Roraima, Amapá e Amazonas - erradiquem a doença até o final deste ano.

O objetivo é que 100% país seja declarado livre de febre aftosa com vacinação, status que será pleiteado pelo Brasil junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em maio de 2016. O Mapa também espera obter da entidade o reconhecimento de 14 estados como zonas livres de peste suína clássica.

A ministra lembrou que este ano já transferiu por meio de convênio R$ 26 milhões para investimento em defesa agropecuária a 12 estados. As demais unidades da federação ainda não receberam a verba por estarem inadimplentes. "Assim que os estados gastarem essa parcela, já temos mais recurso pronto para o ano que vem", disse.

A ministra também destacou o Programa Nacional de Combate às Moscas-das-Frutas, que destinará R$ 12 milhões para o combate da praga nos pomares brasileiros em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas). (Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento/Mapa)

 
 
Setor agrícola dos EUA pode ter em 2015 menor lucro desde 2002

O setor rural dos Estados Unidos deve encerrar 2015 com mais uma queda de lucratividade após o pico registrado em 2013, puxado pelo tombo nos preços dos grãos e de produtos pecuários. A previsão foi feita pelo Departamento de Agricultura do país (USDA), que estima que o resultado líquido dos produtores rurais do país este ano será de US$ 55,9 bilhões. Em agosto, o órgão havia projetado um lucro de US$ 58,3 bilhões Se a nova projeção for confirmada, o lucro agrícola do país será o menor desde 2002, tanto em termos reais como nominais. Em relação ao melhor resultado da história, registrado em 2013, esse resultado líquido representaria uma retração de 55%. Já na comparação com o resultado do ano passado, quando a rentabilidade já vinha em baixa, o lucro deve cair 38%.

O órgão americano calcula que a renda com a produção agrícola do país ficará em US$ 18,2 bilhões, uma retração de 8,7% na comparação anual, por conta da desvalorização dos preços de milho, soja e trigo. Já a receita do setor pecuário deverá chegar a US$ 25,4 bilhões, o que representaria uma redução de 12%, puxado pela desvalorização dos preços do leite, dos suínos, frangos e bovinos. Para compensar a queda dos preços, os subsídios governamentais deverão crescer e alcançar US$ 10,8 bilhões, um aumento de 10,4% na comparação com o desembolso do ano passado. Em contrapartida, os gastos também devem arrefecer, na ordem de 2,3%, estima o USDA, por conta da redução dos custos com energia e com ração.

Apesar disso, o risco financeiro para os produtores rurais americanos deve crescer neste ano, "indicando aumento da pressão financeira no setor", sinalizou o departamento. Entretanto, o órgão observou que a relação entre dívida e capital próprio deve se manter em patamares historicamente baixos. (As informações são do Valor Econômico)

 
 
Importações chinesas de leite em pó caem para menor volume em seis anos
 
As importações chinesas de leite em pó caíram para apenas 19,46 milhões de quilos em outubro, 37,8% a menos que em setembro para o menor volume mensal total desde 2009. Com relação ao ano anterior, as importações de leite em pó em outubro caíram 37%. Nos 10 primeiros meses, as importações acumuladas de leite em pó da China ficaram 44,2% menores que no ano anterior.

As importações de leite em pó desnatado ficaram particularmente fracas, em 7,98 milhões de quilos, o menor volume em três anos. As importações de leite em pó desnatado foram quase 50% menores que no ano anterior e 58,8% menores que em setembro em uma base média diária. As importações chinesas de leite em pó integral também não impressionaram; caíram para o menor volume em 13 meses, de 11,48 milhões de quilos. Isso foi 25,3% menor do que em outubro de 2014 e 15,7% menor o que os volumes médios diários de setembro.

É difícil determinar se esses dados decepcionantes implicam que a demanda por leite em pó da China está declinando, se a produção doméstica de leite em pó integral está deslocando as importações, ou se os estoques chineses continuam grandes o suficiente para desestimular mais importações.

Talvez tudo isso tenha parcela de culpa. Seja qual for a razão, a queda na demanda chinesa por leites em pó é particularmente preocupante para a indústria de lácteos da Nova Zelândia. O país está enfrentando uma competição mais acirrada pelo estreitamento do mercado. A Nova Zelândia ainda mantém uma grande participação nas importações de leite em pó integral da China, mas em outubro, somente 40% das compras de leite em pó desnatado da China vieram da Nova Zelândia. Em termos absolutos, a Nova Zelândia enviou 68,1% a menos leite em pó desnatado para a China em outubro do que em setembro.

Ao mesmo tempo, companhias da Europa estão ganhando terreno. As exportações da França de leite em pó desnatado para a China alcançaram o maior valor em 11 meses mesmo com as importações totais de leite em pó desnatado pela China caindo para seu menor valor em três anos. Em outubro, a França foi responsável pela maior parte do mercado de leite em pó desnatado do que em qualquer outro mês desde dezembro de 2002. Até Europa e Rússia retomarem suas relações comerciais, os processadores europeus provavelmente terão grandes volumes de leite em pó. Pena que o maior comprador mundial de leite em pó parece ter perdido seu apetite. (As informações são do Daily Dairy Report)

 
Café da manhã debaterá desafios das cadeias produtivas de aves, suínos e laticínios
As entidades organizadoras do V AVISULAT ¬ Congresso e Feira Brasil Sul de Avicultura, Suinocultura e Laticínios realizam no dia 10 de dezembro, quinta¬-feira, às 9h, no Centro de Eventos FIERGS (Av. Assis Brasil, 8787 ¬ Sala D3 ¬ 300), em Porto Alegre, um Café da Manhã com tema Desafios das cadeias produtivas para o cenário econômico de 2016, para imprensa e convidados do setor. O evento tem como objetivo refletir o ano que encerra sob o ponto de vista desses setores, destacar os desafios para 2016 a partir de dados e leitura de cenários e apresentar os preparativos para a 5ª edição do AVISULAT, de 22 a 24 de novembro de 2016. (Fonte: Agrolink com informações de assessoria)
 

 

         

Porto Alegre, 25 de novembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.154

 

 10 mesorregiões foram responsáveis por 60% do crescimento na produção de leite desde 2004

A produção brasileira de leite já ultrapassa o dobro do que era há 25 anos. Desde 1990, cresce quase 4% ao ano, estimulada pelo aumento do consumo e pela consolidação de novos estados que ganharam representatividade na produção de leite. Entre as 10 mesorregiões que mais cresceram (em volume produzido) nos últimos 10 anos, as do Sul ocupam 5 posições, enquanto as outras 5 foram divididas entre Minas Gerais (3 mesorregiões) e Goiás (2 mesorregiões).

A primeira colocada em crescimento, Noroeste Rio Grandense (RS), teve um aumento de quase 2 bilhões de litros em sua produção desde 2004. Isso representa 92% da produção da região Norte inteira em 1 ano.

Tabela 1 - Ranking das 10 mesorregiões que mais cresceram na produção de leite em volume nos últimos 10 anos e produção diária de leite em 2004 e em 2014 (em mil litros). 

 

Em 10 anos o Brasil teve aumento um aumento de 11,7 bilhões de litros de leite em sua produção e as 10 mesorregiões que mais cresceram nesse período contribuíram com 60,6% dessa evolução. Ao analisarmos as 10 mesorregiões que mais cresceram em porcentagem desde 2004, a região Norte é a que possui o maior número de representantes. Das 10 primeiras ranqueadas, metade é da região Norte. 

A região Sul apresentou 3 mesorregiões entre as que tiveram maior taxa de crescimento. Um reflexo disso é que, em 2014, ela se tornou a maior produtora do Brasil, ultrapassando a região Sudeste. Além disso, é nessa região do país que tem havido a maior parte dos investimentos em fábricas para a produção de derivados lácteos - diversas empresas passaram a operar ou tem investido na ampliação de suas plantas.

O Sul do Amapá, primeira mesorregião colocada no ranking, cresceu 14,6% ao ano no período entre 2004 e 2014 e pulou dos 4,8 milhões de litros em 2004 para 13 milhões de litros em 2014. Isso representa um salto de 4 mil litros produzidos diariamente (em 2004) para 17 mil litros atualmente. Ainda assim, é uma quantidade muito baixa, menor inclusive que a produção de diversas fazendas listadas no Top 100 MilkPoint 2015: o Sul do Amapá ficaria na 22ª posição. (Najara Nino Diniz/MilkPoint)

 
Tabela 2 - Ranking das 10 mesorregiões com maior taxa anual de crescimento nos últimos 10 anos (em %) e produção anual de leite em 2004 e em 2014 (em mil litros).
 
Queijos Santa Clara conquistam Carrinho AGAS
A Cooperativa Santa Clara tem seus queijos reconhecidos pelos supermercadistas pelo terceiro ano consecutivo com a conquista de seu 8º Carrinho AGAS, premiação promovida pela Associação Gaúcha de Supermercados. A Santa Clara é campeã da categoria Queijos desde que passou a fazer parte da pesquisa, em 2013.

A premiação dos vencedores será realizada dia 30, em Porto Alegre, reunindo autoridades e personalidade do estado, fornecedores premiados e supermercadistas.

Em sua 32ª edição, 12ª com parceria da Nielsen Brasil para as pesquisas, a Agas premia 36 empresas escolhidas a partir de entrevistas com 251 dos maiores supermercados do estado, considerando critérios de qualidade do produto ou serviço, relacionamento com o varejo, índices de ruptura, capacidade de inovação e cumprimento de prazos.

Nas edições anteriores, a Cooperativa foi a Melhor Fornecedora de Laticínios (2010, 2011 e 2012), Bebidas Lácteas (2004), Alimentos Resfriados (2003) e de Queijos em 2013 e 2014. (Assessoria de Imprensa Santa Clara)

Dália Alimentos é Top de Marketing 2015

Mais um troféu compõe a galeria da Dália Alimentos. Desta vez, a cooperativa foi agraciada com o prêmio Top de Marketing 2015, durante a 33ª edição do evento promovido pela Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB-RS).

A entrega da distinção, que neste ano foi norteada pelo tema "É nos piores momentos que os melhores aparecem", ocorreu na última terça-feira, dia 24 de novembro, no Teatro do Bourbon Country, em Porto Alegre. O evento é consagrado como a grande Festa do Marketing do Sul do país. Selecionada no segmento Agribusiness, com o Projeto Criança Dália - Ações no Presente para um Futuro Melhor - a Dália Alimentos esteve entre as 22 categorias premiadas na noite.

O Top de Marketing reconhece as melhores práticas de marketing do mercado gaúcho e levou ao palco organizações indicadas pelo mercado, as quais defenderam suas causas diante de uma comissão formada por experientes e consagrados empresários e executivos. 

Recebeu o prêmio, representando a empresa, o presidente Executivo da Dália Alimentos, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas. Ao fazer uso da palavra, destacou a satisfação da marca Dália ter sido agraciada com a premiação estadual, dedicando e compartilhando o prêmio com as 4,4 mil famílias rurais associadas e com os 2,4 mil funcionários. "Cada um, através da doação espontânea de algum valor para o Projeto Criança Dália, merece ser lembrado neste importante momento em que a Dália é reconhecida pelo belo projeto social que desenvolve de forma conjunta."

Também acompanhou a cerimônia de premiação o presidente do Conselho de Administração, Gilberto Antônio Piccinini; e o supervisor de Marketing, Nei Quinto Barzotto. (Assessoria de Imprensa Dália Alimentos)

 
 
El Niño se estenderá até meados de 2016
O El Niño, que ocorre no Oceano Pacífico, deverá durar até meados de 2016, ao contrário do arrefecimento no primeiro trimestre apontado pelos modelos climáticos internacionais. Segundo o Escritório de Meteorologia da Austrália, a temperatura da água do Pacífico não deverá voltar à normalidade até o outono no Hemisfério Sul -- ou seja, a partir de março. A previsão inicial era de que ele atingisse o seu pico no fim deste ano e começasse a perder força já no início de 2016. O fenômeno climático elevou os preços das commodities agrícolas, segundo a FAO, como açúcar e óleo de palma. (As informações são do Valor Econômico)

O preço do leite padrão deve apresentar tendência de estabilidade no Rio Grande do Sul neste mês de novembro. Dados divulgados hoje (24/11) na reunião do Conselho Paritário do Leite (Conseleite), realizada na Farsul, indicam que o valor projetado para o mês é de R$ 0,8454 o litro, 1,03% maior do que o consolidado do mês de outubro, que ficou em R$ 0,8367.
De acordo o professor da Universidade de Passo Fundo (UPF) Eduardo Finamore, que apresentou o estudo, o resultado do mês de outubro teve alta de 1,94% acima do que foi projetado, que inicialmente estava previsto em R$ 0,8208 o litro.
Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra, que também presidiu a reunião, a leve elevação no preço se deve a uma parte da margem do aumento de custos, como nos combustíveis e na energia, que a indústria repassou ao produto final. Ao mesmo tempo, está impactado pela retração provocada pelas condições climáticas, com o excesso de chuvas, registradas neste ano. “Houve elevação de custos em função dos gastos maiores com a produção e pela recuperação dos prejuízos provocados pelas condições climáticas”, afirmou Guerra.

Tabela 1: Valores Finais da Matéria-Prima (Leite) de Referência1, em R$ – Outubro de 2015.

Matéria-prima Valores Projetados Outubro / 15

Valores Finais

Outubro / 15

Diferença

(final – projetado)

I – Leite acima do padrão 0,9440 0,9622 0,0183
II – Leite Padrão 0,8208 0,8367 0,0159
III – Leite abaixo do padrão 0,7388 0,7531 0,0143

(1) Valor para o leite posto na plataforma do laticínio com Funrural incluso (preço bruto - o frete é custo do produtor)

Tabela 2: Valores Projetados da Matéria-Prima (Leite) de Referência1, em R$ – Novembro de 2015.

Matéria-prima Novembro /15 *
I – Leite acima do padrão (Maior valor de referência) 0,9722
II – Leite Padrão (Preço de referência) 0,8454
III – Leite abaixo do padrão (Menor valor de referência) 0,7608

(1) Valor para o leite posto na plataforma do laticínio com Funrural incluso (preço bruto - o frete é custo do produtor)

Foto: Pesquisador Eduardo Finamore apresenta os dados do Conseleite

         

Porto Alegre, 24 de novembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.153

 

  Preço do leite registra tendência de estabilidade em novembro no RS
 
O preço do leite padrão deve apresentar tendência de estabilidade no Rio Grande do Sul neste mês de novembro. Dados divulgados hoje (24/11) na reunião do Conselho Paritário do Leite (Conseleite), realizada na Farsul, indicam que o valor projetado para o mês é de R$ 0,8454 o litro, 1,03% maior do que o consolidado do mês de outubro, que ficou em R$ 0,8367.
 

De acordo o professor da Universidade de Passo Fundo (UPF) Eduardo Finamore, que apresentou o estudo, o resultado do mês de outubro teve alta de 1,94% acima do que foi projetado, que inicialmente estava previsto em R$ 0,8208 o litro. 
 
Pesquisador Eduardo Finamore apresenta os dados do Conseleite 
Crédito: Divulgação/Sindilat 
 

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra, que também presidiu a reunião, a leve elevação no preço se deve a uma parte da margem do aumento de custos, como nos combustíveis e na energia, que a indústria repassou ao produto final. Ao mesmo tempo, está impactado pela retração provocada pelas condições climáticas, com o excesso de chuvas, registradas neste ano. "Houve elevação de custos em função dos gastos maiores com a produção e pela recuperação dos prejuízos provocados pelas condições climáticas", afirmou Guerra.  (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 
 
Isolamento digital contribui para o êxodo rural

O Rio Grande do Sul tem hoje, conforme o último censo do IBGE, realizado em 2010, 336 mil jovens vivendo no meio rural o equivalente a apenas 12,73% de toda a população do Estado na faixa etária de 15 a 29 anos. Esse número vem encolhendo e, de acordo com pesquisadores ligados ao campo, um dos fatores que contribui e pode agravar o êxodo nos próximos anos é o isolamento em plena era digital.

- Sem acesso à internet, eles se sentem inferiorizados. Esse é, com certeza, um dos motivos que tem levado os jovens a deixarem o campo - lamenta Josiane Einloft, diretora e coordenadora da Juventude Rural da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado (Fetag-RS).

De acordo com Josiane, as novas gerações - que poderiam garantir a sucessão nas propriedades familiares - não desejam apenas acessar as redes sociais, mas também baixar aplicativos que possam ajudar no gerenciamento da produção e realizar pesquisas sobre manejo e equipamentos. Afinal, diferentemente de seus pais, esses jovens exigem respostas mais práticas e rápidas para as suas dúvidas.

Pesquisador lamenta ausência de políticas públicas para o setor
Para o professor Marcelo Antonio Conterato, do programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Rural da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a diminuição do número de jovens no campo também está relacionada com a queda na taxa de fecundidade. Conterato lembra que, nos anos 1970, no país, as mulheres que viviam no meio rural tinham, em média, 7,7 filhos, quase três vezes mais do que atualmente. O professor, no entanto, reconhece que a qualidade (ou a falta de) nos serviços de comunicação interfere na decisão dos jovens de migrar ou permanecer em seus locais de residência.

- É inadmissível que, em pleno século 21, na sociedade da informação, boa parte de quem vive no meio rural esteja desconectado. Os jovens que vivem no campo têm o mínimo de informação e conseguem comparar as realidades. Então, muitos acabam optando por se mudar para centros urbanos médios, que têm uma estrutura de serviços mais abrangente e consolidada. No final dos anos 1990, bastava que a TV tivesse bom sinal. Hoje em dia, isso não é mais suficiente - explica.

Na avaliação de Conterato, que também coordena o bacharelado à distância em Desenvolvimento Rural, é lamentável a ausência de políticas públicas que estimulem a melhoria da prestação de serviços de comunicação no campo. Segundo ele, a maioria das ações são voltadas para a produção, o que "se justifica, mas não tem estancado o êxodo rural". (Zero Hora)

 
Faeg reivindica melhorias na comercialização com laticínios
 
Dando continuidade às discussões que visam buscar melhorias em relação às condições atuais de comercialização do leite em Goiás, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner, se reuniu com mais de 50 produtores, representantes de vários municípios goianos, durante encontro da Comissão de Pecuária de Leite da entidade, realizado na última semana. Na ocasião, os presentes avaliaram a mais recente ação do grupo. Com a ajuda da Faeg, os Sindicatos Rurais (SRs) encaminharam um documento para os laticínios, cooperativas e/ou associações solicitando a adequação nos prazos de pagamento, bem como a entrega da nota fiscal de venda do leite no ato da entrega.

Em continuidade, foi retomado um dos principais problemas que afligem o lado dos agropecuaristas de leite: a informalidade das indústrias de processamento em relação ao pagamento do leite comprado dos produtores. Os produtores se dispuseram a relatar as principais condições, tanto climáticas quanto de custos de produção, para que a Faeg possa ter em mãos as informações necessárias a fim de conhecer e compreender a real situação em cada canto do estado.

Ao destacar as condições da cadeia leiteira, José Mário, que também é presidente do Conselho Administrativo do Serviço Nacional de Aprendizagem em Rural em Goiás (Senar Goiás), fez questão de ressaltar que o leite é o único produto que ainda se encontra numa situação diferenciada dos demais produtos agropecuários. "Ele é o único que, em relação ao pagamento, recebe com prazos girando em torno de 45 a 55 dias. Outro problema que dificulta ainda mais a situação é o fato de que não há o repasse de um documento fiscal formal no momento de entrega do leite às indústrias", informa Schreiner.

Para o presidente, esses problemas já vêm a muito deixando os produtores de cabeça quente, porém, atualmente, estão sendo agravados por fatores como a alta no custo de produção e o clima, com a falta de chuvas. E justamente sobre esse aumento nos custos de produção que Schreiner orientou os produtores a pensarem na redução de custos como uma alternativa em tempos de recessão econômica. "Os produtores decidiram que irão realizar a seleção dos melhores animais a fim de reduzir o consumo da ração, que ultimamente tem se apresentado com um custo bastante alto", relata o presidente.

Mercado
A situação do mercado financeiro também esteve em pauta no decorrer do evento. O gerente de Assuntos Técnicos e Econômicos da Faeg, Edson Alves, comentou que houve, de outubro em relação a setembro, um aumento significativo das importações de leite. Mas acrescenta que isso, logicamente, é oriundo de produtos que já tinham sido comercializados há 5 ou 6 meses antes e que está impactando agora. "Não tivemos chuvas significativas ao ponto de gerar um grande excedente de leite. E registrou-se recuperação de 3% dos preços dos derivados lácteos nos últimos 15 dias como, por exemplo, no caso do longa vida. Então, não vemos justificativas para quedas expressivas de preços aos produtores nesse momento", acrescenta. (As informações são da Faeg)

 
Produção de leite na Europa continua forte em setembro

A captação de leite na Zona do Euro em setembro excedeu os níveis do ano anterior em 3,2%. A produção nas 27 nações da União Europeia (UE-28) que reportaram dados preliminares (a Espanha não reportou) totalizou 11,67 milhões de toneladas. Isso traz as captações até agora nesse ano nesses 27 países para um aumento de 2,2% com relação aos primeiros nove meses de 2014.

Os preços dos produtos lácteos no final do ano passado aumentaram e os produtores em locais como Holanda e Irlanda responderam de forma entusiasmada. A produção de leite aumentou, preparando o terreno para rígidas multas por excederem as cotas e para uma menor produção de leite no começo desse ano. Agora que as "algemas" das cotas não existem mais, o leite está jorrando nesses países novamente. A produção em setembro na Irlanda aumentou 15,9% com relação ao ano anterior e as captações na Holanda aumentaram 9,3% com relação ao ano anterior.

 

Apesar de as nações que são maiores produtoras de leite não terem registrado aumentos tão dramáticos, elas reportaram também uma produção maior e os ganhos com relação ao ano anterior estão acelerando. Na Alemanha, a produção em setembro foi 3% maior do que no ano anterior, 2,7% a mais que em agosto. As captações na França se mantiveram estáveis com relação ao ano anterior em julho e agosto, mas aumentaram 1,5% em setembro. Desde o fim da cota, a produção de leite na Europa totalizou 3,4% a mais do que no ano anterior.

Se o crescimento continuar em ritmo lento na Alemanha e na França e em ritmo acelerado em locais como Holanda, Irlanda, Dinamarca e Bélgica, a produção de leite na Europa deverá ultrapassar as melhoras modestas na demanda global, o que poderá pesar nos mercados mundiais. "Os preços ainda não estão restringindo o fluxo de leite". (As informações são do Daily Dairy Report)

 
Aftosa
Termina no próximo dia 30 a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Estado. Nessa fase, devem ser imunizados animais com até 24 meses de idade. Na região central, 130 mil de um total de 340 mil bovinos e bubalinos já foram imunizados conforme a Secretaria da Agricultura. Pecuaristas do Pronaf ou do Pecfam com até 30 exemplares recebem as doses gratuitamente. (Zero Hora)

 

 

    

 

As inscrições para o 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo encerram-se na próxima segunda-feira (30/11). Promovida pelo Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), a iniciativa irá premiar as melhores reportagens produzidas pela mídia especializada no agronegócio e sobre o setor lácteo. O Prêmio é dividido em quatro categorias: mídia impressa, mídia eletrônica, on line e fotografia. Todas as peças devem ter data de publicação/veiculação entre 1º/01/2015 e 29/11/2015.

Para concorrer é muito simples, basta enviar os trabalhos e a documentação necessária para o e-mail imprensasindilat@gmail.com. Além da produção (PDF para texto e foto, e link para vídeo/áudio e web), também devem ser anexados cópias de um documento de identidade, registro profissional e ficha de inscrição preenchida. Os trabalhos que não tiverem a expressa identificação do autor deverão remeter um atestado de autenticidade. Os finalistas serão divulgados até o dia 5 de dezembro.

A entrega da premiação será realizada durante a festa de fim de ano do Sindicato, no dia 10 de dezembro, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. Maiores informações no site www.sindilat.com.br

O secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, detalhou os avanços conquistados pelo setor lácteo gaúcho em busca de maior tecnificação e qualidade durante o 3º Simpósio da Ciência do Agronegócio, na Capital. Promovido por estudantes de mestrado e doutorado ligados ao Centro de Estudos e Pesquisas em Agronegócio (CEPAN) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), o evento reuniu pesquisadores nacionais para debater os novos rumos da produção sustentável. Em sua manifestação, realizada na útlima sexta-feira (20/11), Palharini pontuou os inúmeros investimentos desenvolvidos por produtores e laticínios que, juntos, vêm trabalhando para oferecer produtos de maior qualidade ao consumidor. Entre eles, citou pesquisa que está testando medidores de vasão em parceria com a Embrapa, em Pelotas. A ideia, destaca ele, é avaliar as potencialidades desses equipamentos em auferir a qualidade e a condição das amostras de leite coletadas. "A fraude é uma questão isolada. Depois de momentos conturbados, podemos dizer que hoje o setor lácteo gaúcho está em um novo patamar", salientou Palharini. O executivo ainda detalhou números que expressam a pujança e força do segmento na economia gaúcha e apresentou o vídeo institucional da Vitrine do Leite.

O evento, que começou na quinta-feira (19/11), terminou na sexta-feira no Salão de Atos da Faculdade de Agronomia. O 3º Simpósio da Ciência do Agronegócio abordou temas relevantes para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, como os limites ecológicos do crescimento econômico e o sucesso da combinação entre inovação, tecnologia e sustentabilidade.

         

Porto Alegre, 23 de novembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.152

 

  Última semana para concorrer no 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo


 As inscrições para o 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo encerram-se na próxima segunda-feira (30/11). Promovida pelo Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), a iniciativa irá premiar as melhores reportagens produzidas pela mídia especializada no agronegócio e sobre o setor lácteo. O Prêmio é dividido em quatro categorias: mídia impressa, mídia eletrônica, on line e fotografia. Todas as peças devem ter data de publicação/veiculação entre 1º/01/2015 e 29/11/2015. 

Para concorrer é muito simples, basta enviar os trabalhos e a documentação necessária para o e-mail imprensasindilat@gmail.com. Além da produção (PDF para texto e foto, e link para vídeo/áudio e web), também devem ser anexados cópias de um documento de identidade, registro profissional e ficha de inscrição preenchida. Os trabalhos que não tiverem a expressa identificação do autor deverão remeter um atestado de autenticidade. Os finalistas serão divulgados até o dia 5 de dezembro.

A entrega da premiação será realizada durante a festa de fim de ano do Sindicato, no dia 10 de dezembro, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre. Maiores informações no site www.sindilat.com.br. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 
 
Setor lácteo gaúcho está em um novo patamar
O secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini, detalhou os avanços conquistados pelo setor lácteo gaúcho em busca de maior tecnificação e qualidade durante o 3º Simpósio da Ciência do Agronegócio, na Capital. Promovido por estudantes de mestrado e doutorado ligados ao Centro de Estudos e Pesquisas em Agronegócio (CEPAN) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), o evento reuniu pesquisadores nacionais para debater os novos rumos da produção sustentável. Em sua manifestação, realizada na útlima sexta-feira (20/11), Palharini pontuou os inúmeros investimentos desenvolvidos por produtores e laticínios que, juntos, vêm trabalhando para oferecer produtos de maior qualidade ao consumidor. Entre eles, citou pesquisa que está testando medidores de vasão em parceria com a Embrapa, em Pelotas. A ideia, destaca ele, é avaliar as potencialidades desses equipamentos em auferir a qualidade e a condição das amostras de leite coletadas.  "A fraude é uma questão isolada. Depois de momentos conturbados, podemos dizer que hoje o setor lácteo gaúcho está em um novo patamar", salientou Palharini. O executivo ainda detalhou números que expressam a pujança e força do segmento na economia gaúcha e apresentou o vídeo institucional da Vitrine do Leite.

O evento, que começou na quinta-feira (19/11), terminou na sexta-feira no Salão de Atos da Faculdade de Agronomia. O 3º Simpósio da Ciência do Agronegócio abordou temas relevantes para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul, como os limites ecológicos do crescimento econômico e o sucesso da combinação entre inovação, tecnologia e sustentabilidade. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 

Conseleite/MS

A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 20 de novembro de 2015, aprova e divulga os valores de referência para a matéria-prima, referente ao leite entregue no mês de outubro de 2015 e a projeção dos valores de referência para leite a ser entregue no mês de novembro de 2015. Os valores divulgados compreendem os preços de referência para o leite padrão levando em conta o volume médio mensal de leite entregue pelo produtor. (Famasul)

Mudanças nas cadeiras

Três projetos de lei apresentados pelo Executivo na última semana propõem alterações nas composições dos conselhos deliberativos de três fundos estaduais: do leite (Fundoleite), da erva-mate (Fundomate) e dos ovinos (Fundovinos).

O secretário da Agricultura, Ernani Polo, diz que as modificações sugeridas decorrem da necessidade de ajustes em virtude da extinção de algumas pastas. No caso do Fundoleite, a Agricultura passará a ter, se o projeto for aprovado, seis integrantes no conselho - hoje tem quatro.

- São os dois que eram da antiga Ciência e Tecnologia - diz Polo. (Zero Hora)

Clima diminui a produção de leite em 5% no Estado

A bovinocultura de leite é mais uma atividade prejudicada pelo clima adverso no Rio Grande do Sul. O excesso de chuvas, verificado desde julho, está impedindo a utilização das pastagens, a produção do feno e a implantação das lavouras de milho para silagem. Além disso, os alagamentos dificultam o manejo dos animais e a coleta do leite pela indústria. A estimativa de entidades ligadas ao setor é de que a produção recue 5% em novembro. Do lado dos produtores, a principal reclamação diz respeito ao aumento dos custos com a alimentação.

De acordo com o assistente técnico estadual em Produção de Leite da Emater-RS, Jaime Ries, é natural uma queda de 5% na produção a partir de outubro devido ao fim do ciclo de pastagens. Entretanto, em 2015, a umidade deve tirar mais 600 mil litros diários sobre a redução normalmente esperada para essa época do ano. "O impacto na qualidade é mais difícil de mensurar, mas também acontece, pois aumentam as chances de infecção da glândula mamária e os animais chegam mais sujos para a ordenha, o que implica em maiores cuidados na higiene para evitar infecções bacterianas", explica Ries.

A situação abrange todo o Estado, mas a Emater traz relatos de localidades, como na região de Bagé, em que a indústria não consegue chegar com os caminhões para fazer a coleta. Segundo o presidente do Sindilat-RS, Alexandre Guerra, o setor não conseguirá manter a média de crescimento de 6% ao ano no Rio Grande do Sul, um dos objetivos para abertura de novos mercados de exportação. "Não conseguimos os resultados que projetávamos para o período em virtude das chuvas dos últimos 90 dias, perdendo, inclusive, o pico de produção em agosto", afirma.
Se a quantidade ofertada atrapalha os planos da indústria, o produtor, por sua vez, se ressente com o aumento dos custos de produção. O presidente da Associação de Gado Holandês (Gadolando), Marcos Tang, estima que o gasto para obter um litro de leite esteja, em média, entre R$ 0,90 e R$ 1,00 em um sistema de semiconfinamento, quando deveria estar entre R$ 0,70 e R$ 0,80. Outros problemas nas propriedades, além do transporte, dizem respeito à falta recorrente de luz, atrasando a ordenha e o resfriamento, o que tem levado ao descarte do produto em casos pontuais.

Ao mesmo tempo, os preços tampouco são considerados satisfatórios. "A grande maioria não está tendo rentabilidade. Ou está no empate ou está negativo", lamenta Tang. O último levantamento da Emater, baseado em estatísticas semanais, aponta um valor médio para o Rio Grande do Sul de R$ 0,86 por litro. No ano passado, no mesmo período, o preço pago ao produtor era, em média, de R$ 0,95 no Estado. A região de Soledade tem os melhores índices, recebendo R$ 0,93 por litro. Em Santa Maria, Santa Rosa e Frederico Westphalen, os valores são mais baixos, na casa de R$ 0,83.

Efeitos podem se prolongar por mais um semestre
Para a Associação dos Criadores de Gado Holandês (Gadolando), os efeitos negativos do excesso de chuva não são momentâneos, podendo impactar no cenário do setor no próximo semestre, mesmo que o clima melhore. Isso porque a produção de feno, atividade paralela a bovinocultura de leite, praticamente estagnou nos últimos meses. O feno é utilizado como fibra na alimentação das vacas de alta lactação, mas seu corte, sua secagem e seu armazenamento ficaram limitados pela umidade. Com isso, o produtor foi obrigado a usar seu estoque ou comprar de outras regiões.

"O problema é que o feno que guardaríamos nesse período seria utilizado no verão e durante o próximo inverno", destaca o presidente da Gadolando, Marcos Tang. Com muita demanda e pouca oferta, o preço do feno aumentou. Os produtores foram obrigados a buscar o suplemento no Paraná e, inclusive, em Minas Gerais, elevando os custos de produção, já que uma propriedade com 100 animais pode gastar até 15 fardos por dia. Os criadores que, por sua vez, se valeram do estoque terão problemas de abastecimento nos próximos meses.

Além disso, houve atraso no plantio de milho para silagem e perdas de pastagem, o que encarece a alimentação animal. "Pastagem de qualidade é uma forma de baixar os custos, pois com alto índice de fibra, diminuímos os gastos com suplementação. E o milho que tivermos para silagem será colhido apenas em março. Ou seja, esses fatores fundamentais no custo foram altamente impactados pelas condições climáticas", completa Tang. As mesmas condições, segundo a Emater, dificultam o desenvolvimento do milho que foi plantado.

"Mesmo quem tem pastagem no intervalo entre as culturas de inverno e verão ou quem conseguiu plantar mais cedo, evita soltar os animais para não causar prejuízos na compactação do solo pelo pisoteamento", afirma o assistente técnico estadual em Produção de Leite da Emater, Jaime Ries. Algumas áreas de baixada estão alagadas ou viraram barro. "Chuvas pesadas nesse momento entre os ciclos de plantio, além do movimento do gado, podem trazer problemas duradouros de erosão", alerta. (Jornal do Comércio)
 

Embalagens em discussão
O deputado Luis Carlos Heinze irá propor hoje aos membros da Mesa Diretora da Câmara Federal a separação e o prolongamento das discussões do PL 8.194/2014 e seus 22 PLs correlatos apensados. A matéria original, que tramita em regime de urgência, obriga a indicação de lactose nas embalagens de alimentos. As demais querem que o rótulo também indique o volume de gordura trans, açúcar e sal, entre outras informações. "Tem coisas boas e outras não", diz Heinze. A Associação Brasileira de Laticínios é contrária ao PL 8.194/2014 por entender que confunde o consumidor.  (Correio do Povo)


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