{"id":983,"date":"2016-03-14T20:39:48","date_gmt":"2016-03-14T20:39:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/14\/14-03-2016\/"},"modified":"2016-03-14T20:39:48","modified_gmt":"2016-03-14T20:39:48","slug":"14-03-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/14\/14-03-2016\/","title":{"rendered":"14\/03\/2016"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 14 de mar\u00e7o de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.224<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;&nbsp;RS: produ\u00e7\u00e3o de leite tem queda de quase 6% em janeiro, diz USP<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A produ\u00e7\u00e3o de leite no Rio Grande do Sul caiu quase 6% em janeiro, conforme apontam dados da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). Enquanto os reflexos do n\u00famero s\u00e3o vistos nas g\u00f4ndolas dos supermercados, a expectativa para os pr\u00f3ximos meses \u00e9 de um decl\u00ednio semelhante.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O calor que vem sendo registrado durante o in\u00edcio de ano no estado contribui com a baixa. As temperaturas mais altas secam o pasto, tornando necess\u00e1rio alimentar os animais com ra\u00e7\u00e3o e silagem. E o pre\u00e7o do milho, que comp\u00f5e essa mistura, est\u00e1 at\u00e9 60% mais alto em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado. A oferta do gr\u00e3o est\u00e1 menor no mercado porque muitos produtores rurais optaram pela soja. A situa\u00e7\u00e3o s\u00f3 deve se normalizar a partir de junho com a chegada das pastagens de inverno.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A pecuarista Solange Pavan, que tem 30 vacas em sua propriedade, registrou uma queda na produ\u00e7\u00e3o de 1 mil para 800 litros por dia. Ela conta que os animais sofreram com o calor do ver\u00e3o. \"Elas deixam de comer e a m\u00e1 alimenta\u00e7\u00e3o diminui o leite delas\", lamenta. Com a baixa na produ\u00e7\u00e3o, o pre\u00e7o do leite vem subindo em m\u00e9dia 15% nos supermercados. Os pr\u00f3ximos meses costumam ter os menores n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o no estado, e a ind\u00fastria j\u00e1 pensa em repassar novos aumentos para o varejo.<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">\"N\u00e3o tem oferta de leite\", justifica o diretor industrial da Cooperativa Santa Clara, Jo\u00e3o Seibel. \"Estamos com estoques muito baixos e sabendo que ainda ter\u00e1 produ\u00e7\u00e3o menor de leite nos pr\u00f3ximos meses, isso vai impactar na lei da oferta e da procura\", acrescenta. &nbsp;<a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/rs\/rio-grande-do-sul\/rbs-noticias\/videos\/t\/edicoes\/v\/producao-de-leite-cai-no-rs-e-preco-do-produto-sobe-para-os-gauchos\/4880668\/\">Clique aqui para assistir a reportagem<\/a>. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do G1)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1631\" \/><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Conseleite\/MS&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A diretoria do Conseleite - Mato Grosso do Sul reunida no dia 11 de mar\u00e7o de 2016, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima, referente ao leite entregue no m\u00eas de fevereiro de 2016 e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para leite a ser entregue no m\u00eas de mar\u00e7o de 2016. Os valores divulgados compreendem os pre\u00e7os de refer\u00eancia para o leite padr\u00e3o levando em conta o volume m\u00e9dio mensal de leite entregue pelo produtor. (Famasul)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1632\" style=\"height: 284px; width: 500px;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong>Top 100: \"gigantes do leite\" pisam no freio e oferta cresce menos<\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> As cem maiores fazendas de leite do Brasil reduziram o ritmo de crescimento da produ\u00e7\u00e3o em 2015, reflexo do cen\u00e1rio mais adverso para a atividade. No ano que passou, a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia dessas cem fazendas foi de 15.486 litros de leite por dia, 2,2% acima da produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia das 100 maiores de 2014, mostra Levantamento Top 100 MilkPoint. O incremento \u00e9 o menor em cinco anos.<\/p>\n<p> Em sua 15\u00aa edi\u00e7\u00e3o, a pesquisa obteve informa\u00e7\u00f5es dos 100 maiores produtores de leite do Brasil sobre o desempenho de 2015, comparando-as com as do ano precedente. Marcelo Pereira de Carvalho, coordenador do levantamento e do MilkPoint, observa que, embora tenha havido desacelera\u00e7\u00e3o no crescimento, o dado ainda \u00e9 positivo j\u00e1 que tudo \"indica que a produ\u00e7\u00e3o no Brasil caiu entre 3% e 4%\" em 2015 sobre o ano anterior.&nbsp;<\/p>\n<p> H\u00e1 v\u00e1rias raz\u00f5es para a redu\u00e7\u00e3o do ritmo de crescimento entre as 100 maiores, elenca Carvalho. Ele lembra que a produ\u00e7\u00e3o nessas fazendas cresceu a uma taxa de 10% em 2014, quando a produ\u00e7\u00e3o formal do Brasil subiu 5,1%, para 24,747 bilh\u00f5es de litros, conforme dados do IBGE.<\/p>\n<p> Desde o fim de 2014, por\u00e9m, com os juros mais altos ficou \"mais complicado\" acessar cr\u00e9dito para os investimentos, diz Carvalho. Al\u00e9m disso, os pre\u00e7os baixos do leite no mercado internacional e a alta dos custos de produ\u00e7\u00e3o em decorr\u00eancia das cota\u00e7\u00f5es mais elevadas dos gr\u00e3os tamb\u00e9m afetaram a disposi\u00e7\u00e3o dos pecuaristas para ampliar a produ\u00e7\u00e3o no mesmo ritmo anterior. \"Houve ainda a valoriza\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, que levou ao aumento de custo de produ\u00e7\u00e3o do leite sem que o setor fosse beneficiado pelas exporta\u00e7\u00f5es, j\u00e1 que os pre\u00e7os internacionais estavam em queda\", argumenta o analista.<\/p>\n<p> Esse cen\u00e1rio desfavor\u00e1vel explica um dos resultados da pesquisa: 58% dos produtores que forneceram informa\u00e7\u00f5es consideraram a rentabilidade em 2015 pior que a m\u00e9dia de outros anos; 34% afirmaram que a rentabilidade esteve na m\u00e9dia e apenas 8% a consideraram acima da m\u00e9dia. Como um dos reflexos da alta dos gr\u00e3os, os custos operacionais de produ\u00e7\u00e3o subiram 10,5% entre os produtores do ranking. Conforme observa o relat\u00f3rio do MilkPoint, a alta \u00e9 semelhante \u00e0 da infla\u00e7\u00e3o em 2015. Ainda segundo a pesquisa, 55% das propriedades tiveram custo operacional m\u00e9dio acima de R$ 1,00 por litro.<\/p>\n<p> Sinal de que n\u00e3o se pode falar em crise entre os 100 maiores produtores de leite do pa\u00eds \u00e9 que grande parte deles planeja continuar ampliando a produ\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos anos, diz Carvalho. \"S\u00e3o produtores com grande rendimento, que recebem pre\u00e7os diferenciados, sentem menos a crise\". Diante disso, afirma, dificilmente cancelam um plano de crescimento por quest\u00f5es de momento. Assim, quando indagados sobre a inten\u00e7\u00e3o de ampliar a produ\u00e7\u00e3o nos pr\u00f3ximos tr\u00eas anos, apenas 8% responderam que n\u00e3o pretendem expandir.&nbsp;<\/p>\n<p> O levantamento da MilkPoint tamb\u00e9m questionou os produtores sobre o que consideram ser os maiores desafios do setor. Entre os principais est\u00e3o custos, m\u00e3o de obra e pre\u00e7os. Uma fatia de 27,7% dos entrevistados citou os custos de produ\u00e7\u00e3o como um dos maiores desafios. Outros 14,2% citaram a m\u00e3o de obra, \"devido \u00e0 necessidade de qualifica\u00e7\u00e3o de trabalhadores rurais que saibam lidar com inform\u00e1tica e tecnologias mais complexas\". O pre\u00e7o do leite foi mencionado por 8,8% dos produtores, que apontaram o fato de essa vari\u00e1vel n\u00e3o ter acompanhado a eleva\u00e7\u00e3o dos custos de produ\u00e7\u00e3o. (Valor Econ\u00f4mico)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1633\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"> <b>Radicado em Goi\u00e1s, grupo neozeland\u00eas tem forte avan\u00e7o<\/b><\/p>\n<p> A Fazenda Colorado continuou na lideran\u00e7a dos 100 maiores produtores de leite do pa\u00eds em 2015, conforme o levantamento da MilkPoint. A fazenda faz parte da mesma holding que controla o Latic\u00ednios Xand\u00f3. Mas o ranking teve mudan\u00e7as importantes e grupos que se destacaram pelo avan\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o a 2014. O grupo neozeland\u00eas Kiwi, com fazendas em Goi\u00e1s, foi o que registrou maior crescimento absoluto na produ\u00e7\u00e3o \u00ac aumento m\u00e9dio de 13.573 litros por dia, ou 100,7% a mais que no levantamento anterior. De acordo com a MilkPoint, esse crescimento ocorreu porque o grupo colocou outra fazenda de leite em opera\u00e7\u00e3o. Com isso, o grupo subiu 27 posi\u00e7\u00f5es no ranking, para o 12\u00ba lugar. Outro destaque foi grupo Melkstad, de Carambe\u00ed (PR), cuja produ\u00e7\u00e3o teve aumento m\u00e9dio de 8.782 litros por dia, para 17.982 mil litros. Marcelo Carvalho, da MilkPoint, destaca que o grupo saiu de 84\u00aa posi\u00e7\u00e3o em 2014 para 24\u00aa no levantamento relativo ao ano passado. O relat\u00f3rio com o ranking dos 100 maiores tamb\u00e9m p\u00f5e os holofotes sobre a Sekita Agroneg\u00f3cios, que produz em Minas Gerais, e teve aumento m\u00e9dio na produ\u00e7\u00e3o de 7.524 litros por dia, saindo do sexto para o quarto lugar na lista.&nbsp;<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">Conforme o levantamento, Minas Gerais continua sendo o Estado com maior n\u00famero de fazendas no ranking. A ra\u00e7a holandesa tamb\u00e9m seguiu sendo a mais utilizada nas propriedades (estava em 76 fazendas\u037e eram 70 em 2014). J\u00e1 a ra\u00e7a girolando estava presente 35 propriedades. A pesquisa mostra ainda que 49% das fazendas de leite criam o rebanho de leite sob confinamento total, enquanto 19% t\u00eam sistemas baseados em pastagens. Uma fatia de 34% utilizam sistemas mistos. Duas propriedades informaram utilizar dois sistemas de produ\u00e7\u00e3o, com parte do rebanho em confinamento e o outra parte alimentada a pasto. Para realizar a pesquisa, a MilkPoint utilizou sua base de dados e fez um levantamento preliminar, por meio de contribui\u00e7\u00f5es ao seu site, sobre as fazendas que poderiam estar entre as 100 maiores. Foi usado como crit\u00e9rio uma produ\u00e7\u00e3o m\u00ednima di\u00e1ria de 7.500 litros. Para se chegar \u00e0 media di\u00e1ria, foi considerada a produ\u00e7\u00e3o comercializada em 2015. Os produtores selecionados foram consultados individualmente para confirmar dados. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 pesquisa de 2014, houve algumas altera\u00e7\u00f5es: cinco produtores optaram por n\u00e3o participar, 10 ficaram abaixo dos 100 maiores, dois n\u00e3o produzem mais leite e 17 novos produtores entraram no ranking. (Valor Econ\u00f4mico)<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div>&nbsp;<\/div>\n<div><strong style=\"text-align: justify;\">Neg\u00f3cios na Expodireto sofrem queda de 28% em rela\u00e7\u00e3o a 2015<\/strong><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A 17\u00aa Expodireto Cotrijal, em N\u00e3o-Me-Toque, teve R$ 1.581.768.000 em neg\u00f3cios concretizados pelos expositores. O valor representa uma queda de 28% em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado, quando foi registrado o volume de R$ 2.182.196.000,00. Do total de neg\u00f3cios, o montante de R$ 1.234.900.000 foi fechado nas institui\u00e7\u00f5es banc\u00e1rias, R$ 210,3 milh\u00f5es nos bancos de f\u00e1brica, R$ 87,252 milh\u00f5es da comercializa\u00e7\u00e3o com recursos pr\u00f3prios, R$ 39,360 milh\u00f5es no pavilh\u00e3o internacional e R$ 956 mil da agricultura familiar. O presidente da Cotrijal, Nei C\u00e9sar M\u00e2nica, ponderou que, a partir desta semana, muitas inten\u00e7\u00f5es de negocia\u00e7\u00e3o s\u00e3o assinaladas e acabam se concretizando. M\u00e2nica lembrou que o Brasil vive atualmente um dos momentos mais cr\u00edticos da hist\u00f3ria pol\u00edtica. \"A economia est\u00e1 sangrando, as empresas est\u00e3o tendo quedas em todos os setores, existe a realidade do desemprego e falta de confian\u00e7a. Mas, nos per\u00edodos de crise, temos tamb\u00e9m os momentos de oportunidades, e quem p\u00f4de fez bons neg\u00f3- cios\", pontuou.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">Nos cinco dias de feira, 210.800 pessoas passaram pela 17\u00aa Expodireto Cotrijal. Com re la\u00e7\u00e3o ao ano passado, ocorreu uma queda de 8%, diminui\u00e7\u00e3o que o presidente da cooperativa atribui ao clima chuvoso, que desencorajou alguns visitantes. O n\u00famero de expositores teve um ganho de 5%, subindo de 530 em 2015 para 554 em 2016. O total de colaboradores pr\u00f3prios da Cotrijal e terceirizados que trabalharam para realizar a feira foi de 914. Uma pesquisa de satisfa\u00e7\u00e3o realizada com o p\u00fablico da 17\u00aa Expodireto Cotrijal, promovida pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), apontou que 96% das pessoas entrevistadas consideraram a feira \u00f3tima, muito boa ou boa. Entre os pontos positivos mais citados est\u00e3o organiza\u00e7\u00e3o, limpeza, maquin\u00e1rio, tecnologia, agricultura familiar e atendimento.&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">O presidente da C\u00e2mara Setorial de M\u00e1quinas e Implementos Agr\u00edcolas (Csmia\/Abimaq), Pedro Estev\u00e3o Bastos, apresentou n\u00fameros levantados junto aos associados da Abimaq na Expodireto. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 feira de 2015, os neg\u00f3cios se reduziram 23% entre as empresas pesquisadas. A pr\u00f3xima edi\u00e7\u00e3o da Expodireto Cotrijal feira vai ocorrer entre os dias 6 e 10 de mar\u00e7o de 2017. (Jornal do Com\u00e9rcio)<\/span><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">STJ mant\u00e9m condena\u00e7\u00e3o a Bauducco por propaganda&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justi\u00e7a (STJ) manteve a condena\u00e7\u00e3o dada pelo Tribunal de Justi\u00e7a do Estado de S\u00e3o Paulo (TJSP) \u00e0 Pandurata, dona da Bauducco, por publicidade infantil indevida. O alvo da a\u00e7\u00e3o civil p\u00fablica, movida pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico de S\u00e3o Paulo, \u00e9 uma campanha da Bauducco com o tema \"\u00c9 hora de Shrek\". A pe\u00e7a publicit\u00e1ria trazia rel\u00f3gios de pulso com a imagem do personagem, mas par adquirir o produto era preciso juntar cinco embalagens do biscoito \"Gulosos\" e pagar R$ 5. A propaganda foi considerada abusiva, por se tratar de venda casada. A empresa alegou em sua defesa que a campanha publicit\u00e1ria era voltada aos pais e negou se tratar de pr\u00e1tica enganosa, abusiva e ilegal. O TJSP considerou que a campanha envolve venda casada e \"aproveita\u00acse da ingenuidade das crian\u00e7as\". O TJSP tamb\u00e9m fixou uma multa de R$ 300 mil \u00e0 Pandurata. Na decis\u00e3o de segunda inst\u00e2ncia, a Segunda Turma do STJ decidiu que a publicidade dirigida \u00e0s crian\u00e7as ofende a Constitui\u00e7\u00e3o Federal e o C\u00f3digo de Defesa do Consumidor e manteve a decis\u00e3o do TJSP. A Pandurata, dona da marca Bauducco, pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal. Procurada, a Bauducco informou que ainda n\u00e3o recebeu a senten\u00e7a escrita e, por este motivo, neste momento, n\u00e3o se pronunciar\u00e1 a respeito. (Valor Econ\u00f4mico)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>&nbsp;<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 14 de mar\u00e7o de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.224 &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;RS: produ\u00e7\u00e3o de leite tem queda de quase 6% em janeiro, diz USP A produ\u00e7\u00e3o de leite <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/14\/14-03-2016\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"14\/03\/2016\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-983","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/983","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=983"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/983\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=983"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=983"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=983"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}