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logo sindilat sem derivados jpegO presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, e o vice-presidente do sindicato, Guilherme Portella, participaram nesta segunda-feira (02/03) de reunião na Fiergs, com a presença de outras federações patronais e do governo do Estado, sobre os prejuízos e dificuldades de operação do setor produtivo gaúcho em razão do movimento dos caminhoneiros. Na defesa dos interesses do setor lácteo, os dois dirigentes somaram-se às preocupações e ações da indústria e do Executivo para o fim imediato das barreiras nas estradas e a normalização das atividades econômicas no Rio Grande do Sul. Guerra relatou que a indústria láctea está sofrendo com a falta de insumos para industrializar seus produtos, além da quebra enfrentada na coleta de leite nas propriedades dos produtores que já dura mais de uma semana. Por causa do movimento, a indústria láctea ficou carente de embalagens, lenha para as caldeiras e produtos de limpeza, entre outros intens. O presidente do Sindilat acrescentou que a expedição de produtos acabados está bloqueada, não permitindo o cumprimento de contratos com o mercado interno e externo, fato que intensifica o desabastecimento. Na reunião, decidiu-se o estabelecimento de contatos com o governo federal, por meio do ministro Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral da Presidência da República. Uma idéia que ganhou força é de que cada setor organize comboios de caminhões para transportar seus produtos, estratégia que contaria com o apoio da segurança pública. (ComEfeito Comunicação Estratégica)

Em  meio a um cenário de contenção de gastos, as secretarias de Agricultura (Seapa) e do Desenvolvimento Rural (SDR) não definiram o futuro de ações como a gratuidade da  vacina contra a febre aftosa, que somente no Estado é fornecida sem custos a agricultores familiares, e o Plano Safra Estadual. Ainda “tomando pé” da situação, Ernani Polo, da Seapa, e Tarcísio Minetto, da SDR, falam em usar a criatividade para driblar o aperto nas contas do governo. Os atos de transmissão de cargo dos novos secretários ocorrem hoje. “Tudo que é possível enxugar, vamos fazer, porque é um desafio do governo como um todo”, afirma Polo. “O desafio é usar a criatividade para buscar uma alternativa dentro desse contexto”, completa Minetto. Um dos caminhos apontados para tocar as secretarias é a realização de convênios, principalmente com o governo federal. No caso da Seapa — com orçamento de R$ 318 milhões para 2015 —, Polo fala que as obras de recuperação do Parque de Exposições Assis Brasil, que teve várias estruturas danificadas por um temporal, poderão ser executadas em parceria com o setor privado. Na SDR, que conta com um orçamento de R$ 438 milhões, dos quais R$ 202 milhões são para a Emater, 22 convênios estão em andamento. “Dentro desse cenário, uma das alternativas é fazer uma equipe de planejamento importante e elaborar projetos neste sentido”, concorda Minetto. Um dos fatores que poderá auxiliar a Pasta, segundo o secretário, é a criação da Anater. Apesar dos cortes de gastos — previstos em decreto do governador José Ivo Sartori, publicado ontem no Diário Oficial —, o titular da Seapa fala em desenvolver programas à frente da secretaria. Um deles diz respeito à conservação do solo e da água.

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minettoNuma transmissão de cargo lotada por lideranças da agricultura familiar, do cooperativismo e do Parlamento, o economista Tarcísio Minetto assumiu ontem a Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) com a promessa de preservar o que está funcionando e aperfeiçoar o que for possível frente ao momento crítico das finanças estaduais. As funções foram repassadas ao novo titular da pasta por Elton Scapini, que estava representando o ex-titular Ivar Pavan. O presidente do Sindilat/RS, Alexandre Guerra, o vice-presidente Raul Amaral e o secretário Executivo Darlan Palharini, prestigiaram a transmissão de cargo. Em seu primeiro discurso, Minetto revelou que assumir a pasta foi um grande desafio e responsabilidade. Para ele, a política de desenvolvimento rural no cooperativismo não é e nem pode ser um fim em si mesmo, mas um meio para canalizar os anseios dos agricultores familiares e do cooperativismo em todos os seus ramos. “A SDR tem a responsabilidade de formar políticas e diretrizes do desenvolvimento rural específicas dentro da diversidade existente”, completou. Minetto frisou que irá trabalhar pela diversidade, fazendo referência ao leque de movimentos sociais no RS.

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Desde junho de 2013, os produtores de leite têm que comprovar a ausência de tuberculose e brucelose de todo rebanho leiteiro, além de apresentar o atestado de vacinação contra brucelose. As novas exigências de controle de erradicação das doenças preveem como pena a não comercialização do leite produzido na propriedade. Laticínios que não entregarem a documentação por parte de seus fornecedores também não podem comercializar o leite. Por conta disso, a regional de Ivaiporã da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) alerta os produtores e laticínios que o prazo para a comprovação anual se encerra em maio. Segundo a veterinária da Adapar, Maria Andreolla, as novas normas fortalecem o Programa Estadual de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PECEBT) para garantir a qualidade do leite comercializado no Paraná, que vem trabalhando para se tornar um estado livre de zoonoses. Na região de Ivaiporã, a preocupação da veterinária Maria Andreola é o tempo para a imunização e exame do rebanho, que é estimado em 80 mil cabeças de gado leiteiro. “Até agora não estamos nem com 10% dos exames realizados. Por isso, alertamos os produtores para que acelerem a vacinação e os exames, pois o tempo é curto”, assinala Maria Andreolla. Após adotar a devida vacinação e a realização dos exames, o produtor poderá iniciar o processo para a certificação da propriedade como Livre de Brucelose e Tuberculose. A certificação de propriedades iniciou em 2005 e obedece aos princípios técnicos estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). As propriedades certificadas no estado do Paraná recebem uma placa de identificação, que é colocada na porteira da propriedade, indicando o status sanitário conquistado. De acordo com a veterinária Maria Andreola, a brucelose e a tuberculose são comuns aos animais e aos seres humanos. A contaminação pode ocorrer tanto no contato direto com o animal contaminado como na ingestão de leite não pasteurizado de animais doentes. “São doenças graves e que podem causar sérios danos à saúde dos animais e dos humanos”. Maria Andreolla observa ainda que, para o gado, ambas as doenças não possuem cura, sendo obrigatório o sacrifício sanitário dos animais que apresentarem reagentes positivos.  (Tribuna do Norte) 

Cerca de uma vez por semana, o telefone soa no mercado Dill Pickle Food Coop, em Logan Square, bairro "artístico" em Chicago, e a pergunta é quase sempre a mesma: "Tem leite?". Orgânico, para ser mais exato. "Há pessoas que ligam e dizem: 'Eu sei que o caminhão chega na terça¬-feira, você pode me separar três garrafas?'", diz Dana Bates-Norden, funcionária responsável pela compra de bens perecíveis. Desde o ano passado, o leite em garrafas de vidro produzido por fazendas orgânicas do Meio-¬Oeste dos Estados Unidos começou a esgotar-¬se apenas dois dias após chegar à loja. "Quando comecei há dois anos, sentia que acabaria perdendo uma boa parte do leite orgânico; agora, não consigo nem manter o estoque." Os americanos gastaram em torno de US$ 35 bilhões em alimentos orgânicos em 2014. Cerca de US$ 5,1 bilhões foram gastos em laticínios, mais que o dobro de dez anos antes, conforme dados do "Nutrition Business Journal" publicados no site do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Os produtores têm dificuldade para atender a demanda, uma vez que o leite ¬ cujo preço pode chegar a quase o dobro do comum ¬ vem sendo vendido por varejistas como o Walmart Stores Inc., e redes como o McDonald's Corp. Mesmo em Wisconsin, o Estado com mais estabelecimentos leiteiros orgânicos, algumas lojas exibem placas alertando para a falta do produto. No Fresh Madison Market, em Madison, capital do Estado, as vendas de leite orgânico dobraram nos últimos 12 meses, e a alta na demanda levou à falta do produto durante dez dias no início de janeiro, segundo o dono da loja, Jeff Maurer. "Temos clientes mais conscientes sobre os benefícios dos orgânicos", disse Jim Hyland, porta¬voz da Roundy's Supermarkets, de Milwaukee. Algumas das 149 lojas da rede, em Wisconsin e Illinois, sofreram falta do produto em 2014. O espaço destinado a laticínios orgânicos dobrou nos últimos cinco anos. Isto "não é algo que vai encolher", disse. Não são apenas os moderninhos que vêm aderindo aos orgânicos. Cerca de 45% dos americanos buscam produtos orgânicos, segundo pesquisa do Gallup de agosto. No Dill Pickle, em Chicago, os clientes são bem variados, incluindo solteiros jovens, famílias e consumidores mais velhos. As vendas de leite orgânico subiram 9,5% nos 11 primeiros meses de 2014, para 2,26 bilhões de libras-¬peso, segundo dados mais recentes do USDA. Em contraste, a demanda por leite convencional recuou 3,8%, para 43,49 bilhões de libras-¬peso no mesmo período. O preço de varejo do leite orgânico subiu 8,4% no ano encerrado em 6 de fevereiro, para US$ 3,89 por meio galão (1,893 litro), segundo o USDA. O preço do leite convencional subiu 14%, para US$ 1,92. O leite vendido como orgânico deve vir de vacas criadas sem hormônios ou antibióticos e os animais devem alimentar-¬se de pastagens orgânicas ou comer apenas ração orgânica ¬ milho ou outros grãos que não sejam transgênicos nem tratados com defensivos químicos. Tudo isso é regulamentado pelo governo. Ter a certificação de produção orgânica é um processo demorado e caro. Pelas atuais regras do USDA, o processo pode levar três anos, até que os agricultores convertam as pastagens e as plantações de grãos em orgânicas. No terceiro ano de transição, os animais tem de ser tratados apenas com alimentos orgânicos, o que pode elevar os custos em cerca de US$ 365 mil em uma fazenda com 500 vacas, segundo Andrew Dykstra, presidente da Chico, uma aliança de produtores de laticínios orgânicos na região oeste dos EUA, com sede na Califórnia. A Organic Valley, maior cooperativa de agricultores orgânicos nos EUA, paga parte do custo das fazendas leiteiras que queiram fazer a conversão. Para encorajar as conversões, a cooperativa aumentou a compensação neste ano para 75%, segundo o CEO George Siemon. Para Kathie Arnold, dona de 140 vacas leiteiras na Twin Oaks Dairy, em Truxton, Nova York, a alta nos preços lhe permite investir em novos equipamentos. Ela estima que sua produção vendida em janeiro rendeu cerca de 14% a mais do que um ano antes, maior alta anual desde que converteu sua produção para orgânica, em 1998. "Chegamos a um ponto em nossas instalações em que não podemos crescer sem expandir¬nos para outros terrenos". Os consumidores vêm aumentando as compras de leite orgânico porque o produto é visto como mais saudável, segundo Bob Goldin, vice¬-presidente executivo da firma de pesquisas Technomic Inc. . São as qualidades decorrentes da ausência de hormônios e antibióticos que atraem os consumidores, diz Goldin. "Não é necessariamente uma ligação lógica, mas é isso o que muitos consumidores definem como saudável. A definição do que é saudável vem mudando." (Valor Econômico)

O resultado do leilão GDT da última terça-feira (17/02) apresentou forte alta de 10,1% sobre o leilão anterior, com preços médios de lácteos em US$3.366/tonelada. O leite em pó integral teve alta, de 13,7%, sendo cotado a US$ 3.272/tonelada, o maior preço desde julho de 2014. O leite em pó desnatado também teve elevação em seus preços, de 5,7%, sendo cotado a US$ 2.744/tonelada. Já o queijo Cheddar teve variação positiva nos preços, finalizando o leilão a US$ 3.054/tonelada, queda de 16,8%.  O volume comercializado apresentou queda de 18% com relação ao último leilão, com 22.957 toneladas vendidas.  As condições de seca na Nova Zelândia aliadas aos menores preços recebidos pelos produtores no final de 2014 tem reduzido a oferta no país, contribuindo para uma pressão de alta nos preços dos lácteos ofertados no Leilão GDT. Mesmo após 5 eventos consecutivos com preços em alta, na comparação com o Leilão GDT do mesmo período de 2014, os preços apresentam-se 32,9% menores. (MilkPoint, com informações do Global Dairy Trade)

A Embrapa Gado de Corte lançará a cultivar de Panicum maximum híbrida BRS Tamani e o mangueiro digital na edição 2015 da Dinâmica Agropecuária (Dinapec). O evento acontece de 11 a 13 de março, na vitrine tecnológica da Empresa, em Campo Grande (MS). Catorze Unidades da Embrapa estarão presentes, além de parceiros, apresentando tecnologias, palestras e oficinas. A BRS Tamani tem porte baixo, com muitas folhas e perfilhos, que proporcionam boa cobertura de solo e alto valor nutritivo. “É um capim de fácil manejo, indicado para solos de média a alta fertilidade, sendo importante opção para sistemas de produção no bioma Cerrados”, diz a pesquisadora da Embrapa Gado de Corte, Liana Jank, líder da equipe responsável pelo trabalho de desenvolvimento da nova cultivar. Outra vantagem observada no ensaio de pastejo, realizado no Cerrado do Distrito Federal, foi o bom estabelecimento quando implantada, além de elevada persistência nos períodos seco e chuvoso. “Lembrando que apresenta baixa tolerância ao encharcamento do solo e, portanto, não é indicada para áreas sujeitas a alagamentos temporários”, acrescenta a pesquisadora. O desempenho da BRS Tamani demonstra elevada capacidade produtiva, com a vantagem de oferecer forragem de melhor valor nutritivo quando comparada à cultivar Massai. A cultivar é resultado de cruzamento feito na Embrapa Gado de Corte em 1992. Os trabalhos de seleção foram realizados em parceria com a Embrapa Acre, Embrapa Cerrados, Embrapa Gado de Leite, Embrapa Pecuária Sul, Embrapa Rondônia, e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. “A forrageira foi registrada no ano passado junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento”, informa Liana. Ela explica que, avaliada em parcelas sob cortes manuais, a BRS Tamani alcançou a produção anual de 15 toneladas/hectare de matéria seca de folhas em Campo Grande. “Em experimento em rede conduzido em sete locais, a cultivar destacou-se pela maior porcentagem de folhas que as cultivares Tanzânia-1 e Massai e pela qualidade da forragem, tendo apresentado 9% mais proteína bruta que a Tanzânia, durante o ano, e 3% maior digestibilidade no período de chuvas”, destaca. Com previsão de chegar ao mercado a partir de agosto deste ano, a BRS Tamani foi desenvolvida em parceria com a Unipasto e é resultado de um trabalho conjunto, sob a coordenação da Embrapa Gado de Corte, com as Unidades Embrapa Acre, Embrapa Cerrados, Gado de Leite, Embrapa Pecuária Sul e Embrapa Rondônia. Outra novidade que será apresentada na Dinapec 2015 é o novo mangueiro digital, ou seja, um mangueiro antiestresse, desenvolvido em parceria com a Tramasul, para o manejo dos bovinos de acordo com o Programa Boas Práticas Agropecuárias (BPA) – Bovino de Corte, da Embrapa. A estrutura também servirá como laboratório para o desenvolvimento de projetos pelos alunos do curso de mestrado profissional em Pecuária de Precisão da Faculdade de Computação da UFMS, em parceria com a Embrapa. Segundo o chefe de Transferência de Tecnologia, Pedro Paulo Pires, no mangueiro digital serão geradas informações sobre os bovinos a partir de ferramentas eletrônicas desenvolvidas pela Embrapa Gado de Corte e por parceiros. Alguns exemplos são a balança de passagem e o e-apart, uma estrutura composta de eletrônica, mecânica e software responsável pelo aparte automático de animais, por meio de filtros inteligentes desenvolvidos por softwares associados ao uso do chip eletrônico, que identifica os animais por rádio frequência, de modo rápido, inquestionável e seguro para o manejo. (Portal Lácteo)

Com foco na abertura de mercados internacionais, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vem trabalhando para garantir o acesso de produtos do agronegócio brasileiro ao comércio externo. Dentre eles está o Paquistão, que aprovou, no último dia 19 de janeiro, a habilitação de estabelecimentos de carne de aves a exportarem para aquele país. O Paquistão não importa carne de aves de outro país, apesar de ser a principal proteína animal consumida pela população de mais de 180 milhões de pessoas. “A aprovação demonstra o reconhecimento do sistema de controle oficial brasileiro e possibilitará o acesso de vários estabelecimentos exportadores ao mercado paquistanês”, afirmou a secretária de Relações Internacionais do Mapa, Tatiana Palermo. A Rússia é outro país que está em constante comércio com o Brasil. No último dia 29 de janeiro, o Serviço Federal de Vigilância Sanitária e Fitossanitária (Rosselkhoznadzor) autorizou novos estabelecimentos brasileiros a exportarem carne de aves e produtos lácteos para o mercado russo. No caso de carne de aves, oito estabelecimentos foram habilitados, totalizando 52 autorizados a exportarem para a Rússia. Já de produtos lácteos e derivados, três novos estabelecimentos foram autorizados. Com isso, o Brasil passa a contar com 10 laticínios que podem exportar ao país. “Após visita oficial à Rússia que ocorrerá ainda no primeiro semestre deste ano, a expectativa é que haja novas habilitações dos estabelecimentos brasileiros”, comentou Tatiana. Outra novidade é com relação à Venezuela. O Ministério da Agricultura e Terras do país informou que, como fruto da missão do Mapa, realizada em janeiro deste ano, haverá prorrogação, até 15 de maio 2015, da habilitação dos estabelecimentos para exportação de carne de aves, suínos e bovinos ao país. “Antes da missão, as habilitações dos estabelecimentos exportadores de carne bovina e de aves tinham o prazo de validade até o dia 31 de março de 2015. Já os estabelecimentos exportadores de carne suína estavam com a habilitação vencida desde 31 de dezembro de 2014″, afirmou a secretária de Relações Internacionais. Atualmente, ambos os países estão negociando o roteiro de missão venezuelana ao Brasil, prevista para início de abril deste ano, com intenção à renovação e habilitação de novos estabelecimentos exportadores de carnes. (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)

O deputado Adolfo Brito (PP) deve ser o próximo presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembleia Legislativa. “Está bem encaminhado”, informou o parlamentar, que já presidiu a comissão em outras três oportunidades. A decisão deve ser oficializada pelos deputados após o Carnaval. Os parlamentares progressistas trabalham para comandar o órgão nos dois primeiros anos desta legislatura. A ideia é que o estreante Sérgio Turra seja o presidente em 2016. (Correio do Povo)