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27/04/2026

Porto Alegre, 27 de abril de 2026                                                            Ano 20 - N° 4.618


RAR Agro & Indústria lança app para leitura de rótulos e inova em acessibilidade e inclusão

A solução tecnológica foi desenvolvida para facilitar o acesso à informação por pessoas com dificuldades de leitura, promovendo mais autonomia para idosos, pessoas com dislexia, não alfabetizadas ou com deficiência visual.

A RAR Agro & Indústria integrou, em parte de seus produtos, uma nova solução tecnológica em formato de aplicativo visando a inclusão e responsabilidade social de pessoas com dificuldades de leitura. A iniciativa promove mais autonomia para idosos, pessoas com dislexia, não alfabetizadas ou com deficiência visual.

“Acreditamos que a inovação deve caminhar junto com a inclusão. Ao integrar nossos produtos ao aplicativo, reforçamos o compromisso de tornar a experiência de consumo mais acessível e democrática, garantindo que mais pessoas possam acessar informações de forma autônoma e segura”, destaca Angelo Sartor, CEO da RAR Agro & Indústria.

Por meio da câmera do celular, o aplicativo é capaz de descrever informações presentes em rótulos, além de identificar lugares, pessoas e objetos. A navegação é organizada em uma interface segmentada, permitindo que o usuário selecione exatamente o tipo de informação que deseja consultar.

Neste primeiro momento, três produtos da marca passam a contar com a funcionalidade: Gran Formaggio Rar fracionado 200g, Gran Formaggio Rar fracionado 300g e Gran Formaggio Rar lascas 150g, ampliando o acesso à informação e tornando a experiência de consumo mais inclusiva para diferentes perfis de público.

As informações são da RAR Agro & Indústria, adaptadas pela equipe MilkPoint.


Conseleite/MG divulga projeção do valor de referência do leite a ser pago em maio/26

O Conseleite/MG divulga a projeção do valor de referência do leite entregue em abril a ser pago em maio. Confira!

A diretoria do Conseleite Minas Gerais reunida no dia 24 de Abril de 2026, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I e de acordo com metodologia definida pelo Conseleite Minas Gerais que considera os preços médios e o mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes, aprova e divulga:

a) A projeção para o maior valor de referência; o valor médio de referência; o valor base de referência e o menor valor de referência para o produto entregue em Fevereiro/2026 a ser pago em Março/2026.

b) A projeção para o maior valor de referência; o valor médio de referência; o valor base de referência e o menor valor de referência para o produto entregue em Março/2026 a ser pago em Abril/2026.

c) A projeção para o maior valor de referência; o valor médio de referência; o valor base de referência e o menor valor de referência para o produto entregue em Abril/2026 a ser pago em Maio/2026.


Períodos de apuração:

Mês de fevereiro/2026: de 01/02/2026 a 28/02/2026
Mês de março/2026: de 01/03/2026 a 31/03/2026
Parcial de abril/2026: de 01/04/2026 a 20/04/2026

Os valores de referência indicados nesta resolução para a matéria-prima leite denominada leite base se refere ao leite analisado que contém 3,30% de gordura, 3,10% de proteína, 400 mil células somáticas/ml, 100 mil ufc/ml de contagem bacteriana e produção individual diária de até 160 litros/dia. Os valores são posto propriedade incluindo 1,5% de Funrural.

As informações são do Conseleite/MG.

 

 

Renda para consumo do brasileiro é a menor em mais de uma década, diz consultoria

Sobra após gastos essenciais, pagamento de dívida e imposto fica menor em 2026, indica Tendências

Tem sobrado menos dinheiro no fim do mês para as famílias brasileiras gastarem com consumo que não seja de itens básicos e o pagamento de impostos e dívidas. Isso pode ajudar a explicar o desconforto do eleitorado com o cenário econômico e a piora na avaliação do governo federal, apesar do emprego e da renda com o trabalho pujantes no país. O tema, inclusive, entrou no radar das campanhas presidenciais.

A renda disponível das famílias após gastos com itens essenciais, impostos e serviços da dívida está no nível mais baixo desde 2011, quando começa a série da Tendências Consultoria. 

Em fevereiro, a “sobra” da massa de renda ampliada das famílias depois de arcar com essas despesas era de 21%, segundo a consultoria. No início de 2024, era de 23,6%. É uma deterioração bastante expressiva em pouco tempo, observa Alessandra Ribeiro, sócia e diretora de macroeconomia e análise setorial. O pico do indicador foi atingido em março de 2011 (27,2%) e, depois, em junho de 2020 (27%).

O indicador parte da massa de renda ampliada das famílias, que considera o salário, mas também outras fontes, como previdência, benefícios sociais, aluguéis e dividendos. Do total é retirada a inflação de itens essenciais em habitação (aluguel e taxas; combustíveis e energia, como gás de botijão e conta de luz), transportes (transporte público; combustível veicular), saúde e cuidados pessoais (produtos farmacêuticos e óticos; serviços de saúde), comunicação, educação e alimentação no domicílio. São considerados as variações e os pesos do IPCA. 

Também é abatido o pagamento de juro e principal das dívidas, considerando a média das linhas de crédito do Banco Central. Mas a Tendências faz adaptações, por exemplo, ao enquadrar também como crédito o parcelamento de compras no cartão. Por fim, são usados dados da Receita para descontar Imposto de Renda e contribuições previdenciárias. “É um indicador do que sobra para outros tipos de consumo”, diz Ribeiro. (Valor Econômico)


Jogo Rápido

CEPEA: O Boletim do Leite de abril
A pesquisa do Cepea, da Esalq/USP, mostra que a “Média Brasil” do leite ao produtor subiu 5,43% em fevereiro/26 e fechou a R$2,1464/litro, registrando a segunda alta mensal consecutiva. O preço, contudo, ainda está 25,45% abaixo do registrado em fevereiro/25, em termos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de fevereiro/26). Os preços dos derivados lácteos seguiram em alta em março, conforme indicam pesquisas do Cepea, realizadas com o apoio da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras). Esse movimento esteve atrelado à valorização do leite cru, que, por sua vez, foi impulsionada pela redução da oferta no campo – reflexo da sazonalidade e da moderação dos investimentos na atividade –, o que intensificou a competição da indústria pela matéria-prima. Tanto as importações quanto as exportações brasileiras de lácteos aumentaram em março, e as aquisições avançaram de forma mais expressiva. Segundo dados da Secex analisados pelo Cepea, as importações subiram 33,3% frente a fevereiro, chegando a 242,65 milhões de litros Equivalente-Leite (EqL). Os embarques, por sua vez, registraram alta mais modesta, de 11,2%, somando 5,6 milhões de litros EqL. Apesar da estabilidade no preço da ração, a elevação das despesas relacionadas às operações agrícolas impulsionou um aumento de 0,46% no Custo Operacional Efetivo (COE) da pecuária leiteira na “Média Brasil” em março. Com o resultado, o primeiro trimestre encerrou-se com uma alta acumulada de 2,11% no COE. Acesse o boletim na íntegra clicando aqui. (CEPEA editado pelo Sindilat)