Pular para o conteúdo

Porto Alegre, 21 de dezembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.172

 

  Conseleite indica queda do leite em 2015

Balanço anual divulgado na manhã desta segunda-feira (21/12) pelo Conselho Estadual do Leite (Conseleite) indica que 2015 foi de retração de preços e dificuldade ao produtor e à indústria. Em valores corrigidos pelo IPCA, o preço do litro do leite referência caiu 8,5% no último ano, passando de R$ 0,9286, em 2014, para R$ 0,8492, em 2015. A redução é ainda mais expressiva se levar em conta o valor de 2013, quando o leite valia R$ 0,9837. O presidente do Conseleite, Jorge Rodrigues, ponderou que a situação é ainda mais delicada em função do aumento expressivo de custos verificado ao longo deste ano, o que foi impulsionado pela valorização do dólar.

Em relação, especificamente, a dezembro de 2015, o Conseleite projeta leve queda de 1,33% no preço do leite. O preço de referência estimado para o leite padrão é de R$ 0,8405 frente ao consolidado de novembro, que ficou em R$ 0,8519. Os números refletem a tradicional redução de final de ano. Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, anualmente o preço tende a cair nessa época do ano. "É quando o comércio está mais focado em comprar produtos festivos", pontuou.

A análise dos dados também permite constatar o aumento da produção de leite em pó nas indústrias do Rio Grande do Sul. Em 2015, o produto absorveu 35,23% do leite captado no Estado, valor que, em 2008, era de apenas 10%.  Por outro lado, houve uma redução da fatia de leite UHT, que passou de 60% (em 2008) para 49,4% (em 2015). "O leite em pó se pode estocar. Dá uma vida maior ao mercado", ponderou Rodrigues.

Tabela 1: Valores Finais da Matéria-Prima (Leite) de Referência1, em R$ - Novembro de 2015.

(1) Valor para o leite posto na plataforma do laticínio com Funrural incluso (preço bruto - o frete é custo do produtor)
 
A Tabela 2 mostra os valores projetados para o preço de referência no mês de dezembro de 2015, tanto do preço de referência do leite padrão quanto dos preços de referência acima e abaixo do leite padrão.
 

Tabela 2: Valores Projetados da Matéria-Prima (Leite) de Referência1, em R$ - Dezembro de 2015.
 

Legenda: Alexandre Guerra em reunião do Conseleite nesta segunda-feira (21/12)
Crédito: Carolina Jardine/ Divulgação


 
Reunião de associados debate cenário de 2016
Reunidos na sede do Sindilat na tarde desta segunda-feira (21/12), associados debateram as projeções de mercado para 2016 e os desafios a serem atingidos. Lideranças das principais indústrias de laticínios gaúchas avaliaram o impacto do aumento da carga tributária, de ICMS e do custo das embalagens nas finanças do próximo ano. O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, pontuou a relevância de manter a competitividade dos laticínios para assegurar atividade em um ano que se avizinha com cenário de crise.

A reunião também marcou a aprovação de contas de 2015 e a previsão orçamentária de 2016. O secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, pontuou a agenda de feiras e eventos onde o Sindilat estará presente. O presidente Guerra ainda pontuou o avanço do projeto realizado em parceria com a Embrapa Clima Temperado pra avaliação de medidores de vasão, medida que foi alvo de encontro neste mês em Pelotas. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 

Rebanho leiteiro da Nova Zelândia encolhe com fim do "boom" do leite

O rebanho leiteiro da Nova Zelândia caiu pela primeira vez em uma década à medida que o fim do boom do leite levou os produtores a abater os animais para reduzir os custos de produção.

Os preços globais dos lácteos caíram em 65% em termos de dólar dos Estados Unidos entre fevereiro de 2014 e agosto de 2015, devido à maior oferta, às sanções às importações impostas pela Rússia e à menor demanda chinesa. Os preços aumentaram desde os baixos valores alcançados em agosto, mas continuam bem abaixo das médias de longo prazo.

O número de gados leiteiros da Nova Zelândia caiu para 6,4 milhões em junho, de acordo com dados oficiais, uma queda de cerca de 300.000 com relação ao ano anterior e a primeira redução anual desde 2005. Os dados foram divulgados à medida que o Reserve Bank of New Zealand alertou na terça-feira que metade dos produtores de leite do país teve perdas em 2014-15, levando o banco a emprestar ao setor 10% mais, para NZ$ 40 bilhões (US$ 27 bilhões). Quatro em cinco produtores deverão ter fluxos de caixa negativos em 2015-16.

O Banco Central está preocupado com a exposição dos bancos ao setor leiteiro, que passou por uma expansão rápida na última década à medida que os produtores buscaram suprir a crescente demanda por leite da China.

No mês passado, o RBNZ pediu aos cinco maiores credores ao setor que testassem a estabilidade de seus empréstimos ao setor de lácteos. Uma desvalorização do dólar neozelandês ajudou a amortecer as quedas afiadas nos preços dos lácteos, mas o RBNZ está falando para os principais bancos garantirem que estão fazendo provisões realistas para refletir um aumento esperado nos empréstimos causados pelos persistentes preços baixos dos lácteos.

 

O economista rural do ANZ Bank, Con Williams, disse que os produtores estavam reconfigurando seus negócios para reduzir os custos de produção, que envolveram abate de vacas de baixo desempenho e foco nas pastagens ao invés de nas rações. "Isso, combinado com uma forte redução em novas conversões para a produção leiteira [onde os produtores mudam seu foco de produção primário para produzir leite] levaram à queda nos números dos rebanhos".

O Ministério de Indústrias Primárias da Nova Zelândia disse na terça-feira que espera que a produção de leite caia em 7% em 2015-16. Porém, o Ministério previu que os preços se recuperarão no final de 2016 e no começo de 2017 à medida que a demanda aumenta.

A crise do setor leiteiro segue o forte desempenho da economia da Nova Zelândia nos últimos anos, que permitiu que o governo do primeiro ministro, John Key, equilibrasse seu orçamento em 2015.

Na terça-feira, o governo previu um déficit de orçamento de 0,2% do produto interno bruto. Porém, a expectativa é que haja períodos melhores, projetando uma recuperação no crescimento econômico para 2,4% em 2017, depois de cair em 2,1% em 2016 e 3,2% nesse ano. O Ministério de Indústrias Primárias disse que o crescimento nas exportações de carnes, lã, horticulturas e silvicultura compensarão pelos fracos preços dos lácteos, permitindo que as exportações agrícolas alcancem NZ$ 37,6 bilhões (US$ 25,41 bilhões) no final do ano que termina em junho de 2016, NZ$ 1,9 bilhão (US$ 1,28 bilhão) a mais do que no ano anterior. As informações são do The Financial Times.

Em 17/12/15 - 1 Dólar Neozelandês = US$ 0,67599
1,47931 Dólar Neozelandês = US$ 1 (Fonte: Oanda.com)

Produtores uruguaios admitem desilusão nos negócios com a Venezuela

O presidente da Associação Nacional de Produtores de Leite (ANPL), Rodolfo Braga, disse que o negócio de lácteos à Venezuela "gerou expectativas no setor em um momento difícil", mas admitiu que a operação não foi como esperava.

"A realidade mostra que das 44 mil toneladas de leite em pó que foram distribuídas à Conaprole, foram exportadas 24 mil", e disse que dos US$ 90 milhões previstos "apenas receberam US$ 12 milhões".

Braga disse também que a situação preocupa os produtores, porque "havia certa tranquilidade de que essa operação estava avaliada pelo governo. No entanto, o dinheiro não chega e não haverá capacidade na indústria para alterar o preço ao produtor para alcançar uma rentabilidade mínima".

Além do negócio da Conaprole, o acordo incluiu a venda de queijos da Calcar, Pili e Claldy, onde já foram exportadas 4.275 toneladas - um terço do total - por US$ 21,8 milhões.

Braga disse que o setor leiteiro terá que reformular sua gestão econômica e produtiva com vistas ao próximo ano, como consequência da debilidade das margens do negócio e a expectativa de preço do leite enviado às indústria, que se verão reduzidos pela finalização do fundo de estabilização da Conaprole nos próximos meses.

Braga disse que o produto poderá continuar trabalhando, ainda que com uma margem crítica de rentabilidade, à medida que a capacidade do Banco da República (BROU) permita isso através do terceiro fundo leiteiro ou com outro tipo de assistência.

O dirigente admitiu que esse ano tem sido muito difícil pela adversidade climática, que incluiu uma seca importante e uma queda muito forte dos preços internacionais dos lácteos, assim como também o aumento pronunciado do dólar afetou os custos de produção e obrigou finalmente a recorrer ao novo fundo de financiamento para o setor.
Braga explicou que, como consequência, o setor tem que reprogramar-se com vistas ao próximo ano, sobretudo frente a uma nova realidade econômica do setor que tem que ter uma capacidade de pagamento ao futuro e de forma sustentável com a nova realidade de preço dos mercados.

Braga disse que o Uruguai é tomador de preços de um mercado ao qual exporta mais de 70% de sua produção, de forma que se espera com certa ansiedade que haja sinais positivas dos preços, que estão muito reduzidos. O dirigente advertiu que a ANPL fará as gestões necessárias para que o custo país incida o menos possível na produção.

No atual marco de dificuldades do setor leiteiro, é necessário considerar o endividamento que existe no setor. Por isso, os produtores serão obrigados a buscar uma maior produtividade, destacou o Braga. "Necessariamente terão que tratar de ser economicamente viáveis, há que maximizar os recursos e gerar economia onde for possível para ter uma equação econômica apropriada". (As informações são do El Observador.)

A partir de janeiro, Leite Dália terá selo em apoio ao Instituto do Câncer Infantil do RS
A partir do mês de janeiro de 2016, o consumidor que adquirir qualquer versão do Leite Dália estará contribuindo com o Instituto do Câncer Infantil (ICI) do RS. O acordo comercial entre a Dália Alimentos e a entidade foi assinado na terça-feira, dia 15 de dezembro, na nova sede do instituto, em Porto Alegre. O documento formaliza que parte do valor obtido com a compra de cada litro de Leite Dália seja revertido ao Instituto do Câncer Infantil. Fará parte da campanha toda linha de Leite Dália - integral, desnatado, semidesnatado e zero lactose - nas embalagens com as versões basic e edge (tampa rosca). Para sinalizar a campanha, cada caixinha estará identificada com o "Selo da Coragem", que representa a causa e a missão do ICI, através da imagem de um leão. O slogan é "Com o Pouquinho de Muitos Somamos Milhões." (Assessoria de Imprensa Dália Alimentos)
 

 

    

         

Porto Alegre, 18 de dezembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.171

 

  Preços/SC

De acordo com o Conseleite/SC, os valores nominais pagos aos produtores de leite de Santa Catarina, em novembro, foram os maiores para um mês de novembro, supera o preço do mês anterior, e é quase 17% maior que o verificado em novembro de 2014. Curiosamente, contraria a tradicional queda sazonal, que, normalmente, começa em julho, e vai até janeiro do ano seguinte. A projeção de dezembro sinaliza para novos aumentos de preços, fazendo com que o ano encerre aproximadamente, com a média de R$ 1,0195/litro. A maior média já registrada no estado. (FAESC)


 
Dólar e clima seguram preço ao produtor

O grande volume de chuvas na primavera e a desvalorização do real frente ao dólar são fatores que vão contribuir para o equilíbrio entre a oferta e o consumo de leite no Estado, cenário que indica uma tendência de estabilidade no preço pago aos produtores. Nesta época, eles estão recebendo, em média, R$ 0,90 pelo litro de leite, um pouco acima do valor projetado pelo Conseleite para novembro, de R$ 0,8367. Entretanto, os preços praticados variam de R$ 0,75 a R$ 1,10, de acordo com a região e qualidade da matéria-prima entregue à indústria. O câmbio é um dos fatores que contribuem para a manutenção do preço, que geralmente cai no final do ano.

Com a moeda norte-americana valorizada, houve menor entrada de leite dos países do Mercosul, como Uruguai e Argentina, o que reduziu a oferta. Outro motivo é a condição climática, que prejudicou as pastagens no Estado e, consequentemente, o volume e a qualidade do leite produzido. 

O presidente do Conseleite e da Comissão de Leite da Farsul, Jorge Rodrigues, alerta para a possibilidade de detecção de leite instável não ácido, que se caracteriza por ser mais aquoso e por apresentar variação no teor de sólidos. Esta alteração, explica, ocorre devido à deficiência das pastagens e implica em perdas porque compromete o recebimento da matéria-prima pela indústria. Neste período de queda do consumo, provocada pelo calor e férias escolares, a produção também apresenta redução de 5% a 10% em relação à média de 13 milhões de litros por dia. Para minimizar o impacto da entressafra, cada vez menor no Rio Grande do Sul, alguns produtores estão aprimorando o planejamento. 

Segundo o diretor de Política Agrícola da Fetag, Nestor Bonfanti, há famílias que optam pelo plantio antecipado das pastagens de verão em algumas áreas. Com isso, o pastoreio do gado pode começar em novembro e não só no final de janeiro. (Correio do Povo)
 
 
Luís Eduardo Pacifici Rangel é o novo Secretário de Defesa Agropecuária

O novo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Luís Eduardo Pacifici Rangel, foi nomeado pela ministra Kátia Abreu, nesta terça-feira (15/12). Rangel é fiscal federal agropecuário e ocupava o cargo de diretor do Departamento de Sanidade Vegetal do ministério. Para o lugar dele, ainda não há definição. (As informações são do Globo Rural)

 

Argentina: projetado um aumento de leite em pó em 2016

Depois de quase um ano e meio com preços muito baixos, que desabaram rentabilidade do negócio de lácteos, o preço internacional do leite em pó, o principal commoditie leiteira teria uma ligeira retoma durante 2016 e se situaria em torno de US $ 2.500 por tonelada em junho do próximo ano.

O atacante Mark Snyder, especialista em produtos lácteos e ex-conselheiro AACREA como parte de uma conferência que discutiu o futuro da leiteria em Sunchales Argentina e organizada pela empresa Claas. "Agora, a situação é difícil para os produtores de leite, porque só na segunda metade seria que acomodam até 3.80 / 4 pesos por litro de leite. Hoje, o produtor está cobrando o mesmo que há dois anos ", reconheceu Snyder.

Em sua opinião, na difícil situação que os produtores de leite estão a atravessar não é o suficiente para ter níveis elevados de produção individual. "Uma fazenda de gado leiteiro com 30 litros podem ser fundidos. Basta olhar para os custos, litros livres. Milho sem retenção vai significar aumento de custos para o laticínio. É mais do que 23% do custo de concentrado e mais do que 6% dos custos directos real. A eficiência variável é hoje na produção de alimentos na experiência forragem ", disse ele.

O especialista agronegócio Ivan Ordonez também fez sua contribuição em Sunchales e convidou a todos para "perceber" que o maior problema para os produtores de fora dos portões. "58% das exportações argentinas vêm do sistema de agronegócio e 18.000 agricultores no país são a última linha de defesa da macroeconomia", disse ele.

Ele também disse que o sistema de agronegócio contribuiu 72.000 milhões em 12 anos. No mesmo período, 30.000 pessoas morreram nas estradas. "Faça um caminho próximo a ele está fora de 8% do 72 bilhões" Ordoñez tiro, criticando a falta de investimento e recordou que, pelo menos, 1 em cada 5 argentinos são empregados no agronegócio, que 100 % dos grãos produzidos em aldeias do interior, com 40% da população, e não há um mínimo de 998 actores-chave que tomam decisões cerca de 80% da área agrícola, de que a indústria sabe pequenas urnas.

O especialista mostrou a estratégia de comunicação de agricultores norte-americanos e disse que, embora menos do que 1% do produtor do país, nenhum americano deve explicar quem são.

"A comunicação é o novo desafio da produção, como era anos atrás entender a tecnologia, após impostos e computador mais tarde. Gerenciamento de chaves se torna a ferramenta para o resto da sociedade compreender o papel dos agricultores no país ", disse Ordonez.

No final do dia, o economista José Luis Espert disse que atinge um estágio diferente em que, independentemente de como você ir para o país, o campo irá certamente vão bem. Entre outras coisas, porque o novo governo considera estratégico.

O especialista analisou a história econômica mostra que a Argentina é atravessada por triângulos viciosos que periodicamente levaram a sucessivas crises. "Neste momento, estamos diante de uma possível nova crise ea questão é se Macri pode evitá-lo", disse ele. 

Além disso, Espert argumentou que em 58 anos o estado aumentou menos do que gasta. Somente em 4 anos, Nestor Kirchner, o país teve um superávit fiscal. Além disso, ele disse para tomar as medidas necessárias como um choque iria entrar em recessão algum tempo para começar a crescer até o final de 2016.

"Ao fazê-lo gradualmente, a recuperação será mais difícil. Temos mais caro do que podemos suportar os custos. A desvalorização deve ser de 50%. O campo é o principal beneficiário do comércio livre e impostos baixos ", disse ele. (Fonte: Clarín/Argentina, tradução Google, adaptado pela Equipe Milknet)

 
Testes de coleta em janeiro
O projeto Metodologia de Coleta Automática de Amostras de Leite, desenvolvido  pela Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat) em parceria com a Embrapa Clima Temperado e a Cosulati, começa a fase de testes em janeiro. O sistema estabelecerá comparações entre os resultados obtidos com a coleta manual, sob orientação de técnicos, e automática, sem interferência humana. Os equipamentos a serem usados fornecem instantaneamente informações como volume, temperatura, hora, localização e dados do produtor e transportador. (Correio do Povo)

O projeto “Metodologia de Coleta de Automática de Amostras de Leite”, desenvolvido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) em parceria com a Embrapa Clima Temperado e Cosulati, começará a fase de testes em janeiro de 2016 e deve contribuir para um avanço significativo na qualidade da produção estadual. Segundo o chefe geral da Embrapa Clima Temperado, Clenio Pillon, o RS tem totais condições para expandir sua produção, conquistar mercados e ser líder nacional em qualidade. “Estamos dando a largada nesse projeto que é uma conquista do Estado. Vai colocar o RS na posição de referência que ele merece. Com ele, temos condições de dar garantias de forma absoluta à sociedade. O Rio Grande do Sul tem todas as condições de alavancar a produção de leite e ser o maior exportador do Brasil. Temos base genética, produção, qualidade , tecnologia e conhecimento para isso”, pontuou, durante abertura de workshop realizado na nesta quinta-feira (17/12), em Capão do Leão.

Pioneiro, o programa deve iniciar os testes em janeiro com equipamentos de cinco empresas (Bartec, Fabbo Bombas, Arsopi, Gea Equipamentos e Gimeneze traçar um comparativo com os resultados obtidos pelo sistema convencional de amostras (manual), a coleta por um técnico da Embrapa e a coleta automática de leite. A expectativa é que mais de 20 mil amostras de leite sejam coletadas nos próximos 15 meses. Em seguida, os dados serão tabulados de forma a avaliar o impacto do sistema de coleta automático – alguns desenvolvidos por multinacionais - frente às condições de estradas, diferentes volumes, variações sazonais e verificar possíveis ajustes a serem promovidos nos equipamentos para que, então, ele seja promovido junto ao setor industrial. “É importante verificar como esses equipamentos podem ser utilizados na realidade das propriedades gaúchas que têm entrega em volumes bem menores do que as da Europa, Argentina e Uruguai. Depois vamos tentar uma articulação por isenção que viabilize sua instalação em larga escala pelas empresas”, pontuou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, que, ao lado de uma comitiva de autoridades e jornalistas, acompanhou roteiro de coleta por propriedades em Capão do Leão.

Segundo a pesquisadora em Qualidade do Leite da Embrapa Clima Temperado, Maira Zanela, o projeto significa uma mudança no formato da pesquisa, uma vez que adota um modelo de parceria com o setor produtivo. A especialista explicou que o sistema prevê a coleta automática sem interferência humana. Os equipamentos fornecem, em tempo real, dados como volume de leite, temperatura, hora de coleta, dados do produtor, do transportador e da indústria. Alguns deles ainda dispõem de GPS acoplado que permitem georreferenciar o processo, o que indica o local exato das propriedades e trava qualquer tipo de captação fora de rota. “É uma forma de qualificar o processo de rastreabilidade para conquistar novos mercados”, ressaltou Guerra.

Maira acrescenta que, com os resultados dos testes, será possível verificar quais as indicações do sistema para a realidade brasileira, como captação mínima, número de produtores por linha e diâmetro de mangueira de caminhão. Desses apontamentos, resultarão recomendações que poderão ser utilizadas pelas empresas na hora de aderir ao sistema de amostras e controle de vasão automatizada. “Temos que ver como esses equipamentos funcionam na nossa realidade e possíveis adequações necessárias“, pontuou o secretário Ernani Polo, lembrando dos avanços esperados com a implementação da Lei do Leite, que intensificará a fiscalização de toda a cadeia produtiva. “São vários processos que precisam ser monitorados para que o leite que sai bom dos tetos da vaca chegue perfeito ao consumidor. Reconhecemos a importância econômica e social do setor. A economia de diversos municípios está ligada à renda do leite”, completou.

O vice-presidente do Sindilat e diretor da Cosulati, Raul Amaral, pontuou o pioneirismo dos testes e a ação do sindicato, mas lembrou que ainda há muito trabalho pela frente. “É um grande programa que o Sindilat e a Embrapa oferecem à cadeia do leite”, frisou. 

Presente na solenidade, o deputado Gabriel Souza destacou a força do setor e se disse curioso em ver o sistema funcionando. Veterinário, o parlamentar fez questão de participar do workshop e de manifestar apoio ao setor na votação da Lei do Leite.

Carolina Jardine, de Capão do Leão

         

Porto Alegre, 17 de dezembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.170

 

Testes com medidores começam em janeiro

O projeto "Metodologia de Coleta de Automática de Amostras de Leite", desenvolvido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) em parceria com a Embrapa Clima Temperado e Cosulati, começará a fase de testes em janeiro de 2016 e deve contribuir para um avanço significativo na qualidade da produção estadual. Segundo o chefe geral da Embrapa Clima Temperado, Clenio Pillon, o RS tem totais condições para expandir sua produção, conquistar mercados e ser líder nacional em qualidade. "Estamos dando a largada nesse projeto que é uma conquista do Estado. Vai colocar o RS na posição de referência que ele merece. Com ele, temos condições de dar garantias de forma absoluta à sociedade. O Rio Grande do Sul tem todas as condições de alavancar a produção de leite e ser o maior exportador do Brasil. Temos base genética, produção, qualidade, tecnologia e conhecimento para isso", pontuou, durante abertura de workshop realizado na nesta quinta-feira (17/12), em Capão do Leão.

Pioneiro, o programa deve iniciar os testes em janeiro com equipamentos de cinco empresas (Bartec, Fabbo Bombas, Arsopi, Gea Equipamentos e Gimenez) e traçar um comparativo com os resultados obtidos pelo sistema convencional de amostras (manual), a coleta por um técnico da Embrapa e a coleta automática de leite. A expectativa é que mais de 20 mil amostras de leite sejam coletadas nos próximos 15 meses. Em seguida, os dados serão tabulados de forma a avaliar o impacto do sistema de coleta automático - alguns desenvolvidos por multinacionais -  frente às condições de estradas, diferentes volumes, variações sazonais e verificar possíveis ajustes a serem promovidos nos equipamentos para que, então, ele seja promovido junto ao setor industrial. "É importante verificar como esses equipamentos podem ser utilizados na realidade das propriedades gaúchas que têm entrega em volumes bem menores do que as da Europa, Argentina e Uruguai. Depois vamos tentar uma articulação por isenção que viabilize sua instalação em larga escala pelas empresas", pontuou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, que, ao lado de uma comitiva de autoridades e jornalistas, acompanhou roteiro de coleta por propriedades em Capão do Leão.

Segundo a pesquisadora em Qualidade do Leite da Embrapa Clima Temperado, Maira Zanela, o projeto significa uma mudança no formato da pesquisa, uma vez que adota um modelo de parceria com o setor produtivo.  A especialista explicou que o sistema prevê a coleta automática sem interferência humana. Os equipamentos fornecem, em tempo real, dados como volume de leite, temperatura, hora de coleta, dados do produtor, do transportador e da indústria. Alguns deles ainda dispõem de GPS acoplado que permitem georreferenciar o processo, o que indica o local exato das propriedades e trava qualquer tipo de captação fora de rota.  "É uma forma de qualificar o processo de rastreabilidade para conquistar novos mercados", ressaltou Guerra. 

Maira acrescenta que, com os resultados dos testes, será possível verificar quais as indicações do sistema para a realidade brasileira, como captação mínima, número de produtores por linha e diâmetro de mangueira de caminhão. Desses apontamentos, resultarão recomendações que poderão ser utilizadas pelas empresas na hora de aderir ao sistema de amostras e controle de vasão automatizada. "Temos que ver como esses equipamentos funcionam na nossa realidade e possíveis adequações necessárias", pontuou o secretário Ernani Polo, lembrando dos avanços esperados com a implementação da Lei do Leite, que intensificará a fiscalização de toda a cadeia produtiva.  "São vários processos que precisam ser monitorados para que o leite que sai bom dos tetos da vaca chegue perfeito ao consumidor. Reconhecemos a importância econômica e social do setor. A economia de diversos municípios está ligada à renda do leite", completou.

O vice-presidente do Sindilat e diretor da Cosulati, Raul Amaral, pontuou o pioneirismo dos testes e a ação do sindicato, mas lembrou que ainda há muito trabalho pela frente. "É um grande programa que o Sindilat e a Embrapa oferecem à cadeia do leite", frisou. 

Presente na solenidade, o deputado Gabriel Souza destacou a força do setor e se disse curioso em ver o sistema funcionando. Veterinário, o parlamentar fez questão de participar do workshop e de manifestar apoio ao setor na votação da Lei do Leite. (Assessoria de Imprensa Sindilat)


Créditos: Carolina Jardine
 

 
 
Dia do Leite na Escola movimenta colégio de Porto Alegre

A terceira edição do "Dia do Leite na Escola", realizada nesta terça-feira (15/12), movimentou o colégio Ildefonso Gomes, no bairro Santana, em Porto Alegre. Cerca de 60 crianças, entre 6 e 12 anos, participaram das atividades promovidas pela Secretaria da Agricultura (Seapi) com apoio do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat). Através de apresentações lúdicas, o projeto mostra todo o processo de produção do leite, desde o produtor até chegar na prateleira do supermercado. 

Além de contribuir com informações sobre a cadeira produtiva do leite, a oficina esclarece as principais dúvidas dos estudantes. "A cada encontro, vemos a importância dessa ação. As crianças aproveitam para tirar todas as dúvidas, desde a diferença entre os tipos de leite até como é feita a ordenha", destaca Liskettelen Pedroso Lorscheiter, estudante de Medicina Veterinária e uma das responsáveis por interagir com as crianças. 

Escolas interessadas em participar do projeto devem entrar em contato com a equipe do Dia do Leite na Escola por meio do email fundoleite@agricultura.rs.gov.br ou pelo telefone (51) 3288-6305 e solicitar a realização da oficina. (Assessoria de Imprensa Sindilat)


Foto: Seapi/Divulgação

Exportações do Rio Grande do Sul avançaram 24,8% em novembro

As exportações do Rio Grande do Sul cresceram 24,8% em novembro, na comparação com o mesmo mês de 2014, e totalizaram US$ 1,31 bilhão. A principal contribuição veio dos produtos básicos (commodities), que registraram avanço de 307% devido à demanda elevada por soja da China. Por sua vez, o setor industrial gaúcho respondeu por 81,6% de tudo que o Estado embarcou e aumentou em 9,2% suas vendas no período, somando US$ 1,07 bilhão.

Este foi apenas o segundo crescimento nessa base de comparação desde março. O outro havia sido em setembro, quando houve a contabilização de uma plataforma de petróleo e gás como exportação. "Tivemos uma notícia animadora vinda da Argentina, que anunciou a retirada das barreiras à importação a partir do início do ano que vem. A taxa de câmbio também deverá ajudar", afirmou o presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), Heitor José Müller, ao avaliar a balança comercial.

De um total de 23 segmentos fabris que realizaram embarques, oito cresceram, oito caíram e sete se mantiveram estáveis. As categorias com as maiores contribuições positivas foram celulose e papel (313,3%), madeira (300%) e alimentos (12,5%). Já produtos químicos (-10,3%) e máquinas e equipamentos (-7,5%) sofreram as quedas mais significativas.

Em relação aos parceiros comerciais de novembro, em relação a igual mês do ano passado, a China ficou em primeiro lugar (US$ 173,8 milhões), elevação de 181%, com a soja como produto mais solicitado. A segunda posição do ranking ficou com a Argentina (US$ 125,3 milhões), que aumentou em 24,3% as encomendas e recebeu principalmente veículos automotores. Na sequência vieram os EUA (US$ 93,0 milhões), ao expandirem em 15,3% seus pedidos, basicamente tabaco não-manufaturado.

Ainda nessa base de comparação, as importações totais gaúchas caíram 40,5%, somando US$ 841 milhões - o menor valor registrado desde 2006. Com exceção de combustíveis e lubrificantes (6,3%), todas as categorias de uso tiveram diminuições. Aproximadamente 75% da queda é explicada pelos bens intermediários (-47,8%), que estão diretamente atrelados à fraca dinâmica industrial. Além disso, a desvalorização da taxa de câmbio e o pessimismo dos empresários em relação ao futuro ajudam a explicar o resultado.

Entre janeiro e novembro, as exportações retraíram 5,4%, enquanto a indústria recuou 8,2%. Coque e derivados de petróleo (-82,4%), tabaco (-14,5%), couro e calçados (-13,4%), produtos químicos (-10,4%) e produtos alimentícios (-7,5%) lideraram as perdas.

Agronegócio gerou 64% das vendas externas do Estado
Do total das exportações gaúchas, o agronegócio respondeu por 64,64%, ou US$ 845 milhões. O volume de produtos do setor embarcados no mês passado alcançou 1,418 milhão de toneladas. Os dados são do Ministério de Desenvolvimento e Comércio Exterior e foram compilados pela Federação da Agricultura (Farsul).

A receita de exportação do agronegócio em novembro teve um crescimento de 46,51% com relação ao mesmo período do ano passado. A alta foi puxada pela soja em grãos, cujos embarques foram de 550 mil toneladas - elevação de 911%. Com isso, o valor exportado desse produto aumentou 744%, alcançando US$ 207 milhões, apesar da queda no preço pago pela commodity.

No acumulado de 2015 o Estado exportou US$ 10,990 bilhões em mercadorias do agronegócio, queda de 3,57% ante igual intervalo de 2014. Nesse caso, a alta no volume não foi suficiente para compensar a redução no valor. A China é o principal destino das vendas do agronegócio gaúcho, com 38% do total de 2015. Atrás estão Vietnã (3,7%), EUA (3,7%) e Coreia do Sul (3,6%). (Jornal do Comércio)

Produção alta de leite na UE afeta recuperação de preços, diz Rabobank 

O crescimento da produção de leite na União Europeia, reflexo do fim do regime de cotas no bloco, deve afetar a recuperação dos preços internacionais de lácteos, de acordo com relatório do banco holandês Rabobank sobre o quarto trimestre deste ano. Conforme o estudo, os preços internacionais dos lácteos se estabilizaram no quarto trimestre deste ano, mas não mostraram sinais de recuperação. O crescimento da produção da matéria¬-prima desacelerou em regiões exportadoras de lácteos, mas não o suficiente para evitar um pequeno aumento no excedente exportável, segundo o relatório. 

Para reduzir esse excedente num cenário de fracas importações da China e da Rússia, os exportadores tiveram de vender produtos em mercados que pagam menos, conforme a instituição. Mas o banco espera que "travas" à produção de leite sejam postas em prática nas regiões exportadoras no primeiro semestre de 2016, embora de forma menos dramática e menos uniforme do que se imaginava há alguns meses. Isso porque a pressão nas margens na UE parece agora insuficiente para impedir o aumento da produção na região no primeiro semestre. Ao mesmo tempo, diz o banco, preços mais baixos e alguma melhora na renda devem promover aumento nas compras em regiões deficitárias. 

Na análise do Rabobank, essa dinâmica irá levar a uma redução gradual dos estoques excedente no decorrer do primeiro semestre de 2016, e os estoques devem se aproximar de níveis normais em meados do ano. Nesse cenário, afirma o banco, a recuperação deve ser adiada e a expectativa é de uma trajetória de preços mais fraca do que o esperado há alguns meses. O banco destaca que a produção de leite na Europa -- onde o regime de cotas chegou ao fim em abril deste ano -- continua a crescer de forma expressiva. Nos sete meses desde o fim das cotas, as entregas de leite cresceram 2,5% na comparação anual (alta de 2,2 milhões de toneladas). (Valor Econômico)

 
 
 
Exportação de lácteos aumentou em novembro
Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em novembro o Brasil exportou US$37,1 milhões em produtos lácteos. Na comparação com outubro, o faturamento aumentou 12,7%. O volume embarcado também cresceu. Passou de 7,5 mil toneladas em setembro para 8,7 mil toneladas em novembro de 2015. O produto mais exportado foi o leite em pó, que somou 7,6 mil toneladas e US$34,5 milhões em faturamento. Os principais compradores, em valor, foram a Venezuela, os Emirados Árabes e a Arábia Saudita, nesta sequência de importância. Na comparação com igual período de 2014, tanto o volume como o faturamento tiveram incremento de 31,5% e 23,9%, respectivamente. O início da safra no país, junto ao dólar valorizado na comparação com igual período do ano passado, são fatores que colaboram para o cenário. (Scot Consultoria)
 

Secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini ao lado da primeira dama do Estado, Maria Helena Santori.

O Sindilat apoiou a ação de natal desenvolvida pelo gabinete da primeira dama, Maria Helena Santori, na tarde desta quarta-feira em Porto Alegre. Parceiro de diversos projetos sociais em 2015, o sindicato colaborou com o lanche das crianças que foram convidadas para o espetáculo O Pequeno Príncipe, no Theatro São Pedro. Além de achocolatado e sanduíche, o sindicato ainda entregou a cada criança um caderno escolar.

As crianças participantes vêm de várias entidades como Brigada Mirim, Fundação de Proteção Especial do Rio Grande do Sul e ONG's. "A ideia é oferecer uma atividade diferenciada a essas crianças, um momento lúdico que marque as festas de fim de ano", pontuou o secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini, que acompanhou a chegada das crianças ao lado da primeira-dama.

Instrutoras Liskettelen P. Lorscheiter e Gabriela Sussenbach na apresentação do leite na escola. Foto: Seapi/Divulgação.

A terceira edição do “Dia do Leite na Escola”, realizada nesta terça-feira (15/12), movimentou o colégio Ildefonso Gomes, no bairro Santana, em Porto Alegre. Cerca de 60 crianças, entre 6 e 12 anos, participaram das atividades promovidas pela Secretaria da Agricultura (Seapi) com apoio do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat). Através de apresentações lúdicas, o projeto mostra todo o processo de produção do leite, desde o produtor até chegar na prateleira do supermercado.

Além de contribuir com informações sobre a cadeira produtiva do leite, a oficina esclarece as principais dúvidas dos estudantes. “A cada encontro, vemos a importância dessa ação. As crianças aproveitam para tirar todas as dúvidas, desde a diferença entre os tipos de leite até como é feita a ordenha”, destaca Liskettelen Pedroso Lorscheiter, estudante de Medicina Veterinária e uma das responsáveis por interagir com as crianças.

Escolas interessadas em participar do projeto devem entrar em contato com a equipe do Dia do Leite na Escola por meio do email fundoleite@agricultura.rs.gov.br ou pelo telefone (51) 3288-6305 e solicitar a realização da oficina. 

Publicado dia 16/12/2015

 

Porto Alegre, 16 de dezembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.169

 

   Sindilat apoia ação de natal

O Sindilat apoiou a ação de natal desenvolvida pelo gabinete da primeira dama maria Helena Santori na tarde desta quarta-feira em Porto Alegre.

Parceiro de diversos projetos sociais em 2015, o sindicato colaborou com o lanche das crianças que foram convidadas para o espetáculo O Pequeno Príncipe, no Theatro São Pedro.

Além de achocolatado e sanduíche, o sindicato ainda entregou a cada criança um caderno escolar.

As crianças participantes vêm de várias entidades como Brigada Mirim, Fundação de Proteção 
Especial e ONG's.

"A ideia é oferecer uma atividade diferenciada a essas crianças, um momento lúdico que marque as festas de fim de ano", pontuou o secretário executivo do Sindilat, Darlan Palharini. (Assessoria de Imprensa Sindilat)


 
Argentina anula barreira à importação

Alvo de constantes críticas de industriais brasileiros que perderam mercado na Argentina, as Djai (Declaração Jurada de Autorização à Importação), um procedimento burocrático para se vender no país, vão deixar de vigorar em 31 de dezembro e não haverá prorrogação.

A informação foi dada pelo novo ministro da Produção argentino, Francisco Cabrera, que adiantou que o governo vai implantar, até o fim do mês, um sistema de monitoramento das importações, que pretende liberar automaticamente a maior parte das compras do país no exterior.

Segundo o ministro, dos cerca de 19.000 itens da pauta de importação argentina, 18.000 poderiam ter licenças automáticas de entrada, pois "têm a ver com a produção e o emprego, e não foram paralisadas por questões comerciais e sim por falta de divisas. Isso não deveria ocorrer".

O ministro anunciou o fim do trâmite burocrático a uma plateia de empresários argentinos, reunidos pela UIA (União Industrial Argentina). A maior parte aplaudiu a novidade, mas houve os que ficaram em silêncio.

Criadas em 2012, as Djai funcionam como uma barreira à entrada de importados no país. Para entregar uma mercadoria na Argentina, o exportador tem que solicitar essa autorização ao governo, e não há prazo para se obter a resposta, seja ela positiva ou negativa.

O motivador dessa medida foi a escassez de dólares durante o segundo mandato da presidente Cristina Kirchner (2007-2015). Sem disponibilidade de moeda estrangeira, o governo passou a limitar as compras e despesas no exterior.

Mas as declarações acabaram funcionando também como um escudo para a indústria local contra a concorrência de importados. O protecionismo de Cristina e seu discurso nacionalista tinham a simpatia de boa parte do empresariado, que agora teme perder nacos do mercado doméstico para importados. Cabrera demonstrou conhecer o racha no setor industrial. "Alguns aplaudem, outros ficam preocupados", constatou. "Todos devem aplaudir. Não vamos prejudicar ninguém, seremos cuidadosos e vamos cuidar do emprego argentino".

Até a retirada da barreira burocrática, porém, o novo governo terá que lidar com a herança kirchnerista no comércio exterior. O presidente da Fiat Argentina, Cristiano Rattazzi, revelou que a fábrica de automóveis de Córdoba - que fabrica entre 500 e 600 veículos por dia - interrompeu a produção nesta segunda, por falta de peças.

Os equipamentos viriam do Brasil e estão parados na fronteira à espera das autorizações do governo. "Os funcionários se foram, levaram formulários, informações que estavam nos computadores, tudo", disse. A Toyota passa por problema semelhante, revelou uma fonte ligada à empresa, mas ainda não parou a produção na Argentina.

O efeito prático deste problema, segundo Rattazzi, é o desabastecimento do mercado doméstico, que sofre com a alta dos preços dos automóveis. "Não queremos oferecer automóveis (no mercado doméstico), porque não podemos pagar (as importações). E isso automaticamente aumenta os preços", afirmou.
Rattazzi integra a parte dos empresários argentinos que apoiam a reabertura da economia argentina ao mundo, após o isolamento dos anos kirchneristas. "Não podemos ter uma indústria limitada apenas ao mercado interno, precisamos olhar as exportações, como fazem os países que têm desempenho mais positivo", disse. "Os países que estão fechados terminam como a Venezuela, e eu gostaria que Argentina fosse mais aberta às trocas com o mundo."

O executivo diz esperar ainda que o novo governo retire os impostos que incidem sobre as exportações industriais. No setor automotivo, eles representam 5% do valor do automóvel. "Já que haverá a eliminação dos impostos sobre os produtos agrícolas, me parece óbvio que retirem também os impostos sobre a exportação de automóveis. É um disparate, que não existe em nenhum outro lado do mundo", afirmou. (Jornal do Comércio)

Seapi prepara Operação Verão

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi) abre sábado (19) a Operação Verão 2016, voltada à garantia da segurança alimentar dos veranistas. Para tanto, terá equipes em duas frentes. Uma no Litoral Norte, com sede em Capão da Canoa, contará com quatro veterinários e auxiliares. Outra no Litoral Sul, no balneário Cassino, em Rio Grande, com três veterinários e auxiliares. Além disso, serão utilizados dois motorhomes para divulgação das atividades e educação sanitária. A tarefa dos grupos será fiscalizar produtos de origem animal em trânsito e por demanda de propriedades diante de situações de abate ilegal e clandestino. 

A estratégia de fiscalização inclui barreiras fixas em postos das Polícias Rodoviárias Federal e Estadual, em diferentes momentos, e móveis, nas quais as equipes mudam de posição constantemente e abordam veículos em trânsito com carga suspeita. Na temporada de verão 2016 também será feita ação conjunta com as Secretarias da Saúde e de Segurança em estabelecimentos comerciais. O diretor do Departamento de Defesa Agropecuária da Seapi, Antonio Carlos Ferreira Neto, diz que o foco principal da fiscalização será o abate ilegal e clandestino, mas também será dada atenção especial para o abigeato. Na temporada de verão 2015, foram apreendidos e inutilizados 31,1 mil quilos de produtos e 1,5 mil dúzias de ovos. Também foram identificados 740 animais em situação irregular. O principal problema foi o transporte de produtos em veículos com temperatura inadequada à conservação. A Operação Verão 2016 se estenderá até o final de fevereiro. 

O presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal (Fundesa), Rogério Kerber, considera as ações importantes para coibir a produção informal, mostrar à população que ocorre controle e que o serviço oficial está atento para protegê-la. Observa que a fiscalização busca alcançar a produção, com viés de proteger a saúde pública, mas de forma indireta também protege a sanidade animal, pois identifica desvios e possíveis abates clandestinos. (Correio do Povo)
 

Produtividade 
Estimativas indicam que a oferta de alimento deverá crescer 80% até 2050. Rodrigo Santos, da Monsanto, acredita que 95% dessa necessidade de alimentos virá do aumento de produtividade. Apenas 5% virão de ocupação de novas áreas produtivas. O executivo da multinacional acredita que um dos caminhos para a elevação da produtividade seja a agricultura digital. Esse novo sistema permitirá a compilação e utilização de informações hoje de uso limitado pelo produtor. Após avaliadas as informações, elas serão transmitidas aos produtores, por meio de um aplicativo. Este indica as melhores ações de manejo na respectiva área. O sistema, que já está em operação nos Estados Unidos, ocupando 30 milhões de hectares, ainda passa por testes no Brasil. Por ser um país tropical e ter um sistema de produção mais complexo, a tecnologia tem de ser desenvolvida por aqui.  (Folha de SP)
 

 

    

         

Porto Alegre, 15 de dezembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.168

 

   Conseleite/PR

A diretoria do Conseleite-Paraná reunida em Curitiba, atendendo os dispositivos disciplinados no Capítulo II do Título II do seu Regulamento, aprovou e divulgou os valores de referência para a matéria-prima leite realizados em novembro de 2015, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paraná, a partir dos preços médios e do mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes. Os valores de referência indicados nesta resolução correspondem à matéria-prima leite denominada Leite CONSELEITE IN62, que se refere ao leite analisado que contém 3% de gordura, 2,9% de proteína, 600 mil uc/ml de células somáticas e 600 mil uc/ml de contagem bacteriana. 

  

Para o leite pasteurizado o valor projetado para o mês de novembro é de R$ 1,8182/litro. Visando apoiar políticas de pagamento da matéria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite Paraná disponibiliza um simulador para o cálculo de valores de referência para o leite analisado em função de seus teores de gordura, proteína, contagem de células somáticas e contagem bacteriana. O simulador está disponível no seguinte endereço eletrônico: www.conseleitepr.com.br/conseleite/. (Fonte: Conseleite/PR) 

 
 
 
GDT: Preços internacionais apresentam leve alta
 
O resultado do leilão GDT desta terça-feira (15/12) registrou alta de 1,9% sobre o leilão anterior, com preços médios de lácteos em US$2.458/tonelada, repetindo o movimento de alta ocorrido no leilão anterior.

O leite em pó integral apresentou alta de 1,8%, sendo comercializado a US$ 2.304/tonelada. O leite em pó desnatado teve estabilidade, indo a US$1.891/ton (+0,2%). Já o queijo cheddar teve leve alta, chegando a US$2.856/tonelada (+1,1% sobre o último leilão).

Os valores de leite em pó integral são semelhantes aos apresentados no mesmo período do ano passado. No entanto, o mercado se encontra muito distante dos picos de preços ocorridos entre 2013 e início de 2014, quando chegou a US$5.000/ton.

Neste leilão foram vendidas 24.888 toneladas de produtos lácteos, volume cerca de 30% inferior ao mesmo período do ano passado. 

Os contratos para entrega futura de leite em pó integral também tiveram aumento, com os preços futuros oscilando entre US$2.200 e US$2.400/ton. Os dados apontam que a expectativa do mercado é de que não haja grandes oscilações de preço ao longo do primeiro semestre de 2016. (Fonte: Global Dairy Trade, elaborado pelo MilkPoint Inteligência)

 


 

Produção brasileira cai depois de 5 anos de crescimento

Pela segunda vez, nos últimos 18 anos, a produção formal brasileira de leite apresenta uma redução de volumes em relação ao ano anterior. Segundo dados da Pesquisa Trimestral do Leite divulgados hoje (15) pelo IBGE, o volume de leite fresco adquirido pelas empresas entre janeiro e setembro de 2015 foi 2,5% menor que no mesmo período de 2014. Como mostra o gráfico 01, esta variação negativa de volumes nos primeiros 9 meses do ano aconteceu pela primeira vez em 2009 (analisando a série de dados do IBGE desde 1997).

Gráfico 01. Variação do volume de leite fresco adquirido pelas indústrias em relação ao ano anterior (período de janeiro a setembro) - Brasil

 Fonte: elaborado por MilkPoint Inteligência com base em dados da Pesquisa Trimestral do Leite do IBGE

Dentre os principais estados produtores, a maior queda no período analisado ocorreu em Goiás, onde os volumes este ano estiveram 7,7% abaixo do patamar de 2014. Quedas significativas também foram observadas na Bahia e no Paraná. A variação nos principais estados produtores pode ser observada no Gráfico 2.

Gráfico 2. Variação do volume adquirido de leite fresco pelas indústrias em relação ao ano anterior (período de janeiro a setembro) - Principais estados produtores


Fonte: elaborado por MilkPoint Inteligência com base em dados da Pesquisa Trimestral do Leite do IBGE

A queda real dos preços aos produtores brasileiros - os preços médios de janeiro a novembro deste ano são 9,3% menores que os valores deflacionados do ano passado (média Brasil Cepea), a consequente baixa competitividade dos preços do leite em relação aos seus principais insumos (milho e farelo de soja) e condições climáticas desfavoráveis ao longo de todo o ano explicam esta redução de produção.

A queda da aquisição de leite (produção de leite formal) vem se acelerando nos últimos meses, notadamente nos estados do sul. Como mostra o Gráfico 03, os problemas com excesso de chuvas, principalmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina fizeram a produção destes estados recuar no último trimestre avaliado. (Fonte: Equipe MilkPoinT)

Gráfico 3. Variação de produção nos estados no primeiro semestre e no terceiro trimestre de 2015 (em relação a 2014)

 Fonte: elaborado por MilkPoint Inteligência com base em dados da Pesquisa Trimestral do Leite do IBGE

Sociedade de nutrição faz defesa do consumo de leite

Na contramão da onda de dietas sem lactose, a Sban (Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição) publicou na quarta-feira um documento em defesa do consumo de leite e derivados.

Segundo o texto, laticínios devem ser consumidos diariamente, por pessoas de todas as idades, porque são as principais fontes de cálcio da alimentação -nutriente essencial para a manutenção da saúde óssea.

"Para indivíduos saudáveis que necessitam 2.000 kcal por dia (...) recomenda-se o consumo de três porções de lácteos (...). Um copo de leite (200 mL) corresponde a uma dessas porções", diz um trecho do documento.

Segundo a entidade, pesquisas já mostraram que a população brasileira ingere menos cálcio do que deveria e isso acontece porque, muitas vezes, as pessoas "reduzem a ingestão de lácteos por se autoperceberem como intolerantes à lactose".

"A percepção de intolerância ao leite de vaca é mais frequente do que aquela realmente confirmada por diagnóstico clínico."

O texto continua dizendo que, se a pessoa não tem intolerância a lactose, não há nenhum motivo para deixar de consumir derivados de leite.

"A recomendação indiscriminada para a restrição ao consumo não encontra, atualmente, respaldo científico com nível de evidência convincente."

O documento vai ao encontro de outros posicionamentos de entidades do ramo, como o Consenso Brasileiro sobre Alergia Alimentar (da Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia) e documentos do CRN (Conselho Regional de Nutricionistas SP/MS). (As informações são da Folha de São Paulo)

 
Cooperativa Santa Clara ganha mais assertividade com soluções de Business Intelligence
As soluções de TI têm ganhado destaque nas companhias, principalmente, as ferramentas de Business Intelligence (BI). Com o foco na redução de custos e na otimização nas tomadas de decisão, os gestores têm encontrado na ferramenta uma alternativa para driblar a crise econômica e tornar o negócio mais eficiente. E foi com está visão que a Cooperativa Santa Clara - considerada a mais antiga empresa de laticínios em atividade no Brasil - investiu, no início deste ano, R$ 376 mil no QlikView, para garantir a excelência nos processos de carga e extração de dados dos clientes, com a consultoria da Inteligência de Negócios (IN) como Master Reseller da Qlik no Brasil. (Fonte: Segs, adaptado pela Equipe Milknet)
 

 

    

 

Crédito foto: Sérgio Garcia

O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, entregou nesta segunda-feira (14/12) à Fundação de Proteção Especial do RS achocolatados para compor a ceia de Natal das crianças residentes nos 33 abrigos espalhados pelo Estado. O repasse de mil unidades foi oficializado com a presença da diretora administrativa da FPE, Maria do Carmo Furquim. “São pequenas ações que nos permitem fazer o Natal de dezenas de crianças um momento um pouco mais alegre”, pontuou Guerra.

O repasse atende a pedido da primeira dama Maria Helena Sartori, que uniu o Sindilat à Fundação. Atualmente, a entidade atende a 532 pessoas acolhidas. "É muito importante essa parceria entre a fundação e o Sindilat. Vocês estão colaborando para fazer um Natal mais feliz para nossos acolhidos", acrescentou Maria do Carmo.

         

Porto Alegre, 14 de dezembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.167

 

   Sindilat entrega doação de Natal a abrigos

O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, entregou nesta segunda-feira (14/12) à Fundação de Proteção Especial do RS achocolatados para compor a ceia de Natal das crianças residentes nos 33 abrigos espalhados pelo Estado. O repasse de mil unidades foi oficializado com a presença da diretora administrativa da FPE, Maria do Carmo Furquim. "São pequenas ações que nos permitem fazer o Natal de dezenas de crianças um momento um pouco mais alegre", pontuou Guerra. 

O repasse atende a pedido da primeira dama Maria Helena Sartori, que uniu o Sindilat à Fundação. Atualmente, a entidade atende a 532 pessoas acolhidas. "É muito importante essa parceria entre a fundação e o Sindilat. Vocês estão colaborando para fazer um Natal mais feliz para nossos acolhidos", acrescentou Maria do Carmo. (Assessoria de Imprensa Sindilat)


Crédito: Sérgio Garcia 
 
 
Sindilat e Embrapa promovem workshop sobre medidores em Pelotas

Na próxima quinta-feira (17/12), a Embrapa e o Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) farão um detalhamento do projeto de medidores de vasão em Pelotas (RS). Na oportunidade, também será feito um roteiro para que associados e a imprensa possam acompanhar as coletas nas propriedades e os testes que vêm sendo realizados nos laboratórios da Embrapa Clima Temperado.

ROTEIRO
6h - Saída de Porto Alegre em direção a Pelotas
10h - Abertura do evento - Autoridades presentes: Clenio Pillon (Embrapa), Alexandre Guerra (Sindilat), Ernani Polo (Seapi) e Arno Kopereck (Cosulati)
10h30min - Detalhamento do Projeto (Maira Balbinoti - Embrapa)
11h - Visita à propriedade rural para demonstração de coleta de amostras 
12h - Visita ao Laboratório para análise de amostras
14h - Retorno a Porto Alegre

 

Prazo do Bloco K é adiado para janeiro de 2017

Secretários estaduais de Fazenda decidiram adiar o prazo de implantação por grandes empresas do chamado Bloco K para janeiro de 2017. A ferramenta faz parte do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) e exige o envio eletrônico de dados detalhados sobre a movimentação do estoque pelas empresas ao Fisco. A prorrogação beneficia companhias com faturamento anual superior a R$ 300 milhões. Antes da alteração do prazo, elas seriam obrigadas a entregar essas informações já a partir de 1º de janeiro de 2016. A data foi estendida pelos secretários em votação realizada durante a 159ª reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), na última sexta¬-feira. A decisão sobre o novo prazo deve ser publicada nesta semana no Diário Oficial da União. Dois motivos principais foram apontados pela Comissão Técnica Permanente (Cotepe) do Confaz para a prorrogação do prazo. Foram destacadas as dificuldades de alguns setores para atender as novas regras e a possibilidade de se discutir a flexibilização da exigência. 

O Bloco K reunirá informações sobre matérias¬-primas e suas respectivas quantidades para um controle do processo produtivo. Hoje, o Fisco tem acesso às movimentações de entrada e saída das empresas por meio da nota fiscal eletrônica, mas não sabe a fórmula de transformação dos insumos nos produtos que serão comercializados pela indústria. E é essa fórmula que deverá ser informada com a implantação da ferramenta. Essa exigência, no entanto, acabou deixando as empresas preocupadas em razão do risco de acesso a segredos industriais por concorrentes. O advogado Douglas Mota, do escritório Demarest, afirma que a banca se preparava para ingressar com ações judiciais em 16 Estados antes da alteração dos prazos. "Todas tinham como principal argumento a possibilidade de quebra do segredo industrial", afirma. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) quer discutir o modelo do Bloco K. Além do sigilo das fórmulas de produção das companhias, a indústria questiona se o Fisco terá condições de processar todas essas informações que serão geradas. 

Há discussão também sobre os custos que serão gerados com a implantação da ferramenta. Segundo estimativa da Associação de Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), as companhias gastariam 3% da sua produtividade para manter o programa de informações exigidos pelo Bloco K. Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica, Humberto Barbato, a decisão do Confaz é um passo importante para que se ampliem as discussões sobre a exigência da ferramenta. "A complexidade exigida pelo Bloco K geraria uma carga burocrática que a indústria não conseguiria atender. Seria praticamente impossível de ser cumprida." Em outubro, por meio Ajuste Sinief nº 8, o conselho já havia autorizado o adiamento do prazo para as indústrias com faturamento anual igual ou superior a R$ 78 milhões ¬ o prazo, inicialmente, também era 2016 e agora será em 1º de janeiro de 2017. Indústrias e comerciantes atacadistas conseguiram ainda mais prazo: 1º de janeiro de 2018. (Valor Econômico)

Leite Fresco Piá apresenta nova campanha assinada pela Matriz

Já está no ar a nova campanha publicitária desenvolvida pela agência Matriz para o Leite Fresco da Piá.
E o comercial para televisão traz como atores principais os personagens que fizeram com que a Cooperativa existisse e se tornasse o que é: seus produtores fundadores. No filme, eles contam situações reais vivenciadas na rotina do campo, mostrando o que os inspira todos os dias. Em meio as histórias, o objetivo da campanha é apresentar ao público o novo produto da Piá, destacando suas principais qualidades como a seleção de produtores, a excelência da matéria prima, os processos de produção, a praticidade e segurança da nova embalagem e o prazo de validade do produto. 

Além do comercial para a televisão em canais abertos e fechados, o trabalho assinado pela Matriz vai contemplar spot para rádio, anúncios em jornais e revistas, flyer, PDV, mídia externa com outdoor quíntuplo e frontlight, internet com ações no Facebook, Instagram,  Youtube e Web Banners. (Assessoria de Imprensa Piá)

 

Leite/Europa 

A Europa Ocidental continua com bastante leite, embora possa ser observada queda em alguns países. Relatórios preliminares da Eurostat mostram que a produção de leite da UE-28 de janeiro a setembro está 1,4% maior que os níveis de um ano antes. As variações percentuais entre janeiro e setembro desse ano, e o mesmo período de 2014 de países membros selecionados foram: Alemanha (+1,1%); França (-0,4%). Reino Unido (+1,5%); Bélgica (+5,4%); Itália (+0,4%); e Irlanda (+9,9%). Os volumes produzidos pressionam os preços do leite em pó, quebrando as cotações do leite em pó integral e do leite em pó desnatado. O preço do leite em pó desnatado está perto dos valores de intervenção. A manteiga está em bom equilíbrio, com os preços inalterados. Poucas interrupções no fluxo de processamento são esperadas para as semanas de férias do final de ano, porque muitas indústrias manterão o ritmo de trabalho, com exceção de algumas indústrias de queijos especializados. (Usda - Tradução Livre: Terra Viva)

Leite/Oceania

A produção de leite na Austrália está sendo bastante afetada pelas condições adversas, com a seca se espalhando por significativas bacias leiteiras. Há o declínio sazonal, e os volumes estão abaixo dos níveis de um ano atrás. De acordo com a Dairy Australia, a produção de leite em outubro de 2015 atingiu 1.093 bilhões de litros, -0,4% em relação a outubro de 2014. No acumulado da temporada houve aumento de 2% em relação à campanha passada. Ainda de acordo com a Dairy Australia, a produção de várias commodities em setembro de 2015 mostraram as seguintes variações percentuais em relação a 2014: manteiga (-7,5%); butteroil (+23,8%; leite em pó desnatado (+10,6%); leite em pó integral (-5,9%); leitelho em pó (-17.1%); queijo (+2%); e soro de leite (-17.2%). (Usda - Tradução Livre: Terra Viva)

 

Mais uma no clube do bilhão

A cooperativa Languiru, de Teutônia, está cheia de motivos para comemorar. Além de celebrar 60 anos, chegou à casa do bilhão. Em novembro, alcançou faturamento bruto de R$ 1 bilhão e deve fechar 2015 com mais de R$ 1,1 bilhão.

- É um número bastante expressivo. Nosso faturamento bruto tem evoluído consideravelmente a cada novo exercício - observa o presidente Dirceu Bayer.

Em 2002, a cooperativa somou R$ 140 milhões. Dez anos depois, havia chegado a R$ 641 milhões e, no ano passado, teve faturamento bruto de R$ 970 milhões.

Na semana passada, a coluna mencionou a performance da Cotrisal, que também faturou o primeiro bilhão. Em tempos de crise, notícias como essas são mais do que bem-vindas. (Zero Hora)

 
 
Brent caiu a US$ 37,93
Na sexta¬-feira, o petróleo caiu para seus níveis mais baixos desde a crise financeira. O barril do Brent, referência global, fechou a US$ 37,93, uma queda de 4,5%, que é o menor patamar desde dezembro de 2008. O WTI, na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), encerrou o dia em queda de US$ 1,14 (¬3,1%), a US$ 35,62. A oferta de petróleo no mundo continua a inchar, enfrentando problemas para armazenar estoque. (Valor Econômico)​