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05/08/2015

         

 

Porto Alegre, 05 de agosto de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.078

 

  Sindilat testa formas de segurança em logística 

Foi realizado na última semana o Congresso Internacional do Leite, em Porto Alegre. Promovido pela Embrapa e pelo Instituto Gaúcho do Leite (IGL) o evento, inédito no Estado, reuniu entidades e lideranças rurais de todo o Rio Grande do Sul e debateu alternativas para a crise do leite no RS. "O encontro foi importante por toda a discussão no sentido de olhar para a produtividade junto ao produtor rural, o setor da inovação para o desenvolvimento de produtos nas indústrias. Sabemos que o RS é o segundo maior produtor de leite do País, com 4,8 bilhões de litros de leite/ano, representando 13% na produção nacional, que somado com a produção dos Estados do Sul significa um terço da produção nacional. Nada melhor do que ter no Estado um Congresso para debater todas as oportunidades possíveis para o produtor e para a indústria", avalia o presidente do Sindicato das Indústrias de Lácteos (Sindilat¬/RS) Alexandre Guerra. Ele destaca que o País está ficando autossuficiente na produção, mesmo que ainda importe o produto. O Sindilat trabalha em mecanismos que promovam a segurança no transporte do produto. "Temos um projeto com a Embrapa em Pelotas, onde colocamos como medidores de vazão acoplados nos caminhões um equipamento para testes, para haver uma rastreabilidade e uma segurança maior no processo. Hoje todas as indústrias associadas ao Sindicato sabem de sua importância na construção de seu papel e de sua própria marca, e fortaleceram ainda mais seus laboratórios e leque de testes para que não tenham problema de cair novamente nos problemas que ocorreram, que foram principalmente na parte da logística", salienta o presidente.

Foi realizado na última semana o Congresso Internacional do Leite, em Porto Alegre. Promovido pela Embrapa e pelo Instituto Gaúcho do Leite (IGL) o evento, inédito no Estado, reuniu entidades e lideranças rurais de todo o Rio Grande do Sul e debateu alternativas para a crise do leite no RS.

"O encontro foi importante por toda a discussão no sentido de olhar para a produtividade junto ao produtor rural, o setor da inovação para o desenvolvimento de produtos nas indústrias. Sabemos que o RS é o segundo maior produtor de leite do País, com 4,8 bilhões de litros de leite/ano, representando 13% na produção nacional, que somado com a produção dos Estados do Sul significa um terço da produção nacional. Nada melhor do que ter no Estado um Congresso para debater todas as oportunidades possíveis para o produtor e para a indústria", avalia o presidente do Sindicato das Indústrias de Lácteos (Sindilat/¬RS) Alexandre Guerra. Ele destaca que o País está ficando autossuficiente na produção, mesmo que ainda importe o produto.

O Sindilat trabalha em mecanismos que promovam a segurança no transporte do produto. "Temos um projeto com a Embrapa em Pelotas, onde colocamos como medidores de vazão acoplados nos caminhões um equipamento para testes, para haver uma rastreabilidade e uma segurança maior no processo. Hoje todas as indústrias associadas ao Sindicato sabem de sua importância na construção de seu papel e de sua própria marca, e fortaleceram ainda mais seus laboratórios e leque de testes para que não tenham problema de cair novamente nos problemas que ocorreram, que foram principalmente na parte da logística", salienta o presidente. (Jornal da Manhã)

 
 
 
Embrapa quer parceria no setor de laticínios 
A Embrapa Agroindústria de Alimentos procura parceiros no setor de laticínios para fazer a validação industrial e começar a produzir bebidas fermentadas de cereais com bactérias pró bióticas para o mercado. Os prós bióticos são microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, trazem benefícios à saúde.
    
O estudo original foi desenvolvido para a fabricação de bebidas de soja fermentadas, mas acabou evoluindo para bebidas de outros cereais, como aveia, milho, quinoa, centeio, cevada e trigo, que podem ser consumidos por pessoas com intolerância à lactose. O pesquisador da Embrapa Agroindústria de Alimentos Eduardo Walter, responsável pelo projeto, informou que todos os testes de laboratório já foram realizados. Foram estudados diferentes parâmetros de processos e modos de produzir a bebida. O estudo será ajustado às condições de produção na indústria de laticínios, que sempre fabricou bebidas lácteas fermentadas e iogurtes. "As bactérias pró bióticas entram fermentando a bebida. Você tem a conversão dos açúcares da bebida em ácidos e, ao mesmo tempo, um aumento das bactérias pró bióticas, que vão causar benefícios à saúde, incluindo o equilíbrio do micro biótico intestinal", indicou Walter. A matéria-prima usada na pesquisa foi o extrato em pó dos cereais, em vez do processo tradicional, que parte do grão. Os pesquisadores preferiram usar o pó diluído em água, que já resulta na bebida final. Após a fermentação, ela pode ser misturada a preparados de frutas com sabores variados, como banana, mamão, maçã.

Segundo o pesquisador, a bebida fermentada traz a vantagem de ser associada ao consumo de cereais, ricos em fibras. "Você passa a ter uma disponibilidade maior de produtos na geladeira", destacou. Como as bebidas fermentadas estão muito concentradas hoje à base da soja, a pesquisa da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), sediada no Rio de Janeiro, é mais uma opção. Eduardo disse que as negociações estão ainda em estágio inicial. A Embrapa Agroindústria de Alimentos não vai patentear o processo de produção de bebidas de cereais, porque "esse projeto não tem como objetivo nenhuma proteção intelectual, de modo a não ter barreira alguma à introdução dele no mercado". (Jornal do Comércio)

 
 
Corte no orçamento da Agricultura será de R$ 56,5 milhões 
O novo orçamento do Ministério da Agricultura começa a se desenhar depois dos últimos cortes estabelecidos pela equipe econômica. A secretaria-executiva da pasta fixou nesta segunda, dia 03, uma redução de 15%, equivalente a R$ 56,5 milhões, na contratação de bens e serviços e despesas com a concessão de diárias e passagens. O corte promovido pela secretaria-executiva recaiu sobre todas as áreas do ministério - do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) ao gabinete da ministra Kátia Abreu.
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) ficou com o maior volume de recursos para gastos, de R$ 115,1 milhões. A Secretaria de Defesa Agropecuária e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também mantiveram orçamentos consideráveis, o primeiro com R$ 48,9 milhões e o segundo com R$ 67,042 milhões. A ministra Kátia Abreu tem enfatizado que a defesa agropecuária é prioridade de sua gestão.
Esse ajuste terá impacto principalmente sobre os serviços de apoio administrativo e operacional, locação de imóveis e veículos, terceirização, serviços de consultoria, auditoria externa, serviço de cópias e reprodução de documentos, serviços de limpeza e conservação, vigilância ostensiva e diárias e passagens. Os ajustes, por enquanto, chegaram apenas aos gastos de custeio, mas devem alcançar programas e investimentos do ministério. A exceção deverá ser a defesa agropecuária, que, segundo a ministra, não sofrerá cortes.
Na terça, dia 04, o Ministério do Planejamento determinou mais limites para ministérios e para o empenho de emendas individuais. Pela portaria do Planejamento, o ministério da Agricultura terá R$ 293,3 milhões para despesas obrigatórias com benefícios a servidores. Esse é um dos limites mais elevados da Esplanada, atrás apenas dos ministérios da Fazenda (R$ 382,7 milhões), da Educação (R$ 2 bilhões), da Previdência Social (R$ 418,9 milhões), da Saúde (R$ 946,2 milhões) e da Defesa (R$ 4,17 bilhões).
Nos limites para as emendas individuais, a Agricultura ficou com autorização para empenhar R$ 119,24 milhões - o terceiro maior entre os ministérios, sendo superado apenas por Saúde (R$ 1,45 bilhão) e por Cidades (R$ 538,7 milhões). Esses dados constam no Diário Oficial de terça-feira (04/08). (Estadão Conteúdo)
 
 
FAO vê Brasil como líder na exportação de alimentos 
O representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, afirmou ontem, durante o Fórum Abag Estadão, em São Paulo, que o Brasil terá no futuro um papel preponderante na tarefa de prover alimentos para o mundo. "Se hoje o País é o segundo maior exportador global de alimentos, em volume, em 10 anos pode se tornar o número um no ranking, tanto em volume como em valores", disse. A avaliação de Bojanic tem como base relatório da FAO em conjunto com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre perspectivas para a agricultura brasileira nos próximos 10 anos. 
Bojanic salientou que dados atualizados apontam para uma população global de 9,7 bilhões de pessoas em 2050, 37% maior que a população atual. Para prover alimentos para todos, a produção mundial de alimentos deverá crescer 80%. Esta demanda virá essencialmente de uma população urbana e concentrada em países em desenvolvimento. O Brasil terá de superar importantes entraves para fazer frente a este desafio, segundo o relatório. Entre eles, pode-se citar problemas como o escoamento da safra (logística, rodovias, portos e armazenamento), falta de tecnologia e assistência técnica entre pequenos e médios produtores e questões regulatórias e de governança.
Segundo Bojanic, a demanda por proteína animal deve aumentar consideravelmente nas próximas décadas. A estimativa é de que, até 2050, a produção de carne precisará aumentar em 200 milhões de toneladas. Novos ganhos de produtividade serão fundamentais, especialmente no Brasil, para dar conta da demanda. Bojanic ressaltou, porém, que estes ganhos devem ser alcançados por meio de práticas sustentáveis. Políticas como o Código Florestal e o Programa ABC, segundo o representante da FAO, são favoráveis a esse objetivo. Ele chamou a atenção, ainda, para a importância de se incluir os pequenos e médios produtores no processo de atendimento da demanda global. Segmentos como café, frutas tropicais, suínos e aves têm grande potencial para contribuir com esta tarefa. (Jornal do Comércio)

Recordes na sanidade
Os resultados das exportações de proteína animal no mês de julho refletem a segurança que o Brasil inspira no mercado externo pelo fato de estar com a sanidade em dia. Leia-se longe de doenças como a gripe aviária, que atinge 40 países, entre os quais os Estados Unidos. - Só estamos tendo recordes por causa da sanidade - afirma Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ontem, dados divulgados pela entidade mostram que os embarques de carne suína atingiram maior volume mensal dos últimos cinco anos em julho: 54,9 mil toneladas. (Zero Hora)
 
 
 
 

 

    

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