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20/03/2026

Porto Alegre, 20 de março de 2026                                                         Ano 20 - N° 4.594


A CCGL consolidou o repasse de R$ 195 milhões em valor adicionado de ICMS para os municípios de origem do leite em 2025.

O diferencial é o modelo tributário inédito no setor de laticínios do Estado: o imposto gerado pela industrialização em Cruz Alta retorna proporcionalmente para as cidades de origem do leite, financiando infraestrutura e serviços públicos locais.

Segue o release completo com os detalhes e a fala do presidente Caio Vianna sobre este ciclo virtuoso de desenvolvimento regional. Estarei à disposição para dados complementares ou entrevistas.


Soluções da Tetra Pak permitem uma produção de lácteos mais eficiente e com menos custos

São Paulo, 19 de março de 2026 – Parceira para todas as etapas de produção, a Tetra Pak, líder mundial em soluções de processamento e envase de alimentos e bebidas, investe em tecnologias e soluções que ajudam os produtores de laticínios a reduzirem o custo total de propriedade (TCO). Em um setor tão tradicional quanto o de lácteos, a modernização de processos não é apenas possível, mas essencial para garantir competitividade e sustentabilidade – e, nessa transformação, as soluções oferecidas pela Tetra Pak são fundamentais.  

“Os consumidores estão cada vez mais atentos aos produtos que consomem e ao seu impacto ambiental. Com isso, se torna crescente a cobrança por qualidade, inovação, segurança e sustentabilidade na produção. Atenta a essas demandas, a Tetra Pak atua como uma parceira estratégica: oferecemos um portfólio completo de soluções de processamento e envase de produtos lácteos e podemos fornecer desde uma única válvula até uma nova fábrica de laticínios completa, por exemplo”, afirma Ana Paula Forti, Diretora de Processamento da Tetra Pak Brasil.

Presentes no consumo diário de milhões de pessoas, o leite e seus derivados são um componente importante da alimentação da população mundial. Diante dessa relevância, o setor de laticínios enfrenta o desafio de ampliar a eficiência produtiva sem elevar custos ou impactos ambientais. O Tetra Pak® Industrial Protein Mixer e a Unidade Tetra Pak® UHT Direto são duas soluções desenvolvidas pela Tetra Pak que se destacam na resolução a essas demandas.

O Tetra Pak® Industrial Protein Mixer, lançado em 2024, possui um amplo espectro de aplicações industriais e foi desenvolvido para solucionar a formação e o transbordamento de espuma durante a mistura. Com esse equipamento, é possível misturar pós de soro de leite de maneira eficiente e com alto teor de adaptabilidade em produções que vão de pequenos lotes experimentais a grandes saídas de até 50.000 litros por hora.

Graças ao seu design sofisticado e automação, o Tetra Pak® Industrial Protein Mixer reduz a perda de produto em comparação a métodos tradicionais, já que limita a entrada do ar e a formação de espuma durante a mistura. Além disso, esse equipamento também aumenta a qualidade do produto e possui uma vida útil mais longa, pois, sem derramamento de espuma, reduz necessidade de limpeza e de manutenção.

Por sua vez, a Unidade Tetra Pak® UHT Direto foi projetada para otimizar a produção e atender às necessidades de um mercado em constante mudança, preservando a qualidade e o valor dos alimentos sem interferir no sabor.

A Unidade Tetra Pak® UHT Direto também é altamente flexível, o que permite o trabalho com um amplo portifólio de produtos. Além disso, o condensador da unidade, o Tetra Therm® Aseptic VTIS, opera com água em temperatura mais alta do que no seu antecessor. Com isso, quando a água de resfriamento realiza a sua função e é liberada do condensador, ela também tem uma temperatura mais alta do que antes, com uma diferença pode chegar a 10°C; isso aumenta o reaproveitamento energético, pois quanto maior a temperatura, mais valiosa a água será para a recuperação de calor.

Outra vantagem da Unidade Tetra Pak® UHT Direto é a possibilidade utilizar a hibernação asséptica. Com esse modo, a vazão de água e consumo de vapor são reduzidos e a pressão de homogeneização e o resfriamento final são desligados. O resultado é a redução de até 60% o consumo de vapor, água e eletricidade.

Para saber mais sobre o Tetra Pak® Industrial Protein Mixer, acesse: https://www.tetrapak.com/pt-br/solutions/integrated-solutions-equipment/processing-equipment/mixing/tetra-pak-industrial-protein-mixer 

Para saber mais sobre a Unidade Tetra Pak® UHT Direto, acesse: https://www.tetrapak.com/pt-br/solutions/integrated-solutions-equipment/processing-equipment/uht-treatment/tetra-pak-direct-uht-unit

Para saber mais sobre soluções da Tetra Pak para a produção de laticínios, acesse: https://www.tetrapak.com/pt-br/solutions/categories/dairy

Sobre a Tetra Pak  
Estamos aqui para tornar os alimentos seguros e disponíveis. É por isso que fornecemos sistemas avançados de produção de alimentos. Em colaboração com nossos clientes e fornecedores, impulsionados por mais de 24 mil colaboradores dedicados em todo o mundo, todos os dias protegemos os alimentos de forma sustentável para centenas de milhões de pessoas em mais de 160 países. Estamos aqui para cumprir um propósito, nos comprometendo a tornar os alimentos seguros e disponíveis em todos os lugares. E prometemos proteger o que é bom: os alimentos, as pessoas e o planeta. 
(Informações para a imprensa   Néctar Comunicação Corporativa – tetrapak@nectarc.com.br)

 

EMATER/RS: Informativo Conjuntural 1911 de 19 de março de 2026

BOVINOCULTURA DE LEITE 
 
Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as condições ambientais do período foram favoráveis ao bem-estar das matrizes, com exceção do dia 15/03 (domingo), quando as temperaturas passaram de 30 °C. O final do ciclo das espécies forrageiras anuais também tem causado problemas na composição da dieta dos animais, afetando, de forma mais significativa, os produtores que não possuem estoques de feno e silagem para compensação.

Na de Caxias do Sul, nos sistemas a pasto, as forrageiras se desenvolveram bem, permitindo a produção de leite com menor custo. Nos sistemas confinados ou semiconfinados, foi utilizada silagem como base forrageira e concentrados proteicos parabalanceamento da dieta. O calor em alguns dias do período provocou estresse térmico nos animais, principalmente em sistemas a pasto sem sombra e em sistemas confinados sem ventilação ou aspersores. Muitos produtores colocaram as vacas para pastejo pela manhã e final da tarde, tratando com silagem nos cochos cobertos nos momentos mais quentes do dia.  

Na de Erechim, o desempenho geral da atividade está dentro da normalidade, e há boa disponibilidade de água para os rebanhos. Em razão da melhora nas pastagens com aumento da umidade, muitos produtores voltaram a utilizar mais intensamente os piquetes de pastoreio, reduzindo parcialmente o uso de alimentos conservados para fornecimento de volumoso e complementação energética das dietas. Ainda assim, continua a necessidade de suplementação da dieta com silagem, feno e pré-secado. As temperaturas elevadas, associadas à umidade do ar, aumentaram o risco de estresse térmico.  

Na de Frederico Westphalen, o escore corporal do rebanho está apropriado, embora o pouco desenvolvimento das pastagens contribui para o menor consumo de alimento e menor ganho de peso. 

Na de Ijuí, a produção apresentou leve estabilização em termos de quantidade recolhida em relação à semana anterior. O tempo quente e seco causou estresse nos animais em sistemas estabulados, o que exigiu aumento da aeração e aspersão de água para diminuir o calor. Por outro lado, o tempo seco tem favorecido a sanidade animal e a qualidade do leite produzido. 

Na de Passo Fundo, a produção ficou estável no período. A sanidade dos rebanhos está adequada, e os produtores realizam o manejo, visando ao controle de endo e ectoparasitas. As diferentes categorias animais — de terneiras às vacas em lactação — seguem recebendo nutrição balanceada com pastagens, silagem e suplementação conforme cada categoria.  

Na de Pelotas, observa-se redução ou estagnação na produção em propriedades com menor disponibilidade de alimento para os animais devido aos efeitos da estiagem. Em vários casos, os produtores estão utilizando silagem e ração para complementar a alimentação do rebanho e garantir a manutenção da atividade. No manejo do rebanho, destacam-se o controle de parasitas e cuidados com o bem-estar animal. 
 
Na de Santa Maria, a condição nutricional dos rebanhos, de modo geral, continua adequada pois há boa oferta de forragem. Na de Santa Rosa, a continuidade de temperaturas elevadas aumentou o estresse térmico das vacas, reduzindo o consumo alimentar e refletindo na produção de leite. Os produtores têm utilizado ventiladores associados à aspersão de água para promover o resfriamento corporal e aumentar o conforto e o bem-estar dos animais. Estão sendo utilizadas grandes quantidades de alimentos conservados, como silagem e feno, para suprir a demanda dos animais.  

Na de Soledade, o sistema de produção à base de pasto nas propriedades familiares produtoras de leite ainda possui relativa rentabilidade. A temperatura mais amena durante o período reduziu os efeitos do estresse calórico aos rebanhos. (Emater editado pelo Sindilat)


Jogo Rápido

Chuva e tempo seco devem se intercalar pelos próximos dias no RS
Na próxima semana, o tempo deverá apresentar variabilidade no Rio Grande do Sul, com a atuação de sistemas que favorecerão períodos de instabilidade, intercalados com momentos de estabilidade. É o que aponta o Boletim Integrado Agrometeorológico 12/2026, produzido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Sexta-feira (20/3): o tempo deverá permanecer predominantemente estável em parte do estado. Há probabilidade de chuva fraca apenas em pontos isolados.  Sábado (21/3) e domingo (22/3): o avanço de uma frente fria deverá trazer instabilidade, com previsão de chuva fraca a moderada, localmente forte, em grande parte do território gaúcho. Segunda (23/3) e terça-feira (24/3): a passagem de um novo sistema de baixa pressão poderá contribuir para a manutenção do tempo instável, com previsão de chuva em praticamente todas as regiões do estado.  Quarta-feira (25/3): o sistema começará a se afastar, mantendo a instabilidade mais restrita à metade Norte. Dessa forma, há previsão de chuva fraca a moderada nessa região, enquanto nas demais áreas o tempo deverá permanecer estável, sem previsão de chuva significativa. Neste dia, as temperaturas deverão apresentar leve declínio, principalmente na metade Sul.  De forma geral, os acumulados de precipitação deverão variar entre 2 e 50 milímetros ao longo da semana. Em alguns pontos isolados da Fronteira Oeste e Litoral Sul, o valor poderá ser um pouco superior e ficar entre 50 e 100 milímetros.  O boletim agrometeorológico atualiza semanalmente a situação de diversas culturas e criações de animais no RS. Acompanhe todas as publicações agrometeorológicas da Secretaria em www.agricultura.rs.gov.br/agrometeorologia.