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29/06/2015

         

 


 

Porto Alegre, 29 de junho de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.070

 

  Setor lácteo gaúcho recebe financiamento de R$ 89 milhões do BRDE

Sindilat/RS participou da solenidade de assinatura dos convênios, nesta segunda-feira, no Palácio Piratini

O presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat/RS), Alexandre Guerra, participou nesta segunda-feira (29) da assinatura de convênios no valor de R$ 89,3 milhões, junto ao BRDE. A solenidade contou com as presenças do governador José Ivo Sartori e do vice-presidente do BRDE, Odacir Klein. Os convênios irão beneficiar projetos de três cooperativas ligadas ao sindicato: Cooperativa Santa Clara, Languiru e Cooperativa Central Gaúcha (CCGL). "Juntas, essas três cooperativas representam mais de 20% do leite produzido anualmente no RS e mais de 100 anos de história e trabalho", destacou o dirigente. Hoje, o Rio Grande do Sul é responsável pela produção de 4,8 bilhões de litros de leite por ano.
 
De acordo com Guerra, é importante destacar o trabalho realizado pelas três empresas a fim de obter a linha de crédito, que permitirá a ampliação do setor. "É preciso pensar no crescimento contínuo da indústria de lácteos. Temos o controle de nossos produtos, metas definidas e tradição. São mais de mais de cem mil famílias envolvidas com esses convêm", destacou. Lembrou ainda que 13 milhões de litros de leite passam pelo Sindilat/RS "Podemos dizer, com certeza, que o RS produz o melhor leite do Brasil", destacou.   
O governador também foi enfático: "O leite gaúcho é um dos melhores do país e o RS é o segundo estado no ranking nacional de produção de leite", relatou. (.DOC Assessoria de Comunicação - Assessoria de Imprensa do SINDILAT/RS)
 
 
Estudo não foi principal motivo para deixar de buscar trabalho, sugere IBGE
A decisão de estudar foi menos relevante que o componente demográfico para explicar o aumento da população que decidiu não trabalhar nos últimos anos. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad Contínua) tem perguntado aos entrevistados porque ele está fora do mercado de trabalho e entre 2012 e 2015 o percentual de pessoas que declarou como principal motivo o fato de "estar estudando" se alterou marginalmente, de 19% para 19,9% do total. O motivo que mais cresceu foi o de pessoas que se declararam muito jovens ou muito idosas para trabalhar ¬ aumento de quase 3 pontos percentuais. Para Naercio Aquino de Menezes Filho, professor e coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, os dados mostram que os jovens não estão necessariamente parando de trabalhar para estudar e melhorar sua qualificação. "O argumento é que ele é muito jovem, não é pelo estudo", pondera ele.
 
Nos últimos anos, antes da crise atual, levantou-se o debate de que o aumento da renda familiar dos pais permitiu a um número maior de jovens parar de trabalhar para estudar e que esse movimento poderia ter um reflexo positivo para a produtividade, pois esse jovem voltaria ao mercado mais qualificado. Para Menezes Filho, a pesquisa reforça um cenário menos positivo. A renda dos pais, diz ele, pode ter ajudado o jovem que antes estava trabalhando a ficar em casa. "Antes, ele se achava jovem, mas mesmo assim ia trabalhar para ajudar a família. O motivo é a idade, não o estudo", pondera. Para ler a matéria na íntegra, acesse www.sindilat.com.br
 
 
 
Demanda de lácteos do Oriente Médio
Rasmus Malmbak Kjeldsen pode ser um executivo de uma companhia de lácteos europeia líder de mercado, mas ele também mantém um olho no preço do petróleo. O presidente da Arla Foods no Oriente Médio e África, que fica em Dubai, disse que a demanda de lácteos da região tem sido fortemente influenciada pelo preço do petróleo, que tem impulsionado ampla atividade econômica.
Com sua população em rápido crescimento e o crescimento nas rendas, os países no Oriente Médio e norte da África registraram uma rápida expansão de seus mercados de lácteos. "Muitos desses países são produtores de petróleo e durante os últimos quatro a cinco anos, temos visto um crescimento muito forte", disse ele.
A importância da região aumentou para grandes exportadores de lácteos, com o mercado internacional afetado pelas menores importações da China, enquanto enfrentam altos estoques e os preços dos lácteos em seu menor nível desde 2009.
Embora o comércio mundial de produtos lácteos tenha dobrado na última década, as importações do Oriente Médio triplicaram e as exportações para os cinco países na área de Maghreb aumentaram em 3,5 vezes, de acordo com dados do Centro Internacional de Comércio da Suíça.
Apesar de o crescimento não ter sido tão espetacular quanto foi na China, onde as importações aumentaram em 14 vezes no mesmo período, eles se tornaram importantes mercados para importantes exportadores, incluindo Nova Zelândia, Europa e Argentina.
Diferentemente da China e países do sudeste da Ásia, onde os produtos lácteos como leite e queijos são relativamente novos na dieta, a região do Oriente Médio e do norte da África têm tradição de consumir produtos lácteos, disseram analistas.Para ler a matéria na íntegre, acesse www.sindilat.com.br
 
 
 
Novas regras geram dúvidas
Mudanças nas regras do Suasa, previstas no decreto 8.471 e na Instrução Normativa (IN) 16, publicadas esta semana, preocupam médicos veterinários. Pelas novas regras, as agroindústrias de pequeno porte passarão a ter inspeção de cunho orientativo e não mais fiscalizatório. Os profissionais que atuam na inspeção reclamam que as informações não são claras. "Pelo que entendemos, tira uma série de exigências do produto artesanal", avalia a veterinária Andrea Troller Pinto, do Sindicato dos Veterinários do RS. A principal preocupação é com a qualidade dos alimentos. O chefe do Serviço de Inspeção dos Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura no RS, Leonardo Isolan, avalia que as novas regras vão facilitar a formalidade e comercialização de produtos da agricultura familiar. "As normas específicas serão editadas dentro de 90 dias, regulamentando a execução da atividade de fiscalização", comenta. (Correio do Povo)
 
 
 
Água 
A Castertech Fundição e Tecnologia, fabricante de peças fundidas das Empresas Randon, em Caxias do Sul, que aproveita águas da chuva captadas desde a fundação da empresa, em 2006, agora também capta do efluente tratado na Estação de Tratamento de Efluentes das Empresas Randon e usa nos processos industriais e em sanitários. O consumo médio mensal de água coletada da chuva é de 1.600 m3, e da reprocessada da ETE é de 2.600 m3, enquanto o de água tratada, que antes era usada nos processos de resfriamento, foi completamente eliminado, resultando em uma economia anual de R$ 220 mil. (Jornal do Comércio) 
 
 

 

    

 

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