{"id":990,"date":"2016-03-17T17:01:10","date_gmt":"2016-03-17T17:01:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/17\/17-03-2016\/"},"modified":"2016-03-17T17:01:10","modified_gmt":"2016-03-17T17:01:10","slug":"17-03-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/17\/17-03-2016\/","title":{"rendered":"17\/03\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 17 de mar\u00e7o de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.227<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/span><strong>Promo\u00e7\u00f5es&nbsp;<\/strong> <\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"> Consumidores com mais de 55 anos s\u00e3o os que mais passaram a procurar promo\u00e7\u00f5es nos \u00faltimos 12 meses, em fun\u00e7\u00e3o da crise, segundo pesquisa da Mintel: 42% do total, contra 36% da m\u00e9dia. J\u00e1 os mais jovens passaram a comprar quantidades maiores para estocar. A Mintel recomenda aos supermercados oferecer aos clientes do programa de fidelidade a possibilidade de escolher alguns itens nos quais teriam desconto mensal fixo.<\/p>\n<p> Os clientes poderiam ainda alterar essa \"cesta de ofertas\" conforme suas necessidades. A medida ajudaria inclusive a melhorar a ades\u00e3o ao programa. A consultoria lembra que a rede brit\u00e2nica Sainsbury's tem uma a\u00e7\u00e3o chamada \"Brand Match\". Nela, sempre que o cliente adquire mais de 10 produtos diferentes, o supermercado compara os pre\u00e7os com os da concorrente Asda. Se o valor for superior, o consumidor ganha um cupom no valor da diferen\u00e7a para ser usado na pr\u00f3xima compra. Aten\u00e7\u00e3o: O leitor da SM que digitar o c\u00f3digo SMM20 na loja virtual da Mintel ( brasil.mintel.com ) ter\u00e1 20% de desconto na compra do relat\u00f3rio completo. Mais informa\u00e7\u00f5es: brasil@mintel.com ou 0800 095 9094. (Supermercado Moderno)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1643\" style=\"width: 550px; height: 291px;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Alta de pre\u00e7os do leite no mercado spot<\/strong><\/p>\n<p> No mercado spot, ou seja, o leite comercializado entre as ind\u00fastrias, os pre\u00e7os do leite subiram em mar\u00e7o. As cota\u00e7\u00f5es est\u00e3o firmes e em alta desde a primeira quinzena de dezembro do ano passado, corroborando com o cen\u00e1rio de produ\u00e7\u00e3o em queda e maior concorr\u00eancia entre os latic\u00ednios.<\/p>\n<p> Segundo levantamento da Scot Consultoria, em S\u00e3o Paulo, o pre\u00e7o m\u00e9dio ficou em R$1,32 por litro, uma alta de 5,4% em rela\u00e7\u00e3o a segunda quinzena de fevereiro deste ano. O pre\u00e7o m\u00e1ximo foi de R$1,42 por litro. Em rela\u00e7\u00e3o a mar\u00e7o do ano passado, o leite spot subiu 31,7% no estado.<\/p>\n<p> Em Minas Gerais, o pre\u00e7o m\u00e9dio ficou em R$1,33 por litro, um aumento de 8,7% em rela\u00e7\u00e3o a quinzena anterior. Em curto prazo n\u00e3o est\u00e3o descartados altas de pre\u00e7os no mercado spot. Para o produtor, a expectativa tamb\u00e9m \u00e9 de mercado firme e pre\u00e7os do leite em alta em curto e m\u00e9dio prazos. (Scot Consultoria)<\/p>\n<p> <strong>Agroneg\u00f3cio\/RS<\/strong><\/p>\n<p> A Assessoria Econ\u00f4mica do Sistema Farsul divulgou o Relat\u00f3rio de Com\u00e9rcio Exterior do Agroneg\u00f3cio do RS do m\u00eas de fevereiro de 2016. O levantamento aponta o setor como respons\u00e1vel por 61,9% das exporta\u00e7\u00f5es do estado. O total comercializado pelo agroneg\u00f3cio foi de US$ 531 milh\u00f5es, fechando sua Balan\u00e7a Comercial com um resultado de US$ 456 milh\u00f5es.<\/p>\n<p> O resultado representou uma queda de 1,66% na compara\u00e7\u00e3o com fevereiro de 2015, muito em fun\u00e7\u00e3o dos n\u00fameros relacionados ao Trigo, que no ano passado registrou exporta\u00e7\u00e3o acima da m\u00e9dia. \"O Trigo foi respons\u00e1vel por mais da metade das exporta\u00e7\u00f5es do RS em fevereiro de 2015, por isso a base de compara\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 muito justa. As exporta\u00e7\u00f5es foram melhores distribu\u00eddas neste ano, com crescimento em quase todos os produtos\", afirma Ant\u00f4nio da Luz, economista-chefe do Sistema Farsul. Carnes (5,6%), Arroz (7,6%), Fumo (10,3%) e setor L\u00e1cteo (16,8%) foram alguns dos grupos que registraram crescimento. Em compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas de janeiro\/2016, houve um aumento de 5,5% no valor exportado, de US$ 503 milh\u00f5es para US$ 531 milh\u00f5es. Entre janeiro e fevereiro deste ano, o Rio Grande do Sul exportou US$ 1,035 bilh\u00e3o em mercadorias do agroneg\u00f3cio, queda de 9,4% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. O volume exportado foi de 1,543 milh\u00f5es de toneladas, queda de 18,9% em rela\u00e7\u00e3o a 2015. A China aparece como o principal parceiro comercial das exporta\u00e7\u00f5es do RS em fevereiro, com US$ 75 milh\u00f5es, ou seja, 14,2% do total. Na sequ\u00eancia aparecem Estados Unidos, com US$ 59 milh\u00f5es, e R\u00fassia, com US$ 24 milh\u00f5es. (Farsul)<\/p>\n<p> <span style=\"text-align: justify;\"><strong>Governo argentino cogita usar leite em p\u00f3 para pagar d\u00edvida energ\u00e9tica com a Venezuela<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Argentina est\u00e1 nadando em um oceano de leite em p\u00f3: estima-se que existe um excedente de 50.000 toneladas que n\u00e3o tem para onde ir. As raz\u00f5es disso est\u00e3o, em parte, no desaparecimento da demanda venezuelana. At\u00e9 agora em 2016, declarou-se as exporta\u00e7\u00f5es de 2.520 toneladas de leite em p\u00f3 integral com destino ao mercado venezuelano (parte das quais s\u00e3o realizadas pela SanCor como parte do pagamento do cr\u00e9dito com esse pa\u00eds de US$ 80 milh\u00f5es, recebido pela cooperativa em 2006). No mesmo per\u00edodo de 2015 (1 de janeiro a 9 de mar\u00e7o), as exporta\u00e7\u00f5es argentinas de leite em p\u00f3 \u00e0 Venezuela foram de 30.590 toneladas.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">No ano passado, autoridades do governo kirchnerista promoveram, no marco do acordo \"petr\u00f3leo por alimentos\" administrado por funcion\u00e1rios venezuelanos, exporta\u00e7\u00f5es de leite em p\u00f3 destinadas \u00e0 Venezuela. Por\u00e9m, com o governo atual, essa atividade foi cortada. Assim como a gest\u00e3o kirchnerista deixou uma fatura n\u00e3o paga de US$ 300 milh\u00f5es pela importa\u00e7\u00e3o de g\u00e1s boliviano, tampouco terminou de abonar as importa\u00e7\u00f5es de petr\u00f3leo venezuelano (d\u00edvida que algumas fontes estimam ser de cerca de US$ 500 milh\u00f5es).<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Nesse contexto, uma das alternativas que est\u00e1 sendo estudada pela equipe econ\u00f4mica do Governo de Macri - adiantada pelo ministro da Agroind\u00fastria, Ricardo Buryaile - \u00e9 comprar todo o excedente de leite em p\u00f3 integral em estoque do mercado argentino para empreg\u00e1-lo como parte do pagamento da d\u00edvida energ\u00e9tica com a Venezuela herdada da gest\u00e3o anterior.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o existem muitas alternativas para o enorme estoque de leite em p\u00f3: a ind\u00fastria de l\u00e1cteos argentina est\u00e1 vendendo, por exemplo, o produto a destinos ex\u00f3ticos (como Afeganist\u00e3o ou Paquist\u00e3o) a valores FOB de US$ 1.700\/tonelada (quando o pre\u00e7o de equil\u00edbrio gira em torno de US$ 2.400\/tonelada [com os valores pagos atualmente aos produtores de leite]).&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A op\u00e7\u00e3o de recorrer ao salvo-conduto venezuelano \u00e9 atrativa, ainda que n\u00e3o esteja isenta de dificuldades. Nesses dias, por exemplo, foi divulgada a informa\u00e7\u00e3o de que o governo da Venezuela congelou a distribui\u00e7\u00e3o de cerca de 25.000 toneladas de leite em p\u00f3, porque o pre\u00e7o das embalagens era superior ao valor de venda m\u00e1ximo fixado oficialmente para o alimento. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Valor Soja, traduzidas pela Equipe MilkPoint)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Economia encolheu mais de 5% em oito Estados, a maioria no Norte e Nordeste<\/strong><\/p>\n<p> Todas as economias regionais foram atingidas de alguma forma pelo recuo de 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional em 2015, mas alguns Estados sofreram mais do que outros. Nada menos do que oito deles tiveram queda igual ou superior a 5% no ano passado \u00ac seis destes localizados no Norte e no Nordeste. O destaque foi o PIB do Amazonas, Estado que responde por mais de um quarto da atividade da regi\u00e3o, que caiu mais do que 9%. N\u00e3o foi por acaso que as quedas mais fortes se concentraram no Norte e do Nordeste. As duas regi\u00f5es reverteram a tend\u00eancia sustentada at\u00e9 2014, com desempenho pior do que o da m\u00e9dia nacional no ano passado, algo que, segundo especialistas, deve se repetir em 2016. O PIB do Norte caiu 4,4% e o do Nordeste, 4,1% \u00ac os piores resultados do pa\u00eds. Um ano antes, as regi\u00f5es registravam um desempenho bem acima do PIB (que subiu 0,1%), em alta de 1,2% e 1,6%, respectivamente, segundo dados da consultoria 4E.<\/p>\n<p> A regi\u00e3o Nordeste foi atingida especialmente pela queda de investimentos na \u00e1rea de infraestrutura e pela contra\u00e7\u00e3o do setor de servi\u00e7os. No Norte, o recuo de 4,3% do varejo nacional explica o quadro bem pouco animador. Crucial para o Estado, a produ\u00e7\u00e3o da Zona Franca de Manaus foi atingida em cheio pela crise, em especial a de bens dur\u00e1veis. Ao mesmo tempo, favorecidos pelos bons ventos que sopram do setor externo, o Sul e o Centro Oeste emitem os primeiros sinais de recupera\u00e7\u00e3o e devem puxar movimento de recupera\u00e7\u00e3o. Os n\u00fameros oficiais do IBGE para os Estados saem com pelo menos dois anos de defasagem. Com base em dados de alta frequ\u00eancia, como a pesquisa mensal do varejo e alguns \u00edndices que o Banco Central disponibiliza, bancos e consultorias conseguem estimar s\u00e9ries mais atuais. Para o s\u00f3cio da 4E Consultoria, Leopoldo Gutierre, a recupera\u00e7\u00e3o dos Estados dever\u00e1 ocorrer somente a partir de 2017, com a redu\u00e7\u00e3o de parte da incerteza pol\u00edtica e um aumento da confian\u00e7a dos agentes. \"Centro Oeste e Sul v\u00eam sofrendo com os problemas de queda da demanda e confian\u00e7a como o Brasil como um todo, mas devem se recuperar um pouco mais r\u00e1pido, colhendo frutos do setor externo\". \"A queda na atividade foi muito disseminada e esse movimento continua no primeiro trimestre deste ano\", afirma Rodrigo Miyamoto, economista do Ita\u00fa Unibanco. \"Mas h\u00e1 regi\u00f5es mais voltadas para exporta\u00e7\u00e3o, beneficiadas pela desvaloriza\u00e7\u00e3o cambial, como Centro Oeste e Sul com rela\u00e7\u00e3o a carnes, e a celulose mais no Mato Grosso do Sul\".&nbsp;<\/p>\n<p> Dentre os 15 Estados que ca\u00edram mais do que o PIB em 2015 (\u00ac3,8%), Amazonas caiu 9,1%, segundo dados da 4E. Para o Ita\u00fa, o recuo chegou a 9,2% e o cen\u00e1rio para 2016 segue ruim. Em dezembro, o PIB do Amazonas teve baixa de 12,5% sobre igual per\u00edodo de 2014, em linha com o fraco resultado das vendas de Natal. Na outra ponta, a queda de Roraima foi de apenas 0,2%. Segundo especialistas, a queda da demanda demorou mais para bater no Estado, mas ser\u00e1 dif\u00edcil v\u00ea\u00aclo escapar de outro ano ruim para a economia como um todo. No Nordeste, diz Gutierre, o impacto da Lava\u00acJato foi mais forte, devido aos cancelamentos de projetos de estaleiros e ligados a Petrobras, que justificaram uma retra\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m forte da demanda. O Estado que mais contribuiu com essa queda foi Pernambuco, o segundo maior da regi\u00e3o, com queda de 4,5% do PIB no ano passado. Para\u00edba e Maranh\u00e3o, no entanto, ca\u00edram 5% cada em 2015, os piores resultados da regi\u00e3o e em linha, segundo Gutierre, com o forte recuo no com\u00e9rcio varejista ampliado desses Estados no ano, com baixas de 14,3% e 11,3%, respectivamente. \u00danica regi\u00e3o a cair em 2014 (\u00ac0,5%), o Sudeste voltou a registrar queda em 2015, de 3,7%. Na regi\u00e3o, o PIB de S\u00e3o Paulo caiu 3,9% nas contas da 4E, queda que chegou a 5,1% segundo o Ita\u00fa. O Estado que responde a cerca de 30% do PIB do pa\u00eds acompanhou o desempenho sofr\u00edvel da ind\u00fastria da transforma\u00e7\u00e3o, em especial do setor automotivo. Para Gutierre, a contra\u00e7\u00e3o de 6,3% esperada para a ind\u00fastria em 2016 n\u00e3o deve contribuir para uma melhora no cen\u00e1rio.&nbsp;<\/p>\n<p> O Rio caiu menos (\u00ac1,6%), puxado por investimentos ligados \u00e0 Olimp\u00edada, que mantiveram a demanda relativamente mais aquecida. Com a realiza\u00e7\u00e3o do evento e um cen\u00e1rio de pre\u00e7os do petr\u00f3leo retra\u00eddos, o Rio deve voltar a se comportar em linha com outros Estados da regi\u00e3o, como S\u00e3o Paulo. J\u00e1 Minas e Esp\u00edrito Santo devem sofrer um pouco mais pelos efeitos do desastre de Mariana. \"O Esp\u00edrito Santo teve queda forte da produ\u00e7\u00e3o industrial no quarto trimestre de 2015 e a tend\u00eancia \u00e9 que isso n\u00e3o se repita. Mas o n\u00edvel de atividade deve se manter muito baixo e, por conta do carregamento estat\u00edstico, o desempenho ser\u00e1 ruim neste ano\", diz Miyamoto. O Sul caiu 4% em 2015 puxado pelo Rio Grande do Sul (\u00ac 4,9%), que responde por cerca de 37% do PIB da regi\u00e3o. O Estado teve, segundo a 4E, queda de 1,5% do emprego formal e de 13,2% no varejo ampliado, os piores n\u00fameros da regi\u00e3o. Para o Ita\u00fa, o PIB do Rio Grande do Sul caiu mais, 5,8%. O quadro s\u00f3 n\u00e3o foi pior devido \u00e0 rea\u00e7\u00e3o do setor externo: nas contas da 4E, o saldo comercial do RS passou de US$ 7,5 bilh\u00f5es para US$ 21,3 bilh\u00f5es em 2015. \u00c9 tamb\u00e9m o setor externo que deve favorecer o Centro Oeste em 2016. Em 2015, a queda do PIB da regi\u00e3o foi de 3,8% e s\u00f3 n\u00e3o foi melhor pelo fraco desempenho de Goi\u00e1s, cujo PIB caiu 5,6%. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1642\" style=\"height: 487px; width: 600px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Inspe\u00e7\u00e3o\/MS&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Mato Grosso do Sul atualizou a sua legisla\u00e7\u00e3o sobre a inspe\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o de produtos de origem animal fabricados no estado. A lei com as novas normas foi publicada na edi\u00e7\u00e3o desta sexta-feira (11), do Di\u00e1rio Oficial sul-mato-grossense e moderniza regras estabelecidas em 1991.&nbsp;<\/span><span style=\"text-align: justify;\">O chefe da Divis\u00e3o de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal da Ag\u00eancia Estadual de Defesa Sanit\u00e1ria Animal e Vegetal (Dipoa\/Iagro), Ivan Garcia de Freitas, aponta que essa atualiza\u00e7\u00e3o al\u00e9m de necess\u00e1ria para adequar a legisla\u00e7\u00e3o estadual as novas demandas da \u00e1rea, tamb\u00e9m \u00e9 um pr\u00e9-requisito para que o estado possa aderir ao Sistema Brasileiro de Inspe\u00e7\u00e3o de Produtos de Origem Animal (Sisbi). Ele explica que por meio do Sisbi, as empresas locais, que contam somente com o Servi\u00e7o de Inspe\u00e7\u00e3o Estadual (SIE) tamb\u00e9m poder\u00e3o vender seus produtos para outros estados, o que deve representar uma grande abertura de mercado para os empreendimentos sul-mato-grossenses. (G1\/MS)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 17 de mar\u00e7o de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.227 &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Promo\u00e7\u00f5es&nbsp; Consumidores com mais de 55 anos s\u00e3o os que mais passaram a procurar promo\u00e7\u00f5es nos \u00faltimos <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/17\/17-03-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"17\/03\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-990","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/990","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=990"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/990\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=990"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=990"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=990"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}