{"id":9930,"date":"2022-07-19T19:48:07","date_gmt":"2022-07-19T19:48:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=9930"},"modified":"2022-07-19T19:49:52","modified_gmt":"2022-07-19T19:49:52","slug":"19-07-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/07\/19\/19-07-2022\/","title":{"rendered":"19\/07\/2022"},"content":{"rendered":"<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 19 de julho de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.705<\/p>\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>GDT - 19\/07\/2022<\/strong><br \/>\n&nbsp;<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/5D4T6eABF0474\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/5D4T6eABF0474\"><br \/>\n(Fonte: GDT)<\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>De onde vir\u00e1 o consumo no RS<\/b><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre e Caxias do Sul seguem no topo do ranking das cidades com maior potencial de consumo no Rio Grande do Sul. Depois, por\u00e9m, houve algumas trocas de posi\u00e7\u00e3o. Na sequ\u00eancia, Canoas e Santa Maria subiram, enquanto Pelotas caiu. Novo Hamburgo tamb\u00e9m avan\u00e7ou.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nAs 10 cidades ga\u00fachas no topo da lista somam R$ 153 bilh\u00f5es de potencial de consumo. \u00c9 o que mostra o estudo IPC Maps, que foi atualizado para 2022. H\u00e1 quase 30 anos, ele calcula os \u00edndices de potencial de consumo com base em dados oficiais.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNo pa\u00eds, a Regi\u00e3o Sul (17,9%) perdeu a segunda posi\u00e7\u00e3o do ranking para o Nordeste (18,2%). A volta dos turistas e a inje\u00e7\u00e3o do aux\u00edlio emergencial com outros programas sociais ajudaram na mudan\u00e7a. Por outro lado, a estiagem afetou o Sul, avalia o IPC Marketing. Sudeste continua liderando o ranking das regi\u00f5es, respondendo por 49% do consumo nacional. Assim como no ano passado, o quarto lugar segue ocupado pelo Centro-Oeste, reduzindo sua fatia para 8,5%, e por \u00faltimo, vem a Regi\u00e3o Norte, que amplia sua atua\u00e7\u00e3o para 6%. (Zero Hora)<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/4k6P2bABF0214\" alt=\"\" width=\"454\" height=\"529\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/4k6P2bABF0214\"><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><b>Corte de impostos puxa a desacelera\u00e7\u00e3o do IGP-10<br \/>\n<\/b>&nbsp;<br \/>\nA desacelera\u00e7\u00e3o do \u00cdndice Geral de Pre\u00e7os - 10 (IGP-10), divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV Ibre) foi influenciada principalmente pelos efeitos da desonera\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria sobre os pre\u00e7os ao consumidor. Em julho, o IGP-10 subiu 0,60%, contra 0,74% no m\u00eas anterior. Dentro do IGP-10, o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no \u00edndice, teve alta de 0,42% em julho, contra 0,72% no m\u00eas anterior. Matheus Pe\u00e7anha, economista do FGV Ibre, destaca que a redu\u00e7\u00e3o de impostos foi o principal motor dessa desacelera\u00e7\u00e3o. Em julho, a gasolina recuou 1,49%, enquanto a energia caiu 1,45% dentro do IPC. \u201cO IPC mostra que a redu\u00e7\u00e3o do ICMS est\u00e1 fazendo efeito muito r\u00e1pido. E tem espa\u00e7o para cair ainda mais\u201d, diz Pe\u00e7anha, que n\u00e3o descarta um IPCA negativo em julho.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSete das oito classes de despesa componentes do \u00edndice registraram decr\u00e9scimo em suas taxas de varia\u00e7\u00e3o entre junho e julho. As principais contribui\u00e7\u00f5es partiram dos seguintes itens: gasolina (0,24% para -1,49%), passagem a\u00e9rea (16,35% para 6,99%), artigos de higiene e cuidado pessoal (1,64% para -1,34%), roupas (2,04% para 0,99%), combo de telefonia, internet e TV por assinatura (-0,59% para -1,79%), servi\u00e7os banc\u00e1rios (0,78% para 0,11%) e taxa de \u00e1gua e esgoto residencial (3,74% para 0%). Em contrapartida, apenas o grupo Alimenta\u00e7\u00e3o (0,42% para 1,48%) apresentou acr\u00e9scimo em sua taxa de varia\u00e7\u00e3o. Nesta classe de despesa, a maior influ\u00eancia partiu do item latic\u00ednios, cuja taxa passou de 3,94% para 8,81%. \u201cLatic\u00ednios ainda est\u00e3o pressionados. A cadeia de latic\u00ednios sofre n\u00e3o apenas com a entressafra, houve desinvestimentos no setor\u201d, diz Pe\u00e7anha.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nSegundo ele, a expectativa \u00e9 que a infla\u00e7\u00e3o ao consumidor fique mais controlada at\u00e9 o fim do ano, muito por conta dos benef\u00edcios tribut\u00e1rios. O economista prev\u00ea um IPCA em torno de 7,5% ao fim de 2022, mas admitiu que em janeiro \u201cn\u00e3o sabe como fica\u201d. \u201cMas at\u00e9 dezembro vai segurar a desacelera\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o\u201d, frisa. J\u00e1 o \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do IGP-10, subiu 0,57% em julho, contra 0,47% em junho. Os principais motivos para a acelera\u00e7\u00e3o do IPA foram alimentos e combust\u00edveis, com destaque para o avan\u00e7o de 16,3% do leite industrializado e a alta de 10,91% do diesel. \u201cO IPA pega o combust\u00edvel na refinaria, ou seja, a queda do imposto n\u00e3o afeta a medi\u00e7\u00e3o. E o IGP-10 teve impacto cheio do \u00faltimo reajuste da Petrobras\u201d, disse Pe\u00e7anha. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><i><b>C\u00e2mbio - Argentina adota 13 cota\u00e7\u00f5es<br \/>\n<\/b>&nbsp;A Argentina tem atualmente ao menos 13 tipos de convers\u00e3o de moeda. Restri\u00e7\u00f5es e tributos criaram cota\u00e7\u00f5es para diferentes segmentos da economia. Al\u00e9m do d\u00f3lar comercial, paralelo e turismo, como no Brasil, o pa\u00eds vizinho usa os c\u00e2mbios \u201cvinho\u201d, \u201ctrigo\u201d e \u201cbolsa\u201d, entre outros. \u201cTantas cota\u00e7\u00f5es s\u00e3o resultados de controles, impostos \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es e pol\u00edtica econ\u00f4mica err\u00e1tica\u201d, afirmou o economista-chefe da Fundaci\u00f3n Libertad y Progreso, Eugenio Mari. Com reservas em baixa, de 3,2 bilh\u00f5es de d\u00f3lares, exatamente o m\u00ednimo definido pelo Fundo Monet\u00e1rio Internacional (FMI), a tend\u00eancia \u00e9 de mais desvaloriza\u00e7\u00e3o para o peso. No mercado fala-se at\u00e9 em nova maxidesvaloriza\u00e7\u00e3o da moeda de pelo menos 40%. \u201cPelo c\u00e2mbio oficial, em 2019, R$ 1 equivalia a 7,50 pesos. Agora, s\u00e3o 24 pesos para cada R$ 1\u201d, compara Mari. No entanto, observa, o c\u00e2mbio oficial ainda \u00e9 bem diferente do que se observa na rua, com valor acima de 55 pesos por R$ 1. (Correio do Povo)<\/i><\/p>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">&nbsp;<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Porto Alegre, 19 de julho de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 16 - N\u00b0 3.705 GDT - 19\/07\/2022 &nbsp; (Fonte: GDT) De onde vir\u00e1 o consumo no RS Porto Alegre <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/07\/19\/19-07-2022\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"19\/07\/2022\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-9930","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9930","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9930"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9930\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":9935,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9930\/revisions\/9935"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9930"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9930"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9930"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}