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09/02/2026

Porto Alegre, 09 de fevereiro de 2026                                                    Ano 20 - N° 4.570


Sooro Renner celebra 25 anos de história, inovação e compromisso com o futuro

Investimento em tecnologia, produtividade, valorização do capital humano e sustentabilidade são nossos pilares e marcam a trajetória de crescimento da empresa. 

Uma história que começou em 2001, com apenas 13 pessoas acreditando em um propósito, segue 25 anos depois com mais de 750 colaboradores movidos pela mesma força do início. No dia 1º de fevereiro de 2026, a Sooro Renner celebra uma trajetória construída a muitas mãos, marcada pelo trabalho coletivo, pela confiança e pelo compromisso com um propósito que atravessa gerações. Fundada em Marechal Cândido Rondon (PR) com o desafio de transformar o soro de leite em soluções de alto valor agregado, a empresa encontrou nas pessoas o seu principal diferencial competitivo — profissionais que, diariamente, acreditam, entregam e fazem acontecer. 

Desde os primeiros passos até a consolidação como uma das principais referências brasileiras em ingredientes lácteos, cada avanço foi resultado do empenho, do conhecimento e da dedicação dos colaboradores. São eles que sustentam a cultura da empresa, fortalecem a operação e tornam possível crescer sem perder a essência. 

Ao longo dessa trajetória, a Sooro Renner construiu relações sólidas com fornecedores, clientes e parceiros estratégicos do setor de laticínios. Relações que se mantêm ao longo do tempo porque compartilham valores como confiança, transparência e compromisso com o desenvolvimento de toda a cadeia do leite. 

Com o passar dos anos, a empresa expandiu sua presença e estruturou uma operação industrial e logística robusta. Atualmente, conta com planta industrial em Marechal Cândido Rondon (PR), unidade em Estação (RS), centro de distribuição em Campinas (SP), área de reflorestamento ambiental em Cafezal do Sul (PR) e uma nova indústria em fase final de implantação em Francisco Beltrão (PR). 

Esse crescimento reflete a capacidade da Sooro Renner de evoluir e se reinventar, mantendo como base aquilo que nunca mudou: o respeito às pessoas, a valorização do trabalho em equipe e a crença de que resultados consistentes são construídos de forma coletiva. 

Inovação, portfólio e excelência operacional

Pioneira no Brasil no processamento de soro de leite, a inovação também esteve sempre no centro da estratégia da Sooro Renner. Ao longo de sua história, a empresa desenvolveu um portfólio diversificado de ingredientes lácteos, sustentado por investimentos contínuos em tecnologia, eficiência produtiva e rigorosos padrões de qualidade e segurança dos alimentos. Essa estrutura permite atender diferentes segmentos da indústria — como sports nutrition, ingredientes alimentícios e nutrição animal — com alto desempenho, confiabilidade e padronização. Mais do que tecnologia, esse avanço é impulsionado pelo conhecimento técnico e pelo comprometimento dos times, que atuam diariamente com foco em melhoria contínua. 

O futuro em construção 
O futuro da Sooro Renner segue sendo construído com responsabilidade, inovação e geração de valor para as regiões onde a empresa está presente. Um dos principais marcos desse novo ciclo é a implantação da nova planta industrial em Francisco Beltrão (PR), com previsão de início de operação no final de 2026. 

Além de impulsionar a economia local e gerar empregos, a nova unidade ampliará o portfólio da companhia, com a produção de whey protein concentrado e lactose grau infantil, fortalecendo a presença da Sooro Renner em mercados estratégicos e de alto valor agregado. 

Ao celebrar seus 25 anos, a Sooro Renner reafirma que sua história não é feita apenas de números, estruturas ou investimentos — ela é construída por pessoas e para pessoas. A dedicação, o comprometimento, a entrega diária e a crença no propósito comum dos nossos colaboradores são os verdadeiros responsáveis por essa trajetória de crescimento. 

Uma história escrita por muitas mãos, movida pela mesma essência desde o primeiro dia e preparada para seguir crescendo, inovando e conectando pessoas, indústria e futuro. (As informações são da Base para a Sooro Renner) 


CONSELEITE MINAS GERAIS 

RESOLUÇÃO DE FECHAMENTO DO MÊS DE JANEIRO/2026 

A diretoria do Conseleite Minas Gerais no dia 05 de Fevereiro de 2026, atendendo os dispositivos disciplinados no artigo 15 do seu Estatuto, inciso I e de acordo com metodologia definida pelo Conseleite Minas Gerais que considera os preços médios e o mix de comercialização dos derivados lácteos praticados pelas empresas participantes, aprova e divulga: 

a) os valores de referência do leite base, maior, médio e menor valor de referência para o 
produto entregue em Janeiro/2026 a ser pago em Fevereiro/2026. 

Os valores de referência indicados nesta resolução para a matéria-prima leite denominada leite base se refere ao leite analisado que contém 3,30% de gordura, 3,10% de proteína, 400 mil células somáticas/ml, 100 mil ufc/ml de contagem bacteriana e produção individual diária de até 160 litros/dia. Os valores são posto propriedade incluindo 1,5% de Funrural. 

CALCULE O SEU VALOR DE REFERÊNCIA 
O Conseleite Minas Gerais gera mais valores do que apenas o do leite base, maior, médio e menor valor de referência, a partir de uma escala de ágios e deságios por parâmetros de qualidade e ágio pelo volume de produção diário individual, apresentados na tabela acima. 

Visando apoiar políticas de pagamento da matéria-prima leite conforme a qualidade e o volume, o Conseleite Minas Gerais disponibiliza um simulador para o cálculo de valores de referência para o leite analisado em função de seus teores de gordura, proteína, contagem de células somáticas, contagem bacteriana e pela produção individual diária. O simulador está disponível no seguinte endereço eletrônico: www.conseleitemg.org.br.  (Conseleite MG)

 

Propriedade gaúcha aposta na seleção genética para produzir leite A2, tipo ideal para quem é sensível à proteína

Fazenda de Vila Lângaro investiu em vacas leiteiras com variação específica no DNA. Objetivo é industrializar produção e possibilitar que mais pessoas consumam o alimento

Um novo ramo na produção de leite pode ser a solução para pessoas que têm maior sensibilidade ao alimento: trata-se do leite A2, tipo que contém uma variação específica na proteína que auxilia na digestão da bebida. No norte gaúcho, uma propriedade de Vila Lângaro, município de 2,1 mil habitantes, apostou na seleção genética das vacas leiteiras para produzir o alimento. 

A diferença do leite A2 para o leite A1A1 (tradicional) é o fato de que o tipo A1A1 produz substâncias que podem ser mal digeridas por algumas pessoas, gerando sintomas como distensão abdominal, dores e alterações no hábito intestinal.

— O leite tipo A2A2 não está relacionado à lactose, mas à caseína, que é a proteína do leite. É essa caseína que apresenta uma diferença de digestão — explica a nutricionista Natália Piovesan. 

Para produzir esse leite, é essencial que as vacas leiteiras carreguem em seu DNA uma característica única: o genótipo A2A2. A testagem é realizada com uma amostra do pelo do bovino e o resultado é disponibilizado em até 30 dias.

Foi pensando nisso que João Vitor Secco, produtor da localidade de Colônia Nova, na zona rural de Vila Lângaro, começou o processo de seleção há cinco anos. Agora, cerca de 90% do rebanho está comprovado. A expectativa é que todas as vacas estejam selecionadas até o final de 2026, para que possam iniciar em definitivo a produção de leite tipo A2.

— Tínhamos o objetivo de entregar algo diferente. Foi assim que encontramos o leite A2, que estava iniciando em 2018 no Brasil. Traçamos a meta de transformar nosso rebanho em A2 com o propósito de, futuramente, industrializar a produção na propriedade e, também, com o objetivo social de proporcionar oportunidade para que mais pessoas possam consumir leite — conta Secco.

O manejo e a alimentação desses animais são idênticos aos dos demais bovinos. A única distinção reside no genótipo da espécie. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), no Rio Grande do Sul existe apenas um estabelecimento com registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF) e certificação para a produção de leite A2, localizado em Farroupilha, na Serra.

Qual a diferença entre os leites?
Existem duas variações da beta-caseína, uma das principais proteínas do leite: A1 e A2. Enquanto o leite comum contém a proteína beta-caseína A1, que pode liberar um peptídeo causador de desconfortos intestinais em algumas pessoas, o leite A2 possui a variação beta-caseína A2, que não libera essa substância. Isso o torna uma opção viável para pessoas sensíveis a essa proteína.

Maria Eduarda Wlodarkievicz, estudante de 28 anos, descobriu na infância ter reações alérgicas ao leite comum, manifestando dores de estômago e inchaço. Somente na vida adulta, por orientação nutricional, ela encontrou no leite tipo A2 a possibilidade de consumir o alimento novamente. 

— Existem diferentes graus de alergia, mas no meu caso consegui consumir sem ter nenhum efeito colateral. Antes, eu consumia sempre o bebida vegetal. Para mim, consumir novamente o leite de vaca é maravilhoso porque o gosto e as possibilidades são diferentes — relata.

Agora, a variação do leite comum abre novas oportunidades, permitindo que pessoas como Maria Eduarda voltem a consumir a bebida. 

— Agora as receitas são todas com leite A2. Existem outras variações de produtos, como creme de leite, que já estão no mercado. Agora não falta mais leite aqui em casa — celebra. (Zero Hora editado pelo Sindilat RS)


Jogo Rápido

Fórum MilkPoint Mercado abordará desafios e oportunidades do setor leiteiro em 2026
Os desafios no curto prazo e as oportunidades a longo prazo da cadeia do leite em 2026 serão foco do Fórum MilkPoint Mercado que, este ano, acontece no dia 9 de abril, em Piracicaba (SP) , no chamado “Vale do Silício do Agro”, ninho de startups e grandes inovações do setor. Para participarem, associados do Sindilat/RS têm garantido 10% de desconto na inscrição, que pode ser feita no link disponível no site do Sindilat, clicando aqui. O primeiro lote está disponível até o dia 06 de fevereiro. A programação do Fórum MilkPoint Mercado 2026 foi estruturada para oferecer uma visão completa e estratégica da cadeia láctea, combinando análises de mercado, qualidade do leite e performance financeira da indústria ao longo de um dia inteiro de debates e networking. (Sindilat)