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Porto Alegre, 16 de novembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.147

 

 Katia Abreu na Índia e China

A ministra da Agricultura, Kátia Abreu, iniciou na última sexta-feira (13) uma missão estratégica na Índia e na China, fundamental para o futuro do agronegócio brasileiro. Estamos falando dos dois países mais populosos do planeta (36% da população mundial) e que em 2030 ocuparão, respectivamente, a terceira e a primeira posição no PIB mundial, com imenso potencial de crescimento no consumo de alimentos.

No campo do agronegócio, o principal desafio é ampliar o acesso a esses dois megamercados, o que permitiria a diversificação do comércio. Hoje, nossas exportações encontram-se perigosamente concentradas no complexo soja, que responde por 80% das exportações do agronegócio para a China e 60% para a Índia.

Por exemplo, na promissora e complexa cadeia produtiva das proteínas animais, temos livre acesso apenas para alguns componentes da ração que alimenta aves, suínos e bovinos, como o milho e a soja. O acesso das nossas carnes é literalmente proibido por tarifas altíssimas (no caso da Índia), barreiras não tarifárias e por um moroso sistema que habilita plantas industriais brasileiras para exportar caso a caso. Exportar carnes geraria de 4 a 10 vezes mais valor por tonelada do que soja. Abrir mercados na Ásia é uma tarefa hercúlea e sensível, prioritária para a ministra e para o futuro da nossa agricultura.

O segundo desafio é fortalecer e sofisticar as cadeias globais de suprimento que ligam o Brasil e os dois gigantes asiáticos na área de alimentos e bebidas. O primeiro passo é ir além da dimensão comercial, centrada no relacionamento com tradings e importadores de commodities.

Neste momento, grandes empresas do agronegócio brasileiro têm se internacionalizado e avançado nas cadeias da alimentação, montando estruturas de processamento nos países-destino e investindo em armazenagem, distribuição e marcas globais. Produtos e marcas brasileiras precisam chegar com força aos varejistas, aos serviços de alimentação, aos restaurantes e até à incrível revolução do comércio digital que está ocorrendo na China e na Índia.

A exemplo de outros países, é fundamental ampliar os mecanismos de coordenação e coerência regulatória dos governos em áreas como sanidade e qualidade do alimento, combate a doenças, rastreabilidade de produtos, sustentabilidade, saúde e nutrição.

Mas as oportunidades não se restringem à expansão de empresas e marcas brasileiras no exterior. A competitividade do agronegócio depende também do fortalecimento do seu elo mais fraco, que é infraestrutura brasileira. Esse é um dos temas mais relevantes para Kátia e será devidamente tratado com autoridades e investidores na China e na Índia.

As diversas reuniões presidenciais, os acordos de cooperação bilateral, as ações plurilaterais como G20 e Brics e as perspectivas da "nova rota da seda" e do recém-criado Banco de Infraestrutura e Investimento tornam especial o atual momento das nossas relações com Índia e China.

E não há área mais promissora para aprofundar essas relações que o agronegócio visto na sua amplitude. Kátia Abreu conhece bem a região e o imenso potencial dessas duas parcerias estratégicas. Em tempos de crise e pessimismo no Brasil, uma maior aproximação com nossos principais clientes do presente e do futuro pode trazer ótimas notícias. (Marcos Sawaya Jank, especialista em questões globais do agronegócio, para o jornal Folha de São Paulo)
 
 
Simvet promove curso sobre Responsabilidade Técnica

O Sindicato dos Médicos Veterinários no Estado do Rio Grande do Sul (Simvet/RS) promove, entre os dias 14 e 17 de dezembro, o primeiro curso de Responsabilidade Técnica em Indústrias de Produtos de Origem Animal. O encontro vai apresentar a legislação e as necessidades para as indústrias na questão de sanidade e é pré-requisito para os cursos complementares, específicos por área, que serão oferecidos posteriormente. O módulo básico será realizado na sede do Sindicato dos Engenheiros (Senge), localizada na avenida Érico Veríssimo, 960. Os interessados devem se inscrever pelo e-mail rt.simvetrs@gmail.com até o dia 4 de dezembro. As vagas são limitadas. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

Preço dos lácteos é pressionado por maior competição na Europa

A pressão sobre os preços internacionais de lácteos ganhou força nas últimas semanas e os indicadores de curto prazo estão extremamente fracos, afirmou o economista Doug Steel, do banco BNZ Agricultural. "Esta queda parece estar associada com os acontecimentos na União Europeia", uma vez que o euro desvalorizado fez com que uma quantidade maior de produtos lácteos da região se tornassem competitivos internacionalmente.

O analista explica que a desvalorização do euro colocou ainda mais pressão sobre os preços internacionais de lácteos. "Isso agrava a influência já negativa da maior oferta de leite da Europa, associada à retirada das cotas de produção no início de 2015 e a proibição russa às importações de lácteos da União Europeia e dos Estados Unidos", disse. (As informações são do Estadão Conteúdo)

Fonterra aumenta a previsão de pagamento aos produtores na temporada 2015/16

A Fonterra aumentou a previsão do pagamento para a temporada 2015/16 em decorrência do bom desempenho apresentado de agosto a outubro.

A Fonterra, maior exportadora mundial de lácteos, anunciou hoje que prevê dividendos de NZ$ 0,45 a NZ$ 0,55 por ação, antes projetados entre NZ$ 0,40 a NZ$ 0,50. Com o preço ao produtor (FGMP, sua sigla em inglês) previsto em NZ$ 4,60/kgMS [R$ 0,92/litro], [quilos de sólidos do leite], a Fonterra deverá pagar a seus acionistas entre NZ$ 5,05 [R$ 1,01/litro] a NZ$ 5,15/kgMS [R$ 1,03/litro] , na temporada 2015/16.

"Embora seja difícil melhorar os preços aos produtores diante das baixas cotações globais, os agricultores irão usufruir do melhor desempenho da Fonterra", disse John Wilson, o presidente da Cooperativa.
"O desempenho está bem melhor do que o do ano passado e atingimos as metas de margens brutas, despesas operacionais e financeiras. Ao mesmo tempo iniciativas de transformação de negócios estão gerando economia significativa de capital de giro. Estamos no caminho certo, e, portanto, em condições de melhorar a distribuição de dividendos", acrescentou Wilson.

Em setembro a Fonterra aumento a previsão do FGMP para a temporada 2015/16 em NZ$ 0,75, chegando a NZ$ 4,60/kgMS [R$ 0,92/litro] [quilos de sólidos do leite], quando houve recuperação nas cotações das commodities lácteas no mercado mundial. No início da temporada, 01 de junho, a previsão era de NZ$ 5,25/kgMS [R$ 1,05/litro]. Em agosto, no entanto, a estimativa foi reduzida para NZ$ 3,85 [R$ 0,77/litro].

O aumento em setembro, refletia as melhoras nos preços internacionais, justificou a Fonterra na época. O Índice Geral do GlobalDaiyTrade (gDT), a média ponderada das variações percentuais dos preços da commodities lácteas na plataforma da Fonterra, aumentou 52,1% em quatro leilões de agosto, setembro e outubro. O Índice gDT, no entanto, caiu 10,5% nos últimos dois eventos, (-3,1%) em 20 de outubro, e (-7,4%) em 3 de novembro. (Dairy Reporter/Tradução Livre:Terra Viva)

 
 
O novo leite fresco
Nem todas as redes gaúchas de supermercados aderiram ao novo leite fresco em garrafas plásticas e novos prazos de validade, bem mais nutritivo que o longa vida. O leite Santa Clara vale por oito dias e o Piá por 12. (Jornal do Comércio)

    

Teve início nesta sexta-feira (13/11) a segunda etapa do projeto Dia do Leite na Escola. Depois do lançamento da revistinha “Pedrinho & Lis - A origem do Leite” durante a Expointer, foi a vez da equipe que coordena ação junto à Secretaria da Agricultura (Seapa) visitar a primeira escola para falar a crianças entre 6 e 12 anos. A ação ocorreu na Escola Professor Oscar Pereira, na Vila da Cascata, Zona Sul de Porto Alegre. Segundo o coordenador da Câmara Setorial do Leite, Danilo Cavalcante Gomes, foi realizada uma explanação lúdica para detalhar a forma de produção, transporte e processamento do leite que chega à mesa dos consumidores. Após a apresentação foi servida merenda à base de produtos lácteos, como leite e iogurte achocolatados. A ação teve apoio do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat).

A ideia é dar sequências às visitas aos colégios, intensificando o calendário em 2016. “Queremos visitar uma escola por semana”, prevê Gomes, lembrando que, inicialmente, o projeto está mais focado no meio urbano. Em seguida, já estão previstas novas edições da revistinha que abordarão temáticas mais voltadas ao meio rural.
Escolas interessadas em participar do projeto devem entrar em contato com a equipe do Dia do Leite na Escola por meio do email fundoleite@agricultura.rs.gov.br ou pelo telefone (51) 3288-6305 e solicitar a realização da oficina.

Foto: Danilo Cavalcante Gomes

O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, entregou ao presidente da Languiru, Dirceu Bayer, e ao vice-presidente, Renato Kreimeier, placa em homenagem aos 60 anos de atuação da cooperativa, comemorados em evento na manhã desta sexta-feira (13/11), em Teutônia. O ato também contou com a presença de políticos, autoridades e do secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini.
A agenda de festividades pelo aniversário da Languiru foi dividia em dois dias de atividades. Na quinta-feira (12/11), foi realizada exposição de máquinas e equipamentos, além de palestras voltadas aos associados e suas famílias. Nesta sexta, foi a vez da Languiru entregar homenagens aos associados fundadores e das apresentações artísticas e culturais, além do lançamento do Hino da Cooperativa Languiru.

         
 

 
 


 

Porto Alegre, 13 de novembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.146

 

 Começam os testes com medidores no RS

Um grupo de autoridades e representantes do setor lácteo, como o secretário estadual de Agricultura, Ernani Polo, e o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, acompanhou, nesta quinta-feira (12), os primeiros testes com medidores de coleta automatizada e de vazão do leite. A pesquisa está sendo realizada na unidade da Cosulati, em Capão do Leão, resultado de uma parceria entre o Sindilat e a Embrapa Clima Temperado, de Pelotas.

A intenção da pesquisa é verificar o funcionamento dos medidores, levando em consideração a realidade dos produtores gaúchos e brasileiros. O segundo passo será a utilização desses equipamentos para melhorar a qualidade da matéria-prima, que chega até a indústria. Atualmente, a coleta das amostras é realizada manualmente pelo próprio transportador.

O secretário ressaltou a importância dos equipamentos por auxiliar no combate às fraudes. "Essa parceria possibilita avançarmos no controle do leite, é um compromisso do Estado e precisamos ampliar a qualidade do leite", explicou Polo. Nesta mesma linha, ele recordou que na quarta-feira, o governo do Estado e as entidades do setor encaminharam à Assembleia Legislativa o PL do Leite, que se aprovada, ampliará o rigor no transporte do leite.

Para o secretário-executivo, os equipamentos representam um avanço tecnológico importante e que já está consolidado internacionalmente, como na Europa. "Agora é preciso avaliar as adaptações necessárias para viabilizar a sua implantação", afirmou Palharini.

Os equipamentos podem funcionar em conjunto ou separadamente, montados em módulos. Se os resultados forem satisfatórios, a entidade buscará regulamentação de uso e isenção fiscal para importados e benefícios para os nacionais. O custo é de até R$ 60 mil. A previsão é que até o final de dezembro deste ano, cinco transportes tenham estes equipamentos para análises do leite. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

Darlan Palharini, do Sindilat, e Ernani Polo, da Seapa, durante visita a Cosulati
Crédito: Gabriel Munhoz/Seapa
 
 
Sindilat presta homenagem à Languiru

O presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, entregou ao presidente da Languiru, Dirceu Bayer, e ao vice-presidente, Renato Kreimeier, placa em homenagem aos 60 anos de atuação da cooperativa, comemorados em evento na manhã desta sexta-feira (13/11), em Teutônia.  O ato também contou com a presença de políticos, autoridades e do secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini.

A agenda de festividades pelo aniversário da Languiru foi dividia em dois dias de atividades. Na quinta-feira (12/11), foi realizada exposição de máquinas e equipamentos, além de palestras voltadas aos associados e suas famílias. Nesta sexta, foi a vez da Languiru entregar homenagens aos associados fundadores e das apresentações artísticas e culturais, além do lançamento do Hino da Cooperativa Languiru. (Assessoria de Imprensa Sindilat)


Crédito: Darlan Palharini
Ação orienta sobre produção do leite nas escolas

 
 
Ação orienta sobre produção do leite nas escolas

Teve início nesta sexta-feira (13/11) a segunda etapa do projeto Dia do Leite na Escola. Depois do lançamento da revistinha "Pedrinho & Lis - A origem do Leite" durante a Expointer, foi a vez da equipe que coordena a ação junto à Secretaria da Agricultura (Seapi) visitar a primeira escola para falar a crianças entre 6 e 12 anos. A ação ocorreu na Escola Professor Oscar Pereira, na Vila da Cascata, Zona Sul de Porto Alegre. Segundo o coordenador da Câmara Setorial do Leite, Danilo Cavalcante Gomes, foi realizada uma explanação lúdica para detalhar a forma de produção, transporte e processamento do leite que chega à mesa dos consumidores. Após a apresentação foi servida merenda à base de produtos lácteos, como leite e iogurte achocolatados. A ação teve apoio do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS (Sindilat).

A ideia é dar sequências às visitas aos colégios, intensificando o calendário em 2016. "Queremos visitar uma escola por semana", prevê Gomes, lembrando que, inicialmente, o projeto está mais focado no meio urbano. Em seguida, já estão previstas novas edições da revistinha que abordarão temáticas mais voltadas ao meio rural.

Escolas interessadas em participar do projeto devem entrar em contato com a equipe do Dia do Leite na Escola por meio do email fundoleite@agricultura.rs.gov.br ou pelo telefone (51) 3288-6305 e solicitar a realização da oficina. (Assessoria de Imprensa Sindilat)

 

Crédito: Fernando Dias
 
 
Banco Central da Nova Zelândia prevê riscos pela crise do leite

Os produtores de leite que estão enfrentando uma segunda estação de preços fracos e um desequilíbrio regional devido ao aumento no mercado de propriedades de Auckland (maior cidade da Nova Zelândia), são um risco crescente para a economia do pais, disse o banco central neozelandês.

Houve um aumento substancial em empréstimos no setor de lácteos nos últimos dois anos devido aos altos níveis de dívidas e queda nos preços do leite, disse o Reserve Bank of New Zealand (RBNZ) em seu relatório semestral de estabilidade financeira. "Achamos que a dívida no setor leiteiro aumentou em cerca de NZ$ 3 bilhões (US$ 1,95 bilhão) nos últimos 12 meses e cerca de metade dos produtores de leite estão passando por uma segunda estação consecutiva de fluxos de caixa negativos", disse o diretor do banco, Graeme Wheeler.

Após aumentar firmemente desde 2008 e alcançar recordes em 2013, os preços globais caíram muito devido à queda no crescimento econômico do principal mercado da Nova Zelândia, a China, e ao excesso de oferta global de produtos lácteos. Os preços caíram levemente em agosto à medida que a desaceleração da oferta pressionou os preços, oferecendo esperança que o mercado de lácteos estava estabilizando, mas declinaram novamente nos dois últimos leilões globais.

 
 
O RBNZ está também cada vez mais preocupado com o aumento dos preços das casas em Auckland, que está se refletindo nas regiões vizinhas. "Pela primeira vez, o RBNZ reconhece o recente fortalecimento em alguns mercados regionais", disseram analistas do ANZ. "Embora não acreditemos que uma mudança está pendente, está claro que se a força nesses mercados persistir, o RBNZ não hesitará em voltar a apertar as restrições de empréstimos nesses mercados".

O RBNZ já estreitou as regras de empréstimo para lidar com o aumento dos preços das casas em Auckland. O banco central disse que é muito cedo para dizer se isso foi eficaz, mas novas restrições a investidores são esperadas com o intuito de reduzir os preços das casas em Auckland de 2 a 4% no próximo ano.

O RBNZ também disse que a recente queda no dólar neozelandês foi um amortecedor significante para a economia e sistemas financeiros. Em sua última reunião em outubro, o RBNZ falou sobre as preocupações com o aumento do dólar neozelandês. O banco manteve taxas de 2,75% após três cortes consecutivos, mas sugeriu que poderá cortar taxas novamente na próxima reunião em dezembro.
Em 12/11/15 - 1 Dólar Neozelandês = US$ 0,65311 
1,53055 Dólar Neozelandês = US$ 1 (Fonte: Oanda.com). (As informações são da Reuters)

 
Padarias resistem mais à crise que lanchonetes
Mais da metade dos restaurantes, lanchonetes e padarias de cinco capitais do país (55,78%) tiveram queda no faturamento de janeiro a setembro deste ano. A retração superou 10% para 38,19% deles e o segmento mais afetado foi o de lanchonetes, que têm na classe C seu principal público. Com a crise econômica, os consumidores dessa faixa de renda são os que mais deixaram de fazer refeições fora de casa. (Fonte: Valor Econômico)
 

Um grupo de autoridades e representantes do setor lácteo, como o secretário estadual de Agricultura, Ernani Polo, e o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, acompanhou, nesta quinta-feira (12), os primeiros testes com medidores de coleta automatizada e de vazão do leite. A pesquisa está sendo realizada na unidade da Cosulati, em Capão do Leão, resultado de uma parceria entre o Sindilat e a Embrapa Clima Temperado, de Pelotas.

A intenção da pesquisa é verificar o funcionamento dos medidores, levando em consideração a realidade dos produtores gaúchos e brasileiros. O segundo passo será a utilização desses equipamentos para melhorar a qualidade da matéria-prima, que chega até a indústria. Atualmente, a coleta das amostras é realizada manualmente pelo próprio transportador.

O secretário ressaltou a importância dos equipamentos por auxiliar no combate às fraudes. “Essa parceria possibilita avançarmos no controle do leite, é um compromisso do Estado e precisamos ampliar a qualidade do leite", explicou Polo. Nesta mesma linha, ele recordou que na quarta-feira, o governo do Estado e as entidades do setor encaminharam à Assembleia Legislativa o PL do Leite, que se aprovada, ampliará o rigor no transporte do leite.

Para o secretário-executivo, os equipamentos representam um avanço tecnológico importante e que já está consolidado internacionalmente, como na Europa. “Agora é preciso avaliar as adaptações necessárias para viabilizar a sua implantação”, afirmou Palharini.

Os equipamentos podem funcionar em conjunto ou separadamente, montados em módulos. Se os resultados forem satisfatórios, a entidade buscará regulamentação de uso e isenção fiscal para importados e benefícios para os nacionais. O custo é de até R$ 60 mil. A previsão é que até o final de dezembro deste ano, cinco transportes tenham estes equipamentos para análises do leite.

Crédito: Gabriel Munhoz/Seapa

Legenda: Darlan Palharini, do Sindilat, e Ernani Polo, da Seapa, durante visita a Cosulati

 

Um grupo de autoridades e representantes do setor lácteo, como o secretário estadual de Agricultura, Ernani Polo, e o secretário-executivo do Sindilat, Darlan Palharini, acompanhou, nesta quinta-feira (12), os primeiros testes com medidores de coleta automatizada e de vazão do leite. A pesquisa está sendo realizada na unidade da Cosulati, em Capão do Leão, resultado de uma parceria entre o Sindilat e a Embrapa Clima Temperado, de Pelotas.

A intenção da pesquisa é verificar o funcionamento dos medidores, levando em consideração a realidade dos produtores gaúchos e brasileiros. O segundo passo será a utilização desses equipamentos para melhorar a qualidade da matéria-prima, que chega até a indústria. Atualmente, a coleta das amostras é realizada manualmente pelo próprio transportador.

O secretário ressaltou a importância dos equipamentos por auxiliar no combate às fraudes. “Essa parceria possibilita avançarmos no controle do leite, é um compromisso do Estado e precisamos ampliar a qualidade do leite", explicou Polo. Nesta mesma linha, ele recordou que na quarta-feira, o governo do Estado e as entidades do setor encaminharam à Assembleia Legislativa o PL do Leite, que se aprovada, ampliará o rigor no transporte do leite.

Para o secretário-executivo, os equipamentos representam um avanço tecnológico importante e que já está consolidado internacionalmente, como na Europa. “Agora é preciso avaliar as adaptações necessárias para viabilizar a sua implantação”, afirmou Palharini.

Os equipamentos podem funcionar em conjunto ou separadamente, montados em módulos. Se os resultados forem satisfatórios, a entidade buscará regulamentação de uso e isenção fiscal para importados e benefícios para os nacionais. O custo é de até R$ 60 mil. A previsão é que até o final de dezembro deste ano, cinco transportes tenham estes equipamentos para análises do leite.

Crédito: Gabriel Munhoz/Seapa 

Legenda: Darlan Palharini, do Sindilat, e Ernani Polo, da Seapa, durante visita a Cosulati

         
 

 
 


 

Porto Alegre, 12 de novembro de 2015                                                 Ano 9 - N° 2.145

 

 Abertas inscrições para o 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo

Já estão abertas as inscrições para o 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo. A iniciativa, que busca valorizar o trabalho da mídia especializada no agronegócio e a produção de reportagens sobre o setor lácteo, recebe trabalhos até o dia 30 de novembro. A entrega da premiação será realizada durante a festa de fim de ano do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS, a ser realizada no dia 10 de dezembro, no Hotel Plaza São Raphael, em Porto Alegre.

O 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo é dividido em quatro categorias: mídia impressa, mídia eletrônica, on line e fotografia. Todas as peças devem ter data de publicação/veiculação entre 1º/01/2015 e 29/11/2015.  Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora, e os primeiros colocados de cada categoria receberão troféu e premiação, que consiste em um Iphone 6-16GB para o primeiro colocado de cada uma das categorias e troféus para o segundo e terceiro colocados.

Para participar, basta enviar os trabalhos e a documentação necessária para o Sindilat por e-mail (imprensasindilat@gmail.com). Além da produção (PDF para texto e foto, e link para vídeo/áudio e web), também devem ser anexados cópias de um documento de identidade, registro profissional e ficha de inscrição preenchida. Os trabalhos que não tiverem expressa identificação do autor deverão remeter um atestado de autenticidade. Os finalistas serão divulgados até o dia 5 de dezembro.

O concurso tem caráter exclusivamente cultural, não está vinculado à compra de nenhum tipo de produto e não está subordinado ou vinculado a qualquer modalidade de sorte ou jogo, nem tampouco ao pagamento de qualquer valor, conforme a Lei 5.768 de 20/12/71 e o Decreto de Lei 70.951 de 09/08/72 (texto do Artigo 3º da Lei 5.768 de 20/12/71: "Independe de autorização, não se lhes aplicando o disposto nos artigos anteriores: I- a distribuição gratuita de prêmios mediante sorteio realizado diretamente por pessoa jurídica de direito público, nos limites de sua jurisdição, como meio auxiliar de fiscalização ou arrecadação de tributos de sua competência; II- a distribuição gratuita de prêmios em razão do resultado de concurso exclusivamente cultural, artístico, desportivo ou recreativo, não subordinado a qualquer modalidade de álea ou pagamento pelos concorrentes, nem vinculação destes ou dos contemplados à aquisição ou uso de qualquer bem, direito ou serviço"). (Assesssoria de Imprensa Sindilat)
 
 
 
Brasil deve assumir liderança na exportação de produtos agrícolas a partir de 2024

O Brasil deverá assumir a liderança mundial na exportação de produtos agrícolas a partir de 2024, quando a área plantada será de 69,4 milhões de hectares, segundo estudo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), comentado em nota pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Grande parte do crescimento da área plantada se dará nas culturas de cana-de-açúcar, com aumento de 37%; algodão (35%) e oleaginosas, especialmente soja (23%).

Esse aumento da área plantada, segundo a CNA, é resultado do avanço da produção agrícola sobre áreas de pecuária degradada, áreas de abertura (aquelas de primeiro plantio) e principalmente do aumento do plantio da segunda safra no Centro-Oeste e no Matopiba (região produtiva nos estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

A CNA estima que, até o fim de 2015, as vendas externas do setor agropecuário brasileiro deverão atingir US$ 88,3 bilhões. O desempenho é inferior ao de 2014, mas, ainda assim, a entidade considera o resultado bom, diante de estimativas de queda ao redor de 3% do Produto Interno Bruto (o PIB é a soma da produção de bens e serviços do país).

O campo brasileiro já avançou bastante, tendo em vista que o Brasil saiu da posição de importador de alimentos até metade da década de 1970 para ocupar lugar entre as potências agrícolas do mundo. De acordo com a CNA, esse feito é resultado de uma produtividade agrícola que cresceu nos últimos 25 anos, mantendo medidas de preservação ambiental, e do uso de tecnologia moderna. Assim, o país se tornou o terceiro maior exportador mundial de grãos, perdendo só para a Comunidade Europeia e os Estados Unidos.

A FAO observou no estudo que a soja deverá permanecer como líder na produção agrícola exportada pelo Brasil, que, hoje, se mantém no segundo lugar nos embarques mundiais, depois dos Estados Unidos. As exportações do produto dentro de nove anos tendem a atingir US$ 22,8 bilhões. A receita estimada, no entanto, deve ser menor que a atual, em razão do esperado aumento do consumo interno, de 27% nos próximos 10 anos, o que implicará diminuição do volume exportado pelo país.

De janeiro a setembro deste ano, as exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 67 bilhões e o setor contribuiu com 46% do total das vendas externas do país. A CNA destaca que a receita cambial no balanço deste ano promete apresentar queda ao redor de 9%, a despeito do recorde de 160,5 milhões de toneladas de produtos agropecuários que o Brasil vai exportar. Em volume, a instituição estima 13,9% de acréscimo na comparação com o ano passado.

Blocos comerciais
O Brasil quer definir a troca de ofertas entre Mercosul e União Europeia (UE) na última semana deste mês ou na primeira de dezembro. De acordo com o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, o ministro das Relações Exteriores do Paraguai, Eladio Loizada, que atualmente ocupa a presidência do Mercosul, viajará para a Bélgica ainda em novembro para se reunir com autoridades da Europa e acordar uma data específica para a troca.

"Ele vai à Bélgica se reunir com a comissária de Comércio, Cecilia Malmström, e outras autoridades para estabelecer uma data. Do ponto de vista do Mercosul e do Brasil, nosso interesse é que o encontro para troca de ofertas se realize ainda este ano", afirmou Vieira. O chanceler brasileiro informou ter expressado a Cecilia Malmström o apoio do Brasil ao esforço do Mercosul. "Tive contato faz umas três semanas. Disse que estávamos prontos para a troca de ofertas", declarou Mauro Vieira. (As informações são do Estado de Minas)

Valor pago aos produtores de leite em Minas Gerais cai 1,24%

Os preços pagos pelo litro de leite em outubro, referente à produção entregue em setembro, voltaram a recuar, em função do aumento de 3,74% no volume captado em Minas Gerais. De acordo com os dados levantados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), no Estado, o preço médio líquido por litro de leite retraiu 1,24%, enquanto a média bruta caiu 0,32%, com o litro do produto negociado a R$ 1,07. Para este mês, a expectativa é que os preços recuem novamente.

Segundo os pesquisadores do Cepea, a chegada das chuvas nas principais regiões produtoras de leite, em setembro, fez com que a produção aumentasse. Com o maior volume e a demanda não acompanhando a oferta, o valor pago ao produtor em outubro teve a segunda queda consecutiva em Minas.

A queda nos preços também foi verificada na média Brasil, composta pelos resultados de Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Goiás e Bahia. O preço líquido (sem frete e impostos) recebido pelo produtor recuou 1,15% de setembro para outubro, com a média caindo para R$ 0,973 por litro de leite.

Na comparação com outubro de 2014, o preço está 9,2% menor em termos reais, deflacionados pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (Ipca) de setembro de 2015. Ainda na média Brasil, o preço bruto médio (inclui frete e impostos) pago pelos laticínios e cooperativas foi de R$ 1,058 por litro, redução de 0,73% em relação ao mês anterior.

Em setembro, o Índice de Captação do Cepea (IcapL/Cepea) registrou novo aumento, de 3,26%, em relação a agosto e de 8,1% na comparação com setembro de 2014. Somente em Minas Gerais houve aumento de 3,74% na captação, o terceiro maior índice do País, atrás somente de São Paulo, cuja captação ficou 4,66% superior, e Goiás, com alta de 4,55% no volume.

Em Minas Gerais, o preço líquido do leite, R$ 0,99 por litro, recuou 1,24% quando comparado com o valor praticado no mês anterior. A média bruta estadual encerrou o período a R$ 1,07 por litro, retração de 0,32% frente aos valores praticados em setembro. (ClicFolha)

Preços/Europa 

Os produtores de leite da União Europeia receberam em média 29,91€/100 kg, [R$ 1,37/litro], 0,6% mais que no mês anterior. Comparado com o ano passado, a média ponderada dos preços caiu 6,54 €/100 kg, ou 17,9%, representando queda de 7.15 ppl, [R$ 0,43/litro] no ano. No Reino Unido o produtor recebeu em média € 31,37/100 kg [R$ 1,43 /litro], o sexto maior preço dentre as nações que compõem a UE-15, depois da Grécia, Finlândia, Itália, Áustria e França.

A média de preço na UE-15 foi de € 30,55/100kg, [R$ 1,40 /litro], em setembro, aumento de 0,6%, em relação a agosto, mas, 6,92 €/100 kg, ou 18,5% menos quando comparada com setembro de 2014. Entre os cinco maiores produtores de leite do bloco os preços foram: Alemanha (€ 28,83/100kg) [R$ 1,30/litro], França (€ 32,23/100kg) [R$ 1,47/litro], Reino Unido (€ 31,37/100 kg) [R$ 1,44/litro], Holanda (€ 28,50/100kg) [R$ 1,30/litro], e Polônia (€ 26,56/100kg) [R$ 1,22/litro], com a média geral de €29,41/100kg, [R$ 1,34/litro], com aumento de 0,1% em relação ao mês anterior. (DairyCo - Tradução Livre: Terra Viva)

Produção/NZ  

Algumas chuvas na Ilha Norte ajudaram a aliviar a seca por um ou dois meses mais, no entanto, ao leste Ilha Sul muitas áreas sofrem com déficit de umidade no solo e os irrigadores enfrentarão restrições futuras. Frente a esse clima de baixos rendimentos, investimentos pesados em irrigação apenas com absoluta falta de água, e cálculos rígidos sobre o retorno econômico dessas despesas.

As taxas de crescimentos das pastagens serão variadas na próxima quinzena, conforme previsões, quando surgem mais brotos, e a qualidade dependerá do manejo. O período de monta atinge seu pico nessas três semanas, esperando que 90% das matrizes sejam enxertadas, havendo uma nova onda de abate de animais atrasados. As cotações no mercado lácteo caíram, novamente, - 7% no leilão na semana passada e os preços voltam ao patamar de dois meses atrás, confirmando a expectativa de que não haverá recuperação até o final do ano. (Interest.co.nz - Tradução Livre: Terra Viva)
 

Lácteos e Saúde 
Lácteos e Saúde é o tema do Simpósio do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) a ser realizado em Campinas (SP), nos dias 17 e 18 de novembro, para discutir assuntos relacionados ao consumo de produtos lácteos e suas implicações na saúde humana, do ponto de vista médico, nutricional e tecnológico. As inscrições pelo sistema já foram encerradas, mas, inscrições remanescentes poderão ser solicitadas pelo email: eventos@ital.sp.gov.br. Os temas abordados são de grande importância para o setor lácteo de um modo geral, mas, especialmente para as indústrias de laticínios. Vão desde a importância nutricional do cálcio lácteo, até proteínas lácteas: ingredientes sinérgicos em sistemas protéicos. (ITAL)

 
 

 

 

Já estão abertas as inscrições para o 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo. A iniciativa, que busca valorizar o trabalho da mídia especializada no agronegócio e a produção de reportagens sobre o setor lácteo, recebe trabalhos até o dia 30 de novembro. A entrega da premiação será realizada durante a festa de fim de ano do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS, a ser realizada no dia 10 de dezembro, no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre.

O 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo é dividido em quatro categorias: mídia impressa, mídia eletrônica, on line e fotografia. Todas as peças devem ter data de publicação/veiculação entre 1º/01/2015 e 29/11/2015. Os trabalhos serão avaliados por uma comissão julgadora, e os primeiros colocados de cada categoria receberão troféu e premiação, que consiste em um Iphone 6-16GB para o primeiro colocado de cada uma das categorias e troféus para o segundo e terceiro colocados.

Para participar, basta enviar os trabalhos e a documentação necessária para o Sindilat por email (imprensasindilat@gmail.com). Além da produção (PDF para texto e foto, e link para vídeo/áudio e web), também devem ser anexados cópias de um documento de identidade, registro profissional e ficha de inscrição preenchida. Os trabalhos que não tiverem expressa identificação do autor deverão remeter um atestado de autenticidade. Os finalistas serão divulgados até o dia 5 de dezembro.

O concurso tem caráter exclusivamente cultural, não está vinculado à compra de nenhum tipo de produto e não está subordinado ou vinculado a qualquer modalidade de sorte ou jogo, nem tampouco ao pagamento de qualquer valor, conforme a Lei 5.768 de 20/12/71 e o Decreto de Lei 70.951 de 09/08/72 (texto do Artigo 3º da Lei 5.768 de 20/12/71: “Independe de autorização, não se lhes aplicando o disposto nos artigos anteriores: I- a distribuição gratuita de prêmios mediante sorteio realizado diretamente por pessoa jurídica de direito público, nos limites de sua jurisdição, como meio auxiliar de fiscalização ou arrecadação de tributos de sua competência; II- a distribuição gratuita de prêmios em razão do resultado de concurso exclusivamente cultural, artístico, desportivo ou recreativo, não subordinado a qualquer modalidade de álea ou pagamento pelos concorrentes, nem vinculação destes ou dos contemplados à aquisição ou uso de qualquer bem, direito ou serviço”).

 

Baixe aqui a Ficha de Inscrição:

Ficha_de_inscrição

 

Antes de efetuar sua inscrição leia atentamente o Regulamento:

REGULAMENTO: 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo

CRONOGRAMA

O 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo é uma realização do Sindicato da Indústria de Laticínios do RS que busca valorizar o trabalho da imprensa que cobre o setor lácteo gaúcho e que tanto contribuiu para o desenvolvimento do Brasil.

Período de Inscrições: 10/11/2015 a 30/11/2015
Divulgação dos Finalistas: até 5 de dezembro
Divulgação dos Vencedores: 10 de dezembro

PARTICIPAÇÃO

1) Serão recebidos trabalhos publicados em língua portuguesa em veículos com sede no Brasil.

2) Tema: Os trabalhos inscritos devem abordar os aspectos relacionados ao setor lácteo, seu desenvolvimento tecnológico, avanços produtivos e desafios.

3) Os trabalhos a serem inscritos na 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo devem ter sido publicados/veiculados entre 1/01/2015 e 29/11/2015.

4) Podem participar jornalistas devidamente registrados ou grupo de profissionais, sendo ao menos um jornalista.

5) Não há limite de número de trabalhos a serem inscritos por candidato.

CATEGORIAS
O 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo divide-se em quatro categorias:

1) Impresso: reúne trabalhos de veículos impressos a serem enviados em formato PDF
2) Eletrônico: reúne trabalhos divulgados em veículos eletrônicos (rádio e televisão) a serem enviados mediante link;
3) On line: Trabalhos veiculados no período recomendado desde que apresentem indicação expressa da data de veiculação e fornecimento do link ativo;
4) Fotografia: Imagens alusivas à atividade leiteira veiculadas na imprensa, independente da plataforma. Enviar a imagem original (em JPG) e PDF da publicação.

PREMIAÇÃO

Os vencedores (1º lugar) de cada categoria receberão troféu e um Iphone 6- 16GB. Os segundos e terceiros classificados receberão um troféu de colocação.
É reservado ao Sindilat o direito, sem aprovação prévia ou comunicação, de substituir os prêmios em caso de falta de disponibilidade dos mesmos, por outro de sua escolha.

SOBRE A INSCRIÇÃO

1) O candidato deve preencher a ficha de inscrição (uma para cada trabalho inscrito).
2) Os trabalhos devem ser enviados por email para imprensasindilat@gmail.com respeitando as particularidades de cada categoria. Em caso de envio de mais de um trabalho, deve-se produzir um email para cada reportagem inscrita.
3) Documentação a ser anexada no email:
- Reportagem;
- Ficha de Inscrição preenchida e assinada;
- Documento de Identidade;
- Cópia do Registro Profissional;
- Atestado de autoria (Se necessário).
4) O material deve ser enviado por email (imprensasindilat@gmail.com) ou entregue em mãos na sede do Sindilat (Av Mauá, 2011/505 – Porto Alegre das 9:00h até as 18:00h) até 30 de novembro de 2015.
5) A efetivação/finalização da inscrição será confirmada por email;
6) A Comissão Julgadora é responsável pela análise das inscrições e eventuais exclusões de trabalhos que não estejam em conformidade com as disposições deste regulamento.
7) A Comissão Julgadora será composta por profissionais de comunicação social, representantes do Sindilat e de instituições ligadas ao agronegócio. Integram o grupo: ARI, Sindicato dos Jornalistas do RS, Arfoc, Farsul e Sindilat.

COMPOSIÇÃO DE JURADOS:

O SINDILAT se reserva o direito de substituir qualquer nome referido, por razões de força maior, comprometendo-se a divulgar todos os participantes inscritos.

O corpo de jurados estará composto por profissionais da área de comunicação social e por executivos representantes das instituições ligadas ao setor lácteo.

Os jurados elegerão entre seus componentes, por consenso ou por votação, o presidente do júri. O mesmo será responsável pelo voto de desempate nos casos em que for necessário.

As decisões dos jurados são soberanas, respeitando as disposições do presente regulamento, sem qualquer espécie de recurso a este tipo de decisão.

DISPOSIÇÕES GERAIS

1) O autor ou autores dos trabalhos autorizam previamente sua reprodução para fins de divulgação do 1º Prêmio Sindilat de Jornalismo;

2) A decisão da Comissão Julgadora pela exclusão de um determinado trabalho será irrevogável;

3) O participante será desclassificado em caso de fraude comprovada;

4) Funcionários do Sindilat/RS, diretores e assessores não estão habilitados a participar desse concurso.

5) As reproduções, cópias ou qualquer outro elemento referente aos trabalhos enviados, não serão devolvidos.

6) A comissão técnica estará integrada por membros designados pelos organizadores, a seu critério exclusivo.

7) O autor dos trabalhos inscritos autoriza previamente que suas obras sejam objeto de reprodução, na totalidade, ou em parte, nas iniciativas de responsabilidade dos organizadores do Prêmio SINDILAT de Jornalismo, tais como livros, revistas, folhetos, páginas na web, catálogos e exposições, em que predomine o caráter informativo/cultural, independente de qualquer licença ou remuneração além do prêmio previsto no presente regulamento.

8) Está previsto no presente regulamento, sendo responsabilidade do júri, a decisão sobre casos omissos, por consenso ou por maioria de votos dos jurados, sendo irrevogável esta decisão.

9) Os participantes inscritos se declaram conscientes de todos os termos e estão automaticamente de acordo com todas as normas previstas no presente regulamento.

10) O Sindilat se reserva o direito, se necessário, em qualquer momento, sem aviso prévio, de modificar algumas das disposições do presente regulamento, em conformidade com seus objetivos.

11) A participação neste concurso é voluntária e gratuita.

12) São consideradas como válidas as participações que cumpram todas as condições e prazos previstos neste regulamento.

13) As questões previstas no presente regulamento serão resolvidas por liberdade do Sindilat e suas decisões serão soberanas e inapeláveis.

14) Os participantes do presente concurso cultural, incluindo o ganhador, assumem a responsabilidade total e exclusiva da propriedade intelectual dos trabalhos inscritos, bem como, de toda e qualquer reclamação por parte de terceiros que se sintam prejudicados por sua participação no concurso e pela transferência de seus direitos. O Sindilat não será responsável por qualquer infração de direitos autorais.

15) O participante se compromete a liberar todos os documentos e permissões necessários para o uso, por parte do Sindilat, dos trabalhos premiados.

 

 

 

 

Representantes do setor lácteo e do governo do Estado entregaram oficialmente, na manhã desta quarta-feira (11/11), à Assembleia Legislativa o projeto de lei que prevê a regulamentação da cadeia produtiva do leite. A iniciativa, que foi construída em conjunto pelo setor e o Executivo, busca coibir possíveis fraudes do produto e garantir a responsabilização em caso de irregularidades. Na entrega, o presidente da Assembleia Legislativa, Edson Brum, destacou a importância da regulamentação. “É imprescindível que exista uma punição sob quem insiste em fraudar a qualidade do leite. Trata-se de uma questão de saúde pública”, pontuou. 

O projeto, que prevê a regulamentação em todas as etapas de produção, comercialização e transporte de leite no Estado, foi encaminhado em regime de urgência e deve ser votado dentro de 30 dias, passando então a trancar a pauta de votações na Assembleia. Para o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, a chamada Lei do Leite vem em um momento importante para o controle da qualidade do produto gaúcho. Durante o debate da elaboração do PL, o Sindilat apresentou sugestão que previa a punição dos transportadores, que foi incluída no texto final. Guerra também destacou o aspecto social do projeto, uma vez que as irregularidades prejudicam toda a indústria, que tem mais de 100 mil famílias envolvidas na produção, além da saúde do consumidor.

Com o projeto, o transportador deverá atender a uma série de requisitos e, assim como já ocorre com a indústria, ficará sujeito à penalização monetária. O secretário da Agricultura, Ernani Polo, enalteceu o pioneirismo da proposta. “É um projeto construído em conjunto com diversas entidades do setor lácteo e que contempla todo o processo da cadeia produtiva do leite”, destacou.

Foto: Wilson Cardoso

O Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat) integrará a missão internacional organizada pelo Ministério da Agricultura (Mapa) à China na próxima semana. Na ocasião, deverão ser tratadas condições para as exportações de produtos lácteos brasileiros para o país. A comitiva, que é comandada pela ministra Kátia Abreu, saiu do Brasil na sexta-feira (06/11) da semana passada, passando também pela Arábia Saudita e Índia. A representante do Sindilat e da CCGL, Michele Muccillo Selbach, e o diretor da Lactalis, Guilherme Portella, se integrarão ao grupo na próxima terça-feira (17/11) e quarta-feira (18/11).

Em Pequim, na China, a comitiva participará de encontro no Ministério da Administração de Qualidade, Supervisão, Inspeção e Quarentena (AQSIQ). Já na quarta-feira (18/11), haverá reunião no Ministério da Agricultura (MOA). Também integram a programação, encontros no Ministério do Comércio (MOFCOM), com executivos da COFCO, e o CEO do China Investment Corporation – CIC, Ding Xuedong. Ainda na agenda de compromissos da missão está reunião organizada pela Abrafrigo com empresários da cadeia de proteínas.

A presença do Sindilat nestes encontros empresariais é fundamental, uma vez que, em setembro deste ano, a China abriu pela primeira vez mercado para receber lácteos brasileiros. A projeção do Mapa é que as exportações poderão ter incremento de US$ 45 milhões por ano.