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O segundo painel do 5º Fórum Itinerante do Leite – Os Caminhos para Exportação, realizado nesta terça-feira (21/11), em Frederico Westphalen, abordou os desafios para indústrias e produtores. “Um dos problemas é que não temos uma política nacional para o setor”, avalia o secretário executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Darlan Palharini. Avançar rumo à exportação, acrescenta o dirigente, implica em uma equação que ajude a superar os desafios sem impacto social à atividade.

“Passamos por um processo de seleção dos produtores, mas também por um cenário de especialização”, disse o zootecnista Jaime Ries, assistente técnico da Emater, referindo-se à redução do número de produtores na atividade. Em sua apresentação, Ries listou seis desafios para atingir a eficiência: incremento o mix de produtos para remunerar melhor o produtor; cooperação para abertura de novos mercados; melhoria da qualidade; produção com custo compatível; sanidade; e prestação de assistência técnica e gerencial para os produtores.

O supervisor do Senar Herton Lima, que participou do fórum representando a Farsul, relatou o caso e um produtor que em 2008 produzia 200 litros de leite por dia e que, em 2018, chegará a 1500 litros por dia. Após contar a história, pontuou que comprometimento do produtor e envolvimento da família são alguns dos segredos para avançar. “Está na nossa mão esta transformação. Essa é a semente, é o princípio do caminho da exportação”, afirma.

O presidente da Apil, Wlademir Dall’Bosco, questionou a competitividade frente aos menores custos de produção dos principais países produtores de lácteos. Um dos caminhos, aponta o dirigente, é a inovação por meio do investimento em tecnologia do processo produtivo, além da revisão das cargas tributárias que eleva os custos.

“Acreditamos que o caminho seja a exportação, mas não podemos ficar limitados a um único mercado. Para não correr o risco de ficar dependentes”, opinou o presidente da Cotrifred, Elio Pacheco.

Sobre o 5º Fórum Itinerante do Leite

O 5º Fórum Itinerante do Leite é promovido pelo Sindilat em conjunto com Fundesa, Farsul, Fetag, Secretaria da Agricultura (Seapi), URI e Canal Rural. Também apoiam o evento AGL, Apil, Cotrifred, Creluz, Emater-RS, Embrapa, Famurs, Ocergs, Prefeitura de Frederico Westphalen, Senai-RS e Sicredi.

Foto: Bruna Karpinski

A potencialidade do setor lácteo para avançar na exportação foi o tema central do 5º Fórum Itinerante do Leite, realizado nesta terça-feira (21/11), em Frederico Westphalen (RS). Cerca de 600 pessoas, entre estudantes, produtores, dirigentes de entidades e representantes do governo estadual e municipal participaram do evento, que ocorreu no salão de atos da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), campus Frederico Westphalen.

Com indústrias habilitadas à exportação, o setor precisa ampliar a sua competitividade e fortalecer as relações comerciais. “Precisamos trabalhar juntos, cada um dentro do seu espaço, buscando o mesmo foco”, disse o presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), Alexandre Guerra. O dirigente ressaltou a importância de produtores, indústrias e governos trabalharem juntos para avançar. E este é um dos objetivos do evento. “O Fórum Itinerante do Leite tem dado eco, tem ultrapassado fronteiras e tem mostrado a importância de trabalharmos unidos e focados”, disse Guerra, destacando que o setor precisa ser otimista, pois tem todas as possibilidades e condições de avançar.

Foto: Bruna Karpinski

O agrônomo João Cesar de Resende, pesquisador da Embrapa Gado de Leite, que falou sobre o potencial e os desafios da cadeia brasileira de lácteos, acredita que o setor tem capacidade de evoluir. “O Brasil pode manter suas vacas na pastagem quase dez meses no ano, condição semelhante à Nova Zelândia”, descreveu Resende, chamando a atenção para a possibilidade de aproveitar este recurso natural para desenvolver a produção.

Outra oportunidade, segundo Resende, é o consumo, que saltou de 68 litros de leite por pessoa ao ano, em 1974, para 171 litros em 2016, em média. Entretanto, a Organização Mundial da Saúde recomenda que cada pessoa consuma 220 litros por ano. E com o aumento da população mundial até 2050, a demanda tende a aumentar ainda mais, ampliando as possibilidades de mercado. A baixa produtividade é um dos problemas da falta de competitividade do setor, avalia Resende. Entre os entraves da atividade também está a flutuação de preços, a produção pulverizada e a escala de produção.

O secretário adjunto da Agricultura, André Petry, destacou o trabalho que vem sendo feito pelo Conselho de Secretários de Estado de Agricultura (Conseagri), bem como a importância de ações em conjunto, citando a parceria da Seapi com outras instituições como a Embrapa, Emater e secretaria de Desenvolvimento Rural. Petry comentou ainda sobre a necessidade de rever as regras para importação e exportação de produtos lácteos no Mercosul para que se tenha competitividade e maior renda para quem produz e para a indústria, favorecendo o desenvolvimento regional do setor.

Foto: Bruna Karpinski

“O futuro é ser competitivo”, afirma o agrônomo Airton Spies, secretário adjunto de Agricultura e Pesca de Santa Catarina. “O potencial de produção é gigantesco, temos que aproveitá-lo na medida em que formos fazendo o dever de casa”, disse, ressaltando que o setor precisa se tornar um player competitivo e conquistar o mercado global. Para avançar, considera, é necessário atenção a três aspectos: produto de qualidade, custo competitivo e cadeia organizada. Sobre a logística do processo de produção, Spies cita como exemplo que no Brasil são transportados 47 litros por quilômetro, em média, enquanto na Nova Zelândia são 220 litros por quilômetro.

O assessor de Política Agrícola da Fetag, Marcio Langer, destacou que o produtor vem fazendo o seu papel, junto com a indústria, por meio do melhoramento do rebanho, além de melhorias no manejo e sanidade para melhorar a qualidade do leite. Entretanto, reconhece que tais ações não têm sido suficientes, destacando que o setor precisa de políticas de Estado e de incentivo à atividade. O dirigente aproveitou o Fórum para solicitar proteção ao produtor e à indústria local para que o setor possa ter desenvolvimento. A reivindicação refere-se às importações de leite, solicitando revisão do processo ao governo federal.

Novo laboratório em Frederico Westphalen

Na abertura do evento, a professora Silvia Regina Canan, diretora da URI campus Frederico Westphalen, anunciou que em janeiro de 2018 a universidade terá um laboratório oficial de análise da qualidade do leite. Segundo ela, em dezembro, uma comissão de técnicos do Ministério da Agricultura (Mapa) fará a última auditoria. A medida irá beneficiar o setor como um todo, em especial os produtores e indústrias da região.

Sobre o 5º Fórum Itinerante do Leite

O 5º Fórum Itinerante do Leite é promovido pelo Sindilat em conjunto com Fundesa, Farsul, Fetag, Secretaria da Agricultura (Seapi), URI e Canal Rural. Também apoiam o evento AGL, Apil, Cotrifred, Creluz, Emater-RS, Embrapa, Famurs, Ocergs, Prefeitura de Frederico Westphalen, Senai-RS e Sicredi.

Foto: Bruna Karpinski 

O 5º Fórum Itinerante do Leite – Caminhos da Exportação contará com uma série de oficinas que busca contribuir para a qualificação dos processos produtivos na prática. Ministradas na Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), elas ocorrerão a partir das 14h. Desta vez, os grupos de trabalho pretendem realizar uma avaliação aprofundada dos temas propostos, com interlocução e apresentação de cases.

Serão três oficinas ao todo. A primeira falará de “Gestão e sucessão na produção de leite” e será coordenada pelo engenheiro agrônomo, assistente técnico regional de Sistema de Produção Animal –da Emater de Frederico Westphalen, Valdir Sangaletti. Ainda participam o zootecnista Fábio Eduardo Schlick e o professor da URI Leandro Bittencourt de Oliveira. A programação inclui apresentação de case das famílias Castelli, de Iraí, e Cansian, de Taquaruçu do Sul.

A segunda oficina da tarde abordará a “Nutrição da vaca leiteira: Saúde do Animal e qualidade do leite” O trabalho será coordenado pelo doutor em Produção e nutrição animal e professor da URI Sandro Paixão. O médico veterinário Abílio Galvão Trindade Ferreira falará sobre a alimentação no pré parto e o colega Thiago Caetano Schmidt Cantarelli sobre mastite bovina. Por fim, a professora doutora Rosselei Caiél da Silva abordará a importância do controle de qualidade do leite na produção de derivados.

A terceira oficina dará sequência ao tema central do fórum ao tratar dos “Caminhos para a exportação”. Com coordenação do secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini,o grupo contará com apresentação do pesquisador da Embrapa Gado de Leite João Cesar de Resende.

O 5º Fórum Itinerante do Leite – Caminhos da Exportação tem inscrições gratuitas e vagas limitadas. Para participar basta solicitar credenciamento por meio dos sites do Canal Rural (www.canalrural.com.br), do Sindilat-RS (www.sindilat.com.br) ou da URI- Frederico Westphalen (www.fw.uri.br)

PROGRAMAÇÃO DAS OFICINAS

1 – Gestão e sucessão na produção de leite
Local: Salão de Atos da URI – 700 vagas
Coordenação da oficina: Valdir Sangaletti, engenheiro agrônomo, assistente técnico regional de Sistema de Produção animal – Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, RS.

14h – Abertura
14h05min – 1º painel: Planejamento forrageiro – Fábio Eduardo Schlick, zootecnista, mestre e doutor em Zootecnia - ATR de Sistemas de Produção Animal, Escritório Regional da Emater de Bagé. (Exemplo prático de planejamento – projeto SisLeite da Emater).
14h35min – 2º painel: Manejo de plantas forrageiras – Leandro Bittencourt de Oliveira, professor doutor – URI de Frederico Westphalen, RS (Exemplo prático de manejo – aluno do curso de Tecnólogo em Agropecuária da URI)
15h05min – Programa de gestão sustentável da agricultura familiar – Valdir Sangaletti, engenheiro agrônomo – ATR de SPA e Gestão Rural do Escritório Regional da Emater de Frederico Westphalen, RS.
15h20min – Case de sucesso no PGS – O trabalho da família Castelli de Iraí,RS - Equipe da Emater de Iraí e família Castelli.
15h45min – Case de sucesso na gestão da atividade leiteira – O trabalho da família Cansian – Taquaruçu do Sul – Família Cansian e URI.
16h05min – Debate – perguntas aos painelistas, por escrito.

2 – Nutrição da vaca leiteira: Saúde do Animal e qualidade do leite
Local: Auditório da URI – 125 vagas
Coordenação da oficina: Sandro Paixão, zootecnista Sandro José Paixão – Dr. em Produção e nutrição animal e professor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), Câmpus de Frederico Westphalen, RS.

14h05min – 1° painel: Alimentação no pré parto: reflexo na produção, sanidade e na qualidade do leite - Abílio Galvão Trindade Ferreira, médico veterinário, mestre em Produção Animal, consultor na área de nutrição e reprodução animal pela empresa NUTRE Saúde e Produção Animal, instrutor do Senar-PR.
14h55min – 2º painel: Técnicas de controle e medidas preventivas da mastite bovina - Thiago Caetano Schmidt Cantarelli - Médico veterinário, pós-graduação em Clínica e Técnica Cirúrgica Veterinária, médico veterinário da Cooperativa Tritícola de Frederico Westphalen e professor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (Câmpus de Frederico Westphalen)
15h05min – 3° painel: Importância do controle de qualidade do leite na produção de derivados - Rosselei Caiél da Silva, professora doutora da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (Campus de Frederico Westphalen)
16h05min – Debate – perguntas aos painelistas, por escrito.

3 – Caminhos para a exportação
Local: Sala de aula da URI – 50 vagas
Coordenação da oficina: Darlan Palharini, secretário-executivo do Sindilat-RS

14h – Abertura
14h15min – Competitividade e os ajustes para a inserção do Brasil no mercado mundial de lácteos - João Cesar de Resende, pesquisador da Embrapa Gado de Leite
14h45min – Caio Vianna, presidente da CCGL – Exportação
16h05min – Debate – perguntas aos painelistas, por escrito.

Vivendo uma das maiores crises de sua história recente, a produção leiteira precisa urgentemente ganhar competitividade para, com isso, galgar novos clientes para os produtos brasileiros no exterior. Esta é a tônica central do 5º Fórum Itinerante do Leite – Caminhos da Exportação, que será realizado no próximo dia 21 de novembro (terça-feira), em Frederico Westphalen. Promovido pelo Sindilat, em conjunto com Fundesa, Farsul, Fetag, Secretaria da Agricultura (Seapi), URI e Canal Rural, o evento reunirá lideranças, pesquisadores, representantes da indústria e produtores para debater as mudanças que precisam ser implementadas no processo produtivo. “Precisamos, todos juntos, achar um caminho para que o setor leiteiro do Brasil conquiste maior estabilidade e dê a produtores e indústria condições de seguir na atividade”, frisou o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra. O fórum também tem o apoio AGL, Apil, Cotrifred, Creluz, Emater-RS, Embrapa, Famurs, Ocergs, Prefeitura de Frederico Westphalen, Senai-RS e Sicredi.

Um dos palestrantes mais esperados da programação, que começa às 9h no Salão de Atos da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), é o pesquisador da Área de Socioeconomia da Embrapa Gado de Leite, João Cesar de Resende. “Falar de competitividade exige que se trate de custos de produção, que no Brasil ainda são muito elevados”. Segundo ele, entre os principais entraves para o desenvolvimento estão uma produção altamente pulverizada que eleva despesas de captação, produtividade baixa, problemas de logística e alta carga tributária, que, além de corroer os lucros, eleva o preço dos insumos. A solução, alerta ele, passa por incentivo do poder público seja com melhores condições de escoamento da produção, seja por meio de subsídio para a aquisição de tanques e melhoria da nutrição animal.

Enquanto isso, alerta Resende, há muito a ser feito pelos próprios elos da cadeia do leite, como investimento em genética para obtenção de vacas com mais potencial produtivo e em modelos mais eficientes de gestão. Só assim, acredita ele, será possível fazer frente a países como o Uruguai e a Argentina, que exportam seu leite exatamente por terem custo menor.

Apesar dos constantes alertas de que os pequenos produtores estão em risco de deixar a atividade, Resende argumenta que ”ser pequeno” não é sinônimo de baixa competitividade. Muito pelo contrário. De acordo com o especialista, propriedade familiares podem ter excelentes índices de desempenho exatamente por utilizarem mão de obra familiar e terem um custo operacional menor. “Não é o porte do produtor que define sua competitividade. Temos que buscar boa produtividade por meio de animais e de mão de obra qualificada”, recomendou. A garantia de qualidade do produto entregue é outro ponto fundamental para achar o caminho da exportação. “O mercado busca muita qualidade e isso inclui controle de índices como CCS e CBT”. Para melhorar essas questões, a sugestão é o trabalho em equipe. “Os setores não podem ser isolados. É preciso olhar a produção leiteira como um todo e pensar em um sistema de integração, talvez como o adotado na avicultura, onde todos ganhem mais”.

O 5º Fórum Itinerante do Leite – Caminhos da Exportação tem inscrições gratuitas e vagas limitadas. Pela manhã, estão previstos dois painéis de debate. O primeiro tratará de "Mercado externo de lácteos e políticas públicas" e o segundo se propõe e analisar os "Desafios para indústrias e produtores". À tarde, três oficinas promoverão discussão técnica e apresentação de cases de produtores e empresas que trabalham rumo à excelência. Para participar basta solicitar credenciamento por meio dos sites do Canal Rural (www.canalrural.com.br), do Sindilat-RS (www.sindilat.com.br) ou da URI- Frederico Westphalen (www.fw.uri.br)

PROGRAMAÇÃO

8h – Credenciamento e welcome milk

8h30min – Boas-vindas

9h – Painel: Mercado externo de lácteos e políticas públicas (ao vivo)
João Cesar de Resende, pesquisador da Embrapa Gado de Leite
Ernani Polo, secretário da Agricultura - RS
Moacir Sopelsa, secretário da Agricultura - SC
Norberto Ortigara, secretário da Agricultura - PR
Carlos Joel da Silva, presidente da Fetag-RS
Debate e perguntas

10h30min – Painel: Desafios para indústrias e produtores (ao vivo)
Jaime Ries, assistente técnico da Emater-RS
Caio Vianna, presidente da CCGL
Rogério Kerber, presidente do Fundesa
Jorge Rodrigues, coordenador da Comissão de Leite da Farsul
Wlademir Dall’Bosco, presidente da Apil
Alexandre Guerra, presidente do Sindilat-RS

11h20min – Debate e perguntas

12h – Encerramento da transmissão ao vivo

12h15min – Almoço

12h35min – M&Cia

14h – Oficinas técnicas

1 – Gestão e sucessão na produção de leite
Local: Salão de Atos da URI – 700 vagas
Coordenação da oficina: Valdir Sangaletti, engenheiro agrônomo, assistente técnico regional de Sistema de Produção animal – Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, RS.

14h – Abertura
14h05min – 1º painel: Planejamento forrageiro – Fábio Eduardo Schlick, zootecnista, mestre e doutor em Zootecnia - ATR de Sistemas de Produção Animal, Escritório Regional da Emater de Bagé. (Exemplo prático de planejamento – projeto SisLeite da Emater).
14h35min – 2º painel: Manejo de plantas forrageiras – Leandro Bittencourt de Oliveira, professor doutor – URI de Frederico Westphalen, RS (Exemplo prático de manejo – aluno do curso de Tecnólogo em Agropecuária da URI)
15h05min – Programa de gestão sustentável da agricultura familiar – Valdir Sangaletti, engenheiro agrônomo – ATR de SPA e Gestão Rural do Escritório Regional da Emater de Frederico Westphalen, RS.
15h20min – Case de sucesso no PGS – O trabalho da família Castelli de Iraí,RS - Equipe da Emater de Iraí e família Castelli.
15h45min – Case de sucesso na gestão da atividade leiteira – O trabalho da família Cansian – Taquaruçu do Sul – Família Cansian e URI.
16h05min – Debate – perguntas aos painelistas, por escrito.

2 – Nutrição da vaca leiteira: Saúde do Animal e qualidade do leite
Local: Auditório da URI – 125 vagas
Coordenação da oficina: Sandro Paixão, zootecnista Sandro José Paixão – Dr. em Produção e nutrição animal e professor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI), Câmpus de Frederico Westphalen, RS.

14h05min – 1° painel: Alimentação no pré parto: reflexo na produção, sanidade e na qualidade do leite - Abílio Galvão Trindade Ferreira, médico veterinário, mestre em Produção Animal, consultor na área de nutrição e reprodução animal pela empresa NUTRE Saúde e Produção Animal, instrutor do Senar-PR.
14h55min – 2º painel: Técnicas de controle e medidas preventivas da mastite bovina - Thiago Caetano Schmidt Cantarelli - Médico veterinário, pós-graduação em Clínica e Técnica Cirúrgica Veterinária, médico veterinário da Cooperativa Tritícola de Frederico Westphalen e professor da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (Câmpus de Frederico Westphalen)
15h05min – 3° painel: Importância do controle de qualidade do leite na produção de derivados - Rosselei Caiél da Silva, professora doutora da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (Campus de Frederico Westphalen)
16h05min – Debate – perguntas aos painelistas, por escrito.

3 – Caminhos para a exportação
Local: Sala de aula da URI – 50 vagas
Coordenação da oficina: Darlan Palharini, secretário-executivo do Sindilat-RS

14h – Abertura
14h15min – Competitividade e os ajustes para a inserção do Brasil no mercado mundial de lácteos - João Cesar de Resende, pesquisador da Embrapa Gado de Leite
14h45min – Caio Vianna, presidente da CCGL – Exportação
16h05min – Debate – perguntas aos painelistas, por escrito.16h30min – Encerramento da programação

Com o intuito de agradecer a parceria no projeto Vereador Mirim, o presidente da Câmara Municipal de Bento Gonçalves e vereador, Moisés Scussel Neto esteve nesta sexta-feira (10/11) na sede do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindiat), em Porto Alegre, para prestar uma homenagem à entidade. Para valorizar o trabalho dos jovens, o sindicato doou cadernos e achocolatados ao projeto. "Apoiamos o projeto, pois trabalha com a educação do jovem que também faz parte do nosso planejamento.", disse o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra.

O projeto educacional, que iniciou em maio desse ano, culminou na realização de uma sessão legislativa simulada no dia 10 de outubro com 17 estudantes de escolas municipais de Bento Gonçalves. De acordo com a assessoria do vereador, cerca de 2 mil crianças e jovens participaram das atividades. Scussel ressaltou que deseja manter parcerias como esta para 2018. 

Sindilat é homenageado pelo projeto Vereador Mirim. Foto: Leticia Szczesny

Ainda dá tempo de inscrever suas reportagens no 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo. As inscrições encerram-se hoje (10/11) à meia-noite. Os trabalhos devem ser remetidos para o e-mail (imprensasindilat@gmail.com) ou entregues em mãos na sede do sindicato na Avenida Mauá, 2011/505, em Porto Porto Alegre, das 9h às 18h.

O prêmio é uma promoção do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) e tem o objetivo de valorizar o trabalho da imprensa que acompanha o setor lácteo. A honraria será concedida para os melhores trabalhos veiculados na imprensa e que destacarem o desenvolvimento, avanços e desafios do setor. Podem se inscrever diplomados ou grupos profissionais, nas seguintes categorias: mídia impressa, mídia eletrônica, online e fotografia.

Os primeiros colocados de cada categoria serão premiados com um troféu e um Iphone. Já os segundos e terceiros colocados receberão troféu. Os finalistas serão divulgados até 27 de novembro, e os vencedores, durante a festa de fim de ano do Sindilat/RS, no dia 7 de dezembro.

Confira o regulamento aqui.

Ficha de inscrição:

Quem não se inscreveu no 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo tem mais uma chance para concorrer. O prazo para as inscrições foi prorrogado até o dia 10 de novembro. Promovido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), o concurso visa valorizar reportagens da imprensa gaúcha focadas no setor lácteo. A láurea será concedida para os melhores trabalhos veiculados que destacam desenvolvimento, avanços e desafios da cadeia leiteira. Os finalistas serão conhecidos até o dia 27 de novembro e os vencedores no dia 7 de dezembro.

O concurso abrange quatro categorias: mídia impressa, mídia eletrônica, online e fotografia, que serão avaliadas por uma comissão julgadora composta por profissionais da área de comunicação social e por executivos representantes das instituições ligadas ao setor. Para efetuar a inscrição, o candidato deve preencher a ficha que está disponível abaixo e enviá-la anexada ao e-mail imprensasindilat@gmail.com, junto com cópia de registro profissional, documento de identidade e a reportagem. Além disso, os interessados também podem entregar em mãos o trabalho na sede do sindicato (Av. Mauá, 2011/505), em Porto Alegre, das 9h às 18h.

Os trabalhos devem ter sido veiculados entre 2 de novembro de 2016 e 1º de novembro de 2017. Os primeiros colocados de cada categoria receberão um troféu e um iPhone. Já os segundos e terceiros premiados receberão um troféu.

Ficha de inscrição

Antes de efetuar a sua inscrição, leia atentamente o regulamento:

Regulamento 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo

CRONOGRAMA
O 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo é uma realização do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS que busca valorizar o trabalho da imprensa que cobre o setor lácteo gaúcho e que tanto contribuiu para o desenvolvimento do Brasil.
Período de Inscrições: 01/09/2017 a 10/11/2017
Divulgação dos Finalistas: até 27 de novembro
Divulgação dos Vencedores: 7 de dezembro

PARTICIPAÇÃO
1) Serão recebidos trabalhos publicados em língua portuguesa em veículos com sede no Brasil.
2) Tema: Os trabalhos inscritos devem abordar os aspectos relacionados ao setor lácteo, seu desenvolvimento tecnológico, avanços produtivos e desafios.
3) Os trabalhos a serem inscritos no 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo devem ter sido publicados/veiculados entre 02/11/2016 a 01/11/2017.
4) Podem participar jornalistas devidamente registrados ou grupo de profissionais, sendo ao menos um jornalista.
5) Não há limite de número de trabalhos a serem inscritos por candidato.

CATEGORIAS
O 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo divide-se em quatro categorias:
1) Impresso: reúne trabalhos de veículos impressos a serem enviados em formato PDF;
2) Eletrônico: reúne trabalhos divulgados em veículos eletrônicos (rádio e televisão) a serem enviados mediante link;
3) Online: Trabalhos veiculados no período recomendado desde que apresentem indicação expressa da data de veiculação e fornecimento do link ativo;
4) Fotografia: Imagens alusivas à atividade leiteira veiculadas na imprensa, independente da plataforma. Enviar a imagem original (em JPG) e PDF da publicação;

PREMIAÇÃO
Os vencedores (1º lugar) de cada categoria receberão troféu e um Iphone. Os segundos e terceiros classificados receberão um troféu de colocação.
É reservado ao Sindilat o direito, sem aprovação prévia ou comunicação, de substituir os prêmios em caso de falta de disponibilidade dos mesmos, por outro de sua escolha.

SOBRE A INSCRIÇÃO
1) O candidato deve preencher a ficha de inscrição (uma para cada trabalho inscrito).
2) Os trabalhos devem ser enviados por email para imprensasindilat@gmail.com respeitando as particularidades de cada categoria. Em caso de envio de mais de um trabalho, deve-se produzir um email para cada reportagem inscrita.
3) Documentação a ser anexada no email:
- Reportagem;
- Ficha de Inscrição preenchida e assinada;
- Documento de Identidade;
- Cópia do Registro Profissional;
- Atestado de autoria (Se necessário);
4) O material deve ser enviado por email (imprensasindilat@gmail.com) ou entregue em mãos na sede do Sindilat (Av Mauá, 2011/505 – Porto Alegre das 9:00h até as 18:00h) até 1º de novembro de 2017.
5) A efetivação/finalização da inscrição será confirmada por email;
6) A Comissão Julgadora é responsável pela análise das inscrições e eventuais exclusões de trabalhos que não estejam em conformidade com as disposições deste regulamento.
7) A Comissão Julgadora será composta por profissionais de comunicação social, representantes do Sindilat e de instituições ligadas ao agronegócio.

COMPOSIÇÃO DE JURADOS:
O SINDILAT se reserva o direito de substituir qualquer nome referido, por razões de força maior, comprometendo-se a divulgar todos os participantes inscritos.
O corpo de jurados estará composto por profissionais da área de comunicação social e por executivos representantes das instituições ligadas ao setor lácteo.
Os jurados elegerão entre seus componentes, por consenso ou por votação, o presidente do júri. O mesmo será responsável pelo voto de desempate nos casos em que for necessário.
As decisões dos jurados são soberanas, respeitando as disposições do presente regulamento, sem qualquer espécie de recurso a este tipo de decisão.

DISPOSIÇÕES GERAIS
1) O autor ou autores dos trabalhos autorizam previamente sua reprodução para fins de divulgação do 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo;
2) A decisão da Comissão Julgadora pela exclusão de um determinado trabalho será irrevogável;
3) O participante será desclassificado em caso de fraude comprovada;
4) Funcionários do Sindilat/RS, diretores e assessores não estão habilitados a participar desse concurso;
5) As reproduções, cópias ou qualquer outro elemento referente aos trabalhos enviados, não serão devolvidos;
6) A comissão técnica estará integrada por membros designados pelos organizadores, a seu critério exclusivo;
7) O autor dos trabalhos inscritos autoriza previamente que suas obras sejam objeto de reprodução, na totalidade, ou em parte, nas iniciativas de responsabilidade dos organizadores do Prêmio SINDILAT de Jornalismo, tais como livros, revistas, folhetos, páginas na web, catálogos e exposições, em que predomine o caráter informativo/cultural, independente de qualquer licença ou remuneração além do prêmio previsto no presente regulamento;
8) Está previsto no presente regulamento, sendo responsabilidade do júri, a decisão sobre casos omissos, por consenso ou por maioria de votos dos jurados, sendo irrevogável esta decisão;
9) Os participantes inscritos se declaram conscientes de todos os termos e estão automaticamente de acordo com todas as normas previstas no presente regulamento;
10) O Sindilat se reserva o direito, se necessário, em qualquer momento, sem aviso prévio, de modificar algumas das disposições do presente regulamento, em conformidade com seus objetivos;
11) A participação neste concurso é voluntária e gratuita.
12) São consideradas como válidas as participações que cumpram todas as condições e prazos previstos neste regulamento;
13) As questões previstas no presente regulamento serão resolvidas por liberdade do Sindilat e suas decisões serão soberanas e inapeláveis;
14) Os participantes do presente concurso cultural, incluindo o ganhador, assumem a responsabilidade total e exclusiva da propriedade intelectual dos trabalhos inscritos, bem como, de toda e qualquer reclamação por parte de terceiros que se sintam prejudicados por sua participação no concurso e pela transferência de seus direitos. O Sindilat não será responsável por qualquer infração de direitos autorais;
15) O participante se compromete a liberar todos os documentos e permissões necessários para o uso, por parte do Sindilat, dos trabalhos premiados;

Para conhecer, estudar e orientar empresas sobre o sistema E-Social, que tem o intuito de controlar o cumprimento de obrigações trabalhistas, previdenciárias, fiscais e contábeis pelos empregadores e contribuintes, a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav) e o Sindicato da Indústria de Produtos Avícolas do RS (Sipargs) promovem, no dia 14 de novembro, um treinamento sobre o tema. O curso, previsto para ocorrer das 8h às 18h, na sede da Asgav/Sipargs (Av. Mauá, 2011, 9º andar, Centro), em Porto Alegre (RS), terá carga horária de oito horas e será ministrado por Jairo Guadagnini, consultor da empresa CR Basso.

Segundo o diretor executivo da Asgav/Sipargs, José Eduardo dos Santos, a iniciativa visa abrir canal de informação entre consultoria e associados para apoiá-los a se adaptarem ao novo sistema. “Precisamos dessa visão avançada, já que essas exigências vão começar a cair sobre as indústrias”, pontou. O Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat) apoia o evento.

O E-Social promete padronizar transmissão, validação, armazenamento e distribuição das informações. É um produto do Serviço Público de Escrituração Digital (SPED) que substitui e simplifica uma série de obrigações, entre elas a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e o Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social (GFIP). A data limite para implantação do sistema no Brasil está prevista para 2018.

O custo para a participação no curso é de R$ 350 por pessoa, valor que inclui material didático, certificado, dois coffee breaks e almoço. Interessados devem enviar a ficha de inscrição até o dia 7 de novembro pelo e-mail: sipargs@asgav.com.br

Os jornalistas interessados em participar do 3º Prêmio Sindilat de Jornalismo têm até esta quarta-feira (1/11), para inscrever seus trabalhos. O prêmio é oferecido pelo Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat), com o objetivo de valorizar o trabalho da imprensa gaúcha dentro do setor lácteo. A honraria será concedida para os melhores trabalhos veiculados na imprensa e que destacam desenvolvimento, avanços e desafios do setor. Podem se inscrever jornalistas ou grupos, desde que algum tenha registro profissional.

O prêmio vai reconhecer profissionais em quatro categorias: mídia impressa, mídia eletrônica, online e fotografia. Para efetuar a inscrição, o candidato deve preencher a ficha que está disponível no site do Sindilat (www.sindilat.com.br) e enviá-la anexada ao e-mail imprensasindilat@gmail.com, junto com cópia de registro profissional, documento de identidade e a reportagem. Além disso, os interessados também podem entregar em mãos na sede do sindicato (Av. Mauá, 2011/505), em Porto Alegre, das 9h às 18h.

Os trabalhos devem ter sido veiculados entre 2 de novembro de 2016 e 1º de novembro de 2017. Os finalistas serão conhecidos até o dia 27 de novembro e os vencedores no dia 7 de dezembro. Os primeiros colocados de cada categoria receberão um troféu e um iPhone. Já os segundos e terceiros premiados receberão um troféu. Confira o regulamento no site.

O Grande Expediente da Assembleia Legislativa homenageou nesta quinta-feira (26/10) a Cooperativa Piá, que em 2017 completa 50 anos. O reconhecimento feito pelos deputados deve-se à importante contribuição da empresa para a economia do Estado. A cerimônia contou com a presença do secretário da Agricultura, Ernani Polo, do prefeito de Nova Petrópolis, Régis Luiz e do deputado Elton Weber, que propôs a homenagem, além de representantes de cooperativas gaúchas. Na ocasião, Weber destacou que a cooperativa tem 1.142 funcionários e congrega 2.433 associados, entre produtores de leite e de frutas. "Se desenvolveu, cresceu, e está se preparando para o futuro", disse, sobre a trajetória de cinco décadas da Piá.

O secretário-executivo do Sindicato da Indústria de Laticínios (Sindilat), Darlan Palharini, participou do evento para reconhecer o trabalho da cooperativa que, segundo ele, "é motivo de orgulho". "Para o Sindilat, os 50 anos da Piá é de grande importância, já que a cooperativa é uma das líderes no mercado de produtos lácteos", disse, desejando que este seja somente o início de uma caminhada de grande crescimento.

Desde a sua criação, em 1967, incentivada pela vinda de técnicos alemães que trouxeram conhecimento e recursos, a Piá vem contribuindo para o aumento da renda dos agricultores da região e de todo o Estado. "Essa homenagem vem confirmar o trabalho e também o reconhecimento da sociedade gaúcha à excelência dos produtos colocados à disposição dos consumidores", afirmou o presidente da Cooperativa Piá, Jeferson Smaniotto.

Homenagem a Piá. Foto: Leticia Szczesny