{"id":9762,"date":"2022-06-22T20:20:39","date_gmt":"2022-06-22T20:20:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/?p=9762"},"modified":"2022-06-22T20:23:21","modified_gmt":"2022-06-22T20:23:21","slug":"22-06-2022","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.sindilat.com.br\/site\/2022\/06\/22\/22-06-2022\/","title":{"rendered":"22\/06\/2022"},"content":{"rendered":"<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<figure class=\"wp-block-image\" style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/uuURf8ABF0257\" alt=\"Newsletter Sindilat_RS\" width=\"1159\" height=\"207\"><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Porto Alegre, 22 de junho de 2022&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Ano 16 - N\u00b0 3.687<\/p>\n<hr>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Leite: Nota de conjuntura Emater\/RS<br \/>\n<\/b>&nbsp;<br \/>\nApesar do baixo desenvolvimento das pastagens devido ao frio e \u00e0 baixa insola\u00e7\u00e3o, os rebanhos est\u00e3o em bom estado sanit\u00e1rio e mant\u00eam boas condi\u00e7\u00f5es corporais. A volta da ocorr\u00eancia de chuvas provocou a forma\u00e7\u00e3o de lama nos corredores e ao redor das instala\u00e7\u00f5es, o que causou um aumento nas despesas com insumos e m\u00e3o de obra para a higieniza\u00e7\u00e3o dos animais ordenhados. No aspecto sanit\u00e1rio, houve diminui\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de carrapatos nos rebanhos.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nOs produtores est\u00e3o sendo sempre orientados a vacinar e a manter o monitoramento em caso de qualquer sinal de raiva dos herb\u00edvoros, devendo comunicar os servi\u00e7os veterin\u00e1rios oficiais locais. Inicia o per\u00edodo de pari\u00e7\u00f5es nas propriedades que concentram a temporada reprodutiva no final do inverno. Esse processo ir\u00e1 refletir em significativa eleva\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de leite ao longo dos pr\u00f3ximos meses. Na regional da Emater\/RS-Ascar de Bag\u00e9, a produ\u00e7\u00e3o de leite apresentou um leve aumento devido ao incremento na oferta de pastagens de inverno na dieta das matrizes, al\u00e9m de uma pequena melhoria do clima, que favoreceu o seu desenvolvimento, especialmente no final do per\u00edodo com o retorno dos dias ensolarados. Em Uruguaiana, a suplementa\u00e7\u00e3o dos animais \u00e9 realizada com fardos de palha de arroz, que \u00e9 um alimento \u00fatil para a manuten\u00e7\u00e3o do estado corporal, por\u00e9m tem pouca participa\u00e7\u00e3o no incremento da produ\u00e7\u00e3o de leite devido \u00e0 baixa qualidade.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEm S\u00e3o Gabriel, onde o campo nativo tem participa\u00e7\u00e3o importante na dieta do gado leiteiro, os produtores precisam aumentar a quantidade de ra\u00e7\u00e3o e o fornecimento de silagem para garantir a produtividade do rebanho. Na regional de Caxias do Sul, com a ocorr\u00eancia de temperaturas muito baixas, houve relatos de interrup\u00e7\u00e3o do fornecimento de \u00e1gua aos animais por congelamento. Tamb\u00e9m houve dificuldade de aquecimento da \u00e1gua para o manejo na ordenha. A implanta\u00e7\u00e3o dos cereais de inverno para a silagem tamb\u00e9m est\u00e1 atrasada e deve ser intensificada na pr\u00f3xima semana.&nbsp;<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nNa regional de Santa Rosa, o excesso de chuvas tem dificultado o pastejo, fazendo com que os animais tenham que permanecer muito tempo nas instala\u00e7\u00f5es. As chuvas excessivas tamb\u00e9m dificultam aos produtores o processo de desensilagem e de oferta da silagem no cocho. Al\u00e9m disso, aumentam os problemas de casco, casos de mamite e provocam o aumento da contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas.&nbsp; Na regional de Soledade, os produtores encerram a ensilagem de milho.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nEm propriedades localizadas no alto da Serra do Botucara\u00ed, algumas lavouras tardias foram prejudicadas pelas geadas e por problemas fitossanit\u00e1rios. (Emater\/RS)&nbsp; &nbsp; &nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<hr>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p><b>Conseleite Paran\u00e1<\/b><\/p>\n<p>A diretoria do Conseleite-Paran\u00e1 reunida no dia 21 de Junho de 2022 atendendo os dispositivos disciplinados no Cap\u00edtulo II do T\u00edtulo II do seu Regulamento, aprova e divulga os valores de refer\u00eancia para a mat\u00e9ria-prima leite realizados em Maio e a proje\u00e7\u00e3o dos valores de refer\u00eancia para o m\u00eas de Junho de 2022, calculados por metodologia definida pelo Conseleite-Paran\u00e1, a partir dos pre\u00e7os m\u00e9dios e do mix de comercializa\u00e7\u00e3o dos derivados l\u00e1cteos praticados pelas empresas participantes.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/l2jk41ABF0424\" alt=\"\" data-cke-saved-src=\"https:\/\/dl.dnzdns.com\/v\/l2jk41ABF0424\"><\/p>\n<p>Os valores de refer\u00eancia indicados nesta resolu\u00e7\u00e3o para a mat\u00e9ria-prima leite denominada \u201cLeite Padr\u00e3o\u201d, se refere ao leite analisado que cont\u00e9m 3,50% de gordura, 3,10% de prote\u00edna, 500 mil c\u00e9lulas som\u00e1ticas\/ml e 300 mil ufc\/ml de contagem bacteriana. Para o leite pasteurizado o valor projetado para o m\u00eas de Junho de 2022 \u00e9 de R$ 4,2448\/litro.&nbsp;<\/p>\n<p>Visando apoiar pol\u00edticas de pagamento da mat\u00e9ria-prima leite conforme a qualidade, o Conseleite-Paran\u00e1 disponibiliza um simulador para o c\u00e1lculo de valores de refer\u00eancia para o leite analisado em fun\u00e7\u00e3o de seus teores de gordura, prote\u00edna, contagem de c\u00e9lulas som\u00e1ticas e contagem bacteriana. O simulador est\u00e1 dispon\u00edvel no seguinte endere\u00e7o eletr\u00f4nico: www.conseleitepr.com.br. (Conseleite PR)<\/p>\n<p><b>Consumo di\u00e1rio de leite superior a 260 ml reduz risco de morte por doen\u00e7as cardiovasculares<br \/>\n<\/b><br \/>\n<i>Estudo da Faculdade de Medicina desenvolvido com base nos dados do Elsa Brasil resultou em artigo premiado pela American Heart Association<br \/>\n<\/i><br \/>\nTese defendida no Programa de P\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade P\u00fablica da Faculdade de Medicina da UFMG demonstrou a correla\u00e7\u00e3o entre o consumo de leite e a diminui\u00e7\u00e3o do risco de morte por doen\u00e7as cardiovasculares. Parte dos resultados do estudo est\u00e1 publicada no European Journal of Nutrition.<\/p>\n<p>A pesquisa, que se valeu de dados do Elsa-Brasil, levantamento longitudinal desenvolvido por seis institui\u00e7\u00f5es de ensino e pesquisa do pa\u00eds, incluindo a UFMG, resultou na tese de doutorado da nutricionista Fernanda Marcelina Silva, orientada pelas professoras do Departamento de Medicina Preventiva e Social da Faculdade de Medicina Sandhi Maria Barreto e Luana Giatti. Foram avaliados o grupo dos chamados latic\u00ednios totais (leite, queijos, iogurtes, requeij\u00e3o, manteiga, sobremesas l\u00e1cteas e sorvete), alguns subgrupos (fermentados e l\u00e1cteos com alto e baixo teor de gordura) e componentes do leite em separado.<\/p>\n<p>Os resultados mostram que o consumo de leite superior a 260 ml para homens e 321 ml para mulheres diminui em at\u00e9 66% o risco de morte por doen\u00e7as cardiovasculares. Resultados parecidos foram encontrados tamb\u00e9m para latic\u00ednios totais. Entretanto, os melhores resultados foram com o alimento in natura e revelaram diferen\u00e7as importantes no consumo entre os sexos.<\/p>\n<p>\u201cPor muito tempo, o leite foi tratado como alimento nocivo \u00e0 sa\u00fade, mas esses resultados mostram o contr\u00e1rio e corroboram outros estudos mais recentes realizados ao redor do mundo\u201d, afirma Fernanda Marcelina, que \u00e9 mestre em Ci\u00eancias Aplicadas \u00e0 Sa\u00fade do Adulto e doutora em Sa\u00fade P\u00fablica pela Faculdade de Medicina da UFMG.<\/p>\n<p>A pesquisadora explica que, nos \u00faltimos anos, os alimentos in natura v\u00eam perdendo espa\u00e7o na alimenta\u00e7\u00e3o do brasileiro, o que despertou o interesse para o tema. \u201cAs Pesquisas de Or\u00e7amentos Familiares (POF\/IBGE) detectaram aumento significativo de alimentos prontos para consumo na dieta dos brasileiros, ao passo que h\u00e1 queda de produtos in natura, incluindo o leite. Essa mudan\u00e7a no padr\u00e3o alimentar ao longo dos anos vem acompanhada do aumento das doen\u00e7as cr\u00f4nicas n\u00e3o transmiss\u00edveis e do risco de morte por essas doen\u00e7as\u201d, aponta.<\/p>\n<p>A maior parte dos estudos dispon\u00edveis sobre o tema \u00e9 proveniente de pa\u00edses desenvolvidos, cujo padr\u00e3o de consumo alimentar difere dos h\u00e1bitos no Brasil. \u201cO brasileiro consome relativamente pouco leite e seus derivados se comparado com habitantes de pa\u00edses desenvolvidos, embora sejamos um pa\u00eds com participa\u00e7\u00e3o importante na produ\u00e7\u00e3o mundial desse alimento. Em outros estudos, observamos que h\u00e1 rela\u00e7\u00e3o entre a renda e o consumo de leite, ent\u00e3o provavelmente h\u00e1 uma restri\u00e7\u00e3o no acesso a esse alimento no Brasil\u201d, analisa.<\/p>\n<p>Desenho do estudo<br \/>\nO estudo incluiu aproximadamente sete mil participantes do Estudo Longitudinal de Sa\u00fade do Adulto (ELSA Brasil), uma corte que acompanha cerca de 15 mil servidores p\u00fablicos, com idade de 35 a 74 anos, desde 2008-2010. O Elsa-Brasil \u00e9 realizado em seis capitais: Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Vit\u00f3ria (ES), Rio de Janeiro (RJ), S\u00e3o Paulo (SP) e Porto Alegre (RS).<\/p>\n<p>A tese defendida analisou dados coletados ao longo de oito anos de seguimento dos participantes do estudo. As informa\u00e7\u00f5es sobre consumo alimentar habitual, incluindo leite de vaca e outros latic\u00ednios, foram obtidas por meio de question\u00e1rio no in\u00edcio do estudo. Tamb\u00e9m foram coletados dados sociodemogr\u00e1ficos, sobre comportamentos, como tabagismo e atividade f\u00edsica, e sobre a sa\u00fade em geral. As informa\u00e7\u00f5es sobre \u00f3bitos foram obtidas durante as liga\u00e7\u00f5es telef\u00f4nicas feitas anualmente para atualizar o estado de sa\u00fade dos participantes.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise feita contempla o uso de modelos estat\u00edsticos que possibilitam avaliar se o consumo de latic\u00ednios prediz o risco de morte no per\u00edodo do estudo e se a associa\u00e7\u00e3o entre consumo de latic\u00ednios e risco de morte por doen\u00e7as cardiovasculares independe de fatores sociodemogr\u00e1ficos e comportamentais dos participantes, como idade, pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica, tabagismo, consumo de frutas e vegetais, entre outros.<\/p>\n<p>O Elsa Brasil \u00e9 a maior pesquisa latino-americana sobre o desenvolvimento de doen\u00e7as cr\u00f4nicas, como as doen\u00e7as cardiovasculares, c\u00e2ncer e doen\u00e7as metab\u00f3licas (obesidade, diabetes, dislipidemia etc.), entre outras.<\/p>\n<p>Novo artigo<br \/>\nAinda ser\u00e1 publicado um segundo artigo com base na tese de doutorado de Fernanda Marcelina. Os dados est\u00e3o sob embargo, mas os resultados refor\u00e7am evid\u00eancias anteriores sobre os efeitos nocivos do consumo de alimentos prontos, especificamente os ultraprocessados, e o risco de morrer de doen\u00e7as cr\u00f4nicas n\u00e3o transmiss\u00edveis<\/p>\n<p>Para Fernanda, o mais importante \u00e9 priorizar uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel, balanceada e rica em alimentos in natura. Al\u00e9m disso, pol\u00edticas p\u00fablicas podem melhorar o acesso a alimentos saud\u00e1veis. \u201cNossos dados indicam a necessidade de se incentivar o consumo de leite e de reduzir a ingest\u00e3o de alimentos ultraprocessados. O consumo de latic\u00ednios entre os brasileiros \u00e9 baixo em compara\u00e7\u00e3o com pa\u00edses desenvolvidos. Esse incentivo pode contribuir para preven\u00e7\u00e3o de mortes por doen\u00e7as cardiovasculares. Precisamos tamb\u00e9m de pol\u00edticas p\u00fablicas mais rigorosas para controlar o consumo de alimentos ultraprocessados, com taxa\u00e7\u00e3o de alimentos e restri\u00e7\u00e3o da publicidade, e, ao mesmo tempo, subsidiar e promover alimentos saud\u00e1veis\u201d, conclui.<\/p>\n<p>O trabalho foi premiado na Scientific Sessions 2021, da American Heart Association, com a refer\u00eancia Paul Dudley White International Scholar de melhor resumo brasileiro. A pesquisa tamb\u00e9m foi agraciada como o melhor tema livre oral na categoria Jovem Pesquisador do Congresso Brasileiro de Cardiologia, promovido pela Sociedade Brasileira de Cardiologia.<\/p>\n<p>Financiaram a pesquisa o minist\u00e9rios da Sa\u00fade e da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00f5es, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).<\/p>\n<p>Sa\u00fade do adulto<br \/>\nO Estudo Longitudinal de Sa\u00fade do Adulto \u00e9 uma investiga\u00e7\u00e3o multic\u00eantrica composta de 15 mil servidores de seis institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas das regi\u00f5es Nordeste, Sul e Sudeste do Brasil. A pesquisa tem o prop\u00f3sito de investigar a incid\u00eancia e os fatores de risco para doen\u00e7as cr\u00f4nicas, em particular, as cardiovasculares e o diabetes.<\/p>\n<p>Em cada centro integrante do estudo, os volunt\u00e1rios \u2013 com idade entre 35 e 74 anos \u2013 fazem exames e entrevistas quadrienais para avaliar a sa\u00fade e obter informa\u00e7\u00f5es sobre aspectos como condi\u00e7\u00f5es de vida, trabalho e comportamentos que podem afetar a sa\u00fade, como a dieta. Em Minas Gerais, o Centro de Pesquisa fica no Hospital Borges da Costa, anexo ao Hospital das Cl\u00ednicas da UFMG. Ele \u00e9 coordenado pelas professoras Sandhi Maria Barreto e Luana Giatti, da Faculdade de Medicina.<\/p>\n<p>Tese: Consumo de latic\u00ednios e alimentos ultraprocessados e risco de morte: resultados do Estudo Longitudinal de Sa\u00fade do Adulto (Elsa-Brasil)<br \/>\nAutora: Fernanda Marcelina Silva<br \/>\nOrientadora: Sandhi Maria Barreto<br \/>\nCoorientadora: Luana Giatti Gon\u00e7alves<br \/>\nData da defesa: 26 de maio de 2022<\/p>\n<p>Centro de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Faculdade de Medicina da UFMG<\/p>\n<div>\n<div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<hr>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\" style=\"text-align: justify;\">\n<div id=\"icpbravoaccess_loaded\">\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: center;\"><i style=\"font-size: 1rem;\"><b>Jogo R\u00e1pido&nbsp;<\/b><\/i><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><i><b>Feras da Sustentabilidade: o meio-ambiente como protagonista de sucesso do seu neg\u00f3cio!<br \/>\n<\/b>Nos \u00faltimos tempos, a sustentabilidade tem feito cada vez mais parte da vida das pessoas. Garantir recursos para as gera\u00e7\u00f5es futuras deixou de ser apenas uma ideia e vem determinando como se deve produzir e o que ser\u00e1 consumido. No \u201cfuturo\u201d, n\u00e3o haver\u00e1 espa\u00e7o para produ\u00e7\u00f5es insustent\u00e1veis e um n\u00famero cada vez maior de consumidores j\u00e1 escolhe os produtos se baseando neste conceito. A quest\u00e3o \u00e9: vamos esperar o \u201cfuturo\u201d chegar para \u201cnos mexermos\u201d quanto a isso? A agropecu\u00e1ria, sobretudo a bovinocultura, j\u00e1 vem sendo alvo de diversas provoca\u00e7\u00f5es neste sentido. Isso faz com que, al\u00e9m dos consumidores, as empresas olhem com mais crit\u00e9rio para a mat\u00e9ria-prima que adquirem e, neste contexto, o pagamento por sustentabilidade passa a ser uma realidade t\u00e3o distante assim. Contudo, por ser um tema ainda distante da realidade da maioria das fazendas, o conhecimento de muitas pessoas sobre sustentabilidade \u00e9 raso. Muito se fala da import\u00e2ncia do meio ambiente, de garantir recursos, mas, na pr\u00e1tica, \u00e9 poss\u00edvel que o produtor tenha tamb\u00e9m retorno financeiro que justifique o investimento? A resposta \u00e9 sim! N\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que todas as fazendas Top 100 \u2014 que sempre est\u00e3o na vanguarda da inova\u00e7\u00e3o \u2014 aplicam pelo menos uma medida sustent\u00e1vel em suas propriedades. Mas como explorar este conceito na sua fazenda ou nas que atende? Descubra no MilkPoint Experts, Feras da Sustentabilidade! Nesta imers\u00e3o online vamos explorar, de modo hol\u00edstico, as formas como os produtores de leite brasileiros podem, dentro de suas realidades, adotar t\u00e9cnicas de sustentabilidade ambiental. Mas vamos al\u00e9m: falaremos como eles podem ganhar dinheiro com isso. O futuro vai chegar e ter um conhecimento superficial sobre este assunto n\u00e3o ser\u00e1 o suficiente. N\u00f3s apostamos que a sustentabilidade ser\u00e1 mais que um diferencial em pouco tempo, passando a ser um determinante para produzir alimentos. Quando este \u201cfuturo\u201d chegar, como voc\u00ea, produtor de leite, vai estar? Atrav\u00e9s de um programa in\u00e9dito, traremos o que h\u00e1 de mais atualizado no tema, indo bem al\u00e9m da superficialidade que normalmente acompanha esse assunto.&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.milkpointexperts.com.br\/feras-sustentabilidade\" data-cke-saved-href=\"https:\/\/www.milkpointexperts.com.br\/feras-sustentabilidade\">Clique aqui para saber mais sobre o evento!&nbsp;<\/a>Reuniremos o que voc\u00ea precisa saber hoje sobre o tema. Traduziremos na pr\u00e1tica os conceitos. 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