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22/07/2015

         

 

 

Porto Alegre, 22 de julho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.087

 

 Avaliação do governo cai a 7,7%
 
A avaliação positiva do governo Dilma Rousseff caiu para 7,7% segundo a 128ª Pesquisa
Confederação Nacional do Transporte (CNT/MDA), divulgada ontem. A avaliação negativa passou de 64,8%, em março, para 70,9% no levantamento realizado entre os dias 12 e 16 de julho. Foram ouvidas 2.002 pessoas, em 137 municípios.

A última pesquisa, divulgada em março, mostrou que 10,8% das pessoas ouvidas consideraram positiva a avaliação do governo. Agora, o governo teve a menor avaliação positiva registrada pela pesquisa desde 1999, quando o desempenho do governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso foi aprovado por 8% das pessoas.

 
 
Em março, 18,9% dos entrevistados avaliaram o desempenho pessoal da presidente como positivo, 77% avaliaram negativamente e 3,4% não souberam dizer ou não responderam. Durante a campanha eleitoral, 41% dos entrevistados consideraram o governo de Dilma positivo e 23,5% consideraram negativo. (Correio do Povo)
 
 
 
Cairoli admite que Piratini estuda elevar impostos
O vice-governador do Estado, José Paulo Cairoli, confirmou ontem que o Palácio Piratini estuda aumentar impostos como medida para enfrentar a crise nas finanças do Estado - como antecipou Zero Hora na segunda-feira. No entanto, ressaltou em entrevista à Rádio Gaúcha que é contra o reajuste das alíquotas.
De acordo com Cairoli, que também é empresário, a medida é defendida por técnicos da Secretaria da Fazenda, que se reuniram ontem pela manhã para discutir o assunto junto a representantes do eixo econômico do governo.
- A sociedade sabe a minha posição. Pessoalmente, não sou a favor e vou defender sempre essa minha posição, mas estou no governo e tenho que trabalhar sempre internamente o tema que defendi - afirmou.
Nos bastidores, integrantes da cúpula do governo do Estado admitem a possibilidade de encaminhamento de um pacote de medidas que incluiria aumento de 17% para 18% na alíquota básica do ICMS, e de 25% para 30% nos tributos da gasolina, álcool, telecomunicações e energia elétrica comercial e residencial acima de 50 KW.
Na segunda-feira, o governador José Ivo Sartori disse que ainda não há nada de concreto sobre o aumento de impostos. (Zero Hora)
 
 
Publicado programa de monitoramento de resíduos e contaminantes da área animal
A previsão é que neste ano seja feita a coleta de cerca de 19 mil amostras em todo o país
A Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/Mapa) publicou o programa de monitoramento anual do Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes da área animal (PNCRC/Animal), por meio da Instrução Normativa nº 13 (IN n° 13). Neste ano, o plano amplia o monitoramento de substâncias em ovos e lácteos, o que vai garantir maior qualidade a esses produtos para o consumidor e também permitir a exportação para determinados mercados.
Desde de 2006, técnicos da SDA trabalharam para ampliar o escopo do PNCRC/Ovos. Para exportar ovos e seus derivados - também chamados de ovo produtos - para a União Europeia é necessário que as autoridades sanitárias do Food and Veterinary Office (FVO) reconheçam o programa, o que é oficializado por meio de publicação no Diário Oficial Europeu.
"A partir da publicação da IN n° 13, a SDA poderá oficialmente solicitar ao Food and Veterinary Office o reconhecimento do PNCRC/Ovos. Depois da publicação desse reconhecimento, as empresas brasileiras poderão exportar ovo produtos para aquele importante mercado", diz o chefe da Coordenação de Resíduos e Contaminantes (CRC) da SDA, Leandro Feijó.
Leite
Houve também ampliação do escopo do PNCRC/Leite. Ao longo deste ano, a SDA pretende finalizar a inclusão de outras novas substâncias no escopo desse produto, o que também viabilizará brevemente a solicitação de equivalência junto ao FVO e possibilitar ao Brasil exportar lácteos para a União Europeia.

Segundo Feijó, "o escopo do PNCRC/2015 amplia as garantias quanto à robustez do monitoramento realizado pelo Mapa junto às cadeias produtivas. Isso resulta em maior qualidade e ampliação das garantias de saúde pública".

Para este ano é prevista a coleta de cerca de 19 mil amostras em todo o país, cobrindo todas as espécies/matrizes participantes do plano.

O que é
O PNRC existe desde 1979 e é uma ferramenta para monitorar a presença de resíduos de produtos de uso veterinário utilizados nas propriedades rurais e pela agroindústria na produção animal e também de contaminantes ambientais, tais como metais pesados, micotoxinas, dioxinas e outras substâncias.

De acordo com Feijó, o PNCRC/Mapa se constitui "em um dos principais pilares para garantir as exportações de produtos de origem animal, considerando a grande preocupação que todos os países têm com essa questão".

Em todas as missões veterinárias que o Ministério da Agricultura recebe dos países com os quais o Brasil tem acordo sanitário, o PNCRC/Mapa é avaliado quanto a sua organização, implementação e efetividade. (MAPA)

 
 
Encontrar novos destinos para o leite 
O fim das cotas lácteas e a expectativa do potencial crescimento da produção na União Europeia (UE) aumenta a dependência das exportações, sendo de importância fundamental os acordos comerciais. Estão em negociações diversos Tratados Comerciais (TTIP), mas, sendo dúvida o de maior relevância é UE e Estados Unidos (EUA).
Estima-se que esse acordo poderá adicionar, por ano, cerca de 120 bilhões de euros à economia europeia, incluindo a exportação de alimentos processados.
A ênfase das negociações de um TTIP é a padronização de regulamentos entre as duas regiões envolvidas, para facilitar o comércio. Na agricultura, o desafio principal, do lado da Europa, são as indicações geográficas (IG), e do lado dos Estados Unidos hormônios e transgênicos, ou os Organismos Geneticamente Modificados. (Terra Viva)
 
 

Marcas líderes recuam
As marcas líderes, que têm uma forte representatividade em faturamento, começam a perder espaço no mercado brasileiro para marcas menores, segundo a última pesquisa Nielsen. Das 127 marcas líderes, 29% tiveram diminuição no volume de vendas. (Jornal do Comércio)
 
 

 

    

 

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