{"id":979,"date":"2016-03-10T17:33:32","date_gmt":"2016-03-10T17:33:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/10\/10-03-16\/"},"modified":"2016-03-10T17:33:32","modified_gmt":"2016-03-10T17:33:32","slug":"10-03-16","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/10\/10-03-16\/","title":{"rendered":"10\/03\/16"},"content":{"rendered":"<p> <title><\/title> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><a href=\"http:\/\/www.sindilat.com.br\" style=\"font-size: 12px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/5\" style=\"width: 643px; height: 82px;\" \/><\/a><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<p><b style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif; font-size: 12px;\"><i>Porto Alegre, 10 de mar\u00e7o de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.222<\/i><\/b><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/6\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\" style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: justify;\"><span face=\"tahoma, geneva, sans-serif\" style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"width: 811px; height: 16px; text-align: justify; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"text-decoration: underline;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/8\" style=\"width: 53px; height: 34px; float: left;\" \/><\/span><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp; <strong>&nbsp;&nbsp;Manter os jovens, tarefa dif\u00edcil no campo<\/strong><\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A sa\u00edda dos jovens do meio rural amea\u00e7a o futuro de muitas propriedades, em especial na agricultura familiar. Dados da Emater apontam que 23% dos estabelecimentos n\u00e3o t\u00eam sucessor no Rio Grande do Sul. Falta de infraestrutura adequada e de renda fixa s\u00e3o alguns dos fatores que agravam o quadro. O tema foi discutido durante a segunda edi\u00e7\u00e3o do ciclo Debates Correio do Povo Rural, promovido na Casa do Grupo Record RS na Expodireto Cotrijal, em N\u00e3oMe-Toque. O \u00eaxodo impacta de forma especial a atividade leiteira, na qual a m\u00e3o de obra familiar predomina. Segundo o presidente do Sindilat, Alexandre Guerra, o conforto e a qualidade de vida s\u00e3o levados em conta pelos jovens. Enquanto no leite o produtor fica 24 horas por dia \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da propriedade, o trabalho na cidade possibilita renda fixa e um hor\u00e1rio menos desgastante. Para Guerra, a solu\u00e7\u00e3o passa pela mecaniza\u00e7\u00e3o, inclus\u00e3o digital, profissionaliza\u00e7\u00e3o e, principalmente, renda fixa. \"Se o jovem tem um percentual do resultado da propriedade, vai passar a trabalhar como sendo dono do neg\u00f3cio tamb\u00e9m, e n\u00e3o recebendo aquela verba como antigamente o pai fazia, que entregava um 'tanto' no final de semana para cada filho\", recorda. Boa parte do trabalho de incentivo \u00e0 perman\u00eancia dos jovens no campo \u00e9 feito por cooperativas.&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">A Cotrijal deu in\u00edcio, recentemente, ao programa Aprendiz Cooperativo no Campo. O vice-presidente da entidade, \u00canio Schroeder, afirma que tem pesquisado como outros pa\u00edses e regi\u00f5es desenvolvem a sucess\u00e3o rural. \"N\u00e3o h\u00e1 nenhuma f\u00f3rmula no mundo. Todos t\u00eam o mesmo problema. N\u00f3s temos que resolver isso com intelig\u00eancia porque, do contr\u00e1rio, as propriedades v\u00e3o acabar n\u00e3o existindo mais\", adverte. A velocidade com que a inova\u00e7\u00e3o ocorre no campo, conforme Schroeder, refor\u00e7a a import\u00e2ncia da perman\u00eancia dos jovens, uma vez que as novas m\u00e1quinas exigem cada vez mais habilidade com a tecnologia por parte do produtor. Enquanto as cooperativas fazem a sua parte, o setor reclama da falta de a\u00e7\u00f5es do poder p\u00fablico. Segundo o presidente da Comiss\u00e3o de Jovens da Farsul, Luis Fernando Cavalheiro Pires, a contrapartida do Estado para o campo \u00e9 prec\u00e1ria, o que acaba influenciando a escolha do jovem em deixar a zona rural. Entre os exemplos est\u00e3o a situa\u00e7\u00e3o das rodovias e da energia el\u00e9trica - justamente em processos cada vez mais mecanizados. \"Ou seja, o custo operacional \u00e9 muito caro, e isso se soma ao processo da renda, que vai ser decisivo para que o jovem permane\u00e7a no campo\", avalia.&nbsp;<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\">Apesar disso, Pires v\u00ea que, nas m\u00e9dias e grandes propriedades, h\u00e1 uma tend\u00eancia crescente de participa\u00e7\u00e3o do jovem, por\u00e9m n\u00e3o da mesma forma como ocorria antigamente. \"Deve ser passada ao jovem a ideia de empresa rural, com gest\u00e3o compartilhada, e n\u00e3o aquela ideia do herdeiro\", explicou. O presidente do Sicredi Alto Jacu\u00ed, Jos\u00e9 Celeste De Negri, ressaltou as dificuldades de fazer com que o jovem se sinta atra\u00ed- do pelo campo. Um dos principais problemas neste aspecto \u00e9 o acesso \u00e0 telefonia e Internet. \"Hoje em dia todo mundo est\u00e1 conectado e, no Interior, h\u00e1 uma dificuldade muito grande de sinal. Temos que criar est\u00edmulos para que ele venha a gostar daquela vida\", observou. Para o professor da UPF, Benami Bacaltchuk, \u00e9 uma utopia imaginar que se pode segurar todos os jovens no campo. Um fator importante \u00e9 o fato de que o n\u00famero de filhos por fam\u00edlia caiu nas \u00faltimas d\u00e9cadas, o que tamb\u00e9m impacta no meio rural. \"Eles t\u00eam outro problema: quem vai continuar (a propriedade)?\", explica. \"Como tu vai fix\u00e1-los se n\u00e3o tem entretenimento, ocupa- \u00e7\u00e3o, sa\u00fade, seguran\u00e7a de renda?\", continua. Embora muitos jovens estejam descobrindo o gosto pela atividade rural, Bacaltchuk ressalta que o problema da sucess\u00e3o \u00e9 maior nas pequenas propriedades. (Correio do Povo)<\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-align: justify;\"><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1630\" style=\"height: 417px; width: 700px;\" \/><\/strong><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-align: justify;\">&nbsp;&nbsp;<\/span><\/strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div style=\"text-align: justify;\"> <strong>Leite em p\u00f3\/AR&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p> A Argentina est\u00e1 \"nadando\" em um oceano de leite em p\u00f3: estima-se que exista umas 50.000 toneladas sem destino. As raz\u00f5es para semelhante fen\u00f4meno \u00e9 decorrente do fim da demanda da Venezuela. At\u00e9 agora, em 2016, foram exportadas 2.520 toneladas de leite em p\u00f3 integral com destino ao mercado bolivariano (parte das quais s\u00e3o realizadas pela SanCor como pagamento ao cr\u00e9dito de US$ 80 milh\u00f5es concedido \u00e0 cooperativa pela Venezuela, em 2006).<\/p>\n<p> No mesmo per\u00edodo de 2015 - 1\u00ba de janeiro a 8 de mar\u00e7o - foram registradas exporta\u00e7\u00f5es argentinas de leite em p\u00f3 para a Venezuela num total de 30.590 toneladas! No ano passado o governo kirchnerista assinou o acordo \"petr\u00f3leo por alimentos\", com exporta\u00e7\u00f5es monumentais de leite em p\u00f3 com destino \u00e0 Venezuela. Mas, o governo macrista suspendeu. O governo kirchnerista deixou d\u00edvidas de US$ 300 milh\u00f5es de g\u00e1s, com a Bol\u00edvia, e tamb\u00e9m uma d\u00edvida estimada de US$ 500 milh\u00f5es em \u00f3leo com a Venezuela.<\/p>\n<p> Neste contexto, uma das alternativas que est\u00e1 sendo estuda pela equipe econ\u00f4mica \u00e9 vender todo o excedente de estoque de leite em p\u00f3 integral do mercado argentino para pagamento da d\u00edvida de energia com a Venezuela. N\u00e3o existem muitas alternativas para acabar com o estoque de leite em p\u00f3: a ind\u00fastria de latic\u00ednios da Argentina est\u00e1 vendendo, por exemplo, o produto para destinos ex\u00f3ticos (como Afeganist\u00e3o ou Paquist\u00e3o) a valores FOB de US$ 1.700\/tonelada (quando o pre\u00e7o de equil\u00edbrio fica em torno de US$ 2.400\/tonelada com os atuais pre\u00e7os aos produtores). A op\u00e7\u00e3o de recorrer ao salvo-conduto venezuelano \u00e9 atrativa, ainda que n\u00e3o esteja isenta de dificuldades. Estes dias, por exemplo, o governo bolivariano congelou a distribui\u00e7\u00e3o de umas 25.000 toneladas de leite em p\u00f3, porque o pre\u00e7o de empacotamento \u00e9 superior ao valor venda m\u00e1ximo, fixado oficialmente para o alimento. (valorsoja - Tradu\u00e7\u00e3o Livre: Terra Viva)<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p> <strong>Uruguai: Inale refor\u00e7a estrat\u00e9gias para captar mais mercados<\/strong><\/p>\n<p> O Instituto Nacional do Leite (Inale) tem como prioridade esse ano refor\u00e7ar sua estrat\u00e9gia para melhorar a inser\u00e7\u00e3o dos l\u00e1cteos uruguaios nos mercados internacionais. Procura-se a cria\u00e7\u00e3o de novos mercados ou elevar a participa\u00e7\u00e3o em alguns pa\u00edses que hoje t\u00eam uma participa\u00e7\u00e3o pequena, destacou o porta-voz do Inale, Eduardo Viera. O Inale tinha trabalhado no ano passado em delega\u00e7\u00f5es oficiais como a realizada no Jap\u00e3o, onde h\u00e1 \"expectativa\" que possa surgir como um destino relevante para a produ\u00e7\u00e3o uruguaia nos pr\u00f3ximos meses.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, o Inale participar\u00e1 junto com ind\u00fastrias locais da miss\u00e3o oficial que viajar\u00e1 ao Ir\u00e3 nos pr\u00f3ximos dias 23 e 24 de abril, encabe\u00e7ada pelo chanceler, Rodolfo Nin Novoa. Viera explicou que o Uruguai tem \"algum antecedente\" de venda de manteiga a esse destino, que agora ganha relev\u00e2ncia devido \u00e0 remo\u00e7\u00e3o das san\u00e7\u00f5es da comunidade internacional. \"A ideia \u00e9 que o setor de l\u00e1cteos possa incorporar-se a todas as miss\u00f5es oficiais que o governo fa\u00e7a\".<\/p>\n<p> O setor tem em mente que uma melhora nos acessos aos mercados \u00e9 chave fundamental para poder \"amortizar\" da melhor maneira a forte volatilidade a que o setor est\u00e1 submetido nos mercados globais. A isso, deve-se somar a vantagem que os competidores diretos do Uruguai como Nova Zel\u00e2ndia e Austr\u00e1lia t\u00eam obtido com a assinatura de tratados de livre com\u00e9rcio com pa\u00edses asi\u00e1ticos, um dos principais motores da demanda. (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do El Observador)<\/p>\n<p> <strong>Reino Unido: uma em cada cinco fazendas leiteiras poder\u00e1 fechar neste ano<\/strong><br \/> &nbsp;<br \/> Uma em cada cinco fazendas leiteiras no Reino Unido poder\u00e1 ser for\u00e7ada a fechar neste ano \u00e0 medida que as d\u00edvidas dos produtores alcan\u00e7am n\u00edveis de crise. O n\u00famero de fazendas leiteiras caiu para 10.500, e h\u00e1 10 anos, esse n\u00famero era 21.000.&nbsp;<\/p>\n<p> Os produtores est\u00e3o recebendo apenas 19 centavos de libra (27,02 centavos de d\u00f3lar) por litro de leite, por\u00e9m, o custo \u00e9 de 28 centavos de libra (39,82 centavos de d\u00f3lar) para produzir, de forma que eles est\u00e3o operando com perdas, de acordo com a Uni\u00e3o Nacional de Produtores Rurais (NFU). Isso fez com que muitos produtores tivessem que enfrentar a dif\u00edcil decis\u00e3o de desistir de tudo, apesar de estarem na ind\u00fastria por muitas gera\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p> O presidente da NFU, Rob Harrison, que tamb\u00e9m possui uma fazenda leiteira, disse: \"Acreditamos que muitos deixar\u00e3o a ind\u00fastria at\u00e9 o final deste ano, quando muitos produtores ter\u00e3o que devorar suas economias. No ano passado, esse n\u00famero foi de 4%, mas a expectativa \u00e9 que mais produtores deixar\u00e3o a atividade neste ano, de 10 a 20%.&nbsp;<\/p>\n<p> Nick Adames, propriet\u00e1rio da Black Barn Farm em West Sussex, disse que sua fam\u00edlia ordenha vacas leiteiras desde 1895 e a situa\u00e7\u00e3o nunca esteve t\u00e3o ruim como agora. Em dezembro, ele recebia somente 20 centavos de libra (28,44 centavos de d\u00f3lar) por litro de leite. \"Nenhuma outra ind\u00fastria poderia continuar nessa base de rentabilidade e \u00e0 medida que os estoques de alimentos para os animais caem e precisam ser cultivados e substitu\u00eddos, muitos simplesmente desistir\u00e3o. Uma vez que os bancos perderem a f\u00e9 em nossa capacidade de pag\u00e1-los de volta, haver\u00e1 um enorme \u00eaxodo\".<\/p>\n<p> Quase um ter\u00e7o de todos os produtores que venderam suas fazendas no ano passado citaram a d\u00edvida como uma de suas principais raz\u00f5es para deixar a ind\u00fastria, de acordo com dados do grupo de propriedades Savills.&nbsp;<\/p>\n<p> Em 07\/03\/16 - 1 Libra Esterlina = US$ 1,42217<br \/> 0,70266 Libra Esterlina = US$ 1 (Fonte: Oanda.com). (As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do http:\/\/metro.co.uk)<br \/> &nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: center; text-indent: 42.55pt; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<div><strong><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/9\" style=\"font-size: 12px; width: 231px; height: 30px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/strong><\/div>\n<div><em><span style=\"text-align: justify;\">Mais Leite Saud\u00e1vel&nbsp;<\/span><br style=\"text-align: justify;\" \/> <span style=\"text-align: justify;\">A Secretaria do Produtor Rural e Cooperativismo, do Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento, come\u00e7ou a publicar Projetos de investimentos em latic\u00ednios aprovados conforme o estabelecido pelo Decreto 8.533 de 30\/09\/2015. S\u00e3o projetos de investimentos para aquisi\u00e7\u00e3o de cr\u00e9ditos presumidos da Contribui\u00e7\u00e3o PIS\/PASEP e da COFINS para aplica\u00e7\u00e3o no Programa Mais Leite Saud\u00e1vel. As publica\u00e7\u00f5es foram iniciadas em 09 de mar\u00e7o, e nesses dois dias 5 ind\u00fastrias j\u00e1 foram beneficiadas. (DOU\/Terra Viva)<\/span><\/em><\/div>\n<div><em><em><img decoding=\"async\" alt=\"\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/7\" style=\"text-align: justify; line-height: 13.5pt; font-size: 12px; width: 803px; height: 16px; font-family: verdana, geneva, sans-serif;\" \/><\/em><\/em><\/div>\n<div>\n<div><img decoding=\"async\" border=\"0\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/i\/6186\/1095\" \/><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p> <center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"><center style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\"> <\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><a href=\"%__socialm_FCB%\" style=\"padding: 3px;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/images\/FCB.png\" \/><\/a><a href=\"%__socialm_TWT%\" style=\"padding: 3px;\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/cache.mail2easy.com.br\/images\/TWT.png\" \/><\/a><br \/> Compartilhe nas redes sociais<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"> <span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><a href=\"%__optout%\" target=\"_BLANK\" style=\"font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 10px;\">Descadastre-se <\/a> caso n\u00e3o queira receber mais e-mails.<\/span><\/span><span style=\"display: none;\">&nbsp; <\/span><\/p>\n<p> <\/center><\/center> <\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span style=\"font-family: tahoma, geneva, sans-serif;\"><span style=\"display: none;\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><span style=\"font-family: verdana,geneva,sans-serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><span id=\"cke_bm_97E\" style=\"display: none;\"><\/span><span id=\"cke_bm_503E\" style=\"display: none;\"><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Porto Alegre, 10 de mar\u00e7o de 2016 &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ano 10- N\u00b0 2.222 &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Manter os jovens, tarefa dif\u00edcil no campo A sa\u00edda dos jovens do meio rural amea\u00e7a o futuro de <a href=\"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2016\/03\/10\/10-03-16\/\" class=\"more-link\">...continuar lendo<span class=\"screen-reader-text\"> \"10\/03\/16\"<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[28],"tags":[],"class_list":{"0":"post-979","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-newsletter","7":"h-entry","8":"hentry","9":"h-as-article"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/979","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=979"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/979\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=979"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=979"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=979"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}